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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

NO BANHEIRO DO RESTAURANTE



Era uma noite de sexta feira, caminhava pela rua, triste e chateada, havia brigado com meu namorado, pensava em fazer algo para deixá-lo com raiva, pois ele me acusou de coisas que nunca tinha passado por minha cabeça em fazer. Entrei em um restaurante para tentar afastar aqueles maus pensamentos, sentei em uma mesa que ficava no fundo do restaurante, havia poucas pessoas, reparei em um senhor bem vestido e discreto que estava sentado próximo a minha mesa, percebi que ele também reparou em mim, pois eu estava com um vestido preto decotado e super sensual, pedi um drinque para relaxar. Fiquei ali por alguns minutos, quando pedi para o garçom trazer a conta notei que aquele senhor havia se levantado e caminhava em direção a minha mesa, perguntou se poderia sentar e conversar um pouco comigo, pois havia notado minha tristeza, achei uma gentileza e concordei em conversar, tomamos mais uns drinques, no terceiro já me sentia bem à-vontade com aquele senhor, parecia que o conhecia há muito tempo. Percebi que nossa conversa havia mudado e deixou de ser uma simples conversa e passou a ser um jogo de sedução, para olhares alheios, apenas bons amigos, mas em nossas trocas de olhares havia muito mais que isso. Estava já meio tonta por causa dos drinques, nem percebia o que falava e nem o que fazia, foi quando senti o pé daquele senhor alisando minhas pernas por baixo da mesa, fiquei sem reação, porém a sensação era maravilhosa, me assustei quando percebi que seu pé já sem sapato tentava encontrar o caminho para o meio das minhas pernas, deixei o tesão me dominar, abri as pernas lentamente e senti um arrepio percorrer todo meu corpo quando o pé daquele senhor pressionou meu clitóris com as pontas dos dedos, respirei fundo e pedi licença para ir até o banheiro. Estava sozinha no banheiro, nervosa, não sabia se continuava ali ou se iria embora sem me despedir, me olhava no espelho quando escutei o barulho da fechadura da porta, me virei, e lá estava aquele senhor, com um sorriso safado, dizendo que havia entendido o meu recado, mas que recado, só disse que iria ao banheiro ou será que disse algo de que não me recordo. Ele veio caminhando em minha direção, fiquei assustada, mas em nenhum momento quis sair dali, pois já tinha previsto o que iria acontecer. Pegou pela minha cintura e me sentou em cima da pia, sentia a barba daquele homem arranhando o meu pescoço e me entreguei totalmente ao tesão, abriu o zíper do meu vestido, desceu a parte de cima e começou a beijar meus seios, que maravilha que era aquilo, me sentia usada, uma verdadeira vagabunda, estava prestes a foder com um homem que acabara de conhecer. Sua língua deslizava em meus mamilos que já estavam totalmente durinhos, minha mão acariciava aquele cabelo grisalho, ele roçava seu pênis totalmente duro em minhas pernas, dizia em meu ouvido coisas que o IDIOTA do meu namorado nunca sonhou em dizer, falava que iria curar minha tristeza com uma boa dose de porra, que eu era uma vadia e que merecia ser tratada daquela forma. Já estava descontrolada de tanto tesão, comecei arrancar a camisa dele e arranhar suas costas, implorava para ele socar aquele pau enorme e duro em minha boceta molhada, ele pegava em meus cabelos e dizia que iria me foder de uma forma que nunca fui fodida antes. Abriu minhas pernas, arrancou minha calcinha com uma enorme violência, colocou meus pés sobre a pia e caiu de cara em minha boceta, começou a chupar de uma forma que já estava quase gozando, quando ele percebeu, levantou, retirou aquele pau enorme e que pingava, pegou em meus cabelos, beijou minha boca e socou... Que maravilha era aquilo, sentir aquele enorme pau fodendo minha boceta, ele tapava minha boca para não gemer alto, falava baixinho em meu ouvido que eu era uma puta maravilhosa, que tinha uma boceta muito gostosa, mas que ele queria sentir a sua vara entrando em minha bundinha, fiz um gesto de não com a cabeça, pois nunca havia dado minha bundinha para ninguém, ele simplesmente ignorou. Desceu-me da pia e me colocou de bruso sobre a mesma, tentei relutar, mas sua mão estava tapando minha boca e como estava no efeito dos drinques ainda, não tinha força para sair dali, mas sei que no fundo não queria sair dali. Abriu minhas pernas, disse baixinho em meu ouvido para eu relaxar e que iria colocar devagar, pois já tinha percebido que meu cuzinho era virgem, tirei a mão dele da minha boca e pedi para ele não me machucar, ele encostou a cabeça daquele enorme pau na portinha do meu cuzinho, tapou minha boca e colocou com toda força, doeu muito, senti como se tamanho do pau dele tivesse dobrado, tentava pedir para ele parar, mas a mão dele em minha boca abafava qualquer tipo de som que eu pudesse fazer. Ele falava em meu ouvido que eu nunca iria esquecer do dia em que ele arrombou meu cuzinho, que era para eu relaxar que logo pararia de doer e que iria sentir muito prazer, foi o que eu fiz, já que não tinha outra coisa para se fazer. Fui relaxando aos poucos e logo aquela dor sumiu e deu lugar a um enorme prazer, estava tão bom que tirei a mão dele de minha boca e pedia para ele foder gostoso em meu cuzinho, ele dizia que iria encher meu cuzinho de porra, que era para gozar com ele, que maravilha, que gostoso que foi sentir aquele pau arrombando meu buraquinho, nem precisei gozar, a sensação foi maravilhosa demais, não precisava de mais nada. Pegou em meus cabelos e começou a aumentar o ritimo das estocadas, ele fodia com muita força em meu cuzinho, falou baixinho em meu ouvido que iria gozar, que estava gozando, enchendo meu cuzinho com porra. Retirou seu pau já quase mole de dentro do meu buraquinho, senti um arrepio quando terminou de sair, me virei e disse que foi a melhor foda da minha vida, ele sorriu, terminou de se vestir e disse que estaria me esperando na mesa para eu não demorar. Arrumei meu cabelo, vesti minha calcinha, fechei o vestido, passei um batom e sai, percebi que algumas pessoas estavam me olhando, devem ter percebido que ele entrou no banheiro atrás de mim, mas não dei atenção, segui até a mesa, lá estava aquele senhor que acabara de me foder deliciosamente sentado na mesa como se nada tivesse acontecido, sentei, ele sorriu e disse que precisava ir, balancei a cabeça concordando, quando ele levantou perguntei se poderia saber seu nome, mais uma vez ele sorriu, virou a costa e foi embora sem me dizer nada. Fiquei ali tentando entender o que havia acontecido, como eu pude foder com uma pessoa dentro do banheiro de um restaurante e que eu nem sabia o nome, sorri, levantei e sai. Voltei varias vezes naquele restaurante, sempre nos mesmos dias e nos mesmos horários, mas nunca encontrei aquele senhor. Desde aquele dia estou super feliz com meu namorado e nunca mais brigamos, só que com uma diferença, sempre arrumo alguém para tentar me foder daquela forma de novo.

SOU CASADA, MAS ADORO UMA AVENTURA

Meu nome é Karla, tenho 26 anos, sou morena, baixa, pernas grossas, seios medios para grandes bicudinhos, bumbum arrebitado, sou casada mas meu marido nem imagina o que já fiz. Antes de casar era muito levada, sempre gostei de bailes e de usar calças apertadas e shortinhos, teve uma vez que fui para um baile com uma calça branca muito justa e uma calcinha fio dental, nesse dia quase fui estuprada, tomei muita sarrada e dedada. A aventura que vou relatar aconteceu a pouco tempo final de 2002, eu tinha ido em um shopping num dia de semana no final da tarde, fui com uma blusa frente única, calça de strech sem sutiã e uma calcinha tipo fio dental na bunda é só um fiozinho. Chegando no shopping chamei muita atenção escutei muita gracinha, e só percebi como estava marcando a calça na frente depois de ter escutado dois caras me chamando de capú de fusca e outro falando que estava divididinho, fui para o banheiro e notei que esta mesmo muito dividido e que a calcinha havia entrado na minha xota. Fiquei com muito tesão e passei a desfilar mais ainda, fiz um lanche e fui embora. Peguei uma van que me deixaria perto de casa, tinha o motorista e o ajudante na frente e atrás quatro caras e uma garota. Entrei e como só tinha lugar lá no fundo, tive que encostar em uns caras e todos viram minha bunda, mais a frente a garota desceu e eu comecei a imaginar coisas, acho que os cara também, daí eles começaram a puxar papo e colocaram varias musicas, eu comecei a falar que gostava de tudo e principalmente baile e pagode, um cara que estava do meu lado começou a conversar e pude e perceber que ele estava de pau duro, ele era negro e a pica parecia ser enorme, ele se chegou mais para perto e me beijo, começamos o maior amasso e eu sem cerimônia fiquei segurando a pica dele por cima da calça, quando percebi ele havia desamarrado a minha blusa e meteu a mão nos meus seios, nisso pulei para o colo dele e fiquei sentada de costas pare ele esfregando minha bunda naquele cacete, os caras do banco da frente estavam me olhando e teve um que colocou a mão nos meus seios e como eu fiz cara de quem gostou ele continuou e os outros começaram a me apertar toda, eu estava louca e rebolava muito e os caras me apertando, o negro me levantou e colocou a pica para fora, era muito grande e grossa eu sentei novamente com a pica no meio das minhas pernas. O motorista falou que também queria e eu falei para ele vir, daí ele continuou dirigindo e eu sendo bolinada e os caras com as picas para fora eu segurava um pouco cada um. Entramos numa rua que eu não conhecia e o cara da van parou e o ajudante abriu um portão de garagem, fiquei assustada mas o tesão era maior, lembrei da oportunidade de ser fodida por vários homens e dei um sorriso aprovando, ele entrou fechou a garagem, nesta hora eu estava sem blusa e deitada no banco do carro, em seguida eles saíram e eu sai também, o motorista apertou meus seios e falou que era melhor entrarmos, entramos ele trancou a casa e deixou o cachorro solto para que ninguém chegue de surpresa já que ele era o chefe de outros motoristas. Assim que entrei tirei a calça e fiquei só de calcinha, eles ficaram loucos me fizeram dançar e eu com muito tesão me esfregava em um por um, os 6 estavam com a pica para fora, eu fique ajoelhada e chupei um por um, eu gosto muito de chupar, eu abro bem a boca coloco a pica lá dentro sem encostar os lábios nela, daí só quando a cabeça bate na minha garganta eu fecho a boca e sugo a pica, gosto de colocar tudo na boca, e colocar a língua no saco, fiz isso com todos, fiquei de 4 e eles começaram a foder minha xota, era muito bom sentir uma pica entrando e saindo e era uma diferente da outra, umas maiores outras mais grossas, era muito bom minha xota estava melada, eu rebolava e abocanhava as outras, depois o negão sentou com o mastro para cima e eu sentei sentindo minha xota rasgar e fiquei rebolando e gritando, eles me xingavam e eu ficava mais louca. Teve um que não se controlou e encheu minha boca de porra eu lambi tudinho, sempre bebi desde novinha. Começou um rodízio na minha xota e eu pedi para quando fossem gozar era para ser na minha boca, eles começaram a gozar, eu pedi para ficar deitada de barriga para cima e eles colocassem em meu cuzinho, foi muito bom, o negão quase me rasgou, eu gritei muito mas era uma dor com tesão, coisa de louco. Alguns gozaram e os que não tinham gozado ainda, me fodiam muito, pedi para ser penetrada por dois e fui atendida, foi ai que gozei muito um na xota e outro no meu cuzinho, foi nota 1000, o negão gozou rios de porra que eu deliciei cada gota. Depois colocamos nossas roupas eles me apertaram, mas não tínhamos muito tempo e me deixaram próximo de casa.
Essa foi uma das minhas melhores aventuras. Ainda quero repetir rss.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

