terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
MEU MARIDO ME FEZ ULTRAPASSAR TODOS OS LIMITES
Sou casada a muito tempo, nosso relacionamento é bom e estável, mas ultimamente meu marido vem querendo colocar mais pimenta em nosso relacionamento, costumamos ir sempre a barzinhos, nossa cidade não tem praias mas existem muitos barzinhos ótimos, ele me pede pra colocar uma sainha bem curtinha com uma calcinha fio dental que fica toda enfiada na minha bunda o que já me deixa excitada e ainda por cima eu coloco uma blusinha meio transparente bem decotada e sem sutiã claro, quando chegamos ao barzinho vejo que os homens logo ficam me olhando, cada um com mais tara que o outro, vejo que meu marido também percebe mas ele gosta pois sabe que me excito com isso, claro toda mulher gosta de ser desejada pelos homens.
Buscamos então nos sentar e pedimos uma bebida para começarmos a curtir toda essa excitação, e depois de umas doses percebendo que dois garotões não tiravam os olhos de mim até mesmo porque estavam sentados a mesa na nossa frente e eu estava bem de frete para eles de modo que podiam apreciar minhas pernas que por sinal são muito grossas, eu e meu marido comentamos ao mesmo tempo, meu marido disse: - Nossa, eles vão lhe comer aqui mesmo.
Eu respondi: - Eles estão querendo ver minha calcinha.
Meu marido então disse: - Vai, dá uma cruzadinha de pernas.
Fiquei meio sem jeito mas topei a brincadeira, pois já tínhamos curtido outras vezes de forma semelhante, mas na hora que cruzei minhas pernas com o propásito de mostrar mesmo minha calcinha pra eles, minha nossa, me subiu um tesão enorme, que loucura.
Percebemos que eles riram e ficaram comentando entre eles o presente que tinham ganhado, só que eu e gostei muito dessa brincadeira, e vendo que meu marido não estava se importando e até mesmo gostando pois pude ver que seu pau estava ficando duro, pedi então pra ele disfarçar pois estava dando pra notar o pau dele duro dentro da calça, ele então discretamente colocou o pau dele pra baixo, pude ver que realmente ele também estava excitado e com o pau muito duro, daí resolvi relaxar e aproveitar a ocasião pois ainda esta muito tensa, vale lembrar que nunca transei com outro homem a não ser meu marido que eu adoro. Mas já que ele também estava curtindo e eu me sentindo super sexy e desejada, passei a cruzar as pernas com mais frequência de forma que eles pudessem ver bem minha calcinha e minha xaninha que já estava toda molhadinha, que excitação que tesão louco, é realmente ótimo fazer isso. Meu marido teve uma ideia, e disse:
- Vou deixar as chaves do carro caírem ai do seu lado e você abaixa pra pegá-la e aproveita e mostra os peitinhos pra ele, sua blusinha é bem decotada eles vão ver todos os dois peitinhos.
Minha nossa, me deu um frio na barriga, que loucura. Achei que meu marido estava ficando louco mas no fundo tinha gostado da proposta, mas claro recusei no inicio, mas como ele insistiu muito e lá no fundo eu estava com vontade mesmo de provocar aqueles dois garotões lindos, me agachei bem de vagar hummmmmmmm e ao levantar olhei para os dois garotões e eles claro estavam quase pulando nos meus peitinhos pendurados e a mostra. Aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii senti uma sensação indescritível de tesão, daí olhei rapidamente pro meu marido com medo de sua reação mas vi que ele estava com um sorriso contido, e me falou:
- Estou adorando, você esta bem excitada e é assim que eu gosto.
Foi mais um passo pra que eu realmente relaxasse de vez, minha perereca estava tão molhadinha que disse pra ele que iria ao banheiro, e no banheiro veio a minha cabeça se meu marido quer me deixar tão excitada assim porque não deixá-lo também, daí tive a ideia de tirar minha calcinha fio dental e levar pra ele na mesa onde estávamos bebendo, imaginei vou entregar na mão dele, ele vai ficar louco de tesão também e foi o que fiz. Enxuguei minha pererequinha que por sinal é bem pequenininha e apertadinha, claro até hoje sá entrou aqui o pau do meu marido, mas para minha surpresa quando estava chegando já a nossa mesa de volta... advinha, meu marido tinha me reservado uma surpresa maior, tinha convidado os dois garotões lindos pra nossa mesa, e ai, minha nossa que loucura eu tinha acabado de deixar aqueles dois malucos me mostrando pra eles, ai que vergonha, achei que a coisa estava indo longe de mais, fiquei um pouco chateada com meu marido, mas os dois foram conversando, conversando e conversando a coisa foi ficando boa novamente, começamos a falar de sacanagem mesmo, e eu comecei a relaxar novamente e tratei de entrar na brincadeira novamente, daí foi que me dei conta que estava com minha calcinha na mão mas como era uma calcinha fio dental bem pequena ninguém percebeu, então imaginei agora é minha vez de aprontar com meu marido, e discretamente coloquei minha mão fechada com a calcinha por cima do braço dele e ao abrir a mão soltei a calcinha e ele olhou e arregalou os olhos... ah ah ah ah kkkkkkkkkkk foi ótima aquela cena, vi que ele adorouuuuuuuuuuuuuuu e me deu o maior beijo e falou no meu ouvido, tesão de mulher. Os dois carinhas não tiravam os olhos dos meu seios, e eu de propósito quando ia pegar o meu copo fazia questão de esticar bem meu braço pois dessa forma como a blusinha era bem decotada um dos peitinhos ficava todo de fora, mas não dava mais para cruzar as pernas e mostrar minha xaninha pois estávamos todos na mesma mesa. Mas foi por pouco tempo, meu marido que já estava bem tonto assim como todos naquela mesa, pegou minha calcinha e discretamente mostrou e pergunto para os dois era essa calcinha aqui que você estava olhando e desejando tirar? Aiiiiiiiiiii.... se tivesse um buraco eu tinha me enterrado ali mesmo, um deles falou e perguntou, é essa mesmo, ela esta sem calcinha agora ? E meu marido disse que sim, eu não tinha o que fazer a não ser rir.
Então o outro carinha disse, então agora temos que ver ela sem calcinha, já vi também que ela esta sem sutiã, meu marido disse: - Verdade meu amor? Eu respondi que sim, então meu marido disse que ali não tinha jeito mas se fôssemos para o nosso carro quem sabe, novamente eu ofereci resistência pois até então nos só tínhamos ficado nas brincadeiras e que não aceitaria ser tocada por outros homens principalmente desconhecidos, meu marido me disse: - Pode ficar tranquila, não vou deixar eles te tocarem e nem fazerem sexo com você, você é que vai fazer o que quiser e como quiser, deixa rolar que vai ser ótimo, vai ser só curtição e também você vai ter que colocar a calcinha, não é mesmo ?
Os dois não pareciam muito atrevidos e também demonstravam estarem surpresos tanto quanto eu com tudo aqui, daí resolvi ceder, que decisão sabia.
Ao chegarmos no nosso carro meu marido me disse para sentar no banco de traz junto com os dois carinhas e que ele ficaria no banco da frente, logo me vi sentada no meio daqueles dois homens lindos e claro com os paus duros kkkkkkkkkkkkkkk, meu marido então me mostrou a calcinha e disse e ai vai querer colocar agora ou vai ficar mais um pouco sem calcinha, de pronto um dos garotões falou: - Não, está muito quente aqui, pra que colocar a calcinha agora, vamos fazer diferente vamos tirar esses peitinhos pra fora para refrescá-los um pouco. E logo começou a pegar nos meus peitinhos e acariciá-los por cima da blusa e mais que de repente quando notei ele já estava com um dos meus peitinhos na sua mão e mais rápido ainda o tirou pra fora da minha blusinha, neste momento me senti entregue, não conseguia mais oferecer resistência alguma, a situação agora estava me conduzindo fechei os olhos e senti o outro garotão passar a mão pelas minhas pernas e levantar minha sainha que na verdade era bem curtinha, ai um acariciando meu peitinho e o outro alisando minhas pernas e pegando na minha bucetinha mas sem enfiar o dedo, sá acariciando por cima dela, que loucura, eu permanecia com os olhos fechados sá sentindo todo aquele prazer, daí o garotão da minha direita segurou minha mão e levou-a até seu pau duro, nosssssssssssaaaaaaaaa ele tinha tirado o pau dele pra fora e no momento que senti aquilo na minha mão abri os olhos na hora, aiiiiiiiiiiiiii o que era aqui, lindo, lindo, e duro muito duro era um cacete enorme grosso e duro, sem perder tempo o garotão da minha esquerda pegou minha mão e a pois sobre sua calça onde por baixa tinha algo enorme, comecei a cariciar tentando sentir mais aquilo, vi que não era normal como o do outro garotão nem como o do meu marido, ele então me pediu pra que eu tirasse pra fora o pau dele, soltei o pau do outro gostosão e comecei a abrir a calça dele, enfiei a mão para puxar aquele membro enorme pra fora, mas tive dificuldade e ele me ajudou, o que era aquilo, não podia acreditar era um cacete enorme, muito grasso, cheio de veias, tinha uma cabeça inchada vermelha, o cacete era tão grosso que minha mão não conseguia abarcá-lo eu fiquei sem fôlego, e quis tirar os dois ovos pra fora também pra ver tudo, queria aquilo por completo, foi outra surpresa ele tinha dois ovos enormes dava até pra sentir os peso de cada ovo na minha mão e um saquinho lisinho, o cacete do carinha da minha direita era bem parecido com o do meu marido mas esse era realmente diferente , e sem querer falei:
- Minha nossa!
Meu marido então falou e perguntou:
- Gostou ? É desses que toda mulher gosta, não é ? Eu respondi:
- É muito grande, não tem condições.
Mas o garotão logo falou:
- Tem sim, é só ir com carinho e com jeito.
Eu disse:
- Nunca, vai me rasgar toda, vou ficar sem poder nem andar depois, vai doer muito, olha esse tamanho vai até meus ovários.
Meu marido então disse:
- Então vamos dar um jeitinho, cadê aquela sua punhetinha maravilhosa que só você sabe bater.
Perguntei: - Você quer que eu bata punhetinha em vocês? É claro que todos queriam. Mas nosso compromisso era de não avançarmos mais o sinal do que já estávamos fazendo pois eu sabia que um pouco mais eu não me controlaria de jeito nenhum e partiria para os finalmente.
