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sexta-feira, 29 de abril de 2016

OS DOIS ME COMERAM



Oi gente meu nome é Dayanne(nome ficticio) tenho 22 anos, 1,68m de altura sou gordinha mas aquela gordinha gostosa, seios grandes, bumbum grande, hoje sou casada mas na epoca que isso aconteceu eu tinha 19 anos.
Bom eu ficava com um rapaz muito lindo o Felipe moreno olhos verdes, mas nada serio só mais uns daqueles rolinhos.
Era mes de Julho mes do aniversário da cidade e estava tendo alguns shows na cidade, e no ultimo dia de festa nenhumas das minhas amigas quizeram ir, ai fui sosinha, chegando lá encontrei o Felipe e como de costume ficamos a noite toda juntos, no fim da festa ele me ofereceu uma carona, claro q aceitei, a moto dele estava ali perto na casa do Junio um amigo dele, que alias eles não se desgrudavam até pensavamos q os dois fossem gays rs...
Chegando na casa do Junior o Felipe fou pegar a moto e eu fiquei na calçada conversando com o Junior, em alguns minutos o Felipe volta com a disculpa que a moto não queria ligar, pronto só faltava essa, nisso o Junior falou ué vcs dormem ai sem problemas gente, claro que na hora recusei, disse que iria embora sosinha que se o Felipe quisese poderia dormir ali mas eu iria embora, mas eles não deixaram, dizião não vc não! Vc ta louca, sair por ai 4 hs da manhã sosinha, não, não dorme aqui amanhã de manhã a gente vai embora, eu pensei e acabei ficando.
Entramos e fomos direto pro quarto do Junior, tinha duas camas de solteiro no quarto bom imaginei q o Junior fosse dormir em uma e eu e o Felipe em outra, mas o Junio foi logo juntando as camas. Na hora resmunguei atá pode ir desgrudando essa cama. O Junior falou o loco Day o q qui tem? Poxa somos amigos, não vamos te fazer mão algum, alias não vamos fazer nada que vc não queira. O junior tb era bem moreno, alto magrinho, hum... uma delicia de moreno. E naquele momento já passava pela minha cabeça o fato de tranzar com os dois, um imagina aqueles dois gatinhos me fudendo? Mas não mostrei enterese algum para eles.
O Junior me perguntou se ele podia dormir de cueca. Respodi; Ui vc ta na sua casa, dorme como quizer! Quando vi ele já estava só de cueca, nossa e o volume que estava por baixo dela, nossa erá de deixar qualquer mulher alucinada, olhei para o lado e vi o Felipe tb só de coeca.
Eles se deitaram e eu fiquei de pé olhando os dois ali a minha espera. Nessa hora o Junio falou; Vc não vai se deitar? Não ta c sono?
- Disee q já ia me deitar, sentei ao lado de Felipe e pedi que ele chegace mais para o meio, ele se recusou, e me disse a Day para vai se cha que dois marmanjos vão dormir um do ladinho do outro e vc ai na berada, a não deita no meio vai a gente não vai te fazer nada pode ficar sucegada.
Fui e me deitei no meio dos dois, o Junio me perguntou se eu queria uma camiseta, pois dormir de calça jeans seria muito desconfortavel, eu recusei, disse que estava bem daquele jeito, mas ele ensistiu. Tava na cara que os dois tinham planejado tudo aquilo p me fuderem.
Bom agora começa a parte interessante rsrs...
Coloquei a camisa e me deitei, o Felipe comessou a me beijar e a bulinar meus peitões quando derrepente senti a mão de JUnior deslisando sobre minhas pernas, levantei rapidamente e pedi p q ele paracem. Eles me disseram, relaxa e deixa acontecer vai Day a gente sabe que vc quer sua safada. Me deitei novamente e a sessão de putaria começou. O Felipe me beijava enquanto o Junior acariciava minhas coxas e ia deslisando ate minha xaninha que nessa ultura já tava toda enxarcada, o Junior falava é vc ta gostando neh safada, eu gemia como uma cadela no cio. Quando dei por mim já estava completamente nua e os dois tb. O Junior começou a chupar minha xana, enquanto eu chupava o kct de Felipe, que delicia aquela senssação uma lingua na xana e um kct na boca, logo trocou as posições quando o Junior veio com o kct na minha direção fiquei pasma com o tamanho, um kct lindo sem igual aquela coisa marron ali na minha frente um q delicia, peguei e comecei a chupar, engolia aquele kct que até chegava a engasgar. Foi quando o Felipe disse agora vou fuder essa buceta gostosa sua putinha, safada quero ver vc gemer muito, o Felipe começou a me fuder e eu gemia enquanto chupava o kct de Junior.
As posições foram trocadas e quando Junior começou a penetrar minha xaninha não resisti acabei gozando antes mesmo q ele comessace a bombar. Hum olha que delicia "meu irmão" essa putinha gozou no meu pau, e metia sem do, tava duendo, pois o kct de Felipe era relativamente pequeno se compardo com o kct do Junior.
Junior me fudia sem dó, dava bonbadas fortes, quando anunciou q iria gozar Felipe disse q tamber ia gozar, Junior tirou o kct de minha xana e gozou na minha barriga e Felipe gozou na minha boca, engoli todinha a porra de Felipe sem deixar desperdiçar nem uma gota.
Logo os kcts dos meninos estvão a ponto de bala de novo e começou o 2º raud, Junior me pegou de 4, depois pediu para que sentace e rebolace em seu kct e é claro não recusei fiz todas as suas vontades hora sentava no kct de Junior hora no kct de Felipe, nossa uma putaria alucinante... Os dois queria faser DP mas eu não deixei fiquei com medo, e chj me arrependo muiito de não ter aproveitado aquela oportunidade d faser DP. Naquela madrugada fudemos muito, no outro dia minha xaninha tava tda inchada e vermelha, chega a arder de tanto q os dois me fuderam... Mas gente fui muito bom aquele dois machos me fudendo, me senti poderosa com dois KCTS a meu dispor...
   Bom termino esse conto por aqui mas em breve volto para contar a vcs como foi o dia q o Junior comeu Eu e uma amiga minha... Beijinhos a todos e espero que gostem...

segunda-feira, 18 de abril de 2016

ATENDIMENTO PERSONALIZADO




Esse conto se passou há cerca de seis anos, quando trabalhava em uma sala comercial no centro da cidade. Em um evento externo atendi um grupo de amigas, todas bem alegres e barulhentas com exceção de uma que se sentou nas cadeiras que disponibilizamos em silencio enquanto meu sócio e eu atendíamos as outras tres.
Ela não era particularmente bonita, aparentava seus 20 anos, branquinha, cabelos castanhos, lábios carnudos e belas pernas. Usava tenis e roupas mais largas.
Me aproximei para perguntar se ela estava passando bem e oferecer uma água e ela fez algumas perguntas relacionadas aos pedidos das amigas, disse que preferia ser atendida em uma loja, que ali seria muito exposto.

Passei meu cartão e ela se apresentou como Camila. Uma semana depois ela me liga, dizendo estar perdida e próximo a sala.

A tranquilizei e desci para buscá-la onde ela disse que estava (há uns 3 quarteirões).Ela estava vestida social, saia grafite, meia calça, saltinho, uma camisa branca, coque e um batom vermelho que completava aquele look secretária.

Brinquei que ela tinha se esforçado mesmo pelo atendimento já q ela disse que tinha caminhado por quase 20 minutos perdida. Ela me respondeu que tinha certeza que valeria a pena e deu um sorrisinho muito sacana.

Por coincidencia eu fecharia a loja nesse dia e meu sócio iria para casa direto do serviço a domicilio que estava fazendo aquele fim de tarde.
Chegando a loja ela olhou ao redor e perguntou do meu sócio, expliquei a situação e disse pra ela não se preocupar e escolher bem as jóias que queria. Ela escolheu duas peças que combinavam com ela, até aí até pensei ter imaginado o sorrisinho uns minutos atrás. Pagou e eu perguntei se o atendimento tinha valido a caminhada.

Ela se aproximou e disse "ainda não" antes de me agarrar e dar um beijo de tirar o fôlego, correspondi e ainda a beijando fui até a porta e girei a chave discretamente.
Passei o braço por sua cinturinha que as roupas largas que usava tinham evitado que notasse antes e a puxei de encontro a meu corpo, deixando que sentisse o quanto a situação estava me excitando.

Não tenho um corpo de modelo, sou gordinho e tenho um pau na média mas que estava tão duro que doía. segurei os pulsos acima da cabeça dela e a prensei na parede, puxei seus cabelos pra expor seu pescoço e aproveitei para beijar e morder de leve e ela gemia baixinho e se contorcia. Levei uma mão aos seios dela, duríssimos, ela apenas deu uma risadinha entre os beijos.

Comecei a abrir os botões da camisa que ela usava e estava com um soutien rendadinho que abria pela frente, o que já liberou aquelas maravilhas, durinhos, formato de pera, com aureolas pequenas, rosadas e mamilos completamente excitados.

Chupei demais e os massageei alternando e ela gemia com mais vontade.
Ela estava totalmente passiva e entregue só me deixava prendê-la e me deliciar com seus seios até que a girei a coloquei sentada na mesa do escritório e finalmente soltei seus pulsos enquanto descia, lambendo e beijando sua barriga ao mesmo tempo que levantava sua saia, descobrindo que estava usando uma liga e uma calcinha mínima branca. me ajoelhei entre suas pernas e tive mais uma deliciosa surpresa: depiladinha e com um cheiro delicioso.

A chupei com a calcinha para o lado enquanto ela suspirava alto, e apertava minha cabeça contra sua bucetinha até ela começar a tremer e a gozar em minha língua soltando um gemido que me deixa doido só de lembrar.

A desci da mesa, desci sua calcinha e fechei a liga, a reclinei e levantando a saia pincelei meu pau na entradinha de sua buceta que estava escorrendo de tão melada.