ME DESCOBRINDO




Meu nome é Marina, tenho 32 anos, sou casada há 3 anos e sempre fui uma mulher muito fiel. Recentemente mudamos para o segundo andar de um predinho e nossa janela da cozinha dá de frente para o apartamento onde moram 2 estudantes. Um dos rapazes se chama Julio e deve ter uns 23 anos. Ficamos nos conhecendo quando ele me viu pela janela e perguntou se o som estava muito alto, falei que não me incomodava e até estava gostando daquela música, a partir daí nossos contatos junto a janela se tornaram constantes. Certa noite, lá pelos 2hs da madrugada, com insonia, fui ate a cozinha, percebi a luz do apartamento dos rapazes acesa e para meu maior prazer, Júlio estava na cozinha do jeitinho que veio ao mundo. Fiquei pasma ao observar seu corpo nu, sua bundinha parecia ter sido esculpida a canivete, ele tinha o corpo bronzeado e tinha marquinhas da sunga, seu pênis ainda mole era a coisa mais linda, seu saquinho formava junto com o seu membro a visão de parte do paraíso. Mantive a luz apagada para continuar o observando. Não sei o que deu em mim, de repente acendi a luz; Júlio tomou um baita susto e, ao olhar para mim, pareceu se sentir aliviado por não ser meu marido quem estava na cozinha, ele colocou as duas mãos tampando seu pênis e isso o deixava lindo e a mim cheia de tesão. Fiquei envergonhada, ele me pediu desculpas e saiu. No dia seguinte, Júlio bateu no meu apartamento para pedir desculpas e me prometer que aquilo não ia mais acontecer, de sopetão falei: -Que pena!. Nós rimos, aí falei que eu achava que o que era bonito era pra se mostrar, ele me disse que então quando eu deveria andar nua também pela casa. Fiquei vermelha, minha buceta já estava toda molhada e minha perna estremecia, Júlio percebeu, se aproximou de mim e me roubou um beijo. Suas mãos passaram sobre meus peitinhos, desceram e de repente tocaram minha buceta enxarcada que ele massageava como só ele sabia fazer, enquanto eu beijava sua boca linda. Gozei ali mesmo, ele me falou que queria bem mais de mim. Lembrei que sou casada, mas depois de tudo que já tinha acontecido.... Na realidade eu estava louca de tesão por ele, minha bucetinha já estava nas mãos dele, literalmente. Eu o levei para a minha cama, ficamos os dois nus nos acariciando, Júlio de perto era mais lindo ainda. Mas não podia haver penetração pois estávamos sem camisinha, isso não diminuía o nosso tesão, Júlio era um expert em prazer, eu fiz com ele algo que nunca tive coragem, chupei o seu pau até que ele gozou na minha boca, com a boca cheia de esperma eu o beijei e dividimos aquele líquido maravilhoso, depois continuei a chupá-lo. Tomamos banho juntos e no despedimos. Meu marido sempre se queixava que eu era por demais recatada em relação a sexo, de fato eu era uma dama na cama; por isso resolvi contar a ele o que tinha acontecido, sabia que sua reação seria positiva. Ele ficou super interessado e me incentivou , usando camisinha, transar com Júlio que ele achava que seria bom pra nossa vida sexual que eu tivesse um amante, de fato nessa noite transamos que nem loucos. No dia seguinte liguei para o Julio, fomos na mesma hora ao motel transamos a manhã toda, naquele dia dormimos no motel, gozei umas 8 vezes. Julio com muito carinho e eu, cheia de tesão, me convenceu a fazer anal, foi maravilhoso, foi minha primeira traição e meu primeiro anal. Depois disso eu e Julio nos tornamos namorados, amantes e tudo mais. Meu casamento se tornou bem melhor sexualmente, me tornei bem mais liberal, sou uma mulher mais bonita, mais bem cuidada, me visto melhor com roupas mais joviais, porém descobri que não sou uma mulher recatada, adoro aventuras, sou uma verdadeira putinha, mas assim é que sou feliz sexualmente.

ME TORNANDO UM CORNO FELIZ





Tenho 41 anos, minha esposa (Simone) tem 34, ela é morena clara, cabelos compridos, 1,67 uns 59 ou 60 kg. Seios de médios para grandes, porém firmes, coxas grossas, quadril largo, bunda bem avantajada, arrebitada, malha bastante. Bucetuda, com a buceta geralmente depilada. Ela realmente é aquele tipo de mulher que chama a atenção dos homens, pelo seu corpo e também pelo seu andar rebolativo.
Somos casados há 11 anos e de uns tempos para cá, comecei a ficar com vontade de ver minha mulher com outro homem na cama, de preferência bem-dotado. Não sou avantajado, tenho apenas 15 cm de pau e sempre que alugava filmes pornô, procurava por aqueles em que os atores são super-dotados, tanto no tamanho, como na grossura. Observava que minha esposa adorava assistir esses filmes e depois de assisti-los trepava muito melhor, com mais vontade.
Comecei a conversar com ela sobre isso, dizendo-lhe que tinha vontade de ver ela dando bem gostoso pra um homem pauzudo. No começo ela relutou, mas de tanto eu insistir ela acabou gostando da idéia e disse que se um dia pintasse uma chance, quem sabe...
Passei a incentivá-la a usar roupas bem justas e curtas, decotadas, pra provocar os outros. Só deixava que ela usasse calcinhas fio-dental, daquelas que ficam bem atoladas na bunda e que não cobrem quase nada da buceta. Quando saíamos, pedia que ela fosse na frente rebolando, só pra ver os outros olharem pra bunda da minha mulher, acho uma uma delicia ficar observando os outros olhando pra minha esposa, desejando-a.
Fiquei cada vez com mais vontade de ver ela fodendo com outro e tratei de fazer alguma coisa para que isso se tornasse realidade. Ela trabalha num banco e vivia me dizendo que um colega de trabalho dela sempre ficava elogiando-a, enfim, vivia cantando minha esposa. Uma amiga dela havia contado pra ela que ele (Renato) era bem dotado e que inclusive quando tinha saído com ele não conseguiu trepar direito devido ao tamanho e a grossura do pau dele.
Assim que ela acabou de me contar isso eu praticamente implorei pra ela que desse papo pra ele e que se estivesse afim, saísse com ele e metesse bem gostoso, porque essa era minha fantasia. Notei que os olhos dela brilharam, acho que ela já estava dando bola pra ele, mas queria uma aprovação de minha parte.
No dia seguinte ela me disse que o Renato a havia convidado pra saírem depois do trabalho e me perguntou o que eu achava. Eu lhe disse que era tudo o que eu queria e que ela fosse bem provocante pra não deixar essa oportunidade escapar. No dia seguinte ela foi trabalhar com uma blusinha super decotada, que deixava aparecer quase metade dos seus seios, sem sutiã, uma calça branca bem apertada, que realçava bem o bundão arrebitado e uma minúscula calcinha fio dental toda atolada na bunda, que aparecia por baixo da calça branca. Eu pedi pra ela que se acontecesse alguma coisa entre eles, se eles chegassem a trepar, eu queria que assim que acabassem, que ela voltasse pra casa sem tomar banho, pra me contar e mostrar o que ele tinha feito com ela. A noite fiquei esperando que ela voltasse. Lá pelas onze da noite tocou o interfone e fui atender, era ela que tinha chegado em casa de carona com ele, eu fui abrir a porta, ela deu tchau pra ele, ele abanou a mão pra mim, jogou um beijo pra ela, que entrou e eu lhe perguntei como tinha sido a noite deles. Ela me disse que eles tinham ido a um motel e que ela não tinha resistido e realmente acabou dando pra ele, disse que nunca tinha mamado tanto um pau como o dele, falou que o pau dele é como a amiga dela tinha contado, muito grande e grosso, que mal cabia na boca devido à grossura, como nos filmes que nos tínhamos assistido e que tinham trepado bastante, disse isso e me deu um beijo. Senti gosto de porra na boca da minha esposa, perguntei a ela se ele tinha gozado na sua boca e ela me disse que na volta pra casa ela veio mamando no pau dele até ele gozar novamente. Me perguntou se eu estava bravo por isso, eu disse que não, que estava adorando sentir gosto de pau de outro na boca da minha esposa querida.
Ela me abraçou e então tirou a roupa e ficou só de calcinha, me mostrando as marcas de chupadas que ele tinha deixado nos seios, no pescoço e no bumbum dela. Isso me deixou com um tesão danado. Como viu que eu estava com tesão, me perguntou se eu não queria ver como ele tinha deixado a bucetinha da minha esposa, não resisti e pedi pra ela tirar a calcinha. Ela deitou-se no sofá e pediu pra eu tirar sua calcinha, tirei rapidamente e tive uma visão maravilhosa da bucetinha dela, estava bem vermelha e muito inchada. Ela me pediu pra colocar os dedos e ver o estrago que ele tinha feito, comecei a passar os dedos e realmente estava bem larguinha e toda ensopada ainda. Perguntei a ela se tinha deixado ele gozar dentro, ela me disse que não queria, mas que na hora, com o pau dele todo atolado na buceta, empurrando tudo e tirando, ela não conseguiu resistir e pediu pra ele encher ela de porra pra ela mostrar pra mim quando chegasse em casa. Eu estava a mil, e ela me perguntou se eu estava contente de saber que minutos antes minha esposa tinha me corneado com um pauzudo, se eu estava feliz de saber que um pauzão de verdade tinha comido gostoso a bucetinha da minha esposa, eu disse que estava super feliz. Então ela me disse que ainda estava com tesão e me perguntou se eu teria coragem de chupar a buceta dela do jeito que ela estava, toda melecada. Não resisti e caí de boca, chupei muito, deixei a buceta da minha mulher completamente seca. Ela deitada no sofá, de pernas totalmente arreganhadas, empurrando minha cabeça contra sua buceta, me agradecendo por ter deixado ela meter com outro, dizendo que tinha adorado meter com um pauzudo e me mandando chupar sua buceta toda ensopada. Enquanto eu chupava ela ficava me chamando de corno manso e me falava que eu não sabia como ela tinha gostado de receber o pauzão do Renato inteiro na buceta e dizia que na próxima vez que fosse trepar com o Renato, queria que eu visse bem de perto....
Quando fomos deitar trepamos muito gostoso, só que a buceta dela estava bem larga, meu pau ficava flutuando, ela ria da situação e dizia que de agora em diante eu teria de me acostumar a comer a buceta dela assim bem larga, porque ela não iria mais se contentar apenas com meu pauzinho e não iria mais parar de me por chifres com homens pauzudos.
Foi assim que minha mulher começou a trepar com outro e fez de mim um corno manso muito feliz.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