Então segurei naqueles dois cacetes duros coisa que nunca tinha feito, pegar em dois paus de uma vez, podia sentir os dois cacetes duros latejando em minhas mãos, mas antes aproveitei e tirei também os dois ovos do outro carinha pra fora, tadinho o tesão com o cacete do outro foi tão grande que me esqueci dos ovinhos dele, logo eu que adoro os ovos, gosto de pegar apertar acariciar e chupar os ovos, coloco um ovo do meu marido na boca de cada vez e chupo ele bem muito, depois troco e coloco o outro ovo, ele adora. Com uma mão fico batendo punheta e com um ovo na boca, mas neste momento estava concentrada com aqueles dois cacetes latejando em minhas mãos e eu batendo punheta, sentia nitidamente a diferença de tamanho, daí é que vi como realmente tem diferença de tamanho entre os homens, eu punhetava, subia e descia a mão nos dois cacetes, acariciava os quatro ovos, ai ai ai quatro ovos de uma vez, daí comecei a sentir o cacete do carinha da direita ficar grosso os ovos subiram e eu vi que ele ia gozar, soltei o pau do outro e segurei nos dois ovos dele e aumentei o ritmo da punheta, quando de repente vi um jato de esperma jorrando do pau dele, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii e foi vindo um jato atraz do outro caindo nas minhas coxas, eu sentia aquilo quente caindo em mim o que me deixava maluca de tanto tesão, até que consegui tirar todo o leitinho daqueles dois ovos, me virei e fui com toda a atenção e carinho satisfazer o meu garotão bem dotado, ai que cacete, peguei aquele bicho duro, grosso, da cabeça vermelha e inchada com dois ovos pendurados e pesados, imaginando claro eu que deveria ter um rio de esperma ali dentro daqueles ovos pronto para jorrar pelo cacete duro dele, então caprichei, segurei firme no cacete que pulsava em minha mão e com a outra mão agarrei aqueles dois ovos pesados e comecei a bater punheta nele, não demorou e vei o primeiro jato de esperma quente que jorrou tão longe que atingiu meu rosto, em seguida vieram vários outros jorrando esperma nas minhas coxas e petinhos, melou minha mão toda, eu senti esperma por todo o meu corpo, estava toda melada, também quatro ovos, soltei o cacete dele e com o dedo tirei o esperma que estava escorrendo no meu rosto, neste momento vi meu marido na minha frente com o pau duro por entre os banco do carro se masturbando, e eu disse pra ele deixa eu dar um jeitinho naquilo também, claro como era meu marido fui um pouco pra frente e coloquei o cacete duro dele na minha boca, chupei seu pau duro e depois um ovo de cada vez, voltando a colocar o cacete dele na minha boca, percebi que ele já ia gozar e o tirei da boca e direcionei para meus peitinhos... hummmmmmmm senti os esguiche atingirem o biquinho do meu peitinho e depois mais um e mais até sentir escorrendo pela minha barriga.
Que loucura, eu que nunca tinha sentido nenhum outro pau peguei logo em três de uma vez, sem falar nos seis ovos e todo aquele esperma quente que escorria sobre mim, meu marido então tratou de acabar com toda a brincadeira e falou para os dois garotões que iríamos pra casa pois não tínhamos como voltar pra o barzinho comigo toda melada daquele jeito, foi ótimo e espero repetir mais vezes essa brincadeira.
Só que ao chegarmos em casa e depois de tomarmos um belo banho, eu não estava satisfeita, claro eu só tinha feito eles três gozarem mas eu não, ainda esta louca de tanto tesão, falei pro meu marido:
- Fiquei só na saudade, eu quero mais, estou com vontade, só penso naqueles dois junto com você, os três me pegando, eu quero mais.
Meu marido então me disse :
- Tenho uma surpresa pra você. E me mostrou um pedacinho de papel onde tinha o telefone de um deles, pedi pra ele ligar urgente para dois e pra minha surpresa meu marido marcou para nos encontrarmos em um motel aqui próximo.
Chegamos todos juntos a ao entrarmos na suíte um deles ligou a TV e disse:
- Tudo o que passar aqui no filme pornô nos vamos fazer com você. Eu fui a loucura e meu marido disse:
- Hoje vamos liberar geral, vamos curtir.
Os dois ficaram logo nus juntamente com meu marido e eu em seguida, os três começaram a me alisar, sentia aqueles mãos estranhas me acariciando, sentia nitidamente que não era as mão do meu marido as quais estou acostumada, mas que me deixavam sem forças e com muito tesão, meu marido me pediu para que eu deitasse na cama, logo um começou a chupar minha buceta e o outro vei pelo lado da cama e colocou o pau pra que eu chupasse, olhei para meu marido e ele fez sinal que sim, podia chupar, um que diferença chupar o cacete de outro homem, parece que é mais gostoso, da mais vontade, daí meu marido se posicionou do meu outro lado e colocou o pau duro dele pra eu pegar ao mesmo tempo acariciava meus peitinhos, sentia uma língua entrando na minha perereca e não resisti gozei feito louca, e sem me dar tempo, eles me colocaram de quatro um deitou na minha frente com o cacete duro bem no meu rosto e o outro começou a meter em mim por traz. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que cacete que me abria toda ia lá dentro de mim, meu marido segurava meus peitinhos que estava balançando muito pois as estocadas do carinha eram muito fortes, ainda bem que não era o do cacete enorme pois eu estava com ele na minha boca me deliciando, pena que só cabia a cabeça, aqueles ovos enormes e eu chupando tudo aquilo, daí meu marido disse:
- Vamos realizar o sonho de toda mulher, vamos fazer um sanduíche dela.
Daí foi aquela risada, e eu não não por favor não, quando vi um já tinha me colocado por cima dele, era o que tinha o pau do tamanho do meu marido e o outro estava esfregando aquele cacete enorme na minha bunda, eu sentia um cacete dentro de mim e o outro procurando o caminha para entrar no meu cuzinho, isso realmente me deixou doida, é uma experiência sem igual, quando de repente senti aquele membro abrir meu cuzinho até rasgar, gritei muito e meu marido pediu para eles pararem, daí resolvemos trocar de posição pois eu queria experimentar sim o garotão pausudo mas no meu cuzinho não dava, era muito grande e era minha primeira vez com outros homens, então eu resolvi conduzir a coisa toda, coloquei o garotão com aquele membro duro pra cima e fui sentando bem devagar naquela pica, eu sentia ele me abrindo toda, me rasgava ainda um pouco a buceta mas fui mexendo rebolando e segurando nos ovos dele para controlá-lo e não deixar ele meter de vez, meu marido e o outro assistiam aquilo tudo com o maior tesão e se masturbando, e eu fui enfiando enfiando cada vez um pouco mais, aquilo me enchia toda eu tinha a sensação de estar toda cheia, aberta, e daí depois de ter conseguido colocar só até a metade, falei pro outro:
- Agora quero que você vem. E ele abriu minha bunda e com uma pontaria de mestre acertou a cabecinha do pau dele bem no meu cuzinho, o difícil foi entrar mas eu relaxei e ele consegui passar a cabecinha daí pra frente foi mais fácil, depois de sentir os dois dentro de mim liberei para eles começarem a me estocar com aqueles vai e vem.
Sentir os dois cacetes dentro de mim me abrindo toda, me rasgando, eu sentia a vontade e o tesão que os dois estavam, os dois paus duros e os quatro ovos batendo em mim aquilo era uma sensação que nunca tinha sentido antes, eles metiam em mim com vontade, com força, me abriam toda, e como se não bastasse meu marido se aproximou e colocou o pau dele pra mim chupar, eu estava ali com dois cacetes enfiados em mim de uma vez e um outro na minha boca, eu estava dando conta de três homens de uma vez e claro adorando tudo aquilo, e não resisti gozei com aqueles dois paus dentro de mim e sem soltar o cacete do meu marido da boca, eles viram e aumentaram o ritmo das estocadas e em poucos segundos depois meu marido gozou dentro da minha boca, também foi a primeira vez que bebi esperma, nossa não sabia o que estava perdendo, é uma delicia e eu morria de nojo, é só preconceito de nossa cabeça, bebi e bebi tudo, só deixei derramar um pouquinho pelos cantinhos da minha boca porque os dois estavam me estocando com força e eu balançava muito, daí meu marido deitou do nosso lado vendo aqueles dois comerem sua mulher com uma fome de louco e sua mulherzinha levar dois cacetes duros por todos os buraquinhos dela, quando de repente eu comecei a gozar novamente e com isso gemer muito de prazer, e mais comecei a sentir os jatos de esperma dentro de mim, era tanto esperma que sentia escorrer do meu cuzinho e da minha perereca ao mesmo tempo, eram os dois gozando juntos dentro de mim, ainda bem pois depois que gozei pela segunda vez já não estava mais aguentado os dois dentro de mim, um já não é fácil imagina dois, mas uma coisa eu lhes digo é uma delicia e toda mulher deve realizar esse desejo sem reservas e pudores.
Agora sim eu também estava satisfeita, agradeço meu marido por ter me dado tanto prazer e aos dois garotões por ter respeitado meus limites, mas com isso meu marido disse que fiquei mais gostosa e tesuda na nossa cama, acredito que foi a experiência e pretendo adquirir mais experiência pra satisfazer cada vez melhor meu marido, não é por isso que vou ficar traindo meu marido ou deixar de gostar dele, muito pelo contrario agora é que gosto mesmo, é meu parceiro gostoso e tesudo, adoro o pau e os ovinhos dele.
Homem gosta de mulher safada, tarada, que dá gostoso e faz de tudo sem cerimônias, porém claro sem ser puta ou traira, essa de trair é coisa do passado o negocio é curtir juntos, sei que vocês meninas vão ficar morrendo de inveja do meu maridão, mas ele é sá meu. Kkkkkkkkkkkk
Autor desconhecido
SURPRESA GOSTOSA
Vivendo com muito prazer nossas fantasias, de forma segura e sempre dentro de nossas paredes, descobrimos por acaso, numa de nossas viagens, uma casa de swing um pouco diferente.
Nela podemos simplesmente conviver no ambiente, ver, conversar, sem necessariamente participar.
O ambiente de receptivo nada deve a uma boate ou a um snack bar. Vi muitos casais entrando, bebendo alguma coisa, conversando entre si e saindo. Neles eu percebi as mesmas dúvidas e incertezas, minhas e de minha mulher.
Até ali estávamos bem tranquilos. Nada parecia diferente de um happy hour. O garçom nos trouxe menu de bebidas, de petiscos e a meu pedido, uma gelada (Antarctica original). Desceu como uma luva para molhar a garganta e relaxar. Minha mulher sempre no Campari com soda. Percebi que uma das organizadoras da casa nos observava. Depois de um hora ouvindo música, trocando beijos, carícias e negociando nossa ansiedade de entender como aquele lugar funcionava, ela se aproximou.
Cláudia foi muito simpática. Tratava tudo muito profissionalmente. Com muito carinho e respeito nos perguntou se era nossa primeira vez dentro de uma casa de swing. Era aquele tipo de pergunta que já vem com resposta.
A partir daí, ela redobrou o cuidado conosco. Disse que entendia muito bem nossas dúvidas e preocupações. Repetiu que já havia introduzido muitos casais como nós naquela experiência. E que muitos se foram e muitos sempre retornam. Que alguns ainda voltam na perspectiva de conseguir vencer o medo, o mistério.
Nos explicou como eram os ambientes e como poderíamos circular por eles. Quais eram os códigos de segurança e respeito a individualidade. Resumindo, encontramos algo muito próximo de nossas fantasias. Como contei no conto “Teatro do sexo”, vivemos nosso swing no escuro, criando parceiros virtuais.
