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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO




Todas as pessoas acabam ficando bastante ansiosas pelo ano novo que chega. Promessas e esperanças de que as coisas irão melhorar sempre vagam pelas nossas mentes a espera de um futuro melhor. Para muitos, o réveillon é um momento animado, para se festejar com amigos e familiares. Um momento onde desejamos felicidades para o próximo ano, um momentos de fazer pedidos na esperança de que irá ser atendidos. Mas para alguns, a virada de ano pode ser algo bem mais excitante. Afinal, tudo pode acontecer. Independente da época...
Beatriz é uma moça, do interior que viajou com sua família para passar o réveillon na praia. Todos foram vestidos de branco para desejar paz. Montaram um acampamento na praia, com muita comida e cidra.
Era em torno de 22h00min horas, e a bela moça de cabelos cacheados resolveu dar uma volta pela praia, um momento só dela para pensar na vida e refletir. Caminhando pela orla da praia, vestindo um longo vestido branco e chinelas havaianas, Beatriz sentou-se num banco para descansar e observar o mar. Logo em seguida um belo rapaz, aparentando ter em torno de 20 anos sentou-se ao seu lado. Mas não conversaram nada. Ele apenas sentou-se, olhou rapidamente para a moça e direcionou seu olhar para o mar. Ela tentando disfarçar, olhava-o sorrateiramente para que ele não desconfiasse, e percebeu que se tratava de um rapaz muito bonito. Barba por fazer, pele clara, um visual meio nerd. Ele, reparando que ela o observava, disse um singelo “oi”. Ela retribuiu vergonhosa, mas logo ele começou a puxar assunto. Perguntou de onde ela é, se estava acompanhada de família ou amigos e etc. Ela respondia a todas as perguntas, perguntando sempre as mesmas coisas à ele. Logo a timidez do casal foi desaparecendo e eles começaram a conversar como se já fossem amigos. Resolveram caminhar pela orla da praia juntos, as trocas de olhares acabaram ficando mais intensas... O nome dele era Paulo. Os dois estavam tão entretidos um com o outro que acabaram esquecendo-se de tudo. Caminharam até o final da praia, onde já não havia mais ninguém, apenas uns poucos casais que aproveitavam o isolamento para namorar às vésperas de ano novo. Então, o casal parou um pouco e resolveram sentar-se na praia, a beira mar.
Beatriz não parava de falar sobre seus estudos, sendo observada atentamente pelo rapaz, até que ele, agindo como por impulso tascou um beijo na bela moça. Ela ficou um pouco assustada, mas resolveu retribuir o beijo, e o casal começou a se beijar cada vez mais intensamente.
Ele então, já mais à-vontade perguntou a ela se gostaria de passar a virada do ano transando com ele. Assim, na cara dura, como se esse tipo de pergunta fosse algo normal e aceito em nossa sociedade. Para as pessoas, tal pergunta seria um imenso atrevimento da parte dele, mas para Beatriz, a autenticidade do rapaz acabou a conquistando. Afinal o que havia de mal nisso? Nem lá ela morava, ninguém a conhecia, e os rapazes de sua cidade são bem menos atraentes que ele. Então, ela o olhou diretamente em seus olhos, abriu um sorriso malicioso, e disse que adoraria tal experiência. Ele, assustado com a resposta da moça, ele a chamou para perto de uma rocha, onde não havia ninguém. Lá, o casal começou a se beijar, muito intenso, enquanto ele deslizava suas mãos pelo corpo da moça, que aproveitava para sentir o corpo sarado do rapaz com as pontas de seus delicados dedos.
Eles logo começaram a se despir, beijando-se cada vez mais violentamente. Tudo muito romântico, o barulho das ondas do mar chocando-se nas rochas, misturando com a luz da lua que brilhava por toda a praia, e sussurros e gemidos de prazer pairavam no ar. Então, ele se abaixou e começou a chupar a bucetinha de Beatriz, introduzindo seus dedos na buceta dela, enquanto lambia vagarosamente, e ela gemia segurando na cabeça dele e o puxando pelos cabelos para que ele fizesse mais rápido e mais violento. Assim ele respondia, a deixando louca. Logo ele retirou seu cacete para fora e começou a esfregar na bucetinha dela, perguntando se ela estava gostando. Ela apenas sorriu e respondeu com a cabeça que sim. Ela então se abaixou segurou fortemente seu pau e começou a lambê-lo, engolindo todo o membro do rapaz, enquanto acariciava seus testículos com a ponta dos dedos. Por vezes ela engolia cada testículo do rapaz, e batia seu cacete contra o rosto dela.
Logo ela se debruçou contra a rocha e mandou que ele a fodesse forte e a deixasse louca. Ele a obedeceu, socando seu pau d’uma vez na buceta de Beatriz, e logo começou a bombar. Ela gritava ignorando completamente que estavam nus em pleno local publico. Já era 23h55min, quase a hora exata da virada do ano, mas os dois estavam concentrados apenas no sexo, esquecendo e ignorando tudo que estava ao redor. Ele a abraçava pela cintura enquanto estocava forte sua bucetinha. Dado meia noite em ponto os dois começaram a ouvir barulho de fogos de artifício, mas nada poderia atrapalhar o casal, cada vez mais chegando ao orgasmo. E foi assim, sob a luz da lua, dos fogos de artifício, que os dois chegaram ao orgasmo, comemorando o ano novo em grande estilo. Afinal, nada melhor do que entrar no ano novo gozando o que a de melhor na vida: o sexo!

FELIZ ANO NOVO A TODOS OS LEITORES DO BLOG MALÍCIAS TOCANTINENSES

UM REVEILLON INESQUECÍVEL


Como de costume sempre viajo e passo o reveillon em Búzios com os amigos, mas este ano 2004/2005 foi diferente, achei que deveria passar com a família, mas uma amiga minha, a Carol também não viajou, uma morena de 25 anos, 1.70m, 60kg, cabelos negros até a cintura, perfeita não só de corpo mais também com um rosto lindo, pele bronzeada com uma marquinha perfeita e lizinha como um pêssego, me convidou para passar o reveillon com ela, pois toda a sua família havia viajado e apenas ela ficou, coisa que prontamente eu aceitei, pois somos muito amigos, então combinamos de ceiar na casa dela e depois irmos ver a queima de fogos na praia em Copacabana, então começamos com alguns preparativos, compramos muita bebida, ice, champangne e cervejas, começamos a beber logo a tarde e quando chegou a noite já não estávamos em nossos juízos normais. Fomos para a praia como combinado e ao voltar para a minha surpresa a Carol pediu que eu dormisse na casa dela, pois não gostava de ficar sozinha, subimos e ela foi logo tomar um banho, voltou com um top e um shortinho de malha enterradinho na bundinha, sem calcinha que não disfarçava o volume de sua buceta, pensei mil coisas inclusive em nossa amizade, pois uma cantada mal dada poderia acabar com algo de tão precioso, pedi a ela uma toalha e fui tomar um banho para refrescar a cabeça, quando sai ela estava no quarto da mãe deitada na cama de casal e me convidou pra ficarmos ali conversando, deitei ao seu lado e tomamos mais alguma coisa, após um bom bate papo, falei que estava com sono, pois a esta altura já estava com mil pensamentos maldosos na cabeça e fui para o quarto dela dormi, pois já estava a ponto de cometer uma doideira, mas para minha agradável surpresa minutos depois a Carol me aparece com uma mini camisola, completamente transparente, fiquei louco com aquela penumbra que era proporcionada pela luz do abajur, minha pica quase furou a minha cueca de seda, quando Carol percebeu se aproximou e me falou: Feliz Ano Novo!!! E começou um boquete fenomenal, engolido praticamente toda a minha pica e olha que não é das menores, quando eu estava quase gozando ela parou e deixou cair a minúscula camisola falando: Agora é a sua vez! Não vacilei, joguei Carol na cama e pude admirar aquela bucetinha lizinha e com um grelo fenomenal, cai de boca sem cerimônia, chupando o seu grelinho rosado e ora subindo até os seus peitinho durinho e rosado em formato de pêra e com a mão massageava o seu grelinho, Carol gemia e tremia se contorcendo toda e quando me dei por conta já estávamos num 69 alucinante, foi quando percebi aquele doce mel escorrer em minha boca, doido pra comer aquela bucetinha já encharcada e latejando de tesão, coloquei Carol de quatro e comecei a dar estocadas e para a minha surpresa a Carol se revelou uma verdadeira maquina de fuder, ela gritava rebolava, dizia me fode, me rasga meu caralhudo, aquilo me deixava louco de tesão e a minha pica como um aço, mudamos de posição e Carol começou a cavalgar de maneira alucinada, gozando varias vezes. Depois de comer ela em varias posição pra maior das surpresas ela me sussurrou no ouvido: Come meu rabo! Não perdi tempo, dei uma lambida naquele cuzinho rosado, e mandei a minha vara que já estava mais que lubrificada da buceta encharcada de Carol, fudemos até a exaustão total, alternando posições e buracos, hora cu, hora buceta, foi um reveillon pra ficar na memória, hoje continuamos ótimos amigos e sempre repetindo a dose sem que ninguém perceba.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

DEPOIS DE UM DIA QUENTE EM PALMAS-TO


Oi...
 Todas nós temos aquele dia que estamos totalmente puta, não é?
 Ontem (segunda feira) foi um dia desses pra mim, aliás quase todos os dia são.
 Depois de mais um dia quente da nossa capital Palmas-TO, estávamos voltando pra casa, era por volta de seis e meia da tarde, paramos o carro pra abrir o portão mas o controle não funcionava, ele estava tão cansado do dia corrido que tivera e o fim de semana agitado que tivemos por conta do Natal e tudo mais, que se quer desceu do carro pra ir tentar abrir o portão apenas encostou a cabeça no banco e suspirou fechando os olhos e eu que estava caladinha, tinha vindo o caminho todo imaginando dar gostoso pra ele durante o banho, e quando vi ele daquele jeito me inclinei e beijei seu pescoço e quando voltava ele segurou meu braço sem abrir os olhos e eu continuei beijando o e passei a morder de leve, desabotoei sua camisa e comecei a cheirar, beijar, morder, lamber seu tórax e abdomem quando ele mesmo abriu a sua calça e tirou seu pau pra fora que já estava bem duro batendo no meu rosto e eu, claro, comecei a chupá-lo loucamente ali na frente do portão até ele gosar e eu engoli tudinho. Então ele desceu e forçou o portão até abrir e veio p carro me olhando com a cara de que ia acabar comigo e era tudo que eu queria, entramos e quando eu pegava minha bolsa no banco de trás e juntava minha sandalha ele veio e abriu a porta me estendeu a mão eu segurei e sai do carro ele me virou de costas me pressionou contra o carro mordendo meu pescoço desceu minha roupa ate o joelho e começou a me masturbar falando sacanagens no meu ouvido então meteu seu pau com muita força inteiro todo de uma vez, eu gemi alto e ele me mandou calar a boca metendo mais forte ainda, então me pegou no colo e me levou pra dentro de casa me debruçou sobre a mesa com meus pés no chão e meteu muito e muito forte num ritmo perfeito que me deixa louca e eu rebolava frenetica no pau dele até gritar que ia gosar e nessa hora ele aumenta o ritmo e eu vou a loucura as pernas tremem, então ele me jogou no sofá abriu minhas pernas se apoiou com o joelho no sofá e ou perna pra fora segurou meu pescoço me sufocando e meteu seu pau todo de uma vez no meu cu metendo forte e rápido não demorou muito e ele gosou soutou meu pescoço e eu pude respirar normalmente, ele segurou meu rosto e me beijou e me levou no colo pro banheiro ligou o chuveiro e me deixou lá.

COMPRANDO BIQUINI





Preciso contar para vocês o que aconteceu comigo ontem.
Sou casada, tenho 1,61m, cabelos e olhos castanhos e o corpo cheio de curvas bem queimadinho e com a marca do biquíni.
Ontem saí com o carro de um colega do trabalho, meu marido está viajando e eu precisando de um macho.
Fui a um compromisso e na volta, decidi parar em uma lojinha de roupa de praia. Para a minha sorte, estava na loja somente um rapaz, que depois descobri ser filho da dona.
Comecei a ver uns modelos e fui conversando. Percebi que ele me comia com os olhos, e eu, sentei em um banquinho e deixei minha saia justa subir o até mais da metade da coxa. Aí que ele não tirava os olhos. Decidi provar 2 modelos. Resolvi, claro, pegar um que estava atrás do balcão. Ele percebeu minha intenção e não saiu do lugar. Adorei passar por ele esfregando minha bunda nas coxas dele. O tesão tava tanto que senti escorrer mel pela minha buceta. Peguei um que era um pouco menor que a minha marquinha, que já não é muito grande.
me achei gostosa, e não tive dúvida. Abri a cortina do provador e perguntei pra ele como estava. Ele me olhou com uma cara deliciosa e disse que tinha que olhar mais de perto. Eu apenas sorri, ele se aproximou e me girou pela cintura, arrepiei. Adorei o contato da mão dele com a minha pele.
Eu queria mais, mas não sabia o que fazer. Nisso, falei que ia provar o outro. Ele devagarinho se afastou e eu fechei a cortina, mas deixei um pouquinho aberta e sabia que pelo espelho ele me via inteira. Nessa hora me deu um pouco de medo e eu fechei os olhos e fiquei parada de frente para o espelho. De repente senti uma mão soltando a cordinha da parte de cima do biquini. Continuei em silêncio. Apenas dei uma suspirada. Ele jogou a peça de lado. Fiquei esperando ansiosa o que ia acontecer. Ele me abraçou por trás e pude sentir o volume do pau dele. Adorei! Parecia que eu nem queria respirar pra não estragar nada.
Ele sabia o que queria. Falou bem baixinho na minha orelha: Se solta que vc não vai se arrepender. Fiz que sim com a cabeça, mas sem abrir os olhos ainda.
Ele me levou para um pequeno escritório que tinha a porta ao lado do provador. Chegando lá, ele começou a passar a mão no meu corpo todo com muito desejo. Nessa altura eu já estava maluca de tesão. Eu abri a calça dele e me abaixei para dar uma engolida deliciosa. Foi aí que ele ficou maluco. Agora vocês imaginam o que duas pessoas loucas de tesão fazem né rsss. O que vc imaginar foi o que a gente fez.
E eu, que não sou boba, deixei o biquini separado para comprar outra hora que ele tiver sozinho na loja.