FANTASIA DESEJADA E REALIZADA




Chamo-me Marcos e minha esposa Renata (nomes fictícios).Tenho 39 anos,1.81 m e 81 kgs. Minha esposa tem 36 anos, 1.62m, 48 Kg, seios médios, bundinha arrebitada, malhada e muito gostosa. Somos ambos engenheiros e temos um filho de nossa feliz união de 12 anos. Minha esposa casou-se virgem e sempre tive um ciúme de suas belas formas, embora ela não percebesse. Nos últimos tempos comecei a ler os relatos de contos eróticos onde maridos entregam suas esposas a outros homens e surpreendentemente comecei a ficar muito excitado com tais relatos e imaginar minha esposa sendo comida por outro homem na minha frente. Nos meus sonhos eu só pensava nisso e essa idéia me perseguia quando a estava comendo. Até que uma noite em nossa cama, após ter alugado uma fita de vídeo em que uma bela mulher era traçada por dois homens e ter notado que ela tinha ficado excitada com as imagens que eram passadas na tela, disse-lhe que tinha muita vontade de que aquelas imagens se tornassem realidade para nós, que eu queria que aquela bucetinha que só tinha sido minha experimentasse outro cacete. Minha mulher ficou brava comigo, disse-me que eu não a amava etc. Eu argumentei, dizendo que aquilo era só sexo e nada mais e o assunto morreu por aí. Um mês depois quando trepávamos ela me perguntou se eu ainda tinha aquelas fantasias, e eu respondi que sim. Ela surprendentemente, disse-me que tinha pensado muito naquilo e que talvez fosse interessante experimentarmos, mas que eu teria que providenciar o parceiro e tudo teria que ser em sigilo. Após muito pensar, cheguei à conclusão que deveria procurar algum conhecido casado, pois assim teria certeza do sigilo. Alberto, colega de minha esposa na repartição em que ela trabalha, revelou-se ser a pessoa ideal, casado, discreto e mostrava ter muita simpatia com ela. Uma tarde liguei para o mesmo e convidei-o para tomarmos um chopp juntos. Lá chegando, após algumas rodadas, expliquei-lhe o meu plano e ele ficou bastante entusiasmado. Marcamos de nos encontrarmos num dia próximo, em que sua esposa estaria viajando, num barzinho discreto de nossa cidade. Neste dia à tarde, minha mulher chega do trabalho bastante excitada e vai se preparar para nossa noite de prazer. Confesso que depois que a vi toda arrumada e muito gostosa, pensei em voltar atrás, mas o tesão falou mais alto. Encontramos Alberto à noite nesse barzinho, e conversamos animadamente sobre vários assuntos, mas o tesão que todos estavam sentindo, estava se tornando bastante evidente e logo rumamos os três para o melhor motel da cidade. Lá chegando, escolhi a melhor suíte e quando entramos no quarto, deixei Alberto e Renata sozinhos e fui tomar um belo banho. Quando volto apenas com uma toalha enroalada na minha cintura, vejo uma cena que me deixou extasiado e paralisado. Minha esposa estava totalmente nua sugando sofregamente o cacete de Alberto que suspirava de prazer. Tenho um cacete de boas dimensôes (19x 6), mas o de Alberto era bem maior acredito que deve ter um 23 ou 24 cm. Quando memos esperava vejo que Alberto começa a gritar e então noto que ele está gozando na boca de minha esposa (agora uma puta, por minha vontade), que engoliu tudo. Ela olhando para mim, ainda com a boca melada de esperma, pergunta se eu estava gostando de ter visto a puta com quem eu tinha me casado. Disse que a amava muito e imediatamente comecei a fudê-la com meu pau parecendo que ia explodir. Ela griatndo de prazer, disse-me que queria sentir dois cacetes pulsando dentro dela e chama Alberto para satisfazê-la. Eu então, deito-me na cama e ela vem por cima de mim, fazendo com que meu cacete deslize dentro daquela buceta maravilhosa, então eu abro as duas metades de sua bunda expondo aquele cuzinho que estava piscando, solicitando um cacete. Quando Alberto a penetra ela dá um suspiro e fica com um rostinho lindo de olhos fechados saboreando este momento de prazer e então, começa a gritar e a suspirar quando começamos a nos mexer dentro dela cadencialmente até os três chegarmos a um gozo incrível. Fudemos a noite toda onde Alberto também comeu aquela bucetinha maravilhosa e eu me deliciei em seu cuzinho. Nossa vida sexual melhorou bastante e continuamos a trepar com Alberto, que já está pensando em trazer sua esposa Lívia para o nosso convívio sexual.
Aqueles que tiverem as mesmas fantasias, realizem-nas pois o tesão que vocês sentirão será indescrítivel

MINHA ESPOSA NA PRAIA




O caso aconteceu quando eu e minha mulher tiramos férias nas praias da região dos lagos. Ela é loura, 1,65 metros, olhos verdes, 23 anos e um corpinho lindo, com bunda arrebitada, seios grandes e uma cinturinha fina. Suas pernas são deliciosas, dando vontade de morder. É uma mulher extremamente provocante e seus cabelos longos e rosto de anjo completam um conjunto de sedução fantástico. Sempre pensei que eu tirara a sorte grande com ela, pois, além disso tudo, ela é uma companhia ótima e muito charmosa. Seu nome é Mara. Até aquelas férias em Cabo Frio, eu desconhecia uma outra característica de Mara, que me surpreendeu. Estávamos numa praia e, como era baixa temporada, não havia ninguém. A Mara estava demais! Ela sempre gostou de usar biquínis pequenos e eu sempre aprovei. Ela estava com uma tanguinha branca de lacinho e um soutien azul que valorizava os seus belos e empinados seios. O detalhe picante é que a tanguinha branca ficava muito trasparente quando ela mergulhava no mar, me deixando com água na boca. Como Mara sempre se raspa completamente, a visão, por cima do biquíni, daquela buceta rosada sem pêlos era de parar o trânsito. Reparei em dois caras (uns rapazes jovens, de 19 anos) que estavam adimirando Mara não muito perto. Ela havia entrado na água e eu estava na torcida. Senti uma certa cumplicidade com os caras, eu nunca fui ciumento mesmo... Mara voltou com o biquinizinho transparente e riu, dizendo que mesmo com a praia vazia, ela estava um pouco envergonhada. Começamos a conversar e, que azar, acabamos brigando. Um assunto bobo, a data da volta das férias, mas que acabou esquentando e ficamos putos um com o outro. Mara saiu chorando e disse que ia dar uma caminhada na praia, dizendo que não queria a minha companhia. Fiquei lá, sentado na cadeira, com cara de bobo. Depois de uns vinte minutos resolvi ir atrás de Mara. Andei rápido, em sua direção, mas não a via de jeito nenhum. Fiquei preocupado imaginando onde ela estaria, pois já era final de tarde e logo iria escurecer. Até que cheguei em uma cabana de pescador abandonada e vi Mara conversando com os dois caras da praia. Permaneci escondido, olhando, até que vi os dois rapazes se aproximarem e acariciarem minha mulher. Arregalei os olhos. O cara moreno beijava Mara e era correspondido com muito tesão. O homem louro tiou o soutien da minha esposa e passou a chupar os seus seios que estavam duros e tesos. Ela começou a gemer e o clima foi esquentando. Fiquei paralizado observando. Um dos caras a chupava e passava a mão na buceta de Mara, por cima da calcinha. Depois o outro a obrigou a ajoelhar e ofereceu o seu membro duro, ainda com a sunga. Mara tirou as sungas dos rapazes e passou a chupar alternadamente os dois, ajoelhada na areia. Um deles tinha um pau muito grande, maior que 20 centimetros. Ela enfiava o outro membro na boca, chupando com força e fazendo o carinha se desmanchar em caretas. Comigo ela nunca tinha sido tão submissa. Eu sentia uma mistura de raiva, inveja, ciúme e tesão, vendo aqueles caras puxarem-na pelos cabelos louros "forçando-a" a um boquete. Mara passava a língua naquela cacete enorme, olhando para os dois com uma carinha de puta safada. Num momento os dois caras levaram-na até uma mesa velha na cabana e deitaram-na de barriga para cima. Sua bucetinha e seu cuzinho estavam agora expostos, mas ainda protegidos pela calcinha branca, que, com a sua excitação, havia ficado molhada e transparente.O rapaz louro ajoelhou-se em cima da mesa e ofereceu seu membro para Mara novamete. O outro arrancou-lhe a calcinha com uma certa violência e, quando viu a bucetinha sem nenhum pêlo de Mara, caiu de boca feito um lobo faminto. Mara arqueou o corpo, elevando seus seios e gemendo alto com o pau na boca. Ela chupava com voracidade enquanto era sugada pelo moreno. Suas mãos puxavam o pau para a boca enquanto dava gemidos abafados. Escutei o louro falando para o outro cara que ele enfiasse a língua no cuzinho de Mara. Ela gemeu mais alto em seguida. O moreno deixou de chupar e começou a possuí-la com força. Os gritos de Mara eram abafados pelo membro que estava na sua boca. O cara enfiou todo o seu mastro, segurando-a pela cintura e fazendo o corpo de minha mulher ficar mais teso ainda, completamente empinado, recebendo os caralhos ávidos pela sua boca e sua buceta. Percebi que ela estava gozando descontroladamente. Logo foi a vez dos dois rapazes. O louro inundou a boca dela com jatos de esperma. Mara mamou tudo, como se fosse uma mamadeira. O outro gozou também, melando a sua buceta. O moreno queria mais e disse para ela ficar em pé, de frente para a mesa, e expor a sua bundinha. Ela obedeceu sem hesitar e com prazer. Ele enfiou novamente na buceta e percebi que, com a mão, ele devia estar preparando o cuzinho de minha mulher para ser penetrado... Mara raramete aceitava fazer sexo anal comigo e a cena me chocou. Não deu outra, logo o cara do membro grande começou a forçar o cuzinho dela, ajudado pela sua mão, que deveria estar lubrificando a bundinha de Mara com a sua porra que tinha sido derramada na buceta. Ela gritava de dor mas rebolava como uma fêmea no cio, estimulando as estocadas. Finalmente ele penetrou a fundo e, puxando-a pelos cabelos, começou a falar-lhe coisas no ouvido como "essa loura tem um cuzinho bem apertadinho", "rebola para mim", "tá gostando de ser enrabada?", e ela respondia com gemidos e dizendo que sim. Ela apoiou os cotovelos na mesa e começou a esfregar sua bocetinha com uma das mãos. Ele estava sendo cada vez mais violento, correspondido pelos gritos de minha mulher. O louro estava olhando e tocando uma punheta. Vi que ela começou a gozar, esfregando a bunda nele e gemendo alto. O cara chegou a dar uns grunhidos e despejou a sua porra no cuzinho da minha mulher. Os dois terminaram e ela virou de frente para receber o louro em sua bucetinha. O moreno olhava e dizia: "faz carinha de quem tá gostando demais, sua putinha!". Ela colocou o seu dedo na boca e revirou os olhinhos de prazer. Minha mulher estava me saindo uma puta daquelas. Seu gemido fino deixou o rapaz maluco que gozou fartamente. logo os dois rapazes saíram, deixando-a sobre a mesa, sem forças para levantar. Já estava escuro e eu a flagrei na mesa, de pernas abertas e com a porra escorrendo, quase dormindo. Cheguei em silêncio por trás da mesa. Peguei o sutiã que estava no chão e rapidamente amarrei os pulsos de Mara na perna da mesa. Ela ficou assustada e gritou, mas eu segurei-a pelo braço e cheio de tesão disse: "'então você estava se divertindo com seus amigos, né?" Ela negou mas passei a mão na sua buceta e senti o esperma dos dois rapazes. Aquilo me deixou louco. Ela estava estendida na mesa, com os pusos amarrados e de pernas abertas. Comecei a chupar os peitos de Mara enquanto tirava o meu calção. Ela, um pouco assustada, percebeu que não teria como escapar e começou a se entregar gemendo para mim. Eu sussurrava que tinha o direito de possuí-la, já que ela havia sido penetrada por outros machos. Penetrei-a com força, sentindo aquela boceta quente, húmida e inchada por tanto trabalho. Sua buceta estava vermelha e seu corpo vibrava com cada estocada. Ela tentava libertar os pulsos mas era inútil. Começou a gritar: "vem, meu macho, machuca a sua fêmea!" Eu perdi o controle e gozei mordendo os seios de minha mulher. Sua pele arrepiou e ela oferecia o seu corpo para o meu desfrute. Descancei uns cinco minutos e desamarrei-a. Ela me olhava com cara de safada e eu disse: "você vai ter que me servir igualzinho como você fez com aqueles carinhas. Eu ainda não terminei". Imediatamente ela ajoelhou-se e sugou meu membro com força, mamando e gemendo muito. Eu a segurava pelos cabelos e via estrelas. Fodia aquela boquinha e ela olhava para cima, pedindo mais. Puxei-a para cima e falei para ela se apoiar na mesa e virar a bundinha para mim. "Agora vou comer essa gostosa com tudo que eu tenho direito", pensei. "Quero te enrabar agora!", disse, com voz firme. Ela respondeu que não, que estava doída. "Vou fazer você querer". Eu estava irreconhecível. Segurei-a pelos longos cabelos e dei alguns tapas na bunda grande e apetitosa de Mara. A sensação de estar dominando uma fêmea gostosa e submissa me subiu à cabeça. Ela gritava e empinava a bundinha, me convidando a possuí-la. Enfiei um dedo no cuzinho de Mara escutei ela pedir-me para penetrá-la: "vem, meu dono, me come todinha...". Incrível, mas esse era o tipo de "'jogo" que ela queria e gostava e, só agora, eu percebia isso. Ao sentir a porra de outro macho na minha mulher, enfiei com força o meu membro. Ela endureceu a bundinha e massageou o meu pau contraindo o cú. Gritava desesperadamente e seus gritos me estimulavam. Ela pedia "me machuca, me maltrata, me chama de puta", e começou a gozar, rebolando aquele traseiro para mim. Eu enfiava com força, querendo explodir. Coloquei o meu dedo na sua boquinha e ela o chupava como se fosse um pau. Inundei o cuzinho de Mara gemendo alto também, enquanto ela empurrava a bunda para trás. Depois de alguns minutos, coloque a minha sunga e voltei para o hotel. Na varanda, pude avistar mara chegando com seu delicioso biquini branco, que mostrava para os sortudos que ainda estavam na praia a sua buceta vermelha, inchada e sem pelos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ESPOSA FUDENDO NO CARNAVAL


