Olá, me chamo Raphaela, sou esteticista e massagista, tenho 35 anos, sou loira, seios pequenos, um bumbum médio bem redondinho, uma barriguinha bem gostosa, e casada há quatro anos, e hoje vou contar para vocês como foi a abertura da "famosa gaveta", em que Roberto havia deixado um bilhete.
Sabe aqueles dias em que você acorda super de bom humor e decide que nada vai estragar o seu dia ? Pois é, foi assim que eu acordei naquela quinta-feira. Tomei um belo banho, vesti uma langerie branca de renda ( a calcinha era um fio dental maravilhoso) coloquei uma saia secretaria dois dedos acima do joelho, uma blusinha branca bem colada deixando um decote discreto e sensual, escovei meus cabelos e os prendi em um rabo de cavalo, coloquei uma salto fino, passei uma maquiagem leve e fui trabalhar.
Chegando em meu consultório fui dar uma olhada na minha agenda e foi quando meus olhos correram para aquela gaveta, apenas em olhar meu corpo reagiu, senti um frio na barriga, um arrepio na pele e foi quando surgiu uma enorme vontade em abri-la. Destravei e puxei bem devagar e um papel dobrado começou aparecer, terminei de abrir e peguei o papel, quando abri estava escrito um endereço e um número de telefone acompanhados da seguinte mensagem: "ME LIGUE OU ME ENCONTRE" PS: R.
Aproveitei o meu ótimo humor e minha auto estima e naquele momento decidi fazer uma "arte". Remarquei minhas clientes, passei em uma loja comprei algumas "coisinhas", e com aquele papel em mãos fui dirigindo para ver aonde daria aquele endereço. Quando cheguei no local indicado, confirmei várias vezes para ver se eu não estava enganada, cheguei a pensar que era uma piada o endereço era de um enorme prédio, que abrigava os escritórios dos engenheiros da maior e mais conceituada construtora da região. Acelerei o carro e pensei em desistir, mas algo dizia para eu descer e entrar naquele lugar.
Desci do carro, parei em frente ao prédio, e comecei a ler aquelas inúmeras placas para ver se o nome dele estava lá, eu não sabia seu nome completo mas consegui identificá-lo pelo primeiro nome e pelo telefone. Com um imenso frio na barriga, coloquei um sorriso no rosto e entrei. Me deparei com uma enorme recepção, e uma bela morena atrás do balcão.
-Bom dia, gostaria de saber como faço para falar com o Roberto !
- Oi bom dia, para falar com os engenheiros é necessário agendar uma data e horário. Posso agendar para segunda ?
- Acredito que ele não vá se incomodar por eu ter vindo sem agendar.
Ela me olhou com uma cara nada amigável, falou com alguém ao telefone e disse:
- Pode subir a sala dele é no décimo quarto andar.
Agradeci e fui até o elevador, pensando no que eu estava fazendo, eu era casada e estava fazendo uma coisa dessas.
Chegando no andar me deparo com outra secretaria e ela pergunta meu nome, digo para avisar que é uma amiga e escuto ela dizendo ao telefone : Ela não quer falar o nome doutor.
Ela apontou para uma poltrona e pediu para eu aguardar, que em breve seria atendida e assim eu fiz, quando de repente escuto uma voz conhecida abrindo uma porta falando:- Vamos ver quem é a moça.... -Raphaela ?
Me levanto e digo: - Olá Doutor Roberto estou atrapalhando ? Poderia ter deixado claro que o endereço era seu local de trabalho.
- Acontece que eu passo mais tempo aqui do que na minha própria casa, você não está atrapalhando sabe o quanto esperei sua visita, venha entre.
Entrei em seu belo e espaçoso escritório, um local fresco, com um aroma suave. Ele fechou a porta e disse: - Agora acredito que dias ruins podem melhorar, que ótima surpresa, o que te trouxe até aqui ?
- Bom além do meu ótimo humor, um papel deixado na minha gaveta escrito a próprio punho me trouxeram até aqui.
Ele se aproximou por trás, deu alguns beijinhos em meu pescoço, me pegou pela cintura deixando minha bunda bem colada em seu pau que já estava duro e disse baixinho em meu ouvido: - Humm, tem certeza que foi só isso que te trouxe até aqui ?
Meu corpo respondeu automático aquela pergunta, eu já estava arrepiada e minha buceta toda molhada piscando de tesão. E eu respondi: - Na verdade não foi só por isso que eu vim.
Tirei meus sapatos, bem devagar e com cara de vadia tirei minha saia e minha blusa ficando apenas de langerie. Tirei um óleo de massagem da minha bolsa, um colar de pérolas, fui até sua mesa sentei e disse:
- Hoje sou eu que quero uma massagem.
Ele veio até mim e sem dizer nada parou em pé no meio das minhas pernas. Eu cruzei minhas pernas em sua cintura, e fui desabotoando cada botão de sua camisa e falando: - Hoje eu acordei super bem e com uma vontade de fazer coisas diferentes e quando vi minha gaveta senti vontade de você, vontade do seu corpo, vontade de rebolar minha buceta no seu pau, vontade de ser sua puta ( e enquanto desabotoava a camisa, ia dando beijos e leves chupadas em sua barriga).
