sexta-feira, 1 de abril de 2016
FIM DE SEMANA NA FAZENDA
Meu marido adora pescar, e em uma dessas pescarias, fui junto já que a tempos ele me pedia.
Fomos a uma fazenda de um amigo de pescaria dele, lá chegando pude perceber quão solitário seria o meu fim de semana.
Meu marido e seus amigos saíram logo cedo e aproveitei para ficar acordada e dar uma volta pela fazenda, e conhecer o local.
Mal sabia eu que aquela manhã mudaria por completo o fim de semana, logo ao chegar a cozinha, pude presenciar o caseiro dando uns "tratos" na empregada. Ele moreno alto corpo bem torneado, do trabalho árduo do dia- dia, ele a beijava na nuca enquanto apalpava-lhe os peitos e roçava o seu membro já no ponto em sua bunda por sobre o vestido.
Voltei atrás e fiz um pequeno barulho para que não fossem "pegos de surpresa", entrando na cozinha, já estavam os dois longe um do outro, e ele logo saindo pro trabalho. Perguntei a ela se eram namorados e ela me disse que não, pois na cidade ele era bem garanhão.
Tomei rápido o meu café e fui até o curral, pedir um cavalo para passear pela fazenda, falei com outro caseiro, que me disse pra tomar cuidado pra não me perder pelos caminhos.
Pois bem nesses caminhos avistei de longe uma cachoeira e lá pude ter certeza de quão garanhão era o tal moço da cozinha, estava ele sendo abocanhado por uma loirinha, creio eu ser filha do caseiro. Ele segurava sua cabeça firme enquanto ela engolia a fundo o seu mastro, e que mastro, devia ter uns 22 cm, assim que ele ia consumar o fato, meu cavalo fez barulho e com esse barulho a moça nem se despediu e saiu correndo com as calcinhas na mão mato a dentro, talvez ela achando ser seu pai, e ele nem sequer se mexeu, me aproximei do riacho onde estava o rapaz, que logo foi me chamando pra perto e perguntando se eu tinha visto algo e como logo avermelhei, ele me disse que nem precisava responder, mas que eu teria que terminar o que a outra mocinha havia começado, e foi logo se aproximando de mim, quando pensei em negar ou falar qualquer coisa ele me tascou um beijo, e enfiou sua mão no meio das minhas pernas, como já havia presenciado aquela cena anterior, minha buceta já estava encharcada, segurou-me pela nuca e enfiou seu dedo em minha buceta. Uau! Que sensação! Quase explodi de tesão, a tempos não tinha esta sensação com
meu marido, sem mais enrolação tratei de me entregar ao garanhão, e sentir de vez todo aquele prazer, fui logo me ajoelhando e abocanhando seu mastro, enquanto ele me chamava de putinha da cidade. Logo ele ergueu meu vestido, nem sequer tirou minha calcinha, só a pôs de lado e enfiou seu cacete enorme de uma só vez em minha buceta, dizendo que era isso que faltava com a outra e o safado metia forte enquanto puxava os meus cabelos e me chamava de putinha, algo que me deixava mais louca de tesão ainda, e após me fazer gozar feito égua no cio, encheu minha buceta de porra, urrando feito um urso em meu cangote.O desgraçado apenas tirou seu pau de dentro de mim e virou-se para o riacho, lavou seu membro e montou no cavalo saindo sem nem olhar pra trás. Fiquei ali, parada sem reação, mas bem contente, pois o serviço do moço havia sido bem caprichado.
Retornando a fazenda, pude ver que a loirinha não parava de me olhar, então aproximei-me dela e puxei conversa como quem não quer nada, fiquei sabendo que eram noivos mas que nada havia rolado ainda, mas que ela não era muito afim dele pois sabia de suas puladas de cerca, que pena pensei eu, com aquele vigor todo, tinha mais é que pular muita cerca.
Pois bem chegando a noite, fui deitar-me já que meu marido só voltaria no outro dia, ao olhar pela janela, vi a moreninha entrando no curral nas pontas de dedo, e que o danado a recebia com um belo tapa na bunda, não me contive e fui espiar o que daquilo sairia, já imaginando uma cena quente de sexo fui descendo as escadas e sentindo minha buceta se encharcar de tesão.
Chegando a porta do curral não avistei nada e muito curiosa fui entrando, quando sem que me vissem pude observá-los no ato carnal, ele a colocou de joelhos sobre um barril e metia sua língua na buceta da moça fazendo-a gemer e se contorcer de tesão. Logo a colocou de quatro e enfiou o pau em sua buceta, ela chegou a revirar os olhos de tanto tesão, enquanto isso meus dedos jé se enfiavam em minha buceta toda molhada de tesão e quanto mais ele enfiava o pau na buceta dela, mais eu ia me contorcendo de tesão. Ele metia fundo na buceta dela e ela gemia feito louca, quando não mais aguentei e gemi alto, e nessa hora ele veio em minha direção e me vendo naquela situação disse:
__ "Pelo jeito a putinha da cidade quer mais", me puxando para perto da morena, que nem sequer se importou.
Colocou nós duas com as bandas empinadas para ele, foi enfiando seu pau hora em uma, hora em outra, enquanto enfiava seus dedos em nossos cuzinhos, enquanto nos fazia gemer, o desgraçado ainda disse que pra ficar perfeito só faltava a bunda da noivinha dele.
Mas o danado era tão bom no que estava fazendo, que esse comentário só aumentou o prazer. Botou-me com a boca bem perto da bunda da morena, e sempre que enfiava seu pau na buceta dela tirava fora e me mandava chupar, e assim foi até que enfiou sem avisar no cuzinho da morena que se contorceu num misto de dor e tesão, quando pensei em refugar ele abaixou minha cabeça empinou minha bunda me prendendo de um jeito que nem sei como, mas não tinha como escapar e sem pestanejar enfiou seu pau todinho de uma vez em meu cu, gozei, gozei e gozei e agora era ela quem me chupava a buceta enquanto ele metia feito touro em meu cu, ao sentir que não demoraria pra ele gozar pedi que gozasse em nossas bocas, mas o que ele fez foi gozar sobre a bucetinha dela e me mandar lamber a porra na morena. Adorei aquilo. Voltei para o meu quarto toda acabada quase por amanhecer o dia. Ao acordar fui até a cozinha e ela estava lá bem disposta, levando uns tapinhas na bunda do moço, e foi assim também que ele me recebeu, com um belo tapa na bunda, dizendo que a tarde poderia ser bem proveitosa pros três, logo me enchi de tesão, mas nem bem terminamos o almoço meu marido e seus amigos voltaram e reclamando de sua má pescaria, voltamos logo pra casa e fiquei assim com um gostinho de quero mais, e sem saber ao certo quando voltaremos a fazenda desse amigo.
Quem sabe até lá ela já esteja, comendo a noivinha e o sexo seja a quatro...
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