domingo, 31 de dezembro de 2017
CASADINHA DANDO NO POMAR VENDO O MARIDO JOGAR FUTEBOL
Olá a todos meu nome é Solange, vou tentar contar a vocês de maneira sucinta a maior loucura que aconteceu na minha vida até duas semanas atrás. Confesso nunca ter pensado que isso fosse acontecer comigo e não sei de onde tirei coragem para levar adiante, pois estou pasmada e ainda não me recuperei totalmente. Confesso ter adorado me sentir desejada, cobiçada isso eleva à auto estima de qualquer mulher, embora que seria muito melhor se esses sentimentos fosse da pessoa amada que escolhemos para ser o pai dos nossos filhos.
Sou morena clara, 27 anos, 1.65m, 58 kg, olhos castanho escuro, cabelos pretos um pouco abaixo dos ombros. Meu corpo é compatível com minha altura. Não sou nenhuma miss, mas também não sou de se jogar fora, me considero uma mulher bonita, e pelos elogios que ouço na rua, mesmo com dois filhos ainda faço parte das fantasias de muitos homens.
Sou de uma família humilde e muito religiosa, criada num sistema rígido onde todas as mulheres tinham que chegar ao altar ainda virgem e comigo não foi diferente. Falar sobre sexo com minha mãe nem pensar, esse assunto era tabu em casa, mesmo sob os olhares atento dos meus pais e irmãos mais velhos, a única coisa que rolava entre eu e meu noivo na época era aquilo na mão, mão naquilo e não passava disso. Sempre que meu noivo tentava algo mais, eu não deixava ir adiante para não ficar mal falada como ainda dizem na cidadezinha em que fui criada no interior de São Paulo. Portanto, tudo que sei sobre sexo aprendi com meu marido, nada mais que o trivial.
No começo era tudo as mil maravilhas, mas com o passar dos anos e duas gravidez, senti o desejo do meu marido se apagando cada vez mais, e tenho quase certeza que o motivo deste gelo todo é uma prima que ele comia quando era solteiro. A prima dele é bem mais feia de rosto do que eu, mas a cadela tem um corpo de fazer inveja a todas as mulheres da família, mas mesmo assim amo-o de coração.
Depois que nos mudamos para Curitiba, fiz amizade com um casal maravilhoso que mora perto de casa, a Ivone e o Paulo. Ivone é 20 anos mais nova que o seu marido, mas as histórias que ela conta sobre ele é de fazer inveja a qualquer mulher casada. Ela diz que seu marido a procura todas as noites e quando as crianças vão pro colégio ela tem que evitar ficar perto dele, pois ele quer meter nela a todo instante, às vezes até três vezes ao dia. Confesso que às vezes tenho inveja da Ivone, pois gostaria de sentir desejada pelo meu marido assim como ela é desejada pelo Paulo.
Meu marido é marceneiro, e por indicação da Ivone e do Paulo, ele fez uns móveis para Seu Carlos, e como ele gostou muito do serviço, arranjou muitos clientes para nós. Fui conhecer o seu Carlos em uma festa que deu na chácara dele na região metropolitana de Curitiba, um lugar paradisíaco com muito lagos, um enorme pomar com uma grande variedade de frutas, campo de futebol e muitos animais. Eu me sentia em casa, fazia me lembrar do sítio em que fui criada.
Seu Carlos é um homem comum, branco, uns 50 anos, 1.75m, mais ou menos uns 85 kg, com uma barriguinha de cerveja, mas um homem lindo e encantador. Gosta de viajar de motos. Como ele dizia entusiasmado ao meu marido e os que estavam ao seu redor, que já percorreu o Brasil inteiro com sua enorme moto, e já passou por todos os países do MERCOSUL. Eu um pouco afastada ouvia atentamente ele contando suas aventuras e mostrando muitas fotos que confirmava o que ele dizia. Eu flutuava em meus pensamentos tentando visualizar algumas cenas que ele narrava e pensava; porque meu marido não é assim? Não precisava ter a conta bancária do seu Carlos, apenas o espírito aventureiro. Cada vez que o chamava para ir à praia, ao cinema, ou sair para dançar coisa que adoro. Como sempre, a sua resposta era não.
Enquanto ouvia as aventuras do Seu Carlos e pensava no rumo que minha vida tinha tomado, me toquei que estava exagerando um pouco na bebida, então resolvi me controlar. Notei que seu Carlos disfarçadamente não tirava os olhos das minhas pernas e no decote da minha camiseta que mostrava um pouco os meus seios. Sempre que meu marido saía para pegar cerveja ele me olhava com um sorriso malicioso e me media dos pés a cabeça, eu sem maldade alguma fitava o olhar dele retribuindo o sorriso. Nós mulheres temos uma capacidade incrível de sentir que estamos sendo paquerada, então passei a prestar mais atenção nos gestos do Seu Carlos. Quase me engasguei quando ele me olhou e disfarçadamente por debaixo da mesa levou a mão até seu pau e ajeitou por dentro da bermuda. Ele apertou, levantou e abaixou umas três vezes aquele trem duríssimo fazendo questão que visse o tamanho e a grossura daquilo.
Por mais que tentasse não conseguia tirar os olhos enquanto seu Carlos segurava seu amiguinho, aquele gesto pareceu me hipnotizar. Acho que como estava sentada num muro baixo logo a sua frente, devo ter me descuidado e facilitasse para que visse minha calcinha ou coisa assim, mas se isso aconteceu juro que não foi intencional da minha parte. Tentando disfarçar e esconder a vermelhidão do meu rosto, levantei-me rapidamente e corri para o banheiro não acreditando na ousadia do Seu Carlos fazendo aquilo tudo na maior naturalidade com o meu marido ao seu lado. Homem é um bicho bobo mesmo, com umas cervejinhas na cabeça esquece-se de cuidar do que é seu, embora que meu marido nem sóbrio me dá atenção, quanto mais bêbado. Há se ele soubesse! Por mais indignada que fiquei a cena do seu Carlos me mostrando seu cacete não saia da minha mente, com certeza uma sementinha tinha acabada de ser plantada no meu subconsciente e fiquei imaginando como seria aquilo ao vivo, poder tocar, chupar. Pelo jeito era um pau muito grande, será que teria coragem de deixar seu Carlos botar aquilo tudo dentro da minha bucetinha? Pois o pau do meu marido não chegava nem perto em relação a tamanho e grossura.
Depois daquela demonstração, resolvi me afastar dos homens e fui pra cozinha ajudar as mulheres no almoço, e lá conheci dona Ângela a esposa do seu Carlos. Eles formavam um casal maravilhoso, pois ela é tão encantadora quanto ele, e pelo que pude perceber eles viviam um relacionamento aberto. Eu nem sabia o que era isso, só depois que a Ivone me contou o que realmente era um relacionamento aberto, pois até o momento nem imaginava que um casal que se ama pode viver assim. Dividir meu marido com outras mulheres nem pensar, sou muito ciumenta pra isso. Só o fato de achar que minha prima está dando pro meu marido, me faz remoer por dentro e se descobrir que é verdade, acabo com meu casamento na hora e volto pro interior morar com meus pais.
Depois do almoço algumas pessoas foram descansar no bosque, outros foram pescar e eu fiquei com as mulheres ajudando a lavar as louças e limpar a casa. Depois de terminado a limpeza me sentindo um pouco cansada, sentei-me em um sofá na varanda e peguei no sono, acordei com os homens na maior algazarra no campo de futebol, inclusive meu marido, então resolvi ir até lá. Fiquei um tempo no campo e resolvi dar uma volta no pomar, pois me encantei com aquelas árvores frutíferas carregadas, tinha galhos de mexerica quase quebrando de tanto que tinha. Perdida em meus pensamentos fiquei admirando um pé enorme de manga aonde a galhada chegava até o chão. Estava tão distraída que nem notei que estava sendo seguida, e me assustei quando alguém veio por trás tapou meus olhos com as duas mãos colou seu corpo no meu e carinhosamente foi me levando pra debaixo da mangueira, a pressão que fazia na minha bunda dava para sentir um cacete me cutucando parecendo querer entrar mesmo por cima da saia e da calcinha que estava usando.
Pensando que fosse meu marido disse:
- Para com isso Cleversson, alguém pode ver a gente.
Ouvi um sussurro no meu ouvido:
- Shiii!!! Relaxa!!
Logo as mãos que tapavam meus olhos desceram até meus seios e começaram a apertá-los com carinho, quando percebi que não era o meu marido que estava me bolinando, me assustei e tentei me esquivar, mas fortemente meu admirador me abraçou forte contra seu corpo não deixando escapar, e disse nos meus ouvidos:
- Solange, estou louco de tesão por você, e não aguento mais de vontade de chupar esses peitinhos e meter meu pau na sua bucetinha, você esta me deixando maluco.
- Você está louco seu Carlos? Me solta! O pessoal pode ver a gente!
- E tem mais! - Nunca sequer passou por minha cabeça trair meu marido!
- Poxa Seu Carlos, a tua mulher e o meu marido estão aqui, imagina se eles nos pegam!
Sem dizer nada seu Carlos desceu as mãos pelas minhas coxas e empalmou com vontade minha bucetinha que de tão estufadinha que estava encheu a palma da mão dele. Logo senti minha calcinha ser afastada e dois dedos adentrarem na minha bucetinha bem no fundo pra logo ser tirado para brincar com o meu grelinho. Estava tão bom que mesmo querendo dar um basta naquilo meu corpo pedia para relaxar e deixar acontecer.
Minha saia há esta hora estava na minha costa e minha bucetinha estava preste a ser arrombada por um cacete enorme, foi quando a razão falou mais alto e resolvi dar um basta. Seu Carlos percebendo minha recusa, rapidamente abriu minhas pernas e senti algo gigante abrindo passagem e adentrando na minha bucetinha ocupando todos os espaços de dentro dela fazendo a coitada atingir seu grau máximo de elasticidade e percorrendo lugares nunca antes explorados. Cheguei a perder o fôlego enquanto aquele invasor empurrava meu útero até que senti um saco enorme encostar-se às minhas coxas, só então olhei pra trás e vi seu Carlos com um sorriso no rosto e me disse:
- Nossa morena, como você é apertadinha!!! Que delícia!!!
- O senhor está louco? Tira isso de dentro de mim, meu marido nos mata se pegar a gente!
- Calma morena, relaxa, o seu marido está ali no campo jogando!! Veja!!
Olhei em direção ao campo e realmente meu marido corria atrás da bola como uma criança sem saber que a poucos metros a sua frente sua mulher estava debaixo de uma mangueira com um pau enorme de um desconhecido atolado na buceta.
Mesmo com o coração na boca e um pouco assustada com o que estava acontecendo resolvi tentar me relaxar e aproveitar aquele momento.
Quando me veio à cabeça de quantas vezes meu marido tinha me trocado por sua prima, tive certeza que levaria aquilo até o final.
Seu Carlos percebeu que não estava mais oferecendo resistência e começou a me estocar devagarzinho até me acostumar e aos poucos foi aumentando o vaivém. Logo aquele desconforto que me causou no início da penetração, deu lugar a uma sensação maravilhosa, totalmente indescritível.
Minha bucetinha agora bem mais lubrificada recebia com certa facilidade aquela pica maravilhosa que me fazia gemer quando Seu Carlos socava fundo e forte em mim.
Confesso que já tive orgasmos maravilhosos com meu marido que não tem um pau tão grande e nem tão grosso, mas a sensação de sentir um monstro invadindo minha bucetinha foi diferente de tudo que já vivi. Já que quem está na chuva é pra se molhar, enquanto me apoiava na mangueira com as mãos, empinava meu rabinho o máximo para receber cada centímetro daquela anaconda dentro de mim.
Em volta do campo, estava minha amiga, dona Ângela, uns amigos da família. O pessoal se desmanchavam em gargalhadas com alguns lances que acontecia no campo e meu marido era o personagem principal, pois era o mais perna de pau como diziam. Ele dava risada e falava alto enquanto eu gemia no cacete do seu Carlos com a buceta toda arregaçada.
Para me provocar seu Carlos dizia:
- Esta gostando de levar vara na bucetinha vendo seu maridinho?
- Estou disse com a voz meio embargada.
Seu Carlos vendo meu marido e todo aquele pessoal disse:
- Estou quase gozando morena, você é deliciosa, que bucetinha apertadinha. Naquele momento já não estava me conhecendo, pois as palavras vinham na minha boca não sei como.
- Goza logo então, está doendo, mas mesmo assim estou adorando seu pau na minha bucetinha!!!
- Goza logo filho da puta!!!
- Goza bem no fundo Enche minha bucetinha de porra enche!!!!
Seu Carlos aumentou o ritmo das estocadas socando com toda força na minha buceta. A batida dos nossos corpos dava para escutar de longe. Meus cabelos se espalhavam pela minha costa e meus peitinhos balançavam a cada estocada.
Seu Carlo passou a meter sem dó àquela tora na minha bucetinha que já não era tão pequena assim.
Eu com uma mão tentava me apoiar na mangueira, com a outra mão tapava minha boca para evitar que meus gritos nos denunciassem tamanho o tesão que estava sentindo naquele momento.
Eu dizia:
- Gooooza Seu Carlos!!! Você está me rasgando... Não aguento mais... Vou gozar... Uuuuiiii!!!!
