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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

INTIMIDADES DE UM CASAL

Meu nome é Paloma, 28 anos, 1,60cm, morena e cabelos longos. Não sou muito magra, diria que tenho o corpo cheio de curvas. Casada há 10 anos e ainda apaixonada pelo meu marido. Claro que depois de algum tempo, conquistamos nossa intimidade e isso principalmente em relação a sexo. Adoramos sexo e conversamos muito sobre fantasias. Confesso que quando contei a minha fantasia ele assustou um pouco. Mas não voltei atrás, deixei uma sementinha e esperei pra ver onde chegaríamos. Sempre quis experimentar sexo a três e estava disposta a conseguir com ele, claro. Minha fantasia era poder ver o tesão dele enquanto eu gozava com outro. Ver como ele ia ficar duro só de ver outro me comendo. A oportunidade apareceu... Um dia reencontrei um amigo de escola, um desses namoradinhos de adolescência. Alto, moreno, gordinho... Mas muito delícia. Resolvi que meu marido precisava conhecê-lo e armei tudo pra que isso acontecesse. Estavamos sozinhos em casa quando Alex chegou. E entre uma cerveja e outra a conversa foi rolando. Depois de um tempo de muita conversa, já estavamos bem a vontade...  e foi aí que comecei a provocar meus dois titãs. Estava com uma saia curta e blusa bem decotada, abaixava de propósito e me insinuava. Os dois foram ficando excitados só de acompanharem aquele showzinho. Isso me deu mais coragem, fui ao banheiro e tirei a calcinha. Ja estava encharcada, quase resolvi isso la mesmo. Mas não, queria meus homens e ia ter. Quando voltei pra varanda, sentei no colo do meu marido e abri as pernas. Ele sentiu o calor que subia da minha bucetinha molhada. Me virou no colo dele e abriu minhas pernas, quase engasguei de tanto tesão quando vi os olhos de Alex ali em mim. Ele olhava e não se movia. Só percebi que estava no jogo porque seu pau foi crescendo cada vez mais na sua calça. Pensei que fosse morrer, parecia mais fácil, mas não era. Queria que ele fizesse alguma coisa, qualquer coisa. Os minutos pareciam horas, um silêncio, ninguém se mexia e nem falava nada. De repente, tudo aconteçeu... Alex veio e se ajoelhou na minha frente, meu marido segurando minha pernas bem abertas, e la estava aquela boca maravilhosa. Alex me lambia, me chupava, me mordia... Como se tivesse esperando isso ha muito tempo. Comecei a gemer, não conseguia me mexer, gemia e gemia... Olhei pro lado e vi os olhos dele, cheios de desejo e tesão. Tudo que imaginei estava acontecendo. meu marido estava enlouquecido só de ver outro homem me possuindo. Tive um orgasmo alucinante na boca do meu amigo enquanto meu marido abafava meus gritos com a boca. Alex me pegou no colo e me colocou sobre a mesa e começou a me foder, meu marido segurando minhas mãos e olhando nos meus olhos. Começou lento um entra e saí ritmado e depois mais forte, quanto mais abria minhas pernas, mais fundo ele ía... Gozamos junto. Ele chamando meu nome e eu o dele. Pensei que já tínhamos terminado, mas eles mudaram de lugar e agora era a vez do meu amado acabar comigo. Ele sabia como eu gostava de ser fodida e mandou ver. Mandou Alex abrir bem minhas pernas e não deixar eu me mexer. E começou o vai e vem com aquele pau enorme e delicioso, dando estocadas funda e firmes, me rasgando por dentro. Aproveitei cada segundo. E quando estava pronta pra gozar, Alex colocou aquela mão deliciosa no meu grelinho e começou a esfregar bem rápido. Perdi os sentidos, me debatia, gemia, gritava enlouquecida de tanto prazer. Foi a noite perfeita com as melhores fodas de todas. Alex foi embora e ainda conversamos vez ou outra. Meu marido gostou da experiência e quer repetir qualquer dia. E eu... Bom... Eu amei



Geminiana paulista.

FLAGRADA NO MOTEL COM O MELHOR AMIGO DELE




Desde o início do meu namoro com o Marcos que eu conhecia o Juliano, seu melhor amigo, daqueles que eram como unha e carne. Eles não se desgrudavam, e às vezes isso me causava até raiva, porque a amizade entre eles acabava por atrapalhar meu namoro com o Marcos.

Devo confessar que muitas vezes cheguei a pensar que havia algo rolando entre eles, tamanha era a amizade dos dois. Depois que me casei com  Marcos, o Juliano passou a frequentar minha casa constantemente, por causa do amigo.

Vendo que não tinha jeito mesmo, e pra não desandar meu casamento, acabei aceitando a situação e me acostumando com a presença constante do Juliano em nossa casa, presença essa que acabou conquistando também minha amizade, ou seja, acabei virando amiga do Juliano também.

Logo eu e o Juliano éramos praticamente íntimos, e conversávamos sobre tudo, inclusive sobre sexo, principalmente quando o Marcos não estava por perto. Como o Juliano não saia da minha casa, isso acabou me rendendo o apelido de "Dona Flor" e seus dois maridos.

Durante nossas conversas sobre sexo o Juliano me falava das coisas que tinha vontade de fazer com uma mulher, e o que gostaria que uma mulher fizesse com ele.

Aquilo ia me enchendo cada vez mais de tesão, principalmente porque muitas dessas coisas que ele me falava eu tentava pôr em prática com o Marcos, meu marido, sem muito sucesso, pois ele era meio careta em certos assuntos.

Meu marido não gostava de palavrões na hora do sexo, chupava minha buceta tapando o nariz pra não sentir o cheiro dela, e dizia que achava desagradável. Cheiro de cu então, nem pensar. Comer meu cu, "nem morto". Ele não deixava eu chupar o pau dele e nem gozava na minha boca, pois achava aquilo nojento.

Enfim, nossa relação na cama não passava do tradicional e chato "papai-mamãe". Eu me deitava, abria as pernas, ele se deitava em cima de mim, metia alguns minutos, gozava dentro da minha buceta, tirava o pau, tomávamos banho e dormíamos. Aff! Uma chatice! Eu só dava pra ele mesmo para satisfazê-lo.

Por causa disso passei a desejar e muito o Juliano. Eu não via a hora dele vir em nossa casa pra falarmos daquilo que eu mais desejava: sexo, sacanagem, putaria, etc. O Juliano, ao contrário do Marcos, dizia adorar cheiro de buceta e de cu, adorava chupar uma buceta e ser chupado, lamber e foder um cu.

Ele me falava essas coisas e minha buceta ficava molhadinha, e eu ficava doidinha de vontade de dar pra ele. Eu ficava de boca aberta, e perguntando mais coisas, pedindo pra ele me falar todas as coisas que ele gostava de fazer. Um dia ele me revelou que queria que uma mulher lhe desse um verdadeiro banho de xixi, e que encostasse a buceta em sua boca e mijasse nela, pra ele beber direto da fonte.

Nossaaaaaa!!! Quando ele falou isso eu me arrepiei toda, e senti minha xoxotinha babar no fundo da minha calcinha. Parecia que ele adivinhava meus desejos, pois tudo isso eu também queria. E depois dessas conversas eu sempre acabava com a bucetinha encharcada e minha calcinha toda melada.

Num desses dias, para provocar o Juliano mais ainda, aproveitei um descuido do meu marido Marcos, tirei minha calcinha ensopada e dei pro Juliano. Ele não perdeu tempo, cheirou e lambeu minha calcinha ali mesmo, na minha frente, alisando seu pau por sobre a calça.

Fui à loucura. Meu corpo tremia todinho e eu, louca de desejo pra trepar com ele, pedi a ele que me mostrasse seu pau. Na hora ele enfiou a mão por dentro da calça e botou metade daquele pau pra fora. Ohhhhh, meu deussss!! Que maravilha de pica! Minha vontade era pular em cima daquele pau e rebolar nele até gozar.

Olhei pra ver onde o Marcos estava e, sabendo que não dava pra ele ver nada, me abaixei e abocanhei aquela metade do cacete que estava pra fora e fiz um rápido boquete. O Juliano estava em ponto de bala e mal comecei a chupar sua pica ele jorrou seu leite quentinho em minha boca, saciando a minha vontade e a dele também.

Engoli a porra dele, nos recompomos rápidos e ficamos conversando sem que o Marcos desconfiasse de nada. Só que, naquele momento, mais do que nunca, eu queria aquele homem me comendo, queria aquela pica na minha buceta, no meu cú e em todos os buracos que eu tivesse.

O Marcos, meu marido, ia virar corno, e não ia demorar, pois eu estava disposta a viver uma aventura sexual com tudo que eu tinha direito e queria, ainda mais com aquele homem que tinha as mesmas fantasias que eu e queria realizá-las. E nós dois iríamos fazer isso juntos.

Já que o meu marido não queria comer o meu cu, seu amigo ia querer. Meu marido não gostava do cheiro da minha buceta, mas seu amigo gostava. Meu marido não gozava na minha boca, e seu amigo já tinha gozado uma vez, e engoli toda a sua porra.

Eu estava decidida mesmo, e ia até o fim. Meu marido só gostava de fazer "papai-mamãe", e seu amigo fazia de tudo e de todo jeito. Agora só faltava marcar um encontro no motel pra desfrutar daquela pica maravilhosa e deixá-lo me comer de todas as formas possíveis.

Eu queria sentir a sua pegada, sua potência sexual, e ser rasgada no cu e na buceta pela sua pica, que babava de tesão por mim. Minha expectativa era tanta que, durante minhas transas com meu marido, eu já fechava os olhos e imaginava que era o Juliano me fodendo. E passei a gozar, quietinha, pensando nele.

Enfim marcamos um encontro pra depois de uma semana. Eu só precisava arrumar uma desculpa pro Marcos não desconfiar de nada, pois eu precisava demorar, não queria dar uma rapidinha e voltar pra casa, queria que valesse a pena, comer e ser comida pelo Juliano.

No outro dia, depois do café da manhã, o Marcos estava com uma cara de poucos amigos.
- Ué, amor! O que foi? Está chateado com alguma coisa? - perguntei ao meu marido.
Ele me respondeu com outra pergunta:

- Onde é que você vai com o Juliano? - ele falou muito sério mesmo.
Nossaaaaa!! Gelei na hora, e minhas pernas ficaram bambas. "Será que o Juliano é tão traíra assim? Prestes a me comer e contou pro Marcos sobre os nossos planos? Não é possível!", pensei.

- Como assim?!? Onde eu vou com o Juliano? Ficou doido?!? - respondi a ele. - Quem te disse que eu vou a algum lugar com ele?
- Ninguém, Mayara! Mas você fala enquanto dorme... e eu entendi que vocês vão a algum lugar... só não deu pra entender onde!

- Amor, vai ficar encucado com isso?!? Não acredito! Foi só um sonho, nada mais! - falei e tentei tirar aquela idéia da cabeça do meu marido. Como eu já tinha presenciado ele falando com outro amigo sobre o seu desejo de comer minha irmã, aproveitei a deixa.

- Você também fala enquanto dorme! - falei. - Você já falou do seu desejo de comer a Clara várias vezes! Nem por isso eu te perturbei, pois você disse isso enquanto dormia. Nem levei a sério.
- É, é bobagem mesmo! Esquece! - ele respondeu e dei um selinho em seus lábios pra deixá-lo ainda mais calmo.

O resto do dia ele ficou uma seda comigo, pois ele sabia que, sempre que ele me deixava chateado, eu ficava uns três dias sem deixar ele meter na minha buceta.

No dia marcado com o Juliano, falei pro Marcos que eu iria fazer depilação e as unhas, por isso eu iria demorar. Todo marido sabe que isso acontece mesmo. Além da fofoca que rola, falando da vida de todo mundo, da roupa, dos sapatos, dos cabelos, etc, a gente perde a noção da hora e sempre chega em casa atrasadíssima.

Essa era uma bela desculpa pra eu demorar mais no motel com aquele macho que eu tanto desejava, e que não via a hora de estar nos seus braços, pra ser envolvida, sentir seu calor, seus beijos e por fim seu peso sobre meu corpo e sua lança estocando bem fundo minhas entranhas.

Saí de casa e me encontrei com o Juliano. Entrei no seu carro e rumamos pro motel. Já no caminho da garagem, até entrarmos no quarto, já começamos a nos agarrar. Cheguei no quarto já pelada e ajudei o Juliano a tirar sua roupa, nos beijando e nos alisando.

Eu estava um pouco acanhada, mas quando vi aquele homem que ajudei a se despir, tirar a cueca e seu enorme cacete duro saltar pra fora e ficar balançando, fiquei mais excitada ainda. O pau dele era grande, maior que o do meu marido e mais grosso ainda.

- Vem, Mayara! Chupa esse pau, minha putinha! Quero essa boquinha linda nele... vai, chupa! - ele me olhou rindo e disse. Nem esperei ele pedir duas vezes. Me ajoelhei e toquei o pau dele. Estava quente e pulsando. Aproximei minha boca lentamente, dei uns beijinhos na cabeça da pica e depois comecei a chupar.

- Uhhhhhhhhhhhh... caralhoooooooooo... que delícia de boca!! - o Juliano soltou um gemido ao sentir minha boca no pau dele. Como minha boca sempre foi pequena, era difícil colocar o pau dele inteiro na boca. Mas abri o máximo que pude e fiz uma chupeta de arrancar gemidos dele.