Nesta casa existe uma sala com várias camas baixas, bem próximas do solo, numeradas com leds que não iluminam ao redor. Podemos pagar pelo uso por hora e fazer sexo em pleno blackout. Com sorte, teríamos outros casais também ao nosso redor.
Muito excitante fazer sexo ouvindo outros gemendo e ofegando bem ao nosso lado. Mais uma vez perguntei quanto a segurança e fui tranquilizado. Existe a possibilidade de haver troca, mas esta deve ser mútua.
Depois de mais alguns drinks e uma boa dose de vodka pra expulsar o demônio, resolvemos entrar. Recebemos uma chave de armário, onde poderíamos deixar nossas roupas e docs. Muito engenhosa a arquitetura do lugar. Cada cubículo de troca dava acesso a uma pequena antesala, que após 10 segundos ficava escura e abria o acesso a grande sala. Tudo em nome do escuro total.
Só consegui ver o branco dos olhos de minha mulher. Mesmo isso foi por pouco tempo. Pequenas setas fluorescentes davam a dica do caminho. Já era possível ouvir algumas vozes ao redor. Encontramos nosso número de cama. Completamente nus e assustados ouvíamos nossa respiração e a de mais algumas pessoas. Passamos bem perto de um casal em pleno gozo. Foi demais. Fiquei completamente excitado. Minha mulher logo percebeu meu estado e como que por segurança, pegou meu pênis e manteve seguro com um bom aperto.
Cheguei a tropeçar no degrau de nossa cama, a 12. Foi bom poder deitar em nosso espaço.
Ficamos abraçados e quietos, ouvindo tudo que fosse possível. Aos poucos fui localizando as vozes mais próximas. Eduquei o ouvido e passei a me concentrar nas camas 11 e 13. Havia movimento de corpos e lençóis, mas sem vozes.
Afinal, eu estava ali para fazer sexo com minha mulher. Portanto, vamos nos divertir. Meu tesouro pequenino é um desenho de prazer. Basta eu começar a passar os dedos suavemente pelo seu pescoço, pelas suas costas, fazendo caminhos perversos que ela esquece onde está. Entra num plano diferente e responde com gemidos a cada incursão. Se não ouvíamos muito, iríamos ser ouvidos então.
Minha mulher parecia preocupada com alguma coisa. Não largava meu pênis, até que relaxou e se entregou aos meus carinhos. Aos poucos deixei minha mulher desarmada.
Eu conheço bem este ponto de controle. Quando ela começa a sentir prazer, fica em “alfa”. Faz tudo por instinto. Muito fêmea.
Achei estranho que ninguém usava o strobo para se mostrar um pouco. Resolvi apertar aquele botãozinho ao lado do led da cama. Aleatóriamente um flash disparava por cima da cama, deixando gravado nos olhos a forma daqueles corpos naquele exato momento. Sem chance de ver rostos. Muito rápido e intenso.
Enquanto desejava minha mulher, lambendo bem suavemente seu clitóris, queria mantê-la o máximo possível naquele clima de suspensão, notei que enfim outros decidiram se mostrar.
Minha primeira surpresa foi com o casal da 11, ao meu lado esquerdo. Pude notar no primeiro flash que os dois estavam se masturbando solitariamente, com os corpos virados para nós, como se estivessem nos dando as boas vindas. Incrível aquilo. Mais adiante vi outros flashs, mas estavam distantes.
Resolvi focar na 11 e participar da exibição. Coloquei minha mulher de quatro e fiz o que ela adora. Passei meu pênis bem devagar em toda sua bunda, passando com bastante calma pelo seu ânus e aquela zona de ninguém, até chegar a sua vagina e clitóris. Sobe e desce. Alguns flashes dispararam e vi que o casal nos olhava. Minha mulher estava muito ligada.
Ela me largou. No primeiro flash pude ver que estava de pé. Sabia que o flash mostraria seu belo corpo a aquele outro homem. Apertei mais uma vez o botão do flash, aumentando a freqüência. Ela subia e descia. Parecia querer excitar o outro. Sussurrou pra mim. (Ta gostando meu bem? Aquele homem ta me comendo com os olhos). No flash seguinte pude ver que isso era verdade. O casal apenas observava, a mulher sentada por sobre o homem, mas ambos virados para nós. Muito excitante. Levantei e comecei a acariciar minha mulher, passando a mãos pelos seios dela, apertando, acariciando meu pênis, deixando tudo bem a vista do casal.
O strobo provocava uma deliciosa sensação de impunidade. Coloquei minha mulher para me chupar. A palavra da vez era exibição. Um puta tesão fazer sexo para um público, mesmo que de somente duas pessoas. A atenção deles era total. Minha mulher fazia um completo serviço, lagarteando por baixo de mim, lambendo meu ânus, sugando minhas bolas e engolindo meu pênis. A frequência da luz dava total noção de nossas ações.
Resolvi ir adiante e coloquei minha mulher de quatro, começando a penetrá-la devagar, fazendo da arte de entrar e sair daquele buraco quente a coisa mais prazerosa do mundo. Já não me lembrava do casal. Havia algum tempo que minha concentração era toda para meu tesouro, que estava me levando ao clímax.
Minha mulher começou a gemer, ela se masturbava enquanto eu a penetrava cada vez mais rápido. O ritmo chegou ao limite. Explodi em gozo, estremecendo todo o corpo. Minha mulher continuou gozando por mais um bom tempo, com a cabeça e olhos voltados para o casal, que sorria para nós.
Despencamos na cama, procurando ar, o coração disparado. Aos poucos fomos recuperando o ritmo e a calma. Nossa platéia aplaudiu e iniciaram seu show. Este foi o acordo silencioso. Nós éramos a platéia agora.
Aquele homem tinha um pênis colossal e parece que tinha noção que minha mulher havia percebido. Ele gostava de se masturbar lentamente, levando a mão de cima abaixo, dando uma impressão de que aquele pênis não tinha fim. Senti que minha mulher estava concentrada. Sua mão apertava minha coxa, como que quisesse ajudar naquela tarefa. A mulher que parecia loira, aproveitou e lambia de lado, de forma a mostrar toda a extensão daquele pênis. Cheguei a achar que eles estavam colocando aquele produto a nosso serviço. Até acho que se eu tomasse a decisão, minha mulher pularia para aquela cama. Mas não aconteceu.
Ficamos ali saboreando aquele sexo. Eu já estava pronto novamente. Minha mulher aproveitou e sentou-se sobre meu pênis e subindo e descendo se mostrava para o casal. Não era a nossa vez. Segurei minha mulher, mantendo meu pênis dentro de sua vagina. Mas pude perceber o grau de excitação dela com aquele homem.
O casal continuou nos mostrando como se faz um sexo gostoso. Aquela loira era guerreira. Fazia aquele colosso sumir dentro dela. Toda penetrada, ela começou a se masturbar para nós. Quando gozou, parecia que vibrava.
Aí veio o melhor. Ela se virou e pediu que ela a penetrasse por trás. Foi alucinante.
Aquele peru enorme entrou suavemente naquele ânus receptivo. O sujeito não fez cerimônia. Entrava e saia com vontade. Minha mulher gozou por sobre meu pênis. Foi demais para ela. Podia sentir as contrações de sua vagina, toda acomodada ao meu redor.
Enfim, o que parecia um suplício para aquela mulher terminou numa gritaria de prazer. Puta que o pariu.
Loucura, loucura, loucura.
A esta altura eu bombava minha mulher, ainda sentada por sobre meu pênis. Gozei silenciosamente, sentindo um prazer enorme em ejacular profundamente naquela carne.
Depois de algum tempo calados, relaxamos na cama. Desliguei o strobo e ficamos ali quietos, tentando entender tudo aquilo.
Agora a surpresa maior.
Sem perceber, uma voz masculina, com sotaque francês falou:
Domingo, 21. Cama 11 novamente. Parecia bem próximo a nós.
Apertei o strobo novamente e pude perceber no primeiro flash que o casal da cama 11 se retirava. Aquilo foi um convite que eu levaria muito a sério por toda a semana.
Minha mulher estremeceu com aquela voz.
Senti uma certa calma ao saber que eram estrangeiros. Isso afastava algumas de minhas dúvidas sobre o perigo de se expor numa cidade tão grande, mas ao mesmo tempo pequena quando se quer manter privacidade.
Se voltarmos lá, conto pra vocês. Quem sabe damos um passo maior neste jogo.
Autor desconhecido
MASSAGEM COM COLAR DE PÉROLAS
Olá, me chamo Raphaela, sou esteticista e massagista, tenho 35 anos, sou loira, seios pequenos, um bumbum médio bem redondinho, uma barriguinha bem gostosa, e casada há 4 anos. Hoje vou contar para vocês uma história que em 7 anos de profissão ainda não havia vivenciado, e olha foi uma experiência e tanto.
Era terça-feira, o dia estava bem tranquilo, tinha apenas duas clientes no finalzinho da tarde, então aproveitei para colocar a papelada do consultório em dias. Estava concentrada quando ouço a porta abrir, era um homem moreno, corpo bem definido, e de um sorriso maravilhoso, ele entrou e logo foi se apresentando, se chamava Roberto, tinha 37 anos, e disse que precisava me fazer uma proposta meio indecente, gelei na hora, o que aquele belo homem queria comigo, não tive direito de resposta e ele logo foi falando :
- Preciso de uma massagem, mas não uma massagem qualquer e sim uma massagem "erótica".
Eu logo respondi com cara de assustada:- Que ? Me desculpe Roberto mas não trabalho com esse tipo de massagem. Ele foi me interrompendo e continuou
- Eu preciso da sua ajuda, tenho apenas 37 anos, e estou com problemas de disfunção erétil, terminei meu namoro, pois, minha namorada ao invés de me ajudar, ficava zombando e rindo da minha cara, e eu preciso saber se o problema está em mim, por favor me ajude. Você já ouviu falar em massagem com colar de pérolas ? Eu trouxe óleo, trouxe colar, e pago o preço que você quiser, basta você aceitar.
Meu Deus, aquele homem lindo estava me pedindo uma massagem erótica, ou melhor uma massagem no seu pau, e o pior é que aquilo estava me deixando excitada, eu podia sentir minha buceta molhada ouvindo tudo aquilo, e pra ser sincera o dinheiro não me interessou, mas o desafio elevou ainda mais meu tesão, eu precisava ajudá-lo, e precisava fazer o pau daquele belo homem funcionar, sem pensar muito nas consequências, aceitei e mandei ele entrar na sala e me esperar deitado na maca sem roupa.
Quando entrei na sala, fiquei abismada com o que vi, ele tinha um pau todo delicioso, e já era grande mole, imagina quando aquele membro ficasse duro. Eu estava excitada, precisava me recompor e ser profissional naquele momento. Peguei os utensílios que ele havia levado e comecei a fazer meu trabalho.
Pedi para que ele fechasse os olhos, relaxasse e apenas pensasse em coisas boas, e me surpreendi com a resposta:- não preciso nem fazer esforço para pensar em coisas boas, uma mulher linda, massageando meu pau já é o suficiente. Não respondi nada e continuei o que estava fazendo.