Estava tão intenso que nem nos lembramos de camisinha. Meti na pele, cadenciado e perguntava se agora o atendimento estava valendo a pena e ela dizia que sim, que veio só pra isso. Eu puxava seus cabelos e esbocei um tapa ela deu um sorrisinho de aprovação e dei um tapa mais forte naquela bunda que agora, via, era redondinha e branquinha, com um cuzinho rosado que comecei a massagear com o polegar o que aumentou ainda mais os gemidos.

Sem nenhum aviso ela segurou a mesa com mais força e a bucetinha dela começou a apertar meu pau e se não gozei dentro nessa hora foi por milagre. Ela se largou sobre a mesa, ofegante, tirei meu pau e desci até aquele cuzinho exposto. O lambi e lambi o gozo daquela garota como se fossem os ultimos. Ela me disse que nunca tinha dado o cuzinho e ficaria para um próximo atendimento pois já estava tarde.

Foi um dos melhores fins de expediente que tive e foi totalmente inesperado.

RECEM CASADA E CORNEANDO O MARIDINHO




Meu nome é Carla, 20 anos, loira, 1,68 de altura, 58Kg, coxas grossas, bumbum grandinho, peitinhos pequenos e cintura fina, recém casada e chifrando meu marido desde a lua de mel, que infelizmente acabou e tivemos que voltar para nossa cidade, enquanto meu maridinho ia trabalhar eu me via as voltas com nossa casa, que parecia um acampamento, faltava montar muita coisa, para isso contratamos um pessoal especializado e recomendado, eram quatro homens bem dispostos, educados e enormes, desde o primeiro dia percebia seus olhares gulosos sobre meu corpo, estavamos em pleno verão, com muito calor pouca roupa e meu corpo estava com saudades de paus enormes e gulosos me devorando toda, resolvi abusar tomando sol de biquíni fio dental bem pequenininho no quintal, os quatro me comiam com os olhos, quando já estava com o corpo todo molhado numa mistura de suor e agua que borrifava sobre mim, sabia que o biquíni estava todo transparente, um deles me chamou para que eu tirasse uma dúvida deles, de sacanagem fui do jeito que estava, isto é apenas com o biquíni todo molhado e transparente, nem precisei de muita encenação, pois foi só ficar perto deles que dois deles já me agarraram, outro já me tascou um beijo guloso, tirando meu ar, rapidinho meu biquíni já tinha sido tirado por suas mãos enormes e já passeavam por todo meu corpo, reclamei que estava com sede e logo eles já fizeram uma roda expondo suas varas enormes e grossas para mim, caí de boca no pau que estava mais perto de mim, tentando colocar o máximo que conseguia daquela maravilha, para logo em seguida me dedicar ao próximo, todas aquelas jebas deliciosas eram chupadas, sugadas, bem babadas por mim, assim que um deles se deitou apontando sua vara duríssima para o céu, que foi engolida avidamente por minha xana gulosa e ensopada, enquanto outra vara já me preenchia o rabinho com toda vontade, nem reclamei da dor que senti por aquelas penetrações vigorosas, pois rapidinho já era sacudida por prazeres indescritíveis, gritei, xinguei, gozei incontáveis vezes, sentia que aqueles homens mal gozavam e seus paus já estavam prontos para me foderem novamente, preenchendo minha xana, meu cuzinho e minha boca, gozando rios de porra, provocando orgasmos violentos em mim, meu corpo todo estava melado de porra e cheio de manchas roxas, todos eles pareciam não se saciar nunca, enquanto me fodiam com muita vontade, até que depois do que pareceram horas um a um foram se retirando, deixando-me inundada de porra e desmaiada. Foi meu corninho que me achou e me deu um banho, enquanto eu lhe contava com detalhes como fui usada por todos aqueles machos.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

CAMINHONEIRO ME FUDEU NA FRENTE DO MEU MARIDO




Quando mais jovem todo mundo tem uma veia de aventureiro, eu e meu namorado hoje atual marido, a gente gostava de viajar, a gente colocava a mochila nas costas e saia pelas estradas pedindo carona, tivemos muitas aventuras, mas éramos solteiros, não nos importávamos muito com as aparências, a gente ia pra praia direto e acampava, nesses acampamentos rolava bebida e sexo  entre namorados e as vezes uma suruba, mesmo depois de casados enquanto não tivemos filhos como a grana sempre foi curta e como a gente já estava acostumados, continuamos aquela vida de mochileiro, mas a minha maior aventura que nem eu nem meu marido planejamos foi quando depois de uns 3 anos de casados queríamos passar o carnaval na praia, alguns amigos já tinham descido e alugado uma casa no litoral Catarinense, mais especificamente Camboriú, com a grana curta resolvemos que iríamos de carona até lá, fomos a um posto de gasolina e começamos a pedir carona pra  vários caminhoneiros até que encontramos um que estava indo pra Santa Catarina, como moramos em Sampa a viagem seria longa, embarcamos então numa uma carreta, que tinha uma cama, meu marido ia no banco do passageiro e eu em cima da cama, as vezes revezávamos, a viagem daria mais de 10 horas, como já era  quase meio dia, iríamos chegar por volta da meia noite.

Na estrada o motorista não conversa muito, paramos mais tarde num posto e  ele gentilmente fez uma refeição naquela cozinha que quase todo caminhão tem e fez uma refeição pra todos, a viagem prosseguiu, passamos pelo PR, entramos em SC já era noitinha,  ele falou que teria que parar porque pela nova lei o caminhoneiro não podia mais viajar a noite  então teríamos que dormir no posto, propositalmente ele escolheu  um posto de gasolina  com pouco movimento, com um páteo enorme, ele escolheu um canto isolado com pouca luz, disse que era pra dormir melhor. Ele disse vou tomar um banho e depois  a gente vai comer alguma coisa. Ele falou que se quiséssemos também podíamos tomar banho porque quase todo posto tem banheiro pra caminhoneiros e acompanhantes, quando ele foi,  nós ficamos pensando e onde iremos dormir? Quando ele voltou disse que iria fazer uma janta pra nós e acrescentou: Ah!! Sua mulher dorme ali atrás na cama, nós dois dormimos aqui nos bancos da frente que inclina. Concordamos, eu ficaria bem instalada na parte de trás da cabine.

Enquanto ele fazia a janta fomos tomar um banho tambem, porque estava calor e a gente estava todos suados, depois que jantamos fomos dormir, era umas 22 hs. Na madrugada  eu acordei com aquele caminhoneiro tentando abaixar meu short, levei um susto, ele colocou a mão na minha boca e falou fica quieta! Pensou que essa viagem ia ficar de graça é…vc vai ter que pagar e vai  dar pra mim! Eu falei para moço eu não vou fazer isso, e chamei pelo meu marido ele acordou, então o  caminhoneiro ficou bravo e mostrou uma faceta que até então a gente não tinha conhecido, ele mudou ficou violento e falou vc fica quieto também senão eu vou dar porrada nos dois, e outra coisa um dos dois vai ter que dar pra mim,  e  faz tempo que eu não dou uma metida, é hoje o dia que vou tirar o atraso eu vou  comer um dos dois  eu particularmente  prefiro  mulher mas mas não sou exigente, também gosto de  comer um cú  se vc quiser dar no lugar dela eu como também.

Meu marido era bem franzino não tinha como encarar aquele homem, pensando no bem estar dele eu disse deixa amor que  eu dou pra ele, afinal é mais natural a mulher dar a buceta que o homem dar o cu, então marido sem ter o que fazer só restou concordar, mas estava cabisbaixo, eu o acalmei falei calma amor vai dar tudo certo, vai ser rápido e tudo acaba, eu que estava só de camiseta e bermuda,  tirei a parte debaixo  fiquei pelada da cintura pra baixo, o caminhoneiro tirou sua roupa também e meu marido olhando tudo, o homem falou pro meu marido: porque voce não bate uma punheta enquanto eu como sua mulher, e voltou a me bolinar, começou a chupar meus peitos e foi descendo até minha buceta, enfiando a lingua por todos os lados, e dizia: que mulherzinha gostosa vc tem,  mulheres casadas são que dão mais tesão, vai bate punheta, vc vai gozar vendo sua mulher dando pra outro, no fundo todo homem tem esse desejo, e fez com que eu chupasse seu pau que estava bem duro, apesar de estar escuro restias de luzes entravam pela janela da cabine, nossos olhos acostumados com a escuridão dava pra ver tudo apesar da penumbra, eu chupei aquele cacete duro até ele quase gozar, foi quando ele tirou da minha boca  e  mandou que eu abrisse as pernas ele veio por cima de mim e  enfiou aquele duro  pau na minha buceta, e me mandou que eu descrevesse pro marido  o que eu estou fazendo… eu falei: que não iria fazer isso, ele me deu um tapa na cara e falou asperamente, vai sua vadia.. fala…. e eu: então amor… ele tá comendo minha bucetinha!
- Fala que vc é uma puta e que ele é um corno.
-Amor… eu sou um putinha e vc é um corno! Fale mais coisas vamos vc sabe…. O pau dele é gostoso amor, ele tá socando tudo em mim, quando olhei para o meu marido ele estava batendo uma bela punheta com o pau super duro. O homem disse: fala para seu marido que você vai dar o cú pra mim. Eu falei que não, que nunca havia dado a bundinha, mas ele falou vai dar sim, fala pro seu marido! Amor… eu vou dar o cúzinho pra ele! Meu marido que tocava uma punheta parecia estar em transe e só disse "tá bom". O motorista me colocou de quatro, cuspiu no meu cuzinho e enfiou aquela pica no meu rabo, a sensação inicial  foi de dor mas logo depois me deu um tesão enorme apesar da dor, comecei a rebolar até que acabei gozando igual uma puta e ele também gozou dentro do meu cuzinho, meu marido tambem já tinha gozado tocando  punheta, lambuzou todo o banco, dentro da cabine, o cheiro de sexo exalava, quando terminamos deitamos os três naquela cama estreita, fiquei no centro e os dois homens me encoxando um por frente outro por traz, dormimos os três pelados mesmo. Pela manhã antes de seguirmos viagem, o motorista ainda me fudeu novamente, meu marido nem acordou ou se fez que estava dormindo.
 Depois seguimos viagem e finalmente chegamos a Camboriú.

