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terça-feira, 31 de maio de 2016

ENRABADA POR DOIS HOMENS



Era sábado 3 de abril de 2016, e o tempo estava mesclado, desde cedo não houve sol. Neste dia aconteceu algo inusitado na vida de Évila. Ela respira sexo e é viciada. Há muito tempo havia pedido ao amante que queria sair com dois homens e que sonhava em ser duplamente penetrada. Pedido feito, fantasia realizada. Ele armou uma surpresa e ela só ficou sabendo cinco minutos antes de acontecer. Pedro a pegou na rodoviária como haviam combinado. A caminho do motel ele disse que tinha que passar no posto de combustível. Ela perguntou o porquê, ele respondeu que lá estava a surpresa, ia levar um amigo para nossa festinha particular. Ela travou em segredo e não balbuciou um só fonema no trajeto. Seguia imaginando como seria cada cena, cada toque e cada gesto, um turbilhão de ideias invadiam a cabeça daquela mulher ensandecida de tesão. Seria uma orgia? Como tudo iria acontecer? Um desafio eletrizante e curioso. Mas ela queria muito tudo isso. O nosso convidado era o Carlos, alegre, comunicativo e brincalhão. Demos várias risadas depois. Ao chegar à suíte master ela pediu que os dois saíssem do quarto, pois ela também tinha uma surpresa. Neste momento, ela começou a se despir e colocar uma fantasia linda e pecaminosa de policial feminina. Luvas, botas, máscara, top e shortinho mini faziam parte daquele conjunto que encaixava perfeitamente ao quatro que cheirava sexo. Estava pronta para o novo, o desconhecido. Abriu a porta da suíte e pediu que entrassem. Eles estavam lá embaixo, sem camisa e morriam de calor mesmo o dia estando sem sol. Pedro deitou e pediu que Évila subisse na cama com salto e o chupasse. Antes eles se beijaram e ele perguntava no ouvido dela o que estava achando de tudo e se estava com tesão. Ela dizia que sim e muito. Beijaram e ela começou a chupar ele, de bumbum empinado Carlos roçou seu pau no bumbum dela, ela sentiu que algo enorme e duro encostara ali e adorou, continuando de rabo bem empinado. Ele tirou o short dela e começou a chupar sua buceta, nesse momento ela virou e deitou na cama. Pedro seu amante pediu para Carlos que a chupasse na bucetinha e ele o fez, logo depois ele pediu que chupasse o cuzinho dela, ele obedeceu enquanto ela chupava o pau do seu homem. Carlos teceu vários elogios a Évila e Pedro consentia e elogiava também. O clima era perfeito, sedução total até que Carlos pôs a camisinha e penetrou a buceta dela que estava em chamas e muito melada, ele adorou e a chamava de gostosa em berros de prazer. Ela adorava cada posição, sendo penetrada por um e chupando outro, engolindo e devorando aquele pau até a garganta. Louca de prazer e em gozos ela gemia forte e alto junto com eles. Ele socava tão forte nela que balançava os corpos que estavam naquela cama redonda com luzes ambiente e uma música que não de boa qualidade. Mas o que isso importava? Nossa música soava melhor aos ouvidos, eram gemidos e berros de prazer. Carlos era muito empolgado. Os movimentos de vai e vem eram simultâneos às engolidas que ela dava no pau do seu amante. Logo depois, Pedro foi chupá-la e ela chupou o Carlos, engolia o cacete dele ele a chamava de bezerra e amava aquelas engolidas grotescas e vorazes. Putz! Que tesão terrível! A mulher gozou muito, a cama estava molhada e Carlos também explodiu. Pedro não gozara ainda. Fomos para o banho, pois o primeiro round acabara. Depois ela deitou no meio deles e foram olhar as fotografias feitas da orgia que acontecera em instantes anteriores. Começaram a se beijar e tudo voltou a cheirar sexo, feromona, orgasmos múltiplos lascivos. Pedro ficou de joelhos e penetrou ela com delicadeza na buceta. Ela deitara por  cima de Carlos e cavalgava gostoso. E a dupla penetração que ela tanto queria estava prestes a acontecer, mas demorava. Estava louca para sentir dois paus dentro dela, um socando forte sua buceta e o outro com sutileza no cu. O tal momento chegou, acho que ela pensou alto ou a sintonia era grande e intensa, afinal estavam ali somente para isso. Num instante os dois resolveram penetrá-la de uma só vez, a pressão na buceta era forte, parece que ia explodir a pica do Carlos enquanto Pedro dizia que o cuzinho estava tão apertado e tão gostoso que ele não iria aguentar por muito tempo. Logo ele que é tão forte e demora o tempo necessário que ela pede, excelente metedor. Como anunciara, Pedro começou a meter mais forte em meu cuzinho, Carlos também acelerou em minha buceta, nunca havia sentido tanto tesão, logo houve uma explosão de orgasmos, aquela sintonia levou nós três ao ápice do momento, um conjunto de gozos maravilhosos.
Me desculpe Carlos, mas o Pedro é maravilhoso, o meu preferido, não estou desmerecendo você, mas estou acostumada com o pau dele. Você é ótimo, um fudedor de primeira e chupa divinamente bem uma buceta, chupa com gosto, como gozei gostoso na sua boca...hummmmmm!!!
Pessoal, foi a melhor foda da minha vida, pois foi a primeira com dois homens. Porque sexo a dois eu tenho mil melhores ao lado do meu amante delicioso, Pedro. Você é 1000 meu amor, te quero para sempre. Obrigada meninos! Foi maravilhoso!!!

Querem mais uma aventura? No próximo conto teremos mais pessoas nessa festa, promessa de Pedro. Eu? Já topei...rsrsrsrs

Paola Porto

UMA MULHER SEPARADA




        Sou Graça, 40 anos, alta, corpão, coxas grossas, uma buceta lisinha e cheirosa.
        Separei de Otávio quando tinha 30 anos, 10 anos de casada.
        Tivemos uma filha, hoje já criada.
        Após a separação,  não recebi e nem recebo 1 tostão se quer do ex marido. Comecei a trabalhar para minha sobrevivência.
        Minha parte sexual de principio ficou prejudicada pela quantidade mas pela qualidade ficou ótima. Saio com quem me interessa. Quando quero e não devo satisfação a ninguém. Apenas tenho o cuidado de selecionar meus companheiros. Os casados são mais preferidos e mais seguros.
        Foi com um casado, moreno claro com idade próximo da minha, após um jantar num restaurante nos olhamos, conversamos e terminamos num motel. Ele soube me cativar e eu retribui sua preferência que a esposa não fornecia na cama.
        Sua esposa tinha viajado e ele aproveitando para sair e ficar bem a vontade.
        Chegamos no motel, abraçamos e beijamos. Sua vontade logo foi percebida, logo ficou de pau duro e foi logo levantando meu vestido e caindo de joelho na minha frente, abraçando meu corpo e enfiando o rosto entre minhas pernas querendo me chupar.
        Pedi que levantasse, ajudei a se livrar da camisa e calça. Quando ficou livre sua pistola. Admirei-a e segurei-a. Muito maior e muito mais grossa que já tinha visto.
        Leandro, seu nome, me levou prá cama e separou minhas pernas e caiu de boca na minha buceta.
        Em cada lambida e chupada que ele dava, vinha até minha boca e beijava, para que eu sentisse meu próprio cheiro e gosto.
        Para retribuir sua gentileza, também fui realizar minha vontade que era chupar aquela delícia.  Fui pra cima dele e coloquei a boca naquela tora , que também era lisinha e cheirosa. Tive que abrir muito a boca para conseguir chupá-lo.
        Leandro me puxou sobre ele para também me chupar enquanto eu chupava ele.
        Fizemos um 69 delicioso.
        Eu estava enxarcada e louca para sentir aquela tora na minha buceta.
        Deitei de costas e abri as pernas e pedi pra ele me fuder gostoso.
Devagarzinho ele colocou e cabeçona e foi penetrando. Que delicia. Sentia totalmente preenchida. Mesmo minha buceta sendo grande senti me alargar.
        Eu pedia mais e ele metia tudo me chamando de gostosa.
        Tive o maior de todos os orgasmos que já senti.
        Leandro me encheu de porra.
        Nesta noite fizemos mais 2 vezes e me deixou apaixonada por aquele cacete gostoso.
        Saímos mais algumas vezes e aproveitei muito daquela tora maravilhosa.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

CASTIGANDO A SECRETÁRIA



Adentrei a sala dele. Meus passos eram levemente vacilantes e minhas mãos estavam trêmulas, mas era necessário que cumprisse minha missão e lhe entregasse meu texto para sua correção. Tinha certeza que havia corrigido corretamente, afinal, havia gasto um bom tempo cuidando de cada mínimo detalhe para que tudo estivesse de seu agrado. Ele não levantou o rosto para me olhar, não era necessário... mantinha meus olhos voltados ao chão instintivamente.