MUITO TESÃO NO SEX SHOP


Podem me chamar de Anjinha. Tenho 26 anos, sou morena, tenho 1,68 m e 72 kg. Sou bem cheinha de corpo, confesso,  mas os homens gostam. Morena e de cabelos ondulados, cortados na altura do pescoço, bem escuros. Sou bissexual.Tenho um relacionamento sério há um ano e três meses, embora meu envolvimento com meu atual namorado, o Bruno, tenha começado em outubro de 2012, quando transamos alucinadamente no banheiro do comitê eleitoral onde prestamos serviços no segundo turno das eleições pra prefeito.

Há cerca de um mês eu e o Bruno fomos morar juntos. Ele é só um ano mais novo do que eu, mas também é bem safado na cama, como eu…


Isso aconteceu na semana passada, mais precisamente no sábado. Era aniversário do Bruno, e eu precisava fazer algo que fosse inesquecível para os dois. Por isso, tive a brilhante ideia de ir a um sex shop. Fui sozinha, já que ele tinha ido jogar bola com o pai e o irmão, o Caio.

O sex shop fica um pouco longe de onde moramos, e como não sei dirigir peguei um ônibus. Escolhi um mais discreto, pois temia ser vista por conhecidos no bairro.

Quando entrei na loja, fui recebida por uma vendedora bem simpática, com uma carinha de menina sapeca e um corpinho bem tesudo. Ela se apresentou, disse que seu nome era Larissa. E realmente, Larissa era um tesão: ruivinha, olhos cor de mel e cabelos bem lisos, com sardas no nariz.

-Deseja alguma coisa? -ela perguntou.

-Quero escolher algo pra agradar meu namorado, hoje é o aniversário dele, então…

-Vem comigo.

Entramos em um ambiente reservado, bem discreto. Era uma sala com paredes vermelhas, e haviam várias coisas: mordaça com bolinha, vibradores, strap-ons, fantasias… A grande maioria eu já tinha experimentado, exceto as mordaças com bolinha. Não sou muito fã delas…

Peguei um vibrador nas mãos. Aquele pra mim era novidade: tinha a forma de um coelhinho. Larissa me deixou sozinha e disse que já voltava, iria atender um cliente que havia chegado e me deixou escolhendo.

Aquele vibrador parecia ser muito bom, então resolvi experimentar um pouco. Fazia frio, então estava de calça jeans e botas. Entrei em um espaço onde tinha uma cortina, abaixei a calça até os pés e tirei a calcinha. Testei as velocidades do meu novo amiguinho, e gostei. Abri delicadamente meu grelinho duro e fui introduzindo-o lentamente na minha bucetinha gordinha e molhada. Comecei bem devagarinho, na velocidade baixa, depois fui aumentando aos poucos até que estava na velocidade máxima e eu gozava como louca. Massageava minha bucetinha com os dedos e fazia o vibrador trabalhar.

Meus gozos costumam ser intensos, demorados e altos. Tentei morder a boca pra não gritar, mas não deu pra segurar e gozei alto e forte. Logo em seguida, Larissa apareceu.

-Desculpe… Atrapalhei você?

Fiquei muito sem graça por ter gozado dentro da loja, e se duvidasse com todos os clientes dentro.

-Não tem cliente na loja, agora é horário de almoço e eu fecho por uma hora e meia. Ninguém ouviu, fica tranquila.

Vesti a calcinha e tentei subir a calça, mas ela não deixou. Aproximou-se de mim e me fez encostar na parede.

-Fica só entre a gente, tá? Fica tranquila… Só tem a gente na loja, vamos fazer a nossa festinha.

Tirei a parte de cima da roupa e me livrei das botas. Aproveitei e tirei também a calça, ficando só a calcinha vermelha de renda. Afastando minhas pernas, primeiro Larissa começou a lamber minha buceta por cima do tecido da calcinha, depois me deixou totalmente nua e começou a me beijar e me lamber todinha, de cima a baixo.

Já fiz sexo com homens e mulheres, até mesmo com uma travesti, mas ninguém fazia aquilo com tanto gosto como Larissa fazia. Já fiz vaginal, anal, dupla penetração e até mesmo encarei um pau de 25 cm, mas parecia que nada superava Larissa. Ela enfiava a língua bem fundo na minha buceta, enfiava também os dedos e me fazia gemer e gritar. Ganhei um banho de língua daqueles.

Ela tirou toda a roupa também, e ficou nua. Seu corpinho de boneca é lindo, uma bucetinha bem desenhada e com os pelinhos ruivos bem aparadinhos, nada exagerado. Deitadas no chão, mergulhamos num 69 louco. Sua bucetinha tem um gostinho bom, além de ser cheirosa. Gozamos uma na boca da outra, como loucas.

Larissa se levantou e foi até a prateleira. Pegou de lá uma cinta com um pau de borracha, aquele pau lindo e roxo, que parecia brilhar. Fiquei de quatro na cama feita com as roupas enquanto ela vestia a cinta com o pau de borracha. Ela cuspiu de leve no pau e na minha buceta, depois enfiou com cuidado. Aquele pau entrou gostoso, deslizou todinho pra dentro. Era uma delícia sentir aquele pau todo dentro da buceta, me fazendo gozar. Ela metia rápido e com força, bombando sem parar. O gozo escorria pelas minhas pernas, mas eu não queria parar. Soltei um urro forte quando gozei. Comigo ainda de quatro, ela lambeu tudo.

-Agora é a sua vez… -ela sussurrou. -Me coma do jeito que você quiser…

Pronto. A senha estava dada. Finalmente eu ia me aproveitar daquela gostosa.

Larissa ficou de quatro, me oferecendo sua bucetinha ruiva. Escolhi um pau grande, daqueles que parecem de verdade e que soltam porra e tudo. Entrou, mas a bucetinha dela era bem apertada. Comecei metendo devagar, mas depois ela gritou:

-Mete! Mete com força, sua gostosa, mete!

Comecei a meter com força. A bucetinha de Larissa estava toda encharcada com o suco dela e com a porra que saía daquele pau de borracha. Ela gozava e gritava, pedia mais e mais. Queria ser minha cadela, que eu a comesse com força mesmo.

Se era o que ela queria… então era o que ela teria!

Tirei o pau de sua bucetinha, e um pouco da porra que ele soltava esguichou em sua bundinha branca e linda. Espalhei um pouco em seu lindo cuzinho e fiquei pincelando, brincando na portinha, até começar a enfiar tudo com cuidado.

Larissa tremeu um pouco, ficou assustada. Pelo visto jamais havia feito sexo anal na vida.

-Relaxa… Vai ser bem gostoso…

Ela relaxou. Comecei bombando lentamente, pra que seu cuzinho se acostumasse com aquele cavalão grande e grosso. Mas logo Larissa se soltou. Começou a rebolar como uma puta, gemendo feito uma cadela fazia o pau entrar em seu cu. Sua bunda batia contra a minha virilha, e eu lhe dava tapas. Fiquei metendo bem gostoso até que ela gozou, e eu gozei junto. Ficamos nos beijando um pouco, até ela me fazer tirar a cinta e me deitar no chão. Subindo em cima de mim, colou sua linda bucetinha na minha. Ficamos roçando as bucetas e nos beijando, gozando sem parar. Só paramos quando o último orgasmo veio, com força. Ficamos só nos beijando, pra se recuperar.

Rapidamente ela se vestiu, e eu também.

-Você é muito gostosa… -sussurrei, beijando-a na boca.

-Você também… É deliciosa…

Saí do quartinho depois dela.

Quando saí do sex shop, saí com muitas coisas: algumas camisinhas, duas cintas com paus de borracha… e o vibrador de coelhinho. Ganhei tudo de presente.  Inclusive uma transa deliciosa com aquela ruivinha tesuda…

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

TORNEI-ME CORNO NO SEX-SHOP




O fato que vou narrar aqui aconteceu realmente, chamo-me Carlos, tenho 42 anos sou casado há 16 anos, minha esposa Marcia tem 36 anos, muito gostosa, corpo de menina, bundinha empinada pequena, seios pequenos, mais ou menos 1,75 de altura, em forma, temos dois filhos, curtimos muito filmes e revistas pornográficas, pra depois transarmos com mais fogo, certo dia combinamos de ir a um sex-shop que abriu na cidade, estávamos curiosos para ver as novidades, já que ela adorava ver em revistas tudo que tinha para sacanagem, numa terça de manhã eu e ela estávamos de folga do trabalho e fomos conhecer a loja, achamos a loja num shopping bem modesto, tinha umas quatro lojas numa construção de dois andares, parte de baixo funcionava uma farmácia e uma loja de roupas intimas, em cima o sex-shop e um salão cabeleireiro feminino, até ai tudo beleza tudo normal, logo que chegamos fomos atendidos por duas funcionárias bem simpáticas que foram logo mostrando a loja e as novidades, Marcia é vidrada em pênis de borracha preto, grande e grosso, temos uns dois em casa que ela brinca muito, ela gosta de filmes inter-raciais com aqueles negões com pau descomunal pegando as safadas de jeito, uma das meninas mostrava pra ela o catálogo e alguns exemplares, as duas riam muito das coisas que estavam no mostruário, desde que cheguei tava apertado com muita vontade de mijar, perguntei pelo banheiro a outra funcionária me disse que os banheiros estavam na parte de baixo do prédio, falei pra minha esposa que ia tirar água do joelho e voltava logo, desci a escada e fui procurar o banheiro, levei uns minutinhos no banheiro e sai, passei pela porta da casa de roupas intimas e lembrei que tinha que comprar uma calcinha par dar para Marcia   demorei uns 15 minutinhos e subi, chegando na loja não vi minha esposa, perguntei por ela, a funcionária me disse que ela tava num dos provadores no canto da loja, fui até o local e entrei, fiquei surpreso tava minha esposa sentada num banco de madeira pequeno para duas pessoas, juntamente com um rapaz moreno, ele tava com uma revista na mão mostrando algo pra ela, bem juntinho quase agarrado fiquei com ciúme na hora, chamei pra ir embora ela ficou meio sem entender, tornei a chamar ela não deu moral, fui e coloquei a mão no seu ombro para levantá-la ela resistiu não querendo sair, puxei meio com raiva pelo cabelo ela resistiu e ficou, falei que se ela não saísse eu ia embora e largava ela ali mesmo, ela olhou pra mim no olho com cara de querer ir mas não tinha vontade própria, com raiva dei um empurrão no peito do rapaz que não reagiu, foi quando caiu as coisas que estava no colo do rapaz, só ai pude perceber o que estava acontecendo, minha esposa estava com as duas mãos no cacete do cara, um pau imenso, devia ter uns 30 centímetros, da grossura do meu braço, era descomunal, ela segurava com as duas mãos e ainda sobrava muito cacete pra cima, olhei pra ela com mais raiva ainda e esbravejei chamando ela de vagabunda, ela olhou pra mim com lagrimas no olho, parecia hipnotizada, não esboçou nenhuma reação nem vontade de sair dali, falei fica ai puta safada e sai, dei uns dez passos em direção a porta e não agüentei, voltei, quando entrei de novo ela já estava com aquela cabeçorra na boca, falei você tá ficando louca, ela continuava tentando chupar aquilo, mau cabia na sua boca, ela olhou pra mim com a cara mais feliz do mundo e acenou pedindo para mim ficar quieto, ela estava vestida com uma calça de moletom verde, nesse momento o moreno levantou do banco e foi acariciando seus cabelos, ai pude perceber o tamanho daquela pica, o cara parecia um jumento, meu coração disparou e foi a mil, com habilidade o cara foi colocando ela de gatão no banco ela continuava a mamar naquele tronco preto, ele baixou a mão por dentro da sua calça, baixando seu moletom, mostrando sua bundinha com uma tanguinha tipo fio dental enfiada no cú, logo em seguida ele baixou sua tanguinha até o joelho, fiquei petrificado com aquela visão sem reação, o pior estava por vir, meu pau duro não dava nem metade do pau do cara, ele passou a mão na sua bucetinha que já estava toda molhada, ela gemeu baixinho, ele baixou a calça dele e tirou tudo pra fora, era muito grande, ele tirou o pau da boca dela e virou-a começou a dar beijinho na bunda passando a língua na sua buceta, pensei em dar umas pancadas nele só que inexplicavelmente não tinha reação, logo ele começou a esfregar aquela cabeçona na bunda da minha esposa que estava louca de tezão, ela forçava a bunda pra trás como nunca tinha visto, ele cuspiu naquela cabeça imensa e levou em direção a bucetinha da minha mulher que parecia uma puta no cio, quase morri de ciúme nessa hora mas aguentei firme cheguei até mais perto para ver aquela cena indescritível, ele começou a forçar a entrada, ela ficou alucinada falando coisas que eu não entendia, com muito jeito e maestria aquela cabeça foi escorregando e entrando nela, ela chorava, ele começou a bombar bem lento, já tinha conseguido colocar uma boa parte daquilo nela, foi quando ela me chamou com a voz rouca de tesão, falou pra mim perdoá-la, me puxou pra pertinho dela me tascou um beijo na boca e tirou meu pau pra fora da calça, meu pau tava duro como uma pedra, ela baixou minha calça e pegou meu pau e começou a chupar, nunca senti um prazer tão grande, nunca tinha sentido tanto tezão, vendo minha mulher sendo fudida por um desconhecido, ela sugando meu cacete com tanta vontade, parecia estar maluca cada estocada do cara ela chupava mais gostoso, não demorei a gozar na boca dela que bebeu toda a minha porra, não deixou nenhuma gota, me afastei e fui ver o estrago que cara tava fazendo, ele me falou tá vendo sua putinha sendo traçada de verdade, olhei e não acreditava naquilo, como uma bocetinha cabia tanta coisa, ele puxava o pau e enfiava de novo num vai e vem muito macio e delicado, ela chorava, gemia, murmurava, ficou ali quase uns 10 minutos perdi a noção do tempo, ele falou vou encher a buceta dessa safada de porra, estocou forte e segurou-a, o pau dele sumiu quase todo nela, aguardou um minuto mais ou menos agarrado nela e foi tirando aquele monstro de dentro da minha mulher, vi ela toda arregaçada, quando ele tirou começou escorrer porra da buceta, muita porra mesmo ficou toda melecada de porra, ele pegou a blusa do moletom e limpou o seu pau toda lambrecado de porra, eu ainda tava perplexo com aquela situação sem reação nenhuma, ele baixou beijou a bunda dela, foi até o rosto dela deu um beijo na sua boca e falou pra mim sua putinha é muito gostosa cuide dela, logo guardou a pica e saiu como se não tivesse acontecido nada, minha esposa levantou e sentou na ponta do banco com as pernas abertas, estava detonada, sua buceta tava inchada, mas ela muito contente, ela me puxou e me deu um beijão na boca, e me agradeceu, voltei a olhar sua bucetinha carequinha ainda pingava muita porra daquele filho da puta, passado alguns minutos ela se recompôs e fomos sair da loja, ela estava andando com dificuldade, foi até a funcionaria e agradeceu pelo presente, a funcionaria ainda falou volte quando tiver vontade. Nossos passos até o carro parecia não ter fim, ela andava como se tivesse saído de um hospital, no carro ela deitou o banco e foi cochilando até em casa.