Quando desembarcamos, o motorista ainda falou que quando quiséssemos pegar carona de São Paulo para Camboriú, era só procurar elee perguntou se queríamos o número do seu celular. Agradecemos mas não pegamos.
Depois desse dia nossos horizontes sexuais  se ampliaram, nunca mais foi o mesmo, acabei gostando da aventura e já fizemos outras aventuras iguais, pegamos carona já esperando esse desfecho, com a cumplicidade de meu marido eu provoco os motoristas, eu já não consigo ficar sem dar pra outros motoristas, alguma coisa mudou depois desse dia,  se eu não meter com outros homens parece que falta alguma coisa, eu já conversei com o meu marido  e ele disse que me entende até concorda em eu trazer de vez em quando outros homens em nossa casa pra transarmos enquanto ele fica assistindo e batendo punheta,  As vezes ele trás uma mulher e eu que fico assistindo, essa virou uma rotina a 5 anos. Quem sabe eu ainda encontre de novo esse caminhoneiro que tirou a virgindade do meu rabinho e me transformou numa puta, pra gente rememorar aquela noite.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

EU, MINHA ESPOSA E SEU AMANTE


Mais uma aventura , hoje saímos pra encontrar um velho amigo nosso, antes já tínhamos saindo com ele, mas era pra fazer troca de casal, depois descobrir que o que me dá mais tesão é o ménage masculino, mas continuando...

Marcamos num barzinho uma conversa descontraída, uma bebida ali, um olhar de cá, e começamos a pegar fogo, o que tínhamos que fazer era sair urgente daquele local pra nos entregarmos aos desejos.

Michelle toda sensual com um vestindo mostrando um decote, deixando nosso amigo louco de tesão e eu nem se fala.

Combinamos que iriamos invadir o motel, e o amigo deu uma sugestão, "vamos no meu carro, Michelle vem na frente comigo e vc vai atrás, próximo ao motel vc passa pra mala." . Rimos muito da situação e assim fizemos, sentei atrás e eles na frente, Michelle começou a pega no cacete do amigo que já estava duríssima e eu olhando com um tesão imenso, fui pra mala e invadimos, agora a coisa ia esquentar de vez.

Michelle tava louca, ela é tímida, mas quando bebe relaxa e fica bem safada e como nós já tínhamos saído outras vezes com esse amigo, ela fica bem a vontade, começaram a se beijar, e se apertar e eu por trás dela beijando seu pescoço, pegando e amassando também. Meu amigo começou a chupa-la, ela estava pingando de tanto tesão, o grelo duro e enorme, ele chupava com tanto tesão que ela delirava e eu explodindo de tesão vendo aquela cena, coloquei mue pau na boca da minha esposa e ela sugava de um jeito delicioso, que maravilha, todos sentindo prazer ao mesmo tempo, depois ela foi chupar o cacete do amigo que estava soluçando de tesão, ela disse que estava pegando fogo, que aquele cacete era delicioso, ela mamou, sugou, ele delirava e eu fui chupar a bocetinha que estava meladíssima, deliciosa, doida pra receber pica, coloquei ela de quatro e mandei o amigo meter, minha putinha gemeu que nem uma gata no cio, o amigo me falava:  " amigo sua esposa é gostosa" e naquele momento fiz a revelação, minha não , aqui ela é nossa putinha, você é o amante dela, aí que ele ficou doido e começou chama ela de gostosa e socava e eu tendo aquela visão quase gozo, ela começou cavalgar no cacete dele, que cena maravilhosa, minha puta subindo e descendo no pau de outro, comecei bolinar seu cuzinho e depois meti meu pau pra abrir passagem pro amigo, fizemos aquela DP gostosa e ela já estava pronta, coloquei ela de quatro e ele começou a socar seu cuzinho e ela gritava, " amor ele tá me lascando todinha", o amante não aguentou e gozou no cuzinho da safada. Era minha vez de gozar também, coloquei ela de quatro e meti na boceta que estava pulsando, gozei gostoso também, ela já havia perdido as contas de quantas vezes tinha gozado.

Quando chegamos em casa o tesão ainda estava grande e ainda fudi minha putinha mais uma vez, sua boceta estava bem judiada,  já tínhamos saído outras vezes, mas dessa vez ele meteu com mais vontade, arregaçou todinha minha esposa, que está com a buceta deliciosa.

domingo, 3 de abril de 2016

VIZINHO GOSTOSO




Quero contar uma experiencia que tive a oportunidade de viver.

Sou uma mulher de 27 anos, 1,75m de altura, 58kg, morena, cabelos longos, lisos e escuros.

Sou casada ha 8 anos e digamos que muito bem casada.

Eu e meu marido sempre nos demos muito bem na cama.

Transamos todos os dias, até mais de uma vez.

Sempre conversamos abertamente sobre sexo... fantasias...

Sempre tivemos pensamento aberto sobre transar ou não com outra pessoa...

Decidimos que teríamos um relacionamento aberto... embora não procurássemos pessoas,
combinamos que se um dia rolar não teríamos problema.... e é exatamente ai que tudo começa...

Certo dia meu marido saiu pra trabalhar... eu continuei dormindo.... depois de umas duas
horas a mais de sono resolvi levantar.... fui tomar um banho... tudo fluía normalmente ate meu chuveiro começar a sair fumaça e cheiro de queimado... derrepente um estouro...
desliguei correndo, me enrolei na toalha e sai do banheiro assustada... fui na janela e gritei meu vizinho que me atendeu de imediato, perguntei se ele entendia de chuveiro e pedi
que desse uma olhada pra mim. Na mesma hora ele veio até minha casa verificar o que estava acontecendo. Na hora que ele me viu enrolada na toalha me olhou de cima em baixo e deu um
leve sorriso. Fiquei meio sem jeito mas fingi que não tinha reparado e agi normalmente. O que eu realmente reparei foi aquele moreno sarado lindo de olhos verdes e sem camisa dentro da minha sala com um sorriso sem vergonha. Imagina um homem perfeito... meu vizinho.

Mostrei onde ficava o banheiro e ele me pediu uma cadeira pra subir pra ver o chuveiro, até aí tudo bem... viu que tinha queimado mesmo e que eu teria que comprar outro. Ele desceu da
cadeira e eu agradeci. Ele pegou minha mão e beijou dizendo que não foi nada... e ficou me
olhando. Eu fiquei totalmente sem reação e ele continuou me olhando e chegando cada vez mais perto. Até que me beijou. Foi uma explosão de desejo e eu não pude evitar. Derrepente
eu já estava nos braços dele. Ele me apertou bem forte junto ao seu corpo e depois disso não tive mais nenhuma reação. Deixei me levar. Ele começou a beijar meu pescoço, acariciar
meus seios, quando vi já estava sem toalha e cheia de tesão. Ele me levou pro quarto e me colocou na cama, e foi beijando meu corpo bem devagar, eu tremia de tanto tesão, até que
ele finalmente chegou na minha buceta. Nossa! Que língua! Ele me chupava com tanta delicadeza, foi demais, ele não tinha pressa, queria me deixar louca, queria me ver
gozar, o que não demorou muito pra acontecer, logo eu estava gozando igual uma louca.

Levantei, afinal eu tinha que agradecer ne? Ele se deitou na cama e eu desabotoei a bermuda dele e vi aquela pica enorme saltando de dentro da cueca, fiquei impressionada,
fui logo chupando aquela pica enorme dura e quente que ele me oferecia. Chupei seu cacete inteiro e suas bolas com muita vontade. Ele gemia de tesão e quanto mais ele gemia mais eu
chupava. Fiquei ali por uns minutos até que ele mesmo pediu pra que eu sentasse naquela pica, e eu imediatamente obedeci. Que delicia! Ali estava eu cavalgando em uma pica diferente.

Não queria pensar em nada, apenas curtir aquele momento. Ele gemia gostoso e aquilo me dava tanto
tesão. Ele levantou e me colocou de quatro e começou a me chupar por trás, chupava
minha buceta e meu cuzinho, alí eu percebi que não íamos ficar somente no tradicional. Me chupava e eu delirava de tesão, enfiou novamente na minha bucetinha que piscava de tanto
tesão, gozei igual uma louca, minhas pernas tremiam de tanto prazer. Ele tirou seu cacete
da minha buceta e começou a enfiar no meu cuzinho, ele foi enfiando bem devagar, com muito cuidado, carinhoso ao ponto de me deixar tão relaxada que não senti nenhuma dor,
pelo contrario, senti muito prazer e me deixei envolver naquele tesão inexplicável. Quando ele viu que tinha entrado todo e que eu estava relaxada, ele começou a acelerar num ritmo
maravilhoso, metia gostoso e eu rebolava naquela pica fazendo ele quase gritar de tanto prazer. Não demorou muito e ele deu um gemido forte sinalizando que estava gozando,
senti tanto tesão nessa hora que gozei junto, ele então se jogou na cama e eu pude ver aquela pica enorme desfalecida cair pro lado, deitei na cama e fiquei ali mesmo sem reação.

