Temas

terça-feira, 30 de maio de 2017

CIÚMES E TESÃO

Olá, meu nome é Raphaela, tenho 25 anos, cabelos médios e loiros, tenho 1,56m de altura, seios pequenos, coxas grossas e um bumbum médio bem empinadinho, sou casada há sete anos, e hoje vou contar minha história e de Paulo ( "meu amigo, meio amante" rss ).

Eu e Paulo nos conhecemos a oito meses, e começamos um relacionamento digamos que enrolado e complicado. Somos amigos, trocamos confidências, trocamos experiências sexuais, e também transamos de vez em quando, e mesmo neste "relacionamento aberto", rola ciúmes um do outro, sempre tem uma pessoa que faz a gente sentir aquela pontada de ciúmes, e vez ou outra rola algumas briguinhas, mas eu confesso que esse nosso caso é maravilhoso, e me proporciona um prazer sensacional.

Era terça-feira, eu estava no trabalho e recebi uma mensagem de Paulo, conversa vai e conversa vem e ele disse que tinha combinado com uma menina de transar a tarde e quando ele me disse quem era, me deu aquela pontada de ciúmes, pois ela era uma das pessoas que me deixava meio mordida de raiva, ele disse que ia dar uma cochilada antes do encontro, então decidi fazer uma surpresinha.

Saí mais cedo do trabalho, tomei um banho, e fui até a casa dele. Como temos muita liberdade eu sabia como entrar em sua casa e eu tinha autorização pra isso. Fui entrando e percebi que ele estava dormindo em seu quarto. Tirei minha roupa em silêncio, e fui até ele na cama, o cheiro dele me hipnotizava, deitei em cima dele nua, e comecei a beijar seu pescoço e acariciar seu cabelo, encontrei sua boca e dei alguns beijos enquanto esfregava meu corpo no dele. Comecei a descer minha boca beijando sua barriga, e percebi que ele estava acordando e sabia o que estava acontecendo, e estava adorando.

Cheguei com minha boca até seu pau que ainda estava mole, e abocanhei chupando e sentindo aquela delícia crescer cada vez mais na minha boca, deixei seu pau cada vez mais molhado, chupava e punhetava, e escutava Paulo gemendo, ele segurou minha cabeça e sussurrou: - O que você está fazendo hein ?!

- Neste momento estou chupando seu delicioso pau e matando meu ciúmes. E continuei chupando, até aquele cacete pulsar de tanto tesão.

Paulo continuou imóvel apenas gemendo, subi em seu colo e sentei em seu pau, e comecei a beijá-lo novamente, beijava e rebolava em seu pau, e ele gemendo e cochichando: - Você é maravilhosa, minha cachorra veio marcar território é ?!

Parei de beijá-lo e fiquei apenas sentada em seu pau. Rebolava minha buceta gostoso naquele pau e acariciava meus mamilos olhando com cara de safada bem nos seus olhos, comecei um movimento de sobe e desce, tirava seu pau da minha buceta e depois sentava novamente, subia, descia e rebolava, até gozar pela primeira vez em seu pau.

Sai de cima dele, e levei minha buceta até sua boca, e ele com aquela língua perfeita que tem, começou a me chupar e a me lamber.

Paulo sentou e me beijou furioso, com força e disse: - Então minha putinha está com ciúmes é ?! E eu acenei com a cabeça que sim. Ele me deu um tapa no rosto que me encheu ainda mais de tesão, e eu repeti mais uma vez que estava com ciúmes e ganhei mais um tapa: - Pois sabe que não precisa de ciúmes né minha casadinha vadia. Sabe que sou todinho seu.

Paulo me colocou de bruços em seu colo, e começou a dar palmadas na minha bunda com força, deixando minha bunda vermelha e marcada. Ele falava: - Quem é minha putinha perfeita hein ?! Minha vadia gostosa, você vai apanhar até parar com esses ciúmes.

Paulo me pegou no colo e me colocou de quatro, meteu seu pau com força na minha buceta, senti aquele pau extremamente duro me rasgando por dentro e dando com fortes estocadas e eu pedindo mais pica, pedindo pra ele meter com mais força. Deitei minha cabeça na cama, deixei minha bunda bem empinada, e com as mãos abri minha bunda e pedi pra ele acabar comigo, pra ele socar aquele cacete na minha buceta, e quanto mais ele metia, mais eu abria minha bunda, logo eu já estava gozando pela segunda vez.

Paulo sentou na beirada da cama, eu sentei em seu pau de costas pra ele, e enquanto ele ia beijando meu pescoço, e brincando com meus mamilos, eu sentava gostoso em seu pau, Paulo puxou meu cabelo para trás, e anunciou que ia gozar, e logo vi sua porra escorrendo em minhas pernas. Ficamos deitados mais um pouco, e logo levantei para ir embora, Paulo pediu para que eu ficasse e tomássemos um banho juntos e eu disse que ele tinha compromisso e que eu não iria atrapalhar e que nem eu e nem ele iria tomar banho, que eu adoraria que ele fosse ao seu encontro com o meu cheiro e com o meu gosto. Nos trocamos e quando eu estava saindo ele me puxou e me beijou e disse:
- Você é maravilhosa !!!


Loira Casada

segunda-feira, 29 de maio de 2017

MATANDO A CARÊNCIA COM O GARÇOM

Olá, me chamo Júlia, tenho 29 anos, tenho cabelos longos e loiros, seios pequenos, bumbum bem redondinho e empinadinho, coxas grossas e um sorriso que deixa muita gente encantada.


Era sábado, faziam dez dias que eu havia me divorciado, estava pra baixo, carente, precisando de atenção e de jogar um pouco de conversa fora. Mas como eu não tinha mais amigas solteiras, decidi sair sozinha para beber um pouco. Coloquei um vestido branco, sem muita maquiagem e fui em um barzinho que eu e meu ex-marido íamos com frequência.


Chegando lá pedi uma bebida, e o garçom que sempre nos atendia me perguntou:
- Sozinha hoje ?

E eu respondi:
- Sim sozinha hoje e por um bom tempo.

Percebi que ele havia entendido o recado, não prolongamos o assunto, mas não pude deixar de notar que passei a ter um atendimento mais especial, e que Lucas o garçom não parava de me olhar.


Após algumas doses fui até o banheiro e quando saí Lucas estava na porta e disse:
- Encerro meu expediente daqui 30 minutos, aceita sair daqui e ir em algum lugar mais tranquilo para conversar ?
 Aquilo era o que eu estava precisando, e aceitei o convite do garçom.


Lucas era lindo, um moreno de aproximadamente 1,80m de altura, corpo bem defenido, olhos verdes, lábios grossos, uma voz grossa e sexy e um sorriso simplesmente maravilhoso. Esperei ele terminar o seu expediente, e pedi para ele ir dirigindo já que eu havia bebido demais.


No caminho fomos conversando, nos conhecendo um pouco mais, de repente ele estacionou em frente a uma casa, como era madrugada a rua estava tranquila e sem movimento algum. Um silêncio gostoso tomou conta e ficamos ali dentro do carro, até que eu perguntei aonde estávamos e ele disse que era na sua casa, e levou sua mão em meu rosto e me puxou para um beijo devagar, quente e muito molhado. Uma de suas mãos acariciando minhas pernas, a outra acariciando meus cabelos. Deslizei minhas mãos por baixo de sua camisa, e comecei a esfregar minhas unhas em na suas costas, e ele gemendo baixo foi aumentando a velocidade do beijo.


Abri os botões da sua camisa, e comecei a beijar seu pescoço, fui descendo minha boca lambendo e beijando sua barriga até chegar mais embaixo. Abri o zíper da sua calça, e fiquei ainda mais excitada vendo aquele volume por cima de sua cueca branca. Comecei a acariciar seu pau e dar beijos e leves mordidinhas por cima da cueca, coloquei aquela delícia pra fora e comecei um boquete delicioso. Mamava naquele pau com vontade, desejo, deixava minha baba escorrer até suas bolas, engolia todo aquele cacete e ia tirando bem devagar olhando bem em seus olhos com cara de vadia.


Ele me encostou na porta e abriu bem minhas pernas, subiu meu vestido e  começou beijar minhas coxas até chegar na minha calcinha que estava toda encharcada mostrando o quanto minha buceta estava gostando daquilo tudo. Ele começou a lamber minha calcinha, e beijar minha buceta, minhas pernas tremiam de excitação, eu esqueci  completamente que estávamos parados no meio da rua e gemia alto feito uma cadela no cio, ele tirou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta, nunca tinha recebido uma chupada tão deliciosa, sua língua era quente, e ele brincava com meu clitóris, lambendo e chupando, e eu o deixava ainda mais louco, enquanto brincava com meus mamilos, e rebolava minha buceta em sua boca. Não resisti, minhas pernas estremeceram e eu gozei muito em sua boca, e ele esfregava seu rosto todo em minha buceta se lambuzando em meu mel.


Ele sentou no banco do motorista colocou um preservativo e disse:
- Vem sentar no meu pau cachorra, senta e rebola gostoso no pau do seu macho.
 Eu logo obedeci, sentei em seu colo, e deslizei aquele pau para dentro da minha buceta.
Ele: - Que buceta gostosa, hummm, vadia, isso minha putinha rebola essa bunda no meu pau, sua gostosa, safada, cachorra, hummm, nossaaa que delícia.


Cavalguei feito uma cavala naquele cacete, enquanto isso beijava sua boca, e gemia em seu ouvido, logo ondas percorreram meu corpo e gozei mais uma vez.


Fui para o banco de trás e fiquei de quatro e disse:
- Vem aqui safado comer meu rabo vem, vem meter esse cacete no rabo da sua puta, quero rebolar meu cuzinho nesse pau.

Ele imediatamente fez o que eu pedi, se posicionou atrás e começou a passar a cabeça do seu pau na entrada do meu rabo, enrolou meu cabelo nas mãos e começou falar:
- Vai cachorra rebola essa bunda, isso, que loira mais vagabunda, hummm, nossa que vadia perfeita, isso deixa meu pau entrar nesse rabo apertadinho.


Fui rebolando minha bunda até colocar aquele pau enorme no meu cú, Lucas me dava tapas fortes, dolorosos na bunda, mas eu estava adorando, e quanto mais ele batia, mas eu rebolava e pedia pra ele meter mais, Lucas gemeu, e as bombadas foram diminuindo, e ele gozou.


Ele me convidou para entrar e tomarmos um banho. Aceitei o convite, entramos debaixo do chuveiro e começamos a nos beijar novamente, Lucas sentou no chão e eu me sentei em seu colo, deslizando seu pau para dentro da minha buceta, e ali ficamos nos beijando, e trocando carícias deliciosas. Transamos a noite toda e adormeci ao seu lado, tranquila, leve e esquecendo de todos os meus problemas.