Parei junto a mesa e lhe entreguei o papel. Ele notou meus dedos trêmulos e tocou meu pulso levemente, indicando que deveria permanecer ali, enquanto corrigia. Mantenho meus olhos focados no tapete, tentando não desagradá-lo em nada, mas algo dá errado. Ele levanta, me cercando.... me sinto pequena, frágil, principalmente quando murmura junto ao meu ouvido se percebi algum erro. Refaço mentalmente todo o texto e noto um termo que não deveria usar. Sinto seu quadril me empurrando para frente, me deixando contra a mesa, espremida entre o móvel e seu corpo e sua mão corre por minha coxa, fazendo o tecido da saia que estava usando subir, ate formar um bolo ao redor de minha cintura. Em nenhum momento ele grita, mas murmura, baixinho junto ao meu ouvido, o quão decepcionado está. Tenho vontade de chorar ao ouvir aquilo.

Sua mão desce minha calcinha, deixando-a pelo meio das coxas, e assim, exposta, sinto a primeira palmada ardida. Meu corpo pula para frente, e sinto algumas lágrimas escorrerem por meus olhos, mas não reclamo. Nada dói mais que saber que o decepcionei.

Ele me empurra para a mesa, fazendo com que me curve e me empine a ele, e estapeia minhas nádegas, que logo ficam rosadas. Enquanto me estapeava, entrega o papel e manda que leia em voz alta o texto, distraindo-me um pouco da dor, mas não o suficiente para ignorar o som de seu zíper sendo aberto. Meu corpo estremece e uma parte de mim se rebela... quero gritar por socorro, correr, mas meu sinto como se estivesse entorpecida. Seu membro acaricia meu sexo, e vergonhosamente estou molhada.

Ouço sua risada, irônica, como se já esperasse meu duelo interno. Ele não me dá tempo de pensar, e crava-se em meu corpo, me fazendo arfar, começando a foder forte, sem grandes cuidados. Em qualquer outro momento, pararia, resmungaria, empurraria longe alguém que me tocasse daquela forma, mas com ele é diferente. Minha excitação me faz perder o fôlego e quando ele me percebe arfando, para e se curva sob meu corpo, dizendo que naquele dia não teria prazer.

Sinto vontade de chorar quando ele se afasta de mim, deixando-me vazia, mas não por muito tempo. Ele se aproxima, e se força, usando apenas a lubrificação de meu sexo para ajudar naquela nova investida. É dolorido, mas meu corpo parece moldar-se a ele e aos seus desejos, recebendo-o de bom grado apesar de minha agonia.

Ele para, cravado totalmente em minhas nádegas, deixando-me sentir cada centímetro de sua extensão. Não sei se me tortura ou se simplesmente se apieda de minha situação, deixando que me acostume com seu volume, e demora intermináveis minutos até começar a se mover, mas quando o faz, devora-me, fazendo meu rosto ficar colado a mesa, como se fosse fugir.

Ele apontou novamente o texto, voltando a estapear minhas coxas, e murmura que não quer ouvir nada além de minha voz lendo. Estremeço e titubeio um instante e é o suficiente para um novo tapa ardido. Tento me concentrar, mas é difícil com ele tomando cada pedacinho de meu corpo. Concentro-me em formar as frases mentalmente e falar pausadamente para que não ousa meu arfar e que nenhum gemido escape e nestas tentativas, acabo fazendo pequenas pausas, nas quais, minhas coxas vão sendo marcadas. Estou ciente que mesmo com a saia, a marca de seus dedos será visível em minha pele, e sinto um certo prazer em ter suas marcas. Como se pudesse ouvir meus pensamentos ele murmura que devo exibir as manchas vermelhas, e caso fosse perguntada, deveria responder que fui punida por meu erro.

Ele, assim como eu, está excitado. Sinto como aumenta o ritmo, e me excito em saber que mesmo com meus erros, ele me deseja, mesmo que apenas naquele instante. Murmuro, implorando que me deixe gozar, mas ele é cruel e não deixa, o que faz com que novas lágrimas escorram por meu rosto.

Fecho os olhos, tento ignorar seu corpo, ignorar meu desejo, mas ao fazer isso, recordo-me de cada pequena fantasia que alimentei ao longo do tempo e de todas as vezes que me toquei escondida, no escuro do quarto, imaginando suas mãos em meu corpo e seu membro em mim... provavelmente ele nem imagina que noite após noite toco-me com ele em mente. Meu rosto fica corado ao lembrar, e as fantasias me atormentam, fazendo com que não consiga, e estremeça... gozo, amolecida, curvada a mesa, que, assim como minhas coxas, fica molhada por meu sexo.

Assim como eu, ele estremece, mas tortura-me mesmo assim. Recua e derrama-se sob minhas nádegas. Levaria minhas mãos para trás para prova-lo, mas temo desagradá-lo mais ainda.
Ainda não é o suficiente a ele, que recua e rasga minha calcinha, colocando-a numa gaveta. Fico imediatamente triste por acreditar ter acabado quando ele baixa minha saia, mas ele me puxa pelos cabelos e faz com que me ajoelhe diante dele, guiando meu rosto até seu membro. Não há conversas nem considerações, apenas sua fome.

Quase sufoco quando ele resolve foder meus lábios, tomando tudo o que pode de mim, e até a tosse abafada mantém-me excitada. Fode. Devora minha boca, e mesmo que não fosse sua real intenção, deixa-me excitada, o que ele percebe por meus mamilos visíveis na camisa que usava.

Quando se satisfaz, para. Estapeia meu rosto com o membro e ordena que volte as minhas atividades, que vá refazer o texto e é claro ao afirmar que não devo limpar-me até a autorização dele.
Pego o documento, arrumo a saia conforme sua instrução e caminho para fora, de cabeça baixa, silenciosa. Ouço antes de fechar a porta que algo pior acontecerá caso encontre um novo erro.