Eu chupava lentamente, sugando a pica dele e massageando seu saco. Ele suspirava e logo me segurou firme pelos cabelos, na nuca. Nessa hora me arrepiei todinha.

- Nossaaaaaa!!... você é safado demais, Juliano...!! - falei, sem tirar a boca do pau dele.
- Você que é safada, Mayara... você que é uma putinha safada... chupa essa pica que depois eu vou te foder até você pedir pra eu parar!!! - o Juliano disse e forçou o pau na minha garganta.

- Agora vem cá... isso... fica assim mesmo...!! - o Juliano me pegou e me colocou de quatro na cama. Fui empinando a bunda e me ajeitando melhor, pra ele ver toda a minha buceta e o meu cú. Como eu tinha me depilado uns dois dias antes, eu estava lisinha e gostosa, sem nenhum pelinho.

- Ohhhhhhhhh... que gostosooooooooooo... hummmmm...!! - gemi deliciosamente quando o Juliano começou a beijar e lamber minha bunda. Me arrepiei todinha e senti as mãos dele abrindo minhas nádegas ao méximo. Adorei ficar toda exposta, com meu cuzinho piscando pra ele ver.

Nossaaaaa!! Eu já estava tremendo de tesão e umas descargas elétricas percorriam meu corpo o tempo todo. Depois de abrir minha bunda o Juliano começou a chupar minha buceta, fazendo sua língua percorrer minha bucetinha, indo até meu cuzinho e me fazendo delirar de prazer.

Logo ele se concentrou no meu grelo, passando a ponta da língua em cima dele. Nessa hora perdi o controle e soltei um grito desesperado.
- Uhhhhhhhhhhh... v-v-v-vou gozarrrrrrr... nossaaaaaaaa... n-n-não paraaaa... uhhhhhhhhhh!! - anunciei, quase sem voz.

- Goza na minha boca, minha gostosa... goza na minha bocaaaaa!!! - o Juliano pediu e chupou minha xoxota com mais vontade ainda, com sua língua atrevida vasculhado toda a minha racha. Gemi como louca, e o safado deu uns quatro tapas bem fortes na minha bunda, me arrancando o primeiro gozo daquele dia. Que deliciaaaaa!!!!

Depois que gozei eu caí de bruços na cama e o Juliano veio e se deitou em cima de mim, dando beijinhos na minha nuca e me chamando de gostosa, cheirosa, taradinha, e outros nomes que eu simplesmente adorei. Eu era só felicidade com aquele macho em cima de mim, me elogiando o tempo todo.

- Deixa eu comer sua buceta agora? - ele perguntou, dando uma mordidinha na minha orelha. Não falei nada, apenas balancei a cabeça afirmativamente e sorri. Ele me puxou pra eu ficar de quatro novamente e começou a pincelar a cabeça da rola na entrada da minha buceta.

Rebolei minha bunda lentamente, passando minha buceta toda melada na cabeça do pau dele, até que ele segurou firme na minha cintura e empurrou.
- Ahhhhhhhhhh... que delíciaaaaaaaaaaaaaa...!!! - gemi e soltei uns gritinhos de dor e prazer quando ele enfiou seu cacete inteiro, tudo numa estocada só.

A sensação daquela pica arrombando minha perereca foi tão deliciosa que me agarrei aos lençóis da cama, e ele me bombou por trás, bem forte e fundo.
- Hummmm... hummm... que pau gostosooooo... meteeee... não paraaaaa... Julianooooo... por favorrrr... me comeeeee... me fode... que delíciaaaaaaaaa...!! - gemi, toda arrepiada.

Eu sentia ele entrando e saindo quase que totalmente da minha buceta. Eu quase gritava de prazer, e falava um monte de safadezas, coisa que eu nunca fazia com o meu marido. O Juliano estava me dando o trato que eu merecia, e metia rápido e com força, me fazendo gemer como louca.

- Safadoooooo... cachorroooooo... come essa bucetaaaaa... come... arregaça ela todinhaaaaaaaaa... come a mulher do seu amigoooooo... fode ela... fode...!!! - eu falava essas coisas enquanto eu tinha orgasmos aos berros, com ele me xingando de puta, safada, vaca e outros nomes, me dando mais tesão ainda.

Senti o pau dele inchar dentro da minha buceta. Estávamos metendo sem preservativo e eu não ia pedir pra ele tirar, ia deixar ele gozar dentro. Não demorou nem um segundo e ele se entregou ao prazer que a minha buceta estava dando a ele.

- Ohhhhhhhhh... caralhooooo... caralhoooooo... vou gozarrrrrr... vou gozarrrrrrr...!!! - ele gritou, com a voz abafada.
- Goza dentroooooo... p-p-p-por favorrrrrrr... g-g-goza dentro... deixa eu sentirrrrrrr...!! - falei e ele gozou, enchendo minha grutinha de leite quente, grosso e abundante, me fazendo tremer toda e gozar mais uma vez.

Novamente caí de bruços e ele veio por cima de mim, com a pica ainda engatada na minha perereca. Ficamos parados, ofegantes, completamente moles. Fechei os olhos e acho que até cochilei por alguns minutos, pois quando eu abri os olhos ele já estava deitado do meu lado, fazendo carinhos no meu rosto e dando beijinhos na minha testa.

Ficamos mais um tempo deitados, nos beijando e nos alisando, curtindo aquele delicioso momento. Eu mal acreditava que o macho que eu desejava há tanto tempo tinha acabado de me foder ali, naquela cama, e estava deitado do meu lado, com o pau começando a ficar duro de novo.

Comecei a beijá-lo novamente e fui deslizando minha boca por seu pescoço, peito, barriga, e finalmente abocanhei seu pau, ainda com um restinho de porra. Mamei e babei na pica dele até ela ficar dura de novo.
- Vem... me come de novo... vamos aproveitar nosso tempo! - falei, já me preparando pra levar outra surra de pica.

O Juliano ficou sentado na cama e eu subi em cima dele, ficando com meus joelhos do lado de suas coxas. Olhando no rosto lindo dele eu ajeitei seu pau na entradinha da minha rachinha e fui descendo meu corpo lentamente, até minha buceta engolir todo aquele mastro e eu sentir seu saco na minha bunda.

Apoiei minhas mãos no peitoral dele e comecei uma deliciosa cavalgada no seu mastro, subindo, descendo, e rebolando naquele pau gostoso. Logo ele me puxou pra ele e começou a chupar meus peitinhos e beijar minha boca. Fiquei louca e praticamente jogava minha buceta contra o pau dele.

- Deussssss do céu... você vai me matarrrrr, Juliano... você vai me matar de tanto foderrrrrrr...!! - falei no ouvido dele quando senti ele enfiando um dedo no meu cú. Logo ele enfiou outro dedo no meu cuzinho e começou a abrí-los lá dentro, pra alargar o meu anelzinho. Na hora percebi que ele ia comer meu rabo naquele dia, e fiquei mais louca ainda.

Eu me sentia totalmente preenchida pelo seu pau, que entrava tão fundo que chegava a tocar no meu útero. O dedo dele girando na entradinha do meu cú me levou ao meu limite. Senti minha buceta formigando, como se estivesse voltando de uma anestesia, me fazendo gritar de prazer e me arrancando mais um orgasmo alucinante.

Gozei tão gostoso que mordi e babei no ombro do Juliano. Ele não aguentou e gozou junto comigo, inundando mais ainda minha bucetinha com mais uma boa quantidade de porra quentinha. Nossaaaaa!! Minha cabeça rodou e fechei meus olhos novamente, caindo em cima dele e ficando quietinha.

Ficamos um bom tempo naquela mesma posição, nos acariciando, nos beijando, e eu podia sentir a porra dele saindo da minha grutinha e escorrendo, lambuzando a base do pau dele e também a minha bunda. Nessa hora eu percebi o quanto eu estava assanhada, dando para o amigo do meu marido em um motel. Que loucuraaaa!!!

Mesmo com seu cacete ainda atolado na minha buceta, nos deitamos na cama e aos poucos seu pau foi murchando e saindo de dentro dela. Nessa hora não sei o que aconteceu. Acho que peguei no sono, pois acordei com o Juliano esfregando o pau já duro nos meus lábios. "Que sujeito mais safado e fogoso! Será que ainda quer meter mais?!?", pensei.

- Chupa, Mayara... chupa e deixa ele bem molhado com seu cuspe!! - ele falou e comecei a chupar o pau dele, dando lambidas por toda a extensão. Logo a pica dele estava duríssima, pulsando entre os meus lábios. Minha buceta deu sinal de vida imediamente, dando umas contraídas que estavam me deixando louca.

- Adoro comer um cuzinho!! Você não vai negar, vai? - o Juliano falou no meu ouvido.
- Se você prometer fazer bem devagar eu deixo! Há anos que não faço anal! - falei e ele sorriu, todo satisfeito, sabendo que ia encontrar em mim um cuzinho bem fechadinho e apertado.

Eu sabia do sofrimento que eu ia passar, mas eu não ia negar meu cu para aquele macho que eu tanto desejava. Com jeitinho ele foi me virando de bruços e beijando minhas nádegas. Abri minhas pernas levemente e coloquei minhas mãos para trás, nas bandas da minha bunda, abrindo-as ao máximo.

- Uiiiiiiiiii... que delíciaaaaaaa...!! - falei quando ele foi lambendo meu cú, deixando ele todo melado. O safado beijava o anelzinho do meu ânus e dava uma chupadinha, meio que sugando. Aquilo me provocava sensações que eu nem sabia que existiam.

Minha buceta começou a babar na hora, ficando toda meladinha. Logo o Juliano enfiava o dedo na minha buceta e depois no meu cú, pra deixá-lo bem lambuzado. Fui ficando relaxada e cada vez mais excitada. Os dedos dele deslizavam pra dentro e pra fora do meu cú com extrema facilidade.

- Vem... enfia agora... acho que já dou contaaaaa...!! - falei e coloquei dois travesseiros embaixo do meu ventre pra manter minha bundinha bem empinada. Abri minhas pernas e o Juliano se colocou no meio delas. Ele meteu primeiro na minha buceta, deixando seu cacete bem melado.

- Ohhhhhhhhhhhhhh... nossaaaaaaa... meu deussssss!! - soltei um gemido de dor quando ele encostou a cabeça da sua pica no meu buraquinho e foi empurrando até começar a entrar. Eu comecei a sentir dor e quis fugir, mas ele me segurou firme, e forçou mais ainda a entrada daquela pica maravilhosa no meu cu.

Gritei de dor, reclamei, xinguei, mordi o braço dele, mas nada adiantou. Ele continuou firme em cima da minha bunda, metendo cada vez mais fundo. Travei os dentes e deixei ele enfiar. O pau dele foi rompendo minhas pregas e abrindo caminho, até encostar o saco na minha buceta.

Depois que o pau tinha entrado tudo ele ficou parado por uns segundos, só pulsando o pau dentro do meu rabo. Estava tão fundo em mim que eu sentia minha cabeça rodar e tive até medo de desmaiar.
- Amorrrrr... g-g-goza logoooooo... por favorrrr... e-e-estou passando mal...!! - falei, com a voz trêmula.

Ele não falou nada, só continuou enfiando bem devagar, ganhando rítmo. A respiração leve dele na minha nuca foi me deixando mais calma e mais relaxada. Em poucos minutos aquela penetração no meu cú já estava me deixando louca. Coloquei a mão por baixo e toquei meu grelo.

- Aiiii... aiiiii... que pica deliciosaaaaa... enfia tudoooo... enfiaaaaa... mete gostosoooo no meu cú!! - falei e o Juliano começou a socar mais forte, ganhando rítmo, metendo e tirando quase que completamente.

- Sua putinha safada... você gosta de dar o cú, não gosta?... piranha... cadelinha gostosaaaaa... você gosta é de pica no rabo... fala, cachorrinhaaaa... é disso que você gosta, não é, vagabunda? - ele começou a me xingar, com a boca colada no meu ouvido. Cada adjetivo era mais atrevido que o outro.

Eu estava sendo fodida pelo Juliano exatamente do jeito que eu sempre quis. Tudo que ele estava fazendo me enchia cada vez mais de tesão. Soltei um gemido rouco e me acabei em mais um delicioso gozo, com meus dedinhos no meu grelo durinho e sensível.

- Gozou, né, minha piranha gostosa? - o Juliano falou ao perceber o meu orgasmo, mas continuava socando forte e bem rápido. Seu pau ia engrossando e alargando meu cu, quase me rasgando. E eu não tinha forças para reclamar mais, de tão fraca que eu estava.

- Vou gozarrrrrr... caralhoooooo... caralhooooo... vou gozar nesse cú...!! - ele gemeu e começou a gozar, enchendo o meu cuzinho com uma quantidade enorme de porra quentinha. Aquele pau cuspindo esperma quente e grosso nas minhas entranhas me fez gozar mais uma vez. Fui ao delírio, quase desmaiando. Pela primeira vez tive um orgasmo dando meu rabo.

Tombamos mais uma vez naquela cama de motel, ofegantes, cansados e com o corpo mole de tanto gozar. Enquanto descansávamos ficamos nos beijando mais um pouco e depois fomos tomar um delicioso banho pra relaxar. Quando vi a hora eu me desesperei. Nos vestimos rapidamente, pois precisávamos ambos voltar pra casa.