Passei bastante óleo no seu pau, e nas suas bolas, distribuí um pouco na sua barriga deliciosa, lambuzei minhas mãos com o mesmo óleo e comecei.
Comecei em seus mamilos, fazendo movimentos circulares com as palmas das mãos, e fui descendo passando a mão em sua barriga bem devagar, dando leves apertadinhas até chegar em seu pau.
Quando cheguei em seu pau, comecei a massagear com as duas mãos uma de cada lado fazendo movimentos leves e circulares, ainda com as duas mãos comecei a subir e a descer fazendo movimento de punheta. E logo percebi que aquele pau estava crescendo, e que disfunção erétil não era o seu problema, mas já que comecei não poderia parar.
Minhas mãos deslizavam muito devido ao óleo e eu abusei disso, e com uma mão comecei a massagear as bolas, e com a outra subir e descer naquela pica enorme. Roberto estava gemendo muito, e falando que nunca tinha sentido aquela sensação, seu pau estava pulsando de tão duro. Eu sem dizer nada continuei.
Pedi para ele segurar seu pau embaixo deixando-o bem esticado, e com uma das mãos comecei a fazer movimentos circulares na cabeça, e passar o polegar bem devagar naquele nervinho que liga a cabeça no pau. Eu estava extremamente excitada com aquilo tudo, tirei meus sapatos, tirei minha roupa e fiquei apenas de langerie. Pedi licença e sentei em sua barriga, virada de costas pra ele e fiz questão de deixar minha bunda bem empinada na sua cara.
Passei mais óleo nas mãos e em seu pau, peguei o colar de pérolas bem comprido e enrolei em seu pau, e comecei a fazer movimentos subindo e descendo, o movimento das pérolas enlouquece qualquer homem, aquele homem estava urrando de tanto tesão, e eu continuei bem devagar punhetando aquele pau envolvido no colar, e acabei não resistindo, enquanto punhetava, comecei a passar a língua na cabecinha, e lamber o líquido que estava saindo, Roberto não resistiu e anunciou que ia gozar, ele não terminou de falar e esguichou porra na minha boca, nos meus seios e aquilo foi escorrendo pela minha barriga, confesso que nunca tinha visto um homem gozar tanto.
Saí de cima dele e o sorriso em seu rosto me deixou ainda mais excitada. Ele se trocou e perguntou quanto eu iria cobrar, eu disse que nada, que só ver aquele sorriso em seu rosto já era uma forma de pagamento. Ele me agradeceu e antes de ir embora, me deu um beijo de tirar o fôlego, que quase gozei apenas de sentir aquela língua me beijando com tanta vontade.
Ele foi embora, e eu não conseguia tirar aquele beijo, aquele homem da minha cabeça, acabei batendo uma siririca antes de voltar ao trabalho. No final da tarde estava quase fechando o consultório, quando encostou uma moto e vejo um homem descendo com um bouquet de rosas vermelhas e brancas me entregou e foi embora, não consegui conter meu sorriso quando li o cartão:
RAPHA OBRIGADO POR ME MOSTRAR QUE O PROBLEMA NÃO ESTÁ EM MIM E DEVOLVER MINHA AUTO ESTIMA. OBRIGADO POR ME MOSTRAR QUE QUEM FAZ O HOMEM SÃO AS ATITUDES DA MULHER. AGORA TROQUEI DE PROBLEMA, NÃO CONSIGO TE TIRAR DA CABEÇA ACHO QUE ME APAIXONEI POR VOCÊ. E AÍ ESSE PROBLEMA VOCÊ PODE RESOLVER ? DEIXEI UM PAPEL COM MEU TELEFONE NA PRIMEIRA GAVETA DA SUA MESA. VOU TE ESPERAR MINHA DOCE MASSAGISTA. UM SUPER BEIJO. ROBERTO !
E eu ainda não tive coragem de abrir a gaveta....
Loira Casada
domingo, 26 de fevereiro de 2017
REENCONTRO COM MUITO TESÃO
Meu nome é Laís (Sou baixinha, morena, pernas grossas, bunda grande e empinada) sou casada com Lucas há 8 anos, temos filhos, vivemos um casamento feliz e na nossa cama não existe pudor fazemos tudo que desejamos.
Trabalho em um posto de saúde como enfermeira, era sexta- feira e estava trabalhando como uma louca não havia parado um só minuto e eu não via hora de chegar em casa e relaxar. Nesse exato momento meu celular toca e é meu marido me ligando para me avisar que teria que viajar a trabalho pois tinha um problema numa das filiais da firma e ele precisava resolver pessoalmente. Confesso que não gostei nada da ideia de ficar sozinha e sem sexo em pleno fim de semana mas fazer o quê, tinha que aceitar.
Fim de expediente e meus colegas de trabalho me convidam para dar uma esticadinha num barzinho afinal o dia de hoje tinha sido tenso e todos precisam relaxar, não pensei duas vezes para aceitar. Estava tudo muito gostoso, bebida, música, risadas e a noite estava perfeita. Foi nesse momento que vejo Francisco entrar, quase não acreditei que ele estava ali depois de 15 anos sem nos ver, desde que largamos e ele se mudou da cidade com sua família, mas era ele que estava ali meu primeiro namorado, meu amor de adolescente e como estava lindo. Fiquei completamente sem reação mas ele passou por mim como se fosse uma estranha. Será que ele não me reconheceu? Não se lembrou de mim? Sentou na mesa ao lado e não demonstrou nenhum sinal nem me olhava. E eu não conseguia parar de olhar para ele, pensei como sou tonta, fui apenas sua namoradinha e nada mais, afinal éramos muito jovens.
Continuei a beber e tentar me divertir com meus amigos, a hora foi passando e era momento de voltar para casa, me despedi de todos e segui rumo ao meu carro e foi nesse momento no escuro do estacionamento que senti alguém me puxar e me virar e sem dizer nada foi me beijando, um beijo de tirar o fôlego que me deixou de pernas bambas, fui me entregando aquele beijo sem conseguir parar e ele me colocou no carro no banco do carona e saímos dali.
Francisco olhou nos meus olhos e me disse, pensou que não havia a reconhecido mas na verdade eu nunca te esqueci e eu te quero, preciso ter você nos meus braços como nos velhos tempos, só que agora não somos mais adolescentes. Não consegui dizer não e me deixei me levar. Chegamos no motel fomos entrando aos beijos afinal não conseguia parar de beijar aquele homem. Ele começou a tirar toda minha roupa e não parava de me beijar, me morder. Chupou meus seios me deixando com muito tesão, foi descendo tirou minha calça sempre me admirando, passou a mão em cima da calcinha na minha buceta já melada e me levou para cama. Continuamos nos beijando e ele foi percorrendo meu corpo todo, tirou minha calcinha dando um beijo na minha xana para depois cair de boca e me chupar gostoso, alternava sua língua com seus dedos me levando a loucura e eu rebolando e suplicando que ele não parasse e foi assim que gozei gostoso na sua boca.
Agora é minha vez, tirei toda sua roupa sem parar de beijá-lo e fui descendo até sua cueca onde me deparei com sua pica grande e grossa, toda rosada, nunca tinha experimentado uma outra daquele tamanho, ajoelhada no chão caí de boca chupando, punhetando, da cabeça até as bolas fazendo aquele homem gemer muito, fiquei ali mamando até ele não aguentar mais e gozar enchendo minha boca com seu leitinho delicioso que fiz questão de beber tudo.
O tesão entre nós era tão grande que seu pau continuou duro, estávamos pegando fogo, me deitei e ele sem dó enfiou aquela pica de uma vez na minha buceta em um vai e vem delicioso, eu gemia muito e gritava de tanto tesão. Francisco me comeu em várias posições até que sentei em seu pau e comecei a rebolar gostoso e ele me chamando de sua safada, puta deliciosa, cachorra e eu cada vez mais louca de tesão gozei gostoso, ele me virou de quatro e continuou a me fuder forte, parecia que estava me rasgando e eu sentindo seu saco batendo na minha bunda, ele puxava meus cabelos e dava tapas na minha bunda, que delícia, casa tapa que ele me dava eu ia a loucura. Foi então que senti ele enfiando um dedo no meu cuzinho e depois mais um, que delícia adoro tomar gostoso no cu, ele espalhou meu mel no meu cuzinho e foi colocando devagar até entrar tudo, começou então me fuder forte. E eu gemia e pedia vai safado mete essa pica no meu cu, deixa ele todo arrombado, gosto com força e ele metia sem dó, gozei novamente e ele continuou me fudendo o cu até não aguentar mais e encher ele com sua porra. Caímos na cama exausto mas felizes pois tivemos uma transa maravilhosa. Passamos o fim de semana inteiro no motel, foi um fim de semana perfeito. Voltei para casa toda dolorida de tanto fuder mas muito feliz com esse reencontro. Agora sempre que dá nos encontramos para fazer gostoso afinal sou uma mulher casada e ele também. Confesso que é muito gostoso ter meu maridinho em casa e ter meu amante que é meu amor de adolescência. Sou uma mulher realizada. Quem sabe um dia consigo juntar os dois para uma foda a três, meu sonho.