Fomos interrompidos por um telefonema ele atendeu e era uma das recepcionistas, ele disse à ela para desmarcar as reuniões da tarde e que ela poderia tirar o restante do dia de folga, enquanto ele passava algumas orientações para a moça, fui até ele e desabotoei sua calça, me ajoelhei na sua frente e abocanhei seu pau, engolia tudo deixando minha baba escorrer e ia tirando bem devagar da boca, olhando para cima em seu rosto com cara de vadia, ele suava de tanto tesão e a ligação o impedia de pronunciar qualquer gemido. Ele encerrou a ligação, pegou em meu cabelo e me levantou, me deu um beijo forte, cheio de tesão: - Está doida pra me judiar né cachorra ? Vem aqui safada agora é minha vez de judiar.
Ele mandou eu me deitar em sua mesa, colocou minhas mãos para cima, tirou sua gravata e prendeu minhas mãos. Tirou meu sutiã e começou a morder levemente meus mamilos, mordia um, e brincava com o polegar no outro, foi descendo sua boca e passando sua língua quente em meu corpo até chegar na minha buceta. Começou a beija-lá por cima da calcinha, beijava e fazia movimentos circulares com os dedos em meu clitóris, eu gemia feito uma cadela no cio, ouvindo ele falar: - Que delícia ver essa calcinha toda molhada, sentir o cheiro dessa buceta. Com os dentes, ele foi tirando minha calcinha, e começou a me chupar. Passava sua língua lambendo todo mel que escorria, beijava minha buceta de uma forma que estava me enlouquecendo, e eu não resiti e gozei em sua boca, ele lambeu minhas coxas saboreando cada gotinha que havia escorrido ali. Minhas pernas ficaram bambas e eu fiquei ali quietinha por alguns segundos, aproveitando aquela deliciosa sensação.
Roberto me pegou no colo e me deitou em um tapete de pêlos, confortável e macio no chão, eu com as mãos ainda presas. Pegou o óleo de massagem pingou um pouco em meu corpo e começou a massagear. Começou pelos meus seios passava suas mãos em um ritmo bem devagar, esfregava seus dedos brincando com meus mamilos, suas mãos deslizavam facilmente devido ao óleo, eu já estava cheia de tesão novamente, ele passou um pouco mais de óleo nas mãos e começou a passar em minha barriga, suas mãos eram macias deslizavam feito seda em meu corpo, ele fazia questão de apertar minha cintura (percebeu que ali é meu ponto fraco). Passou mais óleo nas mãos e deslizou para as minhas pernas, fazia um leve movimento de sobe e desce, suas mãos firmes estavam me enlouquecendo, ele subia suas mãos em minhas pernas e entre um movimento e outro ia lambendo minhas coxas. Passou mais óleo e levou sua mão por cima da minha buceta, massageando em movimentos circulares com a palma da mão, e esfregando o seu polegar no mesmo sentido em meu clitóris, eu estava enlouquecendo e não resisti gozei loucamente mais uma vez.
Mas ele não parou por aí, pegou o colar de pérolas, enrolou em suas mãos, passou mais óleo, e começou deslizar o colar em meu corpo. Começava na barriga e subia para meus seios, passava o colar lentamente em meus mamilos, o contato do colar com a pele e o efeito do óleo eram enlouquecedores, subia e descia suas mãos. Ele pegou o colar ainda enrolado nas mãos e começou a esfregar em minha buceta, esfregava abrindo e fechando as mãos, girando esfregava o colar devagar em meu clitóris e ia descendo até chegar perto do meu rabo e brincar ali também, o meu corpo reagia com espamos de tesão. Delicadamente ele foi introduzindo o colar na minha buceta, segurando apenas uma ponta para fora, e com um polegar brincando meu clitóris, lentamente ele foi puxando o colar, meu corpo não aguentou e tive outro orgasmo dessa vez mais intenso, esguichando porra.
Ele não deixou eu nem recuperar do orgasmo, desamarrou minhas mãos e mandou eu ficar de quatro que ele iria fuder minha buceta. Obedeci, fiquei de quatro, ele colocou um preservativo, e foi metendo aquele membro dentro de mim, ele dava fortes estocadas, batendo suas bolas na minha bunda, me puxava pelo cabelo e dava fortes tapas na minha bunda, ele ia aumentando as estocadas e os tapas conforme eu ia dizendo: - Mete na sua puta cachorro, mete esse pau em mim, fode a buceta dessa vadia, bate na minha bunda mais forte que eu quero apanhar.
Ele tirou seu pau da minha buceta, e sem dó meteu no meu rabo, dei um grito mas o tesão que eu estava amenizou a dor.
- Quer que te fode né vadia, rebola esse rabo no meu pau, quero deixar esse cuzinho todo estourado, rebola cachorra.
Ele foi amenizando as estocadas e percebi que ele havia gozado, e eu também gozei mais uma vez. Ficamos deitados ali no chão, por mais um tempo sem dizer nada, apenas nos acariciando e nos beijando. Fiquei até o ínicio da noite em seu escritório, mas tudo que é bom dura o suficiente para ser inesquecível, e fechou com chave de ouro o meu dia de ótimo humor.
Eu e Roberto ainda saímos juntos, na verdade ele se tornou meu amante, estou pensando em uma forma de juntar, ele e meu marido em uma transa, e me saciar naqueles dois paus que eu tanto gosto, e se isso acontecer eu conto para vocês.
Espero que gostem.
Loira Casada
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