Olá pessoal. 
Vou falar um pouco sobre o que aconteceu neste carnaval. Fomos visitar Curitiba, e aproveitamos para conhecer uma casa de swing muito gostosa, com gente muito bonita e tesuda.
Foram várias aventuras, mas vou relatar apenas uma agora. 
No domingo chegamos cedo ao clube e ficamos vendo o pessoal ir lotando a casa. No começo a sacanagem estava devagar. Aproveitei para dançar com Marianne e namorar gostoso minha gata, roçar seu delicioso bumbum enquanto ela rebolava gostoso ao som das músicas. 
Depois resolvemos dar uma volta pelos quartos e cabines e ver um pouco de sacanagem, que a essa altura já estava rolando solta. Vimos muitos casais metendo gostoso. Tinham também alguns rapazes sozinhos, loucos para participar de um ménage.
Ficamos rodando e ao chegarmos a uma cabine, nos deparamos com um casal na maior meteção na cabine ao lado, que possuíam furos na parede para que houvesse interação entre seus ocupantes.
Vi que os olhos de Marianne brilharam e sabia que o clima ia esquentar. Ela enfiou a mão pelo buraco e começou a acariciar a menina da outra cabine, que gostou e começou a retribuir as carícias. O cara comia a gata dele e as duas se tocavam pelo buraco da cabine. Depois a menina pediu para Marianne subir no estofado, de forma a deixar sua xaninha na altura do buraco da cabine. Feito isso a gata começou a chupar Marianne bem gostoso. O tesão rolando solto, eu fiquei atrás de Marianne (protegendo) , pois nessa altura havia se formado um círculo atrás de nás para assistir a putaria. As duas se chupavam e se beijavam pelos furos, pegavam nos petinhos, chupavam, em fim uma vadiagem total.
Depois Marianne desceu do estofado e o cara colocou a pica no buraco. Ela ficou de quatro e começou a dar um trato naquela pica bonita e cabeçuda, enquanto eu esfregava sua bundinha. Nessa altura tinha muita gente vendo e curtindo a putaria que estava uma delícia. Marianne chupava com gosto aquela pica rosada e dura. O cara gemia de tesão do outro lado e Marianne não dava trégua naquele boquete gostoso. Mamava o caralho bem gostoso, passava a língua na cabeça, segurava o saco, batia na carinha. A gata dele se deliciava com a cena e tocava gostoso a bucetinha. Teve um cara que não aguentou de tesão e pediu para sentar bem pertinho sá para ver a putaria.
Marianne chupando bem gostoso a rola a gata tocando ela na bucetinha e eu atrás.
Depois disso a garota convidou para a gente ir até a cabine deles. 
Foi engraçado, não sabíamos o caminho, pois tinha que dar uma volta, e ficamos perdidos. Ai o pessoal todo ficava ensinando o caminho, pois sabiam que o rala e rola seria dos bons.
Fomos até o casal e depois para uma cabine mais reservada, com porta, porém com furos onde realmente o bicho pegou.
Gosto muito de participar das sacanagens com minha gata, mas também curto muito vê-la fazendo uma putaria gostosa e achei que aquele era o momento de ver minha gata se deliciar com um casal. Marianne chupava a pica do cara e buceta da menina prazeirosamente. Minha putinha gostosa estava no cio. Queria sentir tesão de todas as formas. Roçou gostoso sua amiguinha enquanto o cara chupava sua deliciosa buceta, que foi tocada de todas as formas.
Depois a garota perguntou para Marianne se ela queria dar para o macho dela. Marianne, lágico, não ia deixar escapar uma rola gostosa sem tê-la sentido na sua deliciosa xaninha. Elas colocaram uma camisinha no macho e então Marianne ficou de costas e o cara começou a comer ela por trás. Olhei para Marianne e percebi que ela estava adorando, pois fica com uma cara muito safada quando está dando para um macho que ela gosta. A garota se ajoelhou e ficou vendo o macho dela comer minha deliciosa Marianne. A garota gritava mandando seu macho comer minha putinha bem gostoso. Mandava ele enterrar o cacete bem duro, e ficava olhando aquela tora entrar e sair da buceta de Marianne. O cara metia gostoso e Marianne dava mais gostoso ainda, gemia e pedia pica. A garota gritava: Come ela, isso mete essa vara na cadelinha. O cara obedecia e enterrava a pica toda na Marianne, batia de leve na sua bundinha e mandava ela rebolar no cacete para todo mundo ver, pois tinha uma platéia disputando cada buraco da cabine para assinstir a sacanagem
Que delícia quando gozaram gostoso, Marianne gritando bem alto e o cara urrando de tesão. Muito bom. Marinne me contou depois, que apás gozar colocou a mão na xota da sua amiguinha e que nunca viu uma buceta tão molhada. Estava totalmente escorrida de gozo em ver a meteção. Não era para menos.
Bom essa foi uma das aventuras, que espero ter conseguido passar para vocês o tesão que rolou. O nome da garota era Carla, mas o nome do rapaz não conseguimos lembrar.... 
Abraços a todos.

CORNO ARREPENDIDO




Em busca de novas experiências, baixei um aplicativo para conhecer casais com a fantasia de uma relação casual.

Assim conheci Carlos e Mônica. Casados há 10 anos e pais de uma menina de 5. São de Araras, interior do estado de São Paulo.

Após algumas conversas por chat, resolvemos nos encontrar pessoalmente. O marido me fez um pedido em especial, que eu aos poucos, seduzisse sua esposa utilizando de charme e paciência, pois era a primeira experiência de ambos com uma outra pessoa e queria que fosse especial.

Confesso que esta não é a minha praia. Gosto de putaria direto, sem lenga lenga, mas estava disposto em abrir mão e sentir algo diferente, até porque Mônica era espetacular!!!

Marcamos em um restaurante maravilhoso, com um ambiente romântico e boa comida. Fiz questão de escolher um bom vinho, já para impressionar Mônica. Tomei frente de todas as decisões e deixei Carlos meio de lado. A minha intenção era impor minha condição de macho alfa, de uma maneira discreta para não assustar a fêmea.

Aos poucos eu e a minha presa éramos os únicos que conversávamos na mesa. Riamos e trocávamos olhares e toques maliciosos. O clima estava muito favorável. Após a segunda garrafa de vinho, a minha deusa já estava solta e nem lembrava que o marido estava ali.

Bem, era inevitável a expressão de ciúmes de Carlos. Ele não imaginou que já no primeiro encontro, sua esposa se abrisse para uma pessoa estranha. Tinha certeza de seu arrependimento.

Ao pedir o jantar, fiz questão de escolher o meu prato e sugerir o de Mônica, mostrando minha superioridade. Ela de imediato adorou minha opinião. Já Carlos disse não estar com fome e não pediu nada, provando mais uma vez seu desconforto.

Ao término da maravilhosa degustação, o marido arrependido sugeriu pedirmos a conta, lembrando a esposa que tinham o compromisso de pegar a filha deixada aos cuidados da mãe dele. Aí utilizei de toda a minha experiência em dominação e lancei uma idéia.

- Carlos, porque você não vai buscar sua filha?

- Eu pago a conto e levo Mônica pra casa. Assim você adianta o processo enquanto acabamos de conversar!

Carlos imediatamente quis se posicionar, acabando com o encontro, mas sua esposa interrompeu ficando a meu favor.

- Amor, acho coerente a proposta do Richard. Não devemos sobrecarregar sua mãe. Já é tarde e ela deve estar cansada querendo dormir. Pegue nossa filha e vá pra casa que logo eu chego.

- O que eu digo pra minha mãe quando ela perguntar onde você está?

- Ah sei lá. Fala que me deixou em casa antes, pois estava com muita dor de cabeça. Inventa algo!

Nesta hora o marido se levantou da mesa com raiva e saiu sem olhar para trás.

Eu, testando Mônica, a questionei se estava confortável com a situação. De bate pronto ela respondeu:

- Richard, você não sabe como tudo começou.

- Toda a idéia partiu de Carlos sobre abrir novas experiências. A princípio pensei que era desculpa dele para querer comer outra mulher, e que iria me propor uma troca de casais. Aos poucos observei que nossas conversas estavam partindo para um outro campo. Descobri que sua intenção era proporcionar um momento só meu, já que nunca tive envolvimento com outro homem se não ele.

- A princípio achei estranho esta atitude, mas aos poucos isto foi me excitando.

- Hoje, te conhecendo, decidi que irei mergulhar neste momento e quero sair daqui agora para irmos a outro lugar, só eu e você.

Mais do que depressa pedi a conta. Paguei e fui com ela direto para o hotel onde estava hospedado.

Já dentro do carro foi aquela pegação. Ela estava de vestido com a altura acima do joelho, me proporcionado uma visão maravilhosa de suas pernas. O decote era generoso, dando a visão de um par de seios maravilhosos. Mesmo já sendo mãe, tudo estava em seu devido lugar. Um corpo fantástico adquirido com malhação.

Os seus 32 anos pereciam 22 e eu não escondia minha ereção aos seus encantos.

Aproveitando minha experiência em dominar uma puta, sai da fantasia de bom moço e parti para o que realmente sou. Safado e tarado.

- Mônica, daqui pra frente você será minha puta e hoje serei seu dono.

- Até o hotel você me fará uma chupeta enquanto dirijo.

Tirei meu pau pra fora e forcei sua cabeça até ele. Não houve resistência e assim foi até nosso destino.

Chegando no hotel, entrei pelo estacionamento subterrâneo e subimos para o apartamento.

Nesta hora começa as ligações do marido em seu celular.

Já no quarto, após várias insistências de Carlos, ela atendeu bem rude.

- Fala

- Onde você está? Já cheguei em casa!

- Nossa filha está bem?

- Sim, já está na cama dormindo. E você, não vem?

- Não!

- Estou realizando seu sonho, que agora é meu.

- Vou me entregar a outro homem e você ficará aí me esperando.

- Não sei se volto logo, muito menos se volto hoje.

- Talvez durma com o Richard e amanhã ele me deixa aí.

- Aproveita para pensar no que você me propôs e agora está acontecendo, pois é tudo por culpa sua.

- Mônica, não faça isto. Estou arrependido. Volta pra casa!

Neste momento, minha puta bate o telefone na cara do já corno e desliga o telefone.

Aí o papai aqui começa o serviço.

- Vem cá minha puta. Ajoelha!

Dei um pequeno tapa em sua cara e pus ela pra chupar meu pau. Ficamos assim por quinze minutos. Eu forçava sua cabeça de encontro ao meu mastro, fazendo-a engasgar e babar na minha piroca.

A chamava de puta, cachorra, safada, vagabunda e outros adjetivos. Ela estava amando o tratamento.

Após a seção de boquete, tirei toda sua roupa e a coloquei peladinha de quatro na cama. Dava fortes tapas em sua bunda e perguntava quem era seu dono, seu macho. Ela respondia  que era eu. Naquele momento em diante mandava nela e deixava clara quem era seu dono.

De pau duro, botei na portinha da sua molhado buceta e comecei a bombar. Metia como um animal e ela gritava como uma puta. Pedia mais e mais rola. Disse que nunca tinha sido tratada daquela maneira e que estava adorando.

Eu aumentava a força nos tapas em sua bunda e podia ver o vermelhão que se formava.

Coloquei ela de barriga pra cima e fiz um delicioso papai e mamãe, beijando-a como namorado. Nossas línguas se perdiam em nossas bocas e o pau batia forte e fundo em sua bucetinha.


Em certo momento sinto que a camisinha estourou. Sai de Mônica, troquei o preservativo e continuei o bombando, agora num frango assado animal. Ela já havia gozado duas vezes e me fez um pedido, que não se recusa em hipótese alguma.

- Ri, meu marido nunca gozou na minha cara e esta é uma das minhas fantasias.

Esta revelação foi o sinal para o despertar da minha ejaculação.

Botei ela de joelho, tirei a camisinha e coloquei ela pra chupar meu pau.

- Vai puta, implora então pelo meu esperma.

- Pede porra pro seu macho.

Ela enlouquecida implorou:

- Vai Ri, enche minha cara de porra. Realiza meu desejo.