Loira Casada

domingo, 28 de maio de 2017

UMA PRAZEROSA VIAGEM A TRABALHO


Eu e Laura nos conhecemos num site de relacionamentos para pessoas casadas. Logo começamos a trocar conversas picantes pelo chat do site mas devido a burocracia para fazê-lo decidimos que seria seguro conversarmos pelo whatsapp.
A cada conversa a temperatura subia. Descobri que ela adorava sexo anal mas que tivera poucos amantes para provar. Haviam sido apenas dois, contando com seu marido que nem era tanto fã como ela e por isso as vezes a deixava na vontade. Eu, que gosto tanto e tenho pouco em casa, dizia ser um grande desperdício.
O ápice de nossas conversas foi o dia que ela gozou com as minhas orientações. Eu comandava e ela obedecia. Tudo isso pelo whatsapp. Começou comigo mandando ela enfiar um dedinho no rabinho e finalizou com ela enfiando três dedos e gozando muito.
Tambem sugeri uma posição para que seu marido lhe fudesse o cú. Ele sentado e ela sentada em seu pau de frente para ele. É uma posição deliciosa pois permite a mulher controlar e podem se beijar enquanto a foda acontece.
Laura tentou, mas não teve muito sucesso. Devido ao grande tesão que a posição proporciona, seu marido gozou rapidamente deixando-a na mão. Depois não tentaram novamente.
Como morávamos em cidades distantes nosso encontro real parecia cada vez mais distante, porém a vontade aumentava cada vez que nos falávamos pelo whatsapp. Isso até o dia que tive que viajar para sua cidade a trabalho. Faria um bate volta com uma reunião na parte da manhã e vôo de volta as 21h. Resolvi fazer uma surpresa.
Cheguei as 9 horas e as 10:30 já estava fazendo minha reunião. No dia anterior conversamos bastante e a fiz gozar com nossas conversas. Estava preparando o terreno para minhas investidas.
Após a reunião chamei-a no whatsapp e lógico que o assunto era o de sempre. Queria comê-la, queria chupá-la, queria que ela me chupasse. Queria fuder-lhe o rabo em pé. Tudo para deixá-la com tesão. Quando enviou uma foto mostrando que estava com a calcinha molhada então abri o jogo. Disse que estava em sua cidade e queria vê-la. No começo não acreditou. Achou que eu estava mentindo, mas logo entendeu que era verdade. Sugeri um encontro. Ela aceitou imediatamente. Combinamos um local para o encontro e depois de lá iríamos para um local. Talvez um motel.
Cheguei no local e 5 minutos depois chegou Laura. Ela me avistou e veio em minha direção. Estava em um vestido Verde claro um pouco acima do joelho. Dava para ver sua silhueta e perceber que era uma mulher muito gostosa. Baixinha, mas uma delícia.
Laura entrou no carro e não disse nada, apenas me beijou ardentemente. Foi um beijo longo e molhado. Enquanto me beijava massageava meu pau ainda dentro da calça. Eu já meti a mão em seus seios. Procurei sua bucetinha. Ela abriu as pernas para a minha investida e pude perceber como estava excitada. Sua calcinha estava ensopada, puxei de lado e meti dois dedos que entraram suavemente. Dedilhei seu clítoris alternando com enfiadas dos dedos dentro da sua grutinha molhada. A essa altura meu pau já estava para fora da calça e Laura o punhetava.
Paramos e sorrimos um para o outro. Combinamos de irmos a um motel próximo de onde estávamos. Ela me deu uma breve orientação e eu segui. Logo que comecei a dirigir ela já abaixou e abocanhou meu pau que de tão duro chegava a doer. Que boca suave. Que chupada gostosa. Que maestria. Como sabia chupar aquela mulher.
O motel era perto e em pouco mais de 5 minutos já estava na entrada. Ela deu uma pausa para entrarmos porém foi passar a portaria do motel e Laura já estava com seu novo brinquedinho na boca. Entrei com o carro na garagem do quarto e deixei-a brincar mais um pouco com o "junior". Mas parei logo ao pressentir que poderia gozar. Sai do carro e apertei o botão para fechar o portão. Assim que o fiz, ela foi me puxando para dentro do carro novamente. Laura me deu um beijo com sua boca quente, que ainda estava com o gosto do meu pau, e disse:
- Quero que me foda aqui. Enquanto falava já ia subindo no meu colo, ajeitando sua bucetinha para receber meu pau. Foi descendo lentamente enquanto olhava para mim e sorria. Quando entrou tudo ela parou e começou a me beijar. Enquanto me dava apaixonados beijos rebolava lentamente no meu pau. Podia sentir todo o seu calor. Sua excitação. Eu já estava louco como um lobo no cio. Enquanto a fodia dedilhava aquele cuzinho melado que seria meu em breve.
Então Laura levantou-se, virou-se e ficou de quatro apoiada no banco dianteiro do passageiro e ofereceu-me sua bucetinha e cuzinho para serem chupados. Não resisti e com metade do corpo para fora do carro me apoiei e comecei a degustar aquela iguaria. Que perfume gostoso tinha sua bundinha. Que maravilha era aquela visão. Foi então que chupando seu cú comecei a enfiar o dedo na sua bucetinha. Comecei com um e logo já estava com dois e depois três. Minha língua tentava fuder seu rabinho. Ela gemia de tesão. Tudo estava tão molhado e lubrificado. Tirei os dedos de sua buceta e comecei a introduzir dois de uma vez em seu cú que dilatava lentamente absorvendo-os para dentro. Ela respirava forte e gemia.
Após algumas estocadas com meus dedos Laura pediu que eu sentasse no banco. Puxei ele o máximo possível para trás e posicionei meu pau. Era um contorcionismo o que estávamos fazendo, mas o tesão valia a pena. Não acreditei quando ela segurando meu pau com as mãos mirou-o em seu buraquinho, que estava bem laceado pelos meus dedos, e começou a sentar. Foi descendo, descendo, descendo até que meu pau entrasse todo dentro da sua bunda. Chegou ao final, parou e começou a rebolar. Que loucura. Como podia aquilo. Que delícia.
Laura começou a subir e descer no meu pau. No começo foi lentamente, mas logo já estava com movimentos mais violentos. Meu pau entrava e saia fácil de seu rabinho lindo. O tesão era muito e eu não conseguiria segurar. A essa altura ela já tinha gozado umas duas vezes. Disse então:
- Vem meu macho! Goza na sua puta! Enche meu rabo de porra! Quero seu leite dentro de mim.
Não suportei suas palavras. Segurando sua cintura despejei todo o meu tesão dentro dela em jatos abundantes. Laura contraia seu cuzinho e gozava junto comigo.
Os movimentos foram diminuindo até que cessaram e ela sentou e apoiou suas costas em meu peito. Ficamos parados por alguns minutos. O tesão era tanto que o pau nem chegou a amolecer totalmente. Rapidamente ela levantou-se e me puxou para dentro do quarto. Chegando no quarto nos beijamos em pé. Eram beijos de puro desejo. Laura ajoelhou-se para conferir como estava meu pau e encontrou um falo já duro e pronto para a nova batalha. Chupou-o rapidamente e ainda de roupa virou-se, levantou sua saia, ajoelhou-se na cama ficando de quatro, empinou sua bunda e ordenou-me.
- Fode meu rabo assim! De quatro! Quero você dentro dele agora.
Como podia resistir aquelas ordens? Obedeci.
Em pé, puxei-a para ficar bem rente a cama, encostei a cabeça do pau e enfiei-o de uma só vez e com força. Sem dó! Ela gritou quando cheguei ao final. Não precisava parar para que ela se acostumasse com o volume pois seu rabo já estava bem acostumado.
Meus movimentos, orientado pelo tesão, eram brutos e violentos. Segurava sua cintura e enfiava o pau com fúria chamando-a de vadia, minha putinha, cachorra. Ela delirava, gritava come sua puta meu macho gostoso! Fode o rabo da sua putinha. Ela se masturbava e logo gozara. Percebi pelas suas contrações e pelos seus gritos. Pressentia que iria gozar e perguntei onde que ela queria que eu gozasse.
- Quero leitinho na boquinha! Me dá leitinho.
Tirei o pau de seu rabo e rapidamente posicionei-o na sua boca. Ela estava ajoelhada no chão com a boquinha aberta como passarinho esperando o alimento. Despejei toda o meu leite dentro de sua boca. Ela sorria enquanto recebia os jatos. Fazia questão que escorresse por sua face.
Depois tomamos um banho e ainda, após nos recompormos, fudemos mais uma vez. Lógico que experimentamos aquela posição. Como já havia gozado, pudemos curtir um bom tempo. Eu sentado numa cadeira e ela sentada com seu cú no meu pau. Ficamos assim uns 15 ou 20 minutos. Eram beijos apaixonados e o pau dentro da sua bunda. Gozei mais uma vez e Laura umas duas.
Foi sem dúvida uma deliciosa experiencia. Voltei para casa e ainda continuamos nos falamos pelo WhatsApp.


Autor desconhecido






segunda-feira, 22 de maio de 2017

SUBMISSA A ELE

Anderson mudou. Desde o dia em que me pegou com seu primo, se tornou mais violento. Confesso que estava muito mais excitante ver ele assim. Eu me tornei submissa a ele, ele manda, e eu obedeço.
Ultimamente, fazemos sexo com frequência, e a cada dia que passava, ficava mais violento, mais selvagem.
Nesse dia, ele tinha ido trabalhar e eu decidi passar a tarde fora, pois não trabalhava.
Coloquei um vestido preto, que realçava meus seios, e fui para o shopping. Andei um pouco, até parar em frente a um Sex Shop. Pensei por um tempo, e decidi entrar. Fui olhando algumas coisas e alguns brinquedos que apimentariam nossa noite, e acabei comprando três novos brinquedinhos.
Fui para casa e assim que cheguei, tomei um banho e arrumei nosso quarto de brincadeiras (sim, tínhamos um quarto só para sexo). Abri a sacola, e coloquei em cima da cama o chicote de couro que comprei, e as algemas. Tirei da sacola uma lingerie branca, quase transparente, e toda de renda. Coloquei a mesma, e fui até o closet. Peguei um salto fino e branco, que deixava minha bunda mais empinada. Eu estava parecendo uma verdadeira puta.
Ele chegou, e chamou meu nome. Pedi, com a voz ofegante, para que ele subisse e assim o fez. Ele me procurou em todos os quartos, e por ultimo, entrou nesse, e ficou paralisado. Eu estava deitada na cama, ao lado dos nossos novos brinquedos, com a calcinha puxada para o lado, e me masturbando.
Anderson rapidamente tirou sua gravata, a camisa social, seus sapatos e a calça, e veio na minha direção. Ele deitou por cima de mim e me beijou com vontade, de modo que nos fizesse perder rapidamente o ar. Ele parou o beijo assim que isso aconteceu, e olhou para o lado. Abriu um sorriso maldoso, pegou a algema e colocou em um dos meus pulsos.
Ele me levantou, e me levou em direção a pilastra que existe no centro do quarto. Em seguida, ele passou meus braços em volta da mesma e prendeu a algema no outro pulso, de modo com que eu ficasse presa a pilastra.
Vi o mesmo ir até a cama, e pegar o chicote. Ele veio na minha direção, e, sem falar nada, passou o chicote pela minha buceta, me fazendo dar um gemido alto. Ele foi dando chicotadas na minha bunda, alternando entre o lado esquerdo e o lado direito, dando exatamente 25 em cada lado.
Anderson puxou minha calcinha com força, rasgando a mesma, e se abaixou na altura da minha buceta. Ele se encaixou entre minhas pernas, fazendo eu colocar uma por cima de seu ombro. Eu senti o mesmo passando a língua pelo meu grelinho, e estremeci. Ele levou dois dedos para minha buceta e enfiou-os com força, tirando em seguida, e colocando os mesmos na altura da minha boca, que fiz questão de chupar enquanto olhava em seus olhos.
Anderson tirou as algemas do meu pulso, e me jogou na cama. Abaixou-se na altura da minha buceta e passou a língua na mesma lentamente. Voltou a enfiar os dois dedos na minha buceta, e começou a movimentar eles bem devagar, para me provocar. Ele levou a mão livre até um dos meus seios e foi massageando o biquinho do mesmo de leve. Ele começou a me chupar enquanto me fodia com seus dedos. Foi lentamente enfiando um terceiro dedo e me olhando nos olhos, arrancando um gemido ofegante de mim.
Eu puxei ele pra cama e fiquei por cima do mesmo, passei a mão no seu pau e apertei o mesmo com firmeza por cima da cueca, tirando-a em seguida e jogando a mesma pro lado. Desci beijando lentamente seu corpo, até chegar no seu pau. Passei minha língua lentamente na cabeça do seu pau, e desci por toda extensão, parando no seu saco, que rapidamente coloquei na boca e fui chupando-o. Deixei seu saco escorregar da minha boca, e subi pra cabecinha, colocando  na minha boca, e chupando-a lentamente, passando minha língua ao redor. Fui empurrando minha boca no seu pau lentamente, deixando o mesmo por inteiro na minha boca, e fui chupando ele com vontade. Anderson enrolou meus cabelos em sua mão e puxou os mesmos com força, me fazendo olhar em seus olhos.
Ele me chamou com seus dedos e eu tirei minha boca de seu pau. Subi em cima dele e fiquei roçando minha buceta no seu pau lentamente, enquanto mordia seu pescoço e dava leve chupões no mesmo, fazendo ele apertar com força minha cintura, deixando a marca de seus dedos.
Anderson virou, me fazendo deitar bruscamente na cama, e colocou a cabeça do seu pau na entrada da minha buceta. Fui sentindo ele roçar por toda extensão da minha buceta, me fazendo soltar um gemido baixo no seu ouvido
- Eu preciso que você me foda, agora.
- Pede com jeitinho, vadia
- Me fode, amor, fode a sua piranha, por favor!
Ele deu uma risada maliciosa ao me ouvir implorar, e enfiou seu pau com força na minha buceta, fazendo entrar até o talo, me arrancando um gemido alto.
- Isso sua vadia, geme pra todo mundo ouvir como você é uma verdadeira puta.
Eu levei minhas mãos até suas costas e fui arranhando com força a medida que ele ia forçando e movimentando seu pau dentro de mim. Fui ouvindo seus gemidos roucos no meu ouvido, e acabei gozando no seu pau rapidamente, soltando um gemido alto, quase um grito, e deixando o mesmo todo molhado e lubrificado.
Tirei ele de cima de mim e fiz ele se levantar. Me levantei e me apoiei na pilastra.
- Vem cá, amor, come meu cuzinho!
Vi o mesmo pegar novamente as algemas. Ele prendeu meus braços em volta da pilastra e pegou o chicote novamente, repetindo os movimentos e dando várias chicotadas em cada lado da minha bunda, deixando ela toda vermelha. Ele se encaixou atrás de mim e enfiou seu pau com força na minha buceta, deixando-o mais lubrificado, e em seguida foi roçando a cabeça pela entrada do meu cu.
Ele foi forçando seu pau lentamente, até a cabecinha entrar, e me arrancar um gemido alto. Anderson deixou só a cabecinha até eu me acostumar, e em seguida fez um rápido movimento que fez seu pau entrar por inteiro dentro de mim. Mordi meus lábios com força para reprimir a dor, e ele pareceu adorar me ver assim, pois começou a movimentar seu pau logo que eu mordi os lábios.
Anderson foi movimentando seu pau com força no meu cu, ao mesmo tempo que massageava meu grelinho e me fodia com seus dedos. Em poucos minutos, ouvi o mesmo soltar um gemido alto no meu ouvido, e senti sua porra enchendo meu cu, me fazendo gozar em seus dedos. Ele saiu de dentro de mim, chupou seus dedos lentamente na minha frente e foi indo em direção a porta.
- Vai me deixar aqui sozinha?
- Vou tomar um banho, e você fica aqui como uma boa cachorrinha, esperando o seu dono.
Haha, ele anda se saindo um belo filho da puta, não é mesmo? Mas é disso que eu gosto!