LOBA PAULISTANA
ARROMBADA E ARREGAÇADA POR TRÊS A PEDIDO DO CORNO
Com a ajuda de minha amiga Silveta vou relatar como o CORNO do meu marido fez com que eu fosse arrombada e arregaçada. Meu nome é Sula; sou casada, 30 anos, loira, bundinha empinada, seios redondos e durinhos. Estamos casados há 4 anos e eu já não era virgem. Após mais ou menos um ano de casados meu marido começou a perguntar de minhas transas com outros homens; se já tinha transado com um dotado, com um negrão. Falei alguma coisa, mas nunca entrei em detalhes, já que não tinha nada a ver. Como ele insistia muito no assunto um dia perguntei se ele tinha tesão em eu "ter dado" para um dotado ou negrão, se era isso que ele gostaria de saber. Ele então me falou que gostaria de me ver transando com um bem dotado; falei para ele esquecer, que não tinha nada a ver e não toquei mais no assunto. Muito tempo depois ele marcou um churrasco com clientes em nossa chácara, o que era normal, já que como fornecedor ele sempre estava promovendo algo para os melhores clientes. Tudo providenciado por ele durante a semana, no sábado chegamos e logo depois ele foi até a cidade buscar os clientes; estranhei o fato de ele ir buscar, já que normalmente o pessoal vinham de carro; estranhei mais ainda pelo fato dele ter dispensado o caseiro, que aproveitou para com a família ir visitar alguns parentes em uma cidade próxima. Quando meu marido chegou de volta reparei que estava com apenas 3 homens, sendo um deles negro; bem vestidos, bonitos. Me cumprimentaram com educação. Eu estava com um shortinho jeans curtinho, bem justo, uma miniblusa curtinha, e uma tanguinha que marcava por sob a bermuda. Acenderam a churrasqueira e o whisky e cerveja correu solto. No final da tarde, todos já meio bêbados começaram a contar piadas; quando começaram as piadas mais "pesadas" pedi licença para fazer um café; quando voltei estavam comentando sobre a última piada que deveria ser de um negrão que tinha um cacete enorme; todos desconversaram quando notaram eu chegando com o café e apenas meu marido fez um comentário acintoso sobre o assunto e olhando para o Danilo ( o único negro) perguntou se o dele era igual ao da piada. Meio sem graça ele respondeu que não era tão grande assim, mas dava para o gasto..... Fiquei vermelha, mas não perdi o rebolado, falando: "... é melhor vocês tomarem o café que está forte mas sem açúcar, para clarear um pouco as idéias..." todos riram e se serviram; como eu também tinha tomado um pouco de bebida durante o dia todo me servi e fui sentar num canto com o café. Meu marido contou outra piada de bem dotado e falou que tinha a fantasia de me ver transando com um; naquele momento todos pararam e olharam para mim, que sem reação quase engasguei com o café; meu marido então falou que sabia da fama dos três e que eu seria a sobremesa. Na maior cara de pau ele comentou com os 3: "... olha que bundinha empinada, e os peitos então, durinhos, ela é uma delicia,....". Falando isso ele veio em minha direção e passando a mão na minha bunda falou: "...ela sabe dar o rabo como ninguém, rebola na vara que é uma delícia...". Eu toda sem graça, resmunguei que ele estava bêbado, mas meu marido rindo levantou minha miniblusa de forma brusca e violenta, tirando por sobre minha cabeça, quando percebi estava só de soutien de rendinha e o shorts marcando a minha tanguinha; ele e seus amigos ficaram rindo; cobri com as mão os seios, meu marido por trás soltou meu soutien, e foi puxando até sair; olhava para os 3 que a essa altura já estavam de pau duro e pelo volume sob as bermudas meu marido tinha razão em relação ao volume. Meu marido me pegou e me beijou na boca, me agarrando e chamou os 3 para se juntar a nós, eles se entreolharam em dúvida; meu marido agarrou meu shorts e abaixou falando: "...querem ou não essa bundinha..." na tentativa de me desvencilhar dele, involuntariamente empinei a bundinha deixando a mostra a tanguinha enfiada no reguinho; a visão da minha bundinha venceu os últimos escrúpulos deles e logo oitos mãos me apalpavam em todos os pontos do meu corpo, nem sei como me despiram ali mesmo, e ao comando do meu marido me pegaram e levaram para o quarto. Estava furiosa e lutava contra os 4, mas mãos fortes me seguravam e apalpavam; bocas percorriam meu corpo, dedos penetravam em meus buracos; lutei até o limite de minhas forças e não aguentando fui cedendo e na medida em que eles não precisavam me segurar tanto foram aumentando as carícias. Um caiu de boca em minha xaninha, os outros dois chupavam meus seios. Meu marido comandava e falou: "... podem chupar a Sula a vontade, deixem ela bem molhadinha para a penetração que ela adora, hoje ela vai meter com os três juntos". Eu fiquei apavorada e sem saber o que fazer, gritei: " não, eu não quero, seus bêbados, você esta louco...". Mas tudo parecia inútil o Fernando e o Danilo chupavam meus seios, enquanto que o Carlos lambia minha xaninha. Meu marido falou: ".Sula relaxa, você já transou com outros homens antes de mim; qual o problema de transar novamente na minha frente; deixa eles te comerem, eu vou ficar olhando você engolir esses caralhos enormes..." Falando isso meu marido mandou eles tirarem as roupas para eu escolher qual iria enfiar primeiro na minha boceta. Eles tiraram e eu assustada olhei o tamanho dos cacetes; os 3 realmente eram grandes mas o Danilo, que era negro, tinha um pau que deveria ter algo em torno de 23 cm por uns 7cm de grossura, com as veias saltadas e uma enorme cabeçona.; o Fernando deveria ter um de uns 19 cm por 5,5 e o do Carlos parecia menor mas bem grosso, algo em torno de 17 cm por 7,5. Fiquei assustada e admirada com aqueles cacetes enormes; nunca tinha visto nada igual, apenas em filmes, mas agora era real e logo estariam me comendo se eu não fizesse nada; aproveitando que eu estava boquiaberta eles colocaram na minha boca para chupar; meio atordoada fui chupando um de cada vez, mas mal cabia na boca aquelas cabeçonas enormes, a do Carlos até doia a boca de tanto abrir para abocanhá-lo. Fui sugando, chupando, lambendo. Meu marido ao lado se masturbava bem lentamente e falava: "... Tá vendo como eu sabia que você ia gostar, vai sua vagabunda, chupa esses caralhos, chupa sua putinha, sua vadia hoje você vai ser toda arrombada...". Nessa altura eu só pensava em fazer eles gozarem e me livrar o mais rápido possível. Eu olhava meu marido e via ele se masturbando com uma cara de enorme felicidade, eu olhava e não entendia como meu marido estava gostando de ver sua esposinha chupando 3 cacetões. Ao comando do meu marido me colocaram de quatro na cama e meu marido mandou eu escolher o primeiro a enfiar na minha xaninha; eu pedi, implorei para que não fizessem isso comigo e meu marido nem ai, quando eu falei para ele que nunca tinha transado com um bem dotado e o maior cacete que já tinha experimentado era o dele, ai foi o meu maior erro, ao ouvir isso ele foi ao delírio e falou que então iria me iniciar; vendo que não tinha jeito olhei para aqueles cacetes e perguntei os tamanhos, eles confirmaram as minhas suspeitas, o menor era do Carlos mas era o mais grosso e então eu optei em começar pelo do Fernando por ser o menor em grossura. Meu marido falou pra ele então: " ...vai Fernando mete o caralho nela, mete sem dó que essa puta vai sair daqui arrombada...". O Fernando sorriu, me deu um beijo e obedeceu e sem dó começou a enfiar a rola na minha boceta, doeu, parecia que tinha me rasgado ao meio, gemia, enquanto ele enfiava, lágrimas saiam de meus olhos, logo uma rola enorme estava na minha boca, comecei a chupar, aquela rolona, abafava meus gemidos; ele enfiou tudo e deu uma parada, me segurou pela cintura e pensei que ele iria deixar eu me acostumar com o caralho lá dentro, mas ao invés ele segurando firmemente minha cintura começou a socar com violência, estocando fundo na minha boceta, gemia e chorava, babando no outro caralho, e ele socando tudo sem dó. Ele bombou como um doido até gozar. Ele tirou e meu marido posicionou o Danilo, ele começou a meter aquele caralho enorme na minha bocetinha, eu urrei, gritei e não aguentando falei pra ele : "... calma seu F.D.P., eu não sou uma puta, se vai meter, mete devagar que senão vc me mata...". Meu marido somente olhando e se masturbando, tamanho era o seu tesão, ele rindo, falou: "... Vai arregaça essa puta vadia, arranca as pregas dela e faz ela chorar no seu caralho, mete esse pintão na boceta da minha mulher, arromba ela toda, arrebenta essa vadia, ela é uma puta, mete..." Ouvindo aquilo fiquei com raiva dele e decidi engolir tudo na frente dele e fazer dele um corno daquele negrão que parecia um jumento , comecei a ficar com tesão só de pensar em engolir o mastro do negrão chifrando meu marido; Danilo, agora mais devagar foi enfiando e meu tesão aumentando, quando eu percebi eu senti o saco dele encostado em minha bundinha, tinha entrado os 23cm do pau dele todinho dentro da minha bocetinha. Entre as lágrimas que escorriam em minha face, pedi pra ele ficar parado até acostumar um pouco; a essa altura já tinha as outras duas rolas em frente da minha boca pra chupar; falei pro Danilo socar e comecei um boquete naqueles caralhos; Ele socava os 23 cm com força e violência, sem se importar com os urros e grunhidos que eu emitia; meu marido avisou que era pra ele gozar na minha boca e na hora que ele tirou o caralho inteiro de uma vez, soltei um urro, abafado pelo seu cacete que adentrou minha boca soltando jatos de esperma em minha garganta, fazendo com que eu engasgasse na sua porra; engoli uma grande parte e o resto escorreu pelos cantos da boca. Meu marido apenas falava: " ...vai Danilo goza na boca dessa puta, faz ela engolir tudinho". Caí na cama exausta e o Carlos aproveitou para colocar as minhas pernas em volta do seu pescoço e começar a colocar aquela cabeçona de 7,5 cm de grossura na minha xaninha, que apesar de estar arregaçada pelo Danilo não aguentava a cabeçona dele; chorando implorei pra ele colocar devagar e com jeitinho; ele foi empurrando bem devagar, arrancando urros e gemidos e meu marido ali satisfeito vendo a curra de sua esposa; depois que ele conseguia enfiar tudo começou no vai e vem me fazendo chorar naquele pauzão; apesar da dor meu tesão a essa altura era imenso e via o corninho delirando olhando aquela vara grossa me rasgando toda; no frando assado engoli a vara inteira e ele socou até esporrar fundo no meu útero, eu chorava e meu marido: "...calma Sula, sua putinha, você aguenta tudo, o Danilo era maior e você aguentou..." Quando ele gozou fiquei desfalecida na cama, já tinha gozado várias vezes com o Danilo e mais algumas com o Carlos. Quando me recuperei fui tomar um banho e eles ficaram conversando e comentando as cenas da nossa foda. Após o banho voltei para o quarto com a boceta inchada e ardendo, e com uma enorme dor interna, inclusive no útero, pois o caralho do Danilo toda vez que entrou inteiramente tocou no meu útero. Comecei a me vestir e meu marido falou: ."...Calma sua vadia, , falta eles arrombarem seu cuzinho,..." Gelei e senti um frio na espinha ao pensar no caralho do Danilo (23 x7) e no cabeção do Carlos (7,5 cm). Gritei que não aguentaria aqueles cacete enormes, se eles me arregaçaram e quase me mataram fodendo na boceta, o que seria do meu rabo. Sem se importar o corno do meu marido me agarrou pela nuca e me colocou de quatro na cama, tentei resistir, mas outras mãos me seguraram firmemente, um deles começou a chupar o meu cú, metendo a língua no meu cúzinho, que me arrepiou todinha, me dando um tesão incrível, dei um suspiro e comecei a gemer baixinho no ritmo das lambidas no meu rabo; era o Danilo que lambia com habilidade meu cuzinho, logo depois ele enfiou um dedo, depois meteu dois dedos no meu cuzinho, percebendo que eu estava gostando e já tinha relaxado, eles me deram as rolas para chupar o que fiz com gosto; não aguentando de tesão virei para o meu marido e falei:
- Você quer me ver dando pra eles né seu corno, você quer ver esse negrão me arrombar o cu, pois você vai ver, vem Danilo foder meu cuzinho apertado, me arromba na frente desse corno, você vai ser o primeiro porque me deu o maior tesão a chupada no meu cuzinho, vem me arromba...."
Sem se fazer de rogado o Danilo encostou a cabeçona no meu cuzinho e foi forçando a entrada, enquanto eu gemia, grunhia de dor e prazer, ele foi enfiando, enfiando até as bolas encostarem na minha bundinha, olhei e falei num sussuro:
- Vai arromba a sua Sula putinha, soca com força e violência como você fez com a minha xaninha....arromba meu cu.....