- Então me diga, quem é a minha putinha.

- Sou eu!

- Eu quem?

- Eu, Mônica, esposa de Carlos. Dona de casa e mãe dedicada. Dama na rua e sua putinha na cama!!!

Nesta hora, veio uma força imensa dentro de mim e depositei a maior carga até hoje de porra que já tive, e olha que já gozei muito nesta vida, sendo metendo ou batendo punheta......kkkkkk

Ela ficou com a boca e o rosto cheio de porra.

Pediu para que eu pegasse seu celular e batesse uma foto, o que fiz.

Ela pegou meu pau e colocou na boca e fiz uma foto digno de revista pornô.

Após limpar minha pica e esfregar o excesso de porra na cara e em seu corpo, ela mesmo pegou seu aparelho e tirou várias fotos.

Enquanto fui tomar um banho, Mônica ficou na cama mandando as fotos para o marido pelo WhatsApp.

Juntou-se ao banho comigo e ficamos namorando de baixo do chuveiro.

Voltamos pra cama e repetimos a seção. Já eram 5 horas da manhã e resolvemos descansar.

Acordamos 11h e o café do hotel já havia encerrado.

Demos a saideira e fomos almoçar em uma cidade vizinha, para não expor o casal, já que Araras é uma cidade pequena e todo mundo se conhece. Carlos ligava a todo momento exigindo sua volta. Minha puta não tinha pressa. Era Sábado e o marido não precisava trabalhar neste dia.

A deixei por volta da 17h. Ela me pediu para largá-la na esquina de sua casa, não dando muita bandeira.

Por volta das 20h ela me liga agradecendo pelo encontro e me tranqüilizando, pois já tinha contornado tudo com o corno.

Tiveram uma conversa franca e colocaram tudo em seu devido lugar. Ela no lugar de puta e ele de CORNO..

O TÉCNICO EM ENFERMAGEM




A mais de um mês Luciana uma ruiva de 27anos, fofinha, bunda saliente ,seios avantajados empinados e boca carnuda estava de acompanhante com Dona Maria uma senhora de 87 anos com Mal de Alzheimer acamada.

Eu tec de enfermagem a mais de 7 anos, mulato, corpo bem definido devido a pratica de esportes, lindo sorriso, varias experiencias tanto profissional, e aventuras no ambiente hospitalar.

Trabalho a tempo em um hospital da unimed no interior de Sp.

Devido o grande tempo que passamos nos hospital, plantao de 12/36, muitos papos rolou com Luciana que é solteira  e descobri que ela tem uma queda por homens da raça negra. Num domingo de manha após ser dado o banho de leito na paciente, enquanto fazíamos o procedimento fomos conversando e papo vai papo vem joguei-lhe uma cantadinha barata e ela caiu ,como o hospital estava calmo, fui até o posto de enfermagem, vi que estava calmo, minha colega de trabalho estava de bobeira mexendo na net, voltei ao quarto e a convidei para ir comigo até o banheiro, a safada nao perdeu tempo e veio. Chegando no banheiro, logo nos agarramos em um beijo ardente, aquela boca deliciosa lábios carnudos se encaixavam nos meus, eu alizando seu corpo, apertava sua bunda meu pau endureceu na hora.

Luciana tambem alizava meu corpo, retirei o jaleco ela abriu o ziper da calça e com sua mao pequena começou a punhetar meu caralho que pulsava ,ela batia uma deliciosa punheta e olhava meu pau com agua na boca, ela me olhou com uma cara de safada e falou "quero esse cacete aqui (batendo o dedinho nos labios) na minha boca". Nesse momento eu pirei de tezão ela com delicadeza foi lambendo meu pau de baixo pra cima apertando o corpo e sugando a cabeça que parecia que ia estourar de tão rígido.

A ruiva chupava até babar, molhava meu pau com saliva, tentava engolir todo mas acabava engasgando. Ela ajoelhada batendo a pau na cara estralava e olhando pra mim perguntanto se estava gostoso. O misto de perigo e tezão se contrastavam e dava mais prazer. Luciana levantou-se e virou de costar abaixou sua calça jeans e exibiu sua calcinha preta pequenina naquele rabão, sua pele clara dava um contraste lindo. Nós em frente ao espelho era lindo a visão, ela rebolava e tocava sua buceta, levei a mao até ela e senti que estava quente e úmida, a safada delirava, contia os gemidos e virava os olhos. Eu massageando seu clitóris a cadela tremia as pernas. Abriu a bunda com as duas mãos e rebolava implorando pra ser penetrada, segurei firme nos seus seios grandes duros com aoréolas clarinhas bicos rentes que ao chupar ficaram mais salientes.

O tezão tomou conta daquele ambiente, mas nesse momento escutamos um barulho no quarto. Nossa! Ela se vistiu rápido, abriu a porta e saiu descabelada ofegante. Era o Dr passando visita. Luciana conversou com o medico a respeito do estado da paciente e eu me mantia escondido dentro do banheiro, sinceramente nunca vi uma visita médica demorar tanto, depis de alguns minutos mais, que pra mim pareciam horas,  o médico saiu . Ela voltou até o banheiro, ainda com cara de puta assustada e não queria mais continuar. Eu disse que iria ao posto de efermagem pois estava ausente a um bom tempo mas disse que voltaria.

Ao perceber que tudo continuava tranquilo retornei ao quarto, Dona Maria dormia profundamente e minha putinha ruiva estava a ler um livro. Falei pra ela,  vem aqui pra terminarmos o que começamos, ela deu um sorrisinho safado e veio me abraçou e falou voce é louco, nao tem medo? Eu respondi que sim, tinha medo mas meu tezão superava qualquer medo. Ela me beijou passando sua lingua nos meu labios, segurei ela pelo cabelo e  a outra mão fui levando até sua bucetinha que já estava encharcada, ela ficou nua se encostou no apoio do box abriu as pernas eu agachado comecei a lamber sua bucetinha, ela se contorcia enquanto eu eu chupava o seu grelinho, aquele cheiro de buceta me estigava, me exitava cada vez mais. Luciana apertava minha cara contra sua buceta parecia que queria enfiar minha cabeça dentro da buceta, ela gemia, que delicia o som dos gemidos contidos dela.

Eu ia fudendo ela com o dedo, ela pedia mais coloquei mais um dedo ela gemia pedindo pra fuder mais, fazia movimentos de vai e vem com a mão e chupava auternadamente, ela nao resistiu e derrepente tremeu as pernas, se contorcia e falava desesperadamente VAI ISSO VAI VAI NAO PARA CARALHOOO QUE DELICIA VAI ASSIM SEU PUTO ME FAZ GOZAR.

Que delicia, que sensação boa, ela gozou gostoso. Respirava aceleradamente e pediu “vem safado, agora me come com esse pau, vem mete aqui“. Peguei a safada e coloquei-a de 4, elab olhando  pra trás, pediu "mete vai, mete tudo". Soquei meu pau de uma vez, eu segurava sua cintura e metia rapido, dava estocadas forte, mas tive que me conter por causa do barulho, ela rebolava, gemia baixinho, levantou e ficou na ponta dos pés apoiando as mãos na parede e rebolava, eu nao parava de bombar. Enquanto fudia gostoso molhei o dedo e toquei seu cuzinho, ela fez uma cara de piranha e falou "você quer meu cu amor, ele é todo seu, mete mete no meu cu vai".

Porra que ruiva piranha, estava adorando tudo aquilo. Tentei penetrar seu cuzinho mas tinha pouca lubrificação , ela empurrava pra traz e eu forçava pra frente mas elas estava com muita dor, pediu pra eu parar ,eu respeitei e meti de novo em sua buceta gostosa. Segurei ela pelos cabelos e meti até o talo, depois de algumas bombadas anunciei o gozo e ela falou "vai me lambuza, goza na minha bunda cachorro"
Tirei a camisinha e esporrei no seu rabo, ela passava a mão espalhando aquela porra branca espessa, ela se virou e passou a lingua a cabeça do meu pau, depois nos beijamos e voltei ao posto.

Durante todo plantão dava uma corrida no quarto 314 pra ganhar uma chupetinha daquela ruiva gostosa.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ADORO MEU NAMORADINHO CORNO




Meu nome Natasha e adoro aventuras sexuais, moro com meu namorado, o Paulo, estamos juntos a um dois anos e eu faço o estilo fiel, coitadinha mas não sou nada disso, sempre adorei histórias de orgias, traições e muita putaria, sou super ciumenta e brigo atoa pois, mas meu namorado não me dá motivos, ele é muito bom e muito apaixonado. Certo dia fomos para um sítio com várias pessoas, entre amigos e conhecidos, alguns com namorada, comecei a perceber a presença de um cara muito gostoso e muito safado, era o Carlos, ele dava em cima de todas as meninas, comecei a dar mole pra ele e quando estávamos todos tomando banho no rio, eu com um biquíne todo enfiado no rabo para provocar os homens e principlamente o Carlos, meu namorado não aprovou meu biquíne mas não pôde fazer nada, eu sempre domino a situação. Quando estava mergulhando senti que Carlos encostou em mim e eu como uma bela puta que sou correspondi, ele passava a mão perto da minha buceta e também na minha bunda e eu discretamente  encostava minha bundinha no pau dele, que estava pegando fogo, eu estava adorando, principlamente porque meu namorado estava próximo e não percebia nada, eu adorava fazê-lo de corno, isso me deixava muito excitada, depois eu me arrependia, depois que eu dava, é claro. Na primeira oportunidade, começamos a conversar e ele disse que eu era muito gostosa e eu disse que o pau dele também parecia ser muito gostoso, foi quando ele perdeu todo respeito por mim, disse que queria foder meu cu e eu fiquei louca de vontade, falou que adorava safadinhas como eu e sempre que tinha uma oportunidade perguntava quando eu ia fugir do corno pra dar o rabo pra ele, eu disse a ele que queria que ele me ajudasse a embebedar meu namorado pois todos já estavam enchendo a cara desde cedo, vi que ele pediu ajuda para um amigo que era conhecido do meu namorado e percebi que o cara ficou todo empolgado pois o Carlos disse que ele também poderia me foder. No início da noite meu namorado já estava tombando e não falava coisa com coisa, foi então que me afastei um pouco, o amigo do Carlos estava nos esperando no carro, fomos para uma estradinha próxima e no banco de trás comecei a chupar a pica do Carlos, era imensa, logo sentei no pau dele pois não aguentava mais de tanto tesão, minha boceta estava toda melada, eu falava pra ele que adorava chifrar o corno e isso deixava ele mais doido, quando notei o outro cara já estava atrás de mim, esfregando a pica no meu cuzinho e dizendo agora é minha vez sua puta, virei de costas pro Carlos e comecei a chupar o pau do cara, quando percebi que o Carlos estava tentando enfiar no meu rabo, que também já estava todo melado, senti aquele acaralho entrar de uma vez, tentei sair mas ele me segurou dizendo: agora você vai aguentar sua putinha safada e quanto mais ele me chingava mais eu gostava, ele gozou bem gostoso e virei o meu cuzinho para o cara que tava com a rola prestes a explodir de tanto tesão, logo que ele enfiou no meu cu, gozou, o pau dele não era tão grande, confesso que gostei mais da pica do Carlos mas foi toda aquela situação que me deixou excitada, voltamos depois de meia hora, algumas pessoas já haviam notado minha ausência e um dos grandes amigos do meu namorado, o Fabrício, ficou sabendo pois o fuleiro do Carlos contou tudo e disse que se eu não desse meu cu pra ele também ia contar pro meu namorado, fazer o que? Tive que dar pro Fabrício na mesma noite, minha calcinha estava toda empapada, com cheiro de porra, mesmo assim o Fabrício caiu de boca, depois também fodeu me cuzinho, isso é que é amigo. Até hoje o Fabrício me come, ele sempre dá um jeitinho de aparecer quando meu namorado não está, já dei até na nossa cama, ele frequenta nossa casa direto, afinal é amigo do meu namorado e com ele eu não implico, pois como já disse faço o tipinho ciumenta e o corno não faz nada para me aborrecer.
Homens gostam de mulheres assim, vai ser uma santinha fiel e será você que levará chifres o tempo todo.