ERA UMA SANTA MULHER E VIREI UMA VADIA SAFADA





Sou professora, casada há 10 anos e fui uma verdadeira esposa do tipo a moda antiga, lavava, passava, cozinhava, muito prendada, e submissa ao meu marido.

Com o surgimento do Orkut, passei a me comunicar com amigos e familiares e logo passamos a usar o MSN, fiquei viciada no MSN e só conversava mesmo com familiares, mas era a minha janela para o mundo, quando ligava o MSN e não tinha ninguém online ficava desolada então tive uma excelente idéia, passei a entrar nas salas de bate papo...

Foi lá que conheci Marcos, Um homem lindo, elegante, vaidoso, cabelos perfeitamente penteados, camisa, gravata... Olhava pra ele através da cam e imaginava como ele deveria ser cheiroso... Nossas conversas sempre em tom de cortesia e educação ele me respeitava, até que certo dia, fazendo uma pesquisa pela net acabei lendo um conto erótico, que falava de uma mulher casada nas mesmas condições em que me encontrava e descrevia deliciosamente sua primeira aventura extraconjugal.

Eu que não transava mais com meu marido a quase dois anos, e não possuía libido nenhum fiquei exageradamente molhada e tesuda, senti meu corpo em brasa, uma vontade louca de sentir mais uma vez um pau invadindo minha xaninha. Comecei a me imaginar tocando e sendo tocada, beijando e transando freneticamente com ninguém menos que Marcos, sonhei com ele naquela noite e foi um sonho extremamente erótico acordei decidida: Eu tinha uma fantasia e iria realizar e o escolhido para isso foi o Marcos.

No outro dia cedo, ainda tomada por um tesão incontrolável encontrei Marcos online, fui direta, contei-lhe o sonho, disse que estava com tesão e o desejava. Ele logo ficou animado, e entrou no meu jogo, me relatou q seu pau já estava duro e que estava com muito tesão por mim, logo me convidou para ir até sua casa.

Ele era um mero desconhecido, mas sempre o via em seu escritório pela cam e me parecia ser um executivo sério e bem sucedido, mas a minha fantasia era ser fodida por um estranho e poder ser uma vadia a sua putinha...

Nem pensei e já fui logo marcando com ele naquele mesmo dia até faltei no trabalho. Fui o caminho todo imaginando se eu realmente conseguiria dar minha bocetinha pra um estranho, e a idéia ia me dando ainda mais tesão até que logo vi aquele homem fabuloso parado em uma esquina a minha espera...

Abri a porta do meu carro e ele entrou, logo meu carro foi tomado por um perfume delicioso, ele realmente era cheiroso melhor do que eu imaginei, estávamos meio apreensivos eu o olhava de canto de olho e ele também não conseguia me encarar, tímido, lindo...

Deixamos o carro em um estacionamento e fomos de mãos dadas até o prédio dele, entramos no elevador e nos beijamos timidamente, só quando estávamos dentro de sua casa é que recebi um beijo guloso que me fez lembrar o que eu estava fazendo ali e logo o tesão tomou conta de mim... Ele foi até o banheiro e pediu que eu o esperasse, voltou completamente nu, com seu mastro rijo, grande. Fui logo colocando em minha boca chupei com gosto aquela delicia e ele percebeu que eu estava disposta a ser a sua putinha, me pegou pelos cabelos e me forçava a engolir seu pau até o talo, chupei bem gostoso até que ele se deitou na cama e eu então fui em sua direção louca pra dar minha bocetinha, que fazia tempo que não via um pau. Ela estava latejando de desejo querendo sentir aquela pica, toda estava encharcada sentei e seu pau escorregou deliciosamente me fodendo, meu tesão era tanto que rebolava freneticamente e logo já gozei.

Ao ver que minha boceta estava completamente lubrificada ele sem dó enfiou seu punho fechado arregaçando minha xana, nunca imaginei que teria uma mão inteira dentro dela, senti um misto de dor e prazer. Ele não tinha dó, socou a mão toda sem piedade e eu agüentando firme achando delicioso afinal eu era puta.

Fiquei de quatro e ele meteu a língua em minha boceta. Aiiii... delicia! e sua língua foi mais ousada e se enterrou no meu cuzinho virgem, não deu outra, quando menos esperava era o seu pau que estava arregaçando meu cuzinho, no começo ele foi devagar, mas na hora que ele percebeu que entrou tudo, ele passou a bombar com vigor eu gemia cheguei a gritar de dor, e ele nem aí, metia com gosto só parou depois que gozou dentro do meu cuzinho, sua porra escorria quente, não parava de vazar, mas ele nem me deixava respirar, me joguei na cama e ele disse: _ Ainda não acabei, empina essa bunda sua puta.

E de quatro ele comeu minha boceta dando cada estocada forte me puxando pelo cabelo dando tapas em minha bunda e sempre me chamando de vagabunda, então ele gozou dentro de minha boceta.

Ele me comeu de tudo quanto foi jeito, e por fim gozou na minha cara e eu engoli o leitinho quente dele, que delicia!

Foram horas de puro sexo, gozei inúmeras vezes e ele gozou quatro vezes, ele me comia com gosto, me senti gostosa, mulher, tesuda. Saí de lá arregaçada toda ardida, não aguentava nem a calcinha sobre a minha boceta.

Virei uma verdadeira puta mesmo, aguentei firme, toda a dor, ele metia tudo sem dó, mas foi maravilhoso, estou aqui desejando mais. Mas será logo, pois já estamos combinando um novo encontro.

domingo, 27 de dezembro de 2015

O VIZINHO TARADO


                           

Vivo numa cidade provinciana, onde todos sabem da vida de todos. Há 5 anos moro em uma rua tranqüila, onde a vizinhança é muito cordial e prestativa. Sou casada e tenho um filho, sou morena jambo, tenho 30 anos, 1,60m, 60 kg, olhos e cabelos castanhos escuros, sou cheinha, mas, com tudo bem distribuído ao gosto dos homens que gostam de mulheres carnudas, seios médios, pernas e coxas grossas e uma bunda grande e delineada.
        Há uns dois anos, se mudou para a casa em frente a minha um coroa enxuto, tem 53 anos, branco, cabelos grisalhos e olhos castanhos, seu corpo é forte e bem proporcional . Ele tem me tirado o sossego desde que chegou aqui, pois, seu passatempo preferido é me espiar de sua janela. Vive me olhando , não posso sair a rua que ele me segue e fica dizendo que sou gostosa, que é doido para me comer, que se masturba pensando em mim.
        Certo dia, estava sozinha em casa e meu gás de cozinha acabou, e eu sou muito medrosa não gosto de mexer com coisas inflamáveis, então tive que pedir a ajuda de alguém para trocá-lo. Saí a procura de algum vizinho que pudesse me ajudar, olhei para todos os lados e não havia ninguém. Como num passe de mágica ou brincadeira do destino, lá estava ele, o coroa safado. Me vendo sozinha e ansiosa ele foi ao meu encontro e me perguntou se precisava de algo; contei-lhe o meu problema e ele se prontificou a resolvê-lo.
        Assim que entrou em minha casa pude perceber seu olhar atrevido a percorrer o meu corpo. Eu estava com um vestidinho de casa, com botões na frente e curto, adoro ficar em casa com camisolas e vestidos curtos sem calcinha, porém, desta vez estava de calcinha, para o azar do meu visitante tarado. Ele começou a trocar o botijão e o silêncio reinava na cozinha, eu estava nervosa e ao mesmo tempo deliciada pelo seu olhar de admiração. Diversas vezes havia fantasiado aquele momento, mas jamais pensei que ele pudesse acontecer. Ele percebeu meu nervoso e começou a puxar conversa, perguntou pelo meu marido e filho, se iam demorar, ao que respondi com a verdade que estavam ausentes e só chegariam a tarde. Ele me olhou com um sorriso maroto e disse que eu estava muito sensual com aquele vestido. Percebi um volume salientar-se em sua calça jeans e fiquei corada, o que não lhe passou despercebido. Ele se colocou na minha frente e disse que aquele favor tinha um preço, eu teria que deixa-lo ver meus seios, ele não me tocaria se satisfaria só olhando.
        Fomos a sala e eu comecei a desabotoar o vestido bem devagar, ele tremia e rapidamente abriu sua calça deixando escapar aquele membro enorme, vermelho e latejante, fique estarrecida, não sei se de temor ou desejo. Ele começou a se masturbar e dizer que eu era gostosa demais, que diversas vezes sonhara com aquele momento. Me pediu para tirar todo o vestido e assim eu fiz, fiquei de calcinha e ele se ajoelhou aos meus pés, com os dentes começou a puxá-la, me empurrou em direção ao sofá e terminou de tirá-la. Abriu minhas pernas ansiosamente e pós a me acariciar com os dedos, eu estava bem molhadinha e ele com um suspiro de deleite se ajoelhou de frente para minha buceta e começou a sugá-la com ardor, enfiava sua língua molhada e quente lá dentro, me fazendo gemer de prazer de vez em quando mordiscava com suavidade o meu grelo, eu estava explodindo de êxtase, gozei varias vezes em sua boca gostosa.
        Ele sentou no sofá e me pôs sentada em seu cacete duríssimo e molhadinho, seu cacete era tão grosso que entrou me rasgando toda de prazer, uma sensação vertiginosa se apossou de mim, minha buceta pulsava e sugava aquele cacetão. Ele começou a me penetrar com o dedo no meu cuzinho e eu delirava de tesão, comecei a gemer, ele começou a mordiscar o bico dos meus seios levando-me a ter orgasmos múltiplos, começamos a cadenciar nossos movimentos numa dança de gozo profundo, eu delirava com aquele movimento de entra e sai, depois de alguns minutos naquele frenesi ele me encheu com o seu líquido quente e viscoso que se misturou ao meu gozo.
        Ele se vestiu e saiu me dizendo que toda vez que o botijão acabasse ele iria trocar com todo o prazer.
        Quem diria que aquela manhã seria tão surpreendente!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL


Por vezes a vida parece ingrata, quando tudo parece que ficará bem, algo ocorre e, como se fosse uma bola de neve, estraga nossos planos. Todavia, o inverso também é verdadeiro.
Carla estava desolada, havia planejado um fim de ano especial, repleto de surpresas e alegria com Marcos, seu noivo. Viagem comprada, presentes adquiridos, reservas feitas, países europeus seriam os destinos, sempre regados com excelentes champanhes em restaurantes e pubs ímpares, de modo que o noivado do casal ficasse completo.
Porém, nem sempre os planos são levados a cabo e Carla nem imaginava o que estaria por vir. Acompanhou o caminhar do relógio a cada segundo durante suas nove horas de expediente, “tic tac” era o som regido pelo Maestro tempo em sua mente. O trabalho em dia a fez antecipar a viagem programada. Mar, sol, sombra, água de coco, surfistas, bolas, e o homem de seus sonhos, tudo fazia parte de seu imaginário.
O tempo estava sendo superado. O botão “off” de seu “personal computer” fora acionado, papéis dentro das gavetas, cadeira ajeitada e “até breve”, estava chegando a hora.
De outro lado, Moacir trabalhava há horas, incansável, apenas se preocupava com a superação laboral, seus objetivos para o ano sempre foram o batimento de metas. Metas, metas, metas e metas, eram o que interessavam. Ele sabia que o tempo era cruel e que seu Joaquim iria se aposentar em breve, então, mais que tudo, ele trabalhava pois almejava o cargo de direção. Era um bom profissional, desses que deixam a família de lado para seguir em frente, seu ego era maior que tudo, era sim arrogante, pois conhecia seu potencial.
O relógio, ao contrário do que ocorrera com Carla, não andava, corria, cada segundo parecia um milésimo de segundo, as horas se vestiam em minutos, “tictactictac”, nada fazia o tempo parar.
As nove horas diárias de trabalho já haviam sido superadas, mas não importava, faltavam ainda algumas centenas e metas que, inconcebivelmente, Moacir imaginava poderia bater naquele dia.
Enquanto ele se debruçava em planilhas, Carla estava feliz da vida, rumo ao lar. Sorriso de orelha à orelha. Chegou à frente de seu prédio, pagou o táxi, esperou o porteiro abrir o portão. Caminhou, passo a passo, elegantemente, sensual, fina, seduzindo até mesmo os passarinhos que estavam descansando na árvore da área comum. Os meninos-moços todos se esforçavam para tentar ver um pouco mais das coxas bem torneadas da moça, tudo em vão.
Mas, eram meninos, o que viram já bastava para alegrar o banho pré-jantar.
Carla subiu no elevador, apertou o botão do 12º andar, desceu no rol, abriu a bolsa retirou de dentro as chaves que precisava, abriu a porta de seu lar.
Acendeu a luz e flagrou, de modo surpreendente, Marcos transando com a vizinha do andar de baixo no sofá branco de couro recém adquirido pelo casal.
Atônica, áfona, taciturna, paralisada, essas foram as reações de Carla que confiava cegamente em seu noivo.
Enquanto ficara imobilizada pela surpresa da vida, apenas uma lágrima começou a correr pelo seu rosto, manchando a maquiagem tão bem desenvolvida por ela, demonstrando que ainda nos rostos mais perfeitos, sempre há algo de ruim. No caso, a tristeza.
Carla retroagiu, como se apertassem o “rewind” em sua vida, fechou a porta do apartamento, desceu de elevador, esperou o porteiro abrir o portão, saiu caminhando pelas ruas da grande metrópole.
Em outro ponto da mesma cidade, Moacir fora chamado por Joaquim, que estava cabisbaixo sem muitas palavras.
Ao entrar no recinto, Joaquim praticamente não disse uma palavra, apenas apontou um envelope que estava sob sua mesa. Moacir animado, sabia tratar-se de sua promoção, já que Joaquim estava prestes a se aposentar, era certo que ali constava sua sonhada e merecida promoção.
Entretanto, a vida não é justa, ao contrário, de vez em quando resvala na justiça, e no caso seria diferente. Em sentido diametralmente oposto ao desejo de Moacir, tratava-se da carta de sua carta de demissão. Joaquim, contrariado, fora encarregado de entregar ao funcionário exemplar a carta de demissão, seria seu último ato no cargo, demitir um de seus melhores empregados.
Assim como Carla, Moacir presenciou a história de sua vida profissional passar bem a sua frente, desde de quando entrara no emprego como estagiário, os tropeços, os aprendizados, as superações, a progressão, o reconhecimento e a falta dele até ser atingido no peito com o mais duro dos golpes, como se ele pudesse cortá-lo ao meio mediante a utilização de uma lâmina de aço forjado com o suor de Áquiles ou a lágrima de Thor.
O golpe era duro demais, Moacir não sabia se poderia suportá-lo, enquanto sentia a dor que aumentava a cada segundo conforme seu sangue ia esfriando, podia ver pelas janelas de vidro que sua demissão não era surpresa para ninguém, percebeu que ali não possuía amigos, que muitos queriam-no fora da empresa, pois seria uma concorrência a menos. Tal fato o fez sentir-se culpado, pois estava tão ocupado com as planilhas que não pode perceber o que estaria a acontecer.
Assim, Moacir foi até sua ilha de trabalho, pegou suas coisas, esvaziou todas as três gavetas companheiras de tantos anos, retirou suas anotações da parede, fez log off do e-mail corporativo, do pc e, enfim, apagou as luzes.
Sem rumo, sem destino, Moacir saiu naquele 23 de dezembro desconsolado, não haveria familiares para lhe apoiar. Sentiu-se pela primeira vez desnorteado, seu trabalho era sua vida.
Enfim, o ex-empregado exemplar foi para casa, tomou um banho, ligou a tv, mas nada seria possível de lhe animar, programas de Natal inevitavelmente são depressivos, quando não hipócritas.
Nesse cenário, Moacir saiu para andar.
Saiu sem norte, como que se pudesse ir para o Terra do Nunca, desaparecer, evaporar, como em um truque de mágica, só que torcia para que o ilusionista não conseguisse reverter a magia.
Carla também caminhava, já estava praticamente desidratada por chorar, estava com o rosto irreconhecível, os traços angelicais haviam dado lugar para o inchaço, a vermelhidão e a tristeza.
As horas passaram. Carla e Moacir duas almas perdidas circulavam pela cidade, vagando as ruas iluminadas por lâmpadas alegres em um verdadeiro contraste de sentimento. Mas, essas almas só assombravam a si mesmas, não tinham o poder para assustar ninguém.
Diria o ditado, o amor, a paixão salva tudo. E assim, a vida que não é cruel, mas tem requintes de masoquismo, resolveu intervir.
Destinos cruzados…
O curioso é que o ser humano, bom de coração mesmo quando está no fundo do poço, tenta encontrar forças para resgatar um outro alguém. O poder e a força foram encontrados no amor.
Poderia ser uma história de amor à primeira vista, mas as condições impediam.
Carla encontrava-se com o corpo apoiado no beiral do rio que passava à margem da cidade. Nele, ela podia ver o reflexo de uma moça triste, mas que precisava seguir em frente, ainda que sozinha. Então começou a caminhar pela pequena ponte procurando seguir rumo à lugar algum. Logo ao primeiro passo, ela praticamente esbarrou em Moacir que já lhe estendia as mãos com um lenço para que pudesse cegar cada lágrima que ainda teimava em escorrer.
Ela, a princípio, se assustou, mas aceitou o cavalheirismo. Moacir já estava partindo, quando ouviu:
– Moço, seu lenço.
– Pode ficar, certeza lhe será mais útil. Se ainda tenho utilidade na vida, essa é a oportunidade. Feliz Natal.
– Não moço, espere. Você não sabe de nada. Vivo o pior momento da minha vida, mesmo assim pareço mais otimista.
Esse foi o início de um longo diálogo. Quando a conversa é boa, o tempo não vence.
Os primeiros passarinhos já voavam sob o rio, já se banhavam, embebiam. As pessoas já passavam de um lado para o outro, a cidade despertara, era véspera de Natal.
O casal decidiu então ir tomar café em uma padaria “novo padrão” que ficava ali perto. Ambos, pareciam terem vindo de uma guerra, mas os olhos já brilhavam, o momento era bom. Amistoso, o cheiro das flores perfumava o que seria o primeiro encontro.
Durante o café e algumas histórias, meio sem querer, a mão de um tocou a do outro, quando ocorreu um choque instantâneo, algo como se ambos os corpos tivessem tido uma ignição. Ambos sorriram.
Meio sem reação, Moacir fez um convite atrevido, convidou Carla para passar a noite de Natal com ele. Apenas eles.
Como acabara de descobrir que ela gostava de coisas simples, prometara que faria uma macarronada com lagarto assado com molho ao sugo. Prometendo ainda inovar apenas no vinho.
O momento era tão bom que o convite fora aceito.
Como combinado a campainha tocou no segundo marcado. Ela estava simples, de moletom, conforme ambos deixaram claro, não seria nada especial. Seria injusto se comemorassem os momentos atuais.
Ela entrou, sentou-se e testemunhou um pseudo-chef na cozinha, se atrapalhando para escorrer o macarrão, a massa já não estaria mais “al dent” e tudo quase seria um fiasco. Como acordaram.
Após jantarem de forma simples, foram para a sala, ouvir música, conversar e beber o precioso vinho.
Conversa vai, conversa vem e os dedos de Moacir contornavam as mãos de Carla. A cada carinho, uma sensação plena de paz e tranquilidade, o coração parecia dançar com a música de fundo.
Moacir pediu para fazer massagem em Carla. Primeiro nos ombros, depois, ela deitou-se de bruços em cima do tapete e recebeu as mãos de Moacir nas costas, a cada movimento das másculas palmas, um gemido de liberação, de liberdade, algo ficara no passado.
Moacir pôs-se por cima de Carla, era mais confortável para massageá-la, mas não pode deixar de perceber que ela tinha um bunda dura, gostosa e linda.
Só de sentir, já ficou de pau duro. Tentou esconder sua excitação. Era tarde.
Carla colocou as mãos para trás e pegou o membro duro de Moacir, começou a acariciá-lo aumentando ainda mais a excitação.
Ele então, colocou os cabelos de Carla para o lado e começou a beijar a nuca perfeita da moça, dando pequenas e leves mordiscadas, o que a fez arrepiar dos cabelos aos pés.
A pressão que o corpo dele fazia nos braços de Carla, impediu que ela continuasse a punhetá-lo por cima das calças, mas era uma estratégia do rapaz, que sabia iria ejacular rápido demais, pois a carícia estava perfeita.
Então, Carla se virou de costas para o chão, não sem antes retirar a parte de cima de sua roupa expondo seus pequenos, mas deliciosos seios, que foram explorados em toda a extensão por Moacir que lambia, chupava, sugava-os, enquanto colocava a mão na xoxota molhada de Carla.
Moacir estrategicamente conseguiu retirar as calças de Carla e abaixar sua bermuda e em um movimento ágil, colocou-se em um 69 perfeito.
Carla colocava toda a pica na boca, chegava por vezes engasgar, mas estava gulosa, queria mesmo sentir o leite quente de Moacir.
Enquanto isso, Moacir explorava cada pedaço da pata de camelo que havia entre as pernas de Carla, um bucetão de respeito, com clitóris duro como uma pedra, mas que se rendia a cada linguada, a cada círculo que Moacir fazia.
Os pequenos lábios, os grandes, tudo era explorado por dedos e língua.
Carla começou a dar tapas na bunda de Moacir, enquanto ele se movimentava e colocava sua pica grossa na garganta de Carla.
Logo eles voltaram para a posição inicial e Moacir penetrou a buceta de Carla com toda calma e tranquilidade do mundo, olhando-a bem nos olhos, onde percebeu que a alma de Carla estava feliz, que a moça iria realizar novos voos.
Carla apertava suas unhas contras as costas de Moacir, que gemia conforme aumentava a pressão em seu dorso.
Enquanto isso, se movimentava em círculos que pareciam ensaiados entre eles, sempre olhando a moça dentro dos olhos, sentindo a vibração do sangue na corrente sanguínea.
Não demorou e Carla sentou-se no colo de Moacir e passou a rebolar como uma experiente profissional do Café Photo, fazendo com que o rapaz fosse até o céu e voltasse em segundos.
Moacir se vingou e começou a bater na bunda de Carla que gostou e pedia que o rapaz não parasse. Jamais.
Passados alguns minutos, Moacir deitou novamente Carla no chão, mas colocou a perna esquerda da moça em cima de seu ombro, de modo que sua pica pudesse penetrar ainda mais fundo, fazendo com que Carla se excitasse ainda mais.
Após algumas estocadas, ela pediu para Moacir deixar que ela bebesse todo seu leite, assim, o rapaz levantou-se e, enquanto Carla ficou de joelhos, passou a se masturbar dando todo o néctar para a moça que ainda lambeu os lábios e voltou a colocar toda a rola na boca.
Assim, de conchinha o casal adormeceu, ali mesmo no tapete.
É fato, o que a vida destrói, o amor e a sacanagem constrói. Aquele foi um Natal especial, pois o primeiro dia das vidas de uma bela e gigante família.”

POLICIAIS REVISTARAM MINHA ESPOSINHA



Estou casado há 2 anos e minha esposa, Luiza, é um mulherão - uma loira de 1,70m, 55kg bem distribuídos. Eu sou bem magro, então fico até desproporcional perto da minha esposinha e sempre que passeamos juntos os caras ficam olhando pra ela na cara dura ou fazem alguma brincadeirinha com ela, na minha presença - isso sempre me incomodou.

Vou contar o que aconteceu durante uma das nossas viagens, para Maceió.

Tinhamos alugado um carro para passear pelas praias de Maceió e uma delas fica bem distante, chamada Maragogi. Estávamos dirigindo à noite pois haviamos reservado uma pousada que ficava naquela praia, mas o avião chegou no aeroporto de Maceió mesmo.

Durante o percurso minha esposinha estava que não aguentava de tesão, ela falou no meu ouvido, e dava umas lambidas em mim, dizendo que queria foder alí mesmo, do lado da estrada, mas eu queria chegar o mais rápido possível na pousada para descansarmos. Ela estava com um vestidinho vermelho coladinho, na altura das coxas, e sutiã e calcinha vermelhos também. Ela tirou meu pau pra fora e foi batendo uma punheta e chupando de vez em quando. Meu pau demorou pra ficar duro, então ela chupava o seu dedo e colocava no cuzinho, enquanto se masturbava com a outra mão... tava louca pra gozar bem gostoso.

A estrada estava bem vazia e bem escura... ao longe vimos uma luz vermelha e quando fomos chegando perto vimos que era um carro policial. Quando chegamos perto, tentei colocar o o pau pra dentro da calça enquanto a Luiza tentava baixar o vestido até as coxas - e os 2 guardas presumindo o que estava acontecendo pediram para encostarmos.

Um dos guardas chegou no carro com sua lanterna e ao me iluminar percebeu que meu zíper estava aberto e me perguntou o que eu estava fazendo. Eu respondi falando que não sabia e que provavelmente tinha esquecido de fechar quando tinha ido no banheiro pela última vez. Em seguida ele iluminou a minha esposa, que fechou os olhos pela claridade, e foi descendo lentamente e parou mais abaixo, admirando as lindas coxas da minha mulher.