Olho em volta, tudo parece normal no escritório, mas tenho a sensação que todos sabem. Aparentemente as pessoas permanecem completamente iguais, mas estou diferente. Ligo meu computador e passo a redigitar o texto, mas nas ultimas linhas, um erro. Um sorriso discreto surge em meus lábios ao imprimir novamente as páginas para aguardar, pacientemente, seu novo chamado.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

PASTOR TARADO




Olá, me chamo Ane Kely, sou casada, tenho 3 filhas o e sou evangélica. Bem, alguns meses atras mudei de igreja porque nao estava me adaptando a igreja em que eu estava, e cá pra nós, o pastor da atual igreja é um negrão alto, forte e com certeza muito bem dotado. Quando fui informar a ele que iria ficar na igreja ele se mostrou muito contente, mas eu queria mesmo era saber o tamanho do cacete daquele macho. Quando ele vestia a calça social ficava um monte na frente de tão bem dotado que ele era. Mas daí vinha a questão... como conseguir ser comida por ele, afinal ele é um pastor, homem crente, muito bem casado com uma mulher 18 anos mais nova que ele, e ela por sinal, linda. Mas enfim, resolvi investir no meu sonho. Primeiro de tudo comecei a contar-lhe que estava passando dificuldades e comecei a convidar ele pra vir na minha casa aos finais de semana, porque era quando meu marido viajava com minhas filhas para a casa da mãe dele. Quando ele chegava em minha casa eu sempre o recebia com um beijo no rosto, sempre cheirosa, e comecei a falar que meu marido estava muito frio, que ficávamos dias sem sexo. Pensei que ele iria ficar constrangido, mas não, ele começou a falar que a esposa dele também não estava lá essas coisas, de repente falei que estava com muito calor e que precisava tomar um banho, ele ficou me esperando na sala, confesso que pensei que ele iria vir pro banheiro comigo, mas ele não veio, entao tive que trabalhar a meu favor, fiquei bem cheirosinha e como tenho o cabelo gande, deixei ele molhado, vesti uma blusa branca sem sutiã, e o cabelo molhou toda a blusa e meus mamilos ficaram a mostra, vesti uma sainha curta e fiquei sem calcinha, quando cheguei na sala, ele me viu e logo pegou no pau e já foi dizendo: - Não sei porque seu marido está frio, você é uma mulher muito gostosa, e eu respondi: - Você ainda nao viu nada e me sentei na frente dele com as pernas abertas, eu ja estava toda meladinha, entao comecei a me tocar, meti os dedos na minha xaninha, ele ficou só olhando e segurando o pau pra nao explodir na calça, entao eu perguntei: - Vai me ajudar pastor? Ou vai deixar sua ovelhinha aqui no cio sofrendo sozinha? Ele levantou e veio a minha frente, me colocou de costas e começou a passar a mão em mim, ele meteu 3 dedos de uma vez na minha bucetinha e logo em seguida  ele tirou aquele monstro pra fora, eu fiquei louca. Ele falou: agora irmanzinha, você vai ter que aguentar o que você atiçou, porque vou meter fundo nessa sua bucetinha molhada. Ele falou e já empurrou aquele negócio de uma vez na minha buceta. Me assustei,  mas achei maravilhoso. Ele ficava estocando aquele pau enorme dentro de mim com muita força, eu gritava feito louca, era um misto de tesão e dor, era muito grossa a pica dele, quando ele de repente disse que ia gozar eu fiquei aliviada, mas ele disse que queria gozar dentro de mim e não seria na minha buceta, senti medo na hora.  De repente ele enfiou de uma vez o pau no meu cuzinho, deu umas três estocadas violentas e gozou. Nossa! Não tem noção do tanto que doeu, porque não estava lubrificado, quando ele tirou o pau do meu cuzinho foi logo falando: agora chupa meu cacete e deixa ele bem limpinho. Eu chupei e a cada chupada ele me chamava de putinha gostosa. De repente o telefone toca, era a mulher chamando ele em casa, ele se vestiu rápido, me deu um tapa safado no rosto e foi embora, nem adeus e nem obrigado. A noite no culto fingiu que nada havia acontecido e ainda falou pra mulher que tinha passado uma boa parte da tarde me ajudando com alguns problemas...


sábado, 21 de maio de 2016

SEXO A TRÊS SURPRESA




Olá! Meu nome é Rafaela, tenho 26 anos. Sou morena, porte físico normal, cabelos castanhos longos. Conheci meu atual namorado na empresa em que eu trabalho, seu nome é Érick, tem 28 anos, pele branca, cabelos claros e olhos castanhos. Eu o descreveria como um homem fisicamente e psicologicamente QUENTE. Afirmo que o sexo com ele sempre foi maravilhoso, ele realmente sabe jogar com minha libido. Eu não sei explicar, mas ainda me pergunto o que ele enxergou em mim, não que eu era virgem, já tive outros relacionamentos, mas enfim, eu era bem careta e ele era um cara que com certeza tinha um monte de mulheres que abrem as pernas pra ele sem pensar duas vezes! Hoje em dia eu gosto de “jogar” graças a ele, eu descobri como é bom ser uma puta, ou melhor, a puta de Érick! No sexo faço o que ele quer e como quer, mas não significa que sou submissa, os nossos jogos são uma via de mão dupla. Maldito homem gostoso, ele sabe como me surpreender e me deixar molhada com tanto tesão!

Bom, resolvi passar a noite de sexta na casa de Érick. Eu estava com um vestido de renda azul royal que era justo até a cintura e depois ficava mais rodado nos quadris e parava acima do joelho com sandalhas de tiras e salto fino preto, com calcinha fio dental branca e sem sutiã. Jantamos e depois de terminar com quase uma garrafa de vinho, Érick começou a me seduzir com beijos no meu pescoço, logo partiu pro meu queixo e boca. Suas mãos apertavam a minha bunda de uma maneira que me deixava louca. Como nossos corpos estavam pressionados juntos, podia sentir seu pau duro na minha barriga através da sua calça. Não demorei muito pra abrir suas calças, abaixar sua cueca e abocanhar aquele pau gostoso, comecei a chupar com força, passava a minha mão no seu saco, eu fiz tudo o que eu queria .. lambi, chupei até babar, bati uma punheta e os gemidos dele era o que me deixava em estado de transe, ele começou em um vai e vem fodendo a minha boca até que anunciou que ia gozar gritando: ISSO, CHUPA, CHUPA! EU VOU GOZAR NA SUA BOCA E VAI ENGOLIR TUDO!! AHHHHH, AHHHHHHH, AHHHHHHHH .. TOMA SUA PUTA, ENGOLE A MINHA PORRA! Logo após ele me levou para o seu quarto, tirou toda a minha roupa e me amarrou na cama. Eu estava com a buceta pegando fogo, escorrendo grande quantidade do meu mel. Ele entrou no meio das minhas pernas, enfiou dois dedos dentro de mim e deu apenas uma lambida na minha buceta e disse: AMOR, TENHO UMA SUPRESA PRA VOCÊ, QUER SABER O QUE É?? Eu, curiosa do jeito que sou disse sim, lógico! Ele se levantou ainda vestido com pau pendurado fora da calça, uma visão quente dos infernos e saiu do quarto. Uns três minutos depois ele retornou com uma mulher ruiva cheia de curvas vestida com um conjunto de calcinha e sutiã verde escuro, não posso negar que a mulher era gostosa, apesar de eu não ser lésbica! Rsrs Érick me olhou de pé no final da cama e se voltou para mulher, abaixou um dos bojos do seu sutiã e deu uma chupada no mamilo rosa dela, ela deu um gemidinho e eu fiquei com mais tesão. Ele pediu pra ela me chupar até eu gozar e foi o que ela fez. Me chupou até eu berrar, eu nunca imaginei como era bom ser chupada por uma mulher. Enquanto a mulher ruiva enfiava sua língua na minha buceta, Érick se masturba levemente nos assistindo. Não demorou muito pra eu gozar até não enxergar mais nada! Depois disso Érick tirou as roupas intímas da ruiva e a beijou, e foi um beijo longo e molhado, suas língua se entrelaçando .. ao mesmo tempo que estava ficando com ciúme eu estava fascinada. Depois do beijo ele me disse que eu tinha um gosto muito bom, eu não reparei no momento em que tinha tirado suas roupas, a mulher deu uma chupada no pau dele o deixando bem molhado, ele a colocou de quatro no final da cama e começou fode-la com força, eles gemiam, a cama balançava, eu já recuperada e cheia de tesão de novo! Ele saiu dela e enfiou seu pau dentro de mim e começou a bombar bem gostoso enquanto ele e a mulher alternavam entre chupavam meus peitos e se beijar, eu gozei no pau dele e logo a ruiva voltou chupar seu pau ainda muito duro e molhado dos sucos da minha buceta. Ele botou ela sentada em cima dele pra cavalgar e eu fui a loucura amarrada naquela cama, ela gritava e ele gemia mais e mais. Ele falava que tinha duas bucetas deliciosas e quentes só pra ele! Depois de um tempo assistindo eles transarem, ele me olhou nos olhos e deu um sorriso safado e perguntou com a voz rouca: TÁ GOSTANDO DA SURPRESA MINHA LINDA? Eu apenas sorri, não conseguia nem falar. Depois ele tirou a ruiva de cima dele e foi para o meu lado me mandando abrir a boca, abri com a maior boa vontade e ele colocou a cabeça vermelha do seu pau na minha boca com gosto da buceta de outra mulher e falou que ia gozar de novo. Gozou gostoso! Mas pediu pra não engolir que era pra dividir com a Renata. Renata veio e me beijou, foi uma delícia beijar outra mulher com a porra do Érick na nossa língua e escorrendo pela boca. Satisfeita e calma, disse ao meu namorado que amei a surpresa, e foi incrível o ver comendo outra mulher na mesma cama que eu!