VIZINHO GOSTOSO





Olá, meu nome é Gabriela, mais conhecida como Gabi. Tenho 1,65, 55kg, um bumbum escultural e uma buceta bastante gulosa.
O que vou contar a vocês é totalmente verídico e aconteceu ha uns 2 anos. Resolvi contar essa histária porque precisava compartilhar com alguém um dos melhores momentos de minha vida: Quando dei pro meu vizinho.

Moro em um bairro bastante tradicional do meu estado há pelo menos uns 20 anos, e sempre tive como vizinho um rapaz chamado André, de 23 anos, que é uma delícia. Crescemos praticamente juntos, chegamos até a brincar durante nossa infância, mas quando ele cresceu se tornou o pegador do bairro, André. Eu confesso que no inicio me perguntava como todas as meninas caiam de amores por ele (hoje sou uma vitima também) e sempre que alguém tocava no nome dele comigo eu logo dizia:
-Nossa como alguém normal consegue chegar perto daquele insuportável!!!
Hoje eu vejo que na verdade o que eu sentia era ciúmes, inveja das outras meninas que conseguiam provar daquilo tudo.
Um belo dia quando eu estava passando em frente a casa dele, ele me chamou e disse que precisava falar comigo, fui até ele e perguntei o que estava havendo, afinal nós mal nos falávamos foi então que ele disse que tinha ficado sabendo que eu andava falando mal dele e que precisava me mostrar que não era aquele insuportável que eu imaginava, me agarrou pela cintura e me lascou um beijo de tirar o fôlego, que me deixou toda molhadinha, eu sentia aquele pau duro encostando em mim e ficava cada vez mais exitada. Ele me disse que estava sozinho em casa e que estava louquinho para arrombar minha bucetinha, eu imediatamente aceitei o convite, e ele me conduziu até seu quarto, me jogou na cama, e foi logo tirando minha roupa, caindo de boca nos meus seios enquanto alisava meu corpo, depois foi descendo com aquela boca maravilhosa até chegar na minha xaninha. Ele me chupava como nenhum dos meus 2 namorados tinha feito, era uma coisa de louca, ora ele enfiava a língua na minha buceta, ora dava mordidinhas de leve no meu clitáris, nesse momento eu já gritava feito louca, já não conseguia mais esconder meu desejo, até que gozei, como nunca tinha feito antes. Então ele pediu que retribuísse o carinho, tirou aquele pau imenso pra fora da calça e enfiou na minha boca, (confesso que fiquei com medo devido ao tamanho do pinto dele, devia ter uns 22 centímetros, eu nunca tinha visto nada parecido nem em filmes pornôs) eu sugava a cabecinha com força fazendo movimentos circulares com a língua, mas eu como sou bastante gulosa enfiei ele todinho dentro da minha boca, que foi parar na minha garganta, então ele sussurrou no meu ouvido que queria muito comer meu cuzinho, eu nunca tinha feito isso porque minhas amigas tinham me dito que doía, mas aceitei assim mesmo. Fiquei de quatro e disse a ele pra ser bastante carinhoso, ele como todo homem experiente disse que não ia doer nada, mas que caso contrario pararia, e então ele começou a lamber meu anelzinho para lubrificar o local e devagar enfiou primeiro a cabecinha e depois numa só tacada enfiou tudinho dentro do meu cuzinho virgem, eu podia até sentir suas bolas no meu bumbum, começou num vai vem alucinada, sem dá nem piedade nesse momento eu me sentia um objeto, era uma mistura de dor e prazer, mas eu estava gostando, e muito. Até que ele gozou molhando toda a minha bundinha com aquele leitinho quentinho, eu já estava exausta, mas André não demonstrava nenhum cansaço. Me virou de frente pra ele e novamente mamou nos meus seios, e nessa hora eu sá pensava em ter minha xoxotinha arrombada por aquele pau maravilhoso, foi quando ele começou a dar sinais de vida novamente e depois de ter os seios e a buceta chupados por ele, sentei encima de seu pau já duríssimo e latejando de prazer, e comecei a cavalgar intensamente, bombando cada vez mais forte até que gozamos novamente, dessa vez juntos. Estava ficando tarde e os pais deles poderiam chegar a qualquer momento, então depois quase 1 hora de uma foda alucinante nós resolvemos tomar um banho juntos, e como já era previsto começou tudo novamente, paguei um boquete caprichado pra ele, enquanto ele segurava pelos meus longos cabelos empurrando minha cabeça contra seu pau, depois ele sentou no vaso e eu me sentei encima dele de costas e minha buceta pela segunda vez foi penetrada com força até gozarmos e darmos por encerrada a nossa foda.
André me disse que tinha sido uma das melhores trepadas deles, e que nunca tinha visto uma vizinha tão gostosa como eu, disse também que queria repetir a nossa aventuras muitas vezes ainda. Vesti minha roupa (uma sainha bem curtinha e uma blusinha branca, que meus seios furavam) e fui pra casa.
Até hoje (depois de dois anos) nós trasamos e é cada dia melhor dá para aquela gostosura!!!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

MINHA ESPOSA FUDEU COM UM DESCONHECIDO




Estávamos nos últimos dias das férias de julho em Salvador-BA, já nos preparativos para voltarmos a nossa cidade, pois moramos em Belém-PA. Minha esposa Any estava na piscina do hotel pegando sol, morena clara, 1,71m, coxas grossas, bumbum médio deliciosíssima quando está de fio dental. Havia um hóspede que também estava na piscina, corpo atlético e mostrava um grande volume dentro de seu short branco. Cheguei pra minha esposa e lhe chamei atenção para o fato lhe dizendo “olha o tamanho do pau daquele cara que está sainda da piscina”. Ela olhou e ficou admirada com o volume do pau do cara, e notei de vez em quando ele arriscava umas olhadas nelas. Acabou que acabamos fazendo amizade, onde ficamos sabendo que ele se chamava André, que era de São Paulo e estava passando um final de semana em Salvador e por coincidência estava no quarto ao lado do nosso. Começamos a beber várias cervejas até o final da tarde e ele ficou muito chapado mesmo, já estava falando com a língua pesada. Numa hora ele foi ao banheiro e quando vinha voltando quase caiu, minha esposa pediu para que eu ajudasse porque ele iria acabar se machucando. Realmente ele havia bebido demais e resolvemos parar por aí. Falei que o ajudaria a subir para o seu quarto, já que ficava ao lado do nosso. Chegando lá abrimos a porta e eu o ajudei a entrar, minha esposa falou que seria melhor ele tomar um banho e eu disse que provavelmente ele escorregaria e cairia e poderia se machucar, mas, falando já com malícia, disse que ela poderia ajudar a dar banho nele e fui logo indo para o banheiro. Eu o coloquei debaixo do chuveiro e fui dizendo passa o sabonete nele que eu fico segurando. Ela meio sem jeito, meio com vergonha começou a ensaboá-lo e notei que não tirava o olho do volume do cacete dele. Então eu disse tira o calção dele e faz o serviço completo, ela relutou, então com uma das mãos puxei o calção para baixo no que saltou uma senhora pica que deveria ter uns 20cm ou mais. Minha esposa ficou hipnotizada com aquele cacete e eu incentivando, “vai lava ele todo”. Ela timidamente começou a passar o sabonete em toda a extensão daquele cacetão, que ao sentir a carícia deu um leve sinal de querer acordar. O André então falava coisas desconexas e ela continuava a punhetá-lo admirando o tamanho da jeba. Enxugamos nosso amigo e o levamos para a cama, então eu disse que iria tirar uma foto dela pegando naquele cacetão, ela começou a rir e eu a tirar fotos, ficou punhetando novamente nosso novo amigo e seu pau começou novamente a enrijecer. Então falei pra ela colocar os labios na pica dele para mais fotos, depois mandei que ela começasse a chupar gostoso, ela perguntou se eu estava ficando louco, respondi que iríamos viajar no outro dia, portanto, nunca mais o veríamos e que ninguém iria saber mesmo. Ela ainda relutou, mas estava fascinada com aquela pica avantajada. Empurrei sua cabeça para junto daquela pica e ela não se fez mais de rogada. Começou chupar de modo voraz, passava a lingua em toda a extensão daquela pica que já se encontrava agora dura e nosso amigo falando um monte de coisas que não entendiamos. Me aproximei de minha esposa e meti a mão em sua buceta que estava supermolhada, ela já havia gozado só de chupar a pica do nosso amigo. Tirei seu biquini e disse para ela aproveitar e fuder gostoso aquele cacete. Ela foi para cima e começou a encaixar aquela cabeçorra na sua bucetinha, até pensei que ela não aguentaria tudo aquilo. Mas para minha surpresa, enquanto eu tirava foto, a cabeçona foi sumindo na buceta da minha esposa e o cacete foi escorregando e em poucos segundo estava todo atolado na buceta gostosa da minha esposa. Ela delirava e gozava seguidamente. Ficou um bom tempo cavalgando alucinada na pica do nosso amigo. Eu continuava incentivando “vai minha putinha, tu estava mesmo doida pra fuder esse picão, confessa. Eu sabia que tu gostava de levar vara de outro macho, confessa. Fala pra mim o que tu vais fazer com outro macho”. Ela mais uma vez gozando dizia que eu era corninho dela e que de agora em diante eu teria que deixá-la fuder gostoso com outro machos tesudos, sempre que ela quizesse. Que sempre teve muita vontade de dar para outros caras, mas que tinha medo que eu não aceitasse. E que da próxima vez eu teria que tirar foto dela levando pica no cuzinho.
Minha esposa ainda gozou varias vezes antes de cair quase desmaida e saciada. Ainda a fiz arreganhar sua bucetinha para que eu visse o estado em que ficou, estava toda arrombada, não resisti e cai de boca chupando tudo com muito tesão. Depois ela botou de volta seu biquini, fomos embora para o nosso quarto e viajamos bem cedo e nunca mais vimos o nosso amigo. Não sei se ele lembra devido o estado etílico em que se encontrava, se lembrar mantenha contato, quem sabe não repetimos tudo, mas desta vez sóbrios

ARROMBADA POR UM DOTADO




Sou uma garota morena, magra, baixinha, 1,53 e 48 kilos sempre fui a sapequinha da turma desde criança, perdi a virgindade com um primo em uma dessas brincadeiras de pré adolescentes, aconteceu quando morávamos no interior, numa casa de madeira daquelas que tem sótão e porão, então nossas brincadeiras favoritas eram esconde esconde onde literalmente alguns dos garotos e garotas se escondiam pra ninguém achar, e foi assim que perdi quando tinha uns 15 anos com meu primo Abrão que era o mais velho da turma e tinha quase 17 anos e assediava todas as primas inclusive eu, ele sempre tentava mas eu nunca deixei, mas ele foi insistente  e foi em uma de nossas brincadeiras que fui me esconder no sotão e ele foi atrás, nesse dia ele me agarrou e insistiu tanto que acabei deixando, ele levantou minha sainha retirou minha calcinha e sem nenhum romantismo me deflorou, e foi assim minha primeira vez, só que devido a morarmos próximos, sempre estávamos em contato e as brincadeiras de esconde esconde continuava, então meu primo me comia direto, acabei me apaixonando por esse meu primo, só que ele só queria mesmo era a sexo que era de graça.

Naquela época meu pai que era militar mudava de cidade a cada promoção, então ficamos ali só mais um ano e nos mudamos para São Paulo capital onde moramos mais uns três ou quatro anos, só que meus tios e  primo continuaram morando  lá,   mas eles iam de vez em quando nos visitar e mesmo a gente não tendo mais aquele contato, a gente sempre  dava um jeito porque  eu boba ainda gostava dele e apesar de já não ser mais aquela menina eu acabava cedendo eu já tinha perto dos 19 anos, tive vários namorados mas nenhum me satisfazia, era comum nas rodas de amigas alguma dizerem que os namorados eram bem dotados, que eram uma delicia na hora da transa, isso foi me excitando e me fazendo querer experimentar.

Até que meu pai foi transferido novamente para uma cidade de fronteira no interior do Amazonas, porque o militar escolhendo uma cidade de fronteira na promoção depois de dois anos pode pedir transferência para qualquer cidade do Brasil de sua preferencia por isso meu pai escolheu esse lugar. Eu sempre frequentei grupo de jovens, e lá no interior comecei a frequentar uma igreja que tinha um grupo bem ativo, mas em cidade pequena não tinha muitas opções, então a nossa diversão favorita era ir nadar em um rio nas imediações da cidade, onde tem uma área de lazer publica, íamos quase todo fim de semana ainda mais que lá era muito quente, e ai começa toda a historia.