O chão fugiu dos meus pés, minhas pernas bambearam e meu corpo foi invadido por uma onda de calor e frio ao mesmo tempo.
Seu Carlos percebendo que estava gozando, com suas mãos fortes e másculas, empalmou meus seios me segurou firme e me estocou forte e profundamente me apertando contra seu corpo. Quando senti o primeiro jato de porra inundando minha bucetinha, foi como se tivesse ligado um interruptor dentro de mim, a eletricidade passava por meu corpo em forma de espasmos. Seu Carlos me apertava contra seu corpo beijando meu pescoço e minha nuca. Enquanto me recuperava daqueles orgasmos múltiplos, alucinantes meu corpo parecia ter sido possuído por uma entidade.
Seu Carlos continuou de pé agora encostado na mangueira, eu de costa pra ele curtia sua boca que mordia meu pescocinho e suas mãos apertando de forma carinhosamente meus seios enquanto seu pênis ainda duro descansava dentro da minha bucetinha.
Após um longo silêncio curtindo aquele momento, Seu Carlos disse:
- Foi bom demais minha linda, como você é deliciosa.
- Sei que é loucura o que estamos fazendo, pois é a primeira vez que estou traindo meu marido, mas confesso que estou adorando o Senhor dentro de mim!!!
Seu Carlos se mexeu e seu pau agora mole saiu da minha bucetinha deixando um vazio enorme dentro de mim, também senti uma quantidade enorme de porra escorrer por minhas pernas.
Seu Carlos pegou minha calcinha e carinhosamente foi me limpando tirando todos os vestígios de porra que teimava em escorrer por minhas pernas. Após ter me limpado vestiu sua bermuda se agachou na minha frente e sugou minha bucetinha com sua boca não deixando nada que denunciasse nossa rápida trepada casual. Antes de sair deu um beijo na minha bucetinha se levantou e disse no meu ouvido:
- Esta foi à primeira de muitas vezes que vou fazê-la gozar no meu pau morena gostosa. Eu fiquei muda vendo aquele senhor se esgueirando pelo pomar até sumir de vista. Dei um tempo para recuperar minhas forças e ainda incrédula por ter tido coragem de ter dado minha bucetinha para um quase desconhecido, fui caminhando devagar até o campo bem na hora que o jogo tinha terminado. Dei graças a deus por ninguém ter notado minha ausência.
Chegando a casa corri para o banheiro e quando fui lavar minha bucetinha foi que percebi que estava sem calcinha, pois o danado do seu Carlos com certeza guardaria como troféu. Fui até o quarto que ficamos, vesti outra calcinha para que meu marido não suspeitasse de nada, e colei no meu marido até a hora de voltarmos para casa. Na despedida seu Carlos não tirava os olhos de mim talvez imaginando o que se passava por minha cabeça.
Já faz duas semanas do acontecido e mesmo me sentindo culpada, fico imaginando eu e o seu Carlos sozinhos em um quarto com todo o tempo que precisarmos para curtir o prazer total. Cheguei até a sonhar que chupava aquele pau enorme e seu Carlos querendo de toda maneira comer meu cuzinho. Chupar com certeza chuparia, mas aguentar aquela tora enfiada no meu cuzinho seria um sonho totalmente impossível.
A Ivone passou o número do meu celular para seu Carlos, ele me ligou várias vezes, mas até agora ainda não tive coragem de atender. Vou tentar botar uma pedra sobre tudo o que aconteceu e viver só das lembranças que ficaram daquele delicioso final de semana.
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
EU PROFESSORA SAFADA FUDENDO COM MEU ALUNO
Me chamo Camila, tenho 38 anos, mas aparento ter uns 10 anos a menos. Sou professora do curso de educação física, sou loira, olhos cor de mel, corpo atlético e bronzeado. Sou casada a 10 anos mas meu fraco sempre foram caras bem mais novos do que eu.
Meu marido é empresário, ele vive para o trabalho e é difícil me deixar satisfeita, então eu sempre recorri a vídeos eróticos. Eu tenho muitos alunos de 18, 19 anos que são lindos e sempre namoram com as patricinhas da faculdade. Em especial tenho um aluno chamado Gustavo, que é muito popular, todo malhado e faz sucesso com as meninas. Eu já tinha ouvido falar em como ele é pegador e a fama dela corria a faculdade inteira.
Nas nossas aulas eu via esse garoto malhando com um short que marcava seu pau que parecia ser grande e uma camiseta apertada que dividia seus músculos definidos. Eu me sentia cheia de tesão e culpada por desejar outro homem, ainda mais sendo aluno, mas o instinto da safadeza sempre falou mais alto e eu já tinha traído meu marido antes, então já era acostumada a ser cachorra.
Um dia o Gus me procurou porque ia fazer um concurso para a PM e queria que eu o ajudasse na prova física. Fiquei sendo preparadora dele e nos fins de semana a gente se encontrava na faculdade para ele treinar. Na natação eu percebi que assim que entrei de biquíni na piscina, ele ficou de pau duro e pra disfarçar entrou na água.
Eu tava bem afim de uma sacanagem gostosa com ele, aproveitei pra me insinuar toda, bem discreta claro, mas ele sacou meu jogo e começamos a conversar sobre relacionamento e um tempo depois o assunto já tinha chegado em fantasias sexuais. Eu disse pra ele que tinha uma vontade louca de transar dentro daquela piscina ou do vestiário, mas que meu marido era bem careta com relação a fantasias sexuais. Ele me disse que se fosse meu namorado ele toparia, e me pegaria de jeito naquela piscina.
Nesa hora minha boceta ficou molhadinha, não aguentei mais e me aproximei dele, o Gustavo me agarrou, me beijou gostoso, sorte a nossa que só tinha o porteiro nesse dia, mas mesmo assim fiquei com medo e chamei ele para ir ao vestiário feminino comigo. Entramos lá a rola dele tava quase saindo pela lateral da sunga, então ele me puxou pra uma cabine, me trancou lá e disse que já sabia que era aquilo que eu queria e que a muito tempo tava doido por isso.
O homem tinha uma pegada, que até hoje lembrando eu fico com tesão. Ele me deu um beijo gostoso enfiando sua língua molhada na minha boca, apertando minha bunda, fazendo carinho no rego e enfiando os dedos grossos na entrada do meu cuzinho e deixando ele piscando loucamente.
Ele afastou meu biquíni, sentou no vaso e disse que eu ia sentir o pau dele pulsando gostoso na minha bocetinha. Fiquei louca, sentei, ele tirou a parte de cima do meu biquíni e chupou os bicos durinhos dos meus peitos rosadinhos, mordia, apertava forte, depois apertava minha bunda pra aumentar o ritmo da cavalgada na sua pica. Ele gemia gostoso, um gemido de macho, eu também não aguentei e gemi. Rebolei no pau dele, ele me chamando de puta gostosa, eu falando que a rola dele era uma delícia, que queria que ele arrombasse minha boceta todinha.
Até que ele me virou, colocou de quatro apoiada no vaso, deu uma cuspida na mão e lambuzou meu cuzinho. Fiquei nervosa, sempre fico quando vou fazer anal, mas o tesão era muito forte, deixei ele estocar de uma vez só aquele pau grande no meu rabo enquanto ele me puxava pelos cabelos com uma mão e pegava minha cintura na outra. O saco dele era enorme e batia no meu rabo, um tesão! Eu gemi alto, não tava nem aí se alguém ouviria, queria é ser fodida por aquele macho.
Ele perguntava:
– Tá gostando da minha pica no seu cuzinho professora? a senhora é muito gostosa, seu cu é tão apertadinho, tá esmagando meu pau.
Eu só conseguia pedir: – Me fode! me come com esse pau gostoso. E vi que ele metia mais forte quando eu falava sacanagem.
Não demorou pra ele gozar, e pra me compensar ele me chupou gostoso, enfiou a língua na minha xota, sugou meu grelinho e em poucos instantes eu gozei gostoso na boca dele. Foi um sexo delicioso. Fiquei tão viciada nisso que até hoje pego meus alunos e levo para esse vestiário.
Autor desconhecido
MORRENDO DE TESÃO PELA CUNHADA
Meu nome é Augusto, tenho 29 anos, sou alto, moreno e gosto de me manter em forma fazendo atividade física. Sou casado a 3 anos com a Rafaela, uma mulher muito linda, que me satisfaz na cama e tudo mais, mas hoje vou falar da irmã dela, a Gabi.
Essa minha cunhada é muito linda, é casada também com um cara gente fina mas que passa a maior parte do tempo viajando e deixa esse mulherão sozinha em casa. Desde que conheci minha cunhadinha eu nutro um tesão absurdo por ela, já punhetei várias vezes pensando nessa gostosa. Ela tem a maior cara de safada, totalmente diferente da minha mulher, que tem um rosto angelical.
A Gabi é muito vaidosa, além de linda, só vive cheirosa, bem cuidada, maquiada, aliás, todas as mulheres da família são assim. Ela tem uma barriga retinha, bunda linda, seios durinhos, coxas torneadas e cabelos lisos enormes que vão até a metade das costas. Apesar de ter cara de safada, ela sempre foi muito discreta, nunca vi ela falando nem palavrão, sempre foi meio tímida e me tratou bem.
Um dia o ápice do meu tesão por ela foi quando fui ajudar o marido dela a instalar a internet pra gente poder ver os jogos na smartv. Ela tinha saído pra academia e voltou pra casa com uma camiseta bem justinha, uma calça legging que deixou sua boceta marcada e eu não pude parar de olhar e tava bem suadinha. Ela me cumprimentou de longe porque não queria me abraçar suada, mas observei ela sair e vi sua bunda deliciosa, fiquei doido de tesão por ela.
Depois de terminarmos tudo, fomos assistir jogo bebendo cerveja e ela voltou toda cheirosa com um vestido bem justinho que realçava seu corpo bem feito e dessa vez disse:
– Pronto, agora tô limpinha e posso te cumprimentar. Eu gelei quando ela me abraçou e avisou ao marido que ia no salão fazer as unhas. Sentei ali e uns 5 minutos depois disse ao marido dela que ia ao banheiro. Entrei no banheiro que ela tomou banho, coloquei meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Meu pau tava duro, latejava de dor, era muito tesão.
Eu vi uma calcinha dela no box, provavelmente a que ela tinha usado antes de tomar banho e peguei pra cheirar. Que delícia o cheiro daquela mulher, chega fiquei gelado e me arrepiei. Tinha um cheiro gostoso de fêmea, de boceta e passei a esfregar a calcinha dela no meu pau depois comecei a me masturbar cheirando essa calcinha minúscula.
Depois desse dia começou meu tormento, fiquei obcecado por ela e um dia fomos todos para o sítio dos meus sogros, a minha esposa, a Gabi, os outros irmãos delas, sobrinhos, primos, tios, ou seja, a família toda. O sítio é grande, tem 6 quartos e eu e minha mulher ficamos no quarto ao lado do da Gabi, o marido dela não foi porque estava viajando. Foi muito bom, curtimos, fizemos churrasco, bebemos pra caramba e tomamos banho de piscina. Minha cunhada começou a ficar soltinha e dançou funk com as primas, descia até o chão de shortinho, eu sem aguentar de tesão tive que sair dali.
Fui ai banheiro que ficava nos fundos e era onde ela e minha esposa tomavam banho, aí achei outra calcinha da Gabi, sentei no vaso e comecei uma punheta frenética cheirando aquela calcinha, quando de repente dei uma gozada e deixou ela toda meladinha. Fiquei com medo de alguém desconfiar e tentei limpar mas justo nessa hora a Gabi entrou bebinha e me pegou com a calcinha dela na mão.
Nunca vou esquecer a cara que minha cunhada fez, fiquei nervoso, imaginei a merda que ia dar se ela contasse a todo mundo, e ela perguntou porque eu tava com a calcinha dela melada na mão. Eu disse que pensei que era da Rafa, mas ela não acreditou e disse que aquilo era nojento.
Pra minha sorte ela não comentou nada e passei a evitar minha cunhadinha e no dia seguinte eu fui dar uma volta pelo laranjal, tinha um rio dentro do sítio e eu queria ficar a vontade sozinho enquanto a família se divertia.
Enquanto eu tava lá tomando um banho de rio a Gabi chegou e perguntou se podia me fazer companhia. Eu disse que sim, aí a gente ficou lá dentro conversando besteira, até parecia que ela tava fingindo que não viu nada aquele dia no banheiro, mas eu tava de boa, observando ela de biquíni no rio e meu pau não aguentou a cena e ficou duro.
Ela comentou que tinha tomado um susto e que nunca pensou que eu tinha tesão nela, e já que ela tocou no assunto eu disse que ela me deixava louco e que a muito tempo eu tinha vontade de transar com ela. Ela ficou calada um tempo e sem dizer nada passou a mão no meu pau enquanto olhava desconfiada para os lados, com medo de alguém aparecer, sei lá.
Eu não acreditei nessa gata pegando na minha vara, ela comentou que meu pau tava duro e disse:
– Tá doido pra me sentir sentando no seu pau né?
E isso me deixou com a vara latejando de tesão, e enquanto ela pegava na minha rola eu comecei a estimular a bocetinha dela.