Foram quase cinco horas, que se passaram como num estalar de dedos. Quando saímos do motel tivemos uma surpresa bem desagradável. Meu marido nos surpreendeu.
- Deusssss do céu... Julianoooooooo... é o Marcosssss!! - falei desesperada ao perceber meu marido atravessando o carro na nossa frente, nos impedindo de passar.

Foi tudo tão rápido. Meu marido desceu do carro e veio em nossa direção, xingando e chutando o carro do Juliano. Por sorte o Juliano não reagiu. Meu marido abriu a porta do passageiro do carro do Juliano e, aos berros e me xingando, me arrancou do carro, me colocou no seu e fomos embora cantando pneus.

Pronto! A merda estava feita. Eu não sabia onde enfiar a minha cara de tanta vergonha, visto que vários carros pararam na rodovia pra ver o que estava acontecendo. Já em casa, depois das suas tentativas de agressão e de discutirmos muito, joguei tudo na cara dele, o porquê da minha traição e tal, e ele me mandou embora de casa.

Eu estava nervosa, chorando, me sentindo um lixo. Depois de quase duas horas eu estava com minhas malas prontas, e sem saber pra onde ir. Eu não ia passar pela vergonha de voltar pra casa dos meus pais e dizer que fui expulsa de casa porque fui flagrada saindo do motel com meu amante. Não! Isso eu não queria de forma alguma.

De repente meu celular tocou. Era o Juliano me convidando pra morar com ele. Meu corninho ouviu a conversa e se desesperou.
- Mayaraaaaa... esperaaaa!!... vamos conversar... as coisas não sou assim! - ele falou e veio me pedir perdão, dizendo que estava nervoso com o que eu tinha feito, mas mesmo assim me amava e não ia conseguir viver sem mim.

Eu também amava muito o meu marido, mas quando a tentação é mais forte e o tesão e o desejo afloram, a gente não consegue segurar e a traição acontece. Nos abraçamos por um bom tempo, nos beijamos, pedi perdão também e depois de muita conversa e explicações, ficou combinado que se eu quisesse, eu poderia ter um amante, mesmo que fosse o Juliano, mas que não poderíamos esconder nada um do outro.

Resolvemos então ter um casamento aberto, liberal. Ele podia comer outras mulheres, e eu poderia dar pra outros homens. Assim, nós continuamos juntos e tudo que um faz o outro fica sabendo antes. É claro que não conto tudo. Se ele souber que já dei a buceta pra metade dos caras da academia que frequento, ele vai ter um troço.

Agora, sem ciúmes, o Juliano voltou a frequentar nossa casa e a me comer, e o meu corninho ainda participa. Depois disso nossa relação melhorou muito. Agora o Marcos come meu cu, chupa minha buceta, adora o cheiro dela e goza na minha boca toda vez que quero tomar seu leitinho morno.

E assim vivemos em paz e felizes. Espero que tenham gostado deste relato.

Conto de Mayara Nascimento

sábado, 29 de outubro de 2016

MINHA NOVA AMIGA, AEROMOÇA.

Rumo a África e nesse voo coincidentemente estava voando com uma aeromoça que havia voado outra vez e as vezes é difícil de isso acontecer...o fato é que ela é linda! Delicada cabelos castanhos, olhos castanhos e um corpinho lindo, uma bunda empinada uma cinturinha, tão branquinha, fiquei fascinada nela, só que nem imaginei que ela iria se render a mim como ela se rendeu! Que delicia! Conto grande, mas vocês vão adorar!!
Vou começar a contar o outro vôo que fizemos rumo a Alemanha...
Sempre quando vamos iniciar um vôo a tripulação se apresenta e logo vi aquela guria linda, com dentes perfeitos sorrindo na minha direção e dizendo boa noite! Sou comissária do seu vôo! Eu fui a lua e voltei me imaginando entre as pernas dela, deixando ela doidinha de tesão.
Dentro do aviao ficávamos conversando assuntos diversos e descobri que ela era noiva, mas acontece que ela nao tirava os olhos de mim  e tudo que ela falava, era olhando nos meus olhos e por vez tão próximo da minha boca pois ela estava sentada ao meu lado!
Ja no pernoite, acordei na manhã seguinte e fui tomar cafe, quando chamei o elevador encontrei com ela lá dentro e ela estava tão linda com o cabelo solto, que cabelo lindo, me sorriu e me olhou dos pés a cabeça e eu quase gozei.
Estava rolando uma energia tão boa entre nós, tão gostosa que decidimos passar o dia juntas e fizemos muitas coisas, fomos passear e ela sempre me olhando de um jeito... a impressão que dava era que ela queria demonstrar algo, queria se soltar e alguma coisa a continha.
Infelizmente voltamos e continuei com essa impressão, quando o vôo acabou eu desencanei, mas 2 semanas depois ela fazia parte da minha tripulação novamente e foi ai que ela se descobriu comigo tudo que só fazia parte da imaginação dela.
Já na decolagem e ela ao meu lado sentia arrepios pelo corpo só dela rir pra mim ou algo do tipo e num momento senti que ela iria me beijar porque ela parecia que fazia de propósito enquanto falava se aproximava muito da minha boca, em certas aeronaves os jumps seats( assentos da tripulação) sao juntos e ela ali ao meu lado...
Chegamos na África e estava uma noite quente, deliciosa! Resolvi convida lá pra tomar champanhe no meu quarto pois como era semana do meu aniversario, alguns hotéis tem costume de fazer essa gentileza.
Estava tomando banho quando ouvi a campainha do meu quarto tocar.
Enrolei uma toalha e sai perguntando quem era, era ela!! Eu mal consegui abrir a porta, tremia.
Pedi desculpa por estar de toalha e que se ela nao se incomodasse que eu iria terminar meu banho mas ela podia ficar vendo tv.
Me surpreendi na hora que ela falou que se eu nao me incomodasse ela queria tomar banho comigo. Ela baixou o vestido pelos ombros e ele caiu no chão e aqueles seios empinados na minha direção, um biquinho bem rosinha. Nossa! Eu comecei a chupar aquele peito lindo, redondo, delicado, empinado, minha toalha também caiu e fomos em direção a cama, ela subiu em cima de mim como uma felina linda e começou a me beijar deliciosamente enquanto acariciava minha bucetinha, ela foi descendo a boca pelo meu pescoço, meus seios, minha barriga e começou a beijar minha bucetinha, ela foi abrindo minhas pernas e beijando entre minhas coxas e eu quase subindo pelas paredes, começou a me sugar e ela era tão perfeita que parecia já ter feito isso outrora. Gozei muitas vezes naquela boquinha macia..
Deitei ela na cama e comecei a desfrutar daquele corpo lindo todinho pra mim, aquele mulherão na minha cama e o tesão percorrendo o meu corpo.
Chupei aquela buceta e ela gemia, gozava, forçava minha cabeça e eu enfiava cada vez mais a língua nela e ela falava: isso é bom demais. Nunca nenhum homem me chupou assim, que loucura, que boca deliciosa que você tem meu amor, continua que eu vou gozaaaar!
Refeitas tomamos banho e brincamos mais um pouco. Tomamos champanhe e nos amamos loucamente mais uma vez.
Ela dormiu na minha cama e eu nunca vi acordar tão linda, nos beijamos e descidimos curtir uma praia porque o dia estava maravilhoso. A água das praias africanas são muito frias devido estar próximo ao oceano indico.
E no fim nosso vôo de volta as origens foi cancelado por manutenção da aeronave e eu nem preciso falar que passamos mais um dia maravilhoso naquele paraíso, mas isso eu conto depois. Inesquecível!

SENHORA EVANGÉLICA.





Olá, sou o Cabo, 1,80 de altura 75 quilos, olhos castanhos, moreno, enfim como já disse sou um cara normal, sou bem apessoado, a unica coisa em mim que chama muito a atenção das menininhas é a farda.
Pois bem, tive que fazer um serviço fora da minha cidade, uma demonstração de exercícios que estavam sendo implantados na época, essa demonstração duraria uma semana e no último dia teria um jogo de futebol, uma confraternização entre os batalhões. Tudo transcorrendo bem, saía do batalhão que era uma cidade de tão grande, para fazer ligações para minha esposa, pois nem havia celular naquela época.
Não me lembro bem se foi na quarta ou quinta feira, estava esperando o ônibus, para com alguns colegas dar uma “paquerada” nas habitantes locais.
E assim o fizemos, o ônibus chegou e só não tinha lugar para sentar, más eu nem me importava com isso, achava que já que eu não pagava passagem…
Bom fiquei em pé ao lado de uma senhora, que aparentava quarenta e poucos anos, observando melhor vi que tinha uma bíblia nas mãos. Essa senhora muito simpática me perguntou se conhecia uma loja? e disse o nome que não me lembro, de pronto respondi que não pois não era daquela cidade, ela admirada me perguntou de onde eu vinha, eu respondi e papo vai papo vem ela foi me cercando com as palavras, até me fazer o convite de conhecer a igreja dela?
No papo que já havia rolado não tive escapatória, mesmo dizendo que estava com os amigos não tinha como fugir, pois a intenção dos outros era pegar umas menininhas.
Fiquei meio assim más, avisei o pessoal que não iria com eles, e nos encontraríamos mais tarde no batalhão.
Eles desceram num ponto da cidade muito movimentado, com muita gente. Eu segui viagem com a evangélica, demorou mais aproximadamente dez minutos, ela sorriu e disse que iriamos descer no próximo, olhei,  era um lugar de poucas casas, uma aqui outra lá na frente e muito mato.
Ela me pediu licença, passou por mim deu o sinal e desci junto com ela, o mais estranho é que não se via nenhuma igreja por perto, ela me tranquilizou dizendo que tinha uma caminhada de uns quinze minutos.
E lá fomos nós, ela se apresentou como dona Elena, era casada, tinha um casal de filhos, eu também me apresentei disse que era casado, ainda não tinha filhos e seguimos andando, num determinado trecho ela disse que por estar acompanhada iria pegar um atalho, e assim seguimos esse atalho era por dentro de um terreno de mata alta. O lugar estava tão escuro que mal dava pra ver a mulher na minha frente, de repente ela parou eu esbarrei no corpo dela, aquele saião comprido. Pedi desculpas, dona Elena, ficou ali parada parecendo que queria criar coragem para dizer alguma coisa. E de repente entre lágrimas e soluços, revelou uma fantasia que ela tinha!
Me deixou curioso, falei.
Ela soltou de uma vez, queria ter RELAÇÃO SEXUAL com um homem fardado.
No susto e como por instinto já fui agarrando aquela mulher no meio do mato mesmo, já fui enchendo as mãos naquele corpo, levantando a saia (a safadinha estava sem calcinha), ela retribuindo à todas as minhas investidas, eu na maior pressa (poderia aparecer alguém), já fui posicionando aquela mulher de quatro, más não de joelhos, com as mãos apoiadas no chão, levantei a saia e meti rola. Ela gemia muito alto, parecia que estava arrebentando ela e fui bombando, quando disse que iria gozar, a resposta foi engraçada até:
-Eu já gozei, goza dentro mesmo pois não tenho lencinho pra limpar seu pirocão, e assim o fiz, enchi aquela mulher de porra, não antes de colocá-la de frente para o meu pau e chupar até a ultima gota que saia, apesar de no começo ela relutar dizendo que era contra a religião dela fazer sexo oral, más acabou chupando.
Seguimos até a igreja, que por sinal era bem aconchegante espaçosa, fui apresentado a família de dona Elena, ela tinha uma filha linda de seus dezoito anos e um garoto de dez anos.
Depois do culto, falei para o pessoal que ia andando pois nem sabia se acertaria como voltar, o marido da dona Elena me tranquilizou dizendo que me levaria até o outro lado da cidade.
E foi assim, me dei bem com a senhora evangélica que conheci no ônibus.