Adormeci por umas 2 horas. Fui acordada pelo meu marido que chegava pro almoço perguntando se eu estava bem, se tinha acontecido alguma coisa, foi ai que contei tudo pra ele. A ração dele??? Essa eu conto outro dia em outro conto.



sexta-feira, 1 de abril de 2016

PATROA PUTINHA




   Trabalho no período noturno como encarregado de setor, certo dia fui convocado para uma reunião
no período da manhã, e como sempre acordava com um humor não muito bom, e sabendo que a reunião seria com minha chefe de setor, com a qual não tinha muito contato , mas os que tive não foram muito agradáveis, sabia que a manhã seria terrível.
   Chegando a empresa dou logo de cara com ela, por sinal muito linda, uma morena não muito alta, com peitos fartos e uma bunda de dar inveja a qualquer mulher, usava uma blusa azul meia soltinha e uma saia não muito curta mas colada ao corpo demonstrando ainda mais a sua bunda, mas como não nos "dávamos" muito bem, rolou só um "bom dia".
   Pediu - me para que fosse a sala de reuniões, pois precisava de ajuda com os equipamentos e já que não havia chegado mais ninguém, solicitou meu auxilio.
   Pois bem estava eu lá ajudando-a a montar os equipamentos, quando ela me pediu para ajuda-la a movimentar um armário velho que tinha na sala, primeiro tínhamos que tirar alguns objetos de cima do armário, e nesse pega e entrega comecei a "analisá-la" com mais interesse.
   Aquela blusinha solta com decote aprofundado deixando os peitos dela quase amostra, tive que olhar. Logo ela percebeu o meu interesse, reparei que o jeito dela começou a mudar em relação a mim.
   Por várias vezes ela se abaixava em minha frente deixando os peitos quase amostra, ou então aquela bunda empinada.
   Concluída a reunião ficou estabelecida nossa desunião, nada de nos acertarmos. Bem, pra minha surpresa ao chegar a noite enquanto cuidava do meu turno eis que chega a dita cuja e pede pra falar com alguns operários do meu turno e lógico que sendo ela minha superiora não seria eu a dizer que não.
   Chamou uns dois ou três, não me  recordo bem, logo em seguida chamou-me e logo que entrei na sala dela reparei em seu olhar algo diferente, pediu que eu a ajudasse com uma mala pesada que tinha em cima do tal armário e assim que ergui os braços e puxei a mala, pesada mesmo por sinal, ela disse que me ajudaria
 Minha nossa! Colocou-se em minha frente e "sem querer" roçou sua bunda em meu pau, fiquei meio sem jeito, foi quando a desgraçada olhou pra trás com uma cara de puta,  disse :
    -- "Vai dizer que você nunca pensou em me ver assim" - e deu uma risadinha.
    Fiquei estático, meu coração disparou e logo meu pau endureceu feito pedra, ela logo notou e disse ,
    -- " Pelo jeito , várias vezes" e foi colocando a mão sobre meu membro, naquele momento já latejando de tesão.
    Assim que ela se pôs de joelhos abaixando minhas calças, empurrei de volta a mala passei a mão aos seus cabelos como fossem eles rédeas em uma potranca, e a safada logo se pôs a chupar meu pau, como se estivesse sem ver um desses ha muito tempo, lambia e engolia-o todo, até as bolas.
    Ergui-a pelos cabelos e a coloquei virada de bunda pra mim, e que bunda! Levantei sua saia num instante, abaixei sua calcinha, micro por sinal, mas pra minha alegria não era só a bunda a ser perfeita, tinha ela uma buceta lisinha com lábios bem vermelhinhos, não me contive passei a língua e ouvi seu gemido de prazer enquanto ela abria ainda mais as pernas e pedia-me para fodê-la, continuei a passar a língua em seu grelinho até que ela num gemido alto de tesão disse:
    -- "Não, não pára que vou gozar seu cafajeste, não pára meu macho",
sim porque a esta altura ela já era minha putinha no cio, meti dois dedos em sua buceta e senti a explosão do seu prazer a lambuzar meu dedos.
    Em mais um gemido alto, aproveitei para posicioná-la e meti sem demora meu cacete naquela maravilha de buceta.
    Mais um gemido e com a voz já branda ela me disse para usá-la como puta, pois foi pra isso que ela me chamara.
    Ótimo, foi o que pensei, estoquei forte minha vara em sua buceta, segurei-a pela saia com uma das mãos enquanto estapeava aquela bunda enorme com a outra, e a ouvia me pedindo pra bater mais forte, já estava ela com a bunda vermelha quando a virei de frente pra mim, logo ela se abaixou e chupou meu pau
como uma puta, arranquei sua blusa e mamei nos seus peitos, foi quando ela deitou-se na mesa e pediu para enfiar meu pau em seu cuzinho, e que cuzinho, ela começou a enfiar seus dedos no cuzinho e me disse que queria meu pau latejando dentro dela, sem perder tempo apontei meu pau para quele rabinho e fui empurrando a cabecinha, logo atolei meu cacete todinho naquele rabo e a vi gritar e gemer aos prantos para que mexe-se, pois estava a gozar muito com meu pau em sua bunda.
    Em um ritmo frenético pude ver meu pau passar por trás de sua buceta, isso quando ela não estava com a mão enfiada e se masturbando.
    Ao ouvi-la me pedir pra gozar em seu rosto, não contive meu prazer, tirei meu pau do seu cu, coloquei-a  de quatro e gozei muito em seu rosto e sua boca, a putinha tomou todo o leite que saiu do meu pau.
Foi uma noite perfeita.

FIM DE SEMANA NA FAZENDA





Meu marido adora pescar, e em uma dessas pescarias, fui junto já que a tempos ele me pedia.
Fomos a uma fazenda de um amigo de pescaria dele, lá chegando pude perceber quão solitário seria o meu fim de semana.
Meu marido e seus amigos saíram logo cedo e aproveitei para ficar acordada e dar uma volta pela fazenda, e conhecer o local.
Mal sabia eu que aquela manhã mudaria por completo o fim de semana, logo ao chegar a cozinha, pude presenciar o caseiro dando uns "tratos" na empregada. Ele moreno alto corpo bem torneado, do trabalho árduo do dia- dia, ele a beijava na nuca enquanto apalpava-lhe os peitos e roçava o seu membro já no ponto em sua bunda por sobre o vestido.
        Voltei atrás e fiz um pequeno barulho para que não fossem "pegos de surpresa", entrando na cozinha, já estavam os dois longe um do outro, e ele logo saindo pro trabalho. Perguntei a ela se eram namorados e ela me disse que não, pois na cidade ele era bem garanhão.
Tomei rápido o meu café e fui até o curral, pedir um cavalo para passear pela fazenda, falei com outro caseiro, que me disse pra tomar cuidado pra não me perder pelos caminhos.
Pois bem nesses caminhos avistei de longe uma cachoeira e lá pude ter certeza de quão garanhão era o tal moço da cozinha, estava ele sendo abocanhado por uma loirinha, creio eu ser filha do caseiro. Ele segurava sua cabeça firme enquanto ela engolia a fundo o seu mastro, e que mastro, devia ter uns 22 cm, assim que ele ia consumar o fato, meu cavalo fez barulho e com esse barulho a moça nem se despediu e saiu correndo com as calcinhas na mão mato a dentro, talvez ela achando ser seu pai, e ele nem sequer se mexeu, me aproximei do riacho onde estava o rapaz, que logo foi me chamando pra perto e perguntando se eu tinha visto algo e como logo avermelhei, ele me disse que nem precisava responder, mas que eu teria que terminar o que a outra mocinha havia começado, e foi logo se aproximando de mim, quando pensei em negar ou falar qualquer coisa ele me tascou um beijo, e enfiou sua mão no meio das minhas pernas, como já havia presenciado aquela cena anterior, minha buceta já estava encharcada, segurou-me pela nuca e enfiou seu dedo em minha buceta. Uau! Que sensação! Quase explodi de tesão, a tempos não tinha esta sensação com
meu marido, sem mais enrolação tratei de me entregar ao garanhão, e sentir de vez todo aquele prazer, fui logo me ajoelhando e abocanhando seu mastro, enquanto ele me chamava de putinha da cidade. Logo ele ergueu meu vestido, nem sequer tirou minha calcinha, só a pôs de lado e enfiou seu cacete enorme de uma só vez em minha buceta, dizendo que era isso que faltava com a outra e o safado metia forte enquanto puxava os meus cabelos e me chamava de putinha, algo que me deixava mais louca de tesão ainda, e após me fazer gozar feito égua no cio, encheu minha buceta de porra, urrando feito um urso em meu cangote.O desgraçado apenas tirou seu pau de dentro de mim e virou-se para o riacho, lavou seu membro e montou no cavalo saindo sem nem olhar pra trás. Fiquei ali, parada sem reação, mas bem contente, pois o serviço do moço havia sido bem caprichado.
Retornando a fazenda, pude ver que a loirinha não parava de me olhar, então aproximei-me dela e puxei conversa como quem não quer nada, fiquei sabendo que eram noivos mas que nada havia rolado ainda, mas que ela não era muito afim dele pois sabia de suas puladas de cerca, que pena pensei eu, com aquele vigor todo, tinha mais é que pular muita cerca.
Pois bem chegando a noite, fui deitar-me já que meu marido só voltaria no outro dia, ao olhar pela janela, vi a moreninha entrando no curral nas pontas de dedo, e que o danado a recebia com um belo tapa na bunda, não me contive e fui espiar o que daquilo sairia, já imaginando uma cena quente de sexo fui descendo as escadas e sentindo minha buceta se encharcar de tesão.
Chegando a porta do curral não avistei nada e muito curiosa fui entrando, quando sem que me vissem pude observá-los no ato carnal, ele a colocou de joelhos sobre um barril e metia sua língua na buceta da moça fazendo-a gemer e se contorcer de tesão. Logo a colocou de quatro e enfiou o pau em sua buceta, ela chegou a revirar os olhos de tanto tesão, enquanto isso meus dedos jé se enfiavam em minha buceta toda molhada de tesão e quanto mais ele enfiava o pau na buceta dela, mais eu ia me contorcendo de tesão. Ele metia fundo na buceta dela e ela gemia feito louca, quando não mais aguentei e gemi alto, e nessa hora ele veio em minha direção e me vendo naquela situação disse:
__ "Pelo jeito a putinha da cidade quer mais", me puxando para perto da morena, que nem sequer se importou.
Colocou nós duas com as bandas empinadas para ele, foi enfiando seu pau hora em uma, hora em outra, enquanto enfiava seus dedos em nossos cuzinhos, enquanto nos fazia gemer, o desgraçado ainda disse que pra ficar perfeito só faltava a bunda da noivinha dele.