Ela me deu um beijo gostoso, arranhou minhas costas e foi descendo devagar, abocanhando minha rola. Ela colocou tudo na boca, chupava tudo, meu pau, meu saco e me deixou louco. Depois de uns minutos chupando eu puxei ela pelo braço, dei um aperto na safada e enfiei minha língua naquela boca gostosa. Depois disso chupei seus peitinhos gostosos que são bem durinhos, falei umas putarias no ouvido dela e quanto mais eu falava mais a vadia gemia bem safada.
Depois me certifiquei de novo que não tinha ninguém e levei ela para uma pedra que tinha ali perto do riacho, coloquei ela apoiada de costas pra mim de uma forma selvagem e beijei as costas dela enquanto apertava seus peitinhos e roçava minha pica na sua bunda gostosa. Ela começou a rebolar e implorar pra eu comer ela, mas antes eu quis chupar sua bocetinha que tava encharcada de desejo.
A safada adorou quando meti a língua e dizia: – Isso, chupa minha bucetinha vai, mete a língua na buceta da sua cunhada seu safado, chupa tudo.
Eu obecedi claro, que bocetinha gostosa, tinha um gosto incrível e depois de tanto chupar fiz ela gozar na minha boca bem gostoso, ela tremeu, gemeu alto, me apertou e relaxou gostoso.
Não me aguentei, segurei ela de frente mesmo e meti na sua xota. Foi uma delícia sentir meu pau entrando pela primeira vez naquela boceta gostosa, segurei a perna direita dela com uma mão e a outra a nuca dela enquanto beijava a safada, chupava seus peitos e deixava ela louca. Acho que ela tava tão carente de sexo que ela tava quase gozando de novo, aí eu parei, virei ela de costas e comecei a foder ela de quatro tendo a visão maravilhosa da sua boceta bem abertinha e do seu cuzinho maravilhoso.
Tava morrendo de tesão e ela pediu pra sentar na minha pica e disse: – vou sentar gostoso mas quero você gozando no meu cuzinho, então ela começou a sentar devagar, rebolou no meu pau enquanto pedia pra eu chupar os peitinhos dela, ela me chamava de safado, dizia que eu tava arrombando ela e não demorou, tirei o pau e fiz ela ficar de quatro de novo pra eu gozar na portinha do seu cu.
A gente se beijou loucamente, nos ajeitamos e ela voltou sozinha pra o sítio e eu fiquei lá no rio ainda com tesão, lembrando da trepada gostosa e inesquecível com minha cunhada gostosa.
Autor desconhecido
O CARA DA PIZZA
Tudo aconteceu em uma noite chuvosa e fria, eu coloquei umas meias furadas, um pijama de unicórnio nada sexy e liguei a Netflix. Eu realmente não sabia o que ia acontecer naquela noite, após devorar uma temporada de Supernatural inteira a fome veio, a preguiça de ir para as panelas foi mais forte e então pedi uma pizza, após alguns minutos o Moto-boy chegou, eu atrapalhada como sempre não tinha organizado o dinheiro nem as chaves tinha deixado a vista, saí correndo para procurar tudo, e então: Achei as chaves!! Mas o dinheiro estava perdido na minha bolsa toda bagunçada e demoraria algum tempo para achar, fiquei com enorme dó do moço que esperava na chuva e então arrisquei e o mandei entrar.
- Desculpa, o dinheiro está aqui dentro mas eu não o acho!
- Deveria ter deixado arrumado antes, tenho mais entregas a fazer, você acha que eu não tenho mais o que fazer?
Fiquei muito envergonhada e então ele percebeu, tirou o capacete e se desculpou pelo jeito rude. Quando eu vi os seus lábios inchados pelo frio, cabelo molhado pela chuva, senti algo que veio lá de dentro, um arrepio que começou na boca e desceu até a minha buceta.
Quando vi como ele era lindo, olhei para mim mesma e vi o horror que estava naquele pijama de unicórnio, onde as calças arrastavam no chão e o blusão tampava toda minha bunda, de pés descalços, apenas cobertos por uma meia velha de futebol furada, fiquei tão vermelha quando cai na realidade sai procurando o dinheiro na bolsa e deixei cair tudo, ele veio me ajudar a catar as coisas do chão no maior cavalheirismo, que pânico! Minha intimidade ali, espalhada pelo chão, vibradores, e uma revista de sadomasoquismo, ele pegou para ver, me olhou. Eu estava com a cara no chão mais vermelha que um pimentão, sentada no chão com os braços encruzados, olhando para o teto, e então ele me pegou pelo queixo, de um modo rude, com as mãos frias e molhadas e disse:
-Não precisa ficar tímida por saber o que é bom! Se
quiser eu poço te ensinar mais algumas coisas que não estão nessa revista!?
Fiquei tão excitada, não pelas suas palavras, mas porque era a primeira vez naquela noite que eu olhava diretamente para o rosto dele, aquele olhar me devorava sem ao menos me tocar, e então em um ato de puro desejo, eu soltei um gemido ao morder meus próprios lábios, aquilo já disse tudo.
E então ele me beijou sua língua quente entrava e saia da minha boca com força, a mesma forma que ele mordia meus lábios, aquele lábios carnudos, eu os devorava, mas logo não aguentava a pressão e deixava ele me devorar a vontade, ele me pegou no colo entralacei minhas pernas em volta de sua cintura, e ele perguntou baixinho em meu ouvido onde era o banheiro, dei a coordenada e ele me levou daquele jeito, molhada por fora porque sua roupa me molhou e molhada por dentro porque seus beijos me molharam, e aquela era a palavra a ser usada para me definir naquele momento, molhada.
Chegando no banheiro ele me soltou e então tirou a roupa dele, para minha surpresa ele não estava usando nada por baixo do uniforme, apenas a pele, sua ereção me deixava com água na boca, aquele lindo pênis volumoso, o maior que já tinha visto, e então eu chupei, não por muito tempo porque ele me arrancou dali pelos cabelo e disse:
-Eu dou as ordens!
Me arrastou para baixo do chuveiro quente, o que fez meu corpo se arrepiar todo, com o pijama molhado o bico do meu peito aparecia, tao excitado como eu estava, me desvendando, deixando claro quem estava ganhando aquele jogo.
Ele tirou meu pijama e me deixou ali, nua, pronta pro abate. Me jogou na parede lambeu lentamente meus mamilos enquanto apertava com força minha cintura, foi descendo e finalmente chegou lá, se ajoelhou, levantou uma de minhas pernas colocou em cima de seu ombro direito e me chupou, ele me chupava de um jeito tão gostoso, molhado e quente, eu puxava meus cabelos em gemidos de desespero e prazer, mordiscava minha cochas até que eu o desejava tanto que implorei:
-Me fode, por favor!!
Ele levantou me pegou pela cintura, me sentou na pia, enfiou só a cabecinha, e disse:
- Então implora!
Eu tinha um orgulho a zelar, mas eu estava com tanta vontade ele mexia com seu pau em mim, e eu o queria tanto que implorei:
- Eu imploro, me fode com toda a força, me fode por favor!!
Ele enfiou com toda a força o pau em mim, que chegava a doer, uma dor que eu nunca queria parar se sentir, e então após algum tempo eu gozei, exausta ele me levou no colo para cama, dormi e acordei no outro dia, ele tinha ido embora. Nunca mais o vi, mas uma coisa eu sei, eu nunca me esquecerei da vez que dei para o cara da pizza.
Ass: Apenas_luh
A PEDIDO DO AMIGO TRANSEI COM SUA MULHER
Olá eu sou o Marcos e todos me chamam de galinha, mas na verdade eu não sou, apenas aprecio as mulheres e adoro sexo.
Curto sexo gostoso sem limites além do prazer de ambos.
Eu trabalho como viajante e tenho um amigo que sempre viaja comigo. Esse amigo se chama Carlos ele tem quase 60 anos, mas é casado com uma mulher com metade da idade dele.
Sarah é o nome de sua esposa e outro dia conversando comigo ele me falou que sempre imagina sua esposa com outro, mas nunca conversou com ela sobre isto, mas que ia adorar saber que ela trepou com outro homem e ainda me perguntou se eu não queria ser este homem para realizar esta fantasia.
Eu falei: - Que isso Carlos somos amigos!
-Sim porque é amigo que gostaria que fosse você o comedor de minha mulher, podemos arriscar se ela topar você tem toda liberdade de foder com ela, você entende, mas tem que ser algo assim conquistado você que tem que ser o caçador dela.
E assim Carlos e eu decidimos que tudo iria acontecer na semana seguinte, viajamos na terça feira e Carlos só iria retornar no sábado à noite e eu voltei na quinta-feira e fui levar umas encomendas para sua esposa.
Quando toquei a campanha ela veio abri a porta quando me viu percebi seus olhos brilharem e falei que seu marido ficou na cidade e só voltaria no sábado.
-Ah que pena ela falou.
Ai eu disse que ele me pediu para entregar umas encomendas.
Dei-lhe o pacote e já ia me afastando quando ela me perguntou se não aceitava um cafezinho afinal tinha lhe feito uma grande favor.
Assim aceitei e ela entrou e eu a segui e fui observando como seus quadris eram largos uma potranca. Sentei numa poltrona aguardando o café, e ela trouxe café e bolo.
Conversamos um pouco e foi quando ela me perguntou se eu tinha percebido algo diferente em seu marido?
-Não. Foi o que respondi ai ela perguntou se por acaso ele arranjava mulher nas viagens?
-Olha para ser sincero as mulheres dão em cima, mas ele sempre diz que já tem uma mulher que é uma ótima amante em casa e não precisa de outras.
-Ah meu Carlos é um homem bom, pena que já está com a idade que está, mas nos damos muito bem em todos os sentidos.
-Eu compreendo e sei como é, minha esposa é mais velha que eu 17 anos sinto que a cada dia nossa intimidade está restrita, ela não gosta de certas coisas ao contrário de mim então eu sou obrigado a procurar fora de casa.
-Você trai sua mulher?
-Não é bem trair Fabiana é apenas compensar a falta se sexo que tenho em casa. Tenho 30 anos estou no auge de minha vida sexual, não posso ficar esperando apenas ter uma transa uma vez por semana, quero mais.
Quero sexo ativo todas posições não apenas um papai e mamãe você entende?
-Entendo Marcos pois o mesmo ocorre aqui em casa!
-Então você vai ficar infeliz esperando apenas por Carlos que chega cansado de viagem e trepa uma vez na noite e vai dormir?
-Você é jovem Fabiana a vida é curta e sexo faz com que nossa vida seja mais prazerosa e feliz.
-Ah Marcos dizer é fácil não posso sair por ai catando um amante que supra minha necessidade e cale a boca para não botar meu casamento a perder.
-Entendo Fabiana, mas para isto existe os amigos tipo eu, estou sempre disposto e além do mais sinto um desejo por você há muito tempo.
Sem dá tempo de qualquer reação levantei segurei em seu braço e puxei ela a meu encontro dando um beijo.
Foi aí que ela perguntou se eu estava doido?
Eu falei que sim mas doido por você, ela se virou querendo sair ai foi que eu encostei meu cacete duro em sua bunda, abracei-a por trás e levei minhas mãos até seus seios. Fabiana a princípio não correspondeu, mas fui insistente falando que nada tinha de errado se tanto eu como ela estávamos carentes que não era traição era apenas suprir nossas necessidades e sem deixar de fazer carinho percebi que aos poucos Fabiana foi cedendo e começou a corresponder. Eu abracei ela de frente e beijei a sua boca com vontade, o vestido era de zíper de trás e fui descendo o zíper, abri e puxei pra frente, Nossa que mulherão estava apenas só de calcinha eu enlouqueci na hora. E afastei um pouco para apreciar em seguida eu a abracei. Falei que ela era deliciosa que iria fazer sentir muito prazer e seria nosso segredo e se não se agradasse jamais eu a procuraria outra vez. Eu estava como louco de tesão meu cacete estava latejando. Fabiana ainda tímida nada disse, mas seu jeito de me olhar era visível seu tesão, então eu segurei em sua mão e falei vamos para um lugar mais sossegado? Ela pegou na minha mão e me guiou até o quarto. Entramos e ela sentou-se na beirada da cama eu me ajoelhei a sua frente alisava seus seios turgidos com os bicos tesos e logo eu mamava os dois, eu mamava seus seios dava mordidinha e beijava sua boca aí fui inclinando em poucos minutos Fabiana estava deitada...Eu comecei a beijar entre suas coxas comecei a lamber e morder a bunda, passei a língua até na bucetinha dela, senti seu corpo estremecer, ai cai de boca chupando sua buceta meladinha. Fabiana soltou um gemido rouco e senti seu mel escorrer pela minha boca, caprichei na chupada sentindo seu corpo estremecer em um gozo intenso. Foi assim que eu esperei Fabiana se acalmar e relaxar um pouco subi na cama ela me olhou, viu meu cacete teso e sem falar nada segurou e começou a mamar meu cacete, mamou as duas bolas eu doido de tesão, não suportava mais ser mamado que estava louco para gozar foi ai que eu deitei por cima dela e ficamos fazendo um 69 delicioso, nossa eu cai de boca na buceta dela, lambi toda, chupei o grelinho e ela gemia. Foi então que sentei ela na beirada da cama e coloquei o cacete na buceta dela, ela cravou as unhas nas minhas costas, e começou a movimentar a bunda de forma que o meu cacete entrava todo na buceta e cada vez mais cravava as unhas, me deu muito tesão, coloquei os braços por baixo das pernas dela erguendo um pouco ai sim o cacete entrava até o pé das bolas, ela gemendo demais gritava vou gozar, e deu uma gozada gostosa na minha pica, que a buceta dela piscava.