A GOSTOSA DO TRABALHO


Juliana era mulher casada. Muito gostosa. Cabelo liso, na altura dos ombros, seios pequenos, cintura fina e bunda perfeita. Bem sem vergonha, quando acordava com tesão, ia para o trabalho sem calcinha e com um botão a mais aberto na camisa.
Ela chegou na minha sala bem perfumada, com olhar de predadora para falar de uma nota fiscal. Enquanto falava, empinava bem os peitos pequenos, fazendo com que a camisa abrisse levemente, mostrando o espaço entre os seios completamente nu, indicando que estava sem sutiã. Quando estava saindo, deixou,”sem querer”, cair uma folha de papel que se abaixou para pegar, mostrando seu reguinho sem calcinha. Na mesma hora, meu pau se arrepiou e ela ainda virou para mim e perguntou, fingindo vergonha:
– Você não viu nada, né?
– Não. Tinha alguma coisa pra ver.
– Não.
E saiu sorrindo maliciosamente.
À tarde ela me liga.
– Oi. Queria saber se está tudo bem contigo.
Pensei comigo: “Aí tem coisa…”e respondi, curioso:
– Claro! Não entendi a preocupação.
– Sabe como é, acho que mostrei mais do que deveria.
– Eu acho que não. Por mim poderia mostrar mais.
– Mostro hoje à noite, lá em casa.
– Teu endereço e horário.
Com as informações na mão, tive que aguentar o resto do dia de trabalho de pau duro.
Ao chegar em sua casa, as luzes estavam apagadas, somente a iluminação da TV na sala. Bati na porta e ela atendeu, somente com uma camiseta branca. Quase babei, só de vê-la assim. Segurei-a pela cintura e beijei sua boca muito devagar, explorando sua boca com minha língua. Ela me levou para dentro de casa e fechou a porta. Me disse: - Estou assistindo TV, sente-se. Sentei no sofá e ela deitou com sua cabeça no meu colo. Coloquei meu braço sobre sua cintura e comecei a alisar sua barriguinha. Ela disse:
-Fique à vontade.
Comecei a masturbar Juliana com minha mão esquerda, enquanto, com a direita, abria minha bermuda. Meu caralho já estava bem duro e ela segurou e começou a chupeta. Abriu suas pernas e meti fundo dois dedos, começando um vai e vem que a fez chupar meu cacete até o talo. Levantei-me e comecei a fuder sua boca. Ela ajoelhou-se no sofá, aceitando tudo que eu quisesse. Estava dominada.
Eu fodia sua boca tão fundo que saliva escorria pelo meu saco. Virei-a de costas para mim e, sem dó, meti de uma só vez em seu cu. Ela estava com tanto tesão que sussurrou: -Ai… Isso… Delícia. E começou a rebolar. Eu batia em sua bunda branquinha, deixando as marcas vermelhas da minha mão.
Ela já urrava de excitação, jogando sua bunda contra mim:
-Vou gozar, porra!
– Quer meu leitinho, gostosa? Mama aqui, mama…
Ela bebeu toda minha porra e batia com minha pica na sua cara.
Ela disse:
– Meu corninho já vai chegar. Amanhã a gente segue.
E seguimos. Por muitas outras vezes. Mas são outras histórias.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

SEXO A TRÊS... DO VIRTUAL PARA O REAL



Me chamo Lúcia, tenho 25 anos, casada a 7.. Sou loira, olhos castanhos, 1,55 m , 50 kg, seios pequenos, e uma bunda redondinha bem avantajada. Desde os meus 16 anos sou bem safadinha, e adoro sexo. Depois que conheci o mundo virtual esse meu lado assanhada aflorou ainda mais.  Comecei minha tara por ter dois homens me satisfazendo, acabei comentando com meu marido sobre essa fantasia, ele estranhou de princípio, mas percebi que ele se excitava com a ideia e a gente sempre acabava esse assunto em uma foda muito gostosa, eu percebia o quanto ele ficava de pau duro imaginando outro me fudendo. Eu perguntava se ele deixaria eu dá pra outro na frente dele, ele sempre me respondia que talvez, isso já era o suficiente para eu ficar cheia de planos.
Acontece que neste mundo virtual conheci Beto que mora em Palmas capital do Tocantins... ( só de falar o nome dele minha  xoxota enxarca ).. Beto é um homem lindo, atraente, olhar sexy, e desde que vi sua foto pela primeira vez fiquei encantada e atiçada para conhecer aquele homem, mas a distância nos impedia de qualquer contato físico. Fomos nos conhecendo melhor e percebemos que tínhamos o mesmo interesse sexo à 3, quando Beto me disse que eu era loira, linda, casada e que tinha todos os  quesitos para elevar o seu tesão lá em cima, quase gozei.. Cada dia que passava nossas conversas iam ficando mais picantes, fazíamos um sexo virtual delicioso. Quando ia fuder com meu marido ficava imaginando Beto entre nós, sempre tive esse fetiche de transar em 3, e só de imaginar, gozava uma, duas, três vezes...
Um belo dia acordei para trabalhar e tinha uma mensagem de  Beto escrito bom dia, uma bela foto daquele pau gostoso, que minha boca encheu de água na hora de vontade de chupar, e uma observação que me chamou a atenção: estou mais perto do que você imagina Loira.. Mais que de imediato respondi, e Beto me disse que veio em uma cidade próxima a trabalho e que resolveu ficar hospedado em hotel na minha cidade. Senti minha buceta molhada, meu corpo tremia de tanto tesão. Como de costume fui tomar meu banho, me maquiei, como sou enfermeira coloquei uma calça Branca bem apertada sem calcinha, uma blusinha branca bem justinha que marcava minha cintura estrutural,um salto agulha e fui tomar meu café. Tomei meu café pensando em Beto, imaginando se ele tinha vindo até minha cidade de propósito, e pensando claro em fazer uma visitinha no final do expediente.
Fui trabalhar e no meio do caminho percebi que minha buceta continuava enxarcada, resolvi não ir trabalhar e ir ver meu tão sensual e gostoso amigo virtual.
Quando cheguei no hotel, e fui até o quarto que ele estava hospedado, bati na porta e ele me atendeu surpreso, pois, não me esperava ali naquele horário. Como ele era lindo, cheiroso, gostoso. Estava só de cueca e na hora vi que seu pau estava duro, não aguentei dei as minhas boas vindas ali na porta do quarto, agarrei aquele pau que tanto tive vontade, e chupei gostoso, engoli inteiro , mamava como se fosse a primeira vez que via um pau, Beto gemia de tesão e ali mesmo gozou na minha boca pela primeira vez. Fui convidada a entrar , e quase não teve conversa, Beto já veio me agarrando, me beijando, tirou minha blusa, e mamava em mim deliciosamente, os bicos do meu peito estavam tão duros de tesão, e ele mamando... tirou minha calça e viu que eu estava sem calcinha, e que estava tão melada que estava escorrendo pelas pernas, ele me lambia e me chupava, deitada no chão eu me contorcia, ele chupava meu grilinho e eu não resisti gozei na sua boca. Beto me levantou, me colocou de quatro na cama, e começou a meter, ohh como ele metia gostoso, que rola gostosa que me preenchia inteira, e eu ali com meus pensamentos perversos, imaginando meu marido ali, querendo ele ali, foi ai que tive uma ideia, Beto iria embora e eu queria aproveitar cada segundo de sua presença. Passei a tarde toda com ele, metemos gostoso, ele fudeu meu cuzinho, meteu em mim que eu perdi a conta de quantas vezes gozamos, mas ainda tinha fome, queria mais e assim fui embora com minha ideia perversa, e avisei a Beto que voltaria e tinha uma surpresinha.
Meu marido chegou em casa e eu estava deitada na cama, tomada banho, toda nua, me masturbando com meu brinquedinho.. Quando  ele me viu naquela situação, ficou de pau duro na hora, e veio pro ataque.. Chupei o pau do meu marido, e metia o brinquedinho na minha buceta, e antes dele gozar, eu parei, mandei ele ir tomar banho, que eu tinha uma surpresinha. Pedi pra meu marido nos levar ao hotel, e quando chegamos que Beto abriu a porta meu marido me olhou com aquela cara de quem não estava entendendo nada, Beto já imaginou o que eu estava imaginando, pois, já havíamos falado várias vezes sobre sexo a 3. Beto nos convidou para entrar, e eu disse a meu marido: - não se assuste querido, é apenas diversão e dei um beijo nele, e completei: quero terminar essa noite a três, não quero meu brinquedinho, quero de verdade e Beto é um amigo que vai me ajudar a realizar esse desejo, meu marido, ainda sem reação não disse nada. Fui até Beto que ja estava de cacete duro, e começei a chupar seu pau, para ver a reação do meu marido, quando olhei ele estava lá sentado, batendo punheta. Chamei e ele veio, começei a chupar os dois ora um, ora outro, e pedi para gozarem juntos na minha cara e assim foi levei porra na cara dos homens mais gostosos que conhecia... Beto deitou e me chamou para sentar no seu pau, e assim eu fiz, meu marido veio atrás e começou a meter no meu cuzinho dolorido de tanto que Beto tinha metido mais cedo. Beto comia minha buceta, e meu marido meu cuzinho, gozei três vezes, meu marido enxeu meu cuzinho de porra e Beto minha buceta. Me deitei na cama e disse que queria os dois dentro da minha buceta, meu marido meteu primeiro, e depois Beto juntou-se a ele, que sensação deliciosa, não queria parar nunca mais, gozei mais duas vezes, e eles gozaram juntos me enchendo de porra novamente. Dei um beijo delicioso nos dois , e fizemos mais umas brincadeirinhas deliciosas, quando terminamos, expliquei ao meu marido que Beto era um amigo, e que ele não precisava ter ciúmes, pois, não nos veríamos mais, meu marido apenas assentiu e foi me esperar no carro, me despedi de Beto beijando-o novamente, e experimentando mais uma vez aquela delícia de pau.
Fomos embora, e meu marido ficou em silêncio durante o caminho, chegando em casa ele disse que foi bom pra ele, e que ele estava satisfeito de ter me deixado tão satisfeita, só não gostaria que se repetisse com tanta frequência, eu concordei.
Mas até hoje falo com Beto sem meu marido saber, temos nossas conversas deliciosas que me deixam louca, e até hoje eu espero uma visita surpresa novamente.. Espero que gostem.. Beijos

Loira Casada

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

TRANSEI COM UM PRESO DENTRO DA CADEIA




Minha historia é incrível. Na verdade sou uma mulher ativa sexualmente, e, mesmo sendo casada, eu procurei me satisfazer de várias maneiras e com vários homens em diferentes ocasiões.

Mas o que eu vou relatar foi a melhor transa que já tive e é verídico. Só não vou dizer a cidade onde aconteceu porque alguém poderia ler esse relato e ligar fatos a pessoas.

Vou me descrever. Sou descendente de alemães, sou loira, mas não sou loira do tipo branquela, sou uma mulher alta e grande, tenho um corpo proporcional à minha altura. Não sou nenhuma mulher do tipo mignon, mas não tenho o corpo feio.

E eu tinha e ainda tenho minhas fantasias sexuais. Com o tempo o meu casamento foi se tornando rotina e eu não gostava desse tipo de rotina. Sexo em casa parecia que faltava alguma coisa, apesar de eu me permitir tudo com o maridão.

Na verdade eu queria era ser comida por um macho de verdade, um macho que me fizesse virar os olhos, alguém que me comesse pela frente, por trás, que me fizesse subir as paredes. Mas meu marido não era esse tipo de homem.

Ele gozava muito rápido e, quando terminava, ele se virava para o lado e dormia. Eu quase sempre saia meio frustrada. Eu sempre amei meu marido, mas, apesar de amá-lo tanto eu queria experimentar sensações novas.

Como eu morava numa cidade de porte médio no interior, na minha cidade eu tinha que me comportar, porque eu tinha medo que alguém me reconhecesse. Então, como eu gostava de viajar, comecei a fazer cursos na minha área, fora da minha cidade.

Como eu era autônoma eu precisava estar constantemente me atualizando em meu ramo. Assim eu fiz um curso de 1 ano numa cidade distante da minha uns 150 quilômetros. Eu ia um fim de semana por mês fazer as provas práticas, porque a gente estudava em casa.

Nesse curso era normal a gente sair às sextas à noite pra algum barzinho. Então tinha um carinha chamado Cristiano, bem mais novo que eu que vivia dando em cima de mim. Como éramos todos de cidades diferentes, ficávamos hospedados no mesmo hotel.

Então à noite, quando voltávamos das baladas íamos logo dormir. Mas um dia acho que bebemos demais e ele falou:
- Leila, hoje a noite vou te visitar no seu quarto, posso???

Eu, meio grogue, falei:

- Ué, Cristiano, só visitar pode!
- Então deixe a porta destrancada! Não esquece! - ele falou e logo mudamos de assunto.

Mas eu sabia que ele não queria só visitar. Ele queria me comer literalmente, porque com os olhos ele me comia sempre.

Naquela noite depois que chegamos todos foram para os seus quartos se acomodarem. Eu já estava quase dormindo quando a porta se abriu. Não sei porque eu deixei ela destrancada, talvez seja porque mesmo no meu íntimo, sabendo que era arriscado transar com um colega de turma, que iríamos passar ainda muitos meses juntos.

Mas naquele dia eu vacilei e deixei a porta aberta. Ele mal entrou, me viu na cama e se jogou pra deitar do meu lado, meio desconfortável, porque era cama de solteiro. Em segundos ele começou a me abraçar e me apalpar toda. Eu ainda tentei resistir, só que no fundo eu já sabia que aquela transa seria inevitável.

- Espera... Cristiano!! Vamos combinar uma coisa! - eu disse a ele, reunindo todas as minhas forças.
- O que foi, meu amor?
- Eu vou dar pra você, mas vai ser só transa mesmo, nada de envolvimento emocional. Eu sou casada.

- Eu sei que você é casada, Leila!! Não se preocupe! Só quero te foder mesmo... não vou ficar pegando no seu pé.
- E vai ser só esta vez, tá? - falei.

Ele concordou. Eu estava de camisola de dormir, o que ele imediatamente retirou. Depois ele tirou minha calcinha. Ele era tão jovem que nem se preocupou com as preliminares, foi logo me beijando, me deitando na cama e enfiando o pau dele, o que não foi ruim, mas poderia ter sido melhor.

Então, eu que gosto muito de sexo anal falei:
- Quero que você me coma por trás, Cristiano! Vem, meu gostoso!!!
- Fica de quatro então! Vou adorar comer essa bundinha!

Então eu pedi que ele ficasse deitado de barriga pra cima que eu iria me encaixar, e ele teria que me masturbar enquanto isso. Então lubrifiquei meu cuzinho, fui por cima dele, coloquei a cabeça da rola na porta do meu rabinho e comecei a soltar o peso do meu corpo, até que eu senti o seu membro se encaixar todinho dentro de mim.

- Cristianooooooo!!! Meu deusssss!! Que gostosoooooo!! Metee!! Meteeee!!! - comecei a gritar e gemer desesperadamente.
Fui fazendo movimentos de sobe e desce, sobe e desce, e ele me masturbava, até que não aguentei e gozei abundantemente.