O policial pediu para descermos e se dirigir à frente do carro. Ele pediu para que o outro policial viesse me revistar. Me revistaram primeiro e viram que não estava armado, mas não pediram nenhum documento. Então chegou a vez da minha esposinha.

Perguntaram pra ela o que ela era de mim. Eu respondi prontamente que ela era minha esposa e o segundo policial me repreendeu dizendo que não estava falando comigo e que não acreditava que ela era minha esposa, pois era muito bonita pra mim. Ele perguntou denovo à Luiza o que ela era e ela confirmou que era minha mulher e até mostrou sua aliança mas o policial, com uma cara de desconfiado, achou que ela estivesse mentindo e fosse na verdade uma garota de programa. Ele então falou que se continuássemos mentindo ia ser pior pois iriamos à delegacia e então falamos que não estávamos mentido.

Ele voltou a perguntar o que fazíamos no carro e ambos falamos que não estávamos fazendo nada. O policial perguntou se ela estava me masturbando enquanto eu dirigia e ela negou. Ele perguntou então porque nós estávamos nos arrumando antes de sermos parado. Ela olhou pra mim esperando que eu dissesse algo e então eu falei que não sabia do que ele estava falando. O policial falou para eu apenas confessasse que ele aplicaria a multa referente à distração no volante e que nos soltaria. Eu estava com medo que se eu falasse que ela estava me masturbando, eles abusassem da minha mulher, e então disse categoricamente que não.

O policial soriu cinicamente e falou que se eu continuasse mentindo só pioraria as coisas e eu retruquei dizendo que não estávamos fazendo nada. Ele lentamente pegou a mão da minha mulher - nesse momento meu coração começou a bater forte - e delicadamente as cheirou para verificar se havia algum odor específico. Dito e feito, ele notou que o cheiro do dedo dela era do cuzinho dela.

O guarda falou: - bom meu garoto, infelizmente sei que você está mentindo e agora preciso fazer uma revista em sua "esposa", dizendo cinicamente. Eu retruquei dizendo que eles não podiam pois precisaria ser por policial feminina. Aí ele disse: - o Sr. está correto, se não tivermos suspeitas não poderíamos, mas como constatei que o Sr. está mentindo isso os torna suspeitos e agora sim podemos revistá-los.

Lentamente o policial segurou ela pela cintura e pediu para que colocasse as mãos sobre o capô, que por ser mais baixo, a deixava com o bumbum empinado. Ela apresentou muito nervosismo na hora, hesitou, mas ficou quietinha com medo do que viria. Nesse momento eu corri para tentar pará-lo, enquanto o outro policial me segurou, e aí ele falou que acreditava que ela era minha esposa mesmo. O policial disse para mim que eu estava apresentando sinais de violência e me algemou à maçaneta do carro.

Ele seguiu com a revista, ficando por trás dela e encostando levemente seu corpo naquele bumbum arrebitado. Começou a passar as mãos pelos cabelos dela massagenando bem lentamente. Nesse momento minha esposinha fechou os olhos, como se estivesse gostando daquela massagem. Ele puxou seus cabelos lentamente para trás e ela não mostrou nenhuma resisitência com o pescoço e inclinou a cabeça para trás e com aquele bumbum empinado... o policial então começou a cheirar o pescoço dela, roçando sua barba nela, dizendo que estava verificando se tinha algum outro odor pelo corpo dela que indicasse que estávamos mentindo. Quando a barba do policial passou pelo seu pescoço, ela deu uma tremida de arrepio e forçou seu bumbum contra o policial, e eu assistindo tudo aquilo logo ao lado, preso na porta do carro e ela acho que estava tentando disfarçar, mas ela olhava pra mim fazendo uma cara de desgosto, então não entendia se ela estava começando a gostar ou se estava nervosa com a situação.

O policial então terminou a revista nos cabelos e segurando denovo pela cinturinha da minha gatinha pediu para ela se virar de frente. Daí ele falou para ela: - bom minha jovem, como procedimento padrão precisamos verificar se você está armada. Para isso, podemos ou revistá-la com as mãos ou se isso for causar muito incômodo para a Srta ou para o seu marido (que canalha!) a Srta pode despir-se para que a revista seja apenas visual.

Ela olhou pra mim esperando que eu dissesse para o policial de que jeito eu queria ver minha esposa ser abusada. O meu coração bateu muito forte e estava muito nervoso, mas mesmo assim meu pau começou a ficar duro, involuntariamente - não entendo pois não estava gostando da cena mas estava ficando com tesão. Eu, sem pensar direito, falei que era melhor fazer uma revista visual.

Ela perguntou que peças precisaria tirar, e ele falou: - Srta, sei que é difícil mas precisa tirar tudo, até as sandálias. Minha esposinha então começou a tirar seu vestidinho, puxando bem devagarzinho como se quisesse provocá-los. Foi levantando até mostrar sua calcinha e de vez em quando levantava os olhos e olhava para os policiais, de uma forma bem sexy. Quando o vestido estava na parte do sutiã, o dedo dela enroscou no sutiã e ela reveou um de seus biquinho, que já estava durinho a esse ponto. Ela rapidamente voltou o sutiã no lugar, como se fosse estragar a surpresa para os policiais. E finalmente ficou só com as roupas íntimas.

Em seguida tirou o sutiã tampando o bico dos peitos e quando terminou deu mais uma olhada para os policiais e ao mesmo tempo revelou os biquinhos dos peitos, que até tirou um suspiro dos policiais. Em seguida, ela se virou de lado e começou a tirar a calcinha vermelha, nesse momento os policiais foram para o lado para terem uma visão mais favorável. A vadia da minha linda esposinha ia abaixando a calcinha e sem dobrar os joelhos e ela foi descendo até a canela - e daí eu fiquei totalmente puto e meu tesão subtamente ia aumentando - já estava com o pau super duro. E o pau dos policiais também. Ao tirar tudo, o policial chegou mais perto, segurando pelos quadris, pediu para ela sentar no capô e apoiar o corpo para trás com os braços. O policial então começou a cheirar o corpo ela tentando identificar o aquel cheiro que tinha sentido. Nisso ele roçava denovo a barba, agora pelo corpo todo e ela foi relaxando e enquanto um policial a cheirava ela olhava com cara de safada para o outro policial, querendo dizer para ele ajudá-lo.

Ela então foi lentamente reclinando e já estava apoiada sobre os cotovelos em cima do capô, fazendo com que que seu corpo ficasse quase deitado. Nisso o policial estava quase chegando na xaninha, quando parou e disse: - Luiza, seu clítoris está muito umedecido, o que indica que foi estimulado antes de pararmos o veículo. A Srta. está escondendo algo aí dentro? Espera um pouquinho, também estou vendo que a região anal está úmida e levemente aberta. Srta. Luiza, precisamos saber se esconde algo aí dentro. Diga! Nesse momento ela falou que não, mas com aquele olhar de "se não acreditar vem checar".

O policial então avisou que teria que fazer a verificação com os dedos e então nesse momento eu falei para o policial que ele não podia tocar nela. Ele então falou firmemente: - Eu não irei "tocá-la", mas sim vou "revistar" a vagina dela pois há indício de que há algo escondido lá dentro e como a sua Srta. não está negando em ajudar o nossos trabalho, iremos prosseguir com a averiguação. Nesse momento eu olhei para a Luiza, que me disse: - meu bem, vamos terminar logo com isso pois assim eles nos liberam, e como eu não tenho nada escondido aqui dentro, e você sabe disso, logo tudo isso vai passar e poderemos ir embora meu amor. Eu pensei, que vagabunda, ela estava relamente querendo aquilo alí, o que eu poderia fazer, estava imobilizado?

O policial então disse: - bom, deixa eu passar meus dedos em volta do seu clítoris para que fique lubrificado e para que você não sinta incômodo durante o procedimento. E ele começou a acariciar o clítoris com 2 dedos, dando a impressão que quisesse deixá-la excitada. E ele continuou por alguns minutos enquanto ela bem discretamente passava a língua em seus lábios. O policial disse: - Agora que meus 2 dedos estão bem lubrificados eu irei inserí-los em sua vagina. Lentamente ele foi enfiando seus 2 dedos molhadinhos lá para dentro e dava até pra ouvir os barulhinho de melado no meio daquele silencioso lugar deserto. Ela novamente fez aquela carinha de safada e falou que estava incomodando-a pois não estava propriamente lubrificada (eu não acreditava no que ouvia - não tinha como não estar lubrifiacada pois ela estava todinha molhada). E ela perguntou se eles não tinham nenhum material lubrificante para fazer esse tipo de revista. O policial falou: - Nós não temos nada, então ou continuamos assim ou terei que utilizar minha saliva se a Srta. permitir. Ela falou que estava muito incômodo e autorizou a saliva. Nesse momento o policial abaixou e com a língua começou a lubrificar ao redor da bucetinha molhada da minha esposinha, tudo bem lentamente.

Enquanto fazia isso, o outro policial falou se queria ajuda com o ânus, pois assim poderiam terminar a revista e nos liberar mais rápido. Então eles colocaram a minha esposinha de pé, contra o carro e com as mãos no capô e com o bumbum empinado, dessa vez ela se afastou bem mais do carro e como consequência empinou bem mais o seu rabinho, como se quisesse dar para os policiais, o pior é que eu não via nada agora pois estava com o bumbum virado para o outro lado.

O segundo policial começou a lamber o cuzinho da minha esposa para ajudar a lubrificá-lo e depois foi massageando em volta do cuzinho enquanto o outro continuava a enfiar os dedos e mexê-los, como se procurasse alguma coisa. Quando o segundo colocou o dedo no cuzinho dela, ela fez uma cara de quem ia gozar e já nem olhava pra mim, ela fechava os olhos e se deliciava com aqueles policiais safados abusando dela - os dois policias estavam comendo o cuzinho e a bucetinha da minha esposinha com os dedos, e ao mesmo tempo. Passados alguns minutos, eles pararam a revista e disseram que tinham terminado e pedindo desculpas a ela pelo eventual incômodo, e nem olharam para mim, a ofereceram que ela fosse até a viatura policial pois lá tinha água e algumas toalhas para que ela se lavasse e se vestisse depois daquele procedimento policial de revista.

Ela então seguiu os policiais até a viatura deles, que estava mais a frente e tudo muito escuro. Os policiais falaram para eu esperar lá que assim que ela se trocasse nós estaríamos liberados. Eles foram andando em direção à viatura e eu só via a silhueta dos 3 e da viatura. De repente vejo que eles pararam, a seguraram pela cintura, e fizeram ela se abaixar e com a mão atrás da cabeça dela começaram a forçar a minha esposinha a chupar o pau deles. Que filhos da puta, e eles tinham falado que a revista já tinha terminado. Ela querendo ir embora e os 2 marmanjos forçando ela a chupá-los por mais uns 10 min. Depois entraram na viatura e ficaram por mais outros 10 minutos, agora já não via nada, mas ouvia alguns sons esquisitos.

Quando ela voltou, estava com o rosto todo melado, o que era esquisito pois ela tinha acabado de se limpar. Perguntei o que tinha acontecido que ela tinha demorado e ela falou que eles ainda fizeram alguns questionamentos, anotaram tudo em um boletim de ocorrência e depois a liberaram.

Pegamos então o carro e continuamos nossa viagem, e que por sinal foi muito legal pois pegamos muito sol naquele fim de semana.

A MOÇA DA FARMÁCIA


Sempre é gostoso a gente recordar as coisas deliciosas que acontecem na nossa vida e as coisas que acontecem quando mesno se espera.

Morei há alguns anos numa cidade do interior da Bahia, perto da divisa com goiás e sempre gostei de conhecer meninas mais novas. Naquele dia estava precisando renovar meu estoque de camisinhas e KY então me dirigi até a farmácia. Entrei e me deparei com uma linda atendente, muito simpática, sorridente e atenciosa. Me perguntou o que eu queria e quando falei notei um sorriso dela. Perguntei seu nome e ela me falou que era Luana, um nome lindo para uma mulher linda. Para vc poder fazer uma idéia, Luana é morena, cabelos lisos longos, 1,65m 55kg mais ou menos, um sorriso lindo, seios médios, bundinha na medida e estava vestida com um vestido verde muito bonito. Comecei a conversar com ela por ser super simpática e fomos entrando em assuntos bem intimos. Ela me perguntou para que aquele lubrificante? rsrsrs.. eu lhe falei que sempre tinha um uso bem específico para ele pois adorava sair com umas gatinhas e comer o cusinho delas.

A Luana deu um sorriso de safadinha.. me confidenciou que era casada e que o marido nunca comeu o cusinho dela, que ela tinha uma vontade muito grande de experimentar mas tinha medo da dor.

Então aproveitando a deixa e falei, olha, tenho uma expriência muito grande na área, já ensinei muitas mulheres a fazer sexo anal, se vc me der a honra posso ser seu professor.

Ela me falou que ia pensar... rsrs.. mas se resolvesse seria interessante.

Saí e fui resolver meus assuntos mas deixei o número do meu telefone para Luana.

Quando foi umas 15:00h o telefone toca, um numero desconhecido, atendi e ela se identificou como a moça da farmácia. que precisava falar comigo para ir lá no final do dia, tipo 18:00h mais ou menos. Já fiquei imaginando coisas.. rsrs

Cheguei lá um pouco antes do horario ela estava atendendo um cliente e fez sinal para eu esperar um pouco e assim que pode ela veio e falou para eu entrar e ficar no escritório esperando que ela ia terminar e fechar a porta prá gente conversar.

Logo que ela fechou a porta, veio ao meu encontro e daí pude notar ela naquele vestido toda sorridente e me falou:

Eu pensei muito e queria muito sentir esse prazer com vc. Vc me parece ser um Coroa Gostosão e experiente e deixou cair o vestido no chão.. ficando somente de calcinha, uma calcinha fio dental linda.