Fo ai que teve um momento que eu senti até o cuzinho dela contraindo, eu aproveitei o tesão e gozei dentro daquela bucetinha deliciosa, ficamos abraçados conversando sobre tudo de nossas vidas foi aí que meu cacete saiu de sua buceta melada eu pedi para ela chupar ela segurou meu cacete teso ainda pingando de esperma e caiu de boca chupou ele todo deixando limpo e mais teso. Fomos tomar um banho conversamos muito sobre como iria ficar a situação ela ainda tímida por ter traído seu marido mas disse que não se arrependeu pois estava com muito tesão reprimido. Voltamos os dois limpos e cheirosos para cama e recomeçamos a putaria ela sem querer de início acabou deixando eu fazer um cunete que finalizou em um delicioso sexo anal.
Sentia ela estremecer a cada estocada forte que eu dava em seu rabo delicioso e quando ela gozou eu acelerei mais as estocadas explodi gozando enchendo seu rabo de muito leite.
Fabiana adorou e sorrindo falou que nunca havia gozado tanto em uma foda só e sentido tanto prazer assim. Agora sempre que nos encontramos fodemos muito gostoso e se o marido dela que é meu grande amigo e colega de viagem está viajando eu a como sem dó e piedade deixando sua buceta esfolada e como até o cuzinho, mas estou pensando seriamente em deixar um filho nela afinal é o desejo do marido dela ter uma criança em casa e eu estou gostando muito dela.
Meu bom amigo e colega sabe de nossas transas não se importa e me disse com todas letras que sente-se feliz de saber que sua esposa está muito feliz e saciada na cama. Não que ele goste de ser corno mas adora saber que sua esposa está saciada e feliz na cama afinal devido à idade e problemas de saúde não pode ofertar a ela o sexo que ela deseja. E ele sempre a presenteia com lingerie sexy ela veste desfilando para mim. Eu já tirei algumas fotos dela vestidas com as lingerie e mostrei para marido e ele adorou ver e me pediu que conseguisse tirar foto dela quando ela estivesse nua cavalgando em meu cacete, pois a pedido dele eu fiz sem ela perceber e enquanto ela foi ao banheiro eu mandei para o corno e a resposta foi aplausos e assim...
A nossa amizade continua, mas jamais Fabiana pode saber que seu marido sabe de suas puladas de cerca. E a vida continua.
Autor desconhecido
DANDO NO PROVADOR
Bom, sou uma morena de 30 anos e casada há algum tempinho.
Desde muito nova sempre tive um fogo enorme e meu marido é consciente de que se não corresponder, eu fico em uma situação de extrema carência, mas casamento é isso, às vezes cai na rotina ou acabamos ficando sem tempo pras coisas, mas eu continuo fazendo meu papel, vou pra academia, cuido do meu corpo, à modéstia parte sou dona de um corpaço, tenho um bumbum bem grande e empinado, coxas grossas e uns peitos, que às vezes até me incomodam de tão grandes, mas não dispenso aquele decote que eu sei que deixa os homens loucos.
Como de costume fui à uma loja comprar novas roupas de academia e lá tinha um novo vendedor que me chamou muita atenção e parece que eu também acabei chamando atenção dele, então escolhas e vai escolhas vem, tentei jogar um charminho pedindo uma sugestão "Humm, será que essa sainha vai ficar boa em mim?", surpreendente ele disse que eu tinha um corpo perfeito, então eu ficaria linda. Foi quando dei uma olhada de perto nele, aquela olhada bem safada e deu uma vontade enorme de fuder com ele ali no meio da loja se pudesse, então me virei e continuei a ver mais roupas e vi ele que me olhava e olhava pro meu bumbum e eu andava rebolando de propósito pela loja, até que pedi pra ir até o provador, experimentar umas roupas, então ele foi me acompanhando, me entregou as roupas e se sentou, a loja estava praticamente sem movimento, logo não tinha ninguém além de mim e ele nas áreas dos provadores, foi então que entrei.
Vi que ele se sentou logo a frente, eu deixei a cortina um pouquinho aberta, comecei a me despir, fiquei só de calcinha e sutiã, eu tava com uma calcinha bem fininha e me abaixei exibindo meu bumbum enorme pra ele e olhei pelo espelho, ele tava louco, dava pra ver aquele volumão na calça. Então ele veio abriu a cortina e eu falei "Pensei que não iria vir", ele levantou meu sutiã e meteu a mão dentro da minha calcinha, minha calcinha tava melada, ele me beijou, depois abaixou a calça e vi a pica dele, porra que pica gostosa, grande. Não pude perder oportunidade né, queria cair de boca, sentir o gostinho pelo menos, mas tínhamos que ser mais rápidos, ele me virou e disse no meu ouvido "se apoia, fica de 4 pra mim que vou te foder safada", eu rapidamente me apoiei e ele meteu e socava com força do jeito que eu gosto, agarrou meu cabelo e eu não pude me conter, queria rebolar naquele pau, ele pegava nos meus peitos, fudemos gostoso, eu quis gritar de tanto prazer, até que gozei, quase solto um grito e ele tapou minha boca, ele ainda gozou na minha xaninha.
Ele disse que queria fuder comigo de novo, mas vesti logo minhas roupas e cuidei de sair logo da loja no final nem levei as roupas que escolhi, saí com uma baita vergonha, vi que algumas pessoas me olharam, já faz uns tempos que nunca mais voltei lá.
Essa foi uma das aventuras dessa casada aqui bem safadinha, até a próxima!
Autor: lugsm
O CUNHADO DO MEU NOIVO
Olá amigos e amigas, depois que publiquei o primeiro conto e muitos gostaram tomei coragem para continuar à publicar mais, e espero que gostem de mais esse.
Existe um ditado que diz: "Onde passa um boi, passa uma boiada". Digo isso porque depois que trai meu noivo pela primeira vez, uma sensação gostosa tomou conta de mim depois de alguns dias, nos primeiros dias fiquei meia mal, pois não achava certo ter feito aquilo com o Roberto, mas depois isso passou e comecei a ter muita vontade de fazer outras vezes, mesmo tendo vontade de contar a ele eu ainda não tinha coragem suficiente, então o jeito era continuar dando escondida.
Tudo começou no primeiro dia que conheci a família do Roberto, desde o primeiro dia eu percebi os olhares de seu cunhado Alessandro para mim, eu não dava bola, mas também não quis falar com Roberto até porque só olhar não arranca pedaço, o tempo foi passando e sempre que eu ia à casa de Roberto e Alessandro estava lá, os olhares eram inevitáveis. Como falei antes eu não ligava, mas depois que eu tinha dado pela primeira vez para outro, comecei a ter tesão em imaginar aquele safado me comendo, até porque ele não era um homem de se jogar fora, moreno, cerca de 1,77 mais ou menos, magro e pelas histórias que eu ouvia de algumas amigas que o conheciam tinha uma bela rola(que eu comprovei e provei depois). Pois bem, no Natal de 1997, eu fui para a casa do Roberto, a família dele estava quase toda reunida lá e claro que seu cunhado também estava. Eu nesse dia usava uma calça jeans bem apertada que realçava bem minha bunda e notei claro os olhares de Alessandro para ela. A festa foi rolando e eu tinha tomado uns vinhos também, e um tesão danado. Em determinado momento eu estava sozinha dentro da casa lavando algumas louças que estavam na pia e de repente sinto alguém segurando na minha cintura e me encochando, achei que fosse o Roberto, mas ao olhar pra trás, um misto de raiva e tesão ao mesmo tempo me bateu, pois era o Alessandro, eu só virei e perguntei se ele estava louco, ele me deu um sorriso e me chamando de safada, falou que apostava que eu tinha gostado. Pensei em gritar e brigar, mas não queria estragara festa de ninguém, então sai de perto dele e fiquei lá fora conversando com todos. Claro que aquilo me deu muito tesão não posso negar, mas eu tinha achado muito abuso da parte dele, apesar de ter adorado.
Alguns dias se passaram e aquilo não saia da minha cabeça, eu não parava de pensar naquilo e sempre que transava ou me masturbava eu me imaginava sendo comida por Alessandro. Até que um dia resolvi que não dava mais para aguentar, tinha que ser fodida por aquele safado, até porque meu noivo ainda continuava com sua fantasia de ser corno e isso me excitava demais.
Como eu sabia que Alessandro trabalhava a noite de segurança, liguei para ele um dia, na hora ele se espantou, mas ao mesmo tempo já foi me falando coisas safadas que gostaria de fazer comigo e me deixou molhadinha, então marquei de ir à sua casa no outro dia, ele falou que tudo bem. Eu não acreditava no que estava fazendo, mas como já tinha sido puta uma vez, outra vez não faria diferença nenhuma.
No outro dia trabalhei excitadíssima, minha buceta estava quase pingando de tesão. Quando saí do trabalho às 14:00 horas, tomei um banho rapidinho, troquei a calcinha, pois tinha levado outra na bolsa, me perfumei e fui. Eu não estava nada de produzida, estava com uma calça de cotton preta, uma blusinha branca, a calcinha que tinha colocado era uma rosa de algodão, mas bem pequena. Quando cheguei Alessandro abriu o portão e me recebeu com um largo sorriso, só o cumprimentei com as mãos para que nenhum vizinho de repente visse minha intimidade com ele, mas assim que entramos e ele fechou a porta eu já não era mais a mesma. Ele me agarrou me encostou na parede e começou a me beijar, me alisar, me deixando mais louca de tesão do que eu já estava. Ele estava só de calção e eu já pude sentir o volume de seu pau, então coloquei a mão por dentro e o punhetava gostoso enquanto ele me beijava e ia tirando minha blusinha, então começou a sugar meus seios me deixando maluca, eu gemia e nem conseguia falar nada. Não me contendo mais, me abaixei, tirei seu calção e um belo cacete de 21 cm mais ou menos saltou pra fora, não pensei duas vezes e coloquei ele na boca, mamava com muita gula que fazia Alessandro gemer muito, ele segurava minha cabeça e quase atolava aquele pau todo na minha boca, ele gemia e me chamava de vadia, que eu era uma verdadeira puta, que chupava muito gostoso, eu chupava cada vez mais rápido e forte e quando percebi que já saia um pouco de porra do seu pau,continuei chupando, ele me pediu para parar pois iria gozar, então parei, olhei bem safada para ele e disse: - goza gostoso seu safado, pois sei que é isso que você quer. Então coloquei seu pau de novo na boca e acelerando mais os movimentos, senti Alessandro tremer e um rio de porra inundou minha garganta, o que consegui eu engoli o restante escorreu em meus lábios. Ele me chamou de vadia louca, fui ao banheiro peguei um papel, limpei meu rosto e Alessandro me levou para o quarto, apesar de ter acabado de gozar parecia que aquela rola não ia abaixar, então ele me deitou na cama, tirou minha calça e calcinha e começou a sugar minha buceta, sua língua fazia movimentos circulares em meu grelo que me deixava extasiada, também não consegui me segurar, e me contorcendo toda gozei ao gritos. Ele então não esperou mais e me puxando mais para a beirada da cama encostou seu pau na minha buceta e nem precisou forçar, ele deslizou todo para dentro dela, eu não consegui oferecer resistência mesmo ele tendo me penetrado sem camisinha, eu só o chamei de louco e ele falou que se eu engravidasse meu noivo assumia, então falei para ele me foder forte já que era nossa vontade. Ele então começou a socar forte na minha buceta, colocou minhas pernas em seus ombros e eu senti aquela rola enorme me tocar no fundo, ele socava cada vez mais rápido, eu gemia alto, e ele socava cada vez mais me xingando muito, então ele saiu de cima me colocou de quatro e atolou na minha buceta, aos poucos fui ficando louca de novo e enquanto ele me fodia, me xingava e dava tapas em minha bunda, acabei gozando de novo. Eu já estava molinha, mas ele ainda queria mais, me puxou por cima dele e deslizei naquele pau, Alessandro me fodia e ao mesmo tempo enfiava o dedo no meu cuzinho, então perguntei se ele ia querer comer meu cu, ele falou que sim, mas depois, então acelerando os movimentos em cima dele e ele me apertando, senti seu pau inchando e soltando muita porra dentro de minha buceta, fui deitando em seus ombros e senti sua rola amolecendo dentro de mim, junto com um monte de porra que foi escorrendo pra fora. Me levantei, fui ao banheiro me limpar e voltei para a cama e fiquei deitada só de calcinha ao lado dele, comecei a mexer em seu pau ainda meladinho, e então o coloquei na boca de novo, sentindo mais o gosto de sua porra que ainda restava, aos poucos ele foi ficando duro de novo e quando estava totalmente duro ele tirou minha calcinha, me colocou de quatro e passando um pouco a língua no meu cu e encostando foi empurrando aos poucos, fui abrindo o máximo para facilitar a penetração, quando estava quase todo dentro, ele começou a movimentar bem devagar e foi aumentando o ritmo, meu cu doía, mas uma sensação de prazer também tomava conta que eu mesma me movimentava para trás e o puxava para dentro de mim. Senti então que Alessandro iria gozar de novo e apertando minha cintura, gemeu forte e gozou dentro do meu cu, que ardia mas estava satisfeito, então ele caiu por cima de mim, e me beijando a nuca, me chamava de louca, de safada. Então me recuperei e falei que precisava ir embora. Me limpei, coloquei minha roupa e antes de ir embora ele perguntou se teria mais, eu falei que depois conversávamos sobre o assunto, mas teve muitas outras, continuei a transar com ele até quando casei, praticamente ele se tornou meu amante e eu a amante dele, mas claro que tive outros além dele também. Mesmo sabendo que o Roberto ficaria bravo, quando nos confessamos um ao outro não deixei de falar isso para ele, ele ficou um pouco bravo mas entendeu. Espero que gostem de mais esse conto e até o próximo.