A AMIGA DO MEU MARIDO





        Lembro até hoje o dia que Matheus chegou em casa do trabalho, a face meio cansada, porém, nos olhos um brilho com segundas intenções que não pude desvendar o significado logo de cara.

         Pediu-me que sentasse no sofá enquanto andava de um lado a outra, como se confuso, pensativo, esperando o momento e palavras certas para conversar comigo sobre algo que o afligia.

         Fazia tempo que não o via tão preocupado em me falar algo, estava até estranhando, até ele desistir de ficar em pé rodando de um lado a outro como uma barata morta e se sentasse ao meu lado.

         Segurando minha mãos, olhou-me nos olhos e perguntou baixinho se eu me lembrava do dia que havíamos feito um ménage com Carla, minha amiga.

         Respondi que sim naturalmente. Havíamos conversado dias antes sobre a hipótese e dias depois sobre a experiência, chegando a conclusão que foi um sexo maravilhoso e que realmente éramos um casal liberal no que diz respeito a sexualidade.

         Por isso fui pega de surpresa pelo fato de Matheus se parecer tão nervoso por falar disso, mas, esperei que respirasse fundo e continuasse.

         Ainda com medo, me contou que conheceu uma menina pela internet. Parece que foi em um bate-papo, aqueles chats com webcam, sabe, e que ela era muito interessante e também morava em nosso bairro.

         Disse-me que mostrou a ela fotos nossas e que, num primeiro instante, Mônica, sua nova amiga, havia demonstrado grande interesse por mim.

         Vocês sabem como homens ficam só em imaginar duas mulheres juntas, certo? Imagine agora duas mulheres atraentes e que tendem a ter interesses por outras mulheres (pois é, minha bissexualidade não passou com a fase adulta, como previra minha mãe).

         Por fim, dei risada de todo o medo que ele explicitava ao me contar isso e perguntei porque ainda não havia marcado um jantar para que pudesse conhecer essa sua nova amiga.

         Meio pasmo, meio aliviado, ele falou que já havia a convidado e que em duas horas, Mônica estaria batendo em nossa porta.

         Corri para o banheiro, afinal, precisava de uma ducha para estar apresentável e cheirosinha para nossa convidada. Enquanto isso, Matheus foi ao mercado e comprou algumas garrafas de vinhos e petiscos.

         Duas horas mais tarde, Mônica tocava a campainha. Fui atende-la e vi a minha frente uma bela morena, alta, cabelos longos, parada à porta.

         Cumprimentou-me como se já me conhecesse à tempo, aparentemente, Matheus realmente falava bastante de mim mesmo.

         Meu marido serviu-nos vinho e deixou que conversássemos enquanto fumava um charuto. Pude ver seus olhos de tigre observando as curvas de Mônica, a cintura, os belos e fartos seios, as pernas torneadas sob um salto alto.

         Ele a desejava e, aparentemente, eu também. Reparava no encontro dos seios de Mônica pelo decote, no suave arfar de seu peito subindo e descendo, na curva de seu pescoço e lábios (e que lábios era aqueles).

         Duas garrafas de vinho depois, Mônica e eu não parávamos mais de conversar, como se nos conhecêssemos há séculos. E, no meio das risadas, senti sua mão recair sobre minha coxa e deslizar por toda sua extremidade.

         O toque dela fez-me arrepiar toda, fazia tempo que não tinha nenhuma intimidade com uma mulher, ainda mais com um mulherão daqueles.

         Matheus sorria sozinho no outro sofá, apenas observando Mônica chegar mais junto de mim, sentando-se em meu colo e, em menos de um minuto, beijava-me os lábios.

         Doce. Doce e tesão senti naquela hora, não nessa ordem, mas com tamanha intensidade que quando vi, erguia a blusa da morena, deixando-a com o sutiã vermelho a mostra e os seios encostando aos meus.

         Começamos com um amasso tenso. Ela rebolava sobre minhas pernas, empurrando seu corpo contra o meu, tirando-me a blusa e logo em seguida meu sutiã e o seu.

         Ajoelhou-se a minha frente e passou a beijar meu pescoço, descendo os lábios para meus seios, meus mamilos duros de tesão. Beijou, mordeu, lambeu minha barriga e, quando vi, já estava tirando minha calça e calcinha.

         Enquanto Mônica beijava minha virilha, pouco antes de fazer-me o melhor oral que já havia recebido até hoje, vi Matheus do outro lado, as mãos dentro da calça, o falo já duro e aquilo me excitou muito mais.

         A amiga de meu marido então deslizou a língua por toda minha boceta, lambendo-me o clitóris, beijando-me os grandes lábios e fazendo-me gemer alto.

         Rebolava enquanto Mônica estava entre minha pernas e, quanto mais gemia e suspirava, mais a morena se esforçava em me chupar todinha, em fazer-me gozar em sua boca.

         Matheus não se continha mais de tesão, tirando o pau para fora da calça e masturbando-se. Sobe, desce, sobe, desce. Enquanto isso, eu tinha uma gostosa entre as pernas me chupando e estava prestes a gozar.

         Segurava os cabelos de Mônica, empurrando mais para dentro de mim sua língua e, em poucos instantes, pude sentir meu corpo todo se arrepiar, minhas pernas tremerem e um último grito saiu de meus lábios.

         Realmente fora o melhor oral que já havia recebido, ela sabia o que fazia.

         Antes que eu pudesse me recompor, Mônica disse que precisava ir embora, no dia seguinte levantava cedo para trabalhar. Suspirei meio tristemente, queria leva-la para a cama, transar com ela e meu marido.

         Percebendo minha cara, a morena sugeriu voltar na próxima noite. Despediu-se de mim com um beijo nos lábios de tirar o fôlego, deu um abraço em Matheus e foi embora.

         Quando fechamos a porta, percebi que meu marido ainda estava duro, ainda com muito tesão, então, levei-o ao quarto pela mãos, subi sobre seu pau e, rebolando, transei a noite toda com ele.
Foi uma noite maravilhosa.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

MEU MARIDO, MEU AMOR, UM VOYEUR



Olá para todos, sou a Danielle tenho 23 anos e sou casada com o Ronny a quase 3 anos. A pedido e com a ajuda do meu marido escrevi essa história que aconteceu conosco a uns 15 dias. Quero avisar a todos, principalmente as mulheres casadas que estiverem começando a ler esta história que se tiverem rigidos principios morais fechem o texto agora e não o leiam. Agora se estiverem dispostas a quebrar velhos tabus vão em frente pois assim como vocês também norteei minha vida com muita moralidade até o dia em que ocorreu esse evento.