Ele começou a socar sem piedade me arrancando urros de dor e prazer, eu gemia, gritava chorava e olhando para o corno do meu marido gritava:
- Veja seu corno ele tá me arrombando, tá me arrebentando...
Agarrei os lençois e puxava, unhava o colchão como uma desvairada, ele socava tanto no meu cuzinho que fiquei até sem fôlego, totalmente entregue gemia agora baixinho, sem forças, e ele bombou até explodir em gozo. Mal ele tirou foi o Fernando e com o meu cuzinho já arrombado para o tamanho do pau dele enfiou sem dificuldades; ele socou bombou tudo na minha bundinha, enquanto eu chupava o pau grossão do Carlos; Fernando afoito em comer um cuzinho acabou gozando logo e saiu dando o seu lugar para o grossão do Carlos, pensei comigo é agora que esse caralho de 7,5 cm de grossura me estoura de vez. Vendo o desespero do Carlos em me comer o cuzinho virei e falei pra ele:
- Vai devagar que seu pau é muito grosso pra mim, lubrifica bem e enfia devagar, senão eu não vou aguentar".
- Oh tesão é o primeiro cuzinho que eu vou comer, nunca nenhuma mulher quis dar antes....
Resmungou o Carlos, suspirei e com tesão em ser a primeira a aguentar aquele cacete grosso falei com cara de puta:
- Já que é a primeira vez, vamos fazer direitinho pra ter mais meu tesudo.....
Meu marido abriu uma gaveta e tirou um gel; encheu meu rabo de gel e passou para o Carlos que lambuzou o seu caralho e veio para me foder. Meu marido, o Danilo e o Fernando se posicionaram envolta para ver o Carlos terminar de me arrombar e quando ele se posicionou a "torcida" começou:
- " vai arrebenta esse cú....
- mete que eu quero ver você terminar de arrombar essa puta...
- enfia tudo que nós vamos ver você comer o cú dela....
Com tesão pelo incentivo dado pela torcida, me posicionei da melhor forma possível, arrebitando e abrindo bem a bundinha; ele veio e começou a enfiar no meu cuzinho, forçando a cabeçona; sem dó do meu cuzinho socou a cabeça pra dentro de uma só vez. Eu não aguentando de dor, gritei:
- " para seu filho da puta, não força mais que eu não vou aguentar, é enorme, ta me rasgando toda, para, para, ta doendo..."
Meu marido queria ver eu engolir aquele cacete grosso pelo cú, me segurou firme, fazendo com que os outros também me agarrassem e falou:
- "Sua putinha, estou com tesão de ver você toda arrombada no cuzinho, ele vai meter em você, deixa ele te arregaçar, eu quero ver seu cu arrombado, já deu pro Danilo que tem um pau maior, vai ter que dar pra ele também, só por que é um pouco maios grosso..." e virando pro Carlos, falou ......"Vai soca no cu dessa vaca que a gente segura..."
O Carlos não se fazendo de rogado continuou a forçar a cabeça do seu caralho no meu cú. Meu marido falava:
-: " vai tesão, sua puta, vagabunda, vadia, engole o caralho dele, tá dando gostoso o cú, engole a rola, dá o cu, dá sua vaca."
O caralho dele foi entrando e rasgando o que restava de pregas no meu cuzinho, urrava, grunhia, gemia e implorava, mas seis mãos fortes me seguravam e deixavam a mercê daquele caralho enorme, que foi socando, metendo, enfiando tudo no meu cuzinho; quando entrou tudo, ele sem dó e sem piedade, com violência, eu gemendo de dor e prazer, como desvairada jogava meu rabo de encontro aquele caralho, a dor e o prazer intenso me fizeram perder a noção de tempo, só sei que gozei várias vezes, inclusive pelo cú naquele cacete. Aquele cacete grosso inteiro no meu cuzinho, e eu com uma mistura de dor e tesão, eu já não tinha controle e falava coisas desconexas, meu cuzinho sendo totalmente arregaçado, eu só queria engolir aquele caralho gostoso pelo rabo e aproveitar para gozar enquanto ele me enrabava. Quando o Carlos ia gozar, ele tirou rápido e jorrou a porra sobre minha bundinha, minhas costas, me dando um banho de porra, me lambuzando inteira.
Meu marido, que pelo visto tinha adorado se tornar corno, falou:
- Vamos dormir e descansar que amanhã será o dia da dupla penetração, eu quero ver você meter com dois de uma só vez, você já está arrombada mesmo, vai dar a boceta e o cú".
Eu não aguentava mais tanto caralho e mesmo sem me lavar me larguei na cama para dormir, arrebentada.
Na manhã seguinte o corninho me deu um banho me preparando para os 3 machos pintudos e me serviu o café da manhã na cama, junto com os 3. Tomamos o café e a sobremesa, para variar foi o meu cuzinho e a minha boceta, que estavam doloridos inchados e arrombados.. O Danilo meteu o caralho de 23cm no meu cuzinho, que já estava arregaçado. O Fernando veio por baixo e socou o pinto na minha boceta; era a primeira vez que au fazia uma dupla penetração e com dois belos e grandes caralhos, fui ao delírio, é maravilhoso levar duas rolas ao mesmo tempo, eu rebolava como uma puta, trepando com dois machos caralhudos, eles no início se atrapalharam, mas agora já sincronizavam os movimentos e socavam sem parar, de vez em quando trocavam de buraco, se revezando com o Carlos, socavam , socavam e trocavam de lugar.
Eu já sem pudor nenhum, com um tesão violento, apesar de toda esfolada, ardida e dolorida pedia: -
- me fodam, eu sou a vagabunda de vocês, podem socar tudo que agora to arrombada e aguento qualquer rola, sou a putinha de vocês, você ta gostando né meu corninho, tá gostando de ver sua esposinha puta fodendo com dois".
Gozei como uma puta várias vezes, eles gozaram tanto em mim que estava encharcada de porra, escorrendo por todos os poros, lambuzada, com porra na buceta e no cu ao mesmo tempo, eu gozei pela buceta, pelo cuzinho.
Ficamos trepando assim até ficarmos sem forças e cairmos desfalecidos pela cama. Meu corninho, que até então assistia a tudo começou a se masturbar e gozou abundantemente no meu rosto, cabelos, seios, me beijou e deitou ao meu lado.
Após descansarem eles tomaram um banho e foram para fora do quarto, tomei meu banho e fui para a sala; eles estavam fechando contratos com o meu corninho, após todos se despediram de mim me beijando e elogiando meu desempenho. Meu corninho levou-os até a cidade e na volta me contou que já tinha contratado prostitutas para eles e que nenhuma tinha dado o cuzinho e que eu tinha conseguido e por isso o contrato era da nossa empresa. Meu cuzinho arrombado valeu um contrato de fornecimento de vários anos. Fiquei toda esfolada, machucada e voltando para a capital marquei um médico pois estava com muita dor, inclusive no útero que o caralho do Danilo tocava toda vez que entrava inteiro, fiquei dois dias sem poder sentar direito, nem ir ao banheiro conseguia direito pois doía tudo. Marquei com um médico desconhecido e durante o exame ele ficou espantado, desconfiado começou a fazer muitas perguntas e como o médico era boa pinta respondi que foi o corno do meu marido que tinha arranjado 3 caras caralhudos para me foder; o médico não acreditou e eu para provar fiquei de quatro no consultório e mandei ele enfiar no meu cuzinho para ver como entrava fácil. O médico ficou sem ação, balbuciou alguma coisa; eu peguei no seu pau e reparei que já estava meio duro, abri o zíper, tirei pra fora e chupei o pau do médico até ficar completamente duro, fiquei de quatro e dessa vez ele enfiou tudo de uma vez no meu cú; como estava arrombado entrou fácil, ele socou cadenciadamente aproveitando o momento até gozar. Ao sair marquei outro dia para ele "verificar minha xaninha". Voltei a dar para o médico, mas depois dessa nunca mais "traí" meu corno; mesmo ele insistindo e me trazendo fotos de caras caralhudos que ele consegue na Internet.
Autor : sula_025@yahoo.com.br
TREPEI COM MEU PRIMO ONTEM NO CARRO
Oi, me chamo Ana Julia, tenho 18 anos, sou morena clara, cabelos longos lisos, moro aqui em Goiania, ontem (23/02/2017) fui para casa do meu tio para, hoje cedo viajar com eles para passar o carnaval em Caldas Novas-GO.
Minhas primas tiveram que ir a aula na faculdade então eu ficaria a noite sozinha até elas chegarem, porém meu primo estava de bobeira e me chamou pra dar uma volta, adorei a ideia, ja transei com meu primo (2x) então seria uma boa oportunidade para uma terceira vez.
Já me enchi de tesão e minha calcinha ficou toda molhada, ele me levou pra tomar sorvete, mas claro que depois do sorvete teria a sobremesa.
Saimos da sorveteria e fomos dar uma volta de carro, não podíamos ir pra nenhum motel, então fomos pra uma rua sem saída perto de onde ele trabalha, vários casais vão para lá. Estava um pouco receosa, com medo que alguém nos pegasse alí, mas o tesão era maior. Estava sentada no banco de passageiros, de saia e uma calcinha bem pequena, ele pulou pro meu banco, ajoelhou-se de frente do meu banco e arrancou minha calcinha e começou a chupar, como se chupasse uma laranja com bastante calda, metia sua lingua quente no buraquinho da minha buceta, fundo, fundo, cada vez mais, fundo, horas metia dois dedos dentro e continuava lambendo os lábios da minha buceta, só de lembrar fico encharcada.
Retirou sua cueca e se posicionou sobre minha cabeça, pra que eu pudesse chupar seu pau, e foi o que fiz, enquanto ele me bolinava, eu chupava seu pau bem gostoso.
Ajoelhei no banco de frente para o encosto, ele se posicionou atrás de mim e já pude sentir seu pau na entrada da minha buceta, me dava fortes chupadas no pescoço e apertava meus seios com bastante força, meus seios são bem grandes, então ele se deliciava de prazer, começou a meter sem parar, movimentos fortes e rápidos como um cachorro, podia sentir seu pau bater no meu útero.
Então pedi pra que ele comesse meu cu ( adoro ser fodida no rabo), ele chupou seu dedo do meio e sem parar as estocadas, enfiou seu dedo no meu cuzinho, desceu e lambeu minha xota melada, e enfiava sua lingua no meu buraquinho, e sem esperar, ele meteu sua rola no meu rabo, e estocava sem parar. Perdi até o fôlego e quase desfaleci, mas seu tesão era tanto que ele disse que ia gozar.
Os vidros do carro estavam totalmente embaçados, então tirou seu pau do meu cu e com punhetas deliciosas, derramou todo seu leite nas minhas costas, minha buceta escorria de tão melada que estava, quando terminou de gozar, me encostou novamente no banco, desta vez sentada e continuou chupando minha xota, até eu gozar, ele se deliciou.
Voltamos pra casa felizes da vida, fui direto tomar banho e pouco tempo depois minhas prima chegaram da aula, espero que nesse carnaval, consiga tranar com meu primo novamente.