Autor desconhecido
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
MINHA AMIGA, MINHA AMANTE
Meu nome é Lena e a história que passo a contar, aconteceu comigo recentemente. Primeiro devo dizer que sou casada, 49 anos, morena baixinha (1,50) coxas grossas e seios médios para grandes, apesar da idade ainda bem bonitos. Sou bissexual por opção. Eu e meu marido temos uma cumplicidade muito grande e sempre que podemos vamos a clubes de swing e a bares gls, onde adoro paquerar lésbicas.
Vamos aos fatos. Tenho uma amiga da minha idade que nos conhecemos ha muito tempo, trabalhamos juntas atualmente. Sempre fomos muito amigas mas nunca chegamos a trocar confidências. De uns tempos pra cá vinha sentindo que ela me tratava de forma diferente. Pegava-me constantemente, se encostava em mim e coisas afins. Um belo dia ela não foi trabalhar na parte da tarde e me liga dizendo que precisava muito conversar comigo. Prontamente atendi e fui a casa dela que fica próximo do nosso local de trabalho.
Cheguei lá por volta das 14 horas e fui recebida por ela vestindo um robe de seda, pois tinha acabado de tomar um banho. Estava extremamente cheirosa com um perfume delicioso. Entrei, fui recebida com um beijo no rosto muito perto de minha boca. Aquilo já mexeu comigo e sentia que alguma coisa estava no ar. Ela prontamente, pois o calor estava muito grande, me perguntou se não queria tomar um banho pra refrescar, o que aceitei de imediato. Ela colocou no banheiro toalha e um robe também de seda, mas só que mais curto do que o dela. Fui tomar meu banho e quando voltei à sala, ela estava sentada no sofá com duas cervejas. Me ofereceu e começamos a conversar coisas amenas e de trabalho. Até que ela foi a cozinha buscar outra cerveja e quando retornou ficou abaixada próximo de minhas pernas que estavam de fora.
Colocando a mão nelas disse que tinha algo muito importante e sério pra me dizer. Meu coração disparou pois ela jamais poderia imaginar que eu era bi e adorava mulheres. Meu marido até me incentivou a ter uma amante. Ela então começou dizendo. “Sabe Lena, vou confessar a você algo que me incomoda ha muito tempo. Você sabe da nossa amizade e não quero perdê-la de jeito nenhum. Mas tenho que te dizer que sou muito, mas muito apaixonada por você.” Aquela confissão me deixou surpresa, pois jamais imaginei que minha amiga fosse igualmente bi como eu e se declarava estar apaixonada por mim. Inclusive em algumas ocasiões quando transava com meu marido, ele sempre falava do tesão que sentia só de imaginar eu e minha amiga juntas.
Peguei na sua mão e disse a ela que também gostava muito dela e que estava surpresa com a declaração que ela acabava de me fazer. Foi inevitável o nosso primeiro beijo, que começou bem suave e depois foi ficando cada vez mais violento. Eu a beijava, passava a língua em toda a extensão de sua boca, pescoço, orelhas e fui descendo até abrir o seu robe e ver os seus lindos seios, que segurei com muito carinho e fui chupando cada um. Ela se contorcia toda e gemia. Ela se levantou me pegou nas mãos e fomos para o seu quarto. Que maravilha tudo o que aconteceu. Nos abraçamos e nos beijamos como loucas deixando os robes caírem no chão onde ficamos nuas.
Ela me deitou na cama e começou a me beijar na boca bem molhado onde pude sentir todo o sabor de sua saliva. Que delicia. Desceu mais um pouco e alcançou meus seios que estavam pra lá de duros com os biquinhos empinados de tanto tesão. Ela me chamava de meu amor e que queria que o tempo parasse para podermos ficar juntas. Ela foi descendo com sua língua felina até alcançar minha buceta que estava mais do que molhada. Começou a passar a língua em toda a minha buceta me deixando louca. Chupou até não mais aguentar e gozar na sua boca. Ela feito uma cobra, veio subindo pelo meu corpo com a boca toda melada do meu gozo e nos beijamos mais molhado ainda.
Ai foi a minha vez que dar aquela mulher todo o prazer que ela havia me proporcionado. Fui beijando sua orelha, pescoço, e um beijo alucinante que demorou muito tempo. Ela me dizia que me amava e queria gozar como eu. Passei a chupar seis seios com muita vontade e fui descendo até chegar a sua buceta maravilhosa que lambi, mordi até que ela chegou a um gozo nunca visto por mim. Derramou uma grande quantidade de líquido. Esfreguei meus seios na buceta dela levando a minha amante a loucura. Depois levei meus seios até a sua boca pra que ela provasse do seu próprio gozo.
Ficamos abraçadas e repetimos a dose mais uma vez, até que a tarde caiu e fui embora. A partir deste dia nos tornamos amantes, e pelo menos uma vez por semana nos encontramos para nossas tardes de amor. No trabalho as coisas continuam iguais sem que ninguém tenha percebido nada.
Autor desconhecido
sábado, 23 de dezembro de 2017
MEU CUNHADO ME CHANTAGEOU E ME COMEU
Bom, vou começar a contar meu relato pra vocês, mas vou modificar meu nome e o dos envolvidos para evitar que alguém reconheça a gente apesar do relato ser bem curtinho, é mais como um desabafo de uma mulher que está vivendo uma situação sexual bem complicada rs.
Eu vou me chamar Raquel, tenho 20 anos, 1,73 cm de altura, sou magra, faço alguns bicos como modelo, inclusive já participei de alguns comerciais aqui da região, e como sou uma típica garota do Sul, sou loira de olhos claros descendente de alemães e apesar da pouca idade eu já estou na metade do curso de fisioterapia.
Enfim, por causa desses meus bicos de modelo, já participei de muitos eventos e em um deles conheci meu namorado, o Hugo, com quem estou a 3 anos e amo muito ele, pretendemos até nos casar quando eu terminar a universidade.
Quando conheci o Hugo foi numa festa da cidade, ele bebendo com o irmão dele, um rapaz chamado Marcelo, que logo de cara já não gostei, pois ele tinha uma cara de canalha muito grande e ficava competindo com o irmão pela minha atenção, coisa que achei meio estranha, mas tudo bem.
Comecei a namorar com o Hugo e quando foi recentemente, tivemos uma briga muito feia, pois um ex ficante de quando eu era novinha começou a dar em cima de mim em uma festa, o Hugo já bêbado não curtiu e foi brigar, coisa que desaprovei e ele bem alterado disse que eu era vagabunda, que dei corda pra o cara, e nesse momento fiquei tão constrangida, que saí correndo dalí, meu ex ficante veio atrás e me ofereceu carona.
Como eu só queria sair dali eu aceitei, e nós paramos na porta, conversamos um tempão e acabamos nos beijando, fiquei bem arrependida de ter traído o cara que eu amava mas tudo bem, aquilo não iria se repetir, até porque no dia seguinte fiz as pazes com o Hugo e ele prometeu que aquilo não iria acontecer novamente, que botaram pilha na cabeça dele e tal.
No dia seguinte, o meu ficante, que se chamava Pedro, mandou mensagem no meu whatsapp bem quando eu estava cochilando na sala da casa do Hugo, nisso o irmão dele Marcelo me acordou e disse que eu não prestava por enganar seu irmão, tomei o celular da mão dele e tinha mensagem daquele idiota falando sobre nosso beijo no carro.
Nesse dia começou meu inferno, eu passava pelo Marcelo, ele fazia piadinhas de corno, falava sobre mulheres serem vagabundas, tudo na frente do meu namorado, e eu gelava, até que um dia cansei e perguntei o que ele ganhava com aquilo, e ele respondeu que até aquele momento nada, mas que se eu quisesse o silêncio dele eu deveria fazer com ele o que eu faço com o meu namorado.
Senti nojo e disse que nunca, então o safado me deu um prazo, disse que em uma semana se eu não cedesse, ele contaria, e eu sei que poderia negar a vontade, mas o Hugo iria acreditar nele, ia falar com o meu ex ficante e com certeza ele confirmaria, então eu seria vista como vagabunda pela minha família e ia ser horrível, já que meus pais são muito conservadores.
Enfim, os dias foram passando, aquele sacana passava por mim quando estavamos sozinhos, esfregando seu pau duro na minha bunda, tocava no meu peito, e eu sentia muito nojo e muitas vezes chorava no meu quarto, mas eu tava ficando sem saída, então um dia, quando voltei de uma festa com o Hugo, bêbado como sempre, o Marcelo me viu descendo pra tomar água e veio atrás, ele tava usando uma cueca boxer e eu pude ver o volumão do seu pau, que só numa olhada rápida que dei pude ver o quanto era grosso.
Não entendi porque, mas fiquei molhada com aquilo e me senti a maior puta do mundo, porque aquele homem estava sendo um canalha comigo, me chantageando para me foder, então fui saindo, ele me pegou pelo braço e forçou um beijo, me segurou forte com aqueles braços e disse que o tempo tava passando, que se eu não fizesse o que ele queria, contaria pra todo mundo que eu era uma putinha.
Ele acabou me pegando a força e conseguiu o que queria
Nessa noite eu fui até o quarto dele, já que o Hugo apagava e só levantava no dia seguinte, e ele foi me pegando com brutalidade, me deu um beijo enfiando a língua inteira na minha boca e depois foi rasgando minha calcinha, rasgando mesmo, chegou até a me machucar, pedi pra ele ser mais calmo e não adiantou nada, parece que ele se sentia mais excitado com aquilo, então ele abriu minhas pernas com força, enfiou a língua na minha buceta, tentei pensar em outra coisa mas meu corpo me traiu e eu fiquei molhada e ele percebendo isso me chupava mais ainda, até que não aguentei e soltei um gemido, ouvindo ele dizer em seguida:
– Tá gostando da minha língua na sua bucetinha né sua putinha? pode se soltar que eu vou fazer você gozar muito.
Ouvindo essas palavras fiquei mais encharcada ainda mas não ia ceder, ele subiu em cima de mim e meteu de uma vez só, fazendo mais comentários nojentos sobre eu estar excitada, então ficamos ali, ele metendo e urrando de prazer e eu sentindo dor apesar de bem molhadinha.
Ele foi tão filho da puta que ainda gozou dentro e saiu rindo, para tomar um banho, e eu levantei dali me sentindo bem humilhada, mas pelo menos ele não iria mais me encher o saco, pelo menos foi o que eu pensei, mas o safado continuou me chantageando e todas as vezes que ele podia, me ligava pra gente ir para o motel, me fez chupar a pica dele e confesso que com o tempo fui me apaixonando por esse homem bruto, que era muito melhor na cama do que meu namorado.
Ele me trata como uma verdadeira vagabunda, mete no meu cuzinho, coisa que nem o irmão dele fez, me chama de puta e diz que nunca comeu uma bucetinha tão apertada e gostosa como a minha.
Agora eu vivo com minha buceta toda arrombada, porque depois de dar pra um acabo encontrando com o outro e vivo assim esse caso proibido com meu cunhado, que me obrigou a foder com ele e eu agora sou a putinha dos dois.
Autor desconhecido
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
FUDENDO NA RUA
Me chamo Fabiana, sou casada com Ricardo, tenho 30 anos e ele 32.
Numa determinada noite saímos para tomar algo e se divertir, voltando para casa fomos surpreendidos pela falta de energia na rua de casa, pedi para o Ricardo encostar o carro ao lado de um terreno baldio que havia na rua, ele não entendeu muito bem de começo. Bastou eu levar minha mão ate o pau dele para que ele entendesse que eu queria foder ali mesmo na rua de casa.
Ficou assustado mas não se fez de rogado, me encheu de beijos e caricias safadas que logo me deixaram molhadinha com a buceta ensopada de tanto tesao. Não deixei por menos, iniciei um boquete delicioso naquele pau gostoso do meu marido e fui alem, pulei pra fora do carro e pedi pra ele me foder no capo do carro, novamente ele se assustou e tentou desistir, mas quando eu disse que estava de quatro, no capo com minha bunda empinadinha e aberta esperando ele meter a rola, não teve como resistir.