Um dia meu marido me falou sobre manage, como nasci e me criei no interior eu nem sabia direito o que era, então ele me explicou que muitos casais convidam outra pessoa para juntos se divertirem, sexualmente falando. Fiquei furiosa com ele pois pensei que ele estivesse querendo transar com outra mulher, então num impulso de raiva perguntei a ele o que sentiria se eu transasse com um outro homem e fiquei mais perdida ainda quando ele me respondeu, tesão muito tesão. Não disse nada apenas fiz sinal de negativo com a cabeça e fui dormir. O Ronny veio logo depois, mas eu fingi que estava dormindo pois queria pensar direito naquela conversa. E fui noite adentro pensando, as vezes eu concluía que meu marido não me amava mais, outras vezes ficava pensando em como seria transar com outro homem. A noite passou e na manhã seguinte meu marido me pediu desculpas pelo que disse, eu perguntei se ele ainda me amava como antes, e ele jurou que seu amor em nada tinha mudado que eu poderia ter certeza disso, então eu o abracei e beijei muito porque também o adoro demais.
Ele viajou naquela tarde e ficou fora 10 dias, apesar de conversarmos todos os dias por telefone eu já não agüentava mais de saudades, nós transávamos quase todos os dias e 10 dias sem ele era para mim uma tortura já que aos 22 anos, sexo é coisa que vinha a cabeça toda hora, inclusive eu ansiava para que tocasse naquele assunto novamente, mas ele não falou mais nada sobre aquilo.
Numa sexta-feira o Ronny anunciou que no dia seguinte estaria de retorno e que me levaria a um motel para matarmos a saudade, fiquei tão feliz e desde que acordei no sábado tratei de cuidar de mim, fui ao salão de beleza, fiz massagens, me depilei toda como ele gosta e até comprei lingerie nova para juntos comemorarmos a sua volta.
Assim que ele chegou no sábado a tarde tomou banho e fomos jantar, de tanta ansiedade não comi quase nada, pois não via a hora de irmos ao motel, ainda mais que ele prometia ser aquela noite inesquecível. Quando chegamos ao motel ele me deixou dentro do carro e entrou na recepção e lá demorou uns 15 minutos, quando voltou desculpou-se pela demora e disse que estava fazendo o pedido da bebida que tomaríamos na suíte. Entrarmos ele foi logo tirando minha blusa e a sainha que eu usava, e fiquei muito feliz por ter notado e elogiado minha lingerie, era uma calcinha bem pequena e delicada e um sutiã meia taça, que segundo ele ficou muito sexy em mim. Notei que o elogio era sincero porque senti que seu pau fazia volume ao encostar em meu bumbum, então o chamei, sentei ao lado da cama e tirei sua roupa. Ao ver que ele já estava excitado eu comecei a masturba-lo, ele colocou as duas mãos em minha cabeça e eu entendi o que ele queria, alias eu também estava querendo sentir o seu pau na minha boca. Comecei a chupá-lo e estava tudo tão excitante que nem percebi quando bateram na porta da suíte. Meu marido afastou minha cabeça e disse que deveria ser o garçon trazendo a bebida que ele havia pedido e mesmo pelado foi atender à porta. Fiquei sentadinha na cama aguardando ele voltar para continuarmos com aquele ato que estava me dando tanto prazer.
Escutei outra voz masculina conversando com meu marido na ante-sala e logo o vi entrando no quarto junto com um rapaz de pele castanha escuro, alto, forte, parecendo um segurança, trajando apenas uma sunga exageradamente cavada. Trazia em sua mão uma bandeja com o champagne e duas taças. Enquanto colocava a bebida nas taças o Ronny aproximou-se de mim, estendeu a mão, me levantou da cama e me beijou, eu falei a ele com tom irônico, que aquilo é que era serviço de quarto, me referindo ao rapaz. Meu marido deu um sorriso maroto disse que eu ainda não tinha visto nada. O rapaz encheu as taças, deu uma ao meu marido e com a outra veio em minha direção, estendi a mão para pegar ele me pediu para por a bebida em minha boca. Olhei para o Ronny e ele fez sinal de afirmativo com a cabeça. O rapaz se posicionou atrás de mim e levou a taça até minha boca, enquanto eu bebia, ele com a outra mão acariciava meu ombro. O Ronny que já tinha largado sua taça no balcão me olhava e ao mesmo tempo massageava o próprio pinto. Veio até nós e pegou a taça da mão do rapaz, que aproveitou para com as duas mãos massagear meus ombros. Imaginei tratar-se de um daqueles massagistas profissionais que atendem em domicílio e que eu receberia uma gostosa massagem relaxante antes do sexo. Confesso que estava muito bom sentir aquelas mãos grandes massagearem meus ombros e por um momento até esqueci que nos encontrávamos num motel, meu marido pelado e eu apenas de roupas íntimas sendo massageada por um homem que eu nunca tinha visto.
        Fui surpreendida quando as mãos do rapaz seguraram meus seios. Me assustei, ao mesmo tempo me arrepiei toda, pois voltou a minha cabeça o motivo pelo qual estávamos no motel. Abri rapidamente os olhos e quando ia fazer uma reclamação pela ousadia notei que o Ronny se masturbava a toda velocidade, então ainda meio confusa não esbocei reação alguma. A confusão na minha cabeça aumentou ainda mais quando o rapaz desabotoou meu sutiã e tirou-o do meu corpo, voltando a segurar meus seios e aperta-los firme mais carinhosamente. Aí num impulso de moralidade olhei preocupada para o Ronny, que percebendo minha reação parou de se masturbar, aproximou-se, me beijou e disse que eu sou o grande amor da vida dele. Pensem o desconserto das minhas idéias, eu ouvia as palavras de carinho do meu marido e sentia as mãos grandes daquele estranho espremerem meus seios, era uma confusão total na minha cabeça.
O Ronny afastou-se um pouco e eu senti as mãos do rapaz deslizar pela minha cintura deixando enroscar os polegares nas cordinhas laterais da minha calcinha  e assim ele foi baixando as mãos pelas minhas pernas abaixando junto minha lingerie até o meio das coxas. O Ronny mais uma vez interrompeu sua masturbação, ajoelhou-se na minha frente e terminou de tirar a última peça de roupa que cobria meu corpo, depositando-a sobre a cama.
Imaginem vocês, eu estava totalmente nua na frente de um homem estranho quase nu, meu marido também pelado, excitado e se masturbando, vocês conseguem imaginar a cena? O rapaz saiu de trás de mim e veio até a minha frente onde os dois ficaram olhando meu corpo, o rapaz comentou que eu parecia uma menininha, imaginei que ele estava se referindo ao meu sexo por eu estar toda depilada.