É claro que não ficou em apenas uma vez, mas eu evitei que se tornasse comum, na verdade eu transava com ele só quando eu estava subindo pelas paredes, e assim foi até que eu conheci um cara da capital. Dei uma desculpa de curso, fui até ele, e transamos.

Depois conheci um cara de Minas na região histórica. Dei uma desculpa em casa que eu precisava de umas férias e passei um fim de semana lá também. Transamos muito mesmo. Depois conheci um cara de Porto Alegre, dei um jeito e também fui. Desta vez trepei como nunca e fiz muitas coisas mesmo.

Mas nessas transas todas eu procurava algo que eu não conseguia encontrar em nenhum desses camaradas, e depois que terminava era apenas uma transa e eu não tinha vontade de repetir.

Isso foi rolando até que eu prestei um concurso pra ser agente de um presídio em uma cadeia pública, e o meu trabalho era revistar as mulheres que vinham visitar os presos. Éramos em várias mulheres na turma. E foi assim que conheci o Jorjão.

Ele era chamado assim não porque ele era grande, mas porque ele era forte, bombado e fazia exercícios musculares exaustivamente, e nas rodas de conversa de nós, as mulheres, nas horas que não tinham visitas, as agentes mais antigas diziam que o tal Jorjão era um garanhão, que fazia qualquer mulher trepar nas paredes, e entre outras coisas.

Elas diziam também que ele tinha um membro bem grande, aliás, não era membro, era um "pé de mesa". Elas falavam isso e riam. Uma delas falou que sabia disso porque a Madalena já tinha transado com o tal Jorjão, e outra complementou:

- Meu deusssss!! Ela é maluca!! Ele deve ter arrombado a coitada!
- Será???? Será que ela já não era arrombada? - a outra rindo retrucou.
Vocês não imaginam o que sai de besteira numa roda de mulheres, ainda mais numa cadeia, onde tudo rola solto.

Mas como eu era novata, eu não podia nem perguntar mais detalhes, e essas conversas se repetiam algumas vezes. Provavelmente algumas daquelas mulheres ali, senão todas, gostariam de ser arrombada pela vara do tal Jorjão. Eu me perguntava como elas conseguiam transar por lá sem que ninguém visse.

Então vim a descobrir que os presos tinham uma área para visitas íntimas e foi num desses quartinhos que uma das mulheres mais próximas a mim deu pro tal Jorjão. Meu deussss!! Ela não me deu detalhes, mas, eu, só de imaginar a cena e a adrenalina, minha calcinha molhava completamente.

E quantas e quantas vezes eu me masturbei imaginando a cena. Nem preciso dizer que isso foi me excitando de tal maneira que eu já me imaginava transando com o Jorjão também.

Passaram se meses, até que surgiu uma oportunidade real de contato com o tal Jorjão, quando fiz a revista da mulher que vinha visitá-lo. Não sei se era mulher dele porque eu já tinha visto outras vezes outras mulheres, só não sei se era pra visitas íntimas, mas essa que eu revistei era.

Arrisquei um comentário:
- Hoje o Jorjão tira o atraso, né?
- E eu também! - ela riu e respondeu.
A partir desse dia eu às vezes conversava com ele, mas por ser cadeia pública, não podíamos ficar de bate papo com os presos.

Então um dia ele estava tomando banho de sol e eu estava perto, o observando. Ele então falou:
- E aí, branquela? Gostou do material? - ele falou isso, apertou o pau e deu uma exibida pra mim.

Em seguida ele se aproximou de mim e falou baixinho:
- Branquela, se você quiser é só me dar um toque e aparecer à noite no quartinho íntimo que eu dou um jeito de aparecer por lá.

Meu deussss!!! Isso mexeu com meu íntimo e as minhas fantasias sexuais com ele. E agora tudo estava ali ao meu alcance e eu não precisaria mais me masturbar imaginando quando eu podia experimentar. O tempo passava e cada vez que eu estava perto dele, lá vinha ele com a provocação, até que um dia eu falei:

- Tá... e se eu aceitasse, como você faria pra ir lá no quartinho?
- Tenho meus segredos, branquela!! - ele falou de uma forma tão safada que minha boceta ficou tão molhadinha que ensopou o fundo da minha calcinha. Que loucura!!!

- Então na madrugada quando todos estiverem dormindo vou fazer uma ronda e passo por lá... quero ver se você é tão bom de cama assim como dizem!! - eu disse a ele.
- A madame vai perceber que o que falam não faz justiça a mim... sou muito melhor.

Que coisa!! O desgraçado era convencido além de tudo.

Lá por volta das 3:00hs da madrugada estava um silêncio total. Fui me esgueirando até a tal "suíte nupcial", como chamavam o tal recinto, que era muito apertado e sem conforto nenhum. Nem sequer tinha uma cama. Havia apenas alguns colchões no chão.

Quando entrei estava tudo escuro, e meus olhos ainda não tinham se acostumado com a escuridão quando senti alguém me agarrar por trás, me pegar forte e me puxar contra si. Quando encostei nele senti um volume enorme roçando minha bunda por cima da roupa.

Ele então me virou e me beijou.
- Eu sabia que a branquela casada não ia resistir a conhecer os atributos do negão aqui!! - ele falou no meu ouvido, me deixando completamente arrepiada.

Em seguida ele me pegou pelos cabelos, me fez ajoelhar, tirou aquela piroca enorme pra fora e me fez chupar. Eu estava sendo subjugada por um preso, mas estava excitada demais pra pensar nas consequências. Tratei de chupar aquela rola enorme que mal cabia na minha boca.

- Chupa, branquela... chupa esse pau gostoso, sua safada!! Era isso que você queria, não era? - ele falava entre gemidos.
E eu, excitada como estava, me doei àquele momento, pois quem entra na chuva é pra se molhar, senão fica em casa.

Ele pegou então no meu cabelo, puxou minha cabeça contra aquela rola e eu quase engasguei. Logo ele começou a meter na minha boca num movimento de vai e vem frenético, como se estivesse fodendo uma bocetinha bem gostosa. Numa dessas eu quase engasguei e dei uma mordida de leve. Ele ficou bravo e falou:

- Ahhhhhhhhh!! Sua cadela safada!! Se morder de novo vai levar porrada, branquela... eu te mato aqui dentro!!
Ele estava sendo bruto mas isso me excitava. Então ele gozou despejando um jorro de porra na minha boca. Quase engasguei, tentei engolir mas a metade escorreu pra fora.

Em seguida ele me pegou forte e me encostou na parede, de frente pra ele. Eu estava tremendo de excitação e nervosismo, e não sabia se eu era capaz de aguentar uma tora daquela dentro de mim. Mas já era tarde para voltar atrás.

Ele levantou uma das minhas pernas, e enfiou aquela rola na minha xana assim mesmo, comigo em pé e de frente pra ele. Como estava difícil a penetração, ele me levantou do chão completamente e fez eu encaixar nele, com as duas pernas envoltas em sua cintura.

Em seguida ele me encostou na parede e enfiou aquela rola em mim. Apesar da dificuldade, o pau dele foi se encaixando aos poucos, meio que desconfortável pela posição. Mas estava excitante, porque eu nunca tinha transado assim. Ele era forte e musculoso, e conseguia me segurar sem muitas dificuldades.

Depois de transarmos alguns minutos assim nós nos deitamos em um dos colchões. Ele veio segurando aquela pica na mão e balançando contra meu corpo falou:
- Agora você vai ver o que um macho de verdade pode fazer, branquela!!!

Eu me deitei, ele abriu minhas pernas e colocou aquela cabeçorra enorme na entrada da minha xoxota. Quando ele enfiou a cabeça do pau eu senti um certo desconforto. Apesar da pica do meu marido não ser pequena, aquela pica que estava me invadindo era enorme, além de muito grossa.

O cacete dele era enorme mesmo, e não deu pra visualizar direito, por causa que estava escuro. Mas deu pra sentir que era enorme quando eu estava chupando, pois mal coube na minha boca e com uma mão só não consegui segurar, tive que usar as duas mãos.

Mas como eu estava excitada e toda molhada, apesar do desconforto, não foi difícil aceitar toda aquela rola dentro de mim, pelo contrário, senti quando ela batia no fundo do meu útero, e logo eu estava gozando como uma doida.

Tive orgasmos múltiplos, e o Jorjão continuava bombando forte, cada vez mais rápido, ele gemia e urrava em cima de mim, e eu estava deslumbrada em ser possuída, talvez pela adrenalina de estar fazendo escondido, pelo lugar, ou mesmo pelo tamanho daquela rola enorme me invadindo.

Ficamos assim até que o Jorjão gozou de novo. Meu deusssss!! Ele praticamente inundou minha boceta de tanto esperma. E que porra mais quentinha ele jorrou dentro de mim.

Quando pensei que estava tudo acabado, comecei a colocar a roupa. Ele olhou pra mim e disse:
- Calma, branquela!!! Ainda não terminei com você!!
Eu fiquei imaginando "o que será que ele quer dizer com não terminei"?

Eu ainda estava divagando em meus pensamentos quando ele me virou de bruços, cuspiu na minha bunda e falou:
- Agora, branquela... agora é aqui que vamos brincar!!!

Me apavorei na hora. Apesar de eu fazer sexo anal com meu marido, aquela rola era enorme, descomunal, e iria me arrombar todinha.
- Não!!!! De jeito nenhummmm... nem tente enfiar esse monstro no meu rabo!!! Vou gritar se você tentar!!!

Mas minha negativa foi em vão.
- Branquela, comigo o serviço é completo!! Pode gritar... pode fazer o que quiser... mas vai me dar esse rabo!!!

E dizendo isso ele foi me segurando meio que à força. Eu travei as pernas pra que ele não conseguisse, mas foi em vão. Ele abriu minhas nádegas meio na marra e forçou a cabeça da rola. Doeu pra caramba, mesmo porque eu estava muito tensa.

- Se você não se soltar vai ser pior... vai doer mais!!! - ele falou e acabei convencida de que não tinha mais jeito mesmo. Cheguei à conclusão que ele estava certo. E eu não podia gritar. O que seria de mim se os outros presos soubessem? Ou mesmo se as minhas companheiras soubessem? Mesmo sabendo que algumas delas já tinham dado para o Jorjão.

De qualquer forma seria humilhante eu cair na boca delas. Assim eu resolvi aceitar a situação. Ele então forçou a entrada do meu cu. Quando passou a cabeça do pau eu urrei, travei os dentes e lágrimas saíram dos meus olhos.

- Meu deussssss!!! Está me rasgandooooo... está me machucandoooo... por favor... deixa eu ir embora!!! - falei quase chorando, na esperança que ele tivesse um pouquinho mais de dó de mim.

Ele colocou a mão na minha boca pra que eu não gritasse. Ele entrou com aquela tora no meu buraco anal, sem dó nem piedade.
- Ahhhhhhhhhh... por favor... não enfia tudo!!! Eu não vou aguentar... goza logo... por favor!!!!

Ele começou aquele movimento de vai e vem no meu cuzinho apertado e bombou forte até gozar. Quando ele retirou o pau de dentro eu senti um alivio. Todo o prazer que eu tinha tido quando ele me penetrou a buceta, senti de dor quando ele me comeu o rabo.

Mas eu sai dali naquela noite satisfeita, com dor mas satisfeita por ter sido possuída por um homem bruto e rude, mas que me deu muito prazer.

Fiquei sem fazer sexo anal com meu marido por um bom tempo, porque ele ainda estava machucado e dolorido. Agora quando transo com meu marido me lembro sempre da rola do Jorjão e o estrago que ela fez em mim. Ainda bem que o couro do cuzinho e da buceta são elásticos e voltam à sua posição original.

Se não acontecesse isso, meu marido descobriria logo que outra rola maior que a dele tinha entrado no seu parque de diversão. E quanto ao Jorjão, eu o evitei. Uma vez só pra mim bastou.

Eu não queria mais ser enrabada por aquela rola por mais que me desse prazer na frente. Como ele não se contentava só na frente, então era melhor evitar. Outra mulher se quiser dê pra ele, pois minha cota acabou.

EU, MEU MARIDO E... MISTÉRIOS DE UMA AVENTURA NOTURNA.