Autor desconhecido






DANDO A BUCETA NA BALADA


Olá leitores, pra quem não me conhece sou a Lu e tudo o que conto aconteceu de verdade. Nesse conto eu estava com a idade que tenho hoje 23 anos. Cabelos claros com luzes, pele branca, 68 quilos distribuídos em seis grandes com o biquinho marrom claro e bem durinhos, bunda não muito grande mas carnuda e redondinha, nesse dia estava com o meu vestido azul rodadinho favorito, ele é justo na cintura e fica rodadinho nas pontas, é bem curto, não estava de shortinho por baixo pois queria que todos vissem minha bunda em meu fio dental branco rendado enquanto eu dançava, usava uma sandália baixa e estava linda com uma maquiagem feita por mim mesma. Eu e minha melhor amiga Renata estávamos indo pra balada nos divertir, fica em Pinheiros, quando a gente chegou ficou na fila esperando abrir a portaria, na nossa frente tinha uns 5 meninos que tinham estudado juntos, eles estavam falando de profissão, de trabalho e muitas coisas cansativas, eu tentando fazer amizade falei "prazer meninos me chamo Lu e essa é minha amiga, a Re, estamos aqui pra nos divertir então vamos parar de falar de coisas chatas". Então a gente começou a conversar e eles estavam bebendo uma catuaba selvagem e nos ofereceram, lá esperando abrir a balada acabamos com a garrafa. Os meninos não eram bonitos mas tinha um que era um pouco e me chamou a atenção mesmo não fazendo meu tipo, ele era alto, cabelo escuro e enrolado, usava um boné pra trás, estava com uma camisa de botão, calça jeans e tênis. Minha amiga também gostou mas não como eu, ela ficou falando com um menino mais baixo e loiro (ela ama loiros) e eu estava lá olhando pras pessoas, vários estilos diferentes, meninas se beijando na fila e eu olhando ao redor e ele me olhando. A portaria abriu, eu e a Re entramos. Lá dentro os meninos nos chamaram pra ficar com eles e bebermos juntos. Então o menino alto começou a dançar, veio uma baranga pedindo pra beijar ele e eu vi e fui lá lasquei um beijo gostoso de língua na boca dele e disse pra ela que ele tinha dona e ela foi embora. Ele ficou surpreso e me disse "então você é minha dona?" E eu disse que sim e então ele falou "então vem me dar outro beijo" e eu respondi "a dona sou eu e eu beijo quando eu tiver vontade, aliás já disse que sou a Lu e você quem é", ele riu e logo respondeu "sou quem você quiser que eu seja, mas me chamo Júnior". Chamei a Re pra dançar e começamos a dançar juntas de uma maneira sexy, a gente colocava o dedo na boca e deixava os meninos babando nos olhando e todos os meninos ao redor olhando, e isso deixava os nossos acompanhantes um pouco incomodados kkkk mas a gente adorava causar.
A pista principal foi liberada e a gente subiu, tinha muita gente subindo ao mesmo tempo, o Júnior estava logo atrás de mim e eu sabia que dava pra ele ver uma parte dá minha bunda enquanto eu subia e quando eu olhava pra trás ele estava olhando e eu perguntei se ele estava gostando kkkk.
Começou a tocar música sertaneja, começamos a dançar de par e eu dancei com outro cara que nunca vi, depois tocou vários tipos de música eletrônica, adoro dançar esse tipo, eu me solto, eu já estava um pouco bêbada então ele veio tentar apostar mais em mim e eu deixei pois queria provocar ele bastante, estávamos segurando na cerca que separava a pista do camarote e comecei a dançar com a bunda empinada e ele via toda a minha bunda rebolando e veio me encoixar dançando comigo e eu deixei. Eu rebolava minha bunda naquele homem safado com uma cara de sem vergonha me comendo com os olhos e sentia o pau dele estralando e ele sussurrava no meu ouvido que estava amando dançar comigo e eu respondi falando que estava amando rebolar minha bunda no pau duro dele, ele me segurava  me deixando louca e eu mandei ele colocar a mão por dentro da minha calcinha e sentir que ele tinha me deixado molhadinha, e que aquilo significava que meu corpo estava louco pra se entregar pra ele. Então começou a tocar funk kkkkkkkkkk era tudo o que eu queria, eu e minha amiga fizemos trenzinho e dançávamos com a bunda empinada e rebolando pra seduzir os meninos, eu coloquei as mãos no chão e erguia a bunda lá em cima pra ele ter toda visão dá minha bunda e buceta junto escondida na calcinha. Estava tocando aquela música de funk "ô xanaina vem com a xaninhs vem vem" e fui perto dele outra vez e comecei a dançar loucamente com ele até que falei pra Re que já vinha, que ia ficar com o Júnior em outro lugar. Ele me deu a mão e me levou até um lugar bem looootado mal dava pra andar e então me apoiou na parece e a gente começou a se beijar, eu chupei o pescoço dele, e apertava o pau duro dele por cima dá calça falando que queria ser dele, ele louco eu louca com bebida na mente. Ele começou a meter os dedos na minha buceta falando "que xoxota gostosa quentinha bem molhadinha" e eu respondia "essa buceta quer ser comida pelo seu pau Júnior, me come aqui nessa balada na frente de todo mundo vai, come minha buceta" enquanto ele me beijava peguei no pau duro dele e comecei a bater uma punheta pra ele e gozei nos dedos dele e ele viu que não ia aguentar, grudou o corpo dele no meu e vio meus seios com o biquinho duro e ficou louco, disse que era uma delicia que que queria me foder, então eu abaixei minha calcinha discretamente que caiu no chão e ele pegou e colocou no bolso dele, levantei às pernas e senti o pau dele rassando no meio das minhas pernas ele como é um homem alto foi fácil chegar até minha buceta, ele começou a esfregar o pau dele na minha buceta e a balada estava toda escura só tinha luz de efeitos que nem passavam onde a gente estava e ninguém percebeu e nem nos via ali. Então depois de esfregar aquele pau enorme dele em mim senti entrar, doeu um pouco era enorme, sei lá não vi e nem medi mais foi um dos maiores que já tinha provado, entrou dentro de mim e eu sentia bem no fundo, eu estava com a cabeça apoiada nos ombros dele e eu gemia só pra ele ouvir igual uma puta e mandava ele meter com força "fode gostoso na minha buceta que vou gozar no seu caralho" "mete na sua putinha com seu pau gostoso vai que eu estou gozando" ele ficou louco metendo em mim, a cara dele era de um puto cachorro tarado no cio, adorei ver aquela cara e me exitava mais ainda. Então apoiei na parede e ele começou a me foder de costas e a gente disfarçava como se estivesse dançando funk, eu rebolando na piroca dele e ele segurando na minha cintura fodendo comigo me enchendo. Daquele jeito sentia o pau dele entrar bem mais fundo, cheguei em um orgasmo louco, não estava preocupada se alguém iria ouvir então gozei gemendo igual uma puta e ele ficou louco falando que ia gozar e meteu esperma na minha buceta, senti aquele gozo quente me possuindo com o pau enorme dele ainda dentro de mim e eu continuei rebolando até ele parar de gozar. Então ele terminou, eu já tinha deixado aquele macho gostoso satisfeito e ele fez o mesmo comigo. Lembro que depois ele me acompanhou e fomos juntos ao banheiro eu entrei no feminino e ele no masculino, me limpei de toda aquela porra que escorria nas minhas pernas.
Ao decorrer dá festa ficamos juntos dançando, nos beijando e a Re ficou com o menino cara de nerd kkkkk acho que ele nunca tinha pego um mulherão como ela.
Quando a gente foi embora no caminho do metrô eu contei a ela o que tinha acontecido e ela me disse que o máximo que fez foi bater uma punheta pró menino e ele um siririca para ela.
Espero que gostem.

Autor desconhecido

UM ESTRANHO FUDENDO MINHA ESPOSA


Olá meus amigos, o que vou contar é uma fantasia. Sempre quis ver e participar de uma putaria com minha mulher com outro. O que aconteceu foi o seguinte: Estávamos num barzinho eu e Vera (minha mulher) e nesta noite estávamos bem dispostos sexualmente. Beijávamos e abraçávamos como se fôssemos namorados. Vera usava um vestidinho bem leve sem sutiã e com as costas de fora. Notei que um homem de aproximadamente 50 anos, só, estava nos olhando. Aquela situação me deixou mais excitado ainda. Comentei com minha mulher e pedi que fosse ao banheiro e tirasse a calcinha, coisa que ela fez logo. Resolvi provocar aquele homem. Vera topou e começamos a nos amassar com mais vontade ainda. Estávamos num cantinho com meia luz, e enfiei a mão na bucetinha de minha mulher enquanto Vera pegava no meu pau. Pedi que Vera abrisse mais as pernas e olhasse pro homem, enquanto eu alisava seus peitos. Vera quase nua, seu vestido estava sumindo. O cara não acreditava e não tirava o olho. Notei que ele começou a alisar o pau, parecia que ia bater uma punheta. Olhei bem fixo pra ele e o chamei a nossa mesa. Ele veio, sentou-se ao lado de Vera e contou que ficou excitado de nos ver e que seu pau estava tão duro que estava quase gozando. Vera se recompôs na mesa e ficou em silencio. Perguntei se ele gostaria de passar a mão na bucetinha de minha mulher, ele aceitou de pronto. Pedi que Vera abrisse as pernas e sentisse o toque daquele estranho. Vera estremeceu com isso e tocou ele também. Vera segurava meu pau e do homem ao mesmo tempo. Saímos dali e fomos para o estacionamento. Estava vazio, fomos pro muro, coloquei Vera de costas e mandei que o homem a penetrasse. Foi rápido e super excitante. Aquele homem colocou a piroca na bucetinha de minha mulher, que rebolava em seu pau como uma verdadeira puta. Vera estava adorando aquele cacete todo enfiado. Logo o homem gozou e fomos embora. Somos um casal de 39 anos, casados a dez. Vera é uma mulher comum de 1,60 com 58 kg, clara e gostosa. Adoro fuder minha mulher.Temos outras fantasias que ainda iremos realizar e relatar aqui para vocês.

Autor desconhecido

FUI BEM PAGO PELA MINHA CUNHADA


Há uns quinze dias o meu concunhado Luiz pediu a minha ajuda para limpar o notebook dele que estava com vírus que ele não conseguia eliminar.
Fui até a casa dele e após fuçar no notebook por mais de uma hora cheguei à conclusão de que teríamos que formatar o equipamento.
Como ele pediu para não formatar naquele momento pois queria primeiro selecionar e salvar alguns arquivos, disse-lhe que não precisava pois eu salvaria tudo mas ele insistiu, fiquei de voltar outro dia para formatar.
Ele me liga dias depois e pergunta se eu poderia ir formatar. Fui lá e ele não estava, apenas a minha cunhada estava em casa. Ela me mandou entrar e me entregou o notebook com as recomendações do marido dela.
Fiquei na sala formatando e conversando com ela. Formatei e reinstalei o que ele tinha pedido. Acabado o serviço juntei as minhas coisas para ir embora e a minha cunhada disse que o Luiz tinha deixado o dinheiro para me pagar.
Falei que não precisava e ela insistiu, então olhando bem para ela disse-lhe que preferia outro tipo de pagamento.
Ela rindo disse que tinha certeza que eu ia querer outra coisa no lugar do dinheiro. Ela se ajoelhou na minha frente e tirou o meu pau pra fora, me pagou um boquete de primeira como só ela sabe fazer.
Começou já enfiando ele todo na boca deixando-o bem duro e depois passando a boquinha por toda e extensão dele e colocando o saco na boca. Ela chupava com maestria. Enfiava ele quase todo na boca e sugava fazendo com que eu gemesse de tesão.
Ela colocava a cabeça na boca e ficava brincando com a língua em volta dela e depois sugava querendo tirar leite que ainda não estava pronto.
Quando ela enfiava ele todo na boca ela abraçava a minha bunda me puxando para ela fazendo-me entrar o máximo possível na gulosa boca dela.
Ela sugava cada pedacinho do meu pau, desde a base até a cabeça e de todos os lados e quando voltava para a cabeça passava a língua por toda ela e enfiava na boca de novo engolindo tudo que podia.
Levantei-a e beijei-a e ela me pediu para chupar o cu dela pois só ia querer lá.
Coloquei-a de quatro no sofá, levantei a saia dela e a safada já estava sem calcinha, mergulhei naquela bunda linda e deliciosa, mordendo, lambendo, beijando. Comecei a passar a língua em volta da entrada traseira e ela rebolava pedindo minha língua mais e mais.
Eu passava a língua em volta do cu e enfiava a ponta da língua nele. Ela gemia de tesão dizendo estar muito gostoso.
Deixei bem molhado e enfiei dois dedos dentro dele e ela rebolava na minha mão pedindo para eu enfiar todo o dedo.
Eu mexia com os dois dedos dentro dela molhando-os de vez em quando e com a outra mão me masturbava preparando meu pau para entrar naquele cu delicioso.
Tirei os dois dedos e coloquei a cabeça do pau na porta do cu dela e fui fazendo pressão e o pau foi entrando pois o cu estava bem molhado e laceado.
Passando a cabeça empurrei tudo para dentro arrancando dela um gritinho de surpresa e talvez um pouquinho de dor. Agarrei-me ao corpo dela e fiquei com ele imóvel dentro dela.
Aos poucos ela começou a mexer a bunda e eu a tirar e colocar bem lentamente. Ela gemia de tesão e eu estava nas nuvens com o meu pau todo dentro daquele cu delicioso.
Comecei a acelerar os movimentos e ela rebolava com cada vez mais vontade e tesão. Eu socava com vontade sentindo o cu dela morder o meu pau, não aguentei muito mais e avisei que ia gozar e ele mandou eu gozar dentro que ela queria sentir todo o meu leite escorrer de dentro dela.
Gozei e gozei muito dentro dela. Depois fiquei com o pau atolado dentro dela e esperando ele amolecer e sair expulso pelo cu dela.
Ele saiu de dentro dela e ela puxou a saia e deixou todo o leite escorrer de dentro dela caindo na saia.
Fomos ao banheiro e ela limpou o meu pau e me deu um beijo gostoso perguntando se estava bem pago.