Nossa, que peitinhos lindos, apontavam pro céu, durinhos. Chamei ela pro meu lado ela se sentou, e começamos a nos beijar.

Que beijo delicioso tinha essa gata.. nossa.. que língua deliciosa... comecei a acariciar seus seios.. e levei minha mão na sua bucetinha e notei que estava super molhada a calcinha.

Afastei um pouco para o lado.. e enfiei um dedo naquela rachinha deliciosa que entrou fácil pois estava super molhada. Ela começou a acariciar meu pau por cima da roupa.. ele ficou logo animado.. ela abriu o ziper, tirou ele prá fora e caiu de boca.

Hummmm.. que cacete delicioso ela dizia, quero sentir ele todinho dentro de mim, quero que vc tire a cabacinho do meu cu com muito carinho. Ela lambia, chegava na cabecinha ia engolindo ele todinho.. cm por cm... babava gostoso e gemia como uma gatinha rosnando.

Tirei a calcinha dela e pedi para parar de chupar. Coloquei ela de quatro naquele sofá e comecei a chupar a sua bucetinha.

Aiiii.. isssoooo coroa safado... chupa minha bucetinha vou gozar na sua boca... que delicia... issooo.. assimmm.. uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.. que lingua deliciosa.. aiiiiiii.... isssooooooooooooo.... safado...

Eu nunca traí meu marido, mas vc tá me levando a loucura. Quero que vc me foda bem gostoso. Arromba minha buceta... meu cu....safado gostoso.. assimmm vc me mata.. porrraaaaaaaaaaa... caralhoooooooooooooo

Então cheguei no seu cusinho.. beijei... lambi.. enfiei minha língua.. ela se arrepiou toda... gemeu mais alto.. gritava.. aiiiiiiiiii.. uiiiiiiiiiiiii. delicia... puta que pariu..... que língua deliciosa.... nunca senti isso assim... meu marido nunca fez isso... safado.. filho da puta gostoso... lambe meu cu.. issoooo.. chupa gostoso... delicia... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Voltei a chupar sua buceta e com um dedo fiquei massageando seu anelzinho virgem e aos poucos fui enfiando um dedo.. ela se assustou... mas segurei sua cintura e continuei...

ela rebolava mais gostoso na minha língua, gritava, estava com os pelos todos arrepiados.

Aos poucos ela foi se acostumando com meu dedo, voltei a lamber mais, molhar mais seu cu e enfiei mais um dedo.. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... porra.... tá me matando safado.. que delicia.. nunca pensei que fosse tão gostoso. Vai porra.. fode meu cu.. tira esse cabacinho.. puta que pariu...

Então peguei o KY que tinha comprado, abri, passei bastante no seu cusinho piscante, passei nos meus dedos e enfiei mais um dedo.. com três dedos a Luana rebolava e gemia, falava coisas que eu não entendia, fiquei rodando os dedos e alargando bem seu anelzinho.

Quando senti que estava pronta, coloquei uma camisinha, encostei meu cacete na entradinha do seu cusinho.. e fiz uma força, encontrou uma certa resistência mas a cabeça foi entrando gostoso.

Aiiiiiiiiii... pára.... pára... espera... tá doendo.. péra... uffaaaaaaaaaaa

Dei um tempinho, e comecei a empurrar meu cacete.. ele entrava gostoso.. que cusinho apertadinho..

Aiiiiii.. puta que pariu.. safado.. tá me arrombando toda.. vai.. agora.. fode todo vai.. me arromba todinha..

Quando ela percebeu meu saco tava encostando na sua bucetinha... falei pra ela.. Putinha.. Safada,.. tá sentindo? meu cacete tá todo dentro.. rebola essa bundinha agora.. vai cachorra...

Luana começou a rebolar.. ia pra frente e pra trás, aos poucos foi ficando mais gostoso, meu pau escorregava naquele ex cu virgem.

Comecei a mexer no seu grelinho, a mulher endoidou... rebolava cada vez mais forte....

Vai Safado.. issso..... que delicia dar o cu pra vc... safado.. vou dar sempre meu cu.. vai porraaaa... vou gozar desse jeito... nunca pensei que fosse tão gostoso dar o cu.

Acelerei as bombadas a Luana gemia e gritava, e comecei a sentir meu gozo chegando...

Vai safada, rebola mais rápido, vou encher seu cu de leitinho quente... asssiiimmmmm.. vai

Falei prá ela.. agora vc vai ser uma puta completa, vem cá vem,... dá essa boquinha, vem mamar meu leitinho.. vai engolir tudinho...

Ela vei com aquela carinha linda... e abocanhou meu cacete e começou a mamar forte.. senti ele inchando e explodi num gozo gostoso...

A safada tomou tudinho e limpou meu pau todinho e me falou.. meu cusinho agora vai ser sempre seu.. e minha bucetinha do meu marido.. a boca eu divido com os dois... rsrs...

Sempre que preciso de KY volto naquela farmácia e sempre no final do dia e lá está ela... Aquela moreninha linda sorrindo como sempre.. e repetimos a dose sempre.. hoje ela já acostumou a levar meu cacete naquele cusinho e adoro sempre que eu fodo ela.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

QUANDO MEU MARIDO FOI PESCAR




Meu nome é Barbara, sou casada, tenho um casal de filhos, 40 anos e meu marido 47.
Moramos em São Paulo e temos um sitio na beira da represa de Xavantes, em Itararé cidade do interior de SP.
No final do ano de 2008 meu marido decidiu que iríamos passar a semana de natal e o reveillon lá, para ficar longe do tumulto.
Nós dois fomos , os filhos iriam só depois pro reveilon, lá estava muito gostoso, dias e noites muito quentes!
Passávamos os dias passeando de lancha, tomando sol e cervejinhas, estava muito bom...
Fizemos amizade com o vizinho da casa ao lado, um homem , moreno, que apesar dos seus 50 anos, tinha um corpo lindo e bronzeado, cabelos grisalhos, muito charmoso e gentil, seu nome é Pedro que tinha vindo na frente da familia tambem pra ajeitar a casa, ele disse que depois a familia viria, uns dois dias antes do ano novo.

Logo no segundo dia que estavamos lá voltávamos de um passeio de lancha, e quando já estávamos na varanda da casa petiscando, tocou o celular do meu marido, era um amigo convidando-o para aproveitar a folga do feriado daquela semana e ir pescar no Pantanal, como ele que adora pescar, ficou louco para ir e perguntou se eu não me importava de ficar sozinha por uns dois ou tres dias que eu não ficaria sozinha, pois os filhos logo viriam.

Como uma esposa compreensiva falei tudo bem né? Fazer o quê? Naquela mesma tarde, os amigos passaram por lá e ele foi junto, na manhã seguinte, levantei tomei meu café e fui tomar sol, quando surgiu o Pedro dizendo bom dia! Ele convidou-nos para que fôssemos passar a noite do ano novo na casa dele que estava repleta de gente.

Eu disse que meu marido tinha ido para o Pantanal , mas que os filhos viriam e que seria ótimo... Agradeci, quando estávamos conversando, meu celular tocou: era meu filho dizendo que eles tinham outro compromisso e que não viriam. Que só viriam se eu fosse ficar muiito triste, respondi que tudo bem mas não contei que estava só. Desliguei o celular e começou a correr um filete de lagrima por causa da minha decepção, então Pedro ficou ali me consolando e falando que meu marido não podia ter feito isso comigo, mas que o convite mais do que nunca estava de pé e já que ambos estavamos sozinhos ele me faria companhia.

Depois de algum tempo com ele tentando me acalmar, ele disse que iria buscar uma bebida para tomarmos eu falei que tinha todo tipo na minha geladeira que ele poderia pegar o que quizesse, ele então trouxe uma garrafa de champagne e fomos tomar na varanda da minha casa, ficamos ali conversando por um tempo e tomando aquele champanhe, logo eu já estava me sentindo muito bem de novo.
Foi então que ele me sugeriu darmos uma volta, eu disse tudo bem e que iria me vestir, pedi licença coloquei uma musica gostosa pra tocar pra ele ouvir enquanto me esperava, peguei uma roupa limpa e fui até o banheiro, tomei uma ducha, na saída como estava um grande calor, coloquei uma roupa semi transparente, bem solto quase transparente tipo essas saídas de praia, que apesar de comportado era curto e mostrava nitidamente o contornos do meu corpo que apesar da minha idade é bem delineado, e ele vendo-me elogiou minha forma fisica, disse que eu era uma mulher muito atraente, meu marido tinha muita sorte de ter uma mulher assim.

          Começamos andar pela beirada da represa, quando ele sugeriu passearmos em sua lancha que era pequena bem menor que a nossa, mas eu estava sozinha mesmo então aceitei, passamos quase a manhã toda navegando, então ele falou que tava na hora de comermos algo, falou se eu queria almoçar com ele, ele pegaria o carro e iriamos até um restaurante qualquer, no que eu disse que não precisava, porque em casa tinha carne assada da janta anterior, maionese e bebidas, poderiamos comer ali mesmo, alem do mais ir até a cidade que estava a uns 15 kms de estrada de chão iria demorar  e seria cansativo, entãoele concordou, e fomos pra minha casa.

Quando entramos, ele já estava bem intimo entrou junto com a mão na minha cintura, eu aceitei aquilo naturalmente, fomos até a cozinha preparei  nossa refeição bebemos um vinho tinto pra acompanhar, terminamos fui lavar a louça ele se prontificou a me ajudar e não aceitou um não. Quando terminamos a ultima louça ainda na pia senti um abraço forte por trás, fiquei meio sem ação senti suas mãos macias em meus quadris, e seu queixo entre minha cabeça e meu ombro, falei Pedro que tá fazendo, ele respondeu estou fazendo o que quiz fazer a manhã toda com voce, estou te abraçando.

Me virei olhando para sua sunga e percebi a rigidez de seu membro, então ele sem cerimonias me deu um beijo delicioso o qual eu acabei correspondendo. Confesso que tambem estava com tesão. Já não estava mais triste e sozinha. Meu corpo demostrava isso , estava estremecendo de tesão. Voltei a ficar de costas para ele, sentia sua respiração ofegante e isso aumentava o meu desejo, eu já estava molhada.

Pedro começou a alisar minhas coxas, minha bunda, e foi com suas mãos caminhando até encontrar minha gruta lambuzada, começou a acariciar os pêlos macios e a me penetrar com o dedo. Gemi ao sentir seu dedo dentro de mim. Pedro então esfregou seus lábios na minha nuca e seu pau duro na minha bunda. E alí, naquela posição de costas para ele, arrancou meu vestido depois minha calcinha. Arrebitei bem a bundinha com um pé no degrau de baixo outro no degrau de cima, facilitando assim a posição pra ele que passou a língua de leve em minhas costas por toda a extensão da coluna vertebral, depois me virei e sentei-me no ultimo degrau da escada e abri bem as pernas para sentir sua língua quente e gostosa, que passava no meu clitóris.

Depois a sua lingua penetrava o buraco da minha buceta em fogo, eu estava delirando, com as mãos acariciava meus seios, depois subiu e chupou meus mamilos já enrijecidos, comecei a alizar suas coxas e pude sentir por cima da sunga seu pau duro, pus a mão dentro e estremeci ao sentir a grossura e o tamanho do seu pau. Abaixei-me e com a ponta da língua comecei a lamber a cabeça do seu membro, depois coloquei-o quase por inteiro na minha boca e comecei a sugá-lo com muita vontade e tesão.

Nosso tesão era intenso! Eu não me lembrava mais de nada do mundo lá fora, do marido que tinha ido pescar, dos filhos que não viria, para mim o que importava naquele momento era o tesão!! O que eu estava sentindo, foi então que ele finalmente veio a me penetrar, meteu seu cassete duro e gostoso na minha boceta palpitante de tesão, mas não deixei ele gozar, queria aproveitar mais, muito mais aquele momento mágico.

Ele me pegou no colo, me carregou até a sala, me deitou no tapete, pegou outro champanhe e me disse : - Brindaremos esse momento! Despejou um tanto no meu corpo quente e lambeu. Foi jogando e lambendo e foi maravilhoso!!! Sentir sua língua quente percorrendo meu corpo, meu umbigo e quando chegou na minha boceta aí eu delirei, despejava aos poucos e me chupava, nunca senti tanto tesão em toda minha vida!!! Cada vez que eu me lembro fico toda molhada.

Bom, revolvi então retribuir, jogando champanhe no seu corpo delicioso lambendo-o inteiro, ele gemia, eu enchia minha boca de champanhe e chupava aquele pau duro e gostoso, até que não mais agüentando pedi para ele meter com tudo!!! Com força!!! Me possuir como se eu fosse uma puta!! Assim ele o fez, me penetrou de uma só vez e eu gritei de prazer!!!
Ai gente!!! que delícia! Ele dizia que minha boceta era deliciosa e que não queria parar de comer e meteu... meteeeeu... até que fomos num vai e vem sincronizados e gozamos juntos.

Foi MARAVILHOSO!!!!! Munca na minha vida tinha tido uma relação com tanta intensidade.... Ficamos algum tempo ainda ali deitados, nos acariciando e curtindo aquele momento, fiquei lá sozinha por mais 4 dias, e tranzamos todos os dias e noites. Cada dia era uma surpresa diferente, ele tem muita criatividade .

Na noite do dia 31 eu passei na casa dele, é claro, tinha umas 20 pessoas, a esposa dele bebeu demais e estava o tempo todo de papo com um amigo dele, então eu tive toda a sua atenção na festa, durante a festa disfarçadamente fomos para o banheiro, ele me sentou na pia e me chupou ... e demos uma rapidinha, hummm muito gostoso... depois fiquei de costas e ele meteu o cassete na minha boceta quente, gozamos... foi uma rapidinha deliciosa. Foi o melhor final de ano da minha vida

Em outras ocasiões que voltamos ao nosso sitio sempre que meu marido saia de lancha, mesmo na represa ali, sabíamos que ele ficaria pescando por um tempo então aproveitavamos pra matar a saudade, ele sempre insistia em comer meu rabinho mas eu relutava por achar que ia doer, numa dessas vezes então, ele insistiu demais e quis comer meu rabinho e eu acabei cedendo!!! E adorei!!