Olá!  Me chamo Michelle, sou morena bronzeada, 1.67m,  66kg bem distribuídos, cabelos longos, seios médios, pernas grossas e digamos que uma bunda bem avantajada.
Sou casada há mais de 20 anos, filhos criados, um marido maravilhoso, e agora resolvemos nos aventurar novamente, apimentar ainda mais nossa relação. Depois de algumas leituras eróticas, muita conversa, começamos a pensar na possibilidade de sair com uma terceira pessoa, e só em penssar nessa possibilidade, meu tesão ia lá em cima e não era diferente com meu marido, durante nossas transas imaginávamos outro homem me fudendo, me xingando, nossa! Eu ficava maluca de tesão, meu marido me fudendo gostoso e falando que queria ver outro pau entrando na minha buceta, no meu cu, na minha boca, ele falando que queria me ver toda fudida por outro e assim a gente gozava juntos com aquele tesão inexplicável.
Depois de algum tempo de conversa, acabei entrando em um grupo do WhatsApp, lá tinha um rapaz que me chamou bastante atenção, parecia experiente e tinha um papo agradável, Paulo seu nome, era branco, alto, bonito e educado. Comentei com meu marido a respeito do Paulo, e ele disse que se eu tivesse mesmo gostado e achasse que ele fosse de confiança, poderia marcar algo para nos conhecermos. A partir daí comecei a conversar mais com Paulo, falei que era casada, falei da nossa fantasia e o safado logo ficou bem interessado. Cada vez que conversava com ele, eu ficava molhadinha e ia fuder gostoso com meu marido.
Combinamos de encontrar com o Paulo em uma quarta-feira, era só para nos conhecermos, mas eu estava louca era para experimentar logo aquele safado. Chegou a quarta,  e me arrumei para irmos ao encontro,  coloquei um vestido bem justo no corpo, um pouco decotado e sem calcinha. Meu marido me viu e disse que eu estava muito gostosa, e minha buceta molhadinha de tesão. Chegamos no local combinado e o Paulo já se encontrava, nos acomodamos e logo ele veio até nós, ele cumprimentou meu marido e depois me cumprimentou com um abraço e um beijo no rosto que já me deixou com frio na barriga. Conversamos por mais de hora, diversos assuntos mas infelizmente não foi possível rolar algo a mais nesse dia, nos despedimos e ficamos de combinar alguma coisa para depois. Eu e meu maravilhoso esposo fomos para casa e novamente fudemos muito gostoso, o tesão despertado por toda aquela situação me deixou maluca, gozei gostoso no pau do meu marido.
No dia seguinte Paulo puxa papo no WhatsApp e fala que me achou maravilhosa e que passou o encontro todo de pau duro por minha causa, adorei saber disso, então já marcamos de sair na sexta feira seguinte.
Dessa vez nos encontramos na conveniência de um posto, conversamos, bebemos um pouco e logo depois meu marido chamou para irmos a algum lugar mais reservado, entramos os três no carro e fomos direto para um motel. Descemos do carro, ainda na garagem o Paulo já me abordou e me deu um beijo gostoso, me apertando, subindo meu vestido e foi quando ele percebeu que eu estava sem calcinha, e me chamou de safada gostosa.. uiii delícia!  Entramos no quarto, abracei meu marido, beijei gostoso e perguntei se estava tudo bem, ele respondeu que sim, e queria que eu me divertesse naquela noite. Ouvindo isso já me virei e abracei o safado do Paulo que já foi subindo meu vestido, apertando minha bunda, tirou meu vestido fora e começou a chupar meus seios, me deitou na cama e foi beijando meu corpo, foi descendo até chegar na minha buceta que já estava melada, ele beijou por cima, beijou minhas pernas, aí começou a passar sua língua quente na minha buceta, que delícia, como ele chupava gostoso. Meu marido se aproximou e perguntou se eu estava gostando de ter outro macho me chupando daquele jeito, eu disse que estava adorando. E perguntei se ele estava gostando de ser o meu corninho manso, ele sorriu, me chamou de safada e me deu um beijo apaixonado.  Paulo parou de me chupar e disse ao meu marido que a buceta da esposa dele era muito gostosa. Nossa! Adorei ouvir aquilo. Ele veio e me deu um beijo safado, aproveitei e tirei seu pau fora da cueca, um pau médio, depilo, limpo e cheiroso, logo comecei a chupar aquela delícia. Ele me puxou pra cima dele e logo estávamos em um 69 maravilhoso, eu chupando aquele pau gostoso e rebolando minha buceta na boca daquele gostoso. Depois saí de cima, ele colocou uma camisinha, direcionou seu cacete na minha buceta e começou a meter devagar, meu marido do lado se masturbando, olhando outro macho fuder sua esposinha. Eu gemendo gostoso, sentindo aquele pau entrando e saindo, tudo perfeito. Paulo me colocou de quatro(amo essa posição) chupou minha buceta por trás e logo meteu novamente, me segurando pelos cabelos e fudendo gostoso, depois tirou novamente e acariciou meu cuzinho, meteu a língua nele. Nossa! Me arrepiei toda. Ele disse que iria meter ali se o meu marido deixassse e mandou eu pedir para o meu corninho. Então eu pedi.. - Amor, ele pode fuder o meu cuzinho? Você deixa ele fuder o cuzinho da sua mulher? Ele respondeu que se eu quisesse, poderia.
Então o Paulo começou a meter seu pau gostoso no meu cu, eu gemendo gostoso, não estava nem acreditando em tudo aquilo, estava maravilhoso.
Meu marido veio me beijar, e o Paulo metendo bem forte no meu cu, meu corpo balançando, eu gemendo nem conseguia beijar direito. E comecei a falar com meu marido :
- Olha como ele mete gostoso no cuzinho da sua mulher

- Bate uma bunhetinha enquanto eu tomo no cu bem gostoso seu corninho manso.

- Você gosta de ver um macho comendo sua mulher né seu corninho mansinho.

- Olha como eu dou o meu cu gostoso na sua frente de quatro.

- Ele puxando meus cabelos e batendo na minha bunda, que delícia.

- Você só olha, não faz nada, ele fudendo o meu  cuzinho bem gostoso, metendo esse pau todinho nele.

Paulo disse que queria me ver rebolando em cima do pau dele, então ele deitou e sentei naquele cacete de costas pra ele,  meu corninho me surpreendeu e veio chupar minha buceta enquanto outro macho metia no meu cu. Que sensação maravilhosa, não resistir muito e acabei gozando gostoso com um pau no cu e a boca do meu marido  chupando minha buceta. Mas eu queria mais, fiquei de quatro e pedi mais pau, Paulo continuou me fudendo com vontade, meu marido assistintindo, eu gritando de tesão mandei meter mais forte porque eu queria gozar de novo, o safado me segurava pela cintura e metia do jeito que eu gosto. Logo gozei mais uma vez, o Paulo tirou a camisinha e trouxe aquela delícia para eu chupar, não demorou e senti aquele pau inchar dentro da minha boca e esguichar porra lá na minha garganta, encheu minha boca com seu leite, que delícia sentir a porra de outro macho na frente do meu marido.
Depois o meu corninho veio conferir como ficou o cuzinho da sua esposa, ele admirando como o Paulo me deixou toda fudida, e ainda chupou gostoso minha bucetinha e cuzinho.
Nos vestimos para irmos embora, e mais uma surpresa do meu amado marido, ele mandou que eu fosse no banco de trás para ir chupando o Paulo, ele disse que queria ver eu fazer o safado gozar na minha boca mais uma vez. E assim eu fiz, do jeito que o meu corninho pediu, engoli todo o leitinho daquele cacete gostoso. Me despedi do Paulo e fomos para casa, e agradeci meu marido por aquela noite gostosa e ainda tivemos uma transa perfeita relembrando nossa aventura.
E assim terminou minha aventura noturna. Já estou ansiosa pela próxima. Espero que tenham gostado. Beijos....

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CASADA PASSEANDO EM SÃO LUÍS-MA



Olá a todos! Meu nome é Giselle, tenho 30 anos, sou casada, tenho uma filha de 10 anos e um esposo muito maravilhoso, com quem faço sexo bem gostoso. Desde o nosso namoro eu nunca tinha sido infiel ao meu marido, e essa idéia nunca passou pela minha cabeça.

Há alguns meses saí de férias com o meu marido. Moramos em Curitiba e fomos passar uns dias em São Luís do Maranhão, já que queríamos trocar um pouco o frio pelo calor. Minha mãe se prontificou a ficar com a nossa filha, de forma que eu pudesse ficar mais tranquila com o Vinicíus, meu esposo.

Antes de viajarmos eu procurei me informar um pouco mais sobre a cultura do povo de São Luís, e de todo o Maranhão em geral. Me chamou a atenção o fato de haver muitos negros, vários deles muito bonitos por sinal. Fiquei empolgada também por Reggae, e disse ao meu marido que eu queria dançar muito quando chegássemos lá.

Finalmente viajamos, e eu estava curtindo muito as praias, os lugares, o povo. Nossa! Fiquei fascinada. Tivemos a oportunidade de fazer vários amigos, e foi justamente um destes amigos que nos indicou um show de Reggae que ia acontecer em uma das praias próximas ao nosso hotel.
Insisti com o meu marido e ele finalmente concordou em me levar. Assistimos ao show e dancei muito mesmo. Os homens me olhavam com muito desejo, já que eu era uma branquinha no meio daquela imensidão de homens e mulheres morenas. Bastava meu marido sair de perto para um negão safado se aproximar de mim e tirar uma casquinha.
Eu estava apenas de biquíni, bem minúsculo, e uma sainha saída de praia de crochê, dançando bem provocativa, e isso bastava para as mãos bobas apertarem minha bunda o tempo todo. Eu já tinha perdido a conta de quantas dedadas eu já tinha levado na minha buceta. E, por incrível que pareça, eu estava adorando aquilo.

É claro que quando meu marido estava do meu lado os caras ficavam mais atentos e mantinham uma certa distância de mim. Eram mais ou menos 8:00hs da noite quando convidei meu marido para irmos para um local fechado que chamou minha atenção.

Percebi que o local era um tipo de boite, bem fechada, escura e entravam e saiam pessoas o tempo todo, quase todos vestidos como nós estávamos, ou seja, biquínis, bermudas e outras roupas curtas e provocantes.

Entrei com o meu marido e logo procuramos uma mesa para nos sentar. Ficamos durante um tempo bebendo, conversando e vendo uma banda de Reggae que se apresentava. O local era muito escuro mesmo, tendo uma pequena iluminação apenas no palco e no bar.
A pista de dança estava lotadíssima, e não demorou muito para um rapaz se aproximar e me convidar para dançar com ele. Meu marido fez "cara de bunda" na hora, mas o garoto deu um sorriso e perguntou a ele se eu podia ir. Olhei para o meu marido e ele entendeu que eu também queria.

Com a permissão do meu marido eu fui dançar com o rapaz. Meu marido não é ciumento e nem desconfia de mim, mas acho que ele estava era com medo das encoxadas que eu ia levar no meio daquele mundo de gente dançando.
Começamos a dançar e logo percebi que o rapaz estava todo suado, mas estava cheiroso, com um perfume muito excitante. Ele era negro, como a maioria dos outros homens, não tinha mais que uns 17 ou 18 anos, e era forte, com os braços e pernas bem malhados.

No início ficamos dançando ali mesmo, perto do meu marido. Mas, depois de uns minutos o rapaz foi me puxando e nos misturamos aos demais. Olhei para o meu marido e ele estava concentrado vendo a banda tocar. O rapaz percebeu também, pois começou a me apertar contra o corpo dele.
Nossaaa!! O som da música, o suor daquele menino cheiroso, a forma como ele me segurava pela cintura, o membro dele crescendo em sua bermuda e me tocando. Tudo isso estava me deixando louca. Não demorou muito e ele encostou a boca no meu ouvido, perguntando o meu nome.

Falei o meu nome e ele falou o dele. Em seguida ele deu um beijo no meu pescoço, bem próximo à minha nuca.
- Ei!!... você ficou doido?... meu marido pode ver! - falei, demonstrando um certo receio.

Ele apenas sorriu e me apertou ainda mais contra ele. O safadinho já estava com uma ereção que parecia querer rasgar sua bermuda de tecido fino. Eu sei que os meninos nessa idade são realmente cheios de tesão, mas ele estava demais. Estávamos dançando há apenas uns dois minutos e aquele pinto ficava cada vez mais duro.

As pessoas ao nosso redor pareciam nem se importar, e meu marido bebia tranquilamente, parecendo hipnotizando observando a banda tocar. Toda a situação começou a me parecer divertida, e resolvi "brincar" um pouco mais com aquele rapaz safadinho e cheio de tesão.

Sou pediátra, e minha vida sempre foi monótoma no trabalho, e sem muitas coisas novas no meu casamento e na vida familiar. Assim, a idéia de me divertir um pouquinho ali naquela boite escura me pareceu muito boa. Meu marido estava distraído, bebendo sua cervejinha. Por que não, né?

O menino me arrastou um pouco mais para o fundo da boite e me apertou contra a parede. O escuro e aquele mar de gente dançando e rindo contribuiam para que ninguém se preocupasse com o que estávamos fazendo. Ele me agarrou com vontade mesmo, fazendo com que meu quadril e minha rachinha ficassem bem na altura de sua pica.

- Guri... meu marido vai te matar, sabia? - falei sorrindo no ouvido dele. O pau do moleque estava duro como uma barra de ferro. Comecei a gemer descontrolada enquanto ele me segurava firme pela cintura e beijava meu pescoço. Me abracei a ele, com meus braços ao redor do seu pescoço.

- Tú e muito gostosa, dona...!! - ele sussurrou no meu ouvido. Eu estava usando um biquíni cuja parte de baixo era muito pequena mesmo, mal cobrindo minha bucetinha toda depiladinha. Levantei minha sainha e coloquei minha pelvis bem em cima do pau dele, e ficamos nos movimentando lentamente. Minha intenção era deixá-lo com mais tesão ainda.

- Ohhhhh... a gente não pode fazer isso...!! - soltei um gemido e tentei falar. Mas já era tarde. As mãos dele já estavam na minha bunda, apertando minhas nádegas e me fazendo tremer toda, de tanto tesão que senti. Senti a calcinha do biquíni ser puxada pra cima, entrando todinha na racha da minha bunda.

Não consegui falar mais nada. Enquanto uma de suas mãos apertavam minha bunda, a outra fez com que seu pau saísse pela perna de sua bermuda de tecido fino. "Deus do céu! Não posso fazer isso!", pensei apavorada. Mas minha buceta estava toda melada, e eu não consigo raciocinar bem nessas situações.

