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sábado, 29 de abril de 2017

CONSERTEI O COMPUTADOR E ARREBENTEI AS PREGAS DA VIZINHA


Minha recente vizinha mora com seu marido e sobrinha, porém, seu marido viaja frequentemente e ela trabalha durante o dia. Certo dia, ela bateu em minha porta para perguntar se conserto computadores, pois descobriu que sou jornalista, respondi que entendo razoavelmente e poderia dar uma olhada em seu pc. Em seguida, ela trouxe sua máquina para eu examinar. No outro dia, durante a tarde, enquanto Cecília estava no trabalho, fui levar o pc a sua sobrinha, Bruna, uma bela morena que cobicei imediatamente. Assim que abriu a porta, eu a interpelei. - As páginas pornográficas que você tem visitado infectaram o computador, terei que falar com sua tia, pois ela estranhará a presença do vírus no disco rígido do pc. – Por favor, o que eu posso fazer pra evitar que você fale? Marina aproximou-se abruptamente de mim e me beijou ardentemente, fiquei fascinado com sua desenvoltura, logo arrancava minha camisa, alisava meu peito, minha pélvis, abria meu zíper e sacava meu pau tinindo de dureza, pulsando para o infinito. Marina punhetava-o afoitamente, com carinha de puta, e logo caía de boca no cacete que implorava por seus lábios aveludados. Chupou deliciosamente, conduzindo-me a diversas ondas vibrantes, a safada sorvia a pica de forma lenta e contínua, lubrificando cada microporo do membro  de saliva.
– Chupa assim, que delíciaaa, putinha sem vergonha, passa o dia vendo putaria e se acabando na siririca, agora mata essa fome de rola, mata, vagabunda. Ordenei, dando um tapa leve em sua cara, entusiasmado pelo prazer intenso.
– Siiim, sou uma putinha mesmo, quer dizer, quero ser putinha, quero que você ensine...hummm que  pau gostoso...aaahhh...fode minha boca, vaaaiiii...aaaahhh.
Puxava seus cabelos e dava tapinhas em sua cara. – Vagabundinha safada, gosta de mamar rola  e tomar leitinho quente, né?
 – Huummm...adorooo!
O furor com que a  ninfeta me fazia o boquete me impediu de resistir e enchi sua boquinha de leite, o qual a putinha sorveu gozando, enquanto se masturbava e logo já estava gozando em minha boca, oferecendo-me o copioso mel de sua bocetinha deliciosa, lambia com a ponta da língua a xoxota que faiscava em ondas contínuas, quando comecei a chupar intensamente, a putinha se entregou por completo.
– Aaaahhhhh,...chupa assim, chupa assi....puta que pariu.... aaaahhhhh....aaaahhhhhh, seu puto gostosoooo...
Comecei a dedar a xaninha e notei ser apertadíssima, logo dedava também o cuzinho, como de costume, sem tirar a calcinha da minha dama, um fetiche tradicional, no caso, era uma clássica peça branca de cotton. Comecei a forçar o pinto pela alça lateral da calcinha para atiçá-la, massageava seus seios e a safada gemia, gemia, comecei a forçar a entrada da xoxota com a cabeça da pica, senti um ardor ao tocar meu prepúcio, por ser muito apertada, quando Marina confessou.
– Preciso te falar, eu sou virgem.
– Juraaa?? Por isso vive se acabando na siririca, mas essa notícia mudará meus planos, vou comer apenas seu cuzinho e preservar seu cabacinho.
– Noossa, vai comer só meu cuzinho?! Sinto muito prazer brincando com ele...
- Pois hoje saberá o que é prazer de verdade, vamos começar o preparo.
 Orientei Marina sobre o método mais adequado de higiene de preparo e ela foi logo ao banheiro para o procedimento, no caso, ao banheiro da suíte de sua tia, onde eu a esperava na cama. Assim que retornou, devidamente asseada, eu a posicionei de quatro e comecei as investidas com a língua no cuzinho suplicante, logo a ninfeta rebolava na minha boca, percorria como um cachorro no cio toda a extensão da xoxota e do rabo virgem de Marina, logo socava dedos e, em brevíssimo tempo já iniciava o defloramento daquele bumbum maravilhoso, passei muito gel e logo que comecei a meter, o líquido vazava do cu de Marina, forcei a entrada, ela deu um gritinho e foi se acomodando à cabeça rombuda do caralho, quando passou a glande inteira, a putinha lacrimejava, o que aumentou meu tesao.
– Aaaaiiii que dor, puta que pariu....aaaaiii...
- Você disse que queria aprender a ser puta, portanto, serei seu mestre, toma sem mimimi de patricinha nesse cu gostosa, toma.
Gritei, enquanto estapeava vigorosamente sua bunda.
– Aaahhh, caralhooo, mete nesse cu, então, seu cachorro, se é pra meter, mete logo vai, arromba minha bunda de pau grosso, vai...aaaahhh...
Logo que empurrei a metade, a safada começou a sugar o restante, rebolando e dando ré, quando entrou tudo quase gozei imediatamente de tanto prazer. Comecei a masturbá-la freneticamente, alternando toque no clitóris e dedadas, a puta foi ao céu. – Aaaaahhhhhh que gostosoooo....continua assim.....me fodeeeeee, por favor, sua puta quer pau no cu. A safada tinha o rosto corado e cheio de lágrimas, trepidava, suava muito, sua bocetinha me dava choques nos dedos, quando estava prestes a gozar, disse queria fazer minha putinha esguichar e comecei a masturbá-la com enorme intensidade. Consegui o queria, em poucos minutos, minha biscatinha gozava esguichando chuva dourada sobre o lençol da cama de sua tia.
– Aaaaaahhhhh que delícia, vou morreeer......aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.
Como sempre, quando meu tesão foge ao controle, tenho ímpetos fetichistas e agressivos. Abri o armário e peguei um cinto da tia de Marina, dobrando-o e exortando a ninfeta.
– Sua puta mijona, ta querendo um bom corretivo, né? Pois vou te dar. Estalei quatro cintadas em cada nádega, fazendo a putinha berrar e derramar umas lágrimas, em seguida, passei a dedar sua boceta intensamente e a chupei como se fosse a última xoxota do planeta, fiz a safada deitar de frente, com as pernas erguidas, coloquei dois travesseiros em seu quadril e soquei rola sem miséria no cu já bem arrombadinho e avermelhado, sentia a piroca ardida, a bunda da vadia estava ensopada de sua porra e mijo, Marina tremia sem parar, toda arrepiada, fora de si, depois de boas estocadas, enchi sua carinha de farta porra quente.
– Toma meu leite, vagabunda, tomaaa....aaaaaahhhhhhhhhhhhhhh puta safadaaaa....aaaahhhhhhhhh.
Para fechar com chave de ouro, mijei sobre os seios, pescoço e rosto de minha putinha. Foi uma aventura incrível, agora só aguardo ela perder o cabacinho da xoxota com o menino que namora para eu fazer minha putinha gozar como merece, no pau de um homem experiente. Mais tarde, sua tia veio me perguntar o que tinha o computador, disse que era um vírus, fiz limpeza e apliquei um bom antivírus, ela perguntou o valor de meu trabalho, disse que estava certo, ela ficou feliz, achando que era pura bondade de minha parte, mal sabia que eu já estava muito bem pago e ainda receberia mais, a prazo.


Autor desconhecido

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