Mas o danado era tão bom no que estava fazendo, que esse comentário só aumentou o prazer. Botou-me com a boca bem perto da bunda da morena, e sempre que enfiava seu pau na buceta dela tirava fora e me mandava chupar, e assim foi até que enfiou sem avisar no cuzinho da morena que se contorceu  num misto de dor e tesão, quando pensei em refugar ele abaixou minha cabeça empinou minha bunda me prendendo de um jeito que nem sei como, mas não tinha como escapar e sem pestanejar enfiou seu pau todinho de uma vez em meu cu, gozei, gozei e gozei e agora era ela quem me chupava a buceta enquanto ele metia feito touro em meu cu, ao sentir que não demoraria pra ele gozar pedi que gozasse em nossas bocas, mas o que ele fez foi gozar sobre a bucetinha dela e me mandar lamber a porra na morena. Adorei aquilo. Voltei para o meu quarto toda acabada quase por amanhecer o dia. Ao acordar fui até a cozinha e ela estava lá bem disposta, levando uns tapinhas na bunda do moço, e foi assim também que ele me recebeu, com um belo tapa na bunda, dizendo que a tarde poderia ser bem proveitosa pros três, logo me enchi de tesão, mas nem bem terminamos o almoço meu marido e seus amigos voltaram e reclamando de sua má pescaria, voltamos logo pra casa e fiquei assim com um gostinho de quero mais, e sem saber ao certo quando voltaremos a fazenda desse amigo.
Quem sabe até lá ela já esteja, comendo a noivinha e o sexo seja a quatro...

HORÁRIO DE SERVIÇO





Trabalho no escritório de uma pequena empresa, somos em 5 funcionários no escritório como fazemos venda direto ao telefone, nos revezamos no horário de almoço, e acabou que certo dia fiquei com o chefe e a moça mais gostosa da empresa, mas claro ela é casada assim como eu, mas é linda e gostosa demais, ha tempos vínhamos conversando e nos tornando mais "amigos", até que ela começou a reclamar de seu casamento pra mim, dizendo não estar satisfeita com o marido que ele já não era como antes e tal. Em uma dessas ocasiões meu chefe saiu nos deixando sozinhos, e começamos a falar de assuntos mais picantes, ela começou a me pedir como gostava que minha mulher ficasse, melhor posição essas coisas, fui contando passando-se mais alguns dias, no meio do expediente recebi uma mensagem no Skype assim:
" Estou com problemas, podes me ajudar ??? "
Lógico que fui atendê-la prontamente, me encostei do seu lado pra saber qual o problema e ela foi me mostrando umas planilhas pra que eu verificasse, não pude deixar de notar aquele  belo par de peitos, quase saltando pra fora do decote do vestido dela. Voltei pra minha mesa, fui dar uma olhada nas planilhas, não demorou muito pra que ela viesse sentar-se do meu lado perguntar se eu estava entendendo, disse que sim e não havia até então encontrado erro algum, ela em um de contentamento pôs sua mão sobre minha coxa bem próximo a meu cacete. Nossa tremi, e senti meu pau ficando duro, assim que ela voltou pra mesa dela, pude observar aquela bunda maravilhosa. Mandei um recado para ela assim:
" Agora sou eu que estou com problemas, podes me ajudar ?? "
Ela levantou, veio até minha mesa me pedindo carinhosa, qual era o problema, sem pensar direito só olhei para baixo mostrando a ela a protuberância crescida em minha calça, sem falar nada ela levantou-se e retornou a sua mesa, pensei como pude ter feito isso, perder a amiga e provavelmente o emprego. Mas assim que sentou-se, ela me enviou outra mensagem dizendo:
" Se for esse mesmo o problema ?, tá ok !! "
No mesmo ato levantou-se puxou a cadeira e veio em minha direção, com um sorrisinho malicioso no rosto, sentou bem próximo a mim e dizendo, "vamos lá, eu te explico e você me ajuda ", para que os outros não desconfiassem. Não demorou e meu chefe veio em nossa direção perguntado o que estávamos fazendo, e ela logo respondeu que eu iria ajudá-la em umas planilhas, ele disse achar ótimo que nos ajudássemos. Assim que ele saiu, ela olhou pra mim com cara de safada e disse :
" Bom se é pra nos ajudarmos, vou fazer minha parte ".
Colocou a mão sobre meu pau, deu uma apertadinha, foi abrindo o zíper, tirou o bichano pra fora e foi bem lentamente fazendo movimentos de masturbação, enquanto ia me explicando em voz alta o que queria da planilha, como se eu estivesse prestando atenção na planilha, com a outra mão a danada enfiava os dedinhos em sua bucetinha, me deixou louco, quando fiz sinal pra que ela parasse pois iria gozar ela jogou uma caneta embaixo da mesa e abocanhou meu pau deu mais umas bombadas e me fez gozar, engolindo toda porra que eu ejaculava, isso tudo ali com as outras pessoas em volta.  Nada importava, precisava foder aquela mulher, e não me interessava onde seria, na hora do almoço do outro dia, ficamos a sós novamente, não perdi tempo levantei fui até a mesa dela tirando meu pau pra fora e sem sem demora ela caiu de boca, não me importava mais com nada, seria ali mesmo que comeria aquela gostosa, tirei sua roupa e coloquei-a sobre sua mesa, e meti a língua em sua bucetinha, a fiz gemer como uma puta, nada importava naquele momento, o medo e a apreensão estavam transformados em tesão, fiz a danada gozar muito enquanto a lambia, e como gozava.

Me pedia pra enfiar o pau em sua buceta, porque não aguentava mais tanto tesão, soquei meu pau naquela buceta já toda melada e com movimentos fortes fiz com que ela gozasse de novo, ela era um arraso gemia e pedia pra enfiar tudo, queria sentir meu pau fundo em sua buceta. Botei a danada de quatro e sem dó meti fundo naquela buceta, que tesão de mulher me pedia mais e mais, era insaciável, quanto mais forte eu metia mais ela queria, parecia  que o marido dela não dava conta mesmo, pois ela gozou várias vezes e não se satisfazia. Não pude me conter e tive que esporrar aquela gostosa, tirei meu cacete de sua buceta e fui jorrando porra em todo seu rosto e a danada chupou tudo, foi ligeiro ao banheiro e antes que alguém percebesse algo ela estava recomposta como se nada tivesse acontecido. Trepamos mais algumas vezes, não mais no serviço mas com a mesma intensidade, agora troquei de emprego mas de vez em quando dou uma ligada pra ela pra saber se rola uma rapidinha...

MARIDO PERDENDO A APOSTA



Era uma sexta-feira sem graça, chuvosa e fria aqui em Vila Velha. Estava decidido a não sair de casa, pois como todos sabem, aqui quando chove costuma virar uma Veneza. As ruas ficam alagadas e a agua demora a baixar. Estava em casa tomando vinho e ouvindo música quando meu telefone toca. Era Lauro, um velho amigo que estava me convidando para ir pra casa dele jogar baralho. Disse que não iria por além do frio e da chuva, eu não sei jogar baralho. Aliás, eu não gosto de jogos de azar.

Após muita insistência eu fui. Peguei umas garrafas de vinho entrei no carro e fui pro outro lado da cidade já sabendo que dormiria por lá, pois as blitzes aqui não são fáceis e brotam a cada esquina nos finais de semana.

Chegando no apartamento do meu amigo, ele me apresentou um primo da sua esposa, o Roberto, que estava passando uns dias em Vila Velha. Sua esposa, a Mariana eu já conhecia desde quando eles começaram a namorar.

Conversa vai, conversa vem, taças de vinho rolando e eles foram jogar baralho. O nome do jogo eu não me lembro, só sei que perdi todas as partidas. Depois da terceira derrota, resolvi assumir o som e colocar e deixei os três jogando. Na medida que a bebida ia subindo à cabeça de todos, as risadas ficavam mais altas e os assuntos mais picantes.

E foi ai que eu vi o Lauro fazer a maior besteira, ou não, da sua vida. Ele havia perdido duas partidas e desafiou o primo da sua esposa para uma revanche no estilo melhor de três. Mariana disse que queria participar da aposta mas eu tinha que ir também. Mas ai eu indaguei.

Eu: vamos apostar o que? Dinheiro?
Lauro: Se eu perder, o segundo colocado pode dançar sem roupa com a minha esposa.
Eu: tá louco? Você já perdeu duas, quer perder mais uma?
Roberto: eu topo.
Mariana: Lauro. Você tá ficando louco?
Lauro: relaxa amor. A sorte do Roberto acabou?
Eu: e eu, vou fazer o que?
Lauro: assiste, você vai ser o primeiro a sair mesmo.

Dito e feio, começamos a partida e eu fui o primeiro a sair. Me levantei da mesa, fui na cozinha, peguei mais uma garrafa de vinho e enchi as taças dos meus amigos.  O jogo foi ficando sério, acirrado e Mariana saiu da brincadeira, restando apenas Lauro e Roberto.

Eu e Mariana fomos para o sofá e ficamos de lá, olhando os dois competidores até que Roberto gritou GANHEI. A cara de assustado de Lauro era nítida e eu, apenas observava.

Era certo que aquilo ali não ia prestar.
Roberto: Mariana. Qual música você quer dançar?
Mariana: ah, sei lá, a ideia foi do Lauro ele que escolha.

O certo é que Lauro escolheu uma música do Terence Trance Darby. Música famosa por causa de um comercial de jeans na década de 80. O problema é que a música não era lenta nem agitada, ela tinha uma pegada mais sensual, ideal para quem quer seduzir alguém. Mariana pediu que algumas lâmpadas fossem apagadas, pois ela estava totalmente desconfortável.