- Menino de deusssss... não faz issoooooo...!! - falei, tentando lutar contra os meus desejos. Ele nem se importou, apenas me deu um beijo na boca e senti seus dedos puxaram a calcinha do meu biquíni para o lado. Ali, em pé e de frente pra ele, espremida contra a parede daquela boite escura, eu cedi. Abri minhas pernas e aconteceu.

O pau dele deslizou entre os lábios molhados da minha xoxota, e fui abrindo minhas pernas mais e mais.
- Ohhhhhhhhhhhhh... me perdoa, amorrrrrrrr...!!! - falei baixinho quando o pau do menino encontrou a porta da minha grutinha e afundou pra dentro de mim.

Nossaaaaa!! A pica entrou todinha, fazendo minhas pernas tremerem. Rebolei o corpo, tentando encaixar ainda mais. Procurei a boca dele, e nos beijamos deliciosamente, enquanto ele me abraçava fortemente e começava um vai-e-vem cadenciado e firme, aumentando o rítmo a cada metida.

- Esperaaaaaa... p-p-preciso... v-v-ver meu m-m-marido...!! - consegui falar e empurrei ele um pouquinho, fazendo o pau dele sair da minha buceta e ficar balançando entre minhas pernas. Ele percebeu meu desespero e enfiou a pica na bermuda novamente, enquanto eu ajeitava a calcinha do biquíni.

- Você volta? - ele perguntou.
- S-s-sim... meu deussss... que loucuraaaaa... sim... eu volto...!! - falei e ri completamente sem graça. Saí um pouco tonta no meio daquele mar de pessoas dançando e se divertindo. Quando cheguei próxima ao meu marido vi que ele estava conversando com duas meninas que tentavam vender algo a ele.

"Vai dar tempo!", pensei e voltei correndo para onde o rapaz estava. Me encostei na parede e ele me abraçou novamente. Ficamos frente a frente, nos agarrando. De imediato ele tirou o pau pra fora de novo e eu mesma puxei a calcinha do biquíni para o lado.

- Meteeeeeee, meu queridoooooo... mete bem gostoso nessa bucetaaaaa...!! - gemi e falei, enquanto o pau do rapaz abria caminho xoxota adentro. Eu nunca tinha transado em pé, daquele jeito, de frente um para o outro. Abri minhas pernas e joguei meus quadris para a frente, para permitir uma penetração bem profunda.

Desta vez o menino meteu em mim com vontade mesmo, mais forte, mais duro. Minha racha estava aberta o máximo que podia, pois ninguém nunca tinha me enfiada um pau grande e grosso como aquele. Além disso, até aquele dia eu só tinha transado com o meu esposo.

Um fogo foi tomando conta de mim. Coloquei minhas mãos nas nádegas do rapaz e o puxei contra mim.
- Fodeeeeee... seu gostosooooo... fodeeeee... mais rápidoooo... por favorrrrr... mais rápidoooo...!! - falei e gemi alto. A música cobria os meus gemidos, e as pessoas ao redor nem ligavam para o que estava acontecendo.

O safadinho estava tarado, e a pélvis dele batia forte contra o meu ventre.
- Ohhhhhhhh... meu deussssss... estou gozandooooo... estou gozandoooooo...!! - gritei e o abracei fortemente. Eu estava tendo um dos mais deliciosos orgasmos de toda a minha vida.

- Nãooooooo... nãoooooooo... por favorrrrr...!! - tentei impedí-lo. Mas eu estava gozando tão gostoso que não consegui detê-lo quando ele arrancou a parte de cima do meu biquíni e caiu de boca nos meus seios. Nossaaaaa!! O guri chupou meus peitos de tal forma que um novo orgasmo me atingiu, me deixando com as pernas bambas.

Os bicos dos meus seios são grandes e rosados, e o rapaz mamou nos dois, alternando entre eles. Enquanto isso o pau entrava e saía da minha buceta, sem me dar tempo nem para respirar. Aquela posição em pé e de frente, e encostada na parede, facilitou para o pênis dele tocar o meu "ponto G", pois comecei a ter orgasmo um após o outro.

O prazer era tanto que comecei a chorar e sentir uma vontade incontrolável de fazer xixi. Senti que da minha buceta saia um líquido abundante, muito diferente do orgasmo normal. Eu sei que quando o "ponto G" de uma mulher é estimulado, ela literalmente "ejacula" como um homem.

- Já está bom... p-p-preciso voltar para o meu m-m-marido... por favor...!!! - falei e tentei me livrar do rapaz. Nessa hora ele me agarrou mais forte ainda e, mordendo minha orelha, deu umas bombas mais fortes, de baixo pra cima. Ele ia gozar! Ele ia gozar dentro de mim!

"Estou nos meus dias férteis... não estou tomando nada... vou engravidar!!!", pensei desesperada.
- Tiraaaaaaa... tiraaaaaa... não goza dentro... vai me engravidarrrr.... deus do céu... tiraaaaa!! - falei e o safado nem ouviu, e continuou metendo.

Não tive alternativa, e fiz algo que me doeu até a alma. Coloquei a mão no ventre dele e o empurrei para trás. Em seguida peguei o pau dele com a outra mão e o masturbei rapidamente. Que loucura!!! Bastou umas cinco punhetadas e o pau dele cuspiu porra para todos os lados, atingindo minha racha, minhas coxas e meu ventre.

Rapidamente arrumei meu biquíni (tanto a parte de cima quanto a de baixo) e a minha sainha saída de praia. Saí quase correndo para o banheiro. Com a ajuda de uma menina eu encontrei um banheiro nos fundos que tinha um chuveiro.

Me lavei rapidamente, tirando qualquer vestígio da porra do menino em meu corpo. Depois fui para perto do meu marido.
- Ué... estava com calor? - ele me perguntou com um sorriso.
- Sim... muito calor mesmo, amor!... mas já passou! - falei e o abracei, dando-lhe um longo beijo na boca.

Essa foi a primeira e única vez que traí meu marido, e só por uns oito minutos no máximo. Até hoje fico morrendo de vontade de repetir a dose. Já tive muitas oportunidades, mas a razão falou mais alto que a emoção. Quem sabe na nossa próxima ida ao Maranhão?

Quem quiser conversar comigo sobre sexo e aventuras assim, deixe os contatos que respondo. Beijos a todos!

DEI PARA O NAMORADO DA MINHA AMIGA



Sábado, levantei as 10 horas com muita preguiça, meu marido tinha viajado e ia ficar fora duas semanas.
Tomei um banho, me depilei toda. Deixei a buceta bem lisinha sem nenhum cabelinho.
Passei creme, fiz as unhas, chapinha e fiquei nua pela casa.
Tinha combinado de sair com a Marina, uma amiga que estava de namorado novo.

Passei o dia de boa, sem fazer nada a não ser cuidar de mim.
As 9 horas o telefone tocou e eu desci. Era a Marina, como sempre de alto astral. Não pude ver direito o namorado novo, mais a voz dele era simpática, era bem falante também.
Só pude vê-lo quando chegamos ao estacionamento do bar.

Era um belo homem, alto, forte, cabelos pretos, pele clara.
Ficamos bebendo, beliscando aperitivos e ouvindo música até de madrugada. O papo fluía de uma forma gostosa.

Lá pelas 3 horas eles foram me levar pra casa, quando chegamos os convidei para entrar, convite aceito, desci e peguei o controle da garagem no meu carro, para que ele deixasse o carro na vaga do meu marido, que tinha viajado com o carro dele.

Ficamos tomando vinho até quase de manhã, até que a Marina quis ir pra casa. Eles saíram, passou um tempo o telefone tocou, era o Sandro dizendo que estava com o controle do portão. Eu disse que ele me entregaria outra hora.

Tomei um banho longo e quentinho, coloquei o meu roupão e fui na cozinha esquentar água para fazer um chá, pois eu estava sem sono.

A campainha tocou, olhei no relógio, era 6:30 da manhã.
Olhei no olho mágico, era o Sandro. Abri a porta ele entrou e me disse que resolveu me devolver o controle. Eu ri e perguntei se ele queria um chá. Ele quis um café. Fomos pra cozinha, ele ficou me elogiando dizendo que eu era muito gente boa, que era linda, que ele adorou me conhecer... Essas coisas.

Como ele ficava encostando-se ao meu corpo o tempo todo, eu perguntei se ele tinha voltado apenas para me devolver o controle, ele disse que não, que não conseguiu ir pra casa e que alguma coisa o fez voltar, falou isso colocando seus braços em volta da minha cintura e me puxando pra ele, ele era lindo e a boca dele era uma tentação, sem reação deixei ele me agarrar e me beijar, retribuindo avidamente.

Um fogo foi subindo pelo meu corpo me incendiando. Ele ficava pressionando o quadril no meu, me fazendo sentir o volume duro de seu pau.

Abriu o meu roupão e sugou meus seios, eu estava sem nada por baixo, acariciou minha buceta, me virou de costas e beijou a minha bunda, me fez ficar de quatro e enfiou a língua na minha buceta.

Fomos para o quarto ele se despiu deitou na cama, eu segurei o pau dele chupei aquele pau delicioso, massageando com a língua cada pedacinho. Ele não estava aguentando mais de tesão e pediu pra eu deitar e me penetrou com força, ficando parado um tempo e me beijando, começou a bombar rápido enfiando todo aquele pau na minha buceta molhada.

Balbuciava coisas no meu ouvido que eu não entendia direito, mais nem estava muito interessada, apenas queria sentir aquele pau duro me fazendo delirar de prazer.

Meu corpo inteiro parecia uma buceta aberta e ele parecia que entrava até na minha alma, meus sentidos todos se perderam, até que senti um arrepio, o mundo sumiu, meu corpo se contorceu todo, um prazer sem igual me invadiu, me senti flutuando e caíndo e flutuando.

Ele gozou junto comigo.

Deitou ao meu lado e dormimos.

Acordamos no meio da tarde.
Transamos varias vezes no domingo, e ainda ele vai me visitar quando meu marido viaja.

O Sandro continua namorando a Marina e ela continua sendo minha amiga. E todos continuamos felizes.

EXIBICIONISTA INICIANTE



Ainda não sei dizer se sou exibicionista, mas fato é que acho super excitante certas situações, como por exemplo o que acabei de fazer agora. Geralmente levanto com muito tesão pela manhã. Sempre acordo com vontade de uma transa rapidinha intensa. Hoje, um domingo meio nublado, meu marido viajou a trabalho (que suspeito... Vai justo viajar a trabalho num sábado  tarde?) e me deixou literalmente na mão. Então pus minha calcinha de renda transparente branca bem fininha e sexy, tipo fio dental e acomodei na frente um vibrador mini de silicone sem ligar (nem preciso ligar); vesti um vestido de tecido de malha e botas e um casaquinho leve de linha por cima. Mas a marca do fio dental fica aparecendo porque o tecido é de malha. Meus peitos são relativamente grandes, taça 46, bico pequenos, rosados, por eu nunca ter tido filhos, eles estão iguais aos de quando eu era adolescente, e pus um soutien branco de renda transparente, ou seja, dá pra notar os mamilos durinhos quando ficam acesos. Vestida assim, já saindo de casa num tesão enorme peguei o carro e dirigi pra uma padaria perto de casa super bem frequentada, que serve café da manhã continental. Fui de janela aberta, e de propósito, puxei o decote do vestido pra baixo, pra insinuar meus seios volumosos. Deixei bem provocativo o decote, quase cobrindo só perto dos biquinhos. No trajeto, muitos motoristas olharam e uns dois buzinaram, aumentando meu tesão. Cheguei na padoca,  sentei numa mesinha redonda de sofá e o garçom, muito gato, veio atender sorridente. Não economizei e tirei o casaquinho. Meus mamilos rosados ficaram evidentes. Ele ruboresceu, mas foi super profissional. Voltou ao balcão pra executar o pedido. Essa mesa era bem em frente ao balcão do café e muitas pessoas tomam café ali mesmo. Uns três caras começaram a me olhar. Cruzei as pernas pro lado e levantei a saia, por baixo da mesa. Acho que dava pra notar minha calcinha pequenina  aos olhos deles. Um deles que estava de calça esportiva de tactel.... Humnnn.... Deu o ar da graça. Adorei. Objetivo estava cumprido. Devolvi a saia no lugar, mas mantive evidentes os faróis acesos através do tecido fino do vestido. Tomei café e depois passei na parte da mercearia, ao fundo, pra levar iogurte e queijo branco pra casa. Outro cara, que tava com uma mulher, deu aquela conferida. Me senti vingada, pelo marido que viajou ontem e me deixou na mão. Agora voltando pra casa vi minha calcinha ensopadinha de escorrer mel pelas coxas. Cheguei em casa agora, entrei aqui pra ler um conto inspirador e me acariciei bem gostoso: dedinhos na xaninha, vibrador de silicone junto, e um brinquedinho novo que comprei na net e chegou ontem: uma língua de silicone que vibra, nos seios. Acho que tenho suprimentos pra salvar 19 dias de ausência de marido. E vou exercitar essa sensação gostosa do exibicionismo sutil que fiz há pouco.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

UMA VIAGEM INESQUECÍVEL PARA SÃO PAULO.