Só meu primo pra me fazer realizar estas loucuras.
Autor desconhecido
MINHA VIZINHA BÊBADA
Sábado à noite, eu bebia uma garrafa de vinho na varanda da minha casa… Uma hora e uma garrafa de vinho depois, já pelas 02:30 da madrugada, vejo surgir na rua uma silhueta feminina com uma carteira na mão, cabelos soltos pelos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma mini-saia de pele, e um corpete que apertava um par de seios loucos para pular para fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo a minha imaginação desciam até sua bocetinha.
Ela aproximava-se, e eu ia vendo mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos um rabo empinado e nada pequeno.
Percebi que tinha uns lindos olhos verdes, e para minha surpresa eu conhecia aquela mulher! Era a minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu ouvi a discussão dela com o marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave para que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma puta, e cheirando a álcool? Ela mesmo respondeu com uma voz balbuciante de quem já tinha bebido uns 7 copos de wisky: – Marco, aquele desgraçado disse-me que eu não desperto interesse nos homens… ao que respondi: – isso passa, foi só uma zanga de casal… – só uma zanga? então vais querer me convencer que isso é motivo para que ele me deixe sem sexo durante três meses ? Quando ouvi aquilo o meu sangue gelou… soou aos meus ouvidos como um convite para uma noite de sexo, já reparava naquela minha vizinha há algum tempo, mas nunca tinha visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu estava sentado na escada e aquela posição dela revelava as suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento o meu pau estava duro e podia sentir as minha cueca a querer furar… a partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela mostrava-se louca pra extravasar o tesão que a enchia e eu para realizar o meu grande fetiche por mulheres casadas, e de me vingar da minha namorada que se tinha zangado comigo sem motivo.
Resolvi pôr meu plano em prática… fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci-lhe vinho, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem relaxada e passou a abrir-se comigo, rir e contar mais da vida dela… tratei de comandar logo a conversa para o lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai e mamãe com o marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que o marido lhe chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e estava muito infeliz, porque ela adorava sexo e sexo oral para ela é o que mais a excita! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixá-la a par disso… ela rindo muito, olhou-me de cima a baixo e disse-me com a voz mais sensual que já ouvi: – isso é um convite?, já não aguentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem! Então ela olhou fundo nos meus olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar o meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela dizia que queria ver-me todo nu (palavras dela… efeito do álcool!) levantei-me e tirei a camisa, sou moreno, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela disse-me que fazia 29 naquela noite, o meu pau mede uns 18cm, nada descomunal como os de alguns contos que li neste site, mas é bem grosso, a minha namorada vive reclamando!
Sugeri que fôssemos para dentro de casa e ela aceitou entrando à frente… Tranquei a porta da casa, certificando-me que ninguém nos tinha visto entrar, ela sentou-se no sofá, e puxou-me para ficar em pé de frente para ela… abriu a minha bermuda, abaixou até aos pés, e ficou apertando o meu pau e dizendo coisas que só ela entendia… o meu tesão era tamanho que a cabeça do meu pau estava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e perguntou com voz de menina dengosa: – Marco, deixas eu matar o meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei a sua cabeça e tentei meter o meu pau na sua boca, ela não deixou, primeiro tirou a minhas cueca, deixando-me todo nu, surgiu um pau duro, ficando a poucos centímetros do seu rosto, em seguida ela passou a lamber as minhas coxas de baixo pra cima metendo a língua entre as minhas virilhas até que colocou as minhas bolas na boca…que delícia! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo as minhas bolas me deixava maluco, o meu pau pulsava e os meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse a sua cona. Ficamos assim algum tempo, e depois seguiu lambendo até à cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e dizia que estava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei a sua cabeça e passei a bombar e fuder a sua boca feito doido, ela segurou o pau com uma mão e sugou com muita força! Sentia que estava enfiando numa boceta virgem tamanha era a pressão que o meu pau sofria daquela boca gulosa… 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia a sua boca! Os meus olhos reviraram, as minhas pernas enrijeceram, tentei tirar o pau de dentro para me vir o que faltava no seu rosto, mas para minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu o meu pau e fez com que ele desaparecesse todo dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou-me na bunda com as duas mãos não permitindo que tirasse o meu pau de dentro de sua boca! Sinceramente, eu nunca me vi como naquele momento e talvez jamais volte a fazê-lo! Cheguei a gritar de tanto tesão, e os meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupadela, caí deitado no sofá com as pernas duras quase com cãibras, e ela ria e disse-me: – achas que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão bom? Riu novamente e pediu-me uma cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25 minutos já tínhamos bebido quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela estava dormindo deitada no sofá, a sua saia tinha subido revelando um volume enorme por baixo da calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava, o meu pau voltou a ficar duro, aproximei-me e aquele cheiro de cerveja que exala dela deixou-me muito mais louco, passei a acariciar a sua bocetinha por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma boceta carnuda de pêlos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pude comprovar o tesão que ela sentiu quando me chupava… coloquei-me sobre ela e passei a desamarrar o corpete, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquíni branquinhas contrastando com a sua pele morena, os bicos eram lindos e estavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros… e desci chupando tudo até chegar ao umbigo, concentrei-me ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando que ela acordasse e compartilhasse o tesão que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo… resolvi descer até a boceta encharcada dela, levantei mais a saia e passei a morder e lamber a sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho me deixava doido, puxei a calcinha para o lado… louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude… penetrava a minha língua bem fundo e sentia as contracções na minha língua, e o gosto delicioso daquela boceta apertadinha… chupava os lábios da buceta com força e sentia o clítoris enrijecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua… com o pau já muito duro.
Dormindo como estava, aquele mulherão estava maravilhosa, ajeitei-me no sofá, pus as suas pernas nos meus ombros e vi o meu pau enterrando-se e desaparecendo naquela boceta. Estava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Mesmo dormindo, de certa forma ela reagia aquela onda de tesão, passei a bombar com grande velocidade, como um cão quando fode uma cadela… o suor escorria, os seus seios balançavam, eu chegava a tirar e meter o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência… aí ouvi ela dizer baixinho: – Fode gostoso. Vi seu corpo arrepiar-se e a sua boceta contrair com força no meu pau, o tesão era imenso para eu parar naquele momento! Continuei fodendo, e com muita força! Vi ela morder os lábios e chupar a própria língua! Tive espasmos fortes, longos, vim-me dentro dela!! Bem no fundo daquela boceta! Os meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanta loucura, a cabeça da pica doía… eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentia os seus braços enlaçando-me e os seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus… adormecemos assim… no domingo de manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo o broche que ela tinha feito horas atrás. Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!
Desejei-lhe um bom dia, mas ela interrompeu-me dizendo: – Cala-te! o único som que quero ouvir da sua boca são os seus gemidos! Fiquei com um tesão na hora! Ela tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto para a parede e a bunda bem empinado, e puxou-me para me posicionar atrás dela, quando estava posicionando para enterrar de novo para minha surpresa, ela pegou no meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Se o marido não deixava nem que ela chupasse o pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica! Voltei com força a enterrar na boceta, baixe-me e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetrá-lo com a língua, mas era muito apertado para isso… levantei-me e atendi os seus pedidos para que eu fizesse dela uma mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, disse-lhe para ela parar de tentar sugar o meu pau com o cu e fazer o contrário, tentar expelir! senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu… o corpo dela tremia e ela chamava-me de desgraçado e que eu a estava rasgando toda… mas finalmente o pau entrou até metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado! Segurei os seus seios e passei a bombar com força e rapidez e ela pediu para que eu gozasse logo porque ela não estava aguentando as dores!! Vi sangue no meu pau e resolvi parar! Ela voltou-se para mim e disse: – Se parar agora eu te mato! Fode porra!! Rasga o meu cuzinho! ouvindo isso, eu enterrei o maximo que pude e comecei a foder com estocadas fortes, gozei muito!! ficamos colados como dois animais, algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre as suas pernas… eu sentei-me no sofá e ela entre as minhas pernas… ficamos abraçados algum tempo… conversamos um pouco e depois fomos tomar banho… depois ela vestiu-se, veio até mim para se despedir e só aí é que ela me beijou!! Saiu em seguida, a rua estava deserta, fiquei na varanda olhando para ela entrar em sua casa, e nesse momento percebi que não tinha sido só mais uma mulher, eu tinha ganho uma amante! isso aconteceu na semana passada, e até agora estou à espera de uma nova oportunidade de tê-la novamente.
Autor desconhecido
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
MEU PRIMEIRO ENCONTRO COM UMA MULHER
Já são 19hrs, ta quase chegando a hora de me encontrar com ela, to super ansiosa não sei como vai ser, pois nunca saí com uma garota antes, isso vai ser uma experiência e tanta. Ops, esqueci de me apresentar, meu nome é Amanda, tenho 22 anos, sou branca, cabelos longos e cacheados cor castanho escuro, lábios grandes, seios bem fartos....enfim. Voltando a minha história...
Meu encontro era pra ser às 20hs mas teve uma mudança de planos ela vai se atrasar, pois é mais um tempo pra pensar, as horas não passam, já estou terminando de me arrumar e vou esperar lá na fora pois ela ficou de passar aqui para me buscar.
Já estou aqui fora faz 10 minutos, mexendo no celular e de repente ouço uma buzina na esquina olho pra cima e vejo ela acenando pra mim, meu coração dispara e aí a minha fixa cai, não tem mais volta.
Caminho lentamente até o carro ela esta sorridente e muito confiante, ao contrário de mim que estou uma pilha de nervos, abro a porta e ela me cumprimenta com um beijo no rosto, e me pergunta.
- Pensei em irmos comer uma pizza, conheço um lugar ótimo fui lá com a minha prima, é em outra cidade, bem pertinho. O que você acha?.
- Por mim tudo bem.
- Ótimo.
Fomos o caminho todo ouvindo música e conversando sobre o nosso dia, e ela me disse que ficou o dia todo pensando em hoje a noite e que estava feliz por eu ter aceito sair com ela, pra gente bater um papo e se conhecer melhor, senti uma olhada e um jeito malicioso quando ela disse se "conhecer melhor," e meu corpo todo ficou alerta, senti um friozinho na barriga e acho que ela percebeu pois colocou a mão no meu joelho e disse pra mim relaxar. Bom é impossível fazer isso ainda mais com a mão dela no meu joelho, que foi subindo pra minha coxa fazendo uma massagem gostosa, e um olhar malicioso, sem perceber passei a língua pelos meus lábios e mordi, abri um pouco mais as pernas relaxei, aquilo estava muito bom, mas infelizmente ela tinha que tirar a mão pra trocar de marcha, mas a mão dela sempre voltava cada vez mais atrevida pois subia um pouco e desci pro meu joelho, até que ela pegou a minha mão e colocou na sua perna, fiquei imóvel mas já estava com vontade pois minha buceta estava começando a ficar molhada só de imaginar como seria. Ela percebeu minha reação e falou:
- Faça como eu fiz na sua perna.