Meio que involuntariamente eu olhei em direção da cintura do rapaz e vi que a sunga dele já não mais comportava ocultar por completo o volume que se formou dentro dela. Na minha cabeça passavam-se mil pensamentos, por um lado os princípios morais me cobravam uma reação imediata de repúdia aquilo tudo, e por outro lado meu corpo estava todo excitado e eu tremia inteirinha. Novamente o rapaz veio atrás de mim, e com o canto dos olhos vi sua sunga cair sobre a cama ao lado da minha lingerie. Me contive a não olhar para o corpo do rapaz temendo não poder me controlar, pois já imaginava o que a sunga estava ocultando, por isso me limitei a continuar imóvel, talvez esperando compreender melhor aquela situação. Fiquei paralisada quando ele novamente pôs as mãos sobre meus ombros, aí decidi que mesmo excitada daquele jeito colocaria um fim naquela cena. Abri meus olhos procurando em meu marido reunir mais forças para resistir a tentação mas o vi olhando atentamente para nós, masturbando freneticamente o próprio pinto, e como se não bastasse senti o membro duro do rapaz encostar no meu bumbum e aí não tive mais forças de lutar pela moralidade. O Ronny se aproximou e levou a mão até minha buceta, e sorriu para mim ao ver o quanto eu estava excitada, pediu que eu abrisse as pernas para que pudesse tocar melhor em mim, ao fazer isso o rapaz aproveitou para empurrar o seu membro entre as minhas coxas, me deixando “montada” sobre o seu pinto. Era demais sentir a pulsação do seu membro entre as pernas, O Ronny ainda apertava a cabeça do cacete do rapaz contra o meu sexo, de tão molhada que eu estava ele quase conseguiu penetrar em mim a cabeça daquele membro, mesmo eu estando em pé. Não resisti e tive o maior dos orgasmos ali mesmo, lambuzando ao mesmo tempo aquele pau e a mão do meu marido que insistia em pressionar aquele cacete contra a minha buceta. Foi um orgasmo tão intenso que me faltou forças nas pernas e se o rapaz não me segurasse pela cintura teria caído no chão. Me levantou nos braços, colocou-me de bruços na cama e começou a beijar meu bumbum e logo estava passeando com a língua pelo meu sexo, apesar da intensidade do orgasmo que acabara de ter não consegui parar de sentir prazer, com os olhos fechados escutava o barulho que meu marido fazia ao se masturbar bem do meu lado.
O rapaz parou de me chupar pegou um edredon, estendeu no chão e me pos de joelhos sobre a coberta, sentou-se ao lado da cama abriu as pernas e me chamou para dentro delas, foi aí que eu tive a visão do paraíso ao ver aquele cacete, grande, grosso e rijo, as bolas penduradas para fora da cama davam a impressão de estarem pesadas, cheias de esperma dando a entender que aquele rapaz precisava e muito de sexo. De joelhos entre suas pernas e sem conseguir desviar o olhar do seu membro escutei ele dizendo ao meu marido que queria ser manipulado. O Ronny passando a mão no meu cabelo me mandou (com estas mesma palavras) “bater punheta” para o rapaz, segurei no seu membro e comecei a masturba-lo e parecia que quanto mais eu o manipulava mais duro ficava. O Ronny acompanhava tudo de perto fazia pequenas pausas em sua masturbação dizendo estar a ponto de gozar, o rapaz, me mandava “tocar punheta” e olhar para o meu marido e mostrar a ele como seu pau estava duro com o meu carinho. Senti as duas mãos do rapaz segurarem minha cabeça e a puxando em direção ao seu membro, foi só abrir a boca e receber a ponta do seu pau que pulsava ao contato da minha lingua. Por vários minutos me entreguei de corpo e alma àquele ato de olhos fechados apenas ouvindo os gemidos do meu marido se masturbando e do rapaz que insistia em colocar o que podia daquele pau dentro da minha boca, muitas vezes quase me afogando. Escutei meu marido dizer alguma coisa que não entendi e com aquele pau na boca olhei para ele, e num segundo fui alvejada no ombro e nas costas por jatos fortes de esperma vindo do seu pinto, gemendo gozava muito me pedindo para continuar chupando o rapaz, sem tirar o pau da boca vi o pinto do meu marido ir aos poucos diminuindo a intensidade dos jatos até ficar apenas gotejando esperma no carpet, ele continuava gemendo e quase chorando de prazer, balançando seu penis que agora um pouco menos duro mas ainda volumoso.
Assim que o Ronny terminou de gozar, o rapaz afastou minha cabeça do seu membro, levantou-se e cobriu com o hedredon um balcão que tinha no meio do quarto, me pos sentada sobre o balcão e posicionou-se entre minhas pernas, meu marido atrás de mim me apoiava as costas e enquanto brincava com meus seios o rapaz passava a cabeça daquele cacete na minha buceta lisinha, me deixando maluca. Então vagarosamente foi forçando a entrada daquele membro no meu corpo. Minha bucetinha não estava acostumado com aquele tamanho e mesmo muito excitada não conseguia relaxar o suficiente para acolher aquele colosso dentro de mim. Mas com muita paciência ele foi me invadindo lentamente e apesar do aspecto rude o rapaz foi ganhando a minha confiança e carinhosamente colocando seu pau dentro de mim me fazendo ter vários orgasmos durante a penetração. Assim que introduziu grande parte do membro ele parou um pouco e deixou meu corpo se acostumar só então deu início aos movimentos de vai e vem me fazendo perder o juízo e gozar alucinadamente aos gritos com o meu marido mordendo a ponta da minha orelha. Por quase uma hora meu corpo foi explorado pelo rapaz, quando anunciou que ia gozar me deitou no balcão e colocou a cabeça do seu pau quase explodindo na minha boca e mal eu passei a língua ele começou a despejar pôrra na minha boca, era tanto líquido que precisei engolir um pouco para não me afogar. Apontou o pau para os meus seios e ali soltou mais uma esguichada e acabou em cima da minha buceta e nas coxas, depois ainda subiu novamente com o membro já um pouco mais mole e espalhou esperma por todo o meu rosto.
Me elogiou muito como mulher e foi tomar banho. Meu marido me pegou nos braços e deitou-me na cama e novamente me deu mais uma prova do seu grande amor pois não teve preconceitos de beijar minha boca e meu rosto mesmo eu estando toda lambuzada de esperma de outro homem. Pegou a câmera e tirou várias fotos para somente depois me enxugar. Assim que o rapaz voltou do banho fomos eu e meu marido para o chuveiro aí procurei retribuir um pouco do prazer que eu havia sentido, masturbei e chupei seu pau até fazê-lo gozar na minha boca provando que a partir daquele dia eu começava a gostar de sentir esperma nos lábios, até não pelo gosto mas por sentir que nos mulheres mesmo com nossa fragilidade conseguimos através de nossa delicadeza e maciez acalmar corpos tesos e rudes.
Quando terminamos nosso banho, havia mais uma garrafa de champagne sobre a mesa, tomamos e eu estava morta de cansaço deitei e peguei no sono ouvindo os dois conversando na ante-sala. Acordei no outro dia estava morrendo de fome, escutei barulho do meu marido arrumando a mesa na ante-sala, levantei e me deparei com uma mesa linda super arrumada e cheia de delícias. Um lindo buquê de flores enfeitava o meu lugar, com o buquê um cartão agradecendo pela noite, assinado pelo nosso mais novo amigo. Sob a minha xícara uma caixinha preta com um maravilhoso anel, presente do meu marido com muitas juras de amor. Com todos esses mimos e fiquei devedora pois também tive a maior noite de prazer da minha vida.
     