Eu em Brasília, ele em São Paulo. Depois que  ele me adicionou no Snap não paramos de nos falar mais, tinha alguma coisa naquele sorriso que me encantou.
   Ficamos várias madrugadas trocando mensagens e eu estava determinada a conhecê-lo, estava vindo um feriado e eu vi a oportunidade perfeita.
  Peguei um avião e desembarque às 18h em SP, peguei um táxi e fui direto ao endereço.
    Quando ele abriu a porta não conseguiu disfarçar a cara de surpresa. Lembro de ter me desculpado por estar ali  sem avisar mas fui interrompida por um beijo súbito que ele me deu ali na porta mesmo, já foi me puxando pra dentro e fechando a porta o foi me arrastando até o quarto sem tirar os lábios dos meus, o beijo dele era mágico. Ele beijava meu pescoço, me mordia e me chupava, enquanto ia tirando a minha blusa. Ele foi descendo devagar  e passava sua  língua delicadamente pelo biquinho do meu peito e me fez arrepiar, ele ia  chupando gostoso e eu ia gemendo baixinho tentando segurar todo aquele prazer. Ele chupava e trocava de um peito pro o outro e bem baixinho eu só pedia mais, foi descendo pela minha barriga e tirou minha calça e minha calcinha me deixando peladinha naquele frio de São Paulo que já nem sentia mais, pois meu corpo estava fervendo, ele também tirou a roupa e antes de conseguir chegar a mim eu segurei seu pau e comecei o bater uma punheta gostosa segurando bem firme sentindo ele pulsar em minhas mãos. Cooloquei seu pau na boca e engolia até onde podia, brincava com a língua e chupava bem na cabecinha  e ele ia ficando louco, fui deitando por cima dele e começamos um meia nove ,já estava louca de tesão eu gemia e rebolava na boca dele, o prazer era tanto que eu mal conseguia chupar, eu já estava no ponto ele se virou por cima de mim e me deu um beijo gostoso,  minha língua na boca dele e a dele na minha, nesse momento ele começou a meter seu cacete duro na minha bucetinha molhada, foi metendo gostoso, devagarinho, botando e tirando bem devagar, mas logo foi aumentando a velocidade meu prazer ia subindo cada vez mais, fiquei por cima dele e ia sentando  e rebolando, gemendo gostoso no seu ouvido, ele apertava e dava tapas na minha bunda  e me chamava de safada, eu pedia mais. Ele me virou de quatro e  metia com força e ia massageando gostoso o meu cuzinho, eu já estava com as pernas bambas só gemia  loucamente ele preparou pra meter no meu cuzinho e foi botando devagar e  começou a bombar, cada vez mais forte cada vez mais rápido, ele puxava meu cabelo e me perguntava: "quem é a minha putinha"?  Logo eu gozei , senti escorresr pelas pernas que tremiam mais que vara verde. Ele massageava meu grelo e metia muito gostoso, mais um pouco e logo gozou também. Ficou ao meu lado por um tempo sem falar nada. Eu lembrei de me desculpar pela viagem repentina. Mas ele disse pra não me preocupar porque o feriado estava só começando. E realmente aquele feriado foi maravilhoso.

Isa Vitorino

MEU SONHO DE TER DOIS HOMENS SE REALIZANDO




Olá, me chamo Márcia, sou morena clara, estatura mediana, bonita, seios grandes e digamos que adoro umas aventuras apesar de casada. Meu marido é bem tradicional, então aprendi a me aventurar com outras pessoas e hoje se tornou um vício.
Há mais ou menos um ano, tinha um "amigo" bem safadinho e me fodia muito gostoso, a gente se dava muito bem na cama e acabei revelando algumas das minhas fantasias pra ele que era ser uma putinha de dois homens, ele disse que iria realizar minha fantasia. Adorei aquela resposta e fiquei ansiosa.
Em uma bela sexta feira, no meu horário de almoço fui para a casa do meu "amigo" gostoso, ele se chama Neto, moreno, baixo, magro, tem um pau grande e insaciável, tudo que eu adoro. Cheguei em sua casa e como é de costume, não perdemos tempo, já começamos a nos beijar, ajoelhei em sua frente, abri sua calça, tirei aquele cacete pra fora e já comecei a chupar feito uma bezerra, ele me levou para seu quarto, me deitou em sua cama, arrancou minha roupa e começou a chupar minha buceta que estava lisinha e molhadinha de tesão. Neto colocou a camisinha em seu delicioso pau e começou a fuder minha bucetinha sedenta por aquele pau, ele tirava seu cacete quase todo pra fora e metia novamente, eu adoro assim, ver seu pau entrando e saindo de dentro de mim, o cachorro me colocou de quatro, me segurou pela cintura e socava aquele cacete na minha bucetinha com vontade, de repente ele mete um dedo no meu cuzinho, quase gozei nessa hora, gemi alto. Neto socando aquele pau na minha buceta e brincando com meu cuzinho começou a me provocar, perguntando se eu queria dois paus, perguntando se eu queria uma dupla penetração. Eu respondi que era tudo o que eu mais queria e que estava esperando ele me dar outro pau, nisso ele tira o dedo do meu cuzinho(estava amando), ele pega o celular e me mostra foto de um amigo dele e perguntou o que eu achava daquele(sem tirar seu pau gostoso da minha buceta), o amigo dele era bonito e pela foto tinha cara de safado, respondi na hora que queria dá para o amigo dele também, no mesmo momento ele faz uma ligação e ouço ele falando: - Oi irmão, tudo tranquilo?  O que está fazendo?  Pode vir aqui em casa agora?  Estou fudendo uma puta casadinha e ela está querendo dois paus. Pode vir?
Nossa! Quase gozei ouvindo aquilo. Ele continuou fodendo minha buceta e dando tapas na minha bunda e falando: Queria dois paus putinha safada? Agora vai ter, vai levar pau na buceta e no cuzinho ao mesmo tempo.
Minha buceta estava pulsando de tanto tesão.  Passado uns 10 minutos o amigo dele bate no portão, Neto se enrola numa toalha e sai do quarto, eu fico deitada nuazinha e cheia de tesão. Eles conversam um pouco lá fora e logo os dois entram no quarto, Neto me apresenta seu amigo Paulo, que já chega me dando um beijo daqueles, enquanto saboreio aquela boca gostosa, minha mão já procura seu pau, ele levanta da cama e tira toda a roupa e me oferece seu pau, peguei naquela delicia branco rosado, médio e bem duro, limpinho e cheiroso, logo abocanhei e comecei a chupar aquele cacete lindo. Neto se aproximou e alí estava eu chupando dois paus, uma cena maravilhosa, dois gatos safados loucos de tesão por mim. Meu sonho se realizando.
Neto deitou na cama e fui chupar seu pau gostoso enquanto fiquei de quatro para o Paulo que começou a me chupar por trás, chupando minha buceta, metendo a língua no meu cuzinho. Que safado gostoso! Logo sinto seu pau entrando na minha buceta, Paulo começa a me fuder com força, eu com a boca cheia de rola e balançando toda com as metidas do Paulo. Pouco depois Neto me ordena que sento minha bucetinha em seu pau e assim faço, seu amigo gostoso fica de pé em cima da cama na minha frente e me faz lamber e chupar seu saco. Neto bate em minha bunda e pergunta se quero sentir dois paus, respondo que é tudo que quero. Paulo se posiciona atrás de mim e e enquanto rebolo no pau do meu "amigo" safado, sinto a língua do Paulo invadindo meu cuzinho, que sensação maravilhosa nunca sentida antes, o cachorro lubrificou meu cuzinho com sua saliva e logo depois começou a meter aquele pau lindo no meu cuzinho. Que sensação era aquela!!  Um pau na minha buceta e outro fudendo meu cuzinho, simplesmente maravilhoso. Meu corpo começou a tremer, começei a gritar de tesão e não resisti nem dois minutos com aqueles dois paus me fudendo, me chamando de cachorra gostosa, de casadinha safada, não resisti e tive um orgasmo diferente de todos, gozar com um pau na buceta e outro no cuzinho não existe nada igual. Desfaleci por alguns minutos, fui em outra galáxia e voltei. Não tinha ar condicionado e eu estava suada com o calor que toda aquela loucura gostosa estava me causando. Paulo me levou ao banheiro e tomamos um banho juntos, onde comecei a chupar aquele gostoso novamente, o safado deitou e me fez sentar em seu pau, rebolei gostoso e chamei o Neto para fuder meu cuzinho e foi impossível resistir novamente, gozei de novo, mas eles não pararam com os movimentos, meu amigo safado metia com força no meu cuzinho, ele anunciou que iria gozar e nós três intensificamos os movimentos e eu gozei junto com meu macho. Foi incrível gozar e ouvir meu macho urrando com seu pau no meu cuzinho.
Meu horário de almoço já estava se esgotando, Paulo ainda não tinha gozado, o safado estava se segurando para me satisfazer. Falei que queria sentir ele gozando na minha boca, fiquei deitada enquanto ele se ajoelhou do meu lado e colocou seu pau gostoso em minha boca, comecei acariciá-lo e chupá-lo ao mesmo tempo e não demorou muito o cachorro urrou despejando toda sua porra quente e grossa em minha boca, engoli até a última gota e deixei seu pau limpinho.
Como meu horário de almoço já estava esgotado, nos arrumamos e fui embora trabalhar, mas muito realizada por aqueles dois safados maravilhosos.

ME REDESCOBRINDO PARA O PRAZER



Olá, me chamo Rebeca, tenho 29 anos, sou morena, baixinha, magra, seios médios, bumbum proporcional e adoro sexo, apesar de nunca ter tido aventuras fora do "normal".
Sempre fui muito certinha, bastante caseira, depois tive um casamento e sempre me comportei muito bem, muito fiel, mas o casamento acabou e mesmo assim passei uns cinco meses sem sexo.
Alguns dias atrás fui adicionada em um grupo de Contos Eróticos e comecei a ler os contos, cada histórias que me deixavam facinada e louca de tesão, então já não conseguia mais ficar sem sexo.
Em um grupo de amigos no whatsapp, teve um rapaz que me chamou muito atenção pelo seu jeito educado e safado ao mesmo tempo. Começamos a conversar e logo os papos já estavam bem quentes. Ele mora em outra cidade, então marcamos dele vir na minha e irmos direto para o motel, seria uma loucura, nunca havia feito isso antes, encontrar com uma pessoa e ir direto para o motel, mas o tesão era tanto que até isso me deixava molhada.
No dia e hora combinado ele veio e nos encontramos, nos cumprimentamos, trocamos poucas palavras e fomos para um "local mais reservado", fomos para o motel.  Chegamos no lá e eu meio tensa, ansiosa, com tesão, tudo junto. Conversamos um pouco, começamos a nos beijar, ele com seu jeito educado, safado e carinhoso foi me deixando bem a vontade. Logo já estávamos sem roupa e ele beijando meu corpo, começando pelo meu pescoço, passando pelos meus seios, chupando um e depois o outro, desceu beijando minha barriga, beijou por cima da minha calcinha, beijando minhas pernas, o safado puxou minha calcinha para o lado e começou a passar a língua na minha bucetinha que estava lisinha para ele, eu já não aguentava mais aquela tortura, estava maravilhoso, sentindo aquela língua quente e gostosa me chupando, eu segurando sua cabeça entre minhas pernas e tremendo de tesão. Ele subiu pelo meu corpo e me deu um beijo bem safado, aproveitei para deitar ele por baixo e foi a minha vez de saborear aquele pau gostoso, beijei seu corpo, até chegar onde há alguns dias estava desejando, segurei seu pau que já estava meladinho, cheiroso e lisinho, comecei a passar a língua nele, passando a língua no seu saco e ele com aquela respiração ofegante, comecei a chupar a cabecinha daquele cacete e logo comecei a chupar ele todo, eu chupando e olhando para cara daquele cachorro safado e ele adorando me ver com cara de putinha. Eu estava louca para sentir aquele pau me fudendo gostoso, então ele colocou a camisinha, direcionou seu pau na minha bucetinha, me olhando com aquela cara de safado começou a meter devagarinho. Nossa! Como eu estava desejando aquele pau me fodendo, ele metendo e eu gemendo gostoso, sentindo aquele pau quente e pulsante dentro de mim, ele metendo gostoso, me chamando de sua putinha e eu adorando tudo aquilo. Mudamos de posição, ele deitou e eu sentei em cima daquele cacete gostoso, eu subia e descia e ele admirando minha bucetinha engolindo seu pau, cavalguei naquele cacete até minhas pernas não aguentarem mais. Depois ele me colocou de quatro (adoro essa posição), chupou minha buceta por trás e logo meteu seu pau novamente nela, ele me segurando pela cintura e socando com vontade, me chamando de cachorra gostosa, falando que estava adorando ver seu pau entrando e saindo da minha bucetinha, ele me segurando pelos cabelos, dando uns tapas na minha bunda, me fudendo gostoso, eu gemendo feito uma gata no cio, estava maravilhoso. Passamos um bom tempo naquela foda maravilhosa, mudando de posições e me deliciando com aquele momento. No final ele veio por cima, levantou minhas pernas e começou a meter com força, apertando meus seios, me olhando nos olhos, me chamando de cachorra gostosa e metendo com vontade, logo meu corpo começou a tremer e ele também anunciou seu gozo e e gozamos juntos, ele caiu sob meu corpo e ficamos alí por alguns minutos até seu pau amolecer por completo e sair da minha bucetinha.  Foi maravilhoso.
Depois conversamos mais um pouco, falamos de fetiches e fantasias, comentei do meu desejo de ficar com dois homens, e como o meu aniversário tinha sido aqueles dias, ele me disse que iria me dá mais outro pau de presente, e na semana seguinte ele veio me ver novamente e trouxe um amigo seu. Depois conto como foi minha primeira experiência com dois.
Beijos, Rebeca