Depois que me enturmei e fiquei intima do pessoal e de algumas meninas da minha idade solteiras e casadas, as fofocas  rolavam direto, e nas provocações quando se referiam a sexo uma das meninas que era casada acabou por revelar que o marido era bem dotado, eu confesso que  sempre fantasiei e minha tara era homens dotados, mas nunca tinha  visto um de perto, minha curiosidade ou bem poderia ser a minha tara, resolvi que iria dar mole pra ver a reação dele a minha provocação,  na verdade eu já tinha observado uns olhares diferente dele em relação a mim, resolvi que quando tivesse chance iria provocá-lo, e isso aconteceu numa semana de bastante sol, a turma resolveu ir, logo pela manha lá estávamos nós, alguns meninos e meninas brincavam com boia, subiam o rio e desciam, mas o Flavio pegou uma vara de pescar como ele sempre fazia e subiu o rio até onde ficava distante do movimento pra não espantar os peixes, mas na hora do almoço ele descia pra almoçar com a turma toda,  mal ele almoçou e voltou ao lugar onde estava pescando, observei bem onde ele estava esperei uma meia hora e e fui atrás dele, sem ninguém perceber.

 Peguei uma boia coloquei no ombro e subi a trilha, me certifiquei que ninguém havia me seguido, cheguei lá puxei conversa dizendo que queria descer o rio de boia por isso fui o mais longe possível, fingi dificuldade pra subir e pedi que ele me ajudasse, ele prontamente atendeu, fiz de conta que não conseguia parar em cima e ele me ajudou, mas cada vez que ele me empurrava pra cima eu caia do outro lado, propositalmente é claro, claro que notei uma “mão boba” em meu corpo, como bem magrinha, 1,53 e meus 48kg, faziam com que ele tivesse facilidade em me levantar, até que fomos para um lugar um pouco mais fundo, e eu fiz de conta  cair da boia, e me agarrei nele, foi quando um arrepio tomou conta do meu corpo ao perceber que  ele estava com o pau duríssimo e não teve nem tempo de disfarçar, porque  eu colei nele, olhei pra ele com uma cara de safada e perguntei  o que era aquilo, ele gaguejando, tentou falar, mas eu não deixei, calei a boca dele com um beijo, e nos amassamos muito, e senti que as coisas estavam indo por onde eu queria, eu estava só com um shortinho bem curtinho e colado, e a parte de cima do biquíni, devido ao meu beijo e não ter ninguem por perto ele se soltou, logo  abaixou um pouco meu shortinho enfiou a mão por dentro e  começou a me bolinar, eu já não raciocinava mais, então, pra não correr o risco de sermos pegos, fomos um lugar mais deserto um pouco mais acima, entre muitas arvores e com pedras enormes, e foi lá que eu vi o tamanho da ferramenta dele, que por sinal não era tão comprido como a maioria dizem 22, a 25 cms, o dele devia ter um cerca de uns 18 a 19cm, mas era muito, mas bem grosso, precisei das duas mãos para conseguir envolver ele todo, ele tinha a cabeça proporcional a grossura, confesso que fiquei apavorada, estava quase arrependida da minha ousadia, mas eu tinha ido até ali pra esse fim e eu  queria experimentar ele dentro de mim, na hora H, ele até relutou em me penetrar,  e falou-me que eu era muito pequena e magrinha e que ele tinha consciência do tamanho do seu pau e que poderia me machucar, mas eu falei deixa de ser bobo, eu vim atrás de você justamente por saber que era  bem dotado e ele acabou por ceder, afinal ele tambem estava com um tesão estampado em sua cara e no seu pau, ele tinha 1,80 de altura, uns 100 kilos e ao meu lado parecia um gigante.


Ele perguntou voce tem certeza que quer mesmo, se não aguentar a gente só brinca nas coxas, eu falei pode parar, voce acha que eu vim até voce só pra sentir gozar nas coxas, nada disso, eu estava toda melecada de tesão e queria ir até o fim, então ele se ajeitou  sentou encostado em uma pedra enorme e ficou com o mastro apontando pra cima,  tirei meu short fiquei só com a parte de cima do biquini, fui até ele me ajeitei pra sentar em cima daquela tora de frente pra ele beijei sua boca enquanto eu rebolava e me esfregava naquela tora,  meu pequeno corpo parecia ainda mais frágil tentando sentar naquela rola enorme dele, eu tremia  e a minha bucetinha escorria de tanto tesão,  eu suava frio, ele ainda falou: – Quer parar? Não respondi nada e continuei soltando o peso do meu corpo forçando a minha xaninha pra baixo até que entrou um pouquinho daquele cacete dele em mim. Vi estrelas, parecia que tava tendo um filho de fora pra dentro, eu joguei o corpo pra trás, fechei os olhos, respirei fundo pra logo depois começar  de novo. Conforme aquela enorme rola entrava em mim eu sentia sendo arrombada e minha xaninha se alargando mas estava engolindo aquele cacete, nesse momento fiz a maior loucura da minha vida, pensei que se a mulher dele aguentava, eu também aguentaria, só que ela era bem maior que eu, e tinha os quadris largos, senti que mais ou menos a metade já estava dentro de mim, fechei os olhos e sentei com tudo, de primeira vez não entrou tudo e eu apoiei com as mãos ao sentir a dor, mas na segunda resolvi que iria té o fim, quando entrou quase todo… eu tremi de dor, quase desmaiei, parei por alguns instantes porque o ar me faltava, parecia que ia morrer de tanta dor, escorreu muito liquido misturado com sangue da minha xaninha.

Até que a dor começou a acalmar, olhei para ele que estava com uma cara de apavorado, dei um sorrisinho misto de arrependida e satisfeita, ele falou: eu disse que vc não estando acostumada não aguentaria, e tentou tirar de dentro de mim, dei um grito de Nããããooo… já que tinha ido até ai queria terminar, e falei, se a Edna sua mulher aguenta eu tambem vou aguentar, e comecei a rebolar bem devagar, minha virilha dava fisgadas muito fortes, eu ia lentamente aumentando o ritmo aquela rola começou a se acomodar e a mover dentro de mim, a dor já não era tão forte, apenas fisgadas, mas que parecia mais ter um espeto de ferro cravando na minha virilha, depois de uns 20 minutos tentando eu consegui acomodar praticamente todo o mastro dentro de mim, o tesão voltou com tudo, e comecei a cavalgar, ele me falou que estava com pena de mim ao ver os lábios da minha vagina totalmente esgarçados pra dar espaço pro cacete gigantesco dele.

Eu me sentia espetada pelo cacetão dele, eu gemia baixinho, não podia gritar pra não correr o risco de alguem escutar, se bem que a minha vontade era gritar quando senti a dor pela primeira vez mas não o fiz,  minhas pernas tremiam de tesão até que finalmentee eu gozei feito uma virgem sendo fodida pela primeira vez, pois foi assim que me senti, quando ele tirou a tora da minha xaninha  ficou assustado com o buraco que havia ficado. Eu sorri e falei pra ele relaxar que eu estava ótima! Que aquela elasticidade logo voltaria ao normal, mas eu sentia certo calafrio com minha xaninha alargada sentindo a porra dele escorrer pelas minhas pernas.

Depois disso eu mal conseguia caminhar, meus quadris e minha virilha doíam quando eu caminhava, cravando quando caminhava, voltei pra junto do pessoal com muita dificuldade, alguem percebendo que eu meio que manquitolava, com certa dificuldade em trocar os passos peguntou se eu estava bem, falei que sim,  peguei minhas coisas dei uma desculpa, peguei o carro do meu pai que eu tinha emprestado fui pra casa chegando lá  fui direto ao chuveiro, tomei um banho me observei bem pelo espelho, parecia que meu quadril tinha se alargado mais, tentei entender o porque de tanta dor, o cacete dele tinha alargado meu quadril, e depois disso transamos mais algumas vezes, na segunda vez ainda senti bastante dor, mas agora entra aguento aquele cacete todinho muito mais fácil!!!

TRAÍ MEU MARIDO NO CARNAVAL



Até agora não tive coragem de contar a ninguém o que me aconteceu num carnaval recente, não vou dizer o ano e vou preservar alguns fatos, porque apesar de e ter gostado do que aconteceu eu não gostaria de que alguém lesse esse conto e identificasse.... mas eu sinto uma necessidade de relatar talvez para poder desabafar, nunca falei pra ninguém, exceto a minha analista.

Me  chamo Rita , sou medica radiologista, e trabalho numa clinica particular onde tem vários médicos, enfermeiros e assistentes. Sou uma mulher de hábitos normais, tenho 1.69 sou ruiva com algumas sardas , seios médios bem empinados e um bumbum  arrebitado porque gosto de malhar pra manter tudo no lugar, eu tenho um belo corpo . Apesar de meus 42 anos.

Sou casada com O Edson,  1,75 m. de altura, 73 kg, e 43 anos e  apesar do pouco tempo de que dispõe, também cuida de seu corpo, de maneira que formamos um casal bonito e muito elogiado, meu marido é executivo de uma empresa multinacional e  levamos uma vida bem confortável. E nesse carnaval o chefe do me marido  nos convidou e mais alguns com cargos de chefia   para passar o carnaval na praia e  ficar em sua casa de praia em Florianópolis . Por insistência de meu marido  acabei topando e fomos no sábado por volta das 15:30h e lá já estavam diversos colegas, alguns com esposas ou namoradas, outros sós, ao todo tinha cerca de 15 pessoas.

Quando cheguei notei que a casa era maravilhosa, cujo parte dos fundos dava direto  para o mar, a praia ficava a uns 50 metros da casa  tinha  quatro quartos, uma ampla copa cozinha, e uma varanda, e a churrasqueira num dos cantos e uma piscina  , tudo decorado com muito bom gosto, logo que chegamos  fui apresentada a todos,  conversamos um pouco e ao final da tarde  fomos tomar um banho de praia. Na volta já estava escurecendo, após uma ducha para tirar a areia do corpo, ainda com roupa de banho  ficamos em volta da churrasqueira onde rolava  uma carne assando, todo mundo por ali comendo uma linguiça assada cortada na farofa enquanto o resto chegava ao ponto, e tomando uísque, ouvindo música e conversando, entabulei uma conversa agradável com a esposa do Márcio que era advogada, e o meu marido  conversava animadamente com seus colegas e, neste ritmo o churrasco ia sendo servido.

Terminado o churrasco, continuamos conversando e bebericando,  quando me dei conta já passava das duas, quase  todas as  pessoas já tinham se recolhido um a um , e os quartos foram todos tomados, meu marido completamente grogue por causa do uísque já tinha entrado, também  entrei na casa e fui procurar por ele, achei ele e outros deitados na sala de televisão em uns colchoes espalhados pelo chão, como as mulheres se alojaram nos quartos, eu  deitei-me ao lado dele, abracei-o e, em seguida sob efeito do álcool também acabei adormecendo.

Lá pelas tantas da  madrugada fui senti um roçar em meu corpo e acordei, como tudo estava totalmente escuro não deu pra perceber que não era meu marido mas  senti uma mão passando pelos meus quadris e coxas e um volume encostado em minha bunda e essa mão deslizava nos meus quadris, descia até as coxas, voltava pela bunda ou pela frente das coxas alisando minha xana e  minha barriga e o volume que roçava minha bunda era  persistente, levemente, meio sonolenta, sem mesmo abrir os olhos porque tava escuro , achei que fosse meu marido, porque  ele sempre fazia isso, aquela mão e aquela pegaçãozinha  gostosa no bumbum estava me agradando, logo essa mão ficou mais atrevida e enfiada dentro do meu biquini  já acariciava meu sexo, o tesão foi crescendo e abri levemente as coxas para facilitar o trabalho da mão que, por sua vez, massageava  meu clitóris.