MEU VIZINHO CASADO




   Era um sexta feira a noite por volta das 22 horas, estava chegando da academia, shorts, regata um pouco suada, quando entrei no elevador para ir para o meu apto logo no 3° andar meu vizinho de apto entrou, percebi que ele olhava minhas pernas, meus seios e minha bunda, respirava fundo, sorri e disso “Oi” pra ele .
Eu sabia que ele era casado, tinha uns 29 anos a mulher estava viajando, como estava calor ele estava de bermuda jeans, chinelo e a camiseta jogada no ombro. Quando o elevador parou não resisti encostei nele e ele me segurou, pedi desculpas como se fosse algo sem intenção. Ele sorriu e disse que estava tudo bem. Saímos do elevador.
      Entrei em casa com a idéia fixa de que teria que transar com aquele homem, bati na porta e ele demorou um pouco pra abrir, veio so de toalha, perguntei se não tinha como ele dar uma olhada em uma lâmpada que não estava ascendendo , ele disse que em 30 minutos ia. Corri pra casa tomei um banho, passei óleo aromatizante por todo meu corpo, coloquei um espartilho vermelho e fiquei a espera dele.
    Passou um tempo a campainha tocou , coloquei um roupão e fui atender ... Ele me deu um beijo no rosto, dizendo que eu estava muito cheirosa e entrou .
    - Onde está a lâmpada ?
    - No meu quarto, me acompanhe por favor.
    Tocou no interruptor e a luz acendeu. Dei um sorriso safado tirei o roupão. Carlos ficou mudo, aproximei e dei um beijo demorado nele, senti seu pau apontando pra cima, querendo estourar a bermuda.
      - Melissa isso não é certo, eu sou casado...
Dei outro beijo, deslizando minha mão até sua bermuda, apertando seu pau por cima do tecido.
       Disse em seu ouvido .
       - Estou louca por vc Carlos, faz tempo que quero ser sua, quero te sentir todo dentro de mim.
       Nisso ele me pegou no colo, me deitou na cama e começou a me beijar com volúpia, me beijava todinha abriu o corselet e abocanhou meu seios que estavam com os bicos doendo de tão rijos, sentir sua língua percorrendo os meus seios era uma delicia , sabia mamar de um jeito que quase me fez gozar.
Sussurrando em meu ouvido .
      - Vc é linda melissa, maravilhosa, nunca pensei em ter uma mulher assim como vc, deliciosa e cheirosa...
       Carlos foi me beijando, até chegar no meu umbigo, abri as pernas oferecendo minha bucetinha que estava escorrendo de tesão, foi beijando minhas coxas, mordiscando em volta dos lábios, gemia, estava ficando alucinada com aquele homem. Até que senti sua língua grande e quente deslizar pelos lábios da minha buceta, indo até meu grelo, começando a me chupar de um jeito que me fez estremecer toda, me sugando com força esfregando a língua enorme de cima para baixo.
-_Aiiiiiiiii..................assim!!!!!! Carlos delicia AIIIIIIII que delicia vaiiiiii aiiiiiii assim!!!!!!!!!!!! aiiiiiii eu toooo aiiiii voooo..... gozaaaaa assimmm aaaaaaaahh
Não agüentei e gozei na boca dele .
Vi estrelas , gozei muito aos berros na boca de Carlos , que não parou de chupar.
Me ajoelhei em frente a ele e baixei sem muita enrolação a sua bermuda, pois estava tão louca de vontade de chupar pica.
       - Agora é minha vez!!! deixa eu matar a vontade de mamar nessa rola seu safado!
Quando vi saltar de dentro da cueca aquela bengala enorme e lustrosa que chegou a bater na minha cara, parecia aveludada e brilhante com veias enormes, com uma cabeçona vermelha inchada e melada, com aquele cheiro de macho tesudo, era grossa e comprida, a rola dele deve ter eu acho que uns 20 centímetros e a cabeça é vermelha e inchada, boa de chupar!
    _ Que caralhão que você tem hein ! Como é grande o teu pau Carlos , bem que escuto sua mulher gritando sempre !
Cai de boca na pica do Carlos e comecei a lhe dar uma chupada digna de puta profissional.
    Engolia a cabeça e roçava a língua por baixo da glande, o gosto dos fluidos de macho me deixava mais excitada ainda, depois tirava a cabeça da boca com carinho e delineava toda a glande com a boca, chupava de lado a pica até a base e tornava a engolir a cabeça, massageava as bolas delicadamente enquanto apertava firme com os dedos em torno da glande subindo e descendo lentamente.( isso deixa um homem maluco de tesão).
       Mamei por muito tempo a rola de Carlos, que me xingava, elogiava e acariciava meus cabelos.
       Deitei na cama arregacei as pernas, olhei com cara de vagabunda e disso .
      - Mete essa pica gostosa toda na minha bucetinha que eu não aguento mais de vontade, enfia toda essa vara.
       Carlos pincelou aquele pica na entrada da buceta e forçou, fazendo entrar por inteira, eu dei um berro de tesão, sendo invadida, senti minha bucetinha acomodar tudo com muita facilidade, pois estava escorrendo de vontade de ser fodida . Começou um vai e vem cadenciado fazendo entrar cada vez mais e mais, me fazendo gemer alto na rola dele que me arregaçava gostoso.
       - Assim Carlos aaaah assim.... me come gostoso vai mete tudo dentro da minha buceta que tá uma delicia essa vara, meu puto gostoso fode a tua putinha vaiii aiiii me come com força com esse pauzão gostoso seu filho da puta delicioso me fodeeee!
       Gozei muito, de uma forma maravilhosa, Carlos não parava de bombar aquela pica na minha bucetinha, e eu continuava rebolando e gemendo na vara do casado safado.
          Ele me colocou de quarto, e começou a me foder com força, abracei o travesseiro e empinei pro pau entrar todo, sentia a força do seu corpo batendo contra o meu, me segurava pela cintura e metia rola sem dó, o safado estava me dando surra de rola, e eu adorando é claro.
       Senti minha buceta esquentar com os jatos de porra que Carlos esguichava dentro dela enquanto urrava e me fodia feito um louco me chamando de vagabunda, piranha gostosa e safada, putinha deliciosa da bucetinha apertadinha.
Caímos os dois na cama , fiquei um pouco ali, aproveitando o momento, depois fui ao banheiro me limpar, tomei uma ducha rápida pois estava com porra escorrendo pelas pernas e a buceta estava toda vermelha com os lábios inchados de tanta pica que tinha levado.
       Voltei e vi aquele homem enorme deitado na cama, e tudo que eu via era aquele caralho brilhante e lustroso, de lado sobre suas coxas .
Comecei a lamber com a ponta da língua os lados da cabeça da rola, desci até as bolas e voltei, engoli com carinho a cabeça, e comecei a sugar delicadamente, mamando gostoso, engolindo as ultimas gotinhas de porra que ainda restavam.
          Fui sentindo ele endurecer novamente na minha boca, cada vez mais dura, até que em pouco tempo estava apontando pra cima de novo e eu mamava gostoso na vara do Carlos que me chamava de putinha deliciosa, alisava minha bunda e enfiava os dedos na buceta, forçava a ponta do dedo no meu cuzinho que piscava desesperado querendo ser comido.
Vem meu gostoso, vem que eu quero essa picona enterrada no meu cú! Me fode gostoso no rabinho, vem que eu quero esse caralho todo atolado dentro do meu cuzinho guloso. Fode a bunda da tua putinha!
Carlos colocou-se por traz e encostou a cabeça da pica nas pregas do meu rabo, eu sentia a tora quente na entrada do meu cu que se contraia louco pra ser arrebentado por aquele monstro.
- Carlos me soca a vara com vontade ! Que eu aguento, quero ser enrabada de verdade, me come com força, fode o me  cuzinho.
- Aiiii delicia de pau, me fode no cu aiiii adoro, mete filho da puta mete no meu rabo esse caralho todo, que ta gostoso aiii aiii como é bom dar o cu!!!! aiii.... aiiii....fode com força que eu vo gozar filho da puta!!! me enche o rabo com porra de macho aiii meu cu ta aiiii delicia aiii..soca soca.
Gozei... gozei um gozo alucinante, algo que ainda não tinha provado...
       Tirou o pau do meu rabo arrombado, me fazendo engolir a cabeça da vara, e começou a solta jatos de porra dentro da minha garganta me chamando de vadia, puta, vagabunda biscate e mandando mamar na pica do seu macho que era assim que eu gostava de ser tratada igual a uma vagabunda.
Durante alguns minutos ficamos ali, descansando, mas Carlos logo começou a me beijar e alisar meus seios, coxas e brincar de esfregar o pau pra frente e pra traz entre minhas pernas, eu estava exausta, mas estava gostoso. Logo o cacete começou a dar sinal de vida novamente e já estava meio duro me roçando na fenda da minha buceta, me deixando molhada de no novo.
Eu rebolava e gemia na pica do meu vizinho gostoso que me falava safadezas ao meu ouvido me apertando os seios e já erguendo uma de minhas pernas, pra enterrar mais fundo a pica grossa em mim.
    - Mexe gostoso minha putinha, rebola na minha vara sua safada que eu sei que é disso que você gosta sua puta, e essa buceta gostosa é minha, e eu vou te foder até você não aguentar mais sua vagabunda gostosa, vou te encher de porra que é o que você merece vadia .
      - Toma vagabunda gostosa, to te enchendo de porra quente sua putinha, que gosta de ser fodida igual cadela safada.
       Já estava exausta, acabei dormindo toda gozada, acordei no outro dia de manhã tomei banho e preparei um café para o meu macho gostoso.