Autor desconhecido

FUI ASSISTIR FILME E FUI FUDIDA !



Me chamo Izzis, tenho 20 anos, moro no estado do MT. Eu não tenho o corpo tão sonhado igual muitos imaginam, Sou magra 49 kg, 1,68 de altura, seios e bumbum médios, loira, olho castanho claro, Faço academia mas não sou musculosa (kkk).
Sem mais delongas! Vamos aos fatos!
Gosto de ir na academia as vezes, e em uma dessas idas, flertei um cara lindo musculoso, grisalho, mais ou menos 1,70 de altura, o nome dele é Jhonny, já havia visto ele no Facebook, confesso que era meu crush, mas nunca tive ilusão por ele, pois achava que nunca me enchergaria.
Um belo dia está eu navegando no feed, (facebook), quando me deparei com uma foto do mesmo, confesso que quase tive um infarto, me deu tesão só de ver a foto, ai pensei, vou reagir, coloquei um "Uau" na selfie dele, foi dito e feito, deu nem 10 minutos ele me mandou um "oi" no chat.
Já pensei logo, opa fisguei! Haha
Batemos um papo legal, e ele pediu pra mim add ele no whats, adicionei, mas não enviei msg, mas ele visualizava meu status, e sempre comentava algo.
Nesse dia fui dormi imaginando, como seria transar com ele, pois o danado é lindo de mais, e eu ficava toda excitada quando me lembrava das fotos dele!
Acabei que dei um tempo dele.
Sai com minha amiga em um final de semana, era em um sábado, em plena 22h ele me manda um oi, e pergunta o que eu estou fazendo, eu disse que estava dando um rolê, ele perguntou se eu queria ir em sua casa assistir um filme com ele, falou até que eu poderia levar minha amiga junto, mas ela é medrosa e disse que sempre quando alguém chama pra assistir filme, é porque quer sexo, com certeza!
Ele disse que estava um tédio ficar sozinho em casa, logo imaginei, o que um cara lindo e gostosão desse estaria fazendo em pleno sábado a noite sozinho em casa, já fiquei pensativa, e imaginando aqueles testes de fidelidade do João Cleber, sim eu realmente estava achando que era um trote, mas deixei pra lá.
Quando foi na segunda feira, exatamente as 22h ele mandou mensagem, fazendo o mesmo convite, eu estava em casa sem fazer nada, e pensei; á porque não? Disse pra ele que o avisaria quando eu estivesse pronta, mandei a localização, e em 15 min ele chegou, meu coração foi a mil, minha calcinha molhou na hora, pqp, o cara é muito gostoso.
Entrei em seu carro, cumprimentei com um beijo no rosto, e seguimos para sua casa, no meio do caminho ele me fez algumas perguntas e disse que eu estava muito tímida, passou a mão nas minhas pernas, e eu quase soltei um gemido.
Finalmente chegamos, já me levou direto para o quarto, a TV estava ligada, ele deitou na cama e mandou eu deitar do seu lado, coloquei a cabeça no ombro dele e começamos assistir, ele me fez cafuné, meio estranho eu achei, mas beleza. Ele pegou na minha mão e levou para dentro do short dele, eu extremessi, peguei naquele pau gostoso que por sinal já estava quase explodindo de tão duro, fiquei passando a mão e fazendo movimentos circulares, pegava nas bolas dele, e ele gemia baixinho, eu não acreditava que estava fazendo aquilo, eu sentei na cama e comecei a chupar ele, mas chupar com vontade, pois estava saciando meu desejo, engolia aquele mastro enorme, com tanta vontade, que comecei a chupar e fazer movimentos com as duas mãos, ele urruva de tesão, chupei as bolas dele, uma por uma, ele já não se aguentava mais, quando colocou minha calcinha para o lado e alisou minha minha bucetinha molhada, começou a brincar com meu clitóris com o polegar e com o dedo indicador ele penetrava minha buceta, estava tão gostoso e excitante, que eu gemia, e aí que ele gostava, quando vi ele já estava enfiando dois dedos, eu soltava aqueles gemidos e chamava ele de gostoso, foi ai que ele me pegou de jeito, puxou minhas pernas tirou minha calcinha, e meteu a língua com vontade, eu já estava pingando de tesão.
Ele me sugava, apertava meus seios, e me chingava de safada, eu estava adorando tudo aquilo, derrepente ele enfiou o mastro dele que media mais ou menos uns 20 cm, todinho na minha bucetinha, com muita força, eu greitei, não de dor, mas de tesão, cada estocada era um grito, ele empurrava com tanta força, que eu estava tremendo.
Ele me levantou me jogou na cama de bruços e enfiou com tudo de novo, ele estava doido, estocava forte, eu segurava no lençol e mordia o travesseiro, ele puxava meu cabelo para traz, e batia na minha bunda, me chamava de safada, puta, gostosa, e eu pedia mais, estou excitada só de lembrar.
Ele me chamou de cachorra insaciável, me colocou de quatro, e colocou o pau na portinha do meu cuzinho, eu fiquei assustada e com medo, pois não era acostumada a fazer anal, ele foi empurrando devagar, segurou meus braços, fiquei imóvel, estava quase tudo dentro, ele deu uma estocada que eu urrei, e para minha surpresa, não era de dor que eu urrava, eu estava adorando aquilo tudo, quando ele percebeu que eu estava com muito tesão, ele começou a estocar uma atrás da outra, me deixando sem fôlego, ele enfiou 3 dedos na minha bucetinha, enquanto cominha minha bundinha, eu me contorcia, tremia, estava no ápice, eu gemia tão alto, nunca gemi tanto na minha vida, tive orgasmos múltiplos naquela noite, estava extremamente sem forças e ele lá estocando com tanta vontade, um verdadeiro macho alpha, ele anúnciou que iria gozar, gemi muuitooo, e pedi pra ele gozar dentro do meu cuzinho, na hora ele urrou muito e colocou o dedo dentro da minha boca, puxando para trás, com a outra mão puxando meu cabelo, senti o jato quente dentro do meu buraquinho, saiu tanta porra de lá, ele enfiou o dedo dentro do meu cuzinho e colocava na minha boca, eu lambia o dedo dele todinho, com o dedo dele na minha boca, ele sorriu pra mim me chamou de minha putinha e chupou meus peitos, ele sugava com tanta força que estava doendo, ele mamou muito, que os bicos do meus seios ficaram inchados e doloridos.
Ele levantou, foi tomar banho, e voltou, olhou nos meus olhos, pegou na minha nuca, puxou meu cabelo e perguntou, com uma voz bem safada; Vai vir aqui de novo né,?
Eu logo respondi; Da próxima a gente assisti o filme, ou não!
Essa é uma história Real, e aconteceu comigo!
Espero que tenham gostado.
Se rolar de novo com o boy gostoso, eu venho contar para vocês!

Autor desconhecido

ENTREI NA ONDA, E FUI COMIDA POR DOIS




Olá me chamo Isabella, tenho 18 anos, sou mulata, cabelos cacheados, tenho 1,67 de altura, 53kg, bunda grande, seios médios, tudo o que um homem precisa para ficar doido. Vou contar um fato que aconteceu comigo!
Sempre fui uma menina que na frente dos pais era um anjo, e por trás uma diabinha. Mas só perdi minha virgindade aos 17 anos com meu namorado Gabriel, um namoro escondido, ele era Gerente do tráfico de onde eu morava e eu a certinha dos papais que nao podia nem andar sozinha, então já viu o por que era escondido rs.
Gabriel tinha um irmão, o João, ahhhhh João.
A gente sempre ia pra escola junto, pois eu não podia andar sozinha haha, imagina, a filha de um dono de um bar, andando sozinha por aí rs.
Ele era meu amigo além de cunhado, eu contava tudo pra ele, ele sempre me apoiou. Por mais que eu tivesse uma vida tranquila para os outros, dentro de casa ninguém imaginava o inferno que era. Meus pais se agrediam muito, comigo não havia agressão, apenas humilhação e ofensas. Mas nada disso me fazia deixar se de ser quem sou.
Num domingo frio, aconteceu o que era rotina, meu pai bateu em minha mãe, mas dessa vez no bar, onde todos viram. E eu em casa dormindo, pois meus pais eram dono de um bar, que era do lado da minha casa. Então, não tinha como eu ver. Fui avisada no dia seguinte, depois de ver minha mãe na cama com dores. Fiquei acabada, fui para escola chorando, João já sabendo, apenas me abraçou e perguntou se eu queria matar aula para conversar na casa dele e do meu namorado. Eu nunca matei aula, pois tinha medo de minha mãe me bater (ameaçava muito). Mas fui, estava cheia de tudo e fui, afinal iria ver meu namorado.
Quando cheguei, Gabriel tinha ido trabalhar, pois trabalhava de manhã e fazia merda a noite.
Então só estava João e Eu. A gente sentou no sofá, chorei muito, estava com muito sono, Então deitei no colo dele e ele fez um cafuné muito gostoso, e acabei dormindo.
Eu acordei com um cheiro de Mato seco queimado, que só quando abri o olho vi que era maconha. João era traficante também e estava bolando os baseados para vender.
Ele fumando, eu pela primeira vez traguei uma maconha, e gostei. Sem me ligar, estava no 6 baseado, e na onda, rindo atoa, queria tomar um banho. E fui rs.
Mas ai, eu esqueci a toalha ...
Gritei João, ele veio correndo, e trouxe, porém na hora que ele trouxe a toalha, o sabonete caiu atrás de mim, na hora que ele entrou eu estava com bunda pra cima e com toda a buceta a amostra, tomei um susto, mas comecei a rir (bendito boldo) . Ele riu, fingiu que não viu e foi fazer comida..
Eu peguei uma camisa dele e coloquei, fiquei sem calcinha pois tinha lavado a minha e oppps rs.
Deitei no sofá e como de costume de perna aberta.
Quando João entrou na sala e viu que eu estava deitada, com uma camisa branca e com toda a buceta aberta pra ele, ele olhou com uma cara que eu já tinha gozado com aquele olhar. Então ele veio, sentou e nos beijamos, quanto mais eu puxava ele mas ele enfiava os 3 dedos dele em mim, e eu beijando e gemendo baixinho, ele então tirou minha blusa e falou:
- Tá com isso porque ainda?
Eu ri e falei:
- apenas esperando você tirar o que falta.
Ahhhh meu Deus, por que eu disse isso? Quando ele tirou aquela cueca samba canção e eu vi o tamanho da piroca dele, Eu me arrependi por todos os pecados que eu cometi na vida .. Como assim a rola dele é maior que a do irmão?
Eu apenas olhei, e ele empurrou minha cabeça naquele piru gordo e enorme. Cada chupada ela o pau dele latejando em mim, cada lambida uma excitação a mais. Ele me pegou e colocou na parede e encaixou ali mesmo, aaaaaaaaahhhhhhhh
Esse foi o gemido dado!
Ele metia, metia, metia, metia e eu gemendo alto com medo de alguém vir, e ele fala:
- Quero ouvir você gemer sua cachorra
E eu gemia mais e mais
Ele me botou na cama, de 4, falou pra eu empinar pra ele , se não ele ia me castigar
Eu sou curiosa e preferi o castigo rs.
Então veio ele, com um chicote e um vibrador.
Cada chicotada ela uma botada dos dois pintos dentro de uma buceta, eu tremia de tanto prazer, até ouvir a voz do Gabriel.
Meu Deus, meu coração e toda onda parou na hora que ele falou:
- Isabella está gemendo por que porra?
Então ele entrou e me viu de quatro e toda arregaçada.
Ele então perguntou, cabe mais um?
Eu soltei um sorriso tão grande que acho que nunca ri assim na vida até hoje.
Então os dois irmãos pretos, pirocudos e malhados metiam em mim, e eu já estava doida pra mais um, até que meu telefone toca: Meu pai me perguntando se já havia acabado a aula rs
Pois não tinha me dado conta que já eram 14h da tarde.
Então quando desliguei, os dois deram uma última socada, que eu senti meu útero chorar, e eu gozar.
Eles me deram banho, me arrumaram e me levaram pra escola antes que meu pai chegasse!
O pior dia se transformou no meu primeiro orgasmo...