A dança começou e junto com ela uma das cenas mais inesquecíveis que eu já vi. Roberto tirou a sua camisa e começou a dançar de frente para Mariana. Pouca luz tornou o ambiente ainda mais sedutor. Os corpos se movimentavam no ritmo da música. Do meu lado, Lauro assistia a tudo com uma taça na mão. O corpo de Mariana era perfeito. Alta, esquia, pernas bem torneadas, bunda média, porém dura e cabelos castanhos na altura da cintura. Roberto era do tipo malhado, não era alto mas era forte, corpo musculoso, pernas grossas, barriga quase negativa. Aos poucos ele foi despindo nossa anfitriã.


Tirou a sua blusa, o sutiã, a calça jeans deixando-a apenas de calcinha. Ele de cueca box branca que já permitia que eu e Lauro enxergasse seu pau grande e duro como pedra.
Lauro se mexia desconfortavelmente no sofá. Seu semblante era de medo e tesão ao mesmo tempo. Eu assistia aquilo tudo e percebia que a cada movimento Mariana se soltava um pouco mais. Eles dançavam colados quando ele a virou de costas e começou a dançar com o pau colado na sua bunda. Mariana se remexia, se contorcia nos braços do primo. Com as suas mãos para trás, ela começou a despi-lo lentamente. Assim que a sua cueca box caiu, Lauro teve a certeza de que aquela ideia da aposta tinha sido a sua pior ideia de toda vida de casado e mais, a sua esposa Mariana estava gostando de cada movimento. Roberto ainda colado no seu corpo foi retirando a sua última peça de roupa, uma calcinha de renda preta, que se não era muito ousada vestia super bem no corpo da nossa amiga.

No meio da dança já era possível ver o pau do Roberto entre as pernas de Mariana, sem penetra-la, mas com toda certeza já tocava seu sexo a cada movimento. Os braços da minha amiga já estavam enroscados no pescoço do seu par em poucos segundos eles já se beijavam apaixonadamente. Do meu lado, Lauro os observava incrédulo mas extremamente excitado com a cena. Os suspiros aumentavam e Mariana num movimento rápido ajoelhou-se e de uma só vez abocanhou o pau do vencedor da aposta. Lauro pensou em interromper o boquete da sua esposa mas acabou se contendo diante da beleza da cena. Roberto se encostou numa pilastra e sentia a língua de Mariana explorar cada pedaço do seu corpo. Meu pau nesta altura da festa já doía de tanto latejar. Mariana encerrou seu boquete e foi de encontro aos lábios do primo, mais um beijo e ele a pegou no colo. Mariana se posicionou e sentiu aquela tora preenche-la de uma única vez.

Ela: aiiiiiiii. Mete esta tora. Coloca esse pau que eu quero ele todo pra mim.
Lauro: amor, já chega. A aposta era apenas dançar e não transar.
Ela: transar? Transar eu transo com você, eu quero e ser fodida. Tirem as roupas que eu quero ver vocês todos se masturbando pra mim.

Nem pensei duas vezes. Retirei a minha roupa e fiquei ali de pau duro enquanto Roberto comia Maria por trás com vigor. O som do saco batendo na bunda da minha amiga ecoavam pelo apartamento. Lauro, o marido que perdeu a aposta se masturbava freneticamente assistindo a surra de pica que a sua linda esposa tomava. Roberto a colocou de quatro no sofá entre e e Lauro. Mariana transpirava, sua respiração era ofegante. Roberto não parava com as suas estocada violentas. Ordenou que ela colocasse um pau na boca e ela começou a chupar o pau do seu marido. Com a outra mão ela me masturbava maravilhosamente. Eu, já tinha perdido as contas de quantas vezes ela tinha gozado até que Lauro urrou e gozou na boca da sua esposa. Roberto aumentou o ritmo e gozou dentro daquela bucetinha lisa e bem desenhada. Ambos cansados de tanto sexo. Lauro parecia não acreditar na cena da sua esposa dando como uma puta pro primo e eu ali, incrédulo com a cena.

Mariana, ainda ofegante, caiu de boca no meu pau me fazendo um dos melhores boquetes que já recebi na vida. Gozei sem pedir licença e vi quando um fio de porra escorreu pela sua boca.

Mariana se levantou beijou na boca ainda com gosto de porra, beijou o seu marido e o passou a língua na cabeça do pau do seu primo. Em seguida foi pro banheiro tomar um banho de banheira sozinha para repor a energia.

A mim, só restou abrir mais uma garrafa de vinho, servir os amigos e ficar ali, do lado deles, em silêncio.

Nesta noite eu não comi ninguém, mas foi uma noite inesquecível. Eu, Lauro e Mariana continuamos amigos até hoje. Sempre que dá, nos reunimos para beber, jogar conversa fora e relembrar aquela noite mágica.

NOVAS EXPERIÊNCIAS




Este é meu primeiro conto, embora seja assíduo leitor de contos eróticos neste site há muito tempo. Bom, a experiência que passo a narrar ocorreu há aproximadamente 6 meses e até hoje fico excitado somente de lembrar e inclusive já me masturbei muito só lembrando do ocorrido (os nomes foram modificados para proteger as identidades). Bom, minha noiva e eu sempre fomos muito ativos na cama e como a maioria dos casais, temos nossas taras e fantasias. Temos um casal de amigos de longa data, já casados e sempre frequentamos a casa deles e sempre saímos juntos.
Em alguma dessas saídas, fomos a um barzinho e passamos todos a beber caipirinha e o assunto inevitavelmente foi parar no sexo e, considerando que naquela altura já estávamos todos bem alegrinhos e excitados, entramos todos no mesmo carro e partimos pra um motel. As mulheres sempre mais recatadas não estavam concordando com a ideia inicial de irmos os 4 pra o mesmo quarto, mas acabaram cedendo.
No caminho para o motel, eu estava dirigindo e minha noiva do lado, e como já estávamos excitados todos, comecei a passar a mão nas pernas dela enquanto dirigia e, estando ela de vestido, afastei sua calcinha e comecei a tocá-la de leve na buceta que neste momento, creio que por causa da situação, já estava ensopada e ela começou a gemer baixinho. O casal de amigos no banco de trás provavelmente percebeu isso e a esposa do meu amigo já tirou a calça que estava e ficou só de calcinha e blusa no banco e começou a chupar o pau dele.
Ao chegarmos no motel, o casal que estava no banco de trás se abaixou, pois o motel não aceita 2 casais no mesmo quarto e, ao entrarmos no quarto, as mulheres ficaram meio tímidas pela situação e foram no banheiro juntas. Quando saíram resolvemos que nós ficaríamos na banheira e eles na cama do quarto, sendo que a banheira tinha um vidro transparente que dava visão parcial da cama onde eles estavam.
Nós começamos a transar na banheira, comecei colocando minha noiva na beirada da banheira, ela sentou-se na borda encostando no vidro, arreganhou as pernas e comecei a chupá-la e meter um dedo na buceta enquanto chupava a buceta que tava 100% lisinha, chupei até ela gozar na primeira vez e pediu pra ser comida naquela hora que tava morrendo de tesão. Nisso, a botei de costas e comecei a meter devagar, alisando seus peitos enquanto metia e ainda tendo a visão do casal de amigos que já se encontravam em plena atividade na cama.
Eu insisti para que fossemos transar no sofá que tinha ao lado da cama, mas minha noiva ainda não estava segura que queria ir. Gozamos juntos a primeira vez, tomamos um banho e saímos do banheiro e o casal entrou para tomar banho. Quando saíram, ficamos conversando um pouco todos na cama, eu e o cara estávamos pelados, as mulheres sempre mais tímidas, estavam de toalha. O clima começou a esquentar e partimos pra o segundo round, levei minha noiva para o tal sofá e começamos a nos beijar, ela já foi se arreganhando de novo pra receber um sexo oral e, enquanto eu comecei a chupar a buceta dela, ela se masturbava e gemia. Nisso, o nosso amigo veio do nosso lado e começou a se masturbar. Não sei se foi a situação, ou o fato de estarmos nos exibindo e ele masturbando do nosso lado, o tesão foi a mil, começamos a fuder feito loucos e ela gemia de forma muito provocante.
O nosso amigo parou de se masturbar e foi foder a esposa que tava na cama sozinha, só sei que determinado momento, estávamos os 4 fodendo e gemendo naquele quarto, sendo que eu e minha noiva gozamos primeiro e eles em seguida. Após terminarmos, as duas mulheres ainda tiveram coragem de dar uns beijos mas não passou disso. Todos tomamos banho e nos vestimos e fomos embora tranquilamente e continuamos amigos igual antes. Já estamos pensando em fazer uma troca, só minha noiva não concorda porque não se atrai pelo nosso amigo. Esses dias, tive uma surpresa, após irmos a um barzinho, fomos os 4 pra casa deles, e enquanto estávamos pelo caminho, eu e ele revelamos nossa vontade de fazer a troca (ainda não aconteceu mas vamos ver o que acontece daqui pra frente). Só que o que me deixou cabreiro foi que nesse dia, a esposa do cara me contou depois, que ele fodeu ela e disse "imagina que é o Fabiano que tá aqui te comendo"..fiquei por entender o porque disso.

CASAL, AMIZADES E PROVOCAÇÕES





Sou a Tatiane, tenho 28 anos e esta estória que vou lhes contar aconteceu há uns 6 meses. Me casei com 23 anos e sempre fui muito reservada em relação à sexo. Antes de me casar eu me recordo de ter dado minha boceta somente para dois caras, ou seja, eu era muito inexperiente. Porém, à medida que o tempo foi passando, eu e meu marido começamos a experimentar coisas novas. Por exemplo, quando solteira eu nunca tinha chupado um pau ou feito sexo anal. Foi meu marido quem me ensinou e praticou estas coisas comigo. Recordo que uma vez insinuei que eu gostaria de ser penetrada no cú e na boceta ao mesmo tempo. Ele se zangou. Não gostou muito. Disse que mulher dele nenhum outro homem tocaria. Prometi esquecer o assunto e ele concordou em enfiar o vibrador no meu rabinho de vez em quando enquanto estivesse fodendo minha bucetinha.