Me pegou firme pela cintura e meteu forte, soltando o peso sobre o meu corpo, pude sentir as bolas dele batendo e indo e vindo enquanto ele me comia gostoso, não curtimos camisinha e como me previno corretamente falei pro meu marido: vai seu cachorro enche minha buceta de porra, enche essa cachorra de porra vai. Ele atendeu feito um cachorrinho e encheu minha buceta de porra que ficou escorrendo pelas minhas pernas, foi uma transa rapidinha mas deliciosa, nos arrumamos rapidamente e fomos pra casa, quando voltou a luz pude perceber que havia um casal de namorados na varanda da casa da frente, ate hoje me pergunto se conseguiram ver algo, bjs
Autor desconhecido
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
AS DUAS JÉSSICAS
Somos um casal de namorados do interior gaúcho, Sandro e Jéssica, sou tipo normal, com 35 anos, bem em forma pois pratico alguns esportes radicais. Minha namorada é uma deusa, tem 25 anos, falsa magra, tem 1,70, loira, cabelos loiros lisos até o meio das costas, relativamente peituda, com cintura fina e a bundinha bem empinada, quando está de quatro forma aquele coração invertido com a bunda, um tesão.
Acontece que acabamos conhecendo uma outra Jéssica através do nosso trabalho, consultoria empresarial, um tesão também, com os dotes parecidos com minha namorada. Acabamos criando uma certa amizade, seguido ela vem nós visitar pois nossas cidade são próximas e na nossa tem algumas baladas legais, acontece que ela nunca ficou com ninguém em nossa cidade, sempre volta para casa com a gente.
Vamos aos fatos, chegando perto das férias 2012/2013, resolvemos ir para o sul de SC, numa praia calma para desestressar mesmo, foi quando minha namorada começou a perguntar se a nossa amiga Jéssica poderia ir junto, no começo disse que não, que era para gente aproveitar, se curtir, mesmo assim ela continuou insistindo, até que deixei, pois queria ver aquela loiraça deitada na areia de bunda para cima. Acontece que alugamos um apartamento de dois quartos, onde as camas ficavam encostadas na mesma parede, a nossa amiga podia acompanhar todo nosso desempenho sexual, inclusive os gritos e urros que minha Jéssica dá quando fazemos sexo.
Já na primeira noite, após sairmos para jantar, minha mulher bebeu umas cervejinhas e estava bem doidinha, a amiga também estava bem alegre quando voltamos para casa para dormir. Eu estava louco para comer ela, quando deitamos já fomos nos agarrando, depois de alguns beijos e carinhos, dei um banho de língua na minha namorada, ela adora, ficou toda arrepiada, estava tão excitada que o melzinho escorria da bucetinha, não aguentei e dei um lambida sentindo seu gostinho de mulher, ela foi pedindo para eu meter logo. Comecei a meter, ela correspondeu gemendo alto e perguntou se nossa amiga poderia estar ouvindo, eu disse que sim, ela continuou gemendo alto e pediu para eu comer com força, aumentei o ritmo e a cama começou a fazer um barulho danado e a bater na parede. Comi com força até ela gozar aos gritos me chamando de macho gostoso, depois continuei bombeando num ritmo mais lento e minha namorada quis de quatro, a visão dela de quatro é o paraíso, meti na bucetinha e logo ela já pediu para meter com força, aumentei as bombadas e comecei dar tapas na bunda, ela se descontrolou e começou a urrar, nem o travesseiro abafava seu escândalo, gozou umas duas vezes assim, eu também estava super excitado com a situação, a nossa amiga devia estar super excitada no outro quarto, coloquei um travesseiro embaixo da barriga da Jéssica e ela se acomodou empinando bem a bundinha, coloquei um pouquinho de KY no dedo e introduzi até fundo arrancando gritos da minha namorada, fiz isso 3 vezes, Jéssica começou a pedir para eu comer seu cuzinho: - Come meu cu, come meu cu, meu macho pauzudo. Encostei a cabeça do pau e comecei a empurrar, Jéssica soltou um grito quando entrou e não parou mais de gritar, quando estava bombeando com força, gritava: - Isso amor, rasga o cu da tua safada, sou tua puta mesmo, arregaça bem, quero ir para praia de rabo aberto. Era demais, dei umas palmadas na bundinha e soquei com força, ela pedia: - To toda aberta, goza no meu cu, goza no meu cu. Não aguentei comecei a gozar dentro do cuzinho apertado da Jéssica, que perdeu de vez o controle gritava e tremia as pernas tal a intensidade do orgasmo, foi das melhores fodas da minha vida.
No outro dia, Jéssica cumprimentou bem debochada a amiga, perguntando se fizemos muito barulho, a outra Jéssica disse que estava muita cansada e dormiu logo, minha namorada então falou para a amiga uma frase que me surpreendeu: - Nunca tinha dado a bundinha com tanto tesão, sei que gritei muito mas não consegui me controlar, nossa estou indo para a praia com o cuzinho aberto, nossa amiga apenas deu risadinha discreta. As duas colocaram os biquínis bem pequenos, bem enfiado, e Jéssica disse que estava com o cuzinho bem sensível, mas mesmo assim ia enterrar bem o biquíni para ficar com a marquinha bem pequena.
Fomos para a praia, eu com as duas beldades, chamava a atenção até de outras mulheres, assim que chegamos fui passar bronzeador na minha namorada e ela sem nenhum pudor disse para eu passar também na outra Jéssica, passando bronzeador naquele corpão, minha namorada disse para passar bastante nas coxas e bunda da amiga, eu estava surpreso com as atitudes da minha Jéssica, ela simplesmente estava me empurrando para cima da amiga. Lógico que passei e aproveitei bem, a safada empinou a bunda quando eu aplicava o bronzeador, deu para sentir o calor da bucetinha da nossa amiga.
Depois de muito sol, demos uma caminhada e fomos para casa já eram 2h da tarde, almoçamos e ficamos de bobeira tomando cerveja, as duas de biquíni minúsculo dentro de casa era a visão do paraíso, Jéssica sentou na nossa frente e a minha Jéssica sentou no meu colo e me abraçou, começaram as brincadeiras, as histórias de namoro, os amassos, minha namorada falou abertamente de sexo anal para a amiga, que eu tinha inaugurado o seu cuzinho mesmo com um pau de 19x5,5cm, que no começo parecia um ferro em brasa entrando no rabinho, mas depois de acustumar com o tamanho deu muito tesão embora não tenha gozado nas primeiras vezes, que depois que aprendeu a relaxar e que um pouco de dor é que dá o tesão, que o orgasmo vem forte quando apanha na bunda por causa da submissão, que hoje quando caminhávamos pela areia e todos aquele homens olhando a bunda das duas, deu uma sensação maravilhosa do tipo: "olha como sou gostosa!" ainda mais quando caminhava e sentia o cuzinho aberto da enrabada da noite, comentou ainda das posições, disse que a sua bunda só era maior que a da amiga pois já fazia mais de ano que dava para meu pau de 19x5,5cm, e terminou dizendo que a Jéssica só teve parceiro incompetente, pois não tinham inaugurado um rabo gostoso daqueles ainda.
Nossa amiga estava extasiada, seus olhos brilhavam, ficou sem jeito das gozações da Jéssica sobre anal, foi aí que certa altura minha namorada perguntou se ela queria assistir uma enrabada nota 10, se ela quisesse poderia olhar pois íamos para o quarto e ela ia deixar a porta aberta, eu também estava transtornado com a ideias de minha namorada, mas fiquei excitadíssimo, com o pau duro feito ferro, ela ainda disse, olha só Jéssica o que eu vou levar no rabo, vou ficar ainda mais rabuda, vem amor que eu to pegando fogo, meu cuzinho tá latejando.
Fomos para o quarto, já chegamos nos agarrando, deitamos e minha namorada safada já colocou o travesseiro embaixo da barriga e foi pedindo: - Lubrifica meu cuzinho e mete. Não aguentando mais o tesão coloquei KY no anelzinho e comecei a enterrar o dedo, fiz algumas vezes e só depois olhei para a porta, Jéssica estava lá, chamei ela para que visse bem de perto, ela veio e ficou ajoelhada junto da cama, a meio metro da gente, encostei a cabeça e empurrei, minha namorada deu um grito, avisou a amiga que era só instinto pois já estava bem acostumada, eu fui enterrando e ela gemendo, enterrei até o final e comecei o vai e vem, Jéssica falou: - Amiga tu não sabe o que ta perdendo, é um tesão, uma delícia ser puta de um pauzão desses. Comi minha namorada com muita competência, ela gozou umas 3 vezes, dizia: - Rasga meu cu, arregaça tua puta, me manda para praia de rabo aberto, vai abre bem meu cu. Por fim perguntou se a amiga estava gostando, Jéssica disse que sim, e lascou: - Quer dar o rabo para um macho super competente? Jéssica disse que queria, que estava doida de tesão. Quase morri do coração, ia inaugurar o cuzinho daquele mulherão, lentamente fui tirando de dentro da minha namorada e a amiga já foi tirando o biquíni, tão logo minha namorada rolou para o lado a a outra Jéssica já deitou de bunda para cima e colocou o travesseiro embaixo, dei uma boa lambida nas coxas, bundinha, na buceta e depois no cuzinho que piscava, passei KY e enterrei o dedo, Jéssica gemia e minha namorada ia dando as dicas para a amiga: - Agora relaxa, agora empina a bunda de encontro a mão do Sandro, empina mais, isso, ta sentido o dedo lá no fundo? Jéssica só disse "aham". Minha namorada continuou: - Ele vai fazer o vai vem com o dedo e masturbar o clitóris, Jéssica de novo "aham". Foi o que eu fiz, até nossa amiga gozar com dois dedos bem fundo no cu, minha namorada parabenizou a amiga, disse que ela com certeza ia amar anal.
Depois lubrifiquei de novo o cuzinho, fiz mais um pouco de vai e vem, nossa amiga já dava uns gemidos bem alto, então me posicionei para enrabar, encostei a cabeça e empurrei, uma, duas três vezes, minha namorada resolveu ajudar a amiga abrindo a linda bunda, encostei a cabeça e fiquei brincando na entrada, Jéssica disse para amiga fazer força como se fosse evacuar, a amiga fez, ela mandou fazer mais força ainda, empurrei e a cabeça entrou, Jéssica gritou, deixei parado um pouquinho, e depois fui enterrando aos poucos, cada empurrada Jéssica gritava, minha namorada falava para a amiga que o pior já tinha passado, que era para ela relaxar e aproveitar, aos poucos fui enterrando. Minha namorada perguntou para a amiga se estava doendo, Jéssica disse que sim, que estava doendo, mas dando muito tesão.
Fui bombeando devagar e depois comecei a meter mesmo, com força, estava louco de tesão, comi por um bom tempo, o cuzinho de Jéssica sangrava, e minha namorada dizia para a amiga que o pior já tinha passado pois ela já estava com o bundinha rasgada, que estava sangrando. Jéssica deu um urro, e meti com força e não aliviei mais até eu gozar, quando falei que ia gozar, minha namorada falou: - Goza Jéssica, agora tu já é uma puta mesmo, goza com vontade que o Sandro vai te encher o cu de porra quente, agora tu já está com o cu bem aberto, ela gozou na hora, urrando e se contorcendo, que visão do paraíso, gozei logo após ela. Tinha inaugurado um rabão daqueles, fiquei em cima por um tempo e depois rolei para o lado sem forças, nossa amiga ficou de bunda para cima expondo o cuzinho com as preguinhas inchadas, o cuzinho estava bem melado de porra, minha Jéssica limpou com uma toalha molhada, depois dormimos os três até o início da noite.
Depois do banho, fizemos uma janta em casa pois nossa amiga não consegui nem andar direito. Passei o resto das férias enrabando a amiga da minha namorada, depois do almoço, todas as tardes tinha uma sessão de enrabada do seu cuzinho que voltou para casa bem arregaçado.
Nossa amiga saiu com diploma de sexo anal, pegou gosto mesmo pela coisa, pois todo final de semana vem para nossa casa dar o rabão, ela disse que ficou viciada, até tentou com outros, mas não adianta, ela adora o meu pau rasgando o rabo até encher o cuzinho de leite. Minha namorada adora ver a amiga se contorcendo de dor e tesão embaixo de mim, e eu muito mais.