Autor desconhecido

NO BARZINHO




História com minha esposa atual e aconteceu faz pouco tempo.
Recentemente fui com minha esposa num bar, faz tempo que nao saíamos para beber uma cervejinha, o bar era chique, bom atendimento, boa clientela, ela estava com uma saia curta uma blusa bonita, sentamos e pedimos nossa cerveja favorita, uma costelinha, ela deu uma geral no bar eu como sempre fiquei olhando para ela, (super ciumenta), mas ela pode tudo, passa uma meia hora ela começa:
- Tem um cara que nao tira o olho, ele está numa mesa com um casal, tem hora que falam com ele mas nem disfarçar que olha para mim.
Minha esposa estava de frente para as mesas e tinha uma TV em cima dela, eu de costa para todos como sempre e de frente para a TV. Discretamente dei uma olhada no dito cujo e ele disfarçava olhando para a TV.
- Haaaa ele está é olhando para a TV e você achando que é para você o olhar. Disse isso provocando ela.
- Que sem vergonha agora fica olhando para mim e passa a língua na boca como que me chamando de deliciosa.
Passa uma meia hora ele fica sozinho na mesa, o casal que estava com ele, foram embora.
Fiquei quieto so vendo minha princesa curtir sua paquera, ela irradia felicidade quando tem alguém tentando conquista-la. Eu olhava e ele desviava o olho para a TV, depois de umas duas horas ja estava de saco cheio de tanto ela falar (so tinha ele como potencial comedor no bar naquela hora) resolvi ir no banheiro para ver se ele tomava uma atitude, demorei e quando voltei nada, ela disse que parecia que ele iria tomar uma atitude tal a quantidade de gestos que ele fazia para ela, mas nada, então eu disse:
- Vou lá convidá-lo para sentar na nossa mesa e conversar conosco sem compromisso o que voce acha ?
- Não sei, eu nao tenho coragem de chamar ele para sentar aqui.
- Mas voce quer que eu va la chamá-lo ?
- Hummmm sim.
Me levantei fui até a mesa dele e disse :
--- Quer sentar na nossa mesa para conversar conosco ?
- Não de jeito nenhum . Disse isso tremendo de medo ou algo parecido, tinha o pavor na voz dele.
Fui saindo e voltei :
- Somos um casal liberal e gostamos de fazer amizades sem necessidade de ter que acontecer alguma coisa. Mas ele continuou morrendo de medo na defensiva e voltei para minha esposa.
- Agora ele nem olha mais para cá, o que voce disse para ele ?
- Que gostaríamos que ele sentasse na nossa mesa para conversar conosco e ele disse que nao. Morreu assunto. O sem vergonha olha o tempo todo para você, e quando eu chamo ele para vir conversar contigo ele faz de conta que nao quer! E scondido ele topa, na minha frente não? Esse é muito fraquinho, não merece a sua companhia. Ela ficou triste, mas depois ele voltou a olhar bem discreto para ela, e terminamos de comer a costelinha e fomos embora. Passamos pela mesa dele ela deu um tchauzinho eu nem olhei para a cara dele, típico empata foda, a gente querendo a felicidade da esposa e o outro "machao" enquanto nao estou olhando, fazendo de conta que é o tal. Pensa o tanto que é difícil, sair da sua mesa, ir na outra, fazer o convite para o cara sentar na nossa mesa, nao é fácil, se o cara não ficasse olhando, mexendo eu nao iria lá nunca, e quando a gente cria coragem o cara brocha, é foda, muito foda.

PRIMEIRA VEZ COM MEU CHEFE



Olá meus queridos venho mais uma vez aqui contar outra aventura vivida por mim.
Como coloquei em um conto anterior,eu havia mudado de empresa e como é uma empresa de médio porte eu dei a infelicidade(ou felicidade, não sei) de ficar justamente no setor em que o dono da empresa ficava, fui trabalhar praticamente ao lado dele. Daniel era seu nome um homem na faixa de 40 anos, alto, moreno claro, cabelos claros, forte e muito bonito. Claro que todas as garotas e mulheres da empresa olhavam muito para ele e faziam alguns comentários maliciosos eu não era diferente delas, porém nunca me passou pela cabeça ter nada com ele, até pela diferença de classe social. Porém apesar de Daniel ser dono e por consequência ter uma vida financeira ótima, ele não era nada do que muitos imaginavam, no dia a dia ele era um chefe, chamava a atenção quando precisava e elogiava também quando tudo ia bem, além de ser muito educado. Certo dia havíamos saído para um barzinho, eu e algumas das colegas da empresa e papo vai papo vem, uma delas a Rafaela que era praticamente um braço direito de Daniel, me confidenciou que ele vivia fazendo perguntas sobre mim a ela, eu até estranhei pois muitos da empresa achavam que eles tinham um caso, ela me falou que eles chegaram a sair algumas vezes, mas que ela só tinha feito isso no passado pois seu casamento não ia bem e que agora ela estava em uma fase muito boa em seu casamento. Aquilo que Rafaela me falou me deixou intrigada porém com um certo tesão também, pois muitas sonhavam em de repente transar com Daniel. Comecei a prestar mais atenção em Daniel no dia a dia e comecei me arrumar mais sexy, com blusinhas mais decotadas, calças mais apertadas e percebi que ele olhava bastante pra mim, isso foi me deixando muito excitada, mas como disse não imaginei que aconteceria algo entre nós.
Algumas semanas depois que Rafaela havia me dito aquilo, nós nos reuniríamos na sexta feira em um barzinho para comemorar o aniversário de uma colega nossa a Bete, para minha surpresa durante o dia Daniel me perguntou se ei iria, respondi que sim e ele com tom brincalhão falou que nós nem o chamávamos, dei um sorriso meio sem graça e disse que não sabia que ele se misturava com a gentalha, rimos bastante e ele disse que ali ele era chefe, mas que na rua ele era como qualquer um de nós. Então ele perguntou se poderia ir, falei que claro, até porque o barzinho era público. Ele então com ar safado me disse que estava solteiro naquela noite pois a noiva dele não viria para a capital tendo em vista que ela mora e estuda no interior de São Paulo. Voltei a fazer meus trabalhos normalmente, mas aquela conversa não me saia da cabeça, comecei a imaginar algumas situações com Daniel e minha bucetinha ficou molhadinha. Quando deu o horário do expediente eu disse as minhas colegas que iria em casa antes tomar um banho e trocar de roupa, pois onde trabalho não é muito longe de minha casa. Passei em casa tomei um banho, coloquei uma calcinha branca bem pequena, um vestidinho florido e sandalinha de salto. Quando cheguei no barzinho não passava pela cabeça aprontar nada, até porque já fui na intensão de voltar cedo pois meu noivo chegaria por volta das 11 horas em casa da faculdade. O pessoal já estava todo reunido, bebendo, conversando, alguns já paquerando, então notei Daniel sentado conversando com dois rapazes e bebendo chopp, fiquei na minha conversando com algumas amigas, quando passei para ir ao banheiro ele me chamou e disse: - Nossa Carol como você está linda!! Fiquei um pouco acanhada mas agradeci. Quando voltei os rapazes já não estavam perto de Daniel e ele então me convidou para sentar ao seu lado, perguntou o que eu estava bebendo no que eu disse caipirinha de vodca, então ele pediu mais uma pra mim e outro chopp para ele. Ficamos conversando numa boa sem falarmos nada de mais um ao outro. Nisso meu noivo me ligou perguntando se eu me importaria dele ficar com alguns colegas tomando umas cervejas depois da faculdade, falei que não e ele perguntou se eu queria que ele me buscasse, disse que não precisava que eu dava um jeito de ir embora com alguma colega. Quando desliguei Daniel deu um sorriso e perguntou se eu aceitava uma carona dele, olhei com um olhar de safada para ele e disse que aceitava sim. Continuamos conversando, mas Daniel já um pouco mais solto começou a falar coisas sobre mim, me dizendo que me achava muito bonita e muito nova para se enroscar assim tão cedo e não tirava os olhos de minhas pernas, minha bucetinha já começou a ficar molhada imaginando coisas. Por volta de 10 horas e 5 caipirinhas depois resolvi ir embora, no que Daniel disse que a carona estava de pé, falei que não precisava que ele podia se divertir mais com o pessoal, então ele me respondeu: - Existe muitas formas de se divertir além de ficar aqui bebendo. Então ele pagou a minha parte e a dele na conta e saímos, claro que os olhares dos curiosos e fofoqueiros foram inevitáveis, porém nem liguei. Assim que viramos a primeira rua depois do barzinho, Daniel parou o carro e sem nem nada dizer, me pegou pelos cabelos e me deu um delicioso beijo, não tive nem reação, mas adorei. Então ele me olhou bem safado e me perguntou: - Você quer realmente ir para casa? Então respondi que naquele momento iria aonde ele quisesse. Então saímos e ele entrou no primeiro motel que achou mais legal. Mal entramos e ele sem perder tempo, já foi me beijando, me alisando toda, dizendo que fazia tempo que queria fazer aquilo. Me entreguei ao momento e nem pensei em mais nada. Daniel me colocou na beira da cama e enquanto me beijava me despia toda, quando eu já estava toda nua ele caiu de boca em minha bucetinha que já escorria de tesão, me chupava com maestria passando a língua em volta de minha buceta, chupando o clitóris com força, ao mesmo tempo em que alisava meu corpo todo, não me aguentei e gozei gritando. Então ele se sentou na beira da cama e quando tirou sua rola para fora me espantei não pelo tamanho, mas sim pela grossura, pois o tamanho é normal cerca de 18cm, mas muito grossa. Não pensei duas vezes, caí de boca naquela rola deliciosa, comecei a chupar com vontade arrancando gemidos de prazer dele, passava a língua na cabeça, engolia ela quase toda, alisava suas bolas. Daniel gemia e dizia que estava amando que eu era do jeito que ele sonhara. Após alguns minutos chupando-o, ele colocou uma camisinha e me colocando na posição papai e mamãe, foi enfiando aquela rola grossa em minha bucetinha que foi se abrindo com uma certa dificuldade para agasalhar aquilo tudo. Quando sua rola estava toda dentro, ele começou a socar primeiro de leve em mim e me beijando. Aos poucos foi aumentando o ritmo e socando cada vez mais forte, eu gemia, gritava, pedia mais e mais, então ele me colocou de quatro e sem dó começou a me foder mais forte que chegava a ouvir o barulho de nossos corpos se encontrando, nisso ele me deu um tapinha na bunda, eu dei um gemido e pedi mais, ele deu outro eu pedi mais, ele então começou a puxar meu cabelos, dar tapas mais fortes em minha bunda, me chamando de vadia, de putinha, eu indo a loucura, não aguentei e soltei um berro rouco e gozei de novo. Daniel continuou metendo, mas mais devagar, então falei a ele: Fode meu cu seu safado. Ele me olhou com espanto, no que eu disse: Está esperando o que?. Ele então não pensou mais, foi passando o dedo de leve nele, levando meus líquidos da buceta até o cuzinho e quando viu que estava meladinho começou a empurrar, quando estava quase todo dentro começou a socar forte, eu gemia, pedia mais e mais, ele sem acreditar naquilo tudo, me chamava de cadela, puta, eu dizendo que era sim, a cadelinha do chefe, ele puxando meus cabelos, dando tapas em minha bunda e socando muito gostoso. Quando Daniel não aguentava mais, tirou o pau do meu cu, arrancou a camisinha e vindo na minha frente gozou toda sua porra em meu rosto, era uma porra grossa e farta, que melou todo meu rosto, então ele começou a bater a rola melada em meu rosto. Caímos exaustos na cama e em silêncio. Quando nos recuperamos fomos tomar banho, e Daniel agradeceu pela ótima transa, eu disse que quem agradecia era eu. Ele então me disse que iria adorar se não rolasse só aquela vez, pois tinha adorado meter comigo, pois eu era uma verdadeira putinha e que ele não comia um cuzinho fazia quase um ano, pois sua noiva nunca liberava, eu então disse que com uma rola grossa daquelas não são todas que deixariam mesmo, rimos bastante. Infelizmente já estava dando quase meia noite e eu precisava ir embora. Daniel então me levou até perto de minha casa, mas antes de descer ainda nos beijamos muito e eu fiquei muito excitada de novo, a ponto de esperar meu noivo chegar para me comer de novo, e eu gozar demais pensando naquela foda fenomenal que tinha dado. Sorte que ele me comeu no escuro pois minha bucetinha estava toda vermelha de tanto levar rola e minha bunda toda marcada dos tapas de Daniel.
A partir desse dia virei sua verdadeira vadia e putinha mesmo, sempre que podemos estamos transando, inclusive realizando fantasias juntos que eu contarei posteriormente.