Meu marido, que é 6 anos mais velho que eu, sempre gostou de futebol. Todos os finais de semana ele convida algum amigo para assistir aos jogos em nossa casa. Como sou muito vaidosa e não tive filhos, consegui preservar o corpinho gostoso da época de solteira. E meu marido adora me exibir para seus conhecidos. Os olhos dele praticamente brilham quando ele percebe que algum outro homem está me admirando, me comendo toda com os olhos. Assim, nas tardes de sábado e domingo eu visto minhas roupas mais provocantes mesmo e vou à sala servir suco ou algum aperitivo para eles. Os amigos dele, claro, me olham de rabo de olho o tempo todo, tentando ver minha calcinha por baixo das saias curtas que visto. Meu marido apenas observa e curte muito estes momentos. É claro que não posso exagerar, senão é briga na certa e fico sem pica umas duas semanas.
Um dia ocorreu um situação um pouco inusitada. Tínhamos acabado de adquirir um sistema de TV por assinatura, com mais de 150 canais. Meu marido estava animadíssimo e convidou um de seus amigos mais próximos para almoçar com a gente e depois mostrar a ele todos os canais de esportes que agora eles teriam à sua disposição. Este amigo era o Jorge. Ele devia ter uns 35 anos, era casado com uma mulher muito bonita e ela já havia estado em nossa casa algumas vezes com ele. O nome dela é Sabrina.


Depois do almoço eu fui para a cozinha limpar a mesa e lavar as louças. Meu marido e o Jorge ficaram na sala conversando e verificando todos os novos canais. - Caramba! Veja isso! - meu marido disse de repente. Não me preocupei muito pensando que eles estavam falando das novas atrações que eles estavam tendo agora com aquela quantidade enorme de canais. Mas, comecei a estranhar o silêncio que se fez de repente na sala. Tirei meus chinelos e me aproximei, vagarosamente, nas pontas dos pés.

- Cara, você já fez isso? - o Jorge perguntou ao meu marido.

- Ainda não! Mas sempre tive desejo de ter duas mulheres fazendo isso comigo. Cara! Eu me sentiria nas nuvens - meu marido respondeu.
Muito curiosa resolvi ver o que eles estavam assistindo. Para minha surpresa, era um filme pornô com duas mulheres disputando uma das maiores picas que já vi em minha vida. Elas revezavam suas bocas naquele cacete enorme em um boquete maravilhoso. Eles, claro, levaram o maior susto quando me viram e ficaram muito atrapalhados. Meu marido trocou de canal imediatamente.


Me virei para os dois fingindo estar zangada com aquilo. - Então você gostaria de ter duas mulheres chupando o seu pau, seu safado? - eu disse ao meu marido, tentando ficar o mais séria possível.
- E qual homem não gostaria, Tatiane? - meu marido respondeu.
- Eu sempre quis experimentar - disse o Jorge meio sem graça, mas querendo colocar mais lenha na fogueira.
- E se sua mulher quisesse transar com dois homens? - perguntei ao Jorge. Agora eu já não estava fingindo estar brava, mas sim sorrindo e me divertindo com a brincadeira.
- Se deu mal, heim, Jorge? Os direitos são iguais - disse meu marido rindo.
- Pois vou dizer uma coisa - disse o Jorge - Não sei se minha mulher daria para dois homens. Mas ela com certeza ficaria comigo e outra mulher.
Eu e meu marido olhamos para ele com expressões de espanto. - Estou falando sério - ele disse finalmente.

Imediatamente as coisas começaram a ficar claras. Agora eu entendia porque a Sabrina me olhava tanto nas vezes em que nos visitou. Lembro que uma vez fomos ao meu quarto experimentar algumas roupas e ela parecia tremer de tesão quando eu fiquei apenas de calcinha e sutiã na frente dela. Na época não liguei muito, mas agora eu entendi o porquê. Continuei a provocar meu marido.
- Então voce acha que os direitos são iguais, Mário? - perguntei a ele.
- Os direitos são iguais. Mas eu prefiro ficar com duas mulheres - disse ele rindo.


Toda aquela situação estava mexendo comigo. Repentinamente imaginei eu e a Sabrina chupando o pau do meu marido, dividindo cada centimetro da rôla gostosa que ele tem. Meus pensamentos então recuaram um pouco mais, na época da faculdade, quando dormi uma noite na casa de uma amiga e tivemos uma pequena experiência lésbica. Não foi nada demais. Apenas nos beijamos, ficamos nuas e nos tocamos muito, esfregando nossos grelinhos uma na outra. Foi um experiência muito gostosa e confesso que senti um prazer imenso tocando e sendo tocada por uma mulher. Mas, depois que descobri os imensos prazeres que só uma pica bem grossa e comprida pode proporcionar, eu passei a me relacionar somente com homens.

Enquanto eu tinha esses pensamentos, percebi minha boceta molhadinha. Ela latejava de tesão e eu estava louca por uma boa foda. Minha vontade era desligar aquela TV, pedir ao Jorge que fosse embora e arrastar meu marido para o quarto. Ou dar a boceta para ele ali mesmo, no sofá da sala. Ele com certeza iria chupar minha bucetinha e lamber meu cuzinho antes de me penetrar. E eu estava ansiosa para isso acontecer logo. Mas, o diabo tinha que lançar uma tentação. E se eu desse para o meu marido e para o Jorge ao mesmo tempo? Lancei a provocação ao meu marido.


- Se os direitos são iguais, então eu prefiro dar para dois homens - disse eu, ainda de pé na frente dos dois. Fiz uma pose de mulher gostosa, com as mãos na cintura. Como eu vestia uma saia branca, bem curtinha e uma blusinha mostrando parte da minha barriga, me movimentei de forma a forçar minha blusa ainda mais para cima. Agora meu umbigo estava praticamente todo de fora. E minha saia um pouco baixa na cintura mostrava um pequeno pedaço da parte de cima da minha calcinha. O Jorge literalmente babava olhando cada parte do meu corpo.

Meu marido me olhou espantado, praticamente sem nenhuma reação. Por um momento percebi que ele não tinha gostado do que eu tinha acabado de falar. Os olhos do Jorge, por sua vez, brilhavam de vontade de me agarrar logo. Prevendo o perigo eu abaixei minha blusa novamente e voltei correndo para a cozinha.
- Você não é mulher para isso, Tatiane! Você não tem coragem! - falou meu marido da sala.
- Não sou mulher para o quê? - respondi voltando novamente para a sala.
- Você não tem coragem de dar para mim e o Jorge ao mesmo tempo! Está blefando!
Olhei para os dois, surpresa, e comecei a rir.
- Mas depois eu quero você e a Sabrina na cama comigo, ao mesmo tempo - acrescentou meu marido.
- O quê? - perguntou o Jorge de olhos arregalados.
- Você não falou que a Sabrina ficaria com outra mulher e um homem? - continuou meu marido - Pois agora eu e você comemos a Tatiane. Depois a Tatiane e a Sabrina dão para mim ao mesmo tempo.
- Ah! Pago para ver isso! - eu falei sorrindo para os dois - aposto que não são homens para fazer isso.
- Você está falando sério, Mário? - perguntou o Jorge ao meu marido, com os olhos arregalados para mim.
- Nunca falei tão sério - disse meu marido rindo.

- Tá feito! Você pode ficar com sua mulher e a Sabrina. Mas depois eu quero ficar com as duas também - disse o Jorge.
Eu estava me divertindo muito vendo os dois nessa discussão. A brincadeira estava tomando um rumo que eu não tinha imaginado e agora eu me sentia totalmente excitada com a idéia. - Conversem mais um pouco! Quando se decidirem me chamem - disse eu me dirigindo para a cozinha novamente. Eu tinha quase certeza de que aquilo ia dar alguma coisa. Assim passei da cozinha para o banheiro em poucos segundos. Fiz xixi, lavei a boceta rapidinho e voltei para a cozinha, na expectativa. Depois de uns cinco minutos meu marido me chamou. Entrei na sala e tive uma surpresa muito agradável. Meu marido e o Jorge estavam sentados no sofá lado a lado, completamente nus da cintura para baixo. Ambos estavam batendo punhetas e suas picas estavam realmente duras. De imediato senti minha boceta toda meladinha e minha vontade de foder era tanta que minhas pernas tremiam.

- Pode começar quando quiser, Tatiane! - disse meu marido com um sorriso safado estampado no rosto. Respirei fundo olhando para aqueles dois paus bem duros. Agora eu tinha que ir em frente com a brincadeira que eu mesma tinha começado. Mas aquela situação estava me agradando. E se o Jorge fosse tão bom de cama quanto meu marido? Era a minha chance de conseguir prazer em dobro. Ainda de roupa me ajoelhei no carpete, na frente do meu marido. Segurei o pau dele nas minhas mãos macias e delicadas e bati uma punheta de leve, dando beijinhos na cabeça daquela rôla deliciosa. Em seguida olhei para os dois, sorrindo, e envolvi o pau do meu marido entre meus lábios. - Ohhhhhhhh! Pôrraaaaa! Que boquinha gostosa, Tatiane! - disse ele gemendo de tesão. Me concentrei na pica do meu marido, dando lambidas em toda a extensão daquela vara quentinha e dura e tentando enfiá-la toda na minha boquinha pequena. Levei a mão ao pau do Jorge. Como era gostoso tocar seu cacete. Ele gemeu de prazer quanto minha mão segurou firme a pica dele e comecei a bater uma punheta bem lentamente. Depois de alguns momentos tirei o pau do meu marido da boca e me concentrei no mastro do Jorge. - Ahhhhhhhhhhhh! Que deliciaaaaa! - disse ele quando deslizei minha boca quentinha na pica dele, conseguindo engoliar até a metade de sua rola gostosa.

