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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

MARIDO VIRANDO CORNO MANSO




Olá! Me chamo Samanta, tenho 31 anos e sou casada há 6 anos. Sou loira, cabelos lisos e longos, seios fartos, bumbum grande e bem gostoso, sou bem safada, desde os meus 15 anos sou bem putinha, até conhecer meu marido Mário e aquietar um pouco. Sempre fui fiel à ele, mas essa rotina de fidelidade e casamento estavam acabando comigo.

Meu marido sempre foi bom de cama, mas sempre foi sistemático em relação a sacanagem. Cheguei a um ponto que não estava aguentando mais aquela rotina, resolvi conversar com ele e disse que estávamos precisando inovar, eu queria apimentar nossa relação, disse que ele iria gostar da experiência e que ou ele abria a cabeça e aceitava, ou ele ia acabar levando um belo par de chifres, meu extinto puta não aguentava mais aquilo, eu precisava mudar e ele teria que aceitar ou ia me perder.

Não passou muitos dias e ele veio conversar comigo perguntando o que eu estava querendo, e eu respondi para ele apenas aceitar e confiar em mim. E assim ele fez, disse que topava entrar na minha brincadeira.

Como comecei minha vida sexual bem cedo, sempre tive meus contatos, e sabia quem poderia me ajudar. Liguei para Bruno, um amigo meu de farras, contei meu plano à ele e  de cara ele topou, mandou marcar apenas o dia, que ele emprestava o apartamento para acontecer.

O dia combinado chegou, meu marido se arrumou todo, estava um gato, todo delicioso e perfumado e confessou que aquela expectativa estava deixando-o excitado. Coloquei um vestido branco básico, um salto bem alto que me deixava ainda mais gostosa, não coloquei calcinha e nem sutiã e partimos rumo ao encontro.

Quando chegamos ao apartamento de Bruno, ele logo veio nos recepcionar, estava maravilhoso, minha bucetinha já estava babando de tesão, imaginando eu sendo toda puta, daqueles dois homens lindos. Olhei para meu marido e disse: - Amor, a farra está para começar, e dei um beijo delicioso de língua em Bruno, que retribuiu o beijo passando a mão no meu corpo, apertando minha bunda, e me chamando de cachorra. Quando terminei olhei para meu marido que já estava de pau duro, e disse: - Tá gostando né cachorro, tá doidinho pra ver eu fudendo com outro né, pois venha e vamos nos divertir.

Entramos e logo tratei de colocar meu plano em prática. Pedi para Bruno trazer uma cadeira, fui até minha bolsa e peguei um par de algemas e uma mordaça. Fui até meu marido, começei a beijá-lo, a provocar muito, deixando-o no auge do tesão, fui tirando sua camiseta e ele já estava suando, fui beijando sua barriga até chegar em seu pau, começei a fazer acariciar seu pau e dar beijinhos ainda por cima de sua calça, depois desabotoei e retirei a calça e a cueca juntas, e liberei aquele pau que tanto implorava pela minha boca, chupei, mamei gostoso, deixei ele todo molhadinho com minha baba, mas não deixei ele gozar, mandei ele se sentar na cadeira, prendi suas mãos, tapei sua boca, e começei a me justificar: - Agora meu corninho manso, você vai olhar sua putinha dar pra outro bem gostoso, vai ver minha buceta rebolando em outro pau, e não vai poder nem bater punheta, mas não se preocupe sua recompensa será extraordinária. Dei um selinho em sua boca e logo me dirigi a Bruno, que já estava sentado na cama, apenas de cueca e se masturbando loucamente apenas de observar o que eu estava fazendo com meu maridinho.

Bruno logo me agarrou e me jogou na cama, tirou meu vestido, veio por cima de mim e começou a me beijar, me beijava e esfregava aquele cacete em mim, entre um beijo e outro parava e sussurava em meu ouvido: - Como você é malvada, seu maridinho deve estar adorando ver o quanto você é vagabunda, vou mostrar pra ele o que você gosta, vou comer a putinha dele bem gostoso, e continuava me beijando, como eu estava toda melada e ele se esfregando em mim, seu cacete logo entrou gostoso na minha buceta, enquanto metia aquele pau em mim começou a chupar meus seios e fazer leves movimentos com a língua, e meu marido preso e com a boca tapada, gemia feito um doido e se contorcia na cadeira, mediante aquela cena gozei muito no pau de Bruno.

Me levantei e fiquei de quatro bem na beirada da cama, para meu marido ver o pau de Bruno entrando e saindo da minha buceta, Bruno veio por trás me agarrou pelos cabelos e começou a meter na minha bucetinha que pingava de tanto tesão, Bruno como um bom sem vergonha me comia e dizia a meu marido: - Tá gostando de ver o quanto ela é puta ? Tirava o pau e metia bem devagar para meu marido ver.
 - Olha o quanto ela é vagabunda Mário, ela gosta disso.
E Bruno puxava meu cabelo e me dava uns tapas bem forte na bunda, e eu vendo meu marido todo louco de tesão, com o pau duro sem poder se tocar, e o vagabundo do Bruno me comendo gostoso, gozei mais uma vez.

Deixei de ser maldosa e fui até meu marido para ver se ele estava bem, tirei a mordaça de sua boca, e beijei ele bem gostoso em sinal do amor que eu tinha por ele, que eu estava sendo vagabunda mais eu o amava, ele disse que estava bem e queria que eu continuasse. Chupei seu pau mais um pouco, mas não deixei ele gozar. Deixei ele sem a mordaça, apenas com as mãos presas e voltei para Bruno.

Bruno estava sentado na beirada cama, sentei em seu pau de costas pra ele e de frente para meu marido, e começei a subir e descer naquele cacete, meu marido agora podendo falar começou: - Vai sua puta vagabunda, rebola no pau dele, mostra pra ele o quanto você é biscate, vai vadia da pra ele gostoso, e eu cavalgando naquele cacete gozei mais uma vez.

Aproveitando o quanto eu estava molhada peguei meu mel e lubrifiquei meu cuzinho, fui até meu marido e disse que ele estava sendo um bom menino e que a melhor parte seria dele, sentei em seu colo de costas pra ele e deixei seu pau preencher meu cuzinho, Bruno veio sentou-se em meu colo de frente pra mim, se ajeitou e meteu em minha buceta, eu estava me deliciando com aqueles dois homens me fudendo gostoso, um pau comendo meu rabo e outro me fudendo a buceta, enquanto metia Bruno começou a me beijar e aí foi demais, anunciei que ia gozar e pedi para eles gozarem junto comigo, e assim fizemos gozei mais uma vez, meu marido encheu meu rabo de porra, e Bruno minha buceta.

Quando soltei as mãos do meu marido, ele mandou eu me ajoelhar e deu dois tapas na  minha cara e logo em seguida um beijo apaixonado, e me agradeceu por ter proporcionado uma noite tão perfeita, fomos embora e em casa fudemos muito, e até hoje participamos de várias sacanagens, com Bruno e alguns casais. Espero que gostem !

Loira Casada

FUDENDO COM O PATRÃO



Me chamo Laura, tenho 26 anos, vou contar minha tão desejada aventura com meu patrão.
Trabalho numa empresa já a algum tempo, uns 3 anos e tenho o patrão mais lindo e gostoso de todos! Desde que o vi já o desejei no primeiro momento. Ele já é um coroa, porém bem conservado, corpo super malhado, cabelo grisalho, sorriso lindo e casado! Ele é  muito sério, nunca deu nem um sorriso suspeito pra mim, sempre me tratou com educação e respeito. Sempre que vem a minha sala, vem acompanhado da minha patroa que é irmã dele, sempre vem os dois pra me deixar algum material e ir embora juntos.
Num certo dia o Edgar chega sozinho, me cumprimenta e começa retirar alguns materiais pra mim, pergunto por minha patroa e ele fala que hoje estaria sozinho, sem muita conversa deixa meus materiais e vai embora. Numa sexta feira novamente ele chega sozinho, era final de ano e dessa vez ele me deu um abraço de feliz ano novo, sem muitas intenções e foi embora, ao sair nos olhamos sem graça um para o outro e rimos. Foi aí que vi que teria alguma chance. Tinha algum tempo que não saía com ninguém, estava carente e queria muito alguém, sou muito quieta e não gosto de sair muito.
Numa segunda feira, quase no fim do meu expediente, aconteceram alguns problemas e fiquei mais um pouco na clínica para resolvê-lo, não tinha mais ninguém lá, somente minha patroa, assim precisei falar com ela, me dirigi a sala dela, bati na porta e o Edgar me atende e logo me manda entrar. Minha patroa não estava, mas ele resolveria pra mim, comecei contar o caso pra ele, que logo veio em direção a mim e pegou os papeis que estavam na minha mão. Olhou bem nos meus olhos e quando vi já estávamos nos beijando, nossa, aquilo era tudo que queria. Rapidamente foi até a porta e a trancou, estava sem reação e com vergonha ao mesmo tempo, ele sussurrou no meu ouvido o quanto me desejava, nos agarramos loucamente, ele me jogou em cima da mesa e me arrancou a calcinha e começou me chupar, confesso que nenhum homem me chupou igual ele, gemia de prazer, e ele me chupava e metia os dedos dentro de mim, tinha tanto tesão nele que gozei nos seus dedos e ele lambeu tudo, comecei acariciar seu pau que parecia ser imenso, ele tirou pra fora e começamos a nos chupar, ele gemia a cada vez que metia tudo em minha boca, o pau dele era enorme, grosso, mal cabia na minha boca, ele não parava de me chupar e mais uma vez gozei feito uma louca na sua boca. Levantamo-nos e ele me colocou de quatro e meteu na minha buceta que estava molhadinha, porém muito apertada. Meteu rápido e forte, uma sensação deliciosa, gemia de prazer, ele tentou segurar seu gozo o máximo que pôde, a cada gemida que eu dava ele parava pra não gozar, falava que queria me foder, que minha buceta era a melhor que já tinha comido, era apertada e estava uma delicia. Sem conseguir segurar por muito tempo me avisou que iria gozar, pedia pra ele gozar e que gozasse dentro da bucetinha, senti aquele gozo quente delicioso dentro de mim. Nunca senti tanto prazer, ficamos algum tempo abraçado em cima da mesa a conversar, ele era maravilhoso. Me vesti e fui embora. Agora ele sempre vai na minha sala sozinho e fazemos alguma loucuras na minha sala e as vezes na dele também. Quase todo dia damos uma rapidinha, rsrsrs


Mineirinha Divorciada

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

"RAPIDINHA" NO PONTO DE ÔNIBUS



Vou contar pra vocês como foi a minha "rapidinha" no ponto de ônibus.

Bom eu sempre fui uma putinha e sempre gostei de me vestir assim, com roupas bem curtas mini saia, vestido justo e curto blusinha bem apertada e nunca uso calcinha.

Eu tenho um corpo admirável com uma bunda grande seios fartos e cintura fina, olhos castanhos cabelo preto boca carnuda e uma bucetinha lisinha e bem apertadinha.

Tinha acabado de sair do trabalho eram umas 23:45 da noite rua praticamente deserta, eu estava sozinha no ponto de ônibus esperando o busão, que por sinal estava atrasado as horas passavam e nada do ônibus eu já estava ficando nervosa o dia não tinha sido um dos melhores, eu só queria chegar em casa tomar um banho e cair na cama, como amanhã seria sábado eu não teria que acordar cedo pra ir a faculdade, dormiria até tarde.
Já eram 00:00 noite e nada de ônibus até que percebi que um homem se aproximava, ele vinha tranquilamente pela rua confesso que fiquei com medo, ele era alto deveria ter 1,80 de altura, corpo atlético cabelos negros e uma barba bem feita, ele vestia uma calça jeans e uma camisa social, ele se sentou ao meu lado, nessa hora meu corpo gelou.

Qual ônibus você está esperando? Ele perguntou puxando assunto.

O do centro! Eu respondi sem jeito.

Hum.... Mais esse ônibus não é os da 23:45? Ele perguntou, e  pude perceber seus olhos fixos no meu decote.

É sim mais está meio atrasado! Agora ele me comia com os olhos.

Eu me chamo Carlos! Ele disse estendo a mão pra mim.

Prazer Carlos eu me chamou Luana! E disse o cumprimentando com um sorriso safado nos lábios.
Prazer é todo meu! Ele me sorriu de volta, acariciando o caralho sobre a calça.

Ele veio chegando mais perto até me puxar pela cintura me fazendo quase sentar em seu colo e me deu um beijo de tirar o fôlego, ele foi descendo os beijos para o meu pescoço enquanto sua mão entrava por baixo do meu mini vestido, ele foi a loucura quando percebeu que eu estava sem calcinha.

Já está sem calcinha né putinha, e molhadinha!

Ele introduziu dois dedos de uma só vez me fazendo soltar um gemido alto, me separei dele e me levantei enquanto ele me encarava com uma expressão confusa, antes que ele pudesse dizer alguma coisa eu o puxei pela mão o levando a traz do ponto de ônibus onde eu tinha certeza de que ninguém iria nos ver, mesmo com a rua vazia nunca se sabe quando um conhecido vai aparecer. O encostei na parede de concreto e comecei a beijá-lo novamente abrindo os botões da camisa dele beijando seu peitoral definido até chegar na calça onde seu membro já pulsava, abri o feixe da calça a abaixando até os joelhos logo depois puxei a cueca fazendo o pau dele saltar pra fora.
O casete dele deveria ter uns 20cm e era bem grosso, não pensei duas vezes em me ajoelhar e abocanhei aquele pau delicioso, comecei chupando a cabecinha depois fui lambendo até deixar ele completamente lambuzado com a minha saliva, logo depois coloquei de vez na boca começando um vai e vem frenético, ele começou a gemer me segurando pelos cabelos começando a fuder na minha boca como se fosse minha buceta, eu comecei a me engasgar e a saliva na minha boca já estava espumando e ele continuava metendo, logo senti um jato quente na minha garganta e logo depois um maior ele gozou tanto que começou a escorrer pra fora da minha boca.

Bebe meu leitinho puta, não era isso que você queria. Ele falou enquanto eu engolia sua porra e passava a língua em volta da boca pra limpar a que tinha escorrido.

Agora eu quero que você goze na minha bucetinha. Eu disse me colocando de pé beijando seu pescoço acariciando seu pau que já se animava de novo, ele me colocou com as mãos na parede me fazendo ficar empinadinha pra ele que levantou o meu vestidinho e meteu o caralho com tudo me fazendo gemer.

Pode empinar esse rabo sua puta!

Me fode! Mete na minha buceta.

Ele meteu aquele caralho sem dó, me segurando pela cintura e empurrando seu pau todinho, ele metia tão gostoso que não aguentei e gozei naquele cacete e ele também gozou junto comigo, era tanta porra que escorreu pelas minhas pernas. Logo o buzão chegou e eu fui embora, nunca mais vi aquele gostoso.

putinhah69

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

SEXO NA ACADEMIA


Me chamo Joyce, morena, alta, cabelos grande e liso, bunda redonda, cintura fina, chamo bastante atenção quando saio na rua. Sou noiva, meu noivo é um médico muito lindo, corpo malhado, vamos nos casar em breve.
Eu e meu noivo, o César, vamos a academia juntos quase todos os dias, as vezes ele não vai por causa dos horários, tem dia que tem plantão, dai vou sozinha.
Certo dia fomos juntos, passei o dia inteiro pensando em alguma coisa de diferente pra fazermos logo após á academia, estava querendo fazer algo diferente, chegava a arrepiar de tanta vontade de sexo, por mim teria feito antes de ir, porém, não tínhamos tempo. Passei em uma loja, comprei uma lingerie nova e ia convida-lo para irmos a um motel. Chegando na academia, assim que começamos os exercícios o telefone dele toca e é uma urgência no hospital e ele teve que ir as pressas, assim me deixando sozinha. Fiquei desanimada, pois tanta vontade que estava de sexo ia ter que esperar. Fiz alguns exercício e fui ao banheiro me trocar para ir embora, ao passar pelo banheiro masculino vi meu instrutor só de cueca, estava se trocando, confesso que ele mexe muito comigo, pelo volume da cueca vi que tem bastante coisa ali e ai minha vontade aumentou, trocamos olhares, mas como meu noivo está sempre por perto disfarçamos. Ele viu que vi ele e deu um sorrisinho, segui para o banheiro, tomei banho, me troquei e ao sair do banheiro sinto alguém puxar minha mão, era ele, Daniel, meus instrutor, me puxou pra dentro de uma sala, acho que era um almoxarifado, a gente não trocou uma palavra, começamos nos beijar loucamente, ele passava a mão na minha buceta e eu acariciava o pau dele, percebi que era como imaginava grande e grosso, ele me virou de costas e me penetrou, estava com tanta vontade que ao sentir o pau dele naquele movimento gostoso na minha buceta, gozei e gemia feito louca, ele me fudia cada vez mais forte. Gozou na minha buceta como nunca tinha sentido, escorreu gozo pelas minhas pernas ate o chão. Nos limpamos, nos beijamos e sai do quarto. Ele se ofereceu para me deixar em casa, aceitei claro. No caminho ao conversar ele me falou do tesão que tinha por mim, trocamos o caminho da minha casa e fomos para um motel, então, vesti a lingerie que tinha comprado para meu noivo, e o Daniel amou, quase explodiu de tesão ao me ver, ai fizemos sexo como se deve, chupei aquele pau enorme até ele gozar na minha boca, fizemos sexo por horas, minha vontade só aumentava, a cada chupada que ele me dava era um prazer inexplicável, gozamos muitas vezes. E então hoje, quando meu noivo não vai na academia comigo, o meu instrutor me leva pra casa, mas antes passamos no motel para nos deliciarmos .

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

FRAN E BRUNINHA, AMOR E AVENTURA


          Fran é uma jovem de 18 anos e que adora o ar puro da natureza. Apesar de ser novinha, ela tem uma personalidade forte e adora aventuras e viagens. Até pouco tempo atrás, Fran morava com sua namorada Bruna, de 19 anos. Elas começaram a namorar sério mesmo, no aniversário de 17 anos de Bruna, quando Fran a fez uma surpresa, porém, elas se conhecem desde criança e o interesse uma pela outra, vem desde antes disso.
          Morena, olhos castanhos, cabelos lisos e na altura dos ombros, baixinha e bem curvilínea, Fran mexe com a imaginação dos homens quando eles ficam sabendo de seu relacionamento com Bruna. Seios médios, redondinhos, durinhos e empinados, coxas bem torneadas e um bumbum bem arrebitado, ela é a menina perfeita, como a considera sua namorada, que também não fica muito atrás fisicamente, tendo praticamente o mesmo corpo, sendo que um pouco mais alta.
          Aventureiras e amantes de viagens, Fran e Bruna formam o casal perfeito e elas foram parar em Taguatinga-DF desse jeito. Juntaram um dinheiro e saíram de Anápolis para se aventurarem, tudo isso com seus pais sabendo e uma amiga da mãe de Fran  foi quem mediou essa mudança, procurando a casa para elas. O lugar não poderia ser melhor para elas. Rodeado de verde e diversas trilhas que levavam a rios e cachoeiras e isso acelerou a mudança, tamanho era a ansiosidade das duas em finalmente terem um continho só para elas.
          Terminada a mudança, a curiosidade tomava conta dessas duas jovens, que numa bela terça-feira de sol, resolveram, mesmo sem conhecer, caminhar pela trilha. Fran usava um top tomara que caia que só cobria seus seios e um shortinho jeans, bem curtinho e apertadinho. Já Bruna, estava com uma blusinha de alcinha, decotadinha e um shortinho jeans, bem curtinho e apertado também. Elas saíram cedo, por volta das 8 da manhã, e por ser um dia útil, não havia ninguém pela trilha e elas se sentiram as donas do lugar. De mãos dadas, trocando carinhos, elas caminhavam curtindo aquele momento romântico à sós, até que depois de alguns minutos de caminhada, elas encontraram um rio onde terminava uma cachoeira, o lugar preferido de Fran.
          Bruna e Fran adoram tomar banho nos rios e em Taguatinga não foi diferente. O curioso, é que elas nunca estão de biquini para isso e sempre tomaram banho de calcinha e sutiã, quando não havia ninguém por perto. Quando havia, elas caíam no rio de roupa mesmo. Só que dessa vez, as duas estavam sem sutiã e então resolveram entrar só de calcinha. A água estava um pouco gelada e ambas ficaram logo com aqueles biquinhos bem durinhos e empinados e aproveitando isso, curiosas que são, resolveram fazer algo que nunca haviam feito: Ficar peladas dentro do rio. As duas adoraram a ideia e logo tiraram suas calcinhas, deixando-as em cima dos shortinhos que estavam na beira do rio. A sensação era gostosa, excitante e logo elas começaram a se beijar ardentemente. Os seios se enconstando, ambas saboreando com apertos uma a bunda da outra e seus grelinhos se enconstando, aumentava cada vez mais o tesão entre as duas, que não resistiram. Saíram do rio, forraram uma canga bem ali, na beira, e Fran, a mais quente, deitou sua namoradinha, abriu suas pernas grossas e de frente para aquela bucetinha lisinha, carnudinha e úmida, não perdeu tempo e começou a chupá-la com gosto, com vontade. Bruna se enlouquecia como sempre com aquela língua afiada de sua namorada, gemendo bem alto, gritando e se contorcendo de prazer e obviamente, não aguentou muito tempo, jorrando toda sua goza na boquinha de sua namorada. Logo depois, Bruna se levantou rapidamente, colocou as mãos de Fran apoiadas em uma árvore, agachou-se e por trás dela, começou a chupar aquela bucetinha lisinha e melada. Os gemidos de Fran eram altos, excitantes e ecoavam no meio do mato em volta do rio.
          O clima estava bem quente e gostoso na beira daquele rio. As duas novinhas se chupando, nuas, ao ar livre, porém, elas achavam que estavam sozinhas, mas não estavam. Como os gemidos de Fran eram bem altos, Sr. José, um homem de 40 anos que morava em um casebre próximo ao rio, ouvindo aquilo, resolveu caminhar pela trilha para ver se achava algo. Ele vivia sozinho naquele lugar há anos, depois que se separou de sua mulher o seu hobby preferido, sempre foi tarar meninas e mulheres que tomavam banho naquele rio. Como sempre, ele foi apenas de bermuda, com nada por baixo, sem camisa... não era nem bonito e nem feio, tinha um corpo até legal, mas o pau era de se admirar. Vistoso, grande, duro, grosso, cheio de veias... perfeito!
          Ao se aproximar da beira do rio, Sr. José avistou a cena mais linda de sua vida: Fran e Bruna estavam deitadas, esfregando suas bucetas calorosamente, aos berros, sedentas de prazer. Sr. José nem precisou tocar em seu pau para que ele endurecesse. Bastou ver e ouvir o que acontecia, que sua piroca parecia pular para fora da bermuda, de tão dura que ficou. Então, ele resolveu ficar escondido atrás de uma árvore vendo aquelas duas meninas desconhecidas se deliciarem à beira rio. Seu tesão aumentava cada vez mais, isso fez com que ele tirasse por completo a sua bermuda e ficasse bem à vontade. Sua vontade de gozar era insuportável e ele resolveu avançar mais. Saiu da árvore e ficou em um lugar visível, pois a sua intenção era que elas o vissem com aquela piroca enorme na mão.
          Ao gozarem, Fran e Bruna fizeram um escândalo dos mais gostosos e então, Sr. José não aguentou. Seu pau jorrava porra sem parar, fazendo com que seus gemidos fossem escutados pelas meninas, que obviamente se assustaram e ficaram ali, deitadas uma por cima da outra, observando aquela cena deliciosa. Fran olhava tudo atentamente, com a boca meio aberta, cheia d'água e Bruna sussurrava no ouvido de sua namorada:
- Amoor! Que pirocão!
          Ao terminar de gozar, os olhos daquele homem encontraram os olhos daquelas meninas. O silêncio de quem não sabia o que fazer tomou conta daquele lugar e então Sr. José resolveu se aproximar delas, com a bermuda na mão e aquele pau ainda duro e enorme, babando as últimas gotas de porra.
- Vamos brincar mais um pouco, meninas?
          Aquela voz grossa chegou a assustá-las, mas as deixaram também cheias de desejo. Ele parecia meio sem jeito, elas também estavam um pouco tímidas, mas Fran tomou logo à frente:
- E se chegar alguém, moço? Pode chegar alguém! É melhor a gente se vestir...
- Eu moro aqui há anos e sei do movimento aqui. Só aparece gente aqui, nos fins de semana. Podemos ficar aqui até o anoitecer que não vai aparecer ninguém, mas se quiserem, podemos também ir para a minha casa, que fica logo ali em cima. Podemos ir assim, sem roupa, que ninguém vai nos ver.
          A sensação de andar pelada pela mata atiçou as meninas, que aceitaram o convite daquele homem desconhecido. O perigo as deixavam bem excitadas e elas nem pensavam que poderia acontecer algo de errado. Pensavam apenas no prazer. Então, pegaram suas roupas e foram até a casa do Sr. José, completamente nuas. Durante o caminho, o tarado ia alisando a bunda de cada uma, apertando aqueles seios vistosos e enquanto isso, elas retribuíam, alisando aquela piroca que não ficava mole por nada.
          Mal entraram no terreno da casa, Fran se agachou na frente de Sr. José e começou a chupar aquela piroca. Nem parecia que ele havia gozado. Seu pau cresceu, endureceu, engrossou mais do que estava e Bruna não ficou para trás, agachando-se ao lado de sua namorada dividindo as chupadas naquela piroca, intercalando com beijos entre elas, bem lambuzados. Fran se engasgava, de tão grande que era aquela piroca, mas mesmo assim, ela forçava até o final. Enquanto chupavam, as duas se tocavam desesperadamente aumentando ainda mais o tesão naquele lugar.
          Sentindo que estava prestes a gozar, Sr. José levantou as duas ninfetas e as levou para os fundos da casa, que era envolvida por matos, coisa que Fran adorou. Então, ele a pegou primeiro, colocou-a apoiada em uma árvore e ela entendeu direitinho o que ele queria. Empinou sua bundinha, afastou suas pernas e pediu:
- Vem tio...fode a minha bucetinha, fode!
          Aquela voz trêmula e doce o deixaram louco e descontrolado. Ele pegou sua piroca, deu algumas pinceladas na entradinha daquela bucetinha e enfiou de uma vez só, tudinho dentro daquela putinha, que gritou de dor e prazer ao mesmo tempo. Seu escândalo foi logo cessado por um beijo delicioso de sua namorada e vendo aquilo, Sr. José socava em Fran com mais vontade ainda. Para participar igualmente, Bruna se apoiou na mesma árvore que sua namorada e ficou na mesma posição. Ele então, ficou alternando suas pirocadas nas duas, enchendo-as de prazer.
          As duas pareciam profissionais e ainda se preocupavam com Sr. José. Fran queria que os 3 gozassem juntos, mas ela sabia que se ele metesse firme em uma, a outra não gozaria ao mesmo tempo. Então depois que ele fodeu bastante aquelas bucetinhas, deixando-as com uma vontade louca de gozar também, elas se agacharam no pé da árvore e voltaram a chupar a piroca daquele homem juntas. Enquanto isso, elas se masturbavam intensamente, fodendo e esfregando suas bucetas o máximo que podiam. As chupadas eram intercaladas e devoravam aquele pau enorme por completo e perto de gozarem, elas começaram a gritar feito umas loucas e a pedir para Sr. José gozar. Foi inevitável. Elas se beijaram e enquanto gozavam descompassadamente em seus dedos, ele jorrava toda a sua porra naquele beijo delicioso, lambuzando as duas ao mesmo tempo. A gritaria era intensa e ao terminarem, elas rolaram pelo chão coberto de folhas, com seus corpos arrepiados e trêmulos de tanto prazer.
          Eles demoraram a se recompor e depois de um tempo, elas levantaram e se vestiram, enquanto Sr. José preparou um lanche para as duas. Após, as duas foram para casa leves e saciadas e apartir desse dia, a vida de Sr. José nunca mais foi a mesma. Elas o visitavam frequentemente, formando um triângulo bem amoroso e quente. A vida sexual dos três passou a ser muito mais ativa do que já era e elas experimentaram coisas maravilhosas, como transar no meio da trilha, dentro do rio...nunca mais voltaram para Anápolis, pois encontraram o que queriam.

Kelly Mello

ENCONTRO DE PRAZER, DESEJO E PAIXÃO


Era madrugada, toquei a campainha e logo ele abriu a porta, estava usando apenas uma cueca branca que marcava seu delicioso membro que por sinal estava todo duro. Toquei seu rosto delicadamente sentindo sua pele e passando meus dedos naquela boca que eu tanto desejei. Ele foi se aproximando ainda mais, colocou suas mãos em minha cintura e me puxou para um beijo de língua que me deixou toda melada, enfiava toda sua língua explorando, conhecendo toda a minha boca, matando toda vontade que sentimos naqueles últimos meses, enquanto me beijava uma de suas mãos apertava minha cintura com força me pressionando contra o seu pau que latejava de tanto tesão ,e a outra mão enroscada entre meus cabelos me segurava naquele beijo delicioso. Minha mão estava dentro de sua cueca punhetando-o, sentindo aquele cacete que tanto esperei para conhecer. Ele começou a beijar meu pescoço, e passar a língua na minha orelha bem devagar e dando leves mordidinhas e sussurrando o quanto eu era gostosa, o quanto eu estava cheirosa, e o quanto ele queria me fuder e matar toda aquela vontade que estava guardada.
Desceu a alça do meu vestido deixando-o cair no chão e me deixando apenas de calcinha ali mesmo na porta de sua casa, e foi descendo a sua boca até meus seios, com uma mão massageava um dos meus mamilos que já estavam rígidos, sugava o outro passando a língua em movimentos circulares e chupando bem devagar para provocar, me fazendo gemer e me enlouquecendo, molhando ainda mais minha calcinha. E aquela delícia toda não parou por aí, aquela língua foi descendo pela minha barriga, enquanto suas mãos apertavam minha bunda com muita força, ele se abaixou e começou a dar beijinhos na minha buceta por cima da calcinha, e ele beijava e entre alguns gemidos dizia: - Uau, nossa que cachorra gostosa, que buceta cheirosa, hummmm quero sentir o gosto dela. Colocou minha calcinha de lado e caiu de boca na minha xoxota que estava toda encharcada para recebê-lo, ele me lambia feito um cachorro, metia sua língua dentro de mim fazendo minhas pernas tremerem, ele fazia movimentos em meu clitóris com sua língua, metia dois dedos dentro de mim e com a outra aproveitava meu mel e lubrificava meu cuzinho, eu estava entregue e sabendo que estávamos na porta de sua casa que qualquer um poderia estar nos espiando estava elevando ai mais meu tesão, e eu comecei a gemer : - Humm, que delícia, isso cachorro, fode minha buceta e meu cuzinho juntos fode, humm que delicia, que tesão, chupa sua putinha, e entre gemidos gozei na boca do meu macho, que me lambeu todinha, saboreando cada gotinha do meu mel, e logo em seguida me beijou calorosamente compartilhando o meu gostinho.
Agora era a minha vez de sentir o seu gosto, ele se sentou na escadinha que tinha próximo a porta, eu ajoelhei entre suas pernas e caí de boca naquele cacete. Engolia aquele pau lentamente, chupava com desejo, chupava e punhetava, deixando minha baba escorrer, e ele gemendo: - Hummmm cachorra, vadia, safada, engole meu pau, desse jeito já já vou gozar na sua boca. Eu diminuía os movimentos e balançava a cabeça em negativa para ele não gozar, quando vi que ele não aguentava mais, me levantei, virei de costas e sentei em seu pau -Ohhhh que delícia sentir aquele pau me preenchendo toda, que cacete gostoso, comecei a cavalgar, subia, sentava, rebolava naquele pau, estava dando gostoso pro meu macho, ele puxou meu cabelo, jogando minha cabeça em seus ombros e juntos gozamos, gemendo e nos conhecendo pela primeira vez , ficamos quietinhos naquela posição por um tempinho, eu me levantei, sentei em seu colo, só que dessa vez de frente, dei um selinho em sua boca, soltei um sorriso bem safado e disse : Prazer em conhece-lo Senhor Z.


Um beijo, Sua loira

Loira Casada

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

COMENDO A NOVINHA E GANHANDO A MÃE DE BRINDE



Olá pessoal! Meu nome é SAM, já tenho alguns contos publicados no blog Malícias Tocantinenses e queria compartilhar mais uma de minhas aventuras que aconteceu há alguns anos atrás (2012). Fui convidado por um amigo do trabalho para ir em um banho que fica a 10 Km da cidade, chegando lá avistei Carol que estava com um biquine minúsculo, todinho enterrado na bunda, chamei Pedro meu amigo e perguntei quem era, ele falou que era pra mim tirar o olho que a menina só tinha 17 aninhos e era amiga da Vanessa namorada dele, na hora desencantei quando soube a idade dela só que não conseguia tirar o olho daquela bunda, sai de perto de meu amigo e fui pegar uma cerveja en foi então que percebi a safadinha me seguindo com olhar, era só o que eu precisava. Aquele olhar foi igual receber uma mensagem pelo whats “vem aqui, quero te conhecer” rsrssr. Então peguei a cerveja e fui para água perto de Carol e Vanessa, fiquei por alí conversando com as duas e logo Vanessa saiu da água falando pra Carol tomar cuidado comigo, mau sabe ela que me ajudou demais falando isso.


Carol que já estava interessada veio me perguntar por que Vanessa tinha falado aquilo (se fazendo de sonsa) respondi que também não sabia mais podíamos descobrir juntos (risos) ela respondeu que seria um prazer, na mesma hora fiquei de pau duro e fiz questão de sair da água pra ela ver, a putinha nem disfarçou e ficou encarando o volume que estava no meu short de banho. Saímos da água trocamos número de celular e combinamos de nos encontrar no dia seguinte pois não tinha como sair nesse mesmo dia.

No dia seguinte entrei em contato com Carol pra marcar alguma coisa, ela me falou que estava a disposição que na hora que eu quisesse podia passar pegar ela e ir pra qualquer lugar, então perguntei “qualquer lugar mesmo ?” Ela respondeu que sim “qualquer lugar mesmo!, que eu poderia fazer o que quisesse”. Não pensei duas vezes, peguei a novinha e fui direto para um motel, Carol estava linda com um vestido bem levinho onde marcava bem as curvas do seu corpo. Mau fechei a porta do quarto e Carol já começou a me beijar, um beijo ligeiro meio que com pressa, então parei de beijar ela, segurei seu rosto, olhei nos olhos dela e falei pra ela relaxar que não precisava de pressa, que eu ainda sentiria todos os sabores dela. Deitei ela na cama ainda de vestido e comecei a beijar sua bucetinha por cima da calcinha e não demorou muito já estava babadinha, então com toda calma peguei nas duas laterais da sua calcinha e Carol entendeu o recado, levantou o bumbum da cama para ajudar na retirada da calcinha, foi quando tive uma imagem que não sai da minha cabeça até hoje, uma xoxota linda com poucos pelo em cima, parecia uma plumagem, não resisti e cai de boca, chupava a xoxota dela com tanta vontade que Carol se contorcia na cama, levantei as pernas dela na posição frango assado e deslisava minha língua entre sua xoxota e cusinho, quanto mais chupava mais mel saia daquela xoxota, então comecei a chupar cada vez mais forte e intenso até que a putinha gozou na minha boca, tremia e se contorcia sem parar segurando minha cabeça entre suas pernas me confidenciou que nunca tinha gozado que aquela era a primeira vez que tinha sentido um orgasmo, perguntei se ela era virgem e ainda com um sorriso bem sacana no canto da boca balançou a cabeça em negativa falando que não, que eu podia ficar tranquilo, que não faria nenhum mau.


Carol ainda deitada de pernas aberta ficou olhando eu tirar minha roupa, quando ela viu meu pau duro saltando da cueca não resistiu e caiu de boca retribuindo todo carinho que tinha acabado de receber, chupava feito louca, batia punheta e chupava feito uma bezerrinha, uma punheta deliciosa, apertava meu pau pra ver saindo mel, passava a língua na fenda saboreando. Deitei ela novamente e comecei a brincar com meu pau na bucetinha dela que estava encharcada, meu pau deslisava sobre seu grelo inchado, ela implorava pra sentir ele “coloca SAM, deixa sentir esse pau dentro de mim” como já não estava mais aguentando de tesão coloquei a camisinha, ela se virou ficou de quatro com a bunda bem empinada e não tive como resistir mais, soquei a rola naquela buceta quente e melada, Carol gemia e rebolava no meu cacete comecei a bombar cada vez mais forte, só escutava os gemidos de Carol e o som das minhas bolas batendo na xoxota, já estava me segurando pra não gozar, então Carol pediu que deitasse pois ela queria sentir ele todinho dentro dela. Deitado ela veio por cima de costas pra mim deixando deu cusinho a mostra enquanto ela cavalgava, nessa posição eu podia ver meu pau enterrado na sua xoxota e aquele cusinho piscando como se estivesse me chamando, então comecei a brincar no cusinho dela com os dedos, ficou mais louca ainda e eu na mesma proporção já não estava conseguindo segurar o gozo, tentei quebrar o ritimo para não gozar mais quando ela percebeu que eu não aguentava mais foi ai que a putinha rebolava e metia com mais força, pedindo pra mim gozar “goza Sam, goza tudinho pra mim, goza que vou gozar de novo junto com você" ... explodimos num gozo delicioso ahhhhhhhhhhhhhhhhh.


Ficamos ali deitados conversando um pouco, nos conhecendo e fazendo novos planos. Falei que ainda queria fazer muita coisas com ela e uma dessas coisas seria comer seu cusinho ela falou que sim, mas que pelo primeiro encontro já estava bom demais, concordei e continuamos a conversar.
Ela começou a falar na mãe dela que era muito legal, que era só as duas que nunca conheceu o pai etc... e do nada perguntou se eu não tinha vontade de conhecer a mãe dela, por que depois do banho que tínhamos ido ela tinha mostrado minha foto para mãe e a mesma fez um comentário que eu era bonito e charmoso, falei que “não” não queria conhecer a mãe dela, que não tinha nada  a ver além do mais eu sou casado e quanto menos gente estiver sabendo de nós, melhor. Ela concordou e como já estava tarde fomos embora, no caminho Carol começou a falar novamente na mãe que tinha um namorado babaca que não dava valor na mãe dela e tal. Quando chegamos na porta da sua casa pediu pra que eu entrasse e conhecesse sua mãe, como já estava sem graça com tanta recusa, acabei aceitando, entrei na casa e fui conhecer a mãe de Carol. Ela entrou em casa chamou pela mãe e respondeu que estava no quarto, Carol foi até o quarto de sua mãe e pediu que eu esperasse na sala, fiquei esperando por uns 10 minutos, já estava ficando preocupado achando que tinha me enfiado numa fria, quando vem mãe da Carol, veio sozinha até a sala falar comigo.. não tive nem como disfarçar minha admiração, a mãe era no mínimo duas vezes mais gostosa e bonita que a filha, eu estava esperando uma coroa, sei lá... uma "mãe" rss e não aquela beldade. Cíntia, 36 anos, morena de 1,75 m de altura, cabelos cacheados bem tratado, cinturinha e bunda grande. Me cumprimentou com dois beijos no rosto e ficou próxima como se estivesse esperando algo, fiquei sem reação, o que fazer, qual  assunto puxar, fiquei olhando nos seus olhos e ela no meu, ficamos assim por alguns segundos sem ação e como ela estava muito próxima peguei em seu pescoço e comecei a beijar e fui correspondido com um beijo maravilhoso, ficamos nos beijando e nos pegando por uns minutos, nesse momento eu já estava com cara de bobo sem acreditar no que estava acontecendo, levei a mão por debaixo de seu vestido e a safada veio me receber sem calcinha, comecei a massagear sua xoxota que não demorou muito já estava meladinha deixando meus dedos todos lambuzados, ala tirou meu pau pra fora me empurrou levemente para me sentar no sofá e começou a me chupar, eu ainda não estava acreditando no que estava acontecendo, ficava olhando o corredor para ver se Carol estava nos observando mas nenhum sinal de Carol, mais com certeza ela sabia exatamente o que estava acontecendo, Cíntia era mais experiente chupava e punhetava com maestria, num ritmo perfeito e uma boca bem molada, com meu pau na boca mamava como se quisesse me sugar todinho, depois de uma bela chupada foi a vez de Cintia ir para sofa, ajoelhando no sofa de costas pra mim pedindo para foder ela bem gostoso, nessa hora lembrei que não tinha mais nenhuma camisinha, ela pediu para aguardar um min que iria buscar no quarto, quando voltou com o preservativo eu ainda estava de pau duro sentado no sofa, ela abriu a camisinha vestiu meu no meu cacete e sentou bem gostoso, sua buceta estava tão melada que foi ate as bolas, Cíntia sentava feito louca rebolando no meu cacete, vendo aquela bunda linda subindo e descendo e lembrando que a poucas horas estava fodendo a filha dela e ainda tinha a possibilidade dela entrar na sala e foder as duas juntos, meu tesão estava a mil pedi para trocar de posição, Cíntia mais que depressa ficou de joelhos de costas pra mim como na posição inicial e pediu para foder ela bem gostoso, comecei a foder sua buceta sem dó, como já tinha gozado antes estava mais resistente, socava forte e Cíntia gemia alto pedindo para meter forte e mais forte que ela iria gozar, nessa hora queria gozar junto com ela por que não saia da minha cabeça que Carol estava nos espiando ou ouvindo batendo siririca, tirava e colocava a rola com força ate que Cíntia anunciou seu gozo “vai, vai mete gostoso que vou gozar” continuei metendo até ela gozar, Cíntia gozava a me apertava com força, pedindo pra mim gozar junto com ela, Falei que “não” quero gozar no seu cusinho, ela ainda morrendo de tesão “te dou meu cusinho pode comer ele” buceta da Cíntia estava tão melada que usei como lubrificante para comer seu cusinho, fui colocando bem devagar, primeiro coloquei a cabeça e deixei dentro por alguns segundos até acostumar, nisso fiquei lambendo e beijando suas costas que já estava toda arrepiada, seu cusinho apertava meu pau, perguntei se estava doendo ela falou que não que eu podia foder ele bem forte ate eu gozar, foi o que fiz, comecei a socar forte no seu cusinho ate gozar, então fui socando forte sem dó daquela putinha ate que gozei….Ahhhhhhhhhhhhhh gozei………



Depois de gozar fui para banheiro me limpar, Cíntia foi me levar a toalha nos beijamos mais um pouco e coloquei minha roupa, perguntei por Carol para poder me despedir, ela falou que Carol não estava mais em casa que já tinha saído logo depois que fomos apresentado, fui embora feliz da vida como se tivesse acabado de sair de um filme erótico.
Depois disso eu e Carol continuamos a sair por mais alguns meses, nunca mais saí com sua mãe, mas em compensação me arrumou outras amigas que depois conto pra vocês.

SAM

CHUPANDO O PRIMO GOSTOSO



Meu nome é Rafaela, tenho 24 anos, morena, cabelos longos e um corpo muito bem cuidado que deixa os homens bem assanhados(rss). Não tenho namorado, mas recentemente tive uma experiência que me deixou apaixonada por sexo.
Há cerca de um mês resolvi passar o fim de semana na casa da minha tia, gosto de viajar e lá tem meus primos que deixa tudo mais animado.
Verônica tem a mesma idade que eu e Vitor tem 38 anos, ele é aquele primo que gente se apaixona e sonha em namorar durante toda a adolescência. Não sei nem dizer quantas vezes me masturbei pensando nele. Ele é bonito, engraçado e faz de tudo pra me deixar bem a vontade quando estamos juntos.
No sábado, fomos todos pra uma festa que estava acontecendo na cidade, assistimos ao show, dançamos muito e bebemos um pouco a mais do que é considerado normal. Resultado: eu e Verónica ficamos bêbadas.
Ja estava de madrugada quando Vitor levou a gente pra casa. Deixou nós duas no quarto e saiu.
Tomamos banho e ficamos jogando conversa fora até o efeito do álcool diminuir. Depois de mais ou menos uma hora, ela ja estava dormindo e eu pensando em Vitor. Aquela bebedeira toda e a presença dele tinha me deixado com um tesão danado. Porém não podia fazer nada alí no mesmo quarto que Verônica. Se ela acordasse eu ficaria morrendo de vergonha.
Levantei e fui pro andar de baixo buscar água, claro que eu sabia que o quarto dele era logo depois da escada. Parei na porta e não resisti, mexi a maçaneta pra ver se estava aberta. E a cena que me deparei me deixou imóvel. Mesmo que quisesse sair correndo minhas pernas não obedeciam. Eu queria ver aquilo.
A claridade vinda do banheiro não deixou o quarto muito escuro. Na cama pude ver uma pessoa com as mãos amarradas uma de cada lado e as pernas do mesmo jeito. Com os olhos vendados aquela mulher estava totalmente exposta.
Vitor estava abaixado nos pés da cama com a cabeça bem no meio das pernas dela.
Minha calcinha ficou encharcada na hora.
Ele chupava e enfiava os dedos nela, ela não se movia e não fazia nenhum barulho. Até que aumentou o ritmo e ela começou se mexer como conseguia. Acho que estava perto de ter um orgasmo, porque eu só de olhar já não estava aguentando.
Levantei minha blusinha e toquei meus seios que estavam rígidos implorando por um toque. Encostada na parede fechei os olhos e coloquei uma mão dentro da calcinha, nem percebi que estava do lado de dentro do quarto, não sei em que momento entrei ali.
Só me dei conta de tudo no instante em que senti um respiração no meu rosto. Vitor estava na minha frente e tampou minha boca quando viu que havia me assustado.
Ele deu sinal para que eu sentasse em uma poltrona no canto do quarto e eu obedeci. Aquela mulher não podia me ver e logo notei que estava com fones de ouvido. Que loucura! Estar amarrada, vendada e sabe-se la ouvindo o quê.
Sentei e Vitor logo se ajoelhou no chão, empurrou minha calcinha pro lado e atacou minha bucetinha. Quase perdi os sentidos, suas investidas eram fortes e rápidas. Lambia meu grelinho e enfiava dois dedos na minha vagina, me fazendo gozar bem rápido.
Ele esperou minha respiração desacelerar e me pegou pela mão me conduzindo até a cama.
Fez sinal para eu me abaixar e ir pro meio das pernas dela. Eu fiz o que ele mandou, não queria mostrar o quão inexperiente eu era. Segurando meu cabelo e meus braços ele colocou meu rosto bem na buceta dela. Passei a língua com um pouco de receio, senti o gosto e optei por fazer aquilo direito. Comecei a lamber, chupar e lamber novamente. Senti o clítoris dela aumentando e sulguei ele, ela se contorceu. Lambendo de novo da vagina até o clítoris e sulgando ele. Fiquei assim até sentir a buceta dela toda inchada e latejante.
Então Vitor veio e a penetrou, fodendo ela sem dó, entrando e saíndo, varias e varias vezes... Ela começou a gemer e logo estava gozando. Voltei pra buceta dela e lambi tudo que saia de lá. A mulher se entregando toda na minha boca.
Ele me pegou pelos cabelos e me colocando de joelhos enfiou o pau na minha boca. Começou devagar e logo ja estava me fazendo engasgar. Precionava minha cabeça até o pau ir fundo na minha garganta, então tirava...enfiava de novo e tirava. Uma... Duas... Três... várias vezes, até sentir os jatos quentes saindo dele. Engoli tudo de uma vez.
Ele me levantou e me beijou sentindo seu proprio gosto.
Saí dali com muito tesão ainda, morrendo de vontade de ser fodida. Mas não foi dessa vez.
Adorei a experiência e lógico que depois ele acabou comigo. Mas essa é outra história(rss).


Geminiana Paulista

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

TRAÍ MEU MARIDO E ELE APRENDEU A LIÇÃO



Meu nome é Patrícia ( sou baixa, pernas grossas, bumbum grande e seios médios)  vou contar para vocês o que me aconteceu  mês passado e que me levou a trair meu marido pela primeira vez.
Sou casada há 8 anos, até pouco tempo atrás nossa vida sexual era um fogo só,  mas não sei o que aconteceu que começou a esfriar. Sexo entre nós era uma vez por semana quando acontecia, um papai e mamãe muito ruim onde meu marido gozava rápido e eu ficava no vácuo.  Já estava cheia de ter que bater uma siririca ou ter que recorrer a um vibrador para ter um orgasmo. Até que decidi que essa história teria que mudar. Acordei cedo esperei meu marido sair para o trabalho e fui as compras. Comprei um vestido preto tomara que caia muito curto para valorizar minhas pernas, Uma sandália de salto para empinar ainda mais minha bunda. Fui para o salão, me depilei, arrumei o cabelo, maquiagem. Queria estar linda para quando ele chegasse e quem sabe assim teríamos uma noite maravilhosa como nos velhos tempo. Optei por não colocar calcinha e assim fiquei esperando ele chegar. Foi aí minha maior decepção,  chegou não me olhou e foi direto para o banho.
Com muita raiva de tudo, me sentindo um lixo de mulher resolvi sair e trepar com o primeiro homem que me quisesse. Peguei o carro e andei muito tentando colocar minha cabeça no lugar mas estava decidida e não mudaria de idéia. Parei em um barzinho sentei e comecei a tomar uma cerveja, foi quando notei que na mesa ao lado estava sentado um homem muito lindo, Moreno, olhos verdes, e uma cara de safado.
Fiquei ali bebendo e paquerando aquele homem, notei que ele não tirava os olhos de mim também.  Comecei a provocá-lo olhando com cara de safada e me insinuando. Comecei a ficar com muito tesão e já estava toda molhadinha. Foi quando o garçom se aproximou e me entregou um bilhete que dizia “posso te fazer companhia” assenti e quando ele veio em minha direção, nossa que homem lindo.
Ele se sentou ao meu lado, começamos a conversar ele se apresentou com o nome de Adriano. A conversa estava muito animada e a bebida começando a fazer efeito. Ele de repente começou a passar a mão nas minhas e me olhava com muito desejo e sem pensar me roubou um beijo que me tirou o fôlego, correspondi aquele beijo que me levou as nuvens e arrepiava o meu corpo todo. Olhei nos seus olhos e falei "me leva daqui".
Saímos rumo ao primeiro motel que encontrassemos. No caminho eu estava muito nervosa mas também com muito tesão.  Adriano começou a passar a mão nas minhas coxas e eu arrepiando, foi subindo e chegou na minha xota completamente molhada e eu ali aberta para ele e sem calcinha. Dirigia e me passava a mão, enfiou um dedo e depois dois e eu gemendo. Tirou o dedo e lambeu para sentir meu gosto, nossa que tesão estava sentindo.
Adriano tirou para fora aquele pau grande de uns 20cm, completamente duro, pegou minha mão e disse sente como ele está de tesão por você e eu não aguentei me abaixei e cai de boca, enquanto ele dirigia eu mamava muito, lambia e ia deixando ele todo babado, ele gemia e dizia "nossa safada como você chupa bem não estou mais aguentando" e gozou na minha boca me dando leitinho e eu bebi tudo sem deixar cair uma gota e ainda deixei aquele pau limpinho.
Chegamos no motel fomos entrando aos beijos e amassos e eu completamente entregue aquele homem. Adriano me virou de costas, foi beijando meu pescoço, minha orelha e tirando meu vestido me deixando completamente nua. Me jogou na cama me beijando e lambendo meu corpo todo, estava cada vez mais excitada e molhada. Olhei bem nos seus olhos e disse "hoje só quero ser tratada como uma puta".
Adriano começou a chupar meus seios, enquanto chupava um apertava o biquinho do outro, foi descendo e caiu de boca chupando minha buceta encharcada, mordia de leve meu grelo, enfiava a língua bem fundo me fazendo rebolar e gemer muito, foi me chupando com o dedo no meu cuzinho até eu explodir e gozar gostoso em sua boca.
Adriano foi subindo me beijando e enfiou aquele pau de uma vez na minha buceta, metia com força me beijando e mordendo. Deitou-se e eu fui sentando e engolindo com minha buceta aquele pau maravilhoso, cavalgava e rebolava e ele vai puta, safada, cachorra e eu gemendo gozava mais uma vez. Fiquei de quatro e pedi para ele me comer com força e assim ele fez me puxando pelos cabelos  e me dando tapas na bunda, me penetrava e eu rebolava pra ele ir mais fundo. Vai safado me come com força que quero chegar em casa toda dolorida de levar vara, vai caralho mete e bate com força nessa sua putinha, e ele foi me comendo com força do jeito que eu queria. Tirou aquele pau delicioso da minha buceta e começou a chupar e lamber meu cuzinho, enfiando um e depois outro dedo. Eu arrebitava mais a bunda, abri bem com minhas mãos e falei "o que está esperando para me arrombar, vem fuder essa safada no rabo". Ele foi colocando aquele pau no meu rabo e eu rebolava, gemia, sentia dor e ele foi colocando até entrar tudo. "Gosta ne vadia de rola no cu" e eu gemia e dizia "adoro" e ele metia com força. Ficamos nesse sexo anal até eu não aguentar mais da o cu e gozar novamente. Adriano gozou bem fundo no meu cuzinho até cairmos na cama exausto.
Ficamos ali nos beijando e acariciando e eu estava muito feliz pois há muito tempo não me sentia assim. Tomamos um banho delicioso e voltamos para cama para mais uma sessão de sexo . Dei para aquele homem até não aguentar mais e perdi as contas de quantas vezes gozei como há muito tempo não gozava. Passei a noite inteira com ele e a nossa noite foi maravilhosa.
Cheguei em casa muito cansada mas muito feliz e encontrei meu marido sentado no sofá me esperando. Quando me viu foi logo gritando aonde que tinha passado a noite e sem dar nenhuma notícia e que ele havia ficado muito preocupado. Apenas olhei bem nos seus olhos e respondi "fui fazer com outro o que você não faz comigo e você meu querido quer ver como o outro aproveitou bastante e como me deixou? Ele fechou os olhos me abraçou e pediu perdão, depois dessa noite meu marido mudou completamente e o nosso sexo é cada dia melhor. Quanto ao Adriano nunca mais vi, mas ainda lembro com carinho da nossa noite perfeita. Nunca mais precisei trair pois agora tenho tudo que quero com meu maridinho e fazemos tudo que estamos com vontade. Valeu mesmo o castigo dado.


Loba Paulistana

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

LOIRA, PUTINHA DO CASAL



Olá, me chamo Rapha, tenho 32 anos, sou loira, cabelos longos e lisos, tenho seios médios, um bumbum  bem redondinho e gostoso, sou o tipo de mulher que por onde passa arranca olhares e sou solteira por opção. Perdi minha virgindade aos 13 anos e desde então sexo se tornou um assunto em que eu adoro, adoro coisas novas, adoro uma boa sacanagem, adoro participar de sexo com casais, sexo com mulher, com vários homens, adoro ser voyeur. Sempre me cadastro em sites de sexo e relacionamentos, adoro trocar experiências e ser bem envolvida com pessoas como eu, que admiram um bom sexo.

Em um desses sites de relacionamento conheci um casal, vou chamá-los de Beto e Lisa, eles estavam interessados em apimentar a relação e queriam uma mulher para isso. Eles me chamaram, fomos conversando e nos conhecendo melhor até pegarmos uma certa confiança e decidimos marcar um encontro.

Marcamos o encontro em um restaurante, coloquei um vestido preto bem curto e que deixava um decote bem ousado, optei por ir sem calcinha para aumentar o tesão. Quando cheguei no local combinado eles já estavam a minha espera, fiquei boquiaberta, pois, eles formavam um casal maravilhoso. Lisa era branquinha, cabelos pretos e lisos na altura da cintura, olhos verdes e um belo corpo malhado, ela estava de vestido vermelho bem curto e que marcava o seu belo corpo, quando á vi senti minha buceta molhar na hora, e senti um tesão absurdo naquela mulher. Beto era um moreno bronzeado, corpo em forma, um olhar sedutor, o que aumentou ainda mais o meu tesão, nos cumprimentamos e adentramos ao local, arrancando olhares por onde passávamos.

Enquanto degustávamos um belo vinho, Beto foi logo tratando de apimentar a conversa, falando que nos divertiríamos muito naquela noite. Ele deu um gole no vinho, e começou a dizer o que ele estava esperando daquela noite: - Vocês formam uma bela dupla, uma loira gostosa, e uma morena deliciosa, meu pau está duro só de imaginar eu fudendo vocês duas, suas putinhas. Quero que vocês se beijem bem gostoso, conhecendo o corpo uma da outra, quero que você loirinha chupe a buceta da minha mulher deixando-a louquinha de tesão, depois quero ver você gozando na minha boca, enquanto ele ia falando isso, debaixo da mesa, Lisa estava acariciando minhas pernas, quando senti sua mão deslizando para baixo do meu vestido, ela logo percebeu que eu estava sem calcinha e com um dedo começou a brincar com minha bucetinha, metendo seu dedo e tirando, ela lambuzava seu dedo e massageava meu clitóris, eu estava quase gozando no dedo daquela mulher, quando fomos interrompidos pelo garçom que trouxe o nosso pedido. Acertamos a conta e nos dirigimos ao apartamento deles.

Quando chegamos Lisa foi até o banheiro, Beto aproveitou que ficamos a sós e começou a me beijar, ele me beijava e apertava minha bunda com força, em um só movimento ele tirou meu vestido me deixando totalmente nua. Quando viu que eu já estava toda melada se ajoelhou e começou a lamber meu mel que escorria pelas minhas pernas e a meter dois dedos na minha buceta, Lisa saiu do banheiro completamente nua e se juntou a nós, sentei em uma poltrona e enquanto ele me chupava, ela começou a mamar nos meus seios, ela mamava gostoso demais, passava a língua nos meus mamilos e sugava-os com uma delicadeza, eu estava entregue á aquele casal, não resisti e gozei muito na boca de Beto.

Agora era a minha vez de sentir o gosto de uma buceta, Lisa se deitou na cama e eu comecei a beijá-la, ela era maravilhosa, fui descendo beijando cada pedacinho do seu corpo, lambendo aquela barriguinha, até chegar na sua bucetinha, e que delicia de buceta, estava toda molhada, comecei a lamber e chupar seu clitóris e meter um dedo na sua buceta, outro dedo no seu cuzinho, fazendo ela se contorcer e gemer de tanto tesão. Eu estava chupando Lisa, e Beto veio por trás e começou a meter em mim, eu judiava de Lisa, e Beto judiando de mim com aquele pau delicioso, dando estocadas fortes, dando várias palmadas na minha bunda, puxando meu cabelo e falando o tanto que eu e Lisa éramos cachorras, putinhas e vagabundas e naquele movimento todo Lisa gozou muito na minha boca, e eu rebolando gozei mais uma vez no pau de Beto.

Agora era a vez de nós fazermos Beto gozar, ele se deitou na cama e Lisa sentou em seu pau. Eu sentei na cara dele,e comecei a rebolar, e Lisa subindo e descendo naquele pau, Beto e Lisa gemeram e gozaram juntos.

Passei a noite no apartamento deles, e fizemos loucuras deliciosas, até hoje nos encontramos, ás vezes levo alguns amigos, e fazemos uma suruba bem gostosa, mas  deixarei para um próximo conto.


Loira Casada

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

TUDO O QUE MEU MESTRE DESEJAR!



Eu vestia uma mini saia tão curta que era possível ver a polpa da minha bunda conforme andava e o top preto apertado mal escondia meus seios empinados, enquanto sentia o vento frio do inicio da madrugada me atingir em cheio.
Do outro lado da rua eu podia ver o meu Senhor, apoiado displicentemente em seu carro enquanto me observava atentamente. Imediatamente os pelos de meu braço se eriçaram. Ele fez um leve movimento de cabeça indicando o carro que acabava de parar a minha frente. Não era o primeiro - muitos outros vieram antes desse e de todos ouvi propostas para programas, alguns simplesmente davam partida em seus carros e arrancavam nervosamente ao verem que eu nem ao mesmo os olhava, outros me xingavam e um chegou a descer do carro e gritar comigo, me sacudir e até mesmo apalpar meus seios, enquanto mantinha minha cabeça abaixada, como meu Senhor havia ordenado.

Uma buzina soou e mentalmente me perguntei se finalmente seria ele - o Dom a quem eu deveria servir essa noite, como meu mestre havia dito.

Direcionei meu olhar até meu Mestre em busca de seu sinal, afirmativo ou negativo, para que pudesse me comportar como ele havia instruido. Ele apenas assentiu e com o meu coração batendo a mil por hora soube que finalmente havia chegado o momento.

Eu nunca tinha servido a outro Senhor e estava realmente apavorada, mas ainda assim, respirei fundo e lentamente levei minhas mãos trêmulas até o cois da minha calcinha minúscula, tomando o cuidado de não levantar demais a saia e com um pouco de dificuldade retirei a peça intima e a levei até a minha boca, deixando-a presa em meus dentes, exatamente da forma como meu Mestre havia ordenado que fizesse no momento em que o Dom a quem eu seria emprestada chegasse. No mesmo instante, um homem alto e totalmente vestido de preto deixou o carro parado a minha frente.

Sem saber como me portar de agora em diante, simplesmente abaixei minha cabeça e esperei que ele se aproximasse. Vi seus pés se aproximarem e estocarem à alguns passos de distancia.

- Vejo que é uma cadelinha obediente! - Sua voz era clara e ao mesmo tempo profunda.

Eu podia sentir o aumento frenético de meus batimentos cardíacos e o suor em minhas mãos. Nada respondi, por não saber se me era ou não permitido falar.

- Exatamente o tipo de cadela que prezo! - Ele deu mais alguns passos até estar parado a minha frente. - Com a autorização do seu mestre, essa noite você vai ser minha escrava, para tudo o que eu desejar... da forma que eu desejar!

Estremeci visivelmente e sua voz se tornou um pouco mais leve.

- Sua palavra de segurança continua a mesma, você só deve falar quando for solicitada e em todas as vezes deverá me chamar de Senhor... - Sua mão foi até a calcinha presa entre meus dentes e ela a pegou, levando até próximo de seu nariz, a cheirando logo em seguida. - ... guardaremos o título de Mestre para o seu Dono. Entendido?

Lentamente balancei minha cabeça em um sinal positivo. Sem que eu esperasse, sua mão atingiu meu rosto, provocando um estalo e me fazendo desequilibrar.

- Quando eu fizer uma pergunta, responda, cadela!

- Sim, Senhor! - Respondi imediatamente.

- Muito melhor assim! Agora... - Lentamente o meu Senhor, por aquela noite, caminhou em volta de meu corpo. Um riso baixo escapou por seus lábios ao mesmo tempo em que ele se posicionava as minhas costas e depositava a mão em minha nuca, forçando meu pescoço para baixo, fazendo-me inclinar para a frente. - Eu adoro minhas cadelinhas vestidas como putas! - Sua outra mão alcançou a polpa de minha bunda e levantou a barra da minha saia, o suficiente para que todo o meu traseiro ficasse de fora. - Mas, nesse momento, estou me perguntando porque você, minha vadiazinha, está tão vestida? - Sua mão apertava fortemente minhas ancas. - Talvez você esteja gostando do papel de prostituta... Me diga, alguém já quis seus serviços hoje?

- Sim, Senhor! - Respondi prontamente.

- Eles certamente seriam mais insistentes se te vissem assim... ou sem nada. - Suas mãos deixaram meu corpo, mas me mantive inclinada, como ele havia me deixado. Com minha cabeça baixa não podia ver muita coisa, mas podia ouvir claramente o som de seus passos e vez o outro algum carro cruzava a rua em que estávamos. Felizmente nenhum deles pareceu notar nossa presença. - Tire sua roupa! - Ordenou ainda a minha costas.

Me apavorei com sua ordem e instintivamente levantei minha cabeça, a procura de meu Mestre, ele ainda se encontrava do outro lado da rua, nos encarando.

- Eu lhe dei uma ordem! – Sua voz foi pontuada pelo estalar de dedos em minha bunda. Não foi um tapa forte demais, mas o suficiente para me fazer perceber que ele certamente era um Dom bem mais rigoroso que o meu Mestre. – E você vai cumpri-la, se não quiser ser castigada agora mesmo.

Nervosamente olhei em volta e o pânico me atingiu ao ver que alguns carros continuavam a passar. Eu nunca tinha feito uma cena em público e certamente esse era um dos meus limites. Tive vontade de sair correndo até alcançar o outro lado da rua e me jogar aos pés do meu Senhor e implorar para que ele me levasse embora, mas sabia que se agisse assim o estaria envergonhando perante seu amigo, e mais do que temer o castigo que certamente veria, eu temia a decepção que eu causaria.

Apressadamente e um pouco desnorteada retirei o top e a saia que vestia, permanecendo apenas de salto alto. Voltei a abaixar a minha cabeça, dessa vez, mais por medo e vergonha do que por obediência. Estendi minha mão em direção ao meu Senhor e ele apanhou minhas roupas prontamente.

- Eu poderia deixá-la aqui, por alguns minutos, sozinha...

- Oh, por favor, não, Senhor!

- Eu não mandei que falasse, cadela! Só não a deixo aqui porque isso atrasaria meus planos pra você essa noite... Agora pare de choramingar e comporte-se como a vadia que eu sei que é... De quatro!

Nem mesmo esperei que ele terminasse sua ordem e já me encontrava de quatro. O chão áspero da rua de encontro com meus joelhos e palmas das mãos era um pouco incomodo, mas mais incomodo ainda era o medo crescente de que alguém passasse naquele exato momento.

- Agora como uma boa e obediente cadelinha você vai abanar o seu rabinho para mim..

Obedeci e senti quando sua mão afagou meus cabelos.

- Boa menina! Agora, o que acha de atravessarmos a rua e convidarmos seu Mestre para a nossa festinha de hoje? Vamos... ande! – Alguns tapinhas de leve atingiram meu traseiro e no mesmo instante me coloquei em movimento.

Milagrosamente a rua continuava deserta, mas a minha apreensão só aumentava a medida que avançava, de quatro, em direção ao outro lado da rua.

- Você tem uma bela cadela a disposição!

- Você ainda não viu nada... – Meu mestre respondeu, abaixando-se e fazendo-me olhá-lo. – Você está sendo uma boa menina, Isabella?

- Sim, Mestre! - Minha inquietação ainda não havia passado, mas o som de sua voz pronunciando meu nome era o suficiente para me trazer segurança e excitação.

- Vamos, cadela, faça o que veio fazer!

- Meu mestre gostaria de se juntar a nós essa noite? – Meu olhar já não fitava o de meu Mestre, mas minha voz deixava claro a suplica por trás do convite.

- Eu não preciso de convites para te fuder a noite toda! - Sua resposta provocou um leve sorriso em meu rosto porque eu sabia, pela forma como ele falou, que esse era o jogo desde o inicio. Com alivio suspirei.

Me diga, Isabella, você é capaz de servir a dois Dom’s ao mesmo tempo?

- Tudo o que meu Mestre desejar!

MEU SARGENTO



Recentemente tinha me separado, pois meu casamento já estava desgastado na verdade nenhum homem me chamava atenção.
Eu já tinha desistido de amores fracos e não estava em busca de uma grande aventura, e sim de tomar as rédias novamente da minha vida.
 Fazia um sol de quase 40°C grau, eu tinha que sair para resolver algo, tomei  um banho bem demorado, vesti uma calça Jeans apertadíssima que valorizava meu bumbum é uma regata não muito decotada, soltei meu cabelo. Enfim, fui de encontro ao meu destino naquele dia...
Nos conhecemos por acaso quando fui fazer uma visita no quartel militar, era um coroa  muito charmoso e exalava vitalidade. Quando o vi ele  usava o uniforme de TFM ( short verde e regata branca) Que deixava bem visível seus músculos definidos, baixo de cabelo preto, pele branca pouco queimada pelo sol e belíssimos olhos castanhos, me chamou logo atenção.
Trocamos poucas palavras, afinal estava ali de passagem, também não deixei  de notar seus olhares na minha bunda.
Era uma segunda-feira estressante de trabalho, até que recebi uma mensagem do sargento pra quem eu tava doida pra dar,  não sei como ele conseguiu meu número. Enfim,  Fazia décadas, que não sabia o gosto de um bom sexo, estava sedenta.( O melhor sexo é aquele inesperado). Abrir  a menssagem era  um convite de conhecer melhor  as dependências do quartel, aceitei sem exitar, não ia me custar tira um tempo do meu dia principalmente em conhecer a sala dele.
  Aquele esperado dia chegou. Ele me recebeu perfeitamente bem, um perfeito cavalheiro. Já tinha conhecido todas as dependências do quartel, e já era meio tarde, estava quase  na hora de ir, foi quando ele abriu uma porta à  sua direita, imediatamente percebi que era sua sala, adrentei e me deparei  com aquela mesa que chamou muito minha atenção. (Não era nenhuma mesa do Sr Grey,) Mas era a mesa do meu Sargento. Minha mente fantasiou muitas coisas  naquele momento, queria que me comesse ali mesmo, me imaginei amarrada naquele mesa sendo possuída de várias formas. Uma (submissa).
Por algum instante acho que ele leu meus pensamentos..  deixou escapar aquele sorriso meio torto de cachorro .
Tipo :
Vou te fode, mas não agora.
  Era exatamente o que eu queria...  Aquela foda!
 Nossos olhares falavam por si só,  então marcamos em um local reservado.
Foi só nos tocarmos que o desejo um pelo outro explodiu.
  Aquela noite foi a melhor de toda minha vida, num  lugar lindo, especial.
Fomos  para o quarto, eu molhada de desejo, mas me sentindo um pouco retraída, mas quando ele encostou-se a mim, mil fagulhas  se acenderam dentro de mim, e desesperadamente o desejo só aumentava  a cada  toque e beijo gostoso que eu lhe dava, nao resisti e cai de boca no seu mastro duro latejante proporcionando lhe a melhor chupada de sua vida que o fazia relaxar e  se contorcer diante dos meus olhos e me dando a certeza de um ótimo trabalho, não via à hora  de senti-lo dentro de mim.
Subi nele e comecei a cavalgar e rebolar gostoso, que delícia, um prazer que há tempos não conhecia,  aquele mastro gostoso, quente e latejante dentro de mim, queria transar com ele eternamente, aquele gostoso me virou do avesso me colocou sentada na janela do quarto, me lambeu inteira e cada lambida que ele dava o meu corpo queria gritar de prazer e quando ele desceu,  ele parecia conhecer meu sexo como ninguém, aquela chupada que te faz pular de vibração,  cada lambida parecia espalhar faíscas no meu corpo acho que gozei milhões de vezes só naquelas chupadas, me virou e me comeu em todas as posições possíveis, nunca tinha ido tão longe, amava  dá meu cuzinho pra ele, sentir o leite  dentro de mim, aquela sensação me causava muito tesão por aquele homem. Era noite e de repente​ o dia já tinha amanhecido e nem percebemos, e eu estava ali entregue.
Por anos  eu vivi aquela relação cômoda e fria, mal acreditava que  eu estava ali, experimentando novas sensações, novos desejos, com uma nova pessoa, eu não tive medo, nem vergonha, e muito menos pudor, apenas deixei meus desejos me levarem.  Perdemos as contas de quantas vezes gozamos juntos, meu  corpo não tinha mais forças, sem dúvida nenhuma que aquelas eram  as melhores fodas da minha vida.
 Que saudade dele, ainda acordo molhada toda vez que ele  visita meus sonhos.

A APRENDIZ




Ela estava em pé no meio de uma sala muito ampla, a sala era estilo rústico com um tapete enorme grosso, um sofá em forma de "L" revestido de couro marrom com estofamento muito macio, uma lareira que estava acesa mantendo o ambiente de inverno com um calor agradável, na parede tinham pinturas que retratavam inúmeras mulheres de forma submissa algumas com peças de roupas outras nuas, mas todas muito eróticas, nada explicito. A parede era de tijolos a vista grandes e rústicos, tinha muito objetos pendurados, chicotes de vários tipos e tamanhos, coleiras normalmente com pedras cravejadas, algemas cordas e outros objetos que ela mal conhecia “ainda”.
Aprendiz Rebecca:

Há pouco tempo eu tinha sido banhada por uma mulher negra magra mas com um corpo invejável, seios medianos coxas bem torneadas barriga retinha cintura bem formada, junto com a negra estava um negro alto forte corpulento, os dois estavam nus durante o banho em que ela era submetida, embora o negro lutasse contra a natureza o pênis que era realmente grosso e grande teimava em começar a endurecer, porém o negro foi muito bem ensinado a não tocar no que era de seu Tutor, as suas mulheres ele tinha a vontade menos as que o Senhor Victor escolhia.
Logo depois do banho fui massageada com óleos aromático pelo negro e tive meus pelos pubianos e das axilas totalmente depilados pela negra. Em seguida me colocaram o vestido preto muito fino totalmente transparente, os mamilos levemente eriçados ficavam muito expostos assim como a púbis coxas e todo o corpo.

Eu estava pronta, era a aprendiz do Senhor Victor, estava ali para aprender a servir de todas as formas possíveis.

Fui levada até a sala e sabia que logo meu TUTOR iria chegar, sabia que ele tirará prazer do meu corpo e inevitalmente irei ter orgasmos múltiplos e isso me deixa úmida tão úmida que as partes internas da coxas ficam molhadas escorrendo pelo meio de minhas pernas, sabia que devia esperá-lo em pé no meio da sala e não ousava me sentar, fiquei com a cabeça abaixada em sinal de submissão pronta para ser usada, por meu Tutor.

Ouvi o som de uma porta meio distante abrindo-se e os passos firmes cadenciados em direção da sala... (É ele) pensei.. minha respiração acelerou descompassadamente o corpo ficou arrepiado os mamilos endurecem mais ainda...

Senhor Victor

Ao entrar na sala a olhei fixamente, embora ela esteja com a cabeça baixa, percorri com o olhar todo o corpo exposto sobre o vestido transparente, me aproximei devagar e sem falar nada segurei seu queixo fazendo-a abrir a boca... enfiei dois dedos profundamente e começei uma felação com os dedos enfiando fundo e tirando enfiva até próximo de sua goela e tirava, sinti os dedos molhados com sua saliva ela começa a sugá-los avidamente.
Sem parar a felação utilizando os dedos indicador e maior de todos da mão esquerda, com a mão direita procuro o mamilo esquerdo que seguro por cima do tecido fino do vestido e esfrego entre dois dedos puxando e soltando, ela solta um gemidinho baixo mas não para de sugar meus dedos, eu troco pelo outro mamilo repito o que vinha fazendo, sinto-a tremendo de tesão .

Solto o mamilo e dessa vez procuro entre suas coxas a faço abrir as pernas em pé enquanto continua a felação, vou procurando entre seus grandes lábios conseguir segurar seu grelo que está molhado, porém como meus dedos estão por cima do tecido do vestido consigo segura-lo e vou apertando... apertando, apertando até ela soltar um gemido alto seguido de um urro parando de sugar meus dedos ...os dedos enfiados profundamente em sua boca ela deixa cair um filete de saliva pelo cantinho da boca já que não consegue engolir por estar gemendo num misto de dor e prazer sentindo seu grelo esmagado entre meus dedos.

Estou excitado com isso... solto o grelo, tiro os dedos de sua boca a seguro pelo ante braço a a levo até a parede a forçando contra os tijolos frios e rústicos puxo os seus dois seios para fora do decote, eles ficam forçados contra os tijolos... mordo seu pescoço próximo de sua orelha levanto seu vestido ligeiramente acima das nádegas e a faço segurá-lo assim com as polpas da bunda de fora... estico uma mão e pego um chicote de couro preto com várias pontas, fico ao seu lado estico uma mão enfiando entre um seio e a parede seguro firme e assim do lado dou a primeira chibatada nas nádegas.. ela treme solta um gemido encosta a cabeça na parede, arrebita mais a bunda e segura as polpas meio que abrindo enquanto segura junto o vestido levantado(shhhlapt shhhhlapt shhhlapt) vejo as polpas branquinhas ficando avermelhadas... aperto firme o seio que seguro (shhlapt shhhhlapt shhhlapt) ela treme-se toda não sei se chora ou se geme de tesão...

Eu me abaixo de joelhos coloco minha mão por cima da dela forçando-a a abrir mais as nádegas, cheiro esfrego o rosto com a barba por fazer nas polpas vermelhas... lambo sugo a parte interna das polpas bem próximo das preguinhas do seu cuzinho. Passo a língua sobre as preguinhas lambo a buceta me levanto abro o zíper seguro suas ancas e penetro firme...
Dou estocadas fortes.. ela geme alto eu fodo forte e firme sem parar, o meu saco que também está de fora bate a cada estocada... Ela começa atremer tremer soluçar tentando se conter mas acaba num gozo longo profundo quase caindo ao chão se não a segurasse. Ela soluça ainda com ondas de prazer como choques que percorrem todo seu corpo.... Eu paro imediatamente seguro o queixo dela e viro seu rosto para trás ..ela me olha com aquele olhar de me perdoa!!!
Dou um tapa forte em sua face, ela deixa lágrimas rolarem pelo rostinho de anjo....

- Você tem muito que aprender ainda..... Hoje vou te ensinar um pouco mais...

MEU CHEFE É UM TESÃO.





​Estou vivendo uma situação inusitada e, sinceramente, muito gostosa! Conheci um coroa muito charmoso e sexy há um tempo atrás. Foi através de sua esposa que mantivemos o primeiro contato num grupo em rede social, do qual saí logo em seguida.

Mesmo após minha saída, continuamos conversando via whatsapp. Somos representantes comerciais e por ironia do destino, alguns dias depois ele passou a ser meu chefe. Apesar disso, não nos conhecemos pessoalmente, pois a empresa que trabalhamos tem filial em várias cidades e nosso contato é tão somente virtual. Até então…

Isso nos aproximou ainda mais e por causa disso nos falamos diariamente. Entre conversas profissionais e maliciosas, nosso desejo um pelo outro vai aumentando a cada dia que passa.

Somos casados, mas a sua esposa sabe de nossa história e não se importa nem um pouco com isso. Como assim? Explico: os dois tem uma relação aberta, participam de swing e consequentemente, tem uma visão diferente que os outros casais costumam ter. Houve um dia que brinquei com ela dizendo “Adoro assediar teu marido” e ela assentiu com sorrisos e disse não ligar para o assédio. Sexual, claro! Tanto que ela sabe e participa de todas as fantasias do marido.

Numa bela tarde de um feriado, estava sozinha em casa e sem nada para fazer. Fui direto naquele perfil que eu tanto almejo e me deparei com ele on-line. Meu coração acelerou e meu tesão aumentou ainda mais só de imaginar aquele gostoso na minha frente.

Sabendo que ele gosta de “troca de casais”, eu fico mais à vontade para me expressar com ele. Malícia vai, malicia vem e acabamos trocando mensagens picantes ao telefone com direito a tudo o que vocês imaginam!

Para provocá-lo ainda mais, sempre batia naquela “tecla” de que tenho que “respeitá-lo, pois você é meu chefe”. E para minha surpresa, ele rebateu: “Hoje eu não sou o seu chefe! Sou o que você quiser”.

Nossa! Quando ele disse aquilo, eu me arrepiei da cabeça aos pés. Minha imaginação foi às alturas e imediatamente fiquei excitada. Disse que era assim mesmo que eu o queria: como meu chefe!

Então ele disse que depois do trabalho eu teria que cumprir umas horas extras com ele, com direito a muito sexo oral! Iríamos fechar a porta do escritório depois que todos saíssem… Ele apenas me olharia daquele jeito dominador e eu já saberia o que fazer: me ajoelhar ao seus pés e abrir o seu zíper bem devagarinho. Depois eu iria colocar o seu sexo pra fora da calça e ia lamber cada centímetro, sempre olhando dentro de seus olhos.

Assim que disse isso, logo surgiu aquela foto na tela… A imagem perfeita para deixar os meus pensamentos ainda mais loucos! Ver aquele membro enorme, duro, ressaltando o quanto ele estava excitado me deixou com mais tesão ainda. Chegou me dar água na boca só de ver…

Rebati a investida com uma foto bem ousada de minha bunda que, modéstia à parte, é bem farta, bonita e chama atenção dos homens! Ele enlouqueceu do outro lado! “Você sabe me deixar com vontade”, respondeu.

Depois que viu minha foto disse que adoraria me ver de quatro, toda empinada para ele. Bem aberta, toda gostosa… Só pra ele! Era deste jeito que ele me queria porque iria percorrer cada curva com sua língua quente, até chegar no mais desejado local de todos: o meio de minhas pernas!

Não precisa dizer que eu fiquei toda molhada só de ler isto! Aquele homem sabia mexer com meus hormônios… E entre uma frase e outra, ele comentou que era difícil escrever de p… duro! Aquela considerável ereção já estava tomando conta dele.

E do outro lado da linha, eu puxei a calcinha para o lado e me toquei de maneira deliciosa, ouvindo aquela voz que arrepiava o corpo inteiro. Ouvir ele dizendo tudo o que iríamos fazer quando estivéssemos juntos estava me deixando louca de tesão! Meus dedos literalmente percorriam cada canto de minha intimidade. Estavam molhados, lambuzados, fazendo círculos.. Entrando e saindo de dentro de mim. E aquela voz, tão distante, mas ao mesmo tempo tão perto, me levando por caminhos proibidos. Tão gostoso de ouvir…

Pelo desejo que estava, o orgasmo veio fácil, louco e com toda a força! Só de imaginar aquele homem fazendo loucuras comigo em cima de uma cama… Gozei forte! Gostoso! Sem pudores! Gemi baixinho como se ele estivesse em cima de mim… Ou embaixo… Ou de lado, sei lá! Só sei que ele tira meu rumo, me tira da linha, me deixa cada dia mais envolvida.

Assim passamos a tarde daquele feriado com nossas conversas picantes via whatsapp.

Uma visita inesperada interrompeu aquele momento da mais pura ousadia e safadeza de nossa parte. Precisei encerrar o papo, mas ele me disse (com aquela voz rouca e sexy) que logo estaremos juntos. E vamos colocar em prática cada detalhe do que falamos até hoje, incluindo aqueles que não deu tempo de escrever.

Como ele é um dos meus chefes nesta empresa que trabalho, logo ele irá vir dar o treinamento para nosso grupo. Irei finalmente vê-lo pessoalmente. Será que vai rolar algo? Com certeza vai ser difícil controlar todo este desejo que nos consome. Bem, acho que o final desta história ficará para os próximos capítulos.

Conto erótico enviado por seguidora anônima.

Bebela Hot
Fonte :
https://bebelahot.wordpress.com/2016/11/02/meu-chefe-e-um-tesao/comment-page-1/#comment-22

A AMIGA DO TRABALHO



Me casei cedo, com 16 anos, com meu primeiro namorado, afinal, moça jovem, dá igreja, para não ficar mal falada meus pais me arrumarem de casar logo. Não demorou muito para engravidar, meu marido também muito novo, na época com 18 anos. Éramos tão inexperiente em tudo, não sabíamos como cuidar e manter uma família. Mas sempre nos viramos muito bem, ele trabalhava na oficina com meu pai, e eu depois do segundo filho, já com uns 20 anos, arrumei meu primeiro e até agora único emprego, como operadora de caixa numa loja de roupas femininas.
Estamos para completar 10 anos de casados, nunca viajamos sozinhos, nunca fomos numa balada, nem eu nem ele vivemos grandes emoções, mas acreditem, somos felizes assim, ou eu achava que era.
Mais ou menos 2 anos atrás, contrataram uma moça para loja, a Jéssica, jovem, cheia de vida, aliás uma vida que eu sempre sonhei em ter. Ela vai pra balada, viaja, tem vários amigos, vai pra academia e não tem filhos ou marido enchendo ela o dia todo. Quando olhei ela pela primeira vez, não pude deixar de reparar como ela é bonita, um corpo, que corpo, dona de um sorriso lindo e uma alegria contagiante. Não demorou muito para nós tornarmos amigas, afinal, na loja somos em 12 moças, mas de pouca idade só eu e ela. Ela me contava suas noites nas baladas e o pós balada (motel), eu nunca fui num motel, eu parecia uma criança com os olhos brilhantes, ouvindo ela contar suas aventuras, só imaginando eu no lugar dela. Quando ela me confidenciava o que os homens vaziam com ela, nossa, me subia um calor, uma vontade louca de está lá no lugar dela.
Pois bem, anos se passando e nossa amizade só crescendo, ela passou a frequentar minha casa, e não levou muito tempo para contaminar à todos com sua simpatia. Eu amava estar com ela, quando ela faltava no trabalho eu ficava louca.
Passei a contar pra ela minha monotonia no casamento, aquela rotina e falta de novidades que me consumia de tristeza. Ela me dava muitas dicas para melhorar a relação. Me ajudava a escolher  lingerie, produtos eróticos e até ensinava a fazer coisas novas na cama com meu marido. Mas ele não colaborava, não saia daquele mundinho de dá uma por semana, virar pro lado e dormir.
Certo dia ela me contou como foi a noite dela com um rapaz que conheceu há pouco tempo. Cada detalhe me confidenciou, eu conseguia imaginar, sentir todos detalhes que ela falava. O toque dele, a pegada forte em seus seios, a mão dele na buceta, o beijo dele no pescoço, a língua passando na sua costas e chupando o cu dela, quando ela chegou nessa parte eu gritei: nossa ele chupou seu cu???    Ela na maior naturalidade de quem faz isso sempre, respondeu: sim, ele chupou.  Meu marido nunca tinha feito isso. Deixei ela continuar contando e detalhando toda sua noite. Eu sentia um calor na buceta, as pernas bambas, isso só imaginando o que aquele homem lindo tinha feito com ela. Quando ela terminou, me perguntou algo que eu fiquei sem resposta: Amiga você já gozou????.
Claro que sim. Respondi, sem nem imaginar como era isso de verdade.
Depois dessa pergunta, fiquei dias pensando como era isso, GOZAR, será que eu era capaz de ejacular como meu marido rsrsrs.
Certo dia, Jéssica chegou pra trabalhar com a roupa que tinha ido pra balada, a louca, saiu dá balada direto pro trabalho. A blusa dela deixava a lateral do seus seios aparecer, pude perceber como eles eram grandes e firmes, também, nunca havia amamentado. Me bateu uma vontade de pegar aqueles peitos, encher minhas mãos com eles. Me assustei pensando naquilo. Mas não conseguia deixar de olhar, e reparar como aquela morena alta, dos cabelos lisos e pretos até a cintura era linda, isuberante. Ela não tava normal, como nos outros dias, sentia nela um olhar de malícia, um sorriso de quem tinha aprontado muitoooo. Enfim o dia de trabalho acabou e ela me chamou pra ir em sua casa, eu tentei não ir, tinha muita coisa pra fazer, tava com dor de cabeça, aí então, ela me deu um comprimido, e me convenceu a ir na casa dela, ia ser rápido. No meio do caminho, eu sentia algo diferente, um calor no corpo, algo estranho mas gostoso. Chegando na casa dela, deitei no sofá, sentia tudo meio fora do lugar, aquele calor que me dava vontade de tirar a roupa. Então ela me disse: Bebi isso amiga, é muito bom. Eu bebi, que delícia de bebida, foi 1,2,3 sei lá quantos copos, ela colocou uma música, eu dava risadas e dançava, ela toda linda ali, me ensinando a dançar. Quando aí, me pego olhando nos seus seios, e nessa hora ela me pegou olhando, ela me diz: passa a mão.
 O que?? Não!!
Ela: vai boba, vai dizer que nunca pegou num peito.
Entao, peguei. Nossa que seios duros, encheu minhas mãos. Nessa hora senti um calor na buceta, uma vontade de transar, mas como? Meu marido não estava ali. Eu ali apertando os seios dela, e ela já gemendo, eu só pensava em como aquilo tava bom, na hora nem pensei em como era errado. Ela então me abraça, senti o corpo dela cheiroso e quente junto ao meu, nossa, o que tá acontecendo, pensei, mas como fazer parar se eu não quero, o calor só aumentava. Ela então, pega nos meus seios, e me beija, que beijo, um beijo tão gostoso, minhas pernas tremiam, eu queria mais, muito mais, aí então, senti suas mãos dentro dá minha calça, já na minha buceta, ahh que loucura, ela sussurra no meu ouvido: como você tá molhadinha, quero senti seu gosto.
O que?? Como assim? O que ela vai fazer?? Pensei, mas não falei nada, não queria parar.
Ela ali, com a mão na minha buceta, seus dedos tocando meu clitóris, fazendo aquele calor só aumentar, sussurrando no meu ouvindo que me queria. Passou sua língua no meu ouvido, uiiiii, não para Jéssica, chupou meu pescoço, e foi chupando meus seios, e descendo, me deitou na sua cama, e continuou me beijando, me mordendo, seus dedos ali, num ritmo suave mas rápido, eu já não sentia minhas pernas, estava explodindo por dentro, sentia minha pele sensível a cada toque seu. Ela então começou a chupar minha buceta, ahhhh que isso, língua quente, pegando nos pontos certos, sem erro, como quem fazia aquilo com frequência, eu não precisava de penetração, só precisava dela ali, me chupando, apertando meus seios. Ela dava umas mordidas de leves na minha virilha, e assim ficou minutos, não muito, até eu senti algo que nunca havia sentido, meu corpo explodia por dentro, eu gritava: não para. E aí senti, eu parecia ter feito xixi, mas não era isso, o que era não sei, mas ela sorria, veio até meus ouvidos e susurrou: isso garota, agora você é minha garota.
Como assim? Eu tinha virado lésbica?? Não entendia nada do que tava acontecendo, mas tá a tão bom, tão gostoso que não queria sair dali.
Ela então, continuou, me beijando, acariciando, as horas ali parecia não passar. Eu então resolvi retribuir tudo de gostoso que ela tava me fazendo, acariciei a buceta dela, chupava seus seios, a beijava loucamente, quando fui chupar sua buceta ela gemia, se tremia toda, eu parecia tá fazendo tudo certo, aí então ela mudou a posição, estávamos em 69, nunca tinha ficado naquela posição, a visão não era normal pra mim, mas que vontade de cair de boca ali, e assim fiz. Ela rebolava, se tremia, eu ali fazendo coisas que nunca havia feito, e sendo chupada também, que chupada, aquela língua era mágica. Ela então me chupando ali, e foi chupando até chegar no meu cu, ai Jéssica que gostoso, sentia o calor voltando a subir por todo meu corpo, ela com aquele dedos mágicos, acaricia minha buceta e chupando meu cu, vai Jéssica continua, o calor aumentava, eu continuava chupando ela, até que ela coloca o dedo no meu cu, nossa que delícia, a vontade de chupar ela só aumentava, rebola na minha cara sua safada vai, eu sentia seu corpo todo tremer, e meu calor só aumentando, até que gritamos, ahhhh gostosa. E ela fez o que eu já tinha feito e fiz de novo, sim ela gozou, o que tinha acontecido comigo também era gozo, sim gozamos. Ela me abraçou e beijou, seu corpo todo suado, quente, tremendo a respiração tão ofegante. E ali ficamos, grudadas, juntas se recuperando de uma noite de safadeza.
No dia seguinte parecia que nada havia acontecido, meu marido nem se importou de ter passado a noite fora.
Continuamos trabalhando juntas e agora tá mais gostoso, ela passa por mim e pega na minha bunda, quando dá enfia a mão na minha calça e me acaricia, me beija, sussurra no meu ouvido que me quer, passa a língua no meu ouvido e me arrepia inteira. Sempre que dá repetimos a noite de loucura.
E sim, meu casamento melhorou depois disso, mas não quero dividir ela com meu marido, ela é só minha.

sábado, 7 de janeiro de 2017

FODA COM O AMANTE NO TRABALHO DO MARIDO



Me chamo Sandra e ele Sam, meu amigo e amante há mais de um ano,  um homem espetacular, gostoso e corajoso. Já fizemos várias loucuras juntos. Essa em especial resolvir compartilhar com vocês. Quarta-feira dia 04 de janeiro de 2016 começamos a conversar pelo WhatsApp e logo a conversa foi fluindo pois temos afinidade e muito tesão um pelo outro. Ele perguntou onde eu estava e respondir: no escritório, trabalho do meu esposo. Mas ele não sabia que os donos da empresa estavam viajando, e eu tratei logo de falar, e também que queria uma transa com ele ali na empresa. Nunca vi  tão corajoso como Sam, tudo que peço ele topa cheio de fantasias como eu, amamos lugares inusitados, diferentes e perigosos. Quanto mais diferentes e perigoso mais gostoso e,
 pensamos assim. Meu esposo sabe de tudo, um homem incrível que me faz muito feliz pois realiza todas as minhas vontades sem medir esforços. Conversa vai e vem e já deixamos tudo certo para o dia seguinte. Aquela nossa conversa já me deixou com tesão a flor da pele, mas mesmo assim esperei. Chegou o esperado dia, tarde de quinta-feira dia 05 de janeiro. Tudo certo para as 16hs. Quando ele me avisou que já estava chegando na rodoviária, pois trabalha em uma cidade vizinha e pedir o meu marido pra ir buscar o amante da sua esposa.  Ao chegar no escritório eu estava lá toda séria e cheia de tesão e uma vontade que estava me consumindo desde o dia anterior, mal podia esperar pra encontrar meu delicioso amigo Sam. O que vocês também não sabem é que  tem uma casa junto do escritório. Pronto, era tudo que eu queria, tratei logo de chamar ele pra dentro do quarto pois poderia chegar alguém a qualquer momento e seria mais tranquilo, meu maridinho ficou no escritório trabalhando pois ainda era expediente. Mas não demorou muito pra ele largar o escritório e  entrar pra ver sua esposinha sendo fudida de perto,  pois não me contive de tanto tesão e acabo desabafando o prazer  que estou sentindo com gemidos, respiração ofegantes e palavrões, pois não consigo ficar calada mediante tanto tesão e prazer. Carlos que estava ouvindo tudo do escritório entrou e eu estava dando aquela mamada no pau de Sam, que por sinal pra mim é perfeito, mamava depois sentava em cima e mexia bem gostoso e beijava sua boca, assim fiquei repetindo o movimento tirava o pau  dele da mimha buceta e colocava  em minha boca, tirava da boca e novamente sentava em cima e com isso ele e eu  já delirando de tanto  tesão com aquela troca de boca e buceta, até eu  chegar ao primeiro orgasmos de vários. Enquanto isso meu marido olhando tudo e já se masturbando pois Carlos fica louco de tesão em me vê fudendo com Sam.  Depois pedir pra Sam me pegar de quatro e ele que também adora, não pensou duas vezes já foi enfiando aquele seu pau delicioso que latejava de tesão na minha buceta bem melada e pronta pra recebê-lo, e assim continuamos, ele com aquelas metidas fortes e perfeita que adoro, e fico mais louca em saber que ele está se segurando pra não gozar pois o tesão era enorme. Meu marido Carlos em minha frente fudendo minha boca com seu pau delicioso, eu estava enlouquecida de tanto tesão de ter aqueles dois homens gostoso ali me fudendo, um na boca e o outro na buceta. Eu me contorcendo de tanto tesão e gozei novamente. Dei uma respirada, arrumei os cabelos e já fui chamando Carlos pra fazer um 69 eu por cima dele de quatro na berada da cama e chamei Sam pra continuar me fudendo por trás,  só  que desta  vez Carlos ia ter uma visão perfeita pois ele estava em baixo me chupando e admirando aquele pau entrando e saindo da buceta da sua esposa, dando para aquele macho gostoso. Assim continuamos aquela gostosa brincaira eu de quatro chupando Carlos e Carlos me chupando e Sam socando seu pau todinho do jeito que eu adoro, quanto mais ele soca mais eu quero. E não  demoramos muito pois o tesão tomava conta dos três e gozamos os três, eu pela terceira vez. Sam deixou minha buceta toda melada com sua porra quente, tirou o preservativo e gozou em cima dela então saiu para o banheiro e Carlos ainda ficou desfrutando da minha buceta toda encharcada de porra. Tarde Perfeita !!!

Espero que gostem pois tem muitas aventuras pela frente

Sandra Casadinha

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ELE ERA PROIBIDO PRA MIM




Ele era proibido pra mim...
Só conseguia pensar nisso desde o momento que vi aquele homem. Alto, forte, lindo... Sorrindo com cara de safado ele se aproximou e cumprimentou Ben meu marido.
- Cristhian essa é Alice, minha esposa.
Soube que eles eram amigos de infância, estudaram juntos e depois de formandos, Cris mudou-se de cidade e agora estava de volta.
Senti aqueles olhos penetrantes e quando peguei sua mão uma corrente elétrica subiu por todo meu corpo.
Não sei explicar o que aconteceu, mas fiquei muito impressionada com ele.
O fato de Ben não parar de falar do amigo, piorou muito a situação. Não tirava aquele homem da cabeça. Aqueles olhos perseguiam meus pensamentos o tempo todo.
Sou uma mulher bem resolvida, com um casamento tranquilo. Nunca traí meu marido e não olhava os homens com interesse.
Acho alguns bonitos e gostosos, mas estava satisfeita com minha vida, o sexo que tinha era bom, meio morno, mas me satisfazia.
Os dias se passaram, consegui colocar na cabeça que aquilo não era pra mim, tentei ignorar aquela situação. Até que Ben me ligou e disse que jantariamos fora essa noite.  Não deu detalhes, só pediu pra estar pronta que passaria pra me pegar depois do trabalho.
Tomei um banho demorado, escolhi um vestido preto justo com salto alto. Deixei meus cabelos loiros soltos e caprichei na maquiagem. Sou muito vaidosa e gosto de me sentir bonita. Adoro meus seios e minha bunda.
Saímos e chegando no restaurante tive uma surpresa, Cris aquela delícia de homem estava nos esperando acompanhado. Depois das apresentações nos acomodamos e o jantar foi tranquilo.
Descobri que ele era solteiro e que não perdia nada. Tinha fama de pegar qualquer coisa que aparecesse. Era um galinha que se achava o máximo.
Notei que em nenhum momento ele olhou nos meus olhos. Ou não gostou de mim ou estava me evitando de propósito, por eu ser a esposa do amigo.
Fiquei chateada com aquilo, ele mexia comigo de um jeito estranho e queria que fosse assim com ele também.
Nos despedimos e dei a noite por encerrada.
Mais dias se passaram, aqueles olhos e aquele sorriso estavam se tornando uma obsessão. Em nenhum momento parei pra pensar se era certo ou errado. Só queria estar com aquele homem por uma noite.
Em meio as bobagens que pensava tive uma ideia de adolescente. Criei um perfil falso nas redes sociais e procurei meu deus grego. E ali começou toda a loucura.
Um dia estava me sentindo sozinha e vi que Cris estava online, arrisquei e mandei um oi no bate-papo. Ele respondeu e começamos a conversar.
Claro que ele não sabia quem eu era e a brincadeira foi ficando interesante.
Quando dei por mim ja estávamos em uma conversa muito picante e ele me dizendo o que ia fazer com sua língua no meio das minhas pernas.
Me mastubei como nunca havia feito antes, gozei gostoso e agora tinha certeza, eu queria ser fodida por ele.
Conversas e promessas... Dia após dia.
Cris: quero te conhecer, precisamos nos encontrar.
Fer (eu) : eu quero, mas terá que ser do meu jeito. Tenho algumas exigências.
Cris: exigências? Como assim?
Fer: terá que ser onde eu quiser e você não poderá me ver.
Cris: então será um encontro as escuras?  Não vou saber que é você?
Fer: isso mesmo... É pegar ou largar.
Cris: eu pego!
Meu Deus onde estou me metendo. Nem acredito no que acabei de fazer.
Fiquei ansiosa por uns três dias e não falei com ele. Queria fazer isso dar certo. Mas e se ele acendesse a luz? Se descobrisse que a Fer e a esposa do seu amigo?
No quarto dia vi que tinham várias mensagens dele e resolvi que seria hoje. Hoje estaria com ele.
Ben estaria jogando bola com os amigos no clube e esses jogos semanais sempre se estende pra algum barzinho. Só inventei uma desculpa pra sair e mandei uma mensagem pro Cris, com o endereço e horário do encontro maluco que inventei.
Cheguei trinta minutos antes do combinado, deixei o quarto escuro e fiquei nua.
Ele entrou em silêncio, sabia das condições trancou a porta e ficou parado no meio do quarto.
Me aproximei sentindo aquele cheiro delicioso. Comecei a tocar seu corpo passando a língua por seu pescoço, beijei aquela boca mordendo e passando a língua nos lábios dele, primeiro o inferior, depois o superior.
Senti sua mão no meu rosto, virei e comecei a chupar seu dedo. Ouvi um gemido. Fui descendo pelo seu corpo, segurei seu pau com as duas mãos e coloquei só a pontinha na boca. Chupando... Lambendo... Indo cada vez mais fundo até chegar na garganta e me fazer engasgar várias vezes.
Ele se abaixou e voltou a me beijar até ficarmos sem fôlego, me levou pra cama e atacou. Mordendo meus seios, puxando o biquinho com os dentes, um... depois o outro.
Fiquei imaginando aquele pau no meio deles, ele gozando nos meus seios.
Foi pro meio das minhas pernas, passando a língua no meu clítoris, bem devagar, aumentando o ritmo e fazendo com que eu me contorcesse toda. Enfiou dois dedos na minha buceta me fazendo gritar.
Eu não sei se foi o mistério desse encontro, se foi o meu desejo ou se foi o seu cheiro, mas gozei de um jeito que nunca havia gozado antes.
Ele me vira e me penetra de uma vez, quanto mais abria as pernas mais fundo ele ia.
- Mulher... Você será minha perdição! Disse Cris gozando com estocadas fortes e fundas.
Ele levanta e vai pro banheiro, tenho receio que ascenda a luz, mas não faz.
Quando volta estou deitada de costas pensando em tudo que estamos fazendo.
Ele deita do meu lado e mais que depressa começo a chupá-lo.
Quero tudo desse homem, quero que seja meu pelo menos por um dia.
Passo a língua pelo seu membro e com a mão encontro aquele ponto que deixam os homens loucos, ele segura meus cabelos e dita o ritmo.
Chupo mais e mais. E quando ja está louco de tesão, passo os dentes bem de leve no seu pau entrando e saindo da minha boca, engasgando e tocando seu ponto G. Logo sinto o jato quente na garganta e engulo tudo de uma vez.
Deixo ele ofegante na cama. Me arrumo e vou embora.
Não posso dizer que me arrependo de nada do que fiz, foi a melhor foda da minha vida e olha que nem acabou...


Geminiana Paulista