Autor desconhecido

sábado, 20 de maio de 2017

JAPINHA TRAINDO O NAMORADO


Meu nome é Mika, tenho 18 aninhos e sou japonesa morando no Brasil fazem alguns anos. Tenho aquelas feições bem asiáticas já que não sou mestiça, por isso bem baixinha e de cabelos pretos. Apesar disso sou bem diferente de outras meninas japonesas, tenho seios bem grandes e um bumbum redondinho.
Ainda moro com meus pais, mas sempre acabo dormindo na casa de meu namorado nos fins de semana, já estamos junto fazem 2 anos. Certa vez que dormi na casa dele, ele estava esperando visita logo de manhã de um amigo dele pois tinham algum compromisso, então tive que acordar cedinho pra ajudar ele a recebe-lo.
Não estando acostumada a acordar tão cedo me enrolei ao máximo para levantar e quando vi já era hora, o amigo chegou e tive que ír correndo lá ajudar meu namorado com o café-da-manhã.
Sem me importar fui com a camisola que dormi mesmo, branca, não era transparente, mas dava pra notar os biquinhos dos meus seios e com um shortinho preto.
No momento que o amigo do meu namorado colocou os olhos em mim, percebi que se interessou. Talvez na hora pensei que ainda tava na cama dormindo mas comecei a pensar besteira. Sentamos a mesa para comer.
Levantei para servir os dois. Parei ao lado do amigo do meu namorado em pé para servir suco para ele, me agachando e inclinando um pouco para deixar meu decote bem aparente. Perguntei a ele se já tinha servido o suficiente, ele olhou para o lado para responder e esbarrou o nariz nos meus seios.
Sentei na mesa ao lado do meu namorado e o amigo dele sentou na nossa frente, fiquei encarando ele enquanto conversavam. Descasquei uma banana e discretamente comecei a chupar ela ao invés de comer e ele me observando.
Fomos para a sala, novamente sentei ao lado de meu namorado e seu amigo se sentou numa poltrona quase de frente para nós. Resolvi ser mais ousada.
Aproveitando estar sem sutiã, coloquei as alças da camisola de lado e deixei meus seios de fora, comecei a aperta-los e massagear os biquinhos, chupando meu dedo.
Eu os interrompi e deixei bem claro que estaria voltando para a cama dormir mais. Já na cama meu namorado entrou no quarto e foi para o banheiro da suíte tomar um banho para sair, e logo chegou o seu amigo como eu esperava.
Ele se aproximou da cama e eu me descobri do edredon, mostrando que eu estava completamente nua, ele ficou lá olhando meu corpinho, até eu abrir minhas pernas e fazer sinal com meu dedo para ele vir.
Puxei ele pela calça pra perto de mim e abri o zíper tirando o pau dele pra fora, era enorme como eu esperava, bem maior que do meu namorado, e já estava duro.
Eu disse pra ele: "Precisamos ser rápidos" e comecei a chupar aquele pau. Estava uma delícia, já fazia tempo que eu não chupava alguém além do meu namorado.
Tentei ser o mais breve possível mas ainda fazendo o serviço completo, chupando até a garganta, lambendo a cabecinha e batendo ele no meu rosto com força.
Ele apenas observou, até eu dizer: "Não vai tocar os meus peitos?" e então ele encheu as duas mãos com meus seios e começou a aperta-los. Pra não passar em branco eu esfreguei o pau dele nos meus peitos.
Falei pra ele: "Fode minha buceta por favor". Ele veio para entre minhas pernas pra fazermos um papai-mamãe, fiquei esperando nervosa, enquanto aquela rola entrava toda em mim, com medo de machucar. Não tínhamos pensado em camisinha então eu só fui sentindo a pele do pau dele em contato com minha parte mais íntima.
Logo ele me abraçou e começar a meter em mim cada vez mais forte, quase não resistia pra gemer baixinho, já imaginando se seria diferente transar com meu namorado depois te ter um pau tão maior dentro da minha xaninha.
Olhando nos meus olhos ele disse: "Eu nunca beijei uma japonesa", provavelmente achou que seria ír longe demais beijar a namorada do amigo que nem considerou estar comendo a namorada dele.
Eu sorri, e comecei a beijar ele como se estivesse beijando meu namorado enquanto ele continuava socando o pau em mim, deixando minha xota arregaçada.
Ele não havia parado de me beijar desde então, até ouvirmos meu namorado me chamar, perguntando se eu estava acordada. Congelei no momento. Ele deu uma diminuida na velocidade de meter em mim mas não parou.
Fiquei desesperada naquela hora como se o mundo tivesse congelado por alguns segundos, assim que me recompus, olhei na cara dele e falei: "Goza logo em mim".
Sem reação e perguntando se deveria gozar dentro ou não, eu mesma agarrei as costas quase arranhando e cruzei minhas pernas em volta dele meio puxando ele, forçando a terminar comigo e deixando a porra dentro de mim.
Ele começou a gozar, jogando todo aquele leitinho na minha buceta, eu dei um gemido bem alto de satisfação. Levou um tempinho até ír tudo. Ele tirou o pau de dentro e eu senti escorrer a porra da minha xota.
Contemplei um pouco aquele momento de pura satisfação, tanto para mim quanto para ele. Parece que o amigo do meu namorado acabava de se tornar meu amiguinho também, ou ao menos amigo da minha buceta.
Eu queria que aquele momento durasse para sempre, tudo o que se passava na minha cabeça enquanto um praticamente estranho estava entre minhas pernas e havia acabado de dar pra ele. Eu queria tudo isso novamente.
Passei meu dedo na minha xaninha, sentindo toda aquela porra que ele deixou lá dentro. Tentei empurrar ela mais pra dentro de mim e peguei um pouco com meu dedo. Levei aquele leitinho direto pra minha boca pra sentir o gosto, foi a melhor coisa do mundo.
Encarei-o por um segundo, dei um sorriso de safada e dei mais um beijo na boca dele, mandei ele ir pra sala, peguei uma toalha e me dirigi ao banheiro para tomar banho com meu namorado. Na saída do quarto olhei pra ele, dei uma piscada e mandei um beijo pra ele e entrei no banheiro.
Meu namorado ainda estava no chuveiro, ficou surpreso comigo pelada entrando no banheiro. Disse que havia ouvido um grito, eu menti e disse que tive um pesadelo e acordei gritando, beijei meu namorado pensando que minutos atrás estava com o pau do amigo dele nos meus lábios, ele nem desconfiou, mesmo tendo passado a mão na minha buceta recheada de leitinho e ainda quente de foder, mal sabia ele que estava passando a mão na porra de seu amigo.