Autor desconhecido
domingo, 17 de dezembro de 2017
TRANSA COM O ZELADOR
Tenho 35 anos, sou casada com filhos, baixinha e com uma bundinha arrebitada que meu marido não se cansa de elogiar e que gosto de exibir discretamente quando vou à praia, apesar de não usar biquini fio dental, quando ando meu biquini entra na minha bundinha e deixo que fique assim algum tempo, com a desculpa de conseguir um melhor bronzeado, tirando um pouco só de vez em quando, apesar de meu marido não reclamar, mas na realidade sei que estou sendo desejada pelos homens e isto me agrada e me deixa excitada.Quando vou à praia sem meu marido deixo o biquini enfiado na minha bundinha o tempo todo, já tendo recebido algumas cantadas, sem contudo ceder. Quando saio para fazer compras, principalmente sozinha, tambem coloco um pouco do meu exibicionismo em prática, usando vestidos curtos que realçam meu corpinho, me excitando em saber que estou sendo desejada. Apesar de meu comportamento ligeiramente exibicionista nunca cedi a nenhuma cantada. Moramos em uma casa confortável, porém o bairro tornou-se muito violento e resolvemos mudar para um apartamento, por ser mais seguro e prático. Meu marido correu alguns imóveis, levando-me apenas para ver os que lhe agradaram, ou, nos dias em que não podia ir, me fornecendo os endereços para que fosse visitá-los. Em um destes dias, ao chegar no terceiro imóvel, um prédio de porte que já se encontrava praticamente pronto, fui recebida pelo zelador, que se encontrava com as chaves do apartamento a ser visitado, situado no primeiro andar do prédio. Ao chegarmos no apartamento, entramos pela porta da sala e o zelador foi abrir as janelas e a varanda, para que pudesse sentir a excelente ventilação, o que provocou o fechamento da porta e consequente quebra da fechadura, nos deixando presos no apartamento. O zelador propôs que passássemos para o apartamento ao lado através da varanda, porém tenho verdadeiro terror de altura e disse que não conseguiria. Ele então passou para o outro apartamento e foi providenciar uma escada para que eu descesse. Colocada a escada senti que não conseguiria descer, no que o zelador se propôs a me ajudar. Não aceitei, pois estava com um vestido, que apesar de não muito curto, descendo uma escada deixaria minha bundinha à mostra. Depois de algum tempo, sem que outra solução fosse dada, resolvi aceitar a ajuda do zelador, que subiu pela escada até a varanda, fazendo uma espécie de concha com o corpo, onde eu desceria alojada e segura. Ao começar a descer, alojada entre os braços daquele estranho, senti sua excitação pois seu membro estava rígido, encostado na minha bundinha, e com o movimento da descida ele esfregava seu membro em mim. Tamanho era meu medo que não esbocei nenhuma reação, descendo e deixando que ele alojasse seu membro cada vez mais. Quando estávamos quase no chão ele desceu mais rápido que eu, na intenção de me segurar pela cintura e me colocar no chão, mas sua real intenção era bem outra, pois descendo primeiro pôde vislumbrar minha bundinha, a esta altura com a calcinha enfiada pelos movimentos. Com visão total de minha bunda, segurou-me pela cintura com uma das mãos e com a outra apoiou a popa de minha bundinha, e assim fui descendo. Quando cheguei embaixo a mão que estava em minha bunda já não só apoiava, tambem fazia carícias. Desvencilhei-me e só então olhei para ele com ar de reprovação, sem contudo nada falar. Ele estava rindo e com o membro visivelmente duro, corei e fui embora, apesar de sua insistência para que fôssemos olhar outro apartamento. Ao chegar em casa passei o dia pensando no ocorrido, e me dei conta de que havia gostado da situação.Quando meu marido chegou perguntou-me minha opinião sobre os apartamentos, contei-lhe então o ocorrido, omitindo o assédio do zelador para evitar confusão, ele então insistiu para que eu fosse ver o apartamento no dia seguinte, protestei em vão pois ele disse que havia gostado do apartamento e queria minha opinião. Pedi que ele me acompanhasse. Ele disse que poderia me deixar lá e me apanhar 20 ou 30 minutos depois, pois tinha marcado com alguns clientes às 08:00 horas, e assim foi. Pela manhã me surpreendi ao ver que estava me preparando como quem vai a um encontro, tendo colocado um vestidinho curto e solto, meio transparente, que deixava entrever a marca da minúscula calcinha branca, que com poucos movimentos já estava enfiada na minha bunda. Quando cheguei no prédio fui recebida pelo zelador com um largo sorriso, parecendo que já me esperava, disse que não haviam consertado a fechadura e que hoje iríamos a um apartamento no nono andar, de onde a vista era mais bonita. Já no elevador percebi que não tirava os olhos de mim, como quem quer me despir com os olhos. Quando chegamos ao apartamento contatei que haviam dois andaimes no corredor que dava acesso aos quartos, impedindo a passagem. O zelador disse que eram dos pintores e que teríamos que passar por cima pois só estava com a chave deste apartamento. Protestei, alegando que não conseguiria, tendo ele se oferecido para me ajudar.Sabia que ao passar por cima dos andaimes deixaria à mostra minha bundinha, porem mesmo assim topei. No primeiro andaime ele posicionou-se atras de mim e empurrou-me, para que subisse, apoiando suas duas mãos em minha bunda, subi sem nada dizer a respeito. No segundo andaime, ao colocar as mãos na minha bundinha, a esta altura totalmente à mostra, não fez força para me empurrar, começando a apalpar e acariciar, protestei, dizendo que não fizesse aquilo pois era casada e meu marido deveria estar chegando para me apanhar, porem a esta altura já estava excitada e vencida, entregue às carícias do zelador, que já havia levantado meu vestido, segurando meus seios e encostando seu membro em minha bundinha, cedi e comecei a corresponder, rebolando levemente para sentir aquele penis estranho se esfregando em mim. Sabia que a esta altura não havia mais como voltar atrás, iria trair meu marido. O zelador puxou meu vestido pela cabeça, me deixando só de calcinha, tirou tambem seu calção, me deixando ver seu membro duro, apontando para mim, pude avaliar que era maior e mais grosso que o de meu marido. Ele elogiou meu corpo, dizendo que não havia dormido pensando em mim, me entreguei e ele colocou-me de costas, com as mãos apoiadas no andaime, segurando meus seios e penetrando-me por trás. Disse-lhe que tinhamos que ser rápidos pois meu marido deveria estar chegando a qualquer momento. Ele movimentava-se como um louco, enfiando e tirando seu membro, me puxando ora pelos seios, ora pelos ombros, me deixando alucinada, perdi a conta das vezes que estava gozando com múltiplos orgasmos, quando tocou o celular em minha bolsa, e com ele ainda me penetrando atendi ofegante, era meu marido dizendo que se atrasaria uns 20 minutos, me perguntando porque estava ofegante. Disse-lhe que havia acabado de subir dois lances de escada e desliguei, continuando com aquela loucura até um gozo final e profundo, que me deixou molinha. Coloquei minha calcinha e o vestido, o esperma escorria por minhas pernas, e só então pulei o segundo andaime, ajudada pelo zelador que a esta altura já me bolinava descaramente, examinei os quartos e fiz menção de sair, tentando pular de volta os andaimes, quando fui segura pelo a esta altura abusado zelador, começando mais uma sessão de loucuras, protestei dizendo que não faria mais aquilo, em vão. Lá estava eu de novo entregue àquele estranho. Desta vez eu mesma tirei minhas roupas para que fôssemos mais rápidos, meu marido devia estar chegando. Ele disse que queria penetrar minha bundinha, não reclamei pois sabia que não adiantaria, relaxei para que a penetração ficasse mais gostosa. Ele pediu que eu passasse saliva em seu membro para facilitar a penetração, cuspi na mão para besuntá-lo, porem ele me puxou pela cabeça e me fez engolir seu membro, chupei seu membro que preenchia minha boca, deixando-o pronto para a penetração. Apoiei desta vez as mãos na janela e abri as pernas deixando minha bundinha a mercê do zelador que mais uma vez me penetrou, enfiando até encostar os ovos em minha bunda. Estava totalmente subjugada, sendo penetrada alucinadamente por aquele zelador quando meu marido chegou e buzinou me chamando. Desceu do carro e olhou para cima vendo meu rosto na janela, sem imaginar o que estava acontecendo naquele momento com sua esposa, que recebia aquele membro enorme na bundinha, gritei para ele e disse que já estava descendo, minha voz estava trêmula. Saí da janela e fiquei de quatro no chão, como uma cadela, para que o zelador terminasse de me comer, gozamos violentamente com meu marido lá embaixo me esperando. Me recompus rapidamente e descemos. Durante toda a descida no elevador ainda fui bolinada pelo zelador, que levantou meu vestido até o pescoço. A porta do elevador abriu no andar de garagem e eu estava praticamente nua, desci para o térreo pela escada, ajeitando meu vestido, o zelador me parou, levantou meu vestido e tirou minha calcinha, colocando no bolso. Protestei porem ele não me devolveu, fui encontrar meu marido com o esperma escorrendo pelas pernas e sem calcinha. Entrei logo no carro para que ele não percebesse e notei meus joelhos ligeiramente arranhados pela posição da última trepada, disse a meu marido que tinha levado uma queda. Deixou-me em casa, saí rapidamente do carro para que não percebesse que estava sem calcinhas. Não encontrei mais o zelador, mas tenho saudades das loucuras daquele dia.
Autor desconhecido
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
COMI A NAMORADA DO MEU TIO
Meu tio César é um coroa de 50 anos bem de vida e sempre curtiu arrumar umas namoradas mais novas bem gostosinhas estilo ninfeta e geralmente não durava muito, mas depois que ele se mudou pra trabalhar em São Paulo ele arrumou uma coroa gostosa, de 40 anos e toda malhada.
Ela se chama Juliana e é aquele tipo de mulher que se cuida, que anda sempre arrumada, cheirosa e o melhor é que a gata frequenta academia e não deixa a desejar em nada, posso dizer que ela é melhor que muita novinha que eu já peguei e muitas que a gente vê por aí e acha gostosa.
Muito bem, meu tio que todo ano vem passar as férias aqui em casa no Rio, veio trazendo a Juliana e já vi logo ela me olhando de um jeito estranho, toda safada e gostosa com um corpo perfeito e um cabelo grande loiro que deixava ela mais gostosa ainda.
Todo dia ela ia com meu tio na praia e ele sempre voltava bêbado e ia dormir e eu me deliciava vendo essa coroa tesuda todos os dias de biquíni, e um dia flagrei ela mostrando o biquíni que ela tinha comprado pra minha mãe e vi sua bunda perfeita toda durinha e tive que socar uma bronha pensando nela nesse mesmo dia.
Um dia o meu tio foi com minha mãe de carro fazer umas compras e eu fiquei sozinho com a Ju, ela foi nadar na piscina aqui de casa e pediu pra eu apertar o biquíni dela e não deixei de observar como essa mulher é gostosa e fiquei doido pra foder com ela e a safada tava me dando a maior ousadia, porque me chamou pra ir junto e disse que não aceitava um não.
Coloquei uma sunga preta, desci com ela pra piscina e ficamos ali tomando banho, brincando de jogar água no outro e logo ela pediu pra eu suspender ela nas minhas costas, fiz isso e fiquei de pica dura quando senti aquela boceta greluda encostando no meu pescoço e depois que ela desceu a gostosa percebeu o volume do meu pau marcando descaradamente minha sunga e comentou:
– Parece que aconteceu alguma coisa aí né?
-Desculpe Ju, tô super sem graça com isso!
Ela disse:
– Relaxe, você é novo e essas coisas acontecem. Queria que o seu tio fosse assim as vezes.
E piscou o olho pra mim e nessa hora eu vi que a putaria tava liberada, se ela piscou o olho e não ligou, eu ia pra cima daquela loira tesuda.
Então cheguei perto dela e encostei minha pica dura naquele rabo e pra minha surpresa ela começou a mexer a bunda dela devagar pra mim e isso me deixou louco pra caralho cara! ter aquela mulher ali mexendo na minha pica parecia cena de filme pornô e acabei colocando a piroca pra fora e dentro da piscina mesmo ela bateu uma pra mim, eu não me segurava de tesão e acabei gozando gostoso dentro da água.
Eu chamei ela pra um banho comigo e fomos, morrendo de medo da minha mãe chegar, mas como ela não tinha levado a chave, teria que bater na porta pra eu abrir e assim tomei banho com ela, ela roçou a bunda no meu pau de novo e eu só brincando de esfregar a cabecinha e ouvindo ela soltar gemidos baixinhos feito louca e tentar me segurar pela cintura pra não acabar aquele contato próximo.
Eu já não aguentava mais, meu negócio era meter e não tinha camisinha em casa, mas ela disse que não teria problema e levantou uma perna pra mim e começou a passar o dedo na boceta toda e mostrar pra mim como ela tava molhada e eu ali parado feito besta olhando e ela fala:
-Tá esperando o que? vem aqui me comer logo, to louca pra sentir esse pau aqui na minha bocetinha..
Eu fui com tudo, meti enquanto segurava uma perna dela e bombei gostoso meu pau naquela xereca toda raspadinha e ficava mais doido com os gemidos dessa safada e ela ficava dizendo que queria sentir meu gozo, toda hora repetia isso, então não aguentei e tirei minha pica.
Queria prolongar aquele momento, me abaixei e comecei a chupar sua boceta que tinha um baita grelão e fiquei louco cara! essa mulher ficava muito molhada, deixou minha cara toda melada com sua lubrificação.
Chupei gostoso o maior tempão, ela me puxava pelos cabelos, falava um monte de putaria e sussurrava pra eu chupar a boceta dela e depois de uma chupada caprichada ela gozou na minha boca e eu ainda precisava gozar né? então pedi o cuzinho e ela deu de boa, sem nem pensar duas vezes e eu gozei gostoso pra caralho comendo aquele cu apertadinho.
Depois de foder, tomamos banho direito, fomos pra minha cama trocar mais carinhos safados e alguns minutos depois meu tio e minha mãe chegaram, mas valeu a pena porque foi a melhor foda da minha vida!