NO ÔNIBUS LOTADO



Sempre li contos sobre encochadas e transas dentro de ônibus e sempre achei muito fantasiosas, até que um dia aconteceu comigo. Eu estava de férias do trabalho e havia saído durante o dia para resolver umas coisas, como achei que não ia demorar, saí com uma roupa bem casual, de saia, blusinha soltinha e um saltinho, só para não ficar tão baixinha, porém demorei mais do que esperava e fui voltar bem na hora do rush. O trajeto demoraria normalmente por volta de 40min porém foi bem na época que estavam tendo as manifestações, e logo nesse dia os motoristas de ônibus resolveram fazer manifestação na rodoviária ou seja, não passava nenhum ônibus na rua. Eu estava na parada já há algum tempo, e já estava enchendo, quando chegou um zebrinha lotado! Pra quem não conhece Brasília, "zebrinha"  é um micro-ônibus de empresa particular, então quando tem greve ou essas coisas, geralmente é o único que roda na cidade. E pela demora, o jeito foi pegar esse mesmo. Entrei já de cabeça baixa, ajeitando minha saia, e não tinha nem como se mexer direito dentro do ônibus,  tentei ir mais pro fundo possível, pois minha parada ia demorar e evitaria o empurra-empurra. Claro que nessa hora já percebi uns olhares, alguns caras dificultando minha passagem, ao invés de ajudar, mas consegui chegar lá. O ônibus estava muito cheio e enquanto eu estava sendo espremida no banco, senti alguém me encochando, mas achei que era sem querer. O ônibus deu uma parada por causa do transito e senti novamente algo roçando na minha bunda, olhei feio pra trás e tinha um cara normal, de uns trinta e poucos anos, olhando pra frente, como se nada estivesse acontecendo, eu não tinha como sair dali, e também não ia fazer um escândalo no ônibus, o jeito foi continuar lá, sendo abusada. O rapaz, sabendo que eu não tinha escolha, continuou me encochando e eu percebi que tinha algo maior e mais duro na minha bunda, eu estava incomodada com a situação já, mas nada podia fazer. Quando senti uma mão na minha perna, o safado agora, além de esfregar o pau em mim, por cima da roupa, queria também passar a mão. Tentei me mexer de um jeito para ele parar, mas acho q acabei ajudando, ele foi subindo a mão pela lateral da minha coxa, até chegar na minha bunda. Passou a mão umas duas vezes por toda minha bunda e deu uma apertada com força, nossos corpos estavam muito perto, dava até pra sentir a respiração dele mais ofegante. Eu estava abismada com o abuso desse cara, olhava pros lados pra ver se alguém percebia algo, mas acho que ninguém estava olhando pra gente. Eu queria sair dali, mas era impossível! Ele então começou a passar a mão na minha bucetinha por cima da calcinha e esfregar o pau super duro na minha bunda. Sem querer eu já começava a rebolar um pouco, e percebendo que eu estava gostando, ele afastou minha calcinha pro lado e ficou passando o dedo no meu grelinho. Nessa hora eu já havia me entregado, me apoiava com as duas mãos no assento da frente, e deixava o tarado fazer o que quisesse. Ele me masturbava e se esfregava em mim, eu rebolava no pau dele discretamente, para ninguém perceber, e de repente ele parou, eu fiquei sem entender nada, queria olhar pra trás, mas fiquei sem graça. Eu já estava morrendo de tesão, queria mais! Queria gozar! Nem ligava mais para onde estava, quem estava a minha volta. Quando senti ele levantando minha sainha e algo quente e duro tocando minha bunda, nessa hora entendi, ele precisava das mãos livres para colocar o pau pra fora da calça, nem sei como ele fez isso. Eu gelei na hora, não acreditava que aquele cara pretendia me comer ali, no ônibus mesmo. Ele ficou pincelando o pau na minha bunda, no meu cuzinho, até forçou um pouquinho, mas não tinha como, não dava pra entrar assim no seco. Ele então colou ainda mais o corpo no meu e falou no meu ouvido: - empina essa bundinha pra mim, vai gostosa. Nossa! Arrepiei todinha na hora, eu já estava totalmente submissa, minha bucetinha pingando de tanto tesão. Não teve como, apoiei nos bancos, abri as pernas o quanto pude e empinei bem a bunda, ele encaixou o pau na portinha da minha buceta e foi metendo devagar. Que delicia! Entrou fácil pelo tanto que estava molhada. Ele se segurava na barra superior com uma mão, e me agarrava na cintura com a outra... os movimentos tinham que ser lentos pra ninguém perceber, mas o balanço do ônibus ajudava, eu estava em transe, delirando de tesão e isso provavelmente estava estampado no meu rosto. Quando senti outra mão na minha perna, na altura do joelho. Eu nem tinha reparado em quem estava sentado no banco na minha frente, mas ele com certeza reparou em mim. Era um rapaz novo, 20 e poucos anos. Não sei há quanto tempo esse cara estava olhando pra gente, mas ele sacou o que estava acontecendo e começou a passar a mão na minha perna. Quando olhei pra ele, ele estava me olhando com um sorriso sacana no rosto. Pronto! Aí é que não tinha o que fazer mesmo. O cara atrás de mim continuava me fudendo na buceta, enquanto o da frente subia a mão pela minha perna, percebi que ele tava com um volume na calça que tentava disfarçar cruzando as pernas, ele foi subindo ate chegar na minha xana e ficou esfregando meu grelinho enquanto o outro me comia. Nossa! Que tesão! Eu me segurava pra não gemer, tentava disfarçar o máximo possível. O cara sentado na minha frente me olhava sorrindo e mexia os lábios falando coisas do tipo: "safada", "puta", o que me dava ainda mais tesão. O homem atrás de mim tirou o pau da minha buceta, já todo melado do meu melzinho e tentou meter no meu cu de novo. Dessa vez deu certo! Ele foi colocando devagarinho, eu senti meu cuzinho sendo arrombado por aquele pau gostoso, ele então ficou comendo meu cu e o da frente metendo 2 dedos na minha buceta e esfregando meu grelo com o dedão. Tinha um outro cara sentado do lado dele que acho que percebeu o que estava acontecendo, pois ficava olhando fixamente pra janela, mas na verdade acho que estava olhando era pro reflexo da nossa putaria dentro do ônibus. Mas a essa altura eu já não ligava mais pra nada, eu sá aproveitava e rebolava gostoso entre um pau e 3 dedos. O trânsito estava melhorando aos poucos, o que fez o ônibus andar mais rápido, assim o cara atrás de mim pôde acelerar os movimentos e logo anunciou quw ia gozar.. me segurou forte pela cintura e eu contraí meu cuzinho, fazendo ele despejar jatos de porra dentro do meu cu. Ele ainda ficou com o pau dentro do meu cuzinho por um tempo, se recompondo, até que tirou, se ajeitou e desceu do ônibus. Assim, sem falar nada. Mesmo o outro tendo saído, o rapaz sentado na minha frente continuava me masturbando, e percebendo que eu estava quase gozando acelerou os movimentos também até que eu gozei. Nossa! Minhas pernas chega ficaram bambas nessa hora. Eu olhei para o cara, dei um sorriso de satisfação e ele falou um "gostosa" pra mim, ele enfiou os dois dedos bem fundo na minha buceta, tirou e chupou os dedos olhando pra mim. Como já estava perto da minha parada e o ônibus continuava muito cheio, eu sorri e dei uma piscadinha, me ajeitei e fui indo para a porta. Com dificuldades consegui descer do ônibus. Chegando em casa tomei um banho, e depois fiquei pensando na loucura que tinha acabado de fazer. Fiquei excitada de novo e ainda me masturbei e gozei gostoso mais duas vezes lembrando dos dois estranhos me fudendo no ônibus.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

PUTINHA DO CHEFE




Chefe, estou postando apenas para dizer que eu amo quando o escritório fica vazio.
Você bem sabe que adoro te instigar durante o dia... é delicioso ver como você se enche de tesão quando roubo alguns beijos seus ou sussurro no seu ouvido que seu cheiro é irresistível e estou louca de vontade para te sentir entre minhas pernas.

Embora saiba que eu tenho que cumprir minhas responsabilidades profissionais, muitas vezes fico olhando o relógio e imaginado que horas o escritório estará totalmente vazio para eu poder desfrutar do meu Chefe Gostoso por inteiro.

Nunca imaginei que eu me apaixonaria por ficar "trabalhando até mais tarde", mas a realidade é essa mesmo. Fico molhada quando ligo para casa e digo que demorarei para chegar em casa, pois um cliente precisa de um serviço urgente.

Já pensou se todos soubessem do que se trata essa urgência? É muito bom saber que nunca ninguém desconfiou que essa urgência é eu correr para a sala do Chefe ou você voar para a minha, assim que a última pessoa se despede, fecha a porta do escritório e nós ouvimos o barulho do elevador se fechando.

A excitação que fico enquanto você arranca minhas roupas e vai as espalhando pelo chão do escritório é impossível de descrever. Parece que você adivinha cada pensamento meu e como quero ser tratada naquele dia. Você percebe quando preciso de colo e carinho, desejando apenas ser sua "namoradinha" por algumas horas, mas também saca quando tenho necessidade de me sentir a mais vadia das mulheres, só precisando de sua pegada forte, tapas quentes e seu pau me invadindo e fazendo eu ter rio de orgasmos.

E no meio de tudo isso, você ainda encontra tempo para tirar fotos e me filmar, tendo a sem-vergonhice de afirmar que é para seu arquivo pessoal.

A primeira vez que você mencionou que minha bundinha tinha formato de coração, eu me derreti inteira. E quando invadimos a sala da chefa para você deixar cada canto impregnado com meu cheiro e o sabor de nosso sexo.

Independentemente se está frio ou não, sempre será um prazer ficar nua para satisfazer seus desejos. Nunca gostei de ficar acariciando os cabelos de meus namorados e maridos, porém você me viciou em fazer cafuné no seu corpo inteiro. Só nós sabemos o quanto gostamos da pele de cada um de nós e apenas eu sei quais são seus pontos mais sensíveis aos toques.

Confesso que adoro quando você me xinga, me faz sentir puta, devassa, vadia de rua, cadelinha e fêmea de um verdadeiro macho.

Você é sedutor e safado na medida certa, nunca resvalando para cafajestagem.

Meu lado vadia se manifesta quando estou ao seu lado. O chão, os móveis e as paredes do escritório são as únicas testemunhas de como trepamos gostoso, de como variamos as posições e de como fazemos bem um ao outro.

Como tenho vontade de gritar ao mundo sobre o quanto você é delicioso, de como sua pegada é forte, que tremo de tesão apenas de imaginar dando gostoso para o Chefe.

A cada passada de mão, a cada beijo, eu queria mais de você. Não me importo de escutar seus palavrões no meu ouvido, de ser chamava de puta, vadia, vagabunda.

Ouço como se fosse música quando você diz:

- Delicinha, vem cá, vem mostrar a putinha do Chefe que você é... faça por merecer tomar rola e deixar a testa do seu corninho bem enfeitada. Me diga o que você quer e o que ele merece?

Mesmo constrangida, falo como uma ordinária e peço sua pica, digo que meu marido merece ser seu corno, por ser um frouxo e não saber satisfazer a mulher que tem em casa.

Sei que as vezes você não tem dó de mim, e gosta de me arrombar de todas as formas. Meu Deus, como amo seu caralho me preenchendo inteira, fazendo eu voltar ardida para casa.

E quando meu marido liga para saber se vou demorar para chegar e você me obriga a atender, enquanto te chupo gostoso... que loucura é isso!!

É muito bom sentir seus olhares quando eu vou vestida com as lingeries que você me presenteia, sei que sua intenção é apenas fazer eu me exibir para o macho comedor que você é, mas isso me enche de tesão.

É incrível a sensação de voltar para casa toda esporrada e arrombada, impregnada com seu cheiro e sabor.

Chefe, obrigada por todo prazer que já me proporcionou!