Autor desconhecido

O VERDADEIRO DOTADO



Começo esse relato dizendo que sou uma mulher casada e feliz, e essa é apenas uma pequena introdução de uma estória que rendeu e rende problemas até hoje, não é uma estória aborrecida, mas realmente tem momento em que preferia não ter vivido a mesma. Me chamo Dolores e essa é minha estória.
Como disse anteriormente sou casada com um homem que amo, respeito e necessito. Sou dona de casa, não tenho corpo de modelo, ao contrário tenho alguns quilos a mais, não muito, mas estou acima de meu peso. Em meus quarenta anos de vida, tive dois filhos sendo a mais velha atualmente com dezenove anos e o mais novo com dezoito. Meu marido é um homem muito quente, tanto que me procura várias vezes na semana e sempre estou disposta a deitar com ele e termos uma relação da qual desfruto enormemente. Mantemos relação pelo menos durante três ou quatro dias na semana. As vezes estou cansada de minha rotina diária, mas sou uma mulher submissa, a típica dona de casa que aprendeu a atender os caprichos do marido e cujos desejos são ordens a não serem discutidas. Sou sua esposa e aceito suas propostas sem discutir, afinal de contas fui criada de forma que a mulher deve se submeter a seu marido e a seus caprichos, não tendo que questionar as ordens emanadas dele, pois é o homem e o provedor da casa. Sempre aceitei que os homens têm a força e a ferramenta para subjugar as mulheres. Nós somos aquelas que somos abertas e os homens aqueles que nos abrem. Essa foi minha criação e a forma que sempre enxerguei o mundo dos homens e mulheres.
Algumas pessoas vão me criticar por isso, mas eu cresci assim e para mim, agora, é muito difícil mudar, reaprender as coisas da modernidade. Fui criada para ser esposa, mãe e submissa ao marido.
Durante vinte e dois anos de casada e até o ano passado, somente uma vez tinha sido infiel a meu esposo e já haviam passado quase vinte anos desse ocorrido. Eu trabalhava como atendente em uma clínica, antes de me formar enfermeira. Mas essa é outra estória que retomarei em breve.
No ano passado voltei a enganar meu marido e dessa vez ele ficou sabendo e bem, recebi a primeira surra de minha vida. Não posso aceitar que um homem agrida a uma mulher, mas compreendi seus sentimentos. Um homem como ele, um macho alfa, dominante, deve ter-se sentido muito mal ao descobrir que sua esposa voltava da rua após ser duramente trepada e metida.
Era inicio de primavera no ano de 2006 quando em uma manhã sem qualquer motivo, a não ser uma ação diabólica, vi minha vida ser virada de cabeça para baixo, após ir no sacolão do bairro onde resido para fazer uma compra, como havia feito, centenas de vezes antes.
Pelo menos três vezes por semana e as vezes todos os dias, eu comprava no mesmo verdureiro. O dono era um senhor maduro que sempre tinha um comentário de duplo sentido que faz as mulheres sorrirem. Essa manhã foi diferente. Seus comentários tinham muito sentido para mim, pois me faziam molhar a xoxota e a calcinha evidentemente, fazia meus mamilos ficarem eriçados. Eu olhava para o volume entre suas pernas e percebia que ele estava excitado comigo.
Esse dia ele aproveitou-se que não havia outras clientes na loja e começou a dizer coisas que realmente me faziam corar, dizia o quanto eu era agradável, bonita, sensual, sempre sem dizer diretamente nada, mas eu sabia perfeitamente o que ele dizia. Por exemplo ele dizia que haviam mulheres que mexiam com a cabeça dos homens apenas por andarem na rua. Que essas mulheres eram capazes de fazer qualquer um perder a cabeça, todas elas. Ou dizia que o tesouro escondido sempre era mais aprazível e impressionante. Dentre outras baboseiras.
Mas esse dia simplesmente ele me perguntou se eu já havia provado sua banana? E me mostrou uma banana enorme e grossa, bem grande mesmo.
Não sei porque respondi que ela deveria estar dura pois ainda não estava madura. E disse isso olhando para o formidável volume que ele tinha entre as pernas e que estava estufando sua calça.
Comecei então a pedir as verduras e legumes que precisava: Berinjelas, batatas, quiabo, beterraba, abobora e cenouras! Ele me respondeu que as cenouras tinham acabado de chegar e que ele ainda não tivera tempo de as desembalar, mas que a tarde já estaria na banca. Se eu poderia voltar dentro de uma hora que já as teria desencaixotado.
- Eu lhe respondi que sim, voltaria depois para buscar as cenouras.
Fiz outras compras, retornando ao verdureiro por volta do meio dia e meia, ele já estava fechando a loja, pois somente funciona pela manhã e estava sozinho.
- Vim buscar as cenouras, lhe disse parando à porta.
- Ah sim, claro, me respondeu. Contudo se a senhora não se importar terá que esperar alguns minutos enquanto vou buscar? Contudo talvez seja melhor que a senhora mesmo escolha as que queira, disse abrindo a porta e me convidando para entrar na loja.
Assim fomos nós dois até os fundos da loja, onde estava o estoque. Ele vinha atrás de mim, quase encostando em meu corpo, eu sentia sua respiração e isso mexeu comigo, sentia que estava ficando acalorada e excitada com aquela situação, minha xoxota começou a umedecer e minha calcinha também.
Chegamos a uma espécie de galpão onde haviam diversas caixas de verduras, frutas, legumes, em um canto, havia um colchão encostado na parede, com um lençol enrolado sobre ele. Olhei curiosa para aquela peça. Ele percebeu meu assombro e me disse:
- Às vezes a mercadoria chega bem cedo e tenho que dormir aqui para recebê-las e também para descansar antes de voltar para casa. Também algumas damas se sentam nele para esperar o produto. Começamos a rir desse comentário e eu perguntei.
- E são muitas as damas que o fazem?
- Algumas!
Respondeu de forma misteriosa e maliciosa.
- Aqui estão as cenouras, me disse mostrando-me uma caixa que acabara de abrir. Escolha as que preferi.
Eu me aproximei da caixa que estava no chão e quando me inclinei para escolher algumas, o senti. Era seu cacete duro apoiado em meu traseiro, bem no rego de minha bunda, mostrando-me um caminho do qual eu não poderia mais voltar.
Fiquei quieta, não disse nada. Ele me apertava mais e dizia:
- E essa cenoura? O que você acha dela?
Continuei calada, mas sorria baixinho.
Ele então levantou meu vestido até deixar a mostra minha calcinha. Se inclinou sobre minhas costas e me disse baixinho no ouvido:
- Você gosta dessa fruta que quero lhe dar?
- Sim, respondi com voz rouca.
O verdureiro, que se chama José, começou então a me empurrar para o lado do colchão, sempre segurando minha cintura e roçando o cacete em meu traseiro, dizendo que iria me arrebentar, acabar comigo com aquele enorme cacete que tinha e que eu sentia, dizendo ainda que eu iria receber o que estava procurando.
Me deixei conduzir. Somente pensava que esse homem grande e pauzudo iria meter em mim e alguns minutos. A única coisa que me preocupava é que estava usando uma calcinha velha e que inclusive poderia estar furada, mas nunca pensei que poderia acontecer o que estava ocorrendo nesse instante.
Ele quase me carregava no ar, suas mãos acariciavam meu corpo como um possesso. Eu continuava sentindo seu palpitante cacete bem no rego de minha bunda, pressionando minhas carnes, sua glande quente empurrava o tecido como se quisesse entrar através dele.
Era um homem rude no trato com uma mulher e a mim não estranhei, pois, a maioria dos homens me trata assim. Não era indelicado, mas era bruto, tosco, um homem das cavernas e não um cavalheiro. Uma mulher submissa gosta também de se sentir dominada, de sentir o membro duro do homem mostrando que a deseja e o que a fará sentir. A dureza de seu cacete era seu cartão de visita e mostrava claramente quem era o dono da situação, quem era o macho alfa e quem era a fêmea naquela relação. Ele não abria muito espaço para doçura, mas a intensidade das sensações era incrível e eu estava tão molhada que não queria esperar mais para sentir ele dentro de mim.
Ele mordia minha orelha, lambia meu pescoço, deslizando a língua lentamente numa caricia. Dizia baixinho que eu iria voltar para casa cheia de porra e satisfeita e até mesmo cansada. Me mostrou o colchão, disse que eu iria morde-lo, que eu iria me fartar, seria fodida até ficar sem folego, exausta e dolorida.
Eu não respondia nada. Somente me deixava conduzir e tratava de assimilar que depois de muitos anos, outro homem que não era meu marido iria meter em mim. Isso me dava medo, sabia que meu marido era muito macho, ciumento e possessivo e que eu seria duramente castigada se ele viesse a tomar conhecimento disso. Mas eu não me importei naquele momento. Estava muito excitada e desejando esse verdureiro pauzudo e bruto, que me dominava nesse momento, me tratando como uma dona de casa qualquer que abriria bem as pernas para recebê-lo e que gritaria sob seu corpo e submetida a seu enorme membro.
Ele então abaixou minha calcinha de um puxão, passou então sua mão grossa de trabalhador por toda a racha de minha bunda, de cima até embaixo, detendo-se em minha vagina, cujos lábios abriu com seu dedo maior pois percebeu que eu já estava encharcada. Eu apenas gemi e abri um pouco mais as pernas. Ele então me virou e meteu a língua dentro de minha boca, num beijo possessivo e molhado, chupava-me a língua e eu sentia como se a língua dele pudesse chegar até minha garganta. Em seguida ele me segurou pelos ombros e me empurrou para baixo, até que eu me ajoelhei no chão de frente para ele. Em seguida ele começou a esfregar meu rosto no volume de seu ainda escondido membro. Eu senti em meu rosto a forma e a dureza daquele membro, me parecia grande e grosso como eu imaginava quando olhei para entre suas pernas pela manhã.
- Você quer isso, vadia?
Eu não respondi, mas me deixei levar, afinal de contas estava excitada e submissa como deveria estar. Ele então abriu o zíper da calça e seu cacete saltou de dentro, era grande, era grossa e era cabeçuda, me segurou pelos lados do rosto, elevou meu rosto de modo que pudesse olhar para ele e me disse:
- Vou fazer você engolir e chupar esse cacete até se fartar.
Então ele baixou a posição de meu rosto até ficar defrente ao seu cacete e me puxou contra seu ventre. A cabeça daquele cacete apontava para minha boca e eu entreabri a mesma para receber aquele troço de carne dura e palpitante. A glande começou a pressionar meus lábios e segui abrindo a boca até conseguir que aquele chapéu entrasse e deslizasse boca adentro em direção à minha garganta. Era muito grande e era muito grosso aquele pau duro, muito duro, apontando para sua barriga. Eu chupava e lambia aquele cacete, babando-o com minha saliva. Eu estava em êxtase com aquele membro dentro da boca. Sentia minha vagina cada vez mais molhada e escorrendo meus fluidos pelas coxas, porque a calcinha, já não tinha condição de absorver mais nada. Eu queria aquilo, estava gostando daquilo, do que estava acontecendo e me sentia uma mulher desejada e que seria com certeza complacida por aquele rude homem.
Ele metia em minha boca como se estivesse fazendo-o em minha xoxota e assim fiquei chupando aquele pau por muito tempo, ele não tinha pressa e conseguia segurar sua excitação impedindo-se de gozar em minha boca. Eu já estava com a boca cansada de tanto chupar, quando ele puxou o cacete de dentro e então segurando-o com uma das mãos, bateu com o mesmo em meu rosto, aquele pau duro e inchado, cabeçudo, batia em minha face, em meu nariz, em todo meu rosto. Sentia aquele falo poderoso e via como da fenda na sua glande deslizava gotas de seu próprio liquido pre-seminal, seu lubrificante natural, misturado com minha saliva o que deixava aquele quadro completamente babado.
Em seguida ele me puxou de novo para cima e novamente me beijou, enfiando a língua dentro de minha boca, digladiando com a minha e sem demonstrar qualquer reparo no fato de eu a instantes estar chupando-o, gostei daquela atitude, pois meu marido me mandava lavar a boca depois de o chupar, para somente então voltar a beijar minha boca. Percebi que aquele homem não tinha nojo de mim e nem da caricia que eu acabara de fazer no mesmo, ao contrário agradecia com beijos e caricias, aumentando ainda mais meu grau de excitação.
Ele me segurou pelas nádegas e disse que me partiria ao meio, disse que iria enfiar todo seu grande e grosso cacete em meu ânus e que o abriria para sempre, que nunca mais o esqueceria quando estivesse fazendo amor com outro homem.
- Você vai sentir um verdadeiro cacete arrombando sua argola, esse seu delicioso anel de couro.
Então ele me virou de costas para ele. Senti seu pau duro bem no rego de minha bunda e ele roçando aquela peça de nervos em mim. Eu me preparei para receber aquilo tudo em minhas profundidades.
Depois ele puxou meu rosto para trás e voltou a me beijar. Eu me ajeitava elevando os pés para que seu cacete entrasse no vão de minhas pernas, eu já queria sentir aquele membro percorrendo minhas carnes. Com uma das mãos ele conduziu o cacete e colocou a cabeça bem na entrada na buceta, eu arrebitei o mais que podia o traseiro e então com um movimento de quadril ele começou a entrar dentro de mim, senti minhas carnes sendo abertas, esticadas. Era um descomunal volume que me penetrava. Abri a boca para me ajudar a respirar porque a pressão era muito grande e apesar de minha natural lubrificação, da lubrificação dele e de minha saliva deixada no corpo de seu cacete, ainda assim a penetração era justa, apertada, parecia que eu estava sendo desvirginada novamente, era muito maior e mais grosso que o de meu marido.
Senti um grande alivio quando seu ventre se apoiou em meu traseiro, eu sabia que tinha sido totalmente penetrada, mas então ele começou a bombear. Entrava e saia, seu pau puxava a aba de minha xoxota para fora e depois empurrava de novo para dentro. Estirando minhas carnes. Sentia que meu clitóris era pressionado pelos pequenos lábios da vagina sendo puxados e isso aumentava ainda mais o grau de minha excitação. A minha única saída foi começar a gemer e quase gritar o prazer que estava recebendo, sentia minhas carnes cada vez mais molhadas, escorrendo fluidos perna abaixo, coxa abaixo. Suas mãos em meus quadris apoiavam e davam sustentação aos seus embates, ao seu ir e vir dentro de mim. Em segundo não consegui me conter e gritei o prazer, ele me estava fazendo gozar e gozar de uma forma tão intensa que perdi o equilíbrio, a sustentação das pernas e cai de quatro no chão, ao lado do colchão. Quando senti que caia e que seu cacete saia de dentro de mim, foi uma tristeza, como se tivesse sido abandonada.
Esse foi o único momento em que ele foi delicado comigo, pois me ajudou a me posicionar sobre o colchão e voltou então a entrar por trás dentro de mim e continuar martelando seu falo em minhas entranhas. Penetrava-me profundamente, sentia a cabeça de seu cacete pressionando o colo de meu útero, empurrando minhas carnes para dentro e depois as puxando para fora, achei que ficaria totalmente arregaçada e machucada com aquele colosso.
Mas além daquele pedaço estrondoso de carne ele tinha outras ideias, me segurou pelos cabelos me mantendo bem penetrada e lubrificando um dedo o enfiou em minha bunda. Ele começou então a enfiar e tirar o dedo de dentro de mim, laceando, alargando meu ânus, depois ele enfiou um segundo dedo, doeu, pois não sou acostumada a dar a bunda, meu marido me comeu algumas vezes, mas não é sua preferência.
Enquanto procurava alargar meu buraco traseiro, ele não parava de me penetrar e me acariciar, levando-me a ter diversos orgasmos sucessivos, um atrás do outro, cada um mais intenso que o outro. Eu estava nas nuvens sentindo um enorme prazer, sendo amada, sendo subjugada e sabendo que aquele homem estava desfrutando de mim, tanto quanto eu desfrutava dele.
Enquanto ele metia e me acariciava ele também me ofendia, chama-me de puta de vadia, de mulher fácil e principalmente de submissa.
Eu lhe respondi que não era puta, que era casada e que nunca havia traído meu marido antes. Ele então me deu um sonoro tapa na bunda cujos dedos ficaram marcados em minha pele.
- Eu sabia que deveria ter avançado sobre você antes. Há anos pensava nesse momento, mas nunca percebi que seria tão fácil, você parecia ser inatingível, sequer conversava, chegava pegava o que queria pagava e ia embora. Eu olhava você caminhando e ficava excitado, mas não podia pôr a perder uma cliente por causa de apenas uma tentação. Mas quando comecei a conversar e você me respondeu, fui tomando confiança e sabia que era apenas uma questão de tempo, que você seria subjugada por meu cacete e eu te arrombaria com ele.
As palavras serviram apenas para me excitar mais ainda e eu gemia e rebolava debaixo daquele verdureiro de pinto grande e grosso que estava me abrindo toda. Meus gritinhos de prazer eram sonorizados a cada bombeada que ele dava, seu cacete era implacável dentro de mim. E ele dizia:
- Toma puta, goza gostoso, goza de novo com esse macho que está te perfurando.
Eu sentia seu cacete pulsando dentro de mim. Eu apertava os músculos internos da vagina para sentir tudo que me era possível e desfrutar daquele homem rude, mas que estava me levando a sentir sensações que eu tinha certeza jamais esqueceria em toda a minha vida. Estava maravilhada em ser submetida a ele, em sentir sua masculinidade dentro de mim, em sentir minhas carnes macias sendo abertas, minha intimidade violada.
Ele me ofendia, me chamada de puta, de vadia. Eu não me sentia ofendida, ao contrário tinha aquelas palavras como um elogio, pois ele estava tendo prazer comigo e eu tendo com ele. Gozávamos cada vez mais intensamente. Eu sentia que estava aberta, arregaçada com aquele enorme cacete me abrindo as carnes mais delicadas e sensíveis de meu corpo.
- Vou te mandar para casa totalmente aberta e arreganhada. Seu marido vai poder enfiar a mão dentro de você, porque se enfiar o pinto, não vai sentir nada, pois duvido que o cacete dele seja maior e mais grosso que o meu.
Ele dizia essas palavras e em meu intimo sabia que não estava mentindo. Meu marido era bem-dotado, mas esse homem era um verdadeiro cavalo, parecia um garanhão puro sangue e seu cacete era simplesmente fantástico de grosso e grande.
Eu tentava ignorar, sentia-me trespassada cada golpe de sua glande contra o colo de meu útero apenas ampliava as suas palavras, eu sabia que nunca esqueceria esse cacete e estava gozando tudo que podia, aproveitando, pois não tinha nem ideia de como chegaria em casa. Ele não parava de meter, entrava e saia de dentro de mim como se estivesse possuído, suas penetradas eram fortes e fundas, ele estava me mostrando como um verdadeiro macho alfa trata sua fêmea.
De repente ele me deitou de costas no colchão, sua boca começou a me lamber o rosto, beijava meus lábios e lambia meu pescoço e minha orelha, arrepiando-me. Deitou em cima de mim e me penetrou novamente, deu dois fortes empurrões, cavalgando-me, enfiando até o fundo e minha vagina e então ele tirou tudo para fora.
Eu olhava seu cacete duro entre nossos corpos, olhava minha xoxota toda aberta e escancarada. Então ele me ordenou que abrisse o máximo possível a perna e levasse os joelhos ao peito e com as mãos que abrisse bem a bunda.
Ele iria me comer analmente. A princípio desesperei, não sabia se iria conseguir receber aquele cacete dentro de meu ânus. Ele iria arregaçar meu traseiro e eu não podia fazer nada para impedi-lo, ele iria romper meu cu. Tinha medo, estava com medo, sabia que iria doer, ele iria me marcar como uma vaca de sua propriedade, meu marido poderia descobrir. Seria muito difícil receber tamanho aparato em meu traseiro, mas ele estava decidido e eu iria tentar, com todas as forças e ganas eu iria tentar. Eu tinha a necessidade de que este verdureiro pintudo me dera o merecido castigo, por me excitar e molhar as calcinhas pensando em seu cacete grande e cabeçudo. Ele passou o cacete pela racha de minha bunda, espalhando os fluidos por toda a extensão, mas centrando em meu ânus. Ele espalhava os fluidos que seu cacete havia arrancado de dentro de mim e que misturado à sua própria lubrificação, permitira que seu cacete entrasse e saísse de minha xoxota. Eu sentia os fluidos escorrer por minhas coxas tamanha a excitação que sentia. Mesmo assim ele deu uma cusparada em meu rabo, misturando saliva àquele coquetel baboso.
Uma de suas mãos segurou minha cintura e a outra a base do cacete. Ele então apoiou a glande bem na entrada de meu ânus e começou a pressionar, pensei que ele iria me separar em duas, pois quando senti a cabeça dilatando o buraco de meu ânus, pensei que não aguentaria, queimava e doía muito, então, seu cacete duro, implacável e quente, começou a trespassar-me.
Eu rogava que ele me libertasse, que ele parasse de enfiar, de empurrar, era um gemido, um ganido e não palavras. Um lamento profundo, contudo, eu me deixava penetrar e tratava de relaxar e abrir o máximo que podia meu ânus. Eu já tinha dado a bunda, mas nunca para um cacete como aquele. Nada tão grande havia andado por ali. Quando ele começou a bombear eu já chorava de dor, minha bunda queimava como se estivesse em carne viva, então, momentos depois a dor começou a diminuir, comecei a sentir seu cacete deslizando para dentro e para fora, ao mesmo tempo que ele dizia palavras diferentes em meus ouvidos, dizia que eu era corajosa, que estava de parabéns, que havia sido valente naquele momento e que ele estava satisfeito comigo. Sua mão acariciava meu traseiro enquanto eu sentia seu peso em minhas costas. Comecei a sentir prazer e a me sentir protegida, saber que um homem poderoso como ele, capaz de encher cada parte de meu corpo com seu cacete, tinha momentos de delicadeza e de atenção. Ele exigia, mas sabia tratar bem uma mulher.
Quando por fim ele terminou comigo, eu estava toda dolorida, tinha esperma escorrendo de meu ânus e de minha vagina, estava sem calcinha e assim me dirigi para casa, ainda lembrando dos carinhos e do prazer proporcionado pelo verdureiro.
Quando cheguei em casa, me esperava o desastre. Meu marido havia chegado mais cedo do que o costume, pois a fábrica havia encerrado mais cedo o expediente. Ao olhar para mim e eu abaixar o olhar, no mesmo instante ele percebeu que eu tinha dado para outro homem, tinha deitado com outro macho.
Ele então me ensinou como responder por meus atos e que devemos estar preparados para isso. Ele me deu uma surra que me deixou toda marcada, com enormes vergões nas coxas, na bunda e nas costas. Ele usou um cinto de couro para isso.
Depois me levou para o banheiro e me obrigou a tomar um belo banho. Pensei que iria me abandonar, que meu casamento estava acabado. Mas não sei porque não fez isso, ao contrário, me jogou na cama e fez amor comigo de uma forma intensa, carinhosa, mostrou-me quem era meu esposo e preciso confessar que vibrei em seus braços, evidentemente não tanto e nem com a intensidade que havia conseguido com meu verdureiro.


