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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

FRAN E BRUNINHA, AMOR E AVENTURA


          Fran é uma jovem de 18 anos e que adora o ar puro da natureza. Apesar de ser novinha, ela tem uma personalidade forte e adora aventuras e viagens. Até pouco tempo atrás, Fran morava com sua namorada Bruna, de 19 anos. Elas começaram a namorar sério mesmo, no aniversário de 17 anos de Bruna, quando Fran a fez uma surpresa, porém, elas se conhecem desde criança e o interesse uma pela outra, vem desde antes disso.
          Morena, olhos castanhos, cabelos lisos e na altura dos ombros, baixinha e bem curvilínea, Fran mexe com a imaginação dos homens quando eles ficam sabendo de seu relacionamento com Bruna. Seios médios, redondinhos, durinhos e empinados, coxas bem torneadas e um bumbum bem arrebitado, ela é a menina perfeita, como a considera sua namorada, que também não fica muito atrás fisicamente, tendo praticamente o mesmo corpo, sendo que um pouco mais alta.
          Aventureiras e amantes de viagens, Fran e Bruna formam o casal perfeito e elas foram parar em Taguatinga-DF desse jeito. Juntaram um dinheiro e saíram de Anápolis para se aventurarem, tudo isso com seus pais sabendo e uma amiga da mãe de Fran  foi quem mediou essa mudança, procurando a casa para elas. O lugar não poderia ser melhor para elas. Rodeado de verde e diversas trilhas que levavam a rios e cachoeiras e isso acelerou a mudança, tamanho era a ansiosidade das duas em finalmente terem um continho só para elas.
          Terminada a mudança, a curiosidade tomava conta dessas duas jovens, que numa bela terça-feira de sol, resolveram, mesmo sem conhecer, caminhar pela trilha. Fran usava um top tomara que caia que só cobria seus seios e um shortinho jeans, bem curtinho e apertadinho. Já Bruna, estava com uma blusinha de alcinha, decotadinha e um shortinho jeans, bem curtinho e apertado também. Elas saíram cedo, por volta das 8 da manhã, e por ser um dia útil, não havia ninguém pela trilha e elas se sentiram as donas do lugar. De mãos dadas, trocando carinhos, elas caminhavam curtindo aquele momento romântico à sós, até que depois de alguns minutos de caminhada, elas encontraram um rio onde terminava uma cachoeira, o lugar preferido de Fran.
          Bruna e Fran adoram tomar banho nos rios e em Taguatinga não foi diferente. O curioso, é que elas nunca estão de biquini para isso e sempre tomaram banho de calcinha e sutiã, quando não havia ninguém por perto. Quando havia, elas caíam no rio de roupa mesmo. Só que dessa vez, as duas estavam sem sutiã e então resolveram entrar só de calcinha. A água estava um pouco gelada e ambas ficaram logo com aqueles biquinhos bem durinhos e empinados e aproveitando isso, curiosas que são, resolveram fazer algo que nunca haviam feito: Ficar peladas dentro do rio. As duas adoraram a ideia e logo tiraram suas calcinhas, deixando-as em cima dos shortinhos que estavam na beira do rio. A sensação era gostosa, excitante e logo elas começaram a se beijar ardentemente. Os seios se enconstando, ambas saboreando com apertos uma a bunda da outra e seus grelinhos se enconstando, aumentava cada vez mais o tesão entre as duas, que não resistiram. Saíram do rio, forraram uma canga bem ali, na beira, e Fran, a mais quente, deitou sua namoradinha, abriu suas pernas grossas e de frente para aquela bucetinha lisinha, carnudinha e úmida, não perdeu tempo e começou a chupá-la com gosto, com vontade. Bruna se enlouquecia como sempre com aquela língua afiada de sua namorada, gemendo bem alto, gritando e se contorcendo de prazer e obviamente, não aguentou muito tempo, jorrando toda sua goza na boquinha de sua namorada. Logo depois, Bruna se levantou rapidamente, colocou as mãos de Fran apoiadas em uma árvore, agachou-se e por trás dela, começou a chupar aquela bucetinha lisinha e melada. Os gemidos de Fran eram altos, excitantes e ecoavam no meio do mato em volta do rio.
          O clima estava bem quente e gostoso na beira daquele rio. As duas novinhas se chupando, nuas, ao ar livre, porém, elas achavam que estavam sozinhas, mas não estavam. Como os gemidos de Fran eram bem altos, Sr. José, um homem de 40 anos que morava em um casebre próximo ao rio, ouvindo aquilo, resolveu caminhar pela trilha para ver se achava algo. Ele vivia sozinho naquele lugar há anos, depois que se separou de sua mulher o seu hobby preferido, sempre foi tarar meninas e mulheres que tomavam banho naquele rio. Como sempre, ele foi apenas de bermuda, com nada por baixo, sem camisa... não era nem bonito e nem feio, tinha um corpo até legal, mas o pau era de se admirar. Vistoso, grande, duro, grosso, cheio de veias... perfeito!
          Ao se aproximar da beira do rio, Sr. José avistou a cena mais linda de sua vida: Fran e Bruna estavam deitadas, esfregando suas bucetas calorosamente, aos berros, sedentas de prazer. Sr. José nem precisou tocar em seu pau para que ele endurecesse. Bastou ver e ouvir o que acontecia, que sua piroca parecia pular para fora da bermuda, de tão dura que ficou. Então, ele resolveu ficar escondido atrás de uma árvore vendo aquelas duas meninas desconhecidas se deliciarem à beira rio. Seu tesão aumentava cada vez mais, isso fez com que ele tirasse por completo a sua bermuda e ficasse bem à vontade. Sua vontade de gozar era insuportável e ele resolveu avançar mais. Saiu da árvore e ficou em um lugar visível, pois a sua intenção era que elas o vissem com aquela piroca enorme na mão.