Imaginando  ser meu marido eu não ofereci  resistência nenhuma aquelas caricias, até  facilitei jogando um pouco meus quadris e bumbum para trás, para sentir melhor a pressão na bunda. Nesse movimento deixei ele encaixar-se meu corpo  por completo, ele então abaixou a parte de baixo do meu biquini até a metade das coxas e ele encaixou seu membro nas minhas coxas e penetrando na minha xana, quando eu levei o maior susto da minha vida ao perceber  naquele momento que o homem que estava ali não era o meu marido, porque era uma pica bem maior e suas coxas e sua barriga eram bem mais peludas, meu marido era, quase sem pelos, senti que  suas coxas eram sensivelmente mais grossas que as do Edson e o volume que eu já sentia agora  dentro de mim  era bem maior.

Com o susto, abri bem os olhos que já acostumado com a escuridão  e vi  meu marido bem ali na minha frente, deitado de costas para mim e dormindo a sono solto. Paralisada com a situação, e com o coração querendo sair pela garganta, meu primeiro impulso foi  levantar e sair dali e dar a maior bronca mas eu reprimi esse impulso e com medo de com o escândalo acordar todo o mundo e causar um tumulto, fiquei  sem saber o que fazer enquanto isso aquela mão continuava as caricias e  com um dedo já enfiado na minha gruta e seu pau encaixado mesmo  com o medo,  acabei inexplicavelmente sentindo um tesão louco, como nunca havia sentido. Resolvi fazer de conta que continuava dormindo e ver no que dava deixei rolar. Quando ele começou a beijar minhas costas, senti que  a sua mão soltava os lacinhos da parte debaixo do meu biquini e cuidadosamente o retirava por completo, fiquei apavorada mesmo sendo meu marido tinha mais gente deitadas ali, percebi que em seguida senti que ele também tirou sua sunga e encostou seu pau na minha bunda e com a mão ele afastou minhas coxas mais um pouco, eu não facilitei nem impedi só deixei rolar tal minha excitação , depois enfiou o pau entre elas até socar na minha xaninha  que não era o pau do meu marido eu já tinha certeza então eu ficava só imaginando o tamanho daquele pau que estava me fodendo mesmo sem jeito porque a situação não ajudava, aquilo me deixou completamente louca, foi quando  virei-me de bruços pra facilitar  e meu amante desconhecido veio para cima, ele mordia levemente minha nuca, e com as mãos acariciava meus seios e estocava aquele pauzão maravilhoso na minha xana que naquele momento já estava totalmente arrebitada para trás e para cima, pra facilitar as coisas.

Eu estava sendo possuída por um estranho que não dava pra eu saber quem era por causa da escuridão total, não sei quantas vezes eu gozei, eu mordia a fronha do travesseiro para não gemer de tanto tesão, até que ele, gozou enchendo me com seu esperma. Logo em seguida  ele se levantou e saiu. Esperei  um pouco, e também me levantei,  fui ao banheiro, tomei um banho e voltei. Na manhã seguinte  olhava o Edson ali dormindo e não acreditava no que eu  tinha feito, eu tinha traído meu marido com um desconhecido, bem ali, ao lado dele. Fiquei ali, com um turbilhão de sentimentos loucos de culpa, de satisfação tudo isso me consumindo, todos nós dormimos até bem tarde, levantei por volta das 10:00h, o Edson  já tinha se levantado, fui tomar café, ele já  estava ali, abracei-o e beijei-o, como sempre fazíamos, dei graças porque  não percebeu nada, depois do café fomos para a praia porque quase todo mundo já tinha ido. Entrei na água um pouco, depois me deitei na esteira e fiquei só observando  os homens que passavam a minha frente.

Comecei a exercitar minha imaginação, fiquei imaginando qual deles seria o meu amante desconhecido da noite anterior,  e quando dei por mim, estava medindo com os olhos todas aquelas coxas, barrigas e... os  volumes sob a sunga para tentar descobrir quem era.  Pelo menos três deles se encaixavam no perfil,  um moreno claro com mais ou menos um metro e oitenta, corpo bem peludo  descobri que chamava-se Anderson,  o segundo era Márcio, o marido da Raquel  que se tornou minha amiga  ficamos conversando bastante antes de ir dormir  na noite anterior, e o terceiro era  mais baixo mas era bem peludo também e eu não lembrava-me do seu nome. depois da praia voltamos e durante o almoço  conversei com todos eles pra ver se algum deles se entregava, mas todos eles me tratavam com a maior naturalidade e nenhum  deles nem de leve se insinuava ou tocava no assunto, comecei a imaginar então se eu não estava errado na minha avaliação e se não seria um  outro que eu achava que não se encaixava no perfil, só que eu estava  curiosa e determinada a descobrir quem era.

Como tudo era festa a noite, rolou outro churrasco  desta vez peguei um copo de uisque para mim e outro para o Edson meu marido , enquanto eu bebericava o meu eu servia a vontade para  ele, e dessa vez eu que estava a fim de que ele se apagasse novamente, só assim eu teria a chance de que o meu amante misterioso da noite anterior  se manifestasse, notei que uns amigos do meu marido também fazia o fervo pra que ele bebesse, e notei que os tais não bebiam na mesma intensidade,  O meu marido  estava num papo tão animado com todos ali e percebi que ele estava visivelmente alto pois tinha tomado várias doses comigo e com os amigos e conversava animadamente, por volta de 1 hora da madrugada ele já estava quase apagado.

Percebi também que meus três possíveis amantes estavam bem acordados, notei que eles não beberam tanto quanto os demais, notei eles conversando entre si, passei a perceber que o Anderson olhava disfarçadamente pra mim e eventualmente olhava um pouco mais demorado para mim e meu marido, mas não dava muita bandeira que o denunciasse.

Ao fim do churrasco fomos todos pra sala começamos a assistir um filme no DVD, todos deitado nos colchonetes espalhado pela sala, aos poucos o movimento foi se acalmando porque todo mundo ia se apagando um a um devido ao excesso da bebida, eu continuava bem sóbria, ao contrario da noite anterior que eu estava meio grogue  lá pelas tantas  todos apagaram inclusive o Edson meu marido que estava  completamente bêbado, não resistiu 10 minutos de filme, ali mesmo na sala de TV, esperei que um a um dormissem, desliguei  a TV, apaguei todas luzes,  deitei-me ao  lado do meu marido decidida a deixar uma marca com a unha  se o meu amante misterioso viesse, só que dessa vez só fechei os olhos fingindo dormir mas não adormeci, fiquei só imaginando a noite anterior e  fiquei só aguardando pra ver se alguém se manifestaria, era um silencio total ouvia-se ao fundo o som das baladas de carnaval, cerca  de meia hora depois que deitei-me senti novamente uma mão em meus quadris e alguém cuidadosamente se deitando a meu lado. Fiquei imóvel e esperei, logo a mão foi bem  mais atrevida que a notie anterior, já entrava direto em meu biquini e acariciava meu clitoris, fiquei passiva mas depois dessa bolinação levei a mão para trás para tentar agarrar  aquele membro e descobri quem tinha transado comigo na noite anterior.

Foi quando levei outro susto  porque parecia que  não era o mesmo membro, por cima da sunga pude sentir que era   um pau normal. Fiquei  paralisada, eu não poderia fazer nada. Eu já tinha deixado ele me bolinar e eu estava segurando aquele pau desconhecido. Se por um lado eu estava assutada por outro lado, fiquei  excitada novamente  mesmo sem saber de quem era, comecei acariciar aquele pau por cima da sunga, logo ele abaixou a sunga e tirou o pau pra fora ao mesmo tempo que ia soltando meu  biquíni, igual o  da noite anterior, desamarrou os laços laterais,  depois de me livrar do biquini eu comecei a passar a mão em seu corpo e era também num corpo peludo, não perdi tempo e como se fosse uma carícia eu arranhei na altura do peito,  derrepente ele se afastou e senti que fui encoxada por outro homem, meu corpo gelou na hora mas nada me assombrava mais, já que eu estava cheia de tesão e totalmente enlouquecida. Então ele me encoxou e enfiou aquele pau na minha xana, bombou até quase gozar e depois saiu. O outro veio e  começou a chupar  meu pescoço  por trás, fui a loucura, depois senti que ele veio já com aquele  pau introduzindo na minha boceta, quando entrou... na hora tive certeza  que era meu pau da noite anterior.

Senti aquela cabeça enorme  entrando na minha chaninha toda molhada e já  não tinha dúvidas, deixei ele me penetrar, ele cuidadosamente socava até o fundo com todo cuidado pra não acordar ninguém, senti que ele tinha gozado,  depois disso  o cara do pau normal se posicionou por traz e me estocava, entrava completamente...  pra quem tinha sentido aquele membro enorme o outro nem fazia muitas cocegas mas a situação estava tão  excitante que eu gozaria até com um dedo me tocando.

Eu sentia que meu  corpo vibrava de tesão, na minha mente imaginava sendo comida pelo meu marido,  tive orgasmos multiplos com aquela sensação. Eu bruscamente virei deixei o que me comia com o pau na mão, deitei-me e puxei o meu amante original pra cima de mim e ofereci minha xana já inchada de tesão para meu amante original que não se fez de rogado, encostou a cabeça na porta da bocetinha e novamente começou a me penetrar, devagar,  só que dessa vez de frente pra mim e pude visualizar seu vulto e acariciar seu corpo, não esqueci do meu propósito e tambem deixei uma marca profunda de unha na altura do peito, para depois  eu sentir aquela cabeçorra entrando e alargando as paredes da minha boceta, só que dessa vez mesmo não sabendo quem, eu estava consentindo. Quando aquele pauzão entrou todo, tocava o fundo do meu útero. Abri mais  as pernas facilitando seu trabalho, e  para não me machucar. Enquanto meu amante original me comia gostoso  o novato colocou seu pau na minha boca, em pouco tempo ele gozou  na minha boca, acabei por engolir tudo, não tínhamos toalhas higienicas ali,  meu amante orignal tambem gozou, desfalecida me virei de bruços  pra descansar daquela sessão, senti que um deles se afastou rumo ao banheiro pra se limpar provavelmente, então senti um corpo se deitando sobre o meu, senti um pau encaixar nas minhas nadegas procurando meu rego percebi, claramente as intenções que era comer minha bunda, fiquei apavorada eu só fazia anal com meu marido raramente, porque doia muito, mesmo ele tendo um pau normal, e eu não aguentaria se fosse aquele cacetão do meu amante original, estava apavorada, mas não podia nem sussurrar reclamando devido a situação, eu tinha que aceitar e deixar-me ser subjugada.


Fechei os olhos deixei rolar, senti que o tal cara passou saliva na porta do meu cuzinho, lubrificou enfiou um dedo, e em seguida colocou a cabeça, senti que a cabeça tinha entrado. Uffa! Minha sorte foi que era o cara do pau normal, mas mesmo assim devido a situação e a falta de lubrificação doeu pra caramba, novamente mordi a fronha do travesseiro pra suportar, depois das primeiras bombadas, meio que me acostumei até pude curtir um pouco.. que doideira... meu macho tinha gozado senti seu jato quente invadir-me, instintivamente comecei a contrair meus musculos anais senti que isso o deixou satisfeito, depois de gozar ele deixou ainda um pouco mais dentro de mim, até que senti ele murchando aos poucos, depois ele tambem se levantou, e foi embora em direção ao banheiro depois de alguns momentos eu tambem me levantei, peguei meu biquini e fui ao banheiro me lavar, agora era só aguardar o dia seguinte para tentar identificar a marca que eu deixei nos dois. Então no dia seguinte quando praticamente todos tinham ido a praia eu também fui, e tinha a missão de identificar, observei um a um os homens e não demorei muito a identificar os dois, eram   o Anderson e Flávio,  não tive dúvida nenhuma,  eu já sabia agora quem tinha me comido mas eu continuava sem saber quem era o dono daquele mastro da primeira noite.

Depois disso não rolou mais nada na noite seguinte mesmo porque na noite seguinte  um casal foi embora mais cedo então eu e meu marido dormimos no quarto  na cama de casal,  e por mais bêbado que meu marido ficasse, acho que nenhum dos dois teria tanta coragem a ponto de invadir o quarto, ficamos os  três dias e  fomos embora, não deu pra eu ter a certeza quem era quem, e depois na empresa todos se comportavam  de forma profissional, mesmo porque eles eram casados,  e nenhum deles nunca foi ousado o suficiente pra tocar no assunto embora tivéssemos outros  eventos que reunia a turma, mas depois desses dias  nunca mais  tivemos oportunidades, mesmo que num cantinho da sala de ficarmos a sós, por isso minha aventura de carnaval foi inesquecivel..