Autor desconhecido

terça-feira, 16 de maio de 2017

A PATRICINHA E O MECÂNICO


Meu nome é Bianca, sou loirinha, tenho os olhos verdes, 1,75m de altura, 18 anos, e muito bem de vida. Tenho tudo o que quero, pois meus pais são médicos e temos muito dinheiro.

Sou patricinha, muito desejada, e adoro sexo. Mas prefiro que seja com homens tipo mecânico, o motorista de casa, seguranças, os motoboys do consultório do meu pai, etc. Não gosto de sexo com playboyzinho, pois eles não manjam nada.

Estes dias, meu pai estava pra me levar no shopping. Era um final de semana e o motorista estava de folga. Eu estava vestida num vestidinho bem curtinho de tecido leve azul claro, uma sandália de salto alto branquinha, e cabelos presos tipo rabo de cavalo.

Durante o caminho estava um certo trânsito. Meu pai cortou caminho por um outro bairro. Porém, pra nosso azar, o carro acabou quebrando bem lá, uma rua de periferia, com garotos jogando bola. Meu pai pediu pra eu esperar no carro.

Em seguida ele desceu e saiu andando, procurando um mecânico. Logo vi ele sumir na esquina da rua e eu ali sozinha, já ficando nervosa. Depois de uns 20 minutos vi meu pai voltando com um negão, usando um macacão todo sujo.

Nooossaaaa!! Aquele homem me deixou excitada, pois adoro homens assim. Eles se aproximaram e o tarado me olhou dentro do carro, com sua cara de mau. Eles abriram o capô do carro, o negão olhou e mexeu por alguns segundos.

Depois ele fechou o capô e veio, abriu a porta entrando no carro, e falou:
- Oi, mocinha! Tudo bem?
Ele falou isso e me olhou todinha. Fiquei arrepiada e com a bucetinha piscando. Nem tive voz pra responder, apenas sorri.

Ele ligou o carro e disse ao meu pai que não duraria muito, mas precisaria levar o carro na sua mecânica. Meu pai aceitou, entrou no carro na porta de trás, e o negão foi guiando o carro até sua mecânica.

O safado não parava de olhar para as minhas pernas. Logo meu pai me apresentou a ele.
- Sua filha é muito bonita, patrão! - ele falou.
Eu apenas sorri curtindo aquele flerte delicioso. Minha bucetinha já estava toda meladinha, louca de vontade de meter.

Chegando na mecânica, descemos todos do carro. Eu fiquei encostada no capô e o meu pai e o mecânico estavam conversando um pouco à minha frente. Depois de alguns minutos meu pai veio até mim, pedindo para eu esperar ele ali, pois como na mecânica não aceitava cartões, ele precisaria passar no caixa eletrônico pra pegar dinheiro.

Eu aceitei, disse que estava tudo bem e meu pai saiu. Ficamos só eu e o negão naquela mecânica implantada na garagem da casa dele. Ele ficava me olhando todinha o tempo todo. Logo dei uma de chatinha:
- Vai demorar, moço? - falei com jeitinho de menina impaciente.

- Talvez, mocinha! Vou dar uma olhada na parte de baixo.
Ele falou isso e se deitou no chão, entrando um pouco pra baixo do carro. Eu continuei no mesmo lugar e notei que diversas vezes ele dava um jeitinho de olhar para as minhas pernas e deveria estar conseguindo ver minha calcinha, branca, de rendinha.

Aquilo me excitava muito, pois eu adoro me exibir e provocar. Então, quando vi ele um pouco mais pra debaixo do carro, enfiei a mão debaixo do meu vestidinho, e comecei a abaixar minha calcinha, e ficava de olho na rua.

Não muito longe eu escutava o barulho das crianças jogando bola. Olhei também pra ver se meu pai já estava chegando. Minha calcinha foi descendo e deixei ela cair sobre meus pezinhos. Vi ele parar com seus movimentos.

Com certeza ele deveria estar me olhando. Vi ele se movimentar, se ajeitando melhor pra me olhar. Tirei minha calcinha dos meus pezinhos e a deixei cair no chão, mais perto dele. Vi sua mão indo pegá-la.

Que safado. Fiquei rindo baixinho, curtindo toda aquela provocação. Vi ele pegar minha calcinha, amassá-la na mão e cheirá-la deliciosamente. Em seguida vi ele a colocando no bolso. Meu deusssss!! Agora ele tinha a visão da minha bucetinha pequenininha, raspadinha, toda molhadinha.

Comecei a abrir um pouco mais as pernas, pra que ele pudesse me ver melhor. Ele já estava tão safado que nem se preocupava com mais nada, e veio saindo um pouco mais de debaixo do carro, até ficar com meio corpo pra fora, me olhando de baixo pra cima. Meu coração disparou quando vi um volume enorme no seu macacão. Nossaaaa!! Aquilo me deixava doidinha.

Então tirei meu pezinho da sandália e levei ele até seu pau, por cima do macacão, e comecei a pressionar, apertando a rola dele com os dedos do meu pezinho. O cacete dele parecia ser bem grande. Hummmm!! Que delícia!!!

Então senti a mão dele, vindo na batata da minha perna, e descendo, deixando-me um pouco suja de óleo. Mas eu adorava aquilo. Logo ele segurou meu pezinho, acariciando ele, e pressionando ele com sua mão em seu pau.

- Moço, você poderia me dar um copo dágua? Estou com tanta sede! - eu falei, com a esperança de que desse tempo de trepar com aquele macho safado antes do meu pai chegar.
- Claro, mocinha!! Vem comigo! - ele disse e veio saindo de debaixo do carro, limpando o suor da testa.

Fomos entrando para dentro da casa. Eu acho que ele morava ali mesmo. A casa era muito simples, e tudo tinha cheiro de graxa. Aquilo me excitava mais ainda. Chegamos na cozinha, ele pegou o copo, encheu e me entregou.

Comecei a beber olhando pra ele, bem nos olhos. Ele tinha a cara muito safada. Era um negão forte, barbudo, de uns 40 anos. Nossaaaaa!! Fiquei imaginando o que um macho daqueles faria comigo. Na hora deixei um pouco de água sair escorrendo da minha boca, descendo por entre meus seios.

Ele foi acompanhando o água que descia entre meus peitinhos, quase babando de vontade de me pegar. Eu sabia que não sairia dali sem levar uma bombadinha bem gostosa.
- Moço... preciso ir... meu pai já deve estar chegando!! - falei, terminando de beber a água.

- Fica tranquila, menina! Ele vai demorar um pouco... o caixa eletrônico é longe daqui! - ele falou e percebi que a trepadinha ia rolar mesmo.
Me virei de costas, fui na direção da pia e deixei o copo lá. Nesse momento senti ele me agarrando por trás, enfiando a mão por dentro do meu decote e agarrando meus seios.

- Vou te foder, menina! Vou comer sua buceta até você gozar!! - ele falou no meu ouvido.
Fiquei molhadinha e rebolei no seu pau, empinando mais ainda. Com cuidado para não me sujar, ele puxou as alcinhas do meu vestido e ele caiu sobre meus pés.

Fiquei peladinha, toda linda só pra ele. Meu tesão era tanto que eu até tremia, de vontade de foder e pelo risco do meu pai chegar e nos pegar metendo. Logo ele abriu o zíper da sua calça, tirando seu pau pra fora. Eu só fiquei olhando de ladinho, mordendo meus lábios, doida pra ele me pegar logo.

Ele então chegou me encoxando, roçando seu pau na minha bundinha. Suas mãos agarravam meus peitos, apertando, deixando eles sujos de graxa e óleo. Meu deussss!! Ele beijava minha nuca, mordia meu pescocinho, e eu abria mais minhas pernas, me esfregando nele.

- Mete logo, moço... mete... senão meu pai chega e a gente não fodeeee!! - falei desesperada, pois eu não queria sair dali sem meter um pouquinho.

Minha bucetinha estava coçando, e toda meladinha. Finalmente ele entendeu que eu estava com pressa, segurou seu pau, ajeitou ele na portinha da minha bocetinha e socou de uma vez, bem forte, sem camisinha mesmo.
- Ahhhhhhhhh!! Devagar, seu tarado!! - dei um grito e gemi gostoso quando a rola entrou bem no fundo.

Logo ele estava bombando bem forte mesmo, tão forte que eu estava nas pontas do pés e dava uns pulinhos a cada enfiada. Nossaaaaaa!! Estava gostoso demais. Ele segurava meus peitinhos, apertava eles com aquelas mãos sujas, e metia sem parar.

- Menina... que delícia... fazia tempo que eu não comia uma gatinha assim!! - ele falava e se deliciava comigo.
E eu estava adorando aquilo. Uma menina toda cheirosinha, lisinha, bonita, nas mãos de um negão safado e sujo de graxa e óleo. Pra mim era o paraíso. Para ele uma realização, já que devia meter só com as barangas do bairro.

- Meteeeee... moço... come essa putinha... eu sou uma putinha gostosa, não sou?... come, gostosoooo... deixa eu gozar nessa rola, seu safado!!! - eu disse, quase gozando.
Ele puxava meu cabelos e virou meu rosto. Em seguida sua boca colou na minha, chupando meus lábios, brincando com a minha língua.

Quando ele me beijou e senti o gosto de pinga, cerveja e cigarro, eu me descontrolei todinha. Gemi, xinguei, rebolei, tremi dos pés à cabeça e gozei como louca, soltando uns gemidos igual uma gatinha com fome. Quando percebeu que eu estava gozando ele falou um monte de putarias no meu ouvido, e isso me desmontou toda.

Depois que gozei ele me soltou e eu fiquei um pouco tonta, procurando algum lugar pra sentar. Por sorte havia um banquinho na cozinha e me sentei lá, com minha cabeça abaixada e rindo bem baixinho da loucura que eu tinha acabado de fazer. Aliás, mais uma loucura.

- Vem cá... goza logo que meu pai já vai chegar!! - eu falei pra ele e estendi minha mão pra segurar sua pica.
Ele veio, me segurou pelos cabelos e enfiou seu pau na minha boca e eu engoli tudinho. Só então percebi como a pica dele era grossa. Não era muito grande, mas era grossa demais.

Me esforcei muito pra aguentar aquela rola na minha boquinha. E ele nem se importou. Começou a forçar seu pau na minha boca, metendo, e eu ficando quase engasgada. Enquanto eu me debatia ele ficava rindo, me olhando.

Ainda bem que não demorou muito e o negão safado gozou, enchendo minha boca de porra. Engasguei e arregalei os olhos, de tanto esperma que saia. Mas engoli e lambi tudinho. Ele me xingava de putinha, patricinha safada, e eu adorava.

Eu sorria pra ele, mordendo os lábios e com o rostinho cheio de porra. Foi então que ouvimos a voz do meu pai chamar na garagem. O negão guardou seu pau rapidamente, me devolveu minha calcinha e foi pra garagem. E eu fiquei ali, me limpei, e depois de alguns minutos saí.

Falei pro meu papai que eu estava no banheiro e tal. E o interessante que essa foi a desculpa que o negão usou também, ou seja, até nisso os tarados e as menininhas safadas combinam. Então ele falou para o meu pai que o carro estava pronto.

O filho da puta só queria dar um jeito de me foder mesmo, pois, quando estávamos saindo eu vi uma bandeira de cartão "Aceitamos Visa". "Que safado! Armou tudo pra pegar a filhinha do cliente!", fiquei só pensando.

Mas eu adorei a trepadinha, assim como adorei todas as outras que fiz com homens como ele, sujos, imundos, queimados do sol. São homens assim que me fazer gozar de verdade mesmo. Espero que tenham gostado.

Autor desconhecido