Autor desconhecido
MINHA ESPOSA SAFADA E MEU AMIGO
Em Dez/07 um amigo do sul veio passar uns dias em nossa casa. E como bons anfitriões, o recebemos da melhor forma possível. Na semana que antecedia sua chegada eu comecei fantasiar loucuras e falava pra ela. No dia que o amigo chegou em casa, ela estava num short microscópico, deixando metade da bunda de fora, uma calcinha sumindo na bunda, um top e um tamanquinho que empinava mais ainda a bunda. Quando minha esposa apareceu na sala senti que meu amigo olhou para sua bunda e percebi que ele ficou excitado, fiz que não vi, mas fiquei pasmo. Ela apenas falou: – oi amor, não sabia que você ia trazer a visita hoje… Estava dando uma faxina. Claro que ela sabia e por isso se vestiu assim, afinal nunca deu faxina vestida daquele jeito. O nosso amigo fez um elogio rasgado e disse que eu era um cara de sorte por ter uma esposa tão bonita e coisa e tal. Percebi que minha mulher corou um pouquinho, mas sei que ficou muito lisonjeada como eu fiquei. Sabia também que ela achava esse meu amigo um cara muito bacana, e em algumas de nossas transas ela já havia me comentado acha-lo um tesão de homem. Passado o susto, tudo ficou normal. Dois dias haviam se passado e nada de anormal acontecia. Apenas percebi que ela passou a usar em casa vestidinhos curtos, devido ao calor, calcinhas pequeninas e sempre sem sutiã. Estava diferente, muito provocante e bela…..
Na terceira noite, chegamos eu e meu amigo juntos do trabalho e encontramos minha esposa só de toalha. Percebi que aquela imagem mexeu com meu amigo. Devo dizer que a toalha mais mostrava que cobria algo, entramos em casa e ela foi tomar banho. Quando voltou foi show! Uma sainha e um top de parar o comércio e, mesmo sem ver, eu tinha certeza que não havia nenhuma calcinha ali. O nosso amigo só faltou comer ela com os olhos e comentou: – Cara, com todo respeito, sua mulher é uma gata! Agradeci o elogio, engolindo a seco aquela descaração na minha frente. Ela completou: – Viu só, sua esposinha bate um bolão… Mas, sortudo é você que me conquistou primeiro e rapidinho virou meu dono (sorrindo com a maior cara de puta). Logo percebi que ela ao colocar a roupinha estava querendo aproveitar a situação. Havia um entrosamento diferente entre meu amigo e minha esposa. E aos poucos, durante a noite, notei os dois sempre juntos, sorrindo e com algumas brincadeiras. Ela estava radiante…..
No dia seguinte pela manhã estávamos nós de novo na cozinha tomando o café da manhã. Ela, vestida apenas com uma blusa minha, como um micro vestido. Ele disfarçou, mas percebi que ficou excitado com a falta de roupa dela. Ela pegou uma xícara de café e fez a mesa da sala para o café, enquanto eu disse que ia tomar um banho. Ela ficou com ele na sala, ele sentado e ela ainda em pé pegando as coisas. Fiquei escondido escutando a conversa dos dois. Ela sentou e ele perguntou por que ela fazia isso. Ela, se fazendo de boba, perguntou o que? Ele apenas apontou pro corpo dela.
Ela disse que em casa sempre fica bem a vontade. Não fazia por mal. Ele perguntou de mim. Ela disse que eu gostava que ela se vestisse assim, se mostrando. Nisso vou tomar banho. Quando volto, percebo sua excitação. Não preciso dizer que naquela manhã ele foi atencioso e ela sempre sorridente…..
Saí para trabalhar e voltei no fim de tarde, ao chegar senti que algo mais podia acontecer, ou já estava acontecendo. Minha esposa estava de cabelos molhados, com cara de exausta e com certa dificuldade pra andar. Vestia uma camiseta branca, com os biquinhos eretos e uma mini tanguinha. Fiquei surpreso e fui falando que trajes eram aqueles? E meu amigo onde estava? E ela provocando responde: – Está com ciúmes, ou medo do outro macho traçar a sua esposinha? Aquela conversa e ela vestida daquela maneira me deixou excitado, e ela: – Ahhhhhhhh então esse pau duro é por quê? Se não de ver a sua esposa assim toda oferecida! Não resisti e beijei sua boca, apalpei sua bundinha e senti sua bucetinha molhada e ela falou: – Tá vendo como você gosta amorzinho… Eu já estava querendo foder ela ali mesmo na sala, não me importando mais com o meu amigo. Foi quando ela disse; – calma, o seu amigo está no computador, ali do lado, no escritório. Contive-me e fui falar com ele que se assustou a me ver. Ele estava visivelmente excitado, só de short, cabelos molhados e sem camisa, na frente do computador. Fiz que não percebi nada e fui tomar um banho.
No banho, aquela situação estava me excitando tanto que não resisti e comecei a bater uma punheta………..olha a situação: eu me punhetando porque vi minha esposa semi nua como uma safadinha se mostrando para um amigo meu que deve ter comido ela a tarde toda e ainda iria dormir na minha casa nesses dias. Foi quando minha esposa entra no banheiro e me flagra de pau duro e me punhetando e ela fala, que tesão todo é esse seu safado. Então ela se ajoelha e lambe gostoso o meu saco e começa a chupar o meu pau. Fiquei louco de tesão, ela se portando assim com outro homem em casa, não demorei pra gozar na boca de minha cadelinha, que saiu do banheiro sem me dizer nada sobre o que estava acontecendo. Ela apenas aumentou o mistério dizendo que me esperava na sala, e para eu não demorar, pois está na hora de comer. E saiu rebolando como uma puta, e eu fiquei encucado. O que será que ela pretende com isto, me provocando.
Não preciso dizer que no jantar a provocação foi geral, parecia que ela estava no cio e com vontade de ser devorada por nos dois. Notei que o meu amigo ficou desconcertado, de pau duro, tentando esconder para me respeitar, sempre desviando o olhar dela com medo, mas excitado com as provocações de minha esposa.
À noite, após o jantar e um bom vinho, notei o olhar de minha esposa, e percebi todo o seu fogo. Continuamos a beber, e minha mulher foi ao aparelho de som e pôs uma fita da Rita Lee e começamos a curtir o som. Minha mulher pareceu estar bem altinha e muito excitada. Veio a junto de mim e me beijou. Mas ela se fez de difícil e saiu de cena. Entrou no quarto e disse que iria tomar um banho e dormir. Olhou para nós com um ar de puro tesão.
Recolhemos-nos e me surpreendi com toda a sua tara. Sentindo meu pau duro com sua exibição ela disse baixinho no meu ouvido: – você é louco mesmo, por querer dar sua mulher para outro, eu nunca vi isso!!! Dei um beijo nela colocando sua mão em minha rola que já estava dura e disse só de imaginar veja como fico, ela: – você quer mesmo que eu dê para ele não quer? Eu confirmei: – é claro que quero! Percebi que ela já estava pensando em aceitar a proposta, coloquei minha outra mão na sua bucetinha e percebi que ela estava ensopada, ai eu tive certeza que iria realizar, ou já tinha realizado minha fantasia. Caí de boca e lambi aquela bucetinha molhadinha. Ela estava transformada, pois gritava ao meu ouvido: – come sua mulherzinha, come essa esposa safada que você tem!! Fode ela como ela merece!!! Ao som de suas palavras eu enlouquecia aí ela se pôs de quatro e eu meti muito até fazê-la gozar e eu gozei logo atrás…..
Dormimos abraçados depois de tanta provocação, mas de madrugada, enquanto todos dormiam, eu acordei para ir ao banheiro e na volta acordei minha esposa e perguntei se ela não queria provocar meu amigo, ela acordou meio desnorteada com a proposta, mas no calor da excitação disse que toparia provoca-lo ainda mais. Então eu tive a idéia dela colocar uma shortinho de algodão e um top e ir acordar meu amigo com uma desculpa qualquer. Ela ficou com medo, mas atendeu meu pedido, colocou a roupa tesuda que deixa as polpinhas da bunda de fora e um topzinho, fiquei de pau duro na hora. Fui com ela até a porta do quarto onde o amigo dormia e fiquei a vendo entrar, ela dava um passo pra dentro do quarto e saia de novo, ficou assim uns dez minutos até que criou coragem e entrou, eu fiquei do lado de fora do quarto escutando ela acordar o amigo e logo em seguida escutei gemidos de beijos, meu pau melava de tanto tesão, (adorei a idéia de ser CORNO dentro da minha casa) ficaram uns 20 minutos se esfregando e eu só escutando como um bom marido e corno manso.
Depois ela voltou pro nosso quarto, contando baixinho todos detalhes, que ia só provocar, mas não agüentou de tesão e acabou fazendo besteira, disse que tinham se beijado se esfregado, que ele chupou a buceta dela e que eles ficaram em pé e ela colocou a mão na parede, ele puxou o shortinho de lado e meteu nela por trás. Dizia que o cacete dele era delicioso. Que eu devia ficar sossegado que ela já estava trepando com ele desde de manhã e estava adorando. Que queria ficar trepando com ele por todos os dias. Coisas sem nexo. Coisas de puro tesão. Fiquei louco com a narração a beijei e chupei sua buceta melada……
No dia seguinte o clima tava meio estranho, minha esposa estava nos evitando o dia inteiro, ficou no quarto. Mas na hora de dormir ela foi dar uma geral na cozinha. Meu amigo estava na sala vendo tv. Eu fui com ela até a sala, conversei um pouco com meu amigo e me recolhi alegando cansaço, disse que ia dormir. Ela disse tudo bem, pois só ia recolher os copos e arrumar a cozinha, que já ia, foi quando meu amigo se prontificou a ajudar. Fui tomar uma ducha, e me deitar na espera de minha querida esposa. O tempo foi passando, e nada de ela voltar, eu pensei vou chamá-la. Aí fui buscá-la. Aproximei-me com cautela. O que vi me deixou desnorteado e pasmo……
O cara estava abraçado a minha esposa, beijando e apalpando todo o seu corpo. Beijando-lhe os seios e se esfregando nela. Pensei em dar um basta, mas achei que seria um escândalo, e resolvi me calar, devia esperar o momento certo. Ele tentava tirar sua roupa e ela não permitia, ela foi iludida por ele que estava tentando se aproveitar dela, e ela falava que não podia mais fazer isso, pois era casada com um amigo dele. Ele tentava de todas as maneiras, até que ele tirou seu cacete para fora e mandou minha esposa apalpar, ela então segurou para ver se ele desistia, mas nada, ele persistia, e ela segurando aquela rola e punhetando, quando ele pediu para ela por na boca, ela disse que não, que não podia, e ele dizendo só um pouquinho, foi quando ela tremendo de tesão se abaixou e aquela cena me deixou chocado, ela se ajoelhou e abocanhou com vontade. Eu via a gostosa da minha esposa, totalmente exposta, a mercê daquele safado, acariciando as bolas dele e chupando a pica. Pela primeira vez pude vê-la segurando com as duas mãos aquele cacete gigantesco, não acreditei que ela pudesse agüentar aquilo, era descomunal, ela chupava olhando para cima. Ele perguntou se eu tinha desconfiado de algo e ela disse que não, que eu continuava bem mansinho. Ele falou que ia arregaçar a boceta dela e ela se apoiou com os ombros na pia, só levantou o rabo e disse: – Vem meu caralhudo que fiquei o dia inteiro pensando nisso, mas é só um pouquinho que o corninho pode desconfiar da demora.
Ele olhando pra porta querendo se certificar que eu não estava, segurou nas suas ancas e começou a meter em minha esposa já toda gemendo. Ele entrou na boceta de minha mulher bem lentamente até um terço do membro e parou, ela continuou empurrando o corpo para trás até empalar-se toda no pênis dele. Quando ela levou a mão para trás e segurou o corpo dele eu pensei que foi por sentir dor, então ela pediu a ele para ficar quieto um momento ou gozaria, mas não adiantou muito tão logo ele deu umas quatro ou cinco estocadas ela ergueu seu corpo e anunciou: – Aaai!!!! Estou gozando!!! Meu amigo esperou uns minutos e depois começou a meter forte. Que maravilha aquele potente arregaçando minha esposinha safada ali na cozinha. Ela engolia aquele cacete e gemia baixinho e ele dizia que ia arrebentar ela e que eu era muito corno. A boceta da minha mulher estava partida com aquele cacete enterrado. Ela começou a gozar de novo, então ele falou que iria gozar em sua boca, mas ela se negou e não deixou. Ele então punhetou aquele pauzão até gozar na bunda dela, nisso eu saí transtornado sem saber o que fazer e fui para o meu quarto, esperando a minha amada…….
Quando ela chegou, me abraçou e me beijou, dizendo que me amava e que eu era o melhor marido do mundo e que ela nunca iria me deixar e nem eu a ela, aconteça o que acontecer. Vendo-a falar dessa maneira, não disse nada, apertei a bunda dela melada de porra e transamos como loucos, ela como uma verdadeira puta, cheirando a rola. Eu adorei. Perguntei como ela estava e ela sorrindo disse: Estou toda abertinha, mas quero mais. Não queria estragar a festa da minha esposa. Resolvi, chutar o balde e contei a ela que vi o que ela aprontou na cozinha e que queria ver mais, apesar de estar confuso com tudo aquilo que presenciei…….
Pois então, a mandei ir ao quarto do nosso amigo, transar de novo e depois trazer ele pra nossa cama, que eu queria ver ele comendo ela, afinal já era CORNO mesmo e era meu sonho isto. Que mal tem o cara saber que eu já sei de tudo. Ela se surpreendeu com meu pedido e disse cuidado para não se arrepender depois.
Então ela foi. Mas o que aconteceu daí por diante eu conto depois pois o conto vai ficar muito grande…
Autor desconhecido
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