Beijos

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

DE CASADA A UMA PUTA VADIA




Ola sou uma mulher muito tesuda, sempre fui. Apesar de ser casada sempre fico com tesão por outros homens, e nunca me satisfaço com apenas uma trepada.
Sempre me insinuei pros visinhos e adorava quando os homens me olhavam com vontade de me comer... me exitava... Um dia encontrei uma amiga da época da escola, o qual o nome não vou revelar. Ela estava muito bonita , com um corpo escultural, e com roupas menusculas, chamava a atenção de qualquer homem. Conversamos muitos até falamos da minha vida de casada e quanto eu estava infeliz na vida sexual com meu marido, porque ele não me satifazia, então ela me disse que ela era puta, e adorava ser uma puta, porque trepava muito, gozava horrores e não queia outra vida. Ela disse que os homens comiam ela igual uma cadelinha no cio direto e ainda pagavam pra fodê-la. Fiquei muito interessada então ela me falou que se eu quisesse poderia experimentar era so ir com ela ate o local. Claro que eu aceitei pois sou tarada por sexo, entao ela me levou ate uma casa onde tem muitas mulheres do tipo(putas) e me falou q os homens vão ate lá bebem e ecolhem qual mulher quer comer, tipo cabaré... eu já estava excitadíssima... minha amiga me emprestou uma roupa muito curta e sensual, era uma saia curta e coladissima onde deixava meu rabo bem grande, e a blusa minúscula, mas um detalhe, sem calcinha e sem sutian, porque os homens gostavam de meter o dedo enquanto bebiam.... Ela tambem me falou que como eu estava iniciando ganharia 50,00 por cada trepada, os homens pagavam para o dono da casa 30,00 mas eu  iria ganhar 5,00.... mas eu não tava nem aí, eu queria era dar muito....
Então começaram a chegar varios clientes até a casa encher, começaram a beber e a ecolher as meninas para fuder... ate que um me chamou e disse: - Ei sua gostosa!! Vamos pro quarto , to louco pra te comer sua vadia.
Na hora fiquei um pouco assustada mas muito exitada e fui...
Mal chegamos no quarto o homem rasgou minha saia abriu minhas pernas na cama e começou a xupar como um louco a minha buceta, ele xupava metia o dedo e abria minha xana q a essa altura tava encharcada de tesao, deu uns tapinhas na minha buceta e disse q era uma buceta de puta mesmo. Depois me pegou pelos cabelos e mandou eu xupa-lo . Eu xupei como uma louca aquele cacete grande e grosso e ele dizia: _ Isso vagabunda xupa, vadia gostosa do caralho xupa... quase engasgo com aquele caralho, depois me botou de 4 meteu na minha xana com força, puxando meu cabelo e batendo na minha bunda, nossa gozei como uma cadela até que ele decidiu meter no meu cuzinho... ele meteu a cabeça e foi empurrando e eu gritando e ele metendo cada vez mais, pedi para ele parar, mas ele disse que puta tem que dar o cu... nossa quase morri porque o pau dele era muito grosso, então ele gozou nos meus peitos e disse que eu era a vadia mais gostosa que ele tinha comido e saiu. fiquei ali deitada na cama ate o cafetao da casa me mandar voltar para o salão e chamar outro homem. Me limpei e fui... mal cheguei no salão ja tinha 3 homens loucos para me fuder, chamei os três para o quarto, quando cheguei logo me mandaram fazer um striper para os três, eu tirei a roupa sensualmente e eles enlouqueceram.... um foi logo pondo o pau na minha boca o outro xupando meus seios e o outro metendo na minha buceta, nossa ficaram assim por um tempo depois trocaram as posições até que um tava com o pau na minha boca, outro na bc2ta e outro no meu cu, e me chingavam me chamando de vadia, cachorra, cadela ordinaria... e eu adorando aquela penetração, fiquei arrombada... Até que os três gozaram na minha boca.... engoli tanta porra, uma delicia.... logo voltei para o salão e já tinha um velho louco pra fuder...chegamos no quarto o velho tava com o pau duro e disse: ei cadela xupa meu pau velho sua puta... e eu como nao resisto cai de boca na piroca do velho.... ele adorou depois disse que queria comer meu cu, entao fiquei de quatro e ele meteu sem pena me xingando e dizendo que eu não valia nada puxando meu cabelo.... nossa eu tava louca de tesao, mas logo ele gozou.... quando ele saiu ja tinha 2 negrões na porta me esperando... nossa eu nao podia nem respira, era muita trepada boa..... logo eles entraram um ja foi logo me abrindo na cama pra acariciar minha buceta e outro metendo a rola na minha boca. Que tesão, eu chupei aquele pau negro com tanto gosto que ele gozou na minha boca, o que estava acariciando minha buceta meteu na minha xana com força, deixando ela bem arrombadinha e gozou,  mesmo depois de gozarem os negroes me puseram de 4 e começaram a lamber meu cu e meter o dedo, primeiro 1, depois 2, depois 3..... nossa o pau deles endureceram de novo ..... ai sentei em cima de um deles e o outro se encachou por trás de mim e comeu meu cu enquanto eu cavalgava no cacete do outro. Que trepada! Meteram por meia hora e gozaram no meu corpo, fiquei lambuzada de porra... Foi uma delicia até que meu marido me ligou e tive que avisar que teria que ir embora, o cafetão da casa realizou meu pagamento que depois dessa trepada toda  deu 350,00 pois eu  tinha trepado com sete, entao o cafetão falou que agora eu teria que ser a puta oficial se não contaria para meu marido tudo que tinha ocorrido, claro que eu aceitei pois nunca tinha me realizado em dar tanto, entao combinamos que eu seria a puta da tarde pois eu so poderia dar durante o dia, ele aceitou e hoje ja trepo com 20 homens por dia o que e otimo pois adoro trepar... e meu maridinho ainda me come quando chego em casa !!! huuuuuuuuuuum agora deixei de ser dona de casa pra ser puta!!

DOIS POLICIAIS COMERAM A MINHA ESPOSA





Já eram mais de três horas da manhã, e minha namorada e eu estávamos voltando de uma festa que rolara na casa de uns amigos. Não sei se foi pelo fato de termos abusado um pouco da bebida, mas o fato é que acabei errando o caminho de casa e sem querer entrei numa rua sem saída, totalmente escura e sem qualquer movimento de pessoas. Quando percebi meu erro, comecei a manobrar meu carro quando percebo uma luz forte nos iluminando. Era uma viatura da polícia, com dois policiais dentro.    Mandaram-me parar o carro e sair de dentro, pediram nossos documentos e questionaram o que estávamos fazendo ali aquela hora. Respondi que havia entrado ali por engano, mas o policial retrucou é disse que nós deveríamos estar ali fazendo sexo. Eu neguei, mas fui repreendido, mandaram-me calar a boca e encostar-se ao carro. Um policial veio me revistar, Passou forte a mão no meu corpo e fez questão de apalpar com força minha bunda, só para mostrar-se superior. Não tendo achado nada, resolveram revistar minha namorada. Argumentei que eles não tinham autoridade para tal, pois só a polícia feminina é que deveria proceder a revista de uma mulher. O outro guarda se aproximou e deu-me uma tapa na cara, mandando-me ficar quieto. Mandou Paula encostar-se ao carro e abrir bem as pernas, ela estava muito sexy naquela noite. Usava um vestido preto decotado é curto, que ia até o meio das coxas, uma sandália preta de salto, e estava sem calcinha, pois o vestido era meio justo e ela não queria que a calcinha ficasse marcada. O policial olhou para a minha cara e começou a alisar minha garota. Pude notar que ela estava morrendo de medo, mas obedecia ao guarda, talvez por saber que eu era meio estourado e pudesse reagir. O filho da puta passava as duas mãos sobre o corpo dela, apalpando suas coxas, sua bunda, alisou a sua costa, apertou seus seios, depois desceu até a suas coxas novamente e começou a subir o vestido, revelando aquela bundinha arrebitada é gostosa, totalmente pelada, sem nada para escondê-la. O policial que estava ao meu lado começou a rir, dizendo que agora eles tinham certeza de que nós estávamos metendo dentro do carro e eles iam fazer o mesmo com ela. Nisso, o outro policial, colocou a mãos no meio das coxas da minha garota e lhe enfiou dois dedos na sua boceta. Eu estava a ponto de ter uma coisa, quando o policial virou-se para nós e disse que ela estava molhadinha. Não aguentei e tentei reagir, mas antes mesmo que eu desse um passos na direção deles, o outro policial, sacou o cassetete e me deu uma cacetada na minha perna, fazendo-me cair. Quando dei por mim, estava dominado e com o outro policial apontando sua arma para minha cabeça. Então, não sei nem de onde veio, mas lembro-me apenas de ter sentido uma forte dor na cabeça e Desmaiei. Não tenho certeza de quanto tempo fiquei desacordado, mas quando voltei, ouvi gemidos que vinham de dentro da viatura da polícia. Eu estava jogado na calçada, e quando lentamente me levantei, não pude acreditar no que vi: minha garota de quatro e chupava o pau do policial, que estava sentado no chiqueiro da viatura, ela de pé e com as pernas totalmente abertas, o outro metia em sua boceta. Notei que Paula não apresentava a feição de uma pessoa, que estava sendo forçada a fazer algo, que não quisesse e nem mesmo os policiais forçavam-a. Na verdade, ela estava adorando aquilo a maioria dos gemidos partiam dela, que gemia e rebolava, ela tinha dois paus à sua disposição e parecia gostar muito daquilo. O policial que metia na sua boceta notou que eu havia despertado. A Paula estava seminua, com seus peitos fartos e bonitos, para fora do vestido e a parte de baixo estava levantado acima da cintura. Ambos os policiais tinham apenas seus cacetes para fora da farda, então não foi difícil que ele sacasse sua arma e apontasse para mim, mandando que eu me aproximasse deles, bem devagar, fiz o que me mandaram e a cada passo eu ficava mais próximo dos três.   Notei que os dois policiais, eram mais dotados que eu, e que já haviam gozado na minha namorada, pelo menos uma vez cada um, pois tanto seu vestido como seu rosto e seios apresentavam manchas de porra. Provavelmente eles já tinham trocado de posição e se preparavam para o ato final. Eu fiquei perplexo vendo tudo aquilo. Descobri que eu estava namorando uma vagabunda, biscate, sem vergonha, que rebolava e gemia no cacete de dois estranhos
Num vacilo meu, o que estava metendo na boceta dela, me algemou junto ao amortecedor da porta traseira da viatura e lá fiquei vendo tudo de perto. A vaca não olhava para mim, nem me dizia nada, apenas gemia baixinho. Então o policial que estava por baixo, sendo chupado por ela se arrastou um pouco mais para dentro da viatura e a Paula sentou-se sobre seu cacete, deixando o buraquinho do seu cuzinho exposto bem arreganhado. O policial que estava metendo na sua boceta se ajeitou por trás dela e foi se inclinando até conseguir encaixar seu cacete na entrada do cuzinho rosado de Paula. Com certa dificuldade eles se ajeitaram e finalmente entraram num ritmo alucinado e a dupla penetração rolou solta. Minha namorada urrava de tesão. Cavalgava nos cacetes dos policiais, com muita vontade e pedia para ir mais rápido.   Eu preso ali do lado, não podia fazer nada, apenas olhava a cena como se assistisse a um filme pornô, e o pior é que eu começava a gostar e senti tesão, meu cacete começava a ficar duro, vendo tudo aquilo, entretanto, a camisa por fora da calça disfarçava minha ereção. Não podia acreditar que eu estava me excitando vendo minha namorada, sendo arrombada por dois policiais.   Não acreditei também quando vi os três gozando juntos, Paula urrava e rebolava, os policiais esporraram simultaneamente dentro do cuzinho e da boceta da Paula, que continuava rebolando, ela tremia inteira de excitação, seu corpo estava molhado de suor, sujo pelas mãos daqueles homens, e agora totalmente esporrado. Dava pra ver a porra escorrendo por entre suas coxas grossas e tesudas, os policiais guardaram seus cacetes dentro da farda, dizendo que não encontraram nenhuma irregularidade em nossa documentação, que estávamos liberados e poderíamos ir embora, mas antes de me soltarem, um deles me perguntou e ai bichana? Aprendeu como que se mete gostoso numa gostosa, agora você da uma chupadinha na boceta dela, que da doce que nem mel, enquanto isso Paula se recompunha em seu vestido,a viatura foi embora, entramos no carro e fomos embora também. Paula reclinou o banco do passageiro, relaxou e acabou cochilando de tão cansada que estava, enquanto eu dirigia e pensava no que tinham feito com a minha namorada, não pude deixar de notar as marcas dos chupões em seu corpo, o interior de suas coxas molhadas de gozo, seu cabelo preto e cumpridos todo embaraçados e com manchas de porra. Até chegarmos a minha casa, não trocamos uma palavra sequer, entramos em silêncio, eu fui para a cozinha à procura de gelo para amenizar a dor que sentia em minha cabeça devido a pancada que levara, coloquei um pouco de gelo num pano, enrolei e coloquei no lugar machucado, nisso Paula veio até mim, tomou o gelo da minha mão e ficou segurando no local da pancada, mas não falávamos nada, Paula então soltou o gelo e se despiu tirou o seu vestido e ficou, nua na minha frente, me doeu quando vi o seu corpo todinho marcado de chupadas, principalmente seus seios e coxas, Paula então desabotoou minha camisa e, passo a passo, fui tirando minha roupa. Quando ela finalmente tirou minha cueca, meu pau já se encontrava duro de tesão.   Ganhei uma demorada chupada no cacete, que foi o que eu estava precisando, para me soltar e me acalmar, Paula então virou-se de costas para mim, inclinou seu corpo para frente, e com as mãos abriu suas nádegas, mostrando-me sua boceta e o seu cuzinho ainda cheio de porra e o quanto ela estava arrombada, eu a puxei de encontro a mim e fiz ela se sentar no meu colo, posicionei meu cacete na entrada do seu cu, Paula engoliu o meu cacete inteirinho e ficou rebolando sobre meu cacete, enquanto minhas mãos, simultaneamente brincavam com seus seios e com a sua boceta, trocávamos beijos apaixonados, sabíamos que ela havia gostado de ter sido enrabada, por dois cacete de uma vez só e o prazer de ter experimentado outros cacetes e também que eu havia gostado de vê-la sendo possuída por outros homens, assim, metemos direto até umas sete da manhã, para selar nossa cumplicidade e para comemorar a descoberta de como é bom, como é gostoso o tesão que da ao ver a minha namorada, sendo enrabada por outro homem, depois desse dia nós saímos e procuramos alguém, para dar uma enrabada nela no meio da rua, depois é só chegar em casa e aproveitar o tesão que fica, que delicia e não é que o policial estava certo, aquele dia a boceta dela estava realmente doce e todas as vezes que ela da uma trepadinha na rua, eu adoro chupar a sua boceta só para sentir o gostinho de mel, Paula também adora, ela não vê a hora, que á levo para dar uma trepada, na rua e depois vir correndo, pra mim dar uma chupada e fazer ela gozar, de montão na minha boca, que delicia que é uma boceta gozada.....