Com uma voz sexy não pensei duas vezes e comecei a massagear sua perna, aproveitei o escuro da estrada e fui subindo a minha mão, música tava baixinha agora, podia se ouvir sua respiração mais forte conforme eu ia subindo pra sua virilha, de repente ela me pediu pra parar se não ela teria que parar o carro no acostamento pra gente terminar.
O resto do caminho fomos em silencio, somente com a música tocando mais alto agora, fui pensando no que eu estava fazendo e isso era uma loucura, tinha que dizer a ela que aquilo não podia continuar mais, mas lá no fundo eu queria cometer essa loucura, eu estava gostando daquilo.
Estava tão perdida em meus pensamentos que nem percebi que ja estávamos paradas em um estacionamento e ela me olhando.
- Estou te chamando há alguns segundos, você estava pensando em quê?
Não sabia se falava logo toda a verdade que ninguém poderia saber da gente ou se deixava para depois.
- Amanda, hello tô aqui.
- Me desculpe, estava pensando em umas coisa aqui.
- Tudo bem, só não pense muito. Se solta, hoje vamos nos divertir, ok?
Descemos do carro, era um estacionamento meio escuro pois só tinha duas luzes e ela parou na última vaga atrás de um carro alto, entramos no local e pegamos uma mesa no fundão, ela se sentou do meu lado e fizemos nossos pedidos, a conversa tava super animada. Não sou acostumada a beber mas só essa noite não iria fazer mal, ela só tomou refri pois estava dirigindo, conversa vai conversa vem, senti sua mão na minha coxa, só que mais firme dessa vez, ela olhou bem no fundo dos meu olhos e fez:
- Xiiiiiiii!!
Engoli em seco e confirmei com a cabeça.
Sua mão foi parar na minha virilha, massageando minhas pernas que novamente se abriram e ela passou a mão levemente por cima da minha buceta, já estava ficando louca com aquela tortura, coloquei a mão por baixo da mesa e fiz tudo o que ela fez comigo.
Novamente ela me interrompe e pede a conta, assim que paga a conta ela praticamente me arrasta pra fora do local rumo ao estacionamento com mais carros dessa vez.
Chegamos, ela parou e me encostei no carro, ela ficou na minha frente passou a mão no meu rosto segurou meu queixo, me aproximei dos seus lábios dei uma mordidinha e passei a língua neles e dei um beijo leve, eu ia me afastando aí ela me puxou pra junto do seu corpo me beijou com vontade, enrosquei uma mão no seu cabelo e a outra coloquei na sua cintura por baixo da sua blusa e fui subindo, ela estava sem sutiã, comecei a brincar com seus mamilos que endureceram rapidamente, eu massageava e brincava com eles era uma delicia. Enquanto ela brincava com a minha buceta por cima da calcinha.
Ela abriu aporta do carro e fomos pro banco de trás, começamos a nos beijar arrancamos as blusas, ela tirou meu short, beijei seu pescoço, sua boca, mordi sua orelha, chupei, mordi seu pescoço, seus lábios, enquanto uma de minhas mãos ficavam nos seus seios a outra desceu para sua buceta, mas não toquei diretamente nela, peguei meus dedos em forma de V, juntei seu dois lábios e massageei, ela pedia mais, fui descendo lentamente a minha boca por seus seios, sua barriga, lambia mordia chupava, cheguei no meio das sua pernas e fui pra sua coxa, passei a minha língua até a sua virilha e voltei, fui para outra perna e fiz a mesma coisa, ela gemia e tremia de tesão, parei bem na frente da sua buceta que estava molhadinha, passei a língua bem de leve umas duas vezes e depois comecei a brincar com o seu grelinho que estava inchado, chupei com gosto e sem aviso prévio enfiei dois dedos dentro dela, enquanto chupava sem dó meus dedos não paravam, senti ela se apertar mais em meus dedos e disse:
- Mais...mais...isso...isso aah eu vou gozar.
E realmente gozou, olhei para seu rosto e ela sorrindo com a respiração acelerada e os olhos fechados, se passaram alguns segundo e ela os abriu e disse:
- Se prepara.
Olhei sem entender, ela deu um sorriso sexy e disse:
- Agora é a sua vez.
Dito isso ela já me deu um beijão que fiquei sem fala, não deu nem tempo de pensar, ela agarrou meu cabelo e continuou me beijando, um beijo quente, nossas línguas se enroscando, suas mãos passeava pelo meu corpo todo me apertando em lugares que nem eu sabia que que poderia me dar prazer, sua boca foi descendo para os meus seios, ela brincou com eles e sua boca foi descendo, estava em todos os lugares, no meu pescoço, nos meus seios, nas minhas orelhas e suas mãos desceram para minha buceta.
- Hum que delícia, molhadinha do jeito que eu gosto, huum....., sonhei com ela na minha boca a noite toda, qual seria o seu gosto, como você iria reagir quando eu fizesse isso.
Sem que eu me desce conta, ela enfiou dois dedos dentro de mim e fui lá pra baixo e me chupava com muito desejo, soltei um gemido alto e me contorcia em baixo dela, aí ela disse que se eu continuasse a me contorcer demais... ela iria me amarrar, amei quando ela disse isso e fiquei mais excitada ainda, e ela não parava, seus dedos e sua boca não me davam trégua, estava quase gozando e ela tirou os dedos, e quando eu ia reclamar ela colocou o vibrador, com um golpe certeiro e fundo, nessa hora eu pirei ainda mais quando aquilo começou a vibrar e mexer dentro de mim. Ela me chupando e metendo o vibrador em mim, foi a minha ruina e gozei chamando o nome dela.
Depois que me acalmei percebi que ela também tinha gozado.
Depois de nos recompormos ela disse:
- Está pensativa, o que foi? Não gostou? Te machuquei?.
Fiquei espantada com a sua preocupação então resolvi explicar tudo.
- Sim, eu gostei muito, esse foi o meu segundo orgasmo e o melhor pode apostar. E não, você não me machucou. É que é mais complicado que isso. Eu havia gostado demais e não saberia como me comportar. Mas seguimos em frente e ainda tivemos muitas aventuras gostosas que contarei em outras oportunidades.
Suzy Ousada
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
ENSINANDO A COROA FODER DE VERDADE
Quando eu tinha 18 anos, apesar de já estar trabalhando em uma empresa, pegava uns bicos na vizinhança, fazendo pequenos reparos. Aquela coisa de instalar uma torneira, trocar um chuveiro, fazer alguma instalação elétrica. Algo semelhante ao que chamam hoje, de marido de aluguel. Dava um troquinho extra, e era bem vindo.
Na minha rua, havia uma mulher, chamada Mariza. Estava separada, há cerca de seis meses. Devia ter uns 40 e poucos anos. Era uma morena, com 1,70, magra, corpo bem cuidado, apesar de ter dois filhos. Parecia bastante séria e, ultimamente, tinha um ar triste, certamente por causa de estar separada. Ela não chamava muito a minha atenção, até o dia que ela me pediu para eu ir na casa dela, por que o chuveiro tinha parado de funcionar. Como eu estava de bobeira, peguei minha caixa de ferramentas, e fui até a casa dela.
Já fui verificando a resistência, vendo que estava Ok. Medi a tensão nos fios, e vi que havia algo errado com eles. Tive que subir no sótão da casa, para ver qual deles havia se rompido. Ao olhar pelo alçapão, que dava acesso ao sótão, vi que estava tudo com muito pó. Tirei a camiseta, e fiquei apenas de bermuda. Rastejei, por baixo das telhas e encontrei o fio rompido, emendando ele, emergencialmente, pois dava para notar que, em pouco tempo, voltaria a se romper.
Desci, e expliquei para Mariza, que os fios teriam que ser trocados, pois não estavam mais suportando a carga do chuveiro. Enquanto eu falava com ela, notava o olhar dela, sobre meu corpo. Eu tinha um corpo razoavelmente atlético, com braços definidos. Aquela mulher, devia estar há algum tempo sem estar tão próxima de outro homem. Mas, mantive o respeito e não lhe disse nada. Fui extremamente profissional. Ela pediu que eu lhe dissesse o quanto de material seria necessário, para deixar tudo funcionando, e que me avisaria, assim que tivesse tudo em mãos.
Na semana seguinte, ela me chamou. Era final de tarde, e fui até a casa dela. Os filhos, não estavam em casa, e notei que ela estava diferente, bem mais falante do que da outra vez. Fiz o mesmo procedimento, tirando a camiseta, para enfrentar o poeirento sótão. Meia hora depois, eu terminava o trabalho de substituição dos fios. Religuei o circuito, e fui testar o chuveiro. Eu estava coberto de pó, no cabelo, braços, costas. Chamei ela, para ver que o chuveiro funcionava, liguei ele, e ela comentou que eu deveria aproveitar, e tomar um banho, para não voltar para casa, daquele jeito. Achei que era brincadeira, mas ela voltou a falar. Disse que era para eu tomar um banho, que ela iria pegar uma toalha. Era uma situação estranha, e eu não sabia o que fazer. Diante da insistência dela, acabei aceitando. Ela disse para eu não trancar a porta, pois ela iria me trazer uma tolha.
Ela saiu do banheiro, tirei minha roupa e fui para o box. Comecei a tomar um banho, me livrando de todo o pó. Através do acrílico fumê do box, vi que a porta abriu. Segundos depois, a porta do box foi se abrindo, lentamente.... Fiquei sem saber o que fazer. Até que Mariza, nua, entrou no box.
- Quero testar o chuveiro, também.... – Ela me disse.
Na minha inexperiência, diante daquela cena, fiquei sem ação. Ela se aproximou de mim, enlaçando-me pelo pescoço, e me beijou. Senti, em seu hálito, o cheiro de whisky. Certamente, ela tinha bebido um pouco, para tomar coragem. Perdi minha timidez, e a abracei, sentindo o corpo dela, colocado ao meu. Minha pica, instantaneamente, ficou dura, indo parar no meio das coxas dela, tocando a buceta.
Ficamos um tempo, nos beijando, nos roçando, até que ela me convidou para ir para o quarto. Neste momento, eu já estava totalmente senhor da situação, sem nenhum tipo de constrangimento. Era o momento, de exercitar, junto com aquela coroa gata, tudo que eu tinha aprendido, em revistas de sacanagem...
Ela, após vários anos de um casamento, no qual o sexo era morno, mal sabia o que eu iria aprontar... Deitamos na cama e, fui beijando a boca, pescoço, suguei os seios... Fui descendo. Ela já estava louca, devido há tanto tempo sem sexo. Quando cheguei em sua buceta, ela enlouqueceu: nunca tinha sentido uma língua, em sua rachinha ! Ela gozou, quase que imediatamente.
- Meu gurizinho, que coisa boa é esta ? Faz mais !! Mais !
Me posicionei, entre as pernas dela, e chupei aquela buceta, com muita vontade. Passava a língua, em toda ela, fazendo Mariza gemer e se contorcer de prazer. Quando eu senti que ela estava quase gozando, colei minha boca em seu clitóris, e suguei com força, massageando ele, com minha língua, ao mesmo tempo. Mariza gritou... Se remexia na cama, em um gozo escandaloso.