domingo, 1 de maio de 2016

AMIGAS DE FACULDADE



Sou a Paula e quero dividir com vocês minhas aventuras. Essa diz respeito ao inicio das minhas experiências com outras mulheres. Na época da faculdade haviam poucos rapazes na minha sala e na maioria das vezes em que fazíamos trabalhos em grupo só haviam mulheres em nosso grupo. Estávamos em final de semestre e tínhamos um trabalho muito longo pra fazer. Éramos em cinco mulheres e resolvemos dividir as tarefas para conseguirmos entregar o trabalho dentro do prazo dado pela professora. Numa tarde de sábado resolvemos nos encontrar para finalizarmos tudo, pois a apresentação seria na semana seguinte. Era quase fim de ano e fazia muito calor naqueles dias. Eu estava com uma minissaia, uma calcinha minúscula e um top que deixava minha barriguinha a mostra. Nos encontramos no apartamento de uma das meninas do grupo que morava sozinha, a Renata, uma loira escultural, muito bonita, cortejada por todos os rapazes da faculdade. Fui a primeira a chegar e vi que Renata também estava bem à vontade com um shortinho e uma camiseta regata. Logo em seguida chegaram as outras meninas: A Lu que estava com um vestido florido, a Carlinha, que chegou muito cheirosa e por fim a Andréia que estava com uma saia e uma camisete. Todas estavam vestidas de acordo com a estação, porém eu e a Renata estávamos mais à vontade. Iniciamos nossas atividades e conversavamos sobre muitas coisas, sobre a formatura que se aproximava, sobre as matérias que ainda teríamos prova e coisas do tipo. A hora passou bastante rápido e logo as meninas tinham terminado suas partes e só faltava eu concluir a minha. Notei Renata conversando com as meninas enquanto eu estava no computador finalizando minha parte. Renata voltou para a sala e logo as outras também voltaram. Andréia disse que teria que ir embora e com um sorriso maroto se despediu de nós. A Carlinha e a Lu olharam para Renata, piscaram para ela e trataram de inventar uma desculpa qualquer e saíram sem mais justificativas. Achei normal, afinal elas já tinham terminado suas partes no trabalho, só não estava entendendo aqueles olhares maliciosos. Enfim ficamos eu e Renata. Ela disse que iria tomar um banho e que era para eu ficar à vontade pois logo voltaria. De onde eu estava era possível ver o banheiro. Renata fez questão de deixar a porta aberta e continuava conversando comigo enquanto tirava a roupa. Sem que eu percebesse comecei a acompanhar seus movimentos enquanto ela se despia. Nunca tinha estado com uma mulher e até então meu negócio era homem. Aliás eu gozava muito com meu ex-namorado. Mas aquela situação estava realmente mexendo comigo e comecei a fantasiar coisas. Quando ela terminou seu banho, se enrolou em uma toalha e se aproximou de mim. Tentei disfarçar mas ela percebeu minha inquietação. Eu já havia terminado meu trabalho e ela perguntou se eu não gostaria de tomar um banho também. Eu estava muito cansada e achei que seria uma boa idéia tomar um banho para relaxar um pouco. Enquanto eu tomava meu banho, Renata providenciou uma roupa limpa para mim. Só que percebi que ela trouxe apenas uma calcinha e mais nada. Vesti a calcinha e fui procura-la para que ela me desse algo mais para vestir, mas ela disse que estava muito calor e se eu não gostaria de permanecer daquele jeito. E eu sem perceber acabei aceitando sua sugestão. Então Renata foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de champagne e duas taças nas mãos. Ela abriu a garrafa e encheu as duas taças. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar. Eu estava confusa em meus pensamentos sem saber se era fantasia da minha cabeça ou se realmente estava rolando algo entre nós. Eu perguntei a Renata como ela se sentia sendo desejada por todos os rapazes da faculdade e ela me revelou que não gostava da situação pois na verdade ela preferia estar com uma mulher. Diante daquela resposta tive certeza de que não era fantasia da minha parte. Tomamos quase toda a champagne e estávamos muito alegres, rindo de tudo. Ela se aproximou de mim e disse que eu era muito bonita. Fiquei um pouco sem graça e retribui o elogio dizendo que ela também era linda. Ela passou a mão pelos meus cabelos, me acariciou no rosto e foi se aproximando falando coisas no meu ouvido. Eu estava toda arrepiada e um tesão incontrolável percorria meu corpo. Ela tocou meus lábios suavemente e depois me beijou com muita paixão. Eu correspondi a seus beijos enquanto dizia que aquilo tudo era loucura. Renata me tranqüilizou e disse para nos entregarmos as nossas sensações e foi o que fizemos. Renata levantou-se e desenrolou a toalha de seu corpo. Pela primeira vez na vida tinha uma mulher nua tão próxima de mim. Ela me deitou no sofá, tirou minha calcinha e ficou me beijando e dizendo que meu corpo era lindo. Beijou meus seios e foi descendo por minha barriga, até chegar na minha bucetinha. Ela afastou um pouco minhas pernas e começou a me chupar. Sua língua era deliciosa e aquela sensação de ter uma mulher me chupando era indescritível. Ela chupava com muito tesão, enfiava toda sua língua em minha xaninha e eu me derretia de prazer. Quando ela introduziu seu dedo em mim e continuou chupando meu grelinho não agüentei e gemi muito gostoso. Percebendo que eu gozaria logo, Renata intensificou os movimentos e logo eu estava gozando na boca de outra mulher. Foi o orgasmo mais gostoso da minha vida até então. Diante de tudo aquilo fiquei interessada em saber como seria chupar uma buceta e Renata me deu a chance de saber. Eu queria muito retribuir a ela todo aquele prazer que eu acabara de ter. Fomos para o tapete e comecei a beijar Renata. Ainda podia sentir o gosto do meu gozo em sua boca. Fui beijando seus seios que eram lindos, uma perfeição. Desci por sua barriguinha, beijei seu umbigo e fui seguindo aqueles pelinhos loiros que me conduziram até aquela buceta maravilhosa. Ela era muito cheirosa. Seu perfume se misturava com o cheiro inconfundível de uma buceta sedenta por sexo. Comecei lambendo seu grelinho e seus lábios. Que sabor delicioso tinha aquela xaninha e eu sem conhecer aquilo tudo. Suguei seu clitóris com força e ela começou a gemer me pedindo para continuar. Percebi que ali era o ponto onde eu deveria me concentrar e tratei de fazer com muita vontade. Abri sua bucetinha com as duas mãos e enfiei minha língua bem fundo nela. Renata gemia como louca. Eu não via a hora daquela mulher gozar na minha boca. Ela me pediu para enfiar o dedo em seu cuzinho pois ela queria gozar. Assim que enfiei meu dedo em seu cu ela começou a rebolar e gritar. Ela segurava em meus cabelos dizendo para não parar. Eu podia sentir que ela estava prestes a gozar então pedi que ela gozasse em minha boca pois queria que ela fosse a primeira mulher de quem eu sentiria o gozo. Ela me brindou com seu néctar maravilhoso. Minha cabeça estava a mil e a sensação de ter uma outra mulher gozando na minha boca me fez gozar novamente. Estávamos exaustas no chão. Nos abraçamos e tiramos um breve sono. Ao acordar beijei novamente aquela boca deliciosa e agradeci por tudo. Ela disse que não precisava agradecer e com um sorriso no rosto disse que em breve teríamos mais noites como aquela, afinal nossas amigas também iriam me provar. Finalmente entendi porque elas tinham saído tão apressadamente. Estava tudo combinado entre elas. Renata me revelou que ela e nossas amigas se amavam regularmente e que apostaram para ver quem me pegaria primeiro. Depois dessa noite tivemos outras na companhia das demais, mas isso eu conto depois. Espero que tenham gostado. Beijos meninas