- Isso, Tatiane! - meu marido disse - Mostre ao Jorge como você chupa gostoso!
Meu marido então se levantou e veio ficar atrás de mim. Como eu ainda estava de joelhos, ele se ajoelhou também e me agarrou por trás, beijando minhas orelhas e nuca. Em seguida começou a passar suas mãos em todo o meu corpo, com uma atenção especial nos meus peitos já durinhos de tesão. Senti sua mão levantar a parte de trás da minha saia e acariciar minha bunda. Depois ele meteu a mão entre minhas pernas, apertando minha bucetinha por cima da calcinha. A esta altura eu já estava toda derretida e o Jorge estava se deliciando me observando mamar e brincar com minha lingua em toda a extensão de sua pica. - Meu Deussss! Não aguento mais, Mário! Me fode agora! - disse eu ao meu marido. Ele então abriu o zipper da minha saia e a puxou para baixo, me deixando só de blusa e calcinha. Em seguida o Jorge tirou minha blusa, revelando o sutiã lindinho que eu estava usando. Agora foi minha vez de desabotoar meu sutiã e deixar meus peitos saltarem aos olhos dele. Os olhos do Jorge se abriram de tal forma que pensei que ele iria se atirar em mim de imediato. Em vez disso ele ficou observando. Fiquei em pé e lentamente fui tirando minha calcinha, revelando minha boceta pequena e muito bem depilada.

- Uauuuu! Que delicia de mulher! - disse o Jorge totalmentte extasiado. Depois, olhou aflito para meu marido, com medo da reação dele sobre seu comentário. Meu marido apenas sorriu. - Aproveite, cara! Ela é todinha nossa esta noite! - disse ele me sentando no sofá no meio dos dois. Eles tiraram suas camisas e o Jorge me agarrou de imediato, chupando meus peitos, beijando minha boca e acariciando toda a minha pele. Em seguida segurou minha cabeça e lentamente direcionou minha boca para o pau dele novamente. Comecei a mamar aquela pica gostosa enquanto meu marido brincava com minha boceta, ora esfregando os dedos no meu grelinho, ora enfiando dois dedos bem fundo na minha grutinha apertadinha e molhada. Eu gemia descontrolada. - Então, Tatiane? Está gostando de ficar com dois homens ao mesmo tempo? - perguntou ele.

Em vez de responder eu me levantei do sofá e me deitei no carpete, com as pernas abertas e levemente flexionadas. - Sou todinha de vocês agora! Vem me comer! Os dois! - disse eu tocando meus seios com uma mão e a outra massageando minha bucetinha. O Jorge foi o primeiro a reagir. Olhou meu corpo de cima até embaixo com olhos gulosos, admirando o meu corpo que pela primeira vez o via completamente nu. Em seguida se deitou do meu lado, beijou minha boca e direcionou seu rosto para o meu baixo-ventre. A boca dele brincou nas minhas virilhas antes de chegar à minha bucetinha. Soltei gritinhos de prazer quando ele começou a lamber minha xaninha, beijando e apertando meus grelinho com os lábios. - Ahhhhhhh! Chupa querido! - disse eu com a voz carregada de desejo.

Meu marido não ficou parado. Ajoelhando-se ao lado da minha cabeça ele começou a dar batidinhas no meu rosto com a pica dele. Me batia nas bochechas e nos lábios. Até que não aguentei e abri meus lábios um pouquinho. Ele enfiou o pau lentamente na minha boca, como se fosse uma bocetinha apertadinha e comecei a mamar seu cacete com muita vontade. Eu me sentia uma mulher completa com aquela experiência totalmente nova. Havia tesão em todo o meu corpo. Em baixo, a boca e os dedos do Jorge trabalhavam meu grelinho e meu buraquinho provocando ondas de prazer que já me faziam adivinhar um orgasmo muito intenso enquanto meu marido acariciava meus peitos com suas mãos macias e fortes ao mesmo tempo que eu o chupava. Na minha mente eu me imaginava gozando na boca do Jorge ao mesmo tempo que meu marido gozaria na minha boca, enchendo-a com seu esperma quentinho.

Comecei a me contorcer toda, querendo gozar logo, quando ouvi o Jorge dizer algo que me deixou muito mais feliz.
- Tenho que foder sua mulher, Mário! Posso? - disse ele olhando para o meu marido. O Mário ficou por um momento sem reação, olhando para mim por um breve instante. O Jorge então optou por não esperar a resposta do meu marido. Ele apenas se deitou em cima de mim, e, com uma mão, posicionou sua ferramenta na entrada da minha buceta, que a esta altura, já estava clamando por um cacete bem duro. Ele então soltou seu peso em cima de mim e sua pica deslizou, entrando na minha bucetinha vagarosamente, até o talo.
- Ahhhhhhhhhhh! Que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa! - gemi no ouvido dele, envolvendo meus braços e pernas no corpo daquele homem gostoso. Eu queria mais daquela rola! Queria que ele enfiasse forte mesmo, sem dó. As ondas de prazer que eu tinha sentido até então não eram nada comparadas às que eu estava sentindo ao ser penetrada bem fundo, em movimentos cadenciados. O Jorge metia em mim com vontade. Ele, que sempre tentava ver minha calcinha por baixo das minhas saias, agora estava me tendo todinha para ele.

- Fique por cima dele, Tatiane - disse meu marido, punhetando seu pau e louco para participar ainda mais da nossa brincadeira. Obedeci de imediato. Eu e o Jorge rolamos um sobre o outro até eu ficar por cima. Agora era eu que empurrava minha pélvis ao encontro da dele, tentando ser penetrada cada vez mais fundo.
- Me fode, Jorge! Mete mais! Meteeeeeeeee! - eu falava quase chorando de prazer. As mãos dele seguravam firme na minha bunda e seus lábios procuraram os meus. Notava-se bem que Jorge era um homem muito carinhoso. Ele não se preocupava apenas em me foder, mas também era carinhoso em todos os seus movimentos. E isso me deixava maluca. Não demorou muito e senti suas mãos se enfiarem entre nós dois para novamente tocarem meus peitinhos durinhos.
- Meu Deusssssssss! Que gostosoooooo! - deixei escapar entre meus gemidos cada vez mais altos. Mas, a grande surpresa ainda estava para vir. Meu marido veio por trás de mim e começou a acariciar minha bunda enquanto eu cavalgava na pica do Jorge. Em seguida senti um dedo molhado de cuspe girar na entrada do meu cuzinho. Meu corpo se arrepiou todo e deixei-me relaxar por completa. O Mário então enfiou dois dedos no meu rabinho e eu sabia que ele estava preparando o caminho para seu pau. Eu já conhecia aquele ritual.
- Me abraça bem forte que a coisa vai ficar feia para o meu lado agora - disse eu sorrindo e colocando minha cabeça no ombro do Jorge. Ele me abraçou forte, deixando meu corpo colado no dele e seu pau enfiado bem no fundo da minha bucetinha gulosa.

- Vamos te dar prazer em dobro agora, Tatiane! - disse meu marido apoiando as mãos na minha cintura e se agachando até seu pau ficar na altura da minha bunda. Em seguida ele posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho e fez uma leve pressão. - Uiiii! Devagar, amor! - soltei um gritinho quando senti sua pica me invadir aos poucos. Meu cuzinho estava tão relaxado que meu marido não teve esforço nenhum para enfiar seu cacete duro e grosso no meu rabinho. - Ohhhhhhhhhh! Que cuzinho delicioso, Tatiane - meu marido falou enquanto começava um movimento de vai-e-vem muito gostoso no meu cú. Finalmente eu estava tendo a minha primeira dupla penetração. Quando eu descia minha pélvis, o Jorge me penetrava bem fundo, quando levantava meu corpo era a vez do Mário ir bem fundo em mim. Somado a tudo isso, os beijos do Jorge na minha boca e pescoço me traziam arrepios de tesão em todo o meu corpo. De repente senti uma espécie de curto-circuíto nos meus neurônios. Me desmanchei em prazer, êxtase e luxúria. Apoiando os braços no chão, e erguendo ligeiramente o corpo para não me tornar pesada para o Jorge, eu deixei de fazer qualquer movimento.
- Ahhhhhhhhhh! Meu Deus! Me fodam, seus tarados! Safados!!! - gritei, me sentindo uma puta naquele sanduíche gostoso que eles faziam comigo.

- Estou gozandoooooooo! - gemeu meu marido de repente. De imediato senti sua pôrra quentinha inundar meu cuzinho, que ficou totalmente lubrificado, fazendo com que seu pau agora deslizasse suavemente dentro de mim.
- Ohhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Também vou gozarrrrrrr! - gemia agora o Jorge, aumentando o rítmo de seu cacete na minha bucetinha.
- Podem gozar, safadinhos! Gozem nos meus buraquinhos! Beija... - não consegui terminar a frase. Minha voz sumiu e uma onda de prazer percorreu meu corpo. Minha buceta começou a apertar o pau do Jorge descontroladamente e meu cuzinho parecia querer sugar a pica do meu marido. Gozei como uma louca, gemendo bem alto mesmo.

Ficamos os três agarradinhos na mesma posição durante algum tempo. Seus paus já começavam a amolecer dentro de mim, mas eu ainda queria meu marido e o Jorge me apertando. Meu marido beijava minhas costas e nuca, enquanto o Jorge beijava minha boca carinhosamente. Quando meu marido finalmente saiu de cima de mim, eu escorreguei de cima do Jorge e ficamos os três deitados no chão, comigo entre os dois. Eu ria muito enquanto os dois alternavam suas carícias entre meus seios e minha bucetinha. Eu agora repartia meus beijos molhados pela boca dos dois e curtia uma sensação incrível sentindo a porra quentinha sair do meu cuzinho e xaninha. Aquela tinha sido uma experiência que todos nós gostamos e que viria a se repetir muitas vezes. O Jorge, por sua vez, cumpriu o combinado e trouxe a Sabrina para o nosso grupo. Nem preciso dizer o quanto ando satisfeita sexualmente. E meu marido? Anda radiante. Ele que gostava de ver seus amigos me comendo com os olhos, agora se diverte muito vendo o Jorge me foder em todas as posições possíveis e tendo sua vingança em cima do corpo delicioso da Sabrina. Minha intenção é colocar mais um casal na brincadeira. Vamos ver se consigo.