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quarta-feira, 14 de julho de 2021

LOIRA SAFADA DANDO PARA TRÊS MACHOS PELA PRIMEIRA VEZ

 

Olá leitores, me chamo Marcela e hoje venho relatar uma experiência maravilhosa que meu marido me proporcionou, minha primeira transa com três homens. Tenho 29 anos, cabelos loiros na altura do ombro, 1.60m de altura, 50 kg, siliconada, tenho um corpo bem atraente. Meu marido se chama Fernando, 35 anos, cabelos e olhos castanhos, 1.85m de altura, 85 kg, tem um corpo muito bem cuidado, admito que sou apaixonada. 

Somos um casal que apreciamos uma boa transa, gostamos de nos proporcionar prazer, tesão e temos gostos bem peculiares para fazer com que isso aconteça. Fernando tem um pouco mais de experiência que eu e ele adora me ver descobrindo coisas novas e eu confesso que adoro e me entrego por inteira a cada nova experiência e uma delas venho relatar a vocês hoje. 

Eu e Fernando temos perfis em alguns sites de sexo, ménage, troca de casais, como disse temos gostos bem peculiares. Um dia em um desses sites, recebemos uma mensagem de outro perfil relatando o interesse em ficar com o casal, vou chamá-lo de Carlos, um homem de aproximadamente 40 anos e bem apresentável. Ficamos trocando mensagens, nos conhecendo um pouco melhor, até que Carlos nos disse que ele estava na cidade com o circo que ele trabalhava e que ele e seu sobrinho estavam á fim de alguma aventura. Seria a primeira experiência do seu sobrinho no meio, vou chamá-lo de Lucas, um jovem de 18 anos, que logo criou um perfil no site e começamos a conhecê-lo também e o interesse em realizar a minha fantasia de ficar com três homens cada vez aumentando. 

Meu marido me conhece muito bem, sabe dos meus desejos, das minhas vontades e percebeu que eu estava doida para aquilo acontecer e ele sente um tesão enorme em realizar as minhas fantasias, em ver como eu aproveito e fico encantada com cada experiência que ele me proporciona, então ele me perguntou se eu estava afim de sair com os dois rapazes, e é claro que só com aquela pergunta meu tesão foi á mil e lá embaixo minha buceta já estava toda melada de desejo. 

Era sábado á noite e marcamos o encontro em um barzinho da cidade. Coloquei uma roupa bem safada, uma blusa vermelha com transparência e decotada, uma mini saia branca bem justinha marcando bem os meus quadris e minha bunda, um salto agulha, cabelos soltos e um perfume bem marcante. Eu e meu marido chegamos primeiro no local, pedimos uma bebida para ir relaxando, tirando um pouco da ansiedade e ali mesmo no barzinho meu marido já estava todo cheio de tesão em mim, por debaixo da mesa deslizava aquelas mãos macias nas minhas pernas, subindo até lá em cima por baixo da saia, deixando minha calcinha molhada antes da hora. Ficamos ali conversando, namorando, até que reconhecemos os dois rapazes que adentraram no bar. Eles se juntaram a nós na mesa, se apresentaram e pediram uma bebida também e ficamos ali conversando, nos conhecendo um pouco mais e deixando o clima cada vez mais descontraído. 

Como já estava ficando tarde, meu esposo tomou a iniciativa e fomos para o motel. Eu estava um misto de sensações de tesão e ansiedade. Chegando ao motel meu marido me deu um beijo gostoso demais, apertando minha bunda, levantando minha saia, deixando minha calcinha fio dental exposta e acariciando minha bucetinha viu o quanto eu estava melada, e disse: ”- Vamos realizar a vontade dessa putinha safada de fuder com três machos”. 

Meu marido me deitou na cama e logo senti Carlos se aproximando, ele tirou minha calcinha e começou a me chupar, que delícia estava aquilo, Lucas veio do meu lado já com o pau duro e eu caí de boca chupando aquele pau com muita vontade. Meu marido estava de longe apreciando aquela cena, vendo como a sua putinha estava adorando aqueles dois machos e aproveitando para registrar algumas fotos, já que adoramos olhar nossas aventuras a sós depois. 

Carlos estava me chupando muito gostoso engolia e chupava toda minha bucetinha eu estava com as pernas tremendo de tanto tesão, e eu descontava aquele tesão todo chupando o pau de Lucas, meu marido veio do lado de Lucas e me deu sua pica para eu chupar também, Hummm.... tudo que eu queria e como eu adoro aquilo, me acabei chupando aqueles dois paus, engolindo um, depois o outro e como sou gulosa engolia os dois juntos, sentindo Carlos acabando com minha buceta lá embaixo. 

Eu estava muito excitada ia à loucura toda vez que olhava para meu marido e ele dizia: “- Tá gostando né safada!? Tá adorando ter três paus só para você?”  E em cada frase, ele  metia o seu pau latejando na minha boca para eu chupar. 

Lucas se deitou na cama e eu sentei com a bunda virada para ele e dando minha buceta para ele chupar, hummm... mais uma boca ali e minha buceta estava se derretendo de tão melada. Carlos se posicionou na minha frente me dando seu pau para ser chupado. Todos aqueles paus estavam deliciosos, duros, cheios de tesão e o melhor só pra mim. Eu chupava o pau de Carlos com maestria, enquanto segurava o pau do meu marido, batendo uma punheta bem gostosa. Nessa mesma posição em 69 com Lucas, desci e comecei a chupar seu pau que estava roçando em meus seios e me deixando louca, meu marido e Carlos se abaixaram e enquanto eu mamava Lucas, vi aquelas dois outros paus loucos para serem chupados, e aí eu me deliciei, revezando minhas chupadas naquelas três rolas, engolia uma, depois a outra e outra, eu não cansava de chupá-los, e recebendo um oral delicioso de Lucas eu não me agüentei e ali gozei em sua boca pela primeira vez. 

Carlos se deitou e colocou camisinha, ele estava doido para meter na minha buceta e eu louca para sentar em um pau, ele se deitou e eu vim por cima sentando bem gostoso naquela pica, logo senti meu marido vindo por trás, puxando meu cabelo, beijando meu pescoço e sussurrando em meu ouvido:  “- senta gostoso nesse pau cachorra, ta adorando dar pra três macho né minha vadia?!” Meu marido colocou camisinha e eu sabia que ele estava louco para meter no meu rabo, enquanto eu sentava gostoso no pau de Carlos, senti meu marido roçando meu cuzinho com seu pau, acariciando e logo metendo aquela pica todinha no meu rabo, humm que sensação mais deliciosa, um pau na minha buceta, um no meu rabo e ali bem do meu lado Lucas me oferece o seu pau para ser chupado, e eu claro mamo ali descontando todo o tesão que estava sentindo, engolindo e babando naquela rola. Não me agüento e ali me derreto em mais um orgasmo delicioso, aqueles dois homens metendo em mim e aquela rola deliciosa em minha boca, não tem quem agüente. Meu marido sabe me provocar enquanto ele mete no meu rabo, sussurra putarias em meu ouvido, Carlos aumentando ainda mais a velocidade que estava me fudendo, e logo sinto ele gozando gostoso na minha buceta. 

Agora era hora de sentar em Lucas e como sabia que ele era novo no meio, meu tesão gritava ainda mais alto. Fiquei de quatro e ele veio meter na minha buceta, tirei a camisinha do meu marido e pedi aquele pau em minha boca, como eu amo chupar meu marido, ele tem um pau maravilhoso, que desliza feito doce em minha boca. Enquanto Lucas metia bem gostoso na minha buceta eu chupava meu maridinho deliciosamente, que já estava doido de tesão, querendo gozar na minha boca. Carlos que já havia gozado se anima novamente e deita por baixo de mim que estava de quatro, enquanto Lucas metia em mim eu chupava meu marido, Carlos começa a me chupar, nossa que sensação mais deliciosa, eu estava fora de mim, minhas pernas tremiam de tanto tesão, meu marido me olhando com aquela cara de safado, me chamando de putinha, enquanto eu babava em seu pau, eu estava totalmente entregue naquele momento, e eu não agüento e caio em mais um orgasmo.

Mas eu não queria parar, eu queria mais, minha buceta estava implorando por mais, meu marido se deitou e eu sentei gostoso naquele pau que tanto me enche de tesão, Lucas veio por trás, roçando seu pau em mim e minha bucetinha gulosa estava implorando para sentir aqueles dois paus dentro dela, beijando meu pescoço e roçando aquele pau em mim, Lucas encaixou seu pau junto com o do meu marido dentro de mim e ali entramos em uma DP deliciosa, Carlos veio do meu lado colocando seu pau em minha boca, UAU fascinante aquele momento, eu estava com muito tesão, Lucas metia em mim e ao mesmo tempo acariciava meu cuzinho, nossa conexão estava sensacional, os movimentos foram se intensificando e Lucas e meu marido gozaram quase juntos dentro daquela minha bucetinha gulosa, ouvindo eu gemer de tanto tesão. 

Demos uma pausa, batemos um papo e eu decidi tomar um banho para dar uma relaxada, eu estava com as pernas estremecidas, minha buceta estava ardendo, mas ainda estava cheia de fogo, meu marido se juntou comigo no banheiro, ele queria saber se estava tudo bem comigo, esse jeitinho romântico safado e preocupado comigo me deixa cada dia mais apaixonada nesse homem. Ficamos ali no banheiro por um tempo, nos beijando, namorando um pouquinho e curtindo um momento nosso. Saí enrolada na toalha e vi que Lucas estava de pau duro, tocando uma punheta na cama, meu marido me puxou e falou no meu ouvido: ”- Vai lá cachorra, vai brincar um pouquinho com ele. E como eu sou muito obediente, fui até Lucas, começamos a nos beijar e eu já louca para sentar naquele pau, coloquei uma camisinha nele e sentei gostoso, quicava e beijava aquele novinho safado cheio de tesão, meu marido registrando em fotos aquele momento, meu tesão estava aumentando ainda mais, e eu que tinha um certo receio em dar o cuzinho sem ser para o meu marido não agüentei e tirei aquele pau da minha buceta e fui direcionando para o meu rabo que estava doido para ser fudido, e meu tesão aumentava ainda mais ouvindo meu marido dizer: - Olha que cachorra, querendo dar o rabo. Coloquei aquele pau todinho no meu rabo e comecei a rebolar, Carlos e meu marido já estavam de pau duro novamente enquanto observavam aquela cena, Carlos veio com jeitinho se juntando a nós e colocou seu pau na minha buceta, Nossa que delícia, um pau na buceta e um no meu rabo, só estava faltando o do meu marido na minha boca, mas ele lê meus pensamentos e logo estava ali me dando o que queria, aquela pica dura, com tesão para eu chupar. Enquanto eu chupava meu marido me olhava e dizia: - Tá gostando vadia? Tá gostando de ter três machos, e eu com cara de safada me lambuzando em seu pau, balançava a cabeça em sinal de positivo, ele pegou meu rosto e deu um tapa, me chamando de cachorra, adoro levar uns tapas bem safados dele e confesso que eu estava merecendo, pois, eu estava muito vadia e não fazia questão de esconder. 

Continuamos ali por um tempo nessa posição, e logo Carlos intensificou as metidas na minha buceta e caiu em gozo, gemendo, e falando o quanto minha buceta estava gostosa. Lucas continuou metendo no meu rabo, mas logo não agüentou e gozou também. 

Eles saíram para a garagem do motel, deixando eu e meu marido a sós, e agora era hora de eu sentar no meu pau predileto, sentei gostoso, e comecei a quicar e rebolar do jeito que meu marido gosta, quicando, nos beijando, até entramos juntos em um orgasmo delicioso.

Ficamos ali em silêncio curtindo aquele momento, depois tomamos um banho e fomos embora, eu estava realizada com que eu tinha vivenciado, e agradecida pelo meu esposo maravilhoso, companheiro, safado, ter me proporcionado mais um momento inesquecível na minha vida. 

CASAL CONEXÃO ST



Foto ilustrativa da internet


quinta-feira, 4 de março de 2021

FUDENDO MINHA PUTINHA SILICONADA



 Olá pessoal! Irei relatar uma das transas maravilhosas que tenho com minha belíssima esposa.


Me chamo Fernando, tenho 35 anos, 1.85m, 86kg, olhos e cabelos castanhos, pele clara, corpo bem cuidado. Minha esposa se chama Marcela, loira, 29 anos, 1.60m, magrinha, siliconada, corpo trabalhado na academia, piercing no umbigo e outro na bucetinha o que deixa ela ainda mais gostosa.


Depois de algumas conversas, comentamos que havia algum tempo que não íamos a um motel, que estávamos um pouco acomodados, precisávamos voltar a fazer algumas coisas em ambientes diferentes que não fossem em casa. Então no domingo seguinte, no início da noite chamei ela para darmos uma volta, ela disse que com a pandemia não teria lugar interessante para irmos, foi quando eu disse que iríamos a um motel. A safadinha abriu um sorriso e disse que iria tomar um banho. Em pouco tempo ela estava prontinha, com um vestido curto e decotado, com uma cara de putinha que me deixa cheio de tesão, ela estava simplesmente maravilhosa.


Chegamos ao motel, começamos os amassos, parecendo dois namorados de pouco tempo, abraço ela, a gente se envolve em um beijo safado e gostoso, levanto seu vestido e posso admirar pelo espelho sua bunda com aquele fio dental socado no rabo, não me aguento e dou uma palmada, porque minha putinha adora uns tapas safados.


 Abaixa a alça do seu vestido e começo acariciar seus belos seios, chupo um, depois o outro, tesão a mil com todo esse amasso gostoso. Arranco seu vestido fora, e fico louco com aquela cena, minha putinha siliconada com cara de vadia e um fio dental socado no rabo, mando ela ficar de quatro para poder admirar mais ainda. 


Temos um fetiche desde a época de namorados que é tirar algumas fotos bem ousadas no meio de algumas transas, e é claro que não poderia passar em branco esse dia. Peguei o celular e comecei fotografar minha putinha de quatro com aquela bunda gostosa toda empinada, de frente pegando seus belos seios e sua boquinha de vadia louca de tesão, tirei algumas fotos dela de quatro me chupando, babando no meu pau, depois ainda fizemos um vídeo, tudo isso deixa a gente ainda mais loucos de tesão. Mas logo depois abandonamos o celular e voltei o meu foco somente em abusar daquela putinha gostosa. 


Mais uma vez coloquei ela de quatro, puxei sua calcinha de lado e chupei aquela bucetinha que estava babando de tesão, em poucos minutos estávamos envolvidos em um 69 espetacular, minha putinha me chupando maravilhosamente, revesando entre meu pau e meu saco, deixando tudo melado escorrendo e ao mesmo tempo rebolava aquela buceta gostosa na minha boca. A cachorra gemia e falava o quanto estava gostando, o quanto adora babar no meu pau, que eu estava chupando ela muito gostoso, que não aguentava mais e logo em seguida ela se contrai toda e sinto seu mel escorrer na minha boca, minha putinha gostosa acaba de ter seu primeiro orgasmo naquela noite. 


Mas ela não para, levantou aquele rabo, e posicionou sua buceta melada no meu pau todo babado e continuou rebolando gostoso, onde eu me controlava para não gozar antes da hora, mas não é fácil segurar com minha putinha rebolando gostoso daquele jeito. Uma cena espetacular, ela de costas pra mim, com as mãos nas minhas pernas, subindo e descendo aquele rabo, sua buceta escorregando no meu pau, tudo perfeito, dou uns tapas forte naquela bunda e mando ela rebolar mais ainda, a safada é bem obediente e não para, agora com aquele rabo vermelho e marcado.


Novamente coloco minha putinha de quatro, passo a língua naquela bucetinha melada, brinco com seu piercing que deixa aquela buceta ainda mais gostosa, me posiciono e começo a meter nela de quatro, seguro minha putinha pelo cabelo e soco pau naquela buceta. 


Ela é muito tarada, não fica calada um momento, o que me deixa maluco o tempo todo. Então ela diz... - Soca seu pau na minha buceta, fode a sua putinha, soca forte na buceta da sua vadia.

Eu - Gosta de ser minha vadia né sua vagabunda. Então pega... 

Meto forte, dou palmadas forte naquele rabo e ela adora tudo, uma perfeita vadia. 


Agora deito ela de frente, levo meu pau melado até sua boca e coloco a vadia para chupar mais um pouco, o que ela adora.

- Chupa vadia, mama esse pau, isso, engole ele cachorra gostosa.

Agora entro entre suas pernas, chupo aquela bucetinha gostosa novamente e volto a fuder minha cachorra safada. Seguro ela pelo pescoço e meto forte, tiro a mão do pescoço e coloco na sua boca, a putinha chupa meus dedos, deixa minha mão lambuzada enquanto geme com meu pau entrando e saindo da sua buceta, agora começo a bater no seu rosto, sei o quanto ela gosta.

Ela - Bate mais na sua vadia vai, isso, bate cachorro, pode bater, bate na cara da sua putinha.Também sou obediente e faço tudo que ela pede, então continuo batendo e fudendo minha cachorra gostosa até ela gozar e novamente sinto aquela buceta se derretendo no meu pau. 


Mas ela não quer parar, ela é muito tarada e agora começa a me provocar, falando para eu imaginar uma outra putinha com a gente, ela diz que queria me ver fudendo outra buceta, que queria pegar meu pau e colocar na buceta de outra vadia.


Essa mulher é maravilhosa!


Ela pergunta o que eu queria fazer com a outra... Eu respondo que colocaria a outra deitada de pernas abertas e fuderia bem gostoso enquanto minha esposinha cachorra estaria sentada com a buceta na boca da nossa putinha, a gente se beijando, eu fudendo a convidada e ela rebolando a buceta até gozar na boca da nossa putinha.

Essa imaginação deixou minha putinha ainda mais tarada e logo ela virou aquele rabo e pediu...


Ela - Fode meu cuzinho, vem, fode o rabo da sua putinha.


Não tem ninguém que resista um pedido desse. Coloquei a vadia de quatro e meti gostoso naquele rabo, ela geme muito gostoso com meu pau entrando e saindo daquele cuzinho. Bato naquela bunda deliciosa e soco do jeito que ela pede, com força, sem dó, a safada cai deitada e eu continuo fudendo até que nós dois gozamos juntos, eu enchendo aquele rabo com muita porra do jeitinho que ela adora, ficamos alí deitados por algum tempo, namorando, nos acariciando e depois voltamos para casa. 


Não tenho o que reclamar da mulher que tenho. Muito linda, excelente esposa, excelente profissional, excelente dona de casa e na cama é simplesmente maravilhosa, uma perfeita puta que sabe fuder gostoso como ninguém.

Casal Conexão ST.


 Segue algumas fotos da nossa foda gostosa







segunda-feira, 27 de julho de 2020

MÉNAGE COM A MELHOR AMIGA DA ESPOSA



Olá galera, sempre curti contos eróticos e depois que conheci o site fiquei ainda mais fã. Depois de muito pensar decidi compartilhar um relato erótico com todos aqui do site.
Eu e minha esposa somos um casal jovem, eu Pablo com 36 anos e Michelli com 32 anos, loira, seios gostosos, bunda durinha e buceta raspadinha.
Temos uma vida sexual muito saudável, adoramos sexo. Este será um de vários momentos de prazer que já tivemos e queremos dividir com vocês. Esperamos realmente que traga desejos a você, ao ler esse conto erotico da mesma forma que nos deu em realizar e relatar com você.
Uma noite destas, eu e ela, combinamos um jantar com um casal de amigos em nossa casa. Enquanto finalizamos os preparos fomos surpreendidos por Carol, a esposa, que chegou primeiro, alegando que o marido, Rui, estaria resolvendo situações do trabalho, mas que logo viria.
Temos o habito de convidar nossos amigos pra jantar conosco, recebemos às vezes até mais de um casal. Sempre colocamos o papo em dia, rimos muito, mas nunca houve nada tendencioso em nossos encontros, até esta noite que iremos relatar.
Carol estava exuberante, um vestido colado que acentuava suas curvas, despertando a curiosidade em ver por debaixo daquela peça de roupa, a olhei de cima a baixo e a gata a elogiou de cara:
– Que isso hein, assim você mata a gente.
Rimos e foi inevitável pensar nela sem aquele vestido. Servi vinho para elas e me senti muito bem por estar com duas belas mulheres. mesmo que por pouco tempo. Michelli e Carol são amigas de longa data, confidentes, se falam quase todos os dias. São do tipo de amigas que falam de tudo uma a outra.
– Esta malhando neh amiga? Ou vive só lendo conto erotico na internet ainda?
Minha mulher disparou pra safada e, o que poderia virar um papo de academia tomou rumos diferentes. E muito mais interessantes ou excitantes, como queiram. Ela então respondeu prontamente:
– Ah estou, olha minhas pernas! Ganhei mais bumbum também.
E claro, e foi conferir, apalpou de um modo muito safado aquela bunda deliciosa. A safada me olhando de canto de olho e minha vontade era fazer o mesmo, mas me contive, ver as duas se medindo estava me enchendo de tesão.
Já havia se passado 1 hora e nada do esposo, não sentíamos sua falta, o papo era leve e estávamos cada vez mais entrosados, até que o celular da Carol toca e Rui avisa que não vem definitivamente. Notei que a gata não se chateou, parece que até gostou do fato de continuarmos com nossa privacidade. Começamos então a ler um conto erotico enquanto navegávamos aqui mesmo no site. Ler alguns contos pornos e contos ilustrados aqui no site deixou a esposa ainda mais soltinha.
– Seu marido trabalha demais amiga. – Aposto que com isso vocês não transam como deveriam.
Foram 3 segundos de silencio… Pensei que o comentário havia estragado o clima.
– Não mesmo. Disparou ela. – Você esta olhando pra uma mulher carente de uma boa transa.
Rimos alto e aproveitei a deixa para interagir na conversa:
– Que desperdício.
E a puta completou ainda rindo:
– Não seja por isso. Hoje vamos resolver seu problema.

Onde toda a nossa boa foda começou

Fiquei estático, não sabia se era uma piada ou ela de fato pretendia transar comigo e sua amiga, louco para que a segunda opção fosse a real.
– Perfeito, além de vinho e massa, terei sexo bom, que mais posso querer? Disse ela.
Parecia um sonho, duas mulheres gostosas, na cozinha, falando em transar depois do jantar, mesmo que não acontecesse, o tesão de ouvir aquilo já valeria a noite. Jantamos e notei que as duas mais bebiam que comiam.
Michelli ora colocava as mãos na perna, virilha, sentindo o volume dentro da calça, ora massageava as pernas desnudas de da putinha, que cada vez mais relaxada já não se importava em ter seu vestido curto cobrindo quase nada, revelando a cor de sua calcinha.
Mudei de lugar e fiquei de frente pras duas, que cena, calcinha preta, minúscula, pernas entre abertas, já mantinha suas mão entre suas coxas de forma permanente, na verdade nem me recordo o assunto que elas falavam, não dava pra me concentrar, o decote generoso da tarada roçava o rosto da sua amiga vadia, que parecia mais embriagada que ela.
– Você já beijou uma mulher? Perguntou a puta do nada.
Michelli riu, mas a vadia insistiu:
– To falando serio..
– Não, nunca e você? Respondeu.
– Também não. Será que é bom? Podemos tentar? O que você acha Pablo?
A resposta foi automática, um sorriso safado no rosto:
– Acho que vocês devem fazer já, não há outro modo de saber.
Mal terminei a frase a duas começaram um beijo de tirar o folego, muita língua, muita força, era vontade pura, da boca pro pescoço foi rápido, pra quem já tinha uma mão nas coxas, era só subir, e ela claro subiu, tive que me aproximar, estava o pau latejando de tesão.
Dei um beijo em cada uma delas, pra ver se havia espaço pra mim naquilo tudo, a resposta foi rápida, senti uma mão no meu pau, era nova putinha, o marido devia estar devendo mesmo, pois apertava meu pau um tesão imenso, excitação ao sentir a vontade daquela mulher me deixava doido.
Comecei a acariciar os seios da carolzinha, deliciosos, naturais porém firmes, grandes, escapando pra fora de seu decote, ficando a mostra para meu deleite e também da Michelli, que ao vê-los não resistiu, deslizou sua boca muito tesão, chupando um de cada vez, sugando, mordiscando os mamilos, babando gostoso.
Carolzinha gemia sem receio e a cada chupada
em seus seios apertava mais tesão o meu pau, que a esta altura estava quase explodindo, ela percebendo, maestria o tirou pra fora começando uma punheta lentamente, olhando pra cara da esposa e perguntando, como quem não precisa de aprovação:
– Vai me deixar mamar essa pica gostosa sozinha? ou vai se divertir comigo?

Duas mulheres gostosas dividindo o mesmo caralho

Sem mesmo responder a vadia desceu e passou a língua levemente na cabeça do meu pau, era delirante, sua saliva escorreu mas ela a sugou de volta passando a boca pelo meu pau do inicio ao fim, ela não resistiu e começaram a dividi-lo tive que me encostar na pilastra, era tesão demais.
Eu olhava aquelas duas mulheres deliciosas me chupando com voracidade e não acreditava, segurava as duas pelos cabelos, acariciando a nunca e direcionando as mamadas, pedindo pra que babassem muito no meu pau. Ufa esse conto erotico é realmente demais….
Minha esposa safada que só ela, começou a descer devagar sua língua, olhando pra cima, indo em direção ao meu saco, sabendo que isso me deixaria mais doido ainda de tesão. enquanto Carol mamava a pica de modo espetacular, sugando, babando, passava a língua em minhas bolas e virilha, misturando sua saliva a da amiga, que escorria por pica toda.
– Se me fizerem gozar vão ter que tomar tudo. – falei como quem já dominava aquelas safadas.
Carolzinha levantou e tirou o restante de roupas que ainda tinha, ela realmente era demais, corpo lindo, nada sarado demais, tudo na medida, bico dos seios saltando, pedindo pra serem chupados. E foram, não resisti e enquanto uma me chupava maestria, cai de boca naqueles seios deliciosos, mamando sem pressa, olhando nos olhos daquela mulher magnifica que se entregava totalmente a nós dois.
Continuei a aventura por aquele corpo delicioso, enquanto mordia levemente seus mamilos, acariciava sue bucetinha lisa e totalmente molhada, tirando meus dedos melados e colocando na boca da esposa, que ao sentir o sabor daquela buceta não resistiu mais e abandonou meu pau dedicando-se apenas em devorar a bucetinha da amiga.

Colocamos Ana Carolina em cima de nossa mesa de jantar, de quatro, a bunda bem empinada, de um lado a puta chupava sua buceta, seu cuzinho e do outro a amiga mamava meu pau como uma putinha, gemendo, babando, punhetando, deixando pica toda lambuzada, confesso que fico doido isso.
Michelle subiu em cima da mesa junto sua nova colega e começaram um 69 delicioso, a coleguinha por baixo, enquanto esposa rebolava a bucetinha na boca sua amiga, dava tapinhas na buceta da piranha da companheira, tirando gemidos deliciosos daquela safadinha.
Me aproximei de esposinha, ela segurou meu pau todo melado e começou a roçar a bucetinha da parceira, me olhando uma cara de putinha safada que há muito não via, dizendo:
– Cachorro safado, ta adorando essa putaria não é?
Alternava em roçar a pica e coloca-la inteira em sua boca, repetindo a todo momento:
– Delicia de pica, gosto de buceta, delicia de pica!

Tesão puto ter duas putas amadoras

Já gemendo de tesão por tudo que acontecia, quase gozei quando a gatinha encaixou meu pau na bucetinha de nova amiga sexual e me puxou pela cintura, fazendo com que meu entrasse de uma só vez naquela bucetinha enxarcada.
Caroline que devorava da mesma forma a buceta da esposa gemeu deliciosamente, pedindo como uma putinha pra sentir mais forte, mais rápido e mais fundo pica em sua buceta.
– Mete safado, mete gostoso nessa buceta vai, mete seu cachorro safado, seu puto. – dizia.
Sem me controlar mais, socava tesão naquela mulher deliciosa, olhando pra esposa que sentia o mesmo tesão que eu, percebia pelo seu olhar de safada, um leve sorriso no rosto, vindo em direção pra me beijar a boquinha toda melada de buceta.
Michelle inverteu sua posição, ficando ainda por cima dela, mas agora sua bunda empinada também em direção, a visão era deliciosa, socando uma bucetinha e vendo outra a rebolar na frente esfregando na barriga, e pedindo:
– Me fode cachorro, essa pica é , me fode agora! Me fode como naquele conto erotico que lemos juntos.
Prontamente a atendi, tirando meu pau de uma bucetinha e socando mais tesão ainda em outra, segurando a safada pela cintura a fazendo gemer gostoso, vendo as duas safadas se beijando tesão enquanto alternava em uma buceta e outra.
Depois de um tempo nessa sequencia, me sentei no sofá e pedi pra putona vir cavalgar meu pau como só ela sabe fazer, de costas pra mim, me deixando ver sua bunda deliciosa, porém, algo diferente nessa noite. Enquanto rebolava em meu pau freneticamente, de joelhos em sua frente, mamava se grelo durinho, salivando muito, me deixando sentir sua boca gostosa as vezes em meu saco.
Quanto mais esposa cavalgava, mais a parceira a sugava, tirando gemidos altos de taradinha, que certamente podiam ser ouvido pelos vizinhos, principalmente ao gozar feito uma doida, meu pau enterrado em sua buceta e sua amiga de tando tempo a te devorar.
Carol ficou tão envolvida a cena que acabara de ver que prontamente substituiu esposa na posição que ocupava, mas agora de frente pra mim, sentando de uma só vez na pica, a engolindo sua buceta extremamente melada.
Essa delicia de mulher quicava em meu pau de uma forma tão brusca, que evidenciava a excitação que a tomava com todo aquele ambiente a que nenhum de nós, até aquele momento, havia presenciado. em dado momento a segurei pela cintura, evitando que fizesse qualquer outro movimento e comecei eu a socar meu pau muito tesão e força na amante puta.
Minha esposa alisando sua buceta melada de seu gozo se posicionou por trás de sua amiga e, antes de abrir sua bunda e enfiar a língua no cuzinho dela, disse:
– Safada, você vai gozar como nunca gozou.
Ela ameaçou olhar pra trás mas foi contida ao sentir a língua devorar seu rabinho, se debruçou mais ainda sobre mim que percebendo o tesão daquela mulher socava ainda mais rápido e a apertava contra o meu corpo.
Me beijou sem coordenação alguma de tanto tesão, gemendo, cravando suas unhas em minhas costas, até atingir o climax e gozar deliciosamente, aquecendo pica seu gozo, que sensação maravilhosa, confesso que quase gozei ao sentir o calor daquela buceta.
Com a respiração ofegante de desejo deslizou ao meu lado, desejando um beijo molhado e a atendi automaticamente, percebendo uma mão puxando pica pra fora de sua bucetinha encharcada. Era a puta da mulher, querendo provar o gosto daquela buceta suculenta e meu pau.
Mamava a pica, esfregando em seu rosto, alternando suas chupadas entre meu pau e a bucetinha da amiga.
– Que delicia de pica, que delicia de buceta. – repetia essas frase de um modo muito safado, mantendo pica inchada de tanto tesão.
Percebi os olhares entre as duas, uma mistura de felicidade e tesão, deviam estar se comunicando apenas pelos pensamentos, imaginei neste momento as loucuras que estas duas poderiam ter feito até então, mesmo dando a entender no inicio dessa transa gostosa e nos 10 anos em que sou casado, que seria a primeira vez de esposa a participar de um menage.
Não deu tempo de pensar mais em nada ao ver as duas se ajoelhando a frente e iniciando um beijo extremamente safado, molhado, despudorado, tendo como recheio o meu pau, fazendo uma espécie de sanduíche, num movimento delicioso, subindo e descendo, entrelaçando suas línguas e salivando demais, o que tornava aqui muito mais excitante.
Michelli esfregava meu pau melado no rosto da companheira e logo em seguida lambia todo aquele melzinho que se formava no rosto da amiga. A quenga retribuía da mesma forma, sugando a língua da esposa, falando putarias uma para a outra.
– Tava doida por isso né sua safada, você não me engana.
– Mas eu quero mais! – respondeu, colocando meu pau inteiro em sua boca.
Senti a cabeça da pica tocando sua garganta, estava a ponto de gozar, mas ela tirava sua boca aveludada lentamente, deixando uma fita de saliva cair sobre a cabeça do meu. Repetiu isso diversas vezes, enquanto ria, alisando meu saco melado da saliva que caia sobre ele.
De repente a vadia da esposa me olhou de um modo diferente e começou, sem parar de me olhar, a lamber meu saco e virilha muito tesão, segurando a quenga pelo cabelo fazendo movimentos pra cima e pra baixo em direção de pica.
Enquanto esposa me lambia sem parar, a outra fodia pica sua boca, me fazendo gemer de tesão a ponto de explodir num gozo maravilhoso. Não resisti, e enchi aquela boca gostosa meu leite.
As duas, mesmo meu gozo escorrendo na boca, não paravam de me devorar, me fazendo contorcer no sofá, tamanha era a sensação de êxtase, por ter gozado deliciosamente, e por presenciar essas duas safadas se divertindo ao me ver sem controle. Na sequência presenciei um beijo entre as duas que misturava todos os nosso fluídos, saliva, meu leite, o gozo daquelas duas safadas.
Michelli sugeriu um banho a três em nossa banheira de hidromassagem, para darmos continuidade a nossa brincadeira. Todos nos sorrimos e concordamos no ato, mas fomos surpreendidos pelo celular dela era seu marido dizendo que havia resolvido seus afazeres, se desculpando por não ter chegado a tempo, e em tom de brincadeira, aceitaria uma saideira pra finalizar a noite.
Rimos daquilo tudo em uma mistura de frustração por não poder continuar nossa festa, mas felizes pela transa deliciosa que apesar de breve, foi muito intensa e excitante. Nos recompomos rapidamente a espera de Rui, já planejando futuros encontros.
Minha esposa sugeriu que karol, em momento apropriado, insinuasse a seu marido uma transa diferente, quem sabe entre dois casais. As duas riram de um modo safado até que ouvimos a campainha, era a conclusão de nossa noite deliciosa.

Autor desconhecido

A AMIGA DO CASAL: ANINHA

Usando nomes fictícios, porém não muito distante dos que possuímos na realidade, começo me indetificando: Meu nome é Marcos, estou me aproximando dos 35, e na época em que este conto se inicia estava com tenros 31 anos de idade, minha esposa, Lúcia, desfrutava dos seus belos 28 anos contados de vida. Não sei se ainda somos, mas éramos um casal de dar água na boca e de causar inveja nos amargurados com a vida. Recém-casados e muito entrosados, com a persepectiva de um futuro próspero e feliz, juntos parecíamos um daqueles casais perfeitos, extraídos dos comerciais da TV, bonitos e bem sucedidos, eu mais responsável pela parte do bem sucedido e minha esposa maior representante da parte beleza. Não que eu seja de se jogar fora, modéstia parte sempre contei com bala na agulha na hora de fazer charme pra mulherada, sou alto, 1,85, tenho o corpo em forma e bem definido, de quem fazia natação na adolescência, moreno-claro, mas Lúcia minha mulher é certamente o avião da relação, 1,70, branca dos cabelos castanho-escuro, lisos e compridos, uma boca grande e carnuda de lábios pecaminosamente avermelhados, e potranca, cavala e muito gostosona!
Os caras mais afrescalhados e as mulheres blasés, poderão dizer que minha Lúcia é até um pouco fofinha para os padrões de magreza atuais, mas quem entende de beleza e mulher gostosa, sabe que na verdade isso é despeito, e que não há nada melhor que pernas roliças e torneadas, bunda grande e curvas trabalhadas, e belas tetas maciças, uma verdadeira Mamma, tetas suculentas como balas de morango e pesadas como duas taças cheias de mel. Enfim, Lú é uma gostosona, e é a mulher com quem casei.
Mas a parte da história que aqui interessa, ou seja, a aventura, começa pouco depois de termos comemorado o nosso primeiro ano de casados, quando ainda curtíamos um clima de verdadeiras núpcias, com a cumplicidade, a sexualidade e nossas safadezas a mil por hora. Era uma sexta-feira quente de março, à noite fomos eu e minha esposa até a festa que Carlinhos, antigo amigo nosso dos tempos de faculdade, estava organizando para comemorar o seu aniversário e aproveitar para tentar reunir antigos rostos conhecidos, colegas que estudaram conosco. E dentre os convidados, estava Ana, a famosa Aninha, ex-melhor amiga da minha mulher e ex-namorada minha, ela era da turma da Lú na faculdade, e desde aqueles tempos não nos víamos. Confesso que assim que a avistei, temi que o tempo fechasse entre ela e minha esposa, o que acabaria estragando a festa do meu chapa Carlinhos, mas surpreendentemente não foi isso o que ocorreu.
O nosso ‘confronto’ foi inevitável, mas Aninha que já era uma garota muito articulada e inteligente nos tempos universitários, agora além disso, se apresentava como uma mulher ainda mais simpática, de boa conversa e principalmente, mais política. Ficará difícil entender o porquê de eu ter temido esse reencontro, se eu não explicar o nosso passado, é lógico. Portanto, farei um pequeno flashback:
Lú e Aninha ingressaram na faculdade dois anos abaixo de mim, e como qualquer garota linda, gostosa e cheia de energia, as duas logo trataram de se entumar com o pessoal mais veterano e com isso, tornaram-se integrantes do Centro Acadêmico onde eu já fazia parte do Conselho, e foi lá que as conheci. Naquela época todo mundo se azarava, é óbvio, mas eu sempre fui especialmente chegado nas duas, contudo, tinha uma queda maior por Lúcia e não fazia muita questão de esconder isso de ninguém. O que eu não sabia na época é que Lúcia também era caidinha por mim, mas se fazia de difícil e não tinha certeza se desejava namorar firme naquela fase de baladas e curtições loucas. O que então desencadeou um verdadeiro dramalhão mexicano na nossa amizade, foi o fato de Aninha, que apesar de ser a melhor amiga da minha esposa, entrou no meio dessa história, e se jogou nos meus braços descaradamente, pois sabia que eu também me sentia atraído por ela, e mais do que isso, era doente de tesão pelo seu jeito mais safado de ser.
Ela era diferente da Lú em vários aspectos, sempre foi mais solta, muito comunicativa, e em compensação, mais cara-de-pau. Não se preservava tanto, eu sabia que ela já tinha rodado nas mãos de outros caras na faculdade, e não importava com quem fosse a brincadeira, fazia todas as artes que conhecia na cama.
Namorei com Aninha durante um bom tempo, quase um ano! Foi um ano cheio de sacanagens e boas trepadas, virei homem pra valer durante aquele tempo de namoro com a sapeca...suas chupetas eram gulosas, suas descidas no pau eram verdadeiras cravadas, sua jovem buceta parecia ter unhas e garras de tanta fricção que fazia na cabeça da minha rola, ela gingava pra cá, gingava pra lá, metia a boca no meu pau e o fazia gozar tudinho guela abaixo, era só pedir, e eu sempre pedia!
Aninha é pouca coisa só no apelido, já que por ser mais baixinha, mais ‘pocket’ que a Lú e as demais amigas, acabou recebendo esse diminutivo. Mas a pequeneza era só na aparência, pois apesar de não ser alta, de ter lá os seus 1,60 de altura, Aninha é uma clássica ‘falsa magra’...tem as pernas finas, só que dotada de curvas de artesão, moldadas à mão, tem a cinturinha estreita, só que por detrás dos panos que veste, ostenta uma bundinha empinadinha, durinha, formando-se uma adorável forma de coração quando ela fica de quatro e joga o rabinho pro alto. Seus seios a mesma coisa, delicados de biquinhos pequenos e sempre acesos, porém durinhos e mais generosos do que se imaginam, do tipo coisa boa de se chupar, pois quanto mais eu mamava naquelas tetas, mais duras e tesudas parece que elas ficavam. O seu rosto lívido, esperto, estilo gatinha manhosa de nariz pequeno e empinadinho, lábios finos e rosados, acompanhados de olhos verde-maresia e cabelos castanho-claro aloirados, fechavam o pacote com chave de ouro. Linda e gostosinha, ninguém resistia, e nem resiste hoje em dia!
Nosso relacionamento só não progrediu porque eu amava mesmo era a Lúcia, e isso era algo que a Ana soube desde o princípio. E um dia tudo chegou ao limite, pois eu percebi que não era ela quem eu desejava pra construir um relacionamento sério, e na medida em que a Lú foi abrindo o jogo, revelando o quanto gostava de mim e que Aninha havia era se intrometido nos nossos planos, caímos na real. Houve uma briga muito feia entre as duas, eu cortei papo com a minha então ‘falsa namorada’, e as nossas vidas tomaram o rumo que tomaram.
Descrito o passado, volto ao nosso reencontro na casa do Carlinhos, algo que superou as minhas expectativas mais otimistas na época. Após evitarmos cruzar caminho durante um bom par de horas, finalmente eu e minha esposa, que não desgrudou de mim aquele dia, trombamos com Aninha ao adentrarmos a sala de estar. Os primeiros dois, três olhares foram desviados, eu ensaiei dizer um Oi, Aninha sorriu, a Lú virou a cara, até que eu decidi tomar as rédeas daquela situação embaraçosa “Oi Aninha, como vai? Sou eu, você se lembra de mim, né?” Lú virou ainda mais a cara, apesar de não largar do meu braço esquerdo, mas não deixei de levar o cumprimento adiante, estendi a mão para a nossa ex-amiga, e ela correspondeu “É claro que eu me lembro de vocês dois, Marcos...e eu fiquei sabendo! Estão casados! São sem dúvida o casal mais lindo do mundo, rs!” Aninha não quis saber da minha mão, me abraçou e ergueu o rosto para me cumprimentar com três beijinhos. Lú então olhou para ela, finalmente, mas mesmo o seu olhar de desprezo não impediu que Aninha também cumprimentasse minha esposa com três beijinhos, dando-lhe os parabéns pelo casamento “Ai Lú, fico muito feliz que vocês dois casaram...nossa, a gente era tão amigo naqueles tempos, e eu nunca deixei de admirar vocês!”
Não me surpreendeu a naturalidade com a qual Aninha lidou com a situação, mas eu percebi que além do tradicional sorriso gracioso que sempre estampava o seu rosto, havia algumas lágrimas brotando no cantinho daqueles olhos verdes...daqueles lindos olhos que eu por muito tempo admirei. E acho que Lú também notou isso. Resolvi que deveria aproveitar o momento para quebrar o gelo e pôr um basta naquele rancor do passado, convidei Aninha para se sentar no sofá comigo e com a Lú, afim de botar o papo em dia.
Aproveitando a facilidade que Aninha tem para se comunicar, aos poucos fomos pondo nossas histórias em dia, e mais aos poucos ainda, percebia que Lú deixava de lado a raiva e o ciúmes que sentia em função dela, e começava a entrar na conversa, contando do casamento e da nossa vida...era fato que despejar todas as nossas conquistas na cara da Aninha, fazia parte do processo de exorcização que minha esposa aproveitou par pôr em prática. Porém, a nossa amiga escutou tudo com serenidade e complacência, demonstrando uma sincera alegria por termos ficado juntos, eu e Lú. Ela também aproveitou para falar da sua vida, que ao contrário da minha esposa, que abandonou a carreira de advogada ao se casar comigo, para abrir uma loja no shopping ajudada pela sua mãe, Aninha aproveitava sua liberdade de solteira para representar em todo o Brasil, a firma de advocacia onde trabalhava, e que portanto sempre estava viajando, semana sim e semana não.
Ao final da conversa, concluímos que aquele reencontro serviu para deixarmos as mágoas para trás, e redescobrirmos que ainda possuímos muitas afinidades enquanto amigos, e que seria bobagem deixarmos de nos comunicar. Marcamos então um jantar na nossa casa, ainda para aquela semana – já que Aninha estaria em SP – com a finalidade de mostrarmos o nosso ninho e o álbum de fotos do casamento, pois ela não foi convidada na ocasião por motivos óbvios.
O jantar ocorreu no sábado seguinte, na nossa casa, e lembro de ver minha Lú acordando bem cedo pra botar tudo em ordem, era claro que mesmo reatando as relações com Aninha, minha esposa queria impressiona-la de qualquer jeito “É richa feminina!” pensei. A noite chegou e eu ajudei Lú na cozinha, no preparo do jantar, aproveitando pra trocar uns sarros e uns beijinhos ao lado do fogão, até porque ela estava tinindo de gostosa...a danada queria mesmo demarcar o território e desbancar a sua amiga, trajando um vestido pequeno de tecido leve, muito decotado, suas bazucas saltavam aos olhos e nocauteariam qualquer decote que a ‘outra’ viesse à desfilar naquela noite. Mas Aninha não quis competir no decote “Ding-Dong!” tocou a campainha e Lú foi atender, as duas trocaram beijinhos, sorrindo, e eu também fui receber a nossa convidada com um “Seja bem-vinda, Ana!” e não pude deixar de admira-la.
Aninha certamente não competia com Lú no decote, pois ela vestia uma blusa preta, justa sim senhor, mas fechada até o pescoço. Agora em compensação, veio com uma calça jeans minimalista, coladinha, impecável, parece que havia sido feita à mão para envolver aquelas pernocas safadinhas, e sua bundinha como sempre, estavaa um espetáculo! Cheia de curvinhas, sambavam alegres dentro daquela calça indecente de cintura baixa. “Pega aqui Marcos...eu trouxe um vinho especial pra gente!” “Ah...obrigado!” disse meio desconcertado, ao perceber que ambas haviam notado a minha conferida no visual da visitante.
Jantamos até que rápido, o ritual à mesa foi mera formalidade, pois o intuito de todos era mesmo mostrar a casa, as fotos e pôr a conversa em dia de uma vez. E assim fizemos, logo já havíamos feito o tour pelos cômodos, onde Lú fez muita questão de caprichar na visita ao nosso quarto, e mais do que isso, fez Aninha sentar na nossa cama de casal, e lá, mostrou todas as fotos da cerimônia de casamento e o vídeo...percebendo que de lá não sairiam tão cedo, desci e peguei o vinho trazido pela nossa hóspede, e retornei onde fui regando nossas conversas durante aquela sessão de exibicionismo da minha esposa, com um pouco de álcool.
Aninha realmente queria reatar a amizade conosco, pois em nenhum momento se sentiu acuada pela certa pressão que a Lú exercia, ao contrário, ficou emocionada quando viu o vídeo do nosso casamento, chorou e abraçou Lú pedindo perdão por não tê-la procurado antes e se desculpado pela confusão do passado, o que também amoleceu o coração da minha esposa, que a puxou para si e começou à chorar, comovida. Eu só acompanhava o momento de amizade das duas, e confesso, ligeiramente excitado ao contemplar aquelas duas lindas mulheres, que eu bem as conhecia, enroscadas na cama...ainda mais vendo as lágrimas da Aninha escorrem do seu rosto, indo repousar no volumoso decote da Lú que também servia de amparo aos afagos da sua amiga.
Passada às lágrimas e o vídeo, continuamos por ali mesmo. Eu me juntei as duas na cama, e já mais soltos e enturmados, conversamos sobre todas as coisas enquanto bebíamos o vinho. Aninha contou dos rumos que a sua vida tomou, que pensava não levar jeito para relacionamentos sérios, mas que em compensação não podia reclamar das ‘aventuras’ que vivia, e isso nos fez lembrar dos tempos de faculdade, das coisas que aprontávamos, até que minha esposa já um pouquinho alterada pela bebida – ela que bebe pouco e fica alegre muito fácil – comentou que houve um lado positivo no fato da Aninha ter me ‘roubado’ e namorado comigo por uns tempos. Aninha ao ouvir aquilo se pôs à rir, mas eu não fazia idéia do que minha esposa estava falando e fui cutucando a danada até ela botar pra fora:
“Hahaha...eu sabia o quanto essa levada era boa de cama, o quão boa ela era com o pinóquio na mão! hahaha!” Aninha só ria e balançava a cabeça em afirmação “Ahh...você sabia melhor do que ninguém, né amiga! rsrsrs!” parecia que as duas estavam compartilhando um segredinho, e pelo que eu conhecia da Ana, na hora imaginei que se tratava de algum ménage que as duas aprontaram na faculdade, ou seja, que as duas trepavam juntas com os caras. Minha reação, confesso, não foi muito pacífica, fiquei alterado e passei a exigir respostas...e elas vieram, porém traiam até mesmo a minha imaginação.
Aninha se aproximou de mim e num tom conciliador, disse que explicaria tudo: “Calma Marcão, calma...não é nada disso que você está pensando da Lú! Eu sim, eu já trepei com dois, três, quatro, e acho que já tinha feito isso antes mesmo de namorar você, mas a Lú não, eu boto minha mão no fogo que ela nunca esteve com dois caras!” ainda sem baixar a guarda, banquei o durão “Ah é? E que palhaçada é essa então dela saber que tu é a maior engolidora de pica das galáxias?” ouvindo isso, minha esposa foi quem levantou a voz “É porque além de exímia engolidora de pica, ela também é uma ótima devoradora de bucetas! Da minha por exemplo, só por causa disso!”
Fiquei com cara de pasmo, aquela cara de quem está processando um batalhão de informações, as duas olhavam para mim espantadas, mas não esperaram muito por novas reações minhas, começaram as duas à gargalhar, rindo muito, vermelhas como adolescentes. Mais calmo, então pedi que me contassem tudo, afinal de contas, elas tinham a obrigação de me contar essas passagens. E me contaram, começando pelo fato de terem morado juntas durante um punhado de anos, e que Aninha é ‘mais ou menos’ bissexual “Assim, eu gosto mesmo é de homem, de pau...ah, vocês sabem disso. Eu gosto de pau latejando na minha mão, na minha boca, dentro de mim, mas como a Lú bem sabe, eu também tenho uma tara por seios volumosos que nem esse aqui ó!” e apertou os seios da minha esposa, arrancando risinhos dela “Ou seja Marcão, eu sou mulher, gosto de homem com H mesmo...mas também fico toda molhadinha ao roçar numa xaninha! Não consigo evitar! rsrsrs” ao finalmente saber disso, só aumentava o conceito safadeza que eu tinha da Aninha.
Estava ficando tarde, Ana e a Lú ainda estavam no quarto abraçadas, uma alisava as costas da outra, Aninha a cada cinco minutos parecia pedir desculpas ao pé dos ouvidos da minha esposa, a impressão que eu tinha era a de que a amizade das duas havia retornado ao seu nível de antigamente, e tudo isso em menos de dois dias. Se olhar as duas agarradas na cama já era de excitar, ter descoberto que a pilantra da Aninha brincou muito de lambe-lambe no passado com os tetões da minha mulher, deixava o meu pau pronto pra qualquer batalha, e estava difícil de esconder a barraca armada. E as duas continuavam cada vez mais agarradas, parecia que alguma tensão sexual rolava entre as duas bem ali, eu tinha nítida essa impressão, que no começo pensei ser efeito do álcool ou besteira da minha imaginação, mas eu certamente nem estava bêbado e tinha todo um histórico de safadeza entre nós três, para justificar minhas suspeitas.
Foi quando as duas olharam para mim, fixamente, com aquele sorriso que só existe no rosto das mulheres, aquele sorriso metade maléfico, de quem tramou alguma coisa e sabe exatamente onde chegar, mas que na outra metade carrega muito de entrega, de se deixar levar, como se estivesse assinando uma carta branca para você, o sortudo que recebeu esse sorriso. As duas se levantaram e pegaram algumas peças no armário, lingeries! Eu mal podia acreditar no que estava vendo.
Minha esposa se dirigiu a mim: “Meu amor, ta muito tarde pra Aninha ir embora, e ela bebeu! Ela vai dormir aqui conosco, ta!” e me deu um beijinho. Eu nada disse, só acompanhei as duas escolhendo lingeries e caminhando em direção ao banheiro...sim, as duas decidiram tomar um banho! Da porta aberta do banheiro, vi minha esposa tirar o vestido por cima da cabeça, deixando os seus melões planarem livres diante da amiga, e Aninha por sua vez, olhando para fora do banheiro em minha direção, arqueou o corpo empinando toda a sua retaguarda enquanto se despiu da calça jeans, e sorrindo, disse para mim: “Marcão, nós duas estaremos aqui...com a porta escancarada, qualquer coisa é só entrar viu!”
Meu coração batia acelerado, e meu pau latejava lá embaixo no mesmo ritmo, sambando apertado dentro da cueca. As duas ligaram o chuveiro, Aninha abraçou minha esposa, afundando seu rosto no meio dos seios dela, o que por alguns segundos despertou um certo peso na consciência da Lú, fazendo com que ela se separasse do abraço da amiga e buscasse uma toalha para se cobrir. Cheguei a pensar momentaneamente que o banho das duas tinha ido ralo abaixo, e que podia rolar um novo barraco entre elas, mas isso não ocorreu, pois Aninha reagiu e se ajoelhou, nua, em frente a minha mulher, onde sôfrega, chorando e agarrando as pernas e a cintura da Lú, declarou todo o amor que sentia por ela, e por mim! “Não Lúú, não por favor! Me escutaaa! Eu não posso perder vocês dois novamente...eu amo muito vocês, sempre amei! Eu não quero atrapalhar a vida de ninguém...só quero que vocês me aceitem, aceitem o meu amor! Pode falar, eu faço o que vocês quiserem, eu faço o que você quiser Lúu!”
Minha esposa olhou pra mim, como que perguntasse o que fazer, e eu lhe indiquei o que faríamos. Tirei minha roupa e entrei no banheiro, Aninha ainda estava ajoelhada e grudada na cintura da minha esposa, olhei para ela que enxugava os olhos molhados e indiquei o meu pau, no que ela apesar do rosto de choro e da voz embargada, tratou de botar as mãos safadas para trabalhar, envolvendo o meu pau numa leve punheta. Lú deixou a toalha cair, agora o seu ventre estava a disposição da nossa amiga e de todo o amor que ela pudesse nos dar. Grudei nas duas, de forma que meu pau estivesse ao mesmo tempo à disposição da Aninha, e que eu pudesse beijar e morder os seios da minha esposa. Aquela sensação de comoção e drama subitamente foi deixada de lado e o tesão tomou conta.
Enquanto nos beijávamos, eu e Lú tínhamos a visão da nossa agora putinha, Ana, se revezando em mamar no meu pau e chafurdar a língua no grelho dela. Aninha era mesmo um tesão de tão tarada e pervertida, ela chupava o meu pau com o mesmo vigor que acariciava a Lú, se colocando voluntariamente no patamar da submissão, dizendo o quanto gostava de estar ali e o quanto queria que ser usada por nós dois “Ai Marcos, o gosto do seu pau na minha boca novamente...se você me deixar eu chupo até tu gozar! Lú, Lú...eu te amo, faz o que você quiser comigo, me castiga, me usa, manda o teu marido me bater, me surrar se quiser!”
E Lú perdia a cabeça ao ouvir aquilo, ainda havia um tanto de ressentimento no seu coração, e isso misturado com o tesão que sentia, trasnformava minha mulher “Ah você quer porrada, é? Você quer ser sufocada, é? Gosta de uma buceta né sua lésbica? Então chupa ela, chupa a minha!” e pressionava a cabeça da amiga bem fundo, no meio da xana. Eu já tinho visto a Lú tarada ao ser chupada, mas ela jamais me sufocou no meio das pernas como fez com a Aninha, que por sua vez só atiçava ainda mais o tesão da situação, ao continuar com as provocações “Lú, eu quero te lamber até o cu...e quero que teu marido foda a minha boquinha com essa jebona dele, pede pra ele me encher de pica, pede!” minha mulher se contorceu de tesão e raiva “Puta! Tu sempre foi a mais puta...e suja! Cadela! Quer a pica do meu marido, é? Então engole ela até o talo...e engole tudo de uma vez que eu sei que é grande, você mesma jogava isso na minha cara!” Lú pegou ela pelos cabelos e fez questão de empurra-la de encontro ao meu pau, fazendo minha pica sumir na garganta da safada, que de forma magistral aturou engolir o bicho até bater lá no fundo, apesar da pressão que minha esposa fazia sobre sua cabeça, e de ouvir todos os palavrões possíveis que Lú possessa, proferia. Minha mulher estava mais transtornada do que eu, pois até cuspir no rosto da amiga ela fez. Mas Ana além de aturar aquilo, acima de tudo parecia gostar e gozar com o escárnio que passava, levar tapa, pirocada, babar no meu pau e sarrar a xana da Lú, tudo isso Aninha fazia enquanto levava uma das mãos até sua própria bucetinha, dedilhando o que podia dedilhar para curtir um gozo a sua moda.
Aninha desempenhou seu papel ajoelhada, até o primeiro gozo da minha esposa chegar. Enquanto a safada trabalhava a língua no clitóris dela, Lú me agarrou com força pelo pescoço e com a outra mão beliscou ainda mais forte o seu mamilo direto, a ponto de deixar marcas e urrou “Ahhhhh..Ohhhhhiiiiii..Porraaa!” eu sabia quando minha mulher tinha um gozo dos bons, e aquele sem dúvida foi um dos melhores. Aninha apesar de parecer perdida e sufocada, ajoelhada entre nós dois, sabia bem onde queria chegar, e aproveitou o gozo da minha esposa para despirocar a brincadeira de vez, se levantando e se jogando nos meus braços enquanto Lú sentou na beirada da banheira, ainda curtindo os ecos do gozo: “Hmm, meu querido Marquinhos, eu quero seus beijos, muitos beijos...e quero fazer você gozar que nem a Lú, só que dentro de mim!” eu me rendi aos beijos alucinados da Aninha, na verdade, tinha saudades daqueles beijos matreiros e molhados.
Tratei eu de agarrar a safada e beijar gostoso aquela boca babada com o gosto da buceta e do gozo da minha própria mulher, grudei meu pau na sua cinturinha ardilosa e sarrei gostoso nela, esticando minhas mãos até sua bunda bem desenhada, durinha, desferindo alguns tapas, alguns não, vários tapas! Ela dava gritinhos, pedia mais, pedia mais e olhava para trás buscando a reação da minha esposa, que naquela altura, mais calma, já havia ligado o chuveirinho e tocava uma siririca com a ajuda dele, dentro da banheira. “Você tá olhando pra trás pra quê, sua piranha? Quer dar pro meu marido? Pode dar...pode dar que ele também quer te comer, esse pilantra!” eu retornei o cumprimento com um sorriso em direção a minha mulher, e ela também estava sorrindo. O rancor definitivamente sumiu, agora o que restava era as maravilhas do sexo a três, do sexo entre velhos amigos.
Só que ter uma verdadeira ninfeta como Aninha a nossa disposição, dá margens para as mais perversas interpretações, e minha esposa estava com a mente aguçada: “Mas tem uma condição, ô putinha...se você quiser mesmo sentir a piroca do meu marido hoje, então vai ter que ser pelo cuzinho, pela porta de trás! E mais, sem gelzinho pra ajudar, tem que ser a seco! hahahaha” era muito bom ver minha mulher gargalhando assim, com o chuveirinho todo enfiado na buceta e com as tetonas vermelhas de tanto que ela própria as espremia. Porém, confesso que achei perverso demais, pois eu estava muito a fim de meter na Aninha até o sol raiar, e sem querer bancar o bam-bam-bam, a verdade é que eu sou um cara alto, forte, e a minha jeba não deixou de acompanhar a anatomia do seu dono. Botar a seco na bundinha da Ana não era bem o que tinha em mente.
Eu percebi que Aninha olhou para minha esposa com um olhar meio de soslaio, certamente a xaninha daquela pilantra já estava molhada esperando por pica e não gostou da mudança de planos. Aproveitando que Lú estava na banheira, entretida com o chuveirinho e um dedinho desafiando a portinha do seu rabo, colei no ouvido da nossa amiga e armei um esquema “Aninha, manda ver numa gulosa...caprichada, que só você sabe fazer! O resto, deixa comigo!” ela ainda tentou mostrar preocupação com as ordens da Lú, mas eu a reconfortei “Nãão, vai que a Lú fica puta da vida...deixa ela curtir a vingancinha dela!” “Nada, vingança é o caralho, agora é hora de curtir! Vamô, chupa bem gostosinho que nem você fazia quando a gente namorava, vai logo!”
E Aninha obedeceu, foi descendo pelo tórax, me beijando e mordendo meu peito. Era linda a visão daquela gata malandra rebolando enquanto flexionava os joelhos, retornando a encarar minha pica de frente. Pelo espelho do banheiro eu podia contemplar o rabo dengoso da minha ex-namorada, e agora amante assumida e consentida pela minha esposa, que então se esbaldava na banheira e acompanhava já um pouco desconfiada das chupadas que Aninha praticava no meu pau “Olha aqui, mamar gostosinho que nem chupeta só se for pra lubrificar a pica desse moço...eu quero ver ele te comendo pelo rabo, sua safada!” Aninha só fazia um sinal de sim com a cabeça, sem deixar minha glande escapar da sua boquinha sugadora.
Mas a chupação continuou como combinado entre eu e Aninha, e fiz bem em assim ter combinado. Os anos que se passaram só serviram para melhorar ainda mais a sua técnica de como bem mamar uma rola, pois a danada logo sorvia quase minha pica inteira dentro da boca, e com as mãos para trás, sem usá-las, triturava e mascava a dita cuja com a língua, sugando e babando a sua própria saliva que escorria pelo meu pau. Aninha olhava para mim com seus lindos olhos verdes, flexionava as sobrancelhas para fazer cara de safada, ou as levantava para fazer cara de menininha chupeteira...era uma pervertida, mas eu adorava isso nela, e quem seria louco de não adorar?
Minha jeba havia atingido o ápide da sua extensão e estava mais molhada de baba do que chupeta de bebê, o gozo se anunciava! Me dei conta de que Lúcia havia saído da banheira, já tinha curtido sua siririca na companhia do chuveirinho amigo, e caminhou em minha direção se apoiando no meu ombro, para então deixar escapar uns sonoros ‘tsc, tsc, tsc’ de reprovação, como se tivesse descoberto uma armação. Aninha apenas riu com os olhos em direção a sua amiga, porque ela insistia em não deixar sua boca abandonar o meu pau, e eu, só inclinei meu rosto para roubar um selinho da minha esposa, antes de sentir o fluxo de esperma sair bombando afobado pelas veias do meu escroto, até jorrar através da glande entalada na boca tarada da Aninha, que fazendo questão de manter os olhos abertos e o olhar fixo na minha esposa, sorveu garganta abaixo uma respeitável correnteza de porra que eu fiz questão de despejar, após sua espetacular mamada.
Eu respirava e suspirava forte, aliviado, e sorria muito. Minha esposa olhou para Aninha, que ainda se encontrava de joelhos, acarinhando meu pau, e também rindo, disse “Mas eu sabia que isso acabaria assim...eu nunca vou poder competir com essa boca danada que você tem!” “hehehe” Aninha se levantou e as duas se abraçaram, Lú notou que eu admirei o enlace das duas e então fez questão de beijar a nossa visitante, querendo dividir o restinho do gosto de porra que estava impregnado na língua da outra.
Ao final daquela sessão, tomamos um banho e fomos para cama, os três. O nosso tesão ainda era muito grande, e então com menos stress, curtimos ainda mais. Aninha foi a putinha do casal, e desde então passou a ser, pois é esse o papel que ela gosta de desempenhar e ela não estava mentindo quando disse que desejava se entregar aos nossos anseios. Na cama fizemos por merecer o nosso reencontro, Lú ‘deixou’ eu retribuir e chupar a bucetinha da sua amiga, para depois eu tomá-la pelos cabelos a fazendo lamber e dedilhar o cuzinho da minha esposa. Meu pau foi posto de pé novamente de forma especial, com a participação das duas revezando na chupeta, e finalmente, invadimos os orifícios da Aninha, sem ciúmes. Ela recebeu de quatro, a minha rola buceta adentro, enquanto minha esposa arrombava-lhe o rabo enfiando quatro dedos quando não a sua mão inteira – com a ajuda de um gel, é claro, rs – Gozamos esparramados, gozamos juntos e unidos naquele quarto.
Mais do que uma volta ao passado, foi o ínicio de uma nova era para nós três. E ainda há muita coisa a ser contada. Abraços!

Autor desconhecido