          Ao gozarem, Fran e Bruna fizeram um escândalo dos mais gostosos e então, Sr. José não aguentou. Seu pau jorrava porra sem parar, fazendo com que seus gemidos fossem escutados pelas meninas, que obviamente se assustaram e ficaram ali, deitadas uma por cima da outra, observando aquela cena deliciosa. Fran olhava tudo atentamente, com a boca meio aberta, cheia d'água e Bruna sussurrava no ouvido de sua namorada:
- Amoor! Que pirocão!
          Ao terminar de gozar, os olhos daquele homem encontraram os olhos daquelas meninas. O silêncio de quem não sabia o que fazer tomou conta daquele lugar e então Sr. José resolveu se aproximar delas, com a bermuda na mão e aquele pau ainda duro e enorme, babando as últimas gotas de porra.
- Vamos brincar mais um pouco, meninas?
          Aquela voz grossa chegou a assustá-las, mas as deixaram também cheias de desejo. Ele parecia meio sem jeito, elas também estavam um pouco tímidas, mas Fran tomou logo à frente:
- E se chegar alguém, moço? Pode chegar alguém! É melhor a gente se vestir...
- Eu moro aqui há anos e sei do movimento aqui. Só aparece gente aqui, nos fins de semana. Podemos ficar aqui até o anoitecer que não vai aparecer ninguém, mas se quiserem, podemos também ir para a minha casa, que fica logo ali em cima. Podemos ir assim, sem roupa, que ninguém vai nos ver.
          A sensação de andar pelada pela mata atiçou as meninas, que aceitaram o convite daquele homem desconhecido. O perigo as deixavam bem excitadas e elas nem pensavam que poderia acontecer algo de errado. Pensavam apenas no prazer. Então, pegaram suas roupas e foram até a casa do Sr. José, completamente nuas. Durante o caminho, o tarado ia alisando a bunda de cada uma, apertando aqueles seios vistosos e enquanto isso, elas retribuíam, alisando aquela piroca que não ficava mole por nada.
          Mal entraram no terreno da casa, Fran se agachou na frente de Sr. José e começou a chupar aquela piroca. Nem parecia que ele havia gozado. Seu pau cresceu, endureceu, engrossou mais do que estava e Bruna não ficou para trás, agachando-se ao lado de sua namorada dividindo as chupadas naquela piroca, intercalando com beijos entre elas, bem lambuzados. Fran se engasgava, de tão grande que era aquela piroca, mas mesmo assim, ela forçava até o final. Enquanto chupavam, as duas se tocavam desesperadamente aumentando ainda mais o tesão naquele lugar.
          Sentindo que estava prestes a gozar, Sr. José levantou as duas ninfetas e as levou para os fundos da casa, que era envolvida por matos, coisa que Fran adorou. Então, ele a pegou primeiro, colocou-a apoiada em uma árvore e ela entendeu direitinho o que ele queria. Empinou sua bundinha, afastou suas pernas e pediu:
- Vem tio...fode a minha bucetinha, fode!
          Aquela voz trêmula e doce o deixaram louco e descontrolado. Ele pegou sua piroca, deu algumas pinceladas na entradinha daquela bucetinha e enfiou de uma vez só, tudinho dentro daquela putinha, que gritou de dor e prazer ao mesmo tempo. Seu escândalo foi logo cessado por um beijo delicioso de sua namorada e vendo aquilo, Sr. José socava em Fran com mais vontade ainda. Para participar igualmente, Bruna se apoiou na mesma árvore que sua namorada e ficou na mesma posição. Ele então, ficou alternando suas pirocadas nas duas, enchendo-as de prazer.
          As duas pareciam profissionais e ainda se preocupavam com Sr. José. Fran queria que os 3 gozassem juntos, mas ela sabia que se ele metesse firme em uma, a outra não gozaria ao mesmo tempo. Então depois que ele fodeu bastante aquelas bucetinhas, deixando-as com uma vontade louca de gozar também, elas se agacharam no pé da árvore e voltaram a chupar a piroca daquele homem juntas. Enquanto isso, elas se masturbavam intensamente, fodendo e esfregando suas bucetas o máximo que podiam. As chupadas eram intercaladas e devoravam aquele pau enorme por completo e perto de gozarem, elas começaram a gritar feito umas loucas e a pedir para Sr. José gozar. Foi inevitável. Elas se beijaram e enquanto gozavam descompassadamente em seus dedos, ele jorrava toda a sua porra naquele beijo delicioso, lambuzando as duas ao mesmo tempo. A gritaria era intensa e ao terminarem, elas rolaram pelo chão coberto de folhas, com seus corpos arrepiados e trêmulos de tanto prazer.
          Eles demoraram a se recompor e depois de um tempo, elas levantaram e se vestiram, enquanto Sr. José preparou um lanche para as duas. Após, as duas foram para casa leves e saciadas e apartir desse dia, a vida de Sr. José nunca mais foi a mesma. Elas o visitavam frequentemente, formando um triângulo bem amoroso e quente. A vida sexual dos três passou a ser muito mais ativa do que já era e elas experimentaram coisas maravilhosas, como transar no meio da trilha, dentro do rio...nunca mais voltaram para Anápolis, pois encontraram o que queriam.

Kelly Mello

5 comentários:

  1. Sempre que leio este conto perco o controle de mim se masturbando loucamente de muito tesão👅

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  2. Por acaso a Francily Amaral é a Fran do conto?
    Estou aqui muito interessado em conhecê-la. Deve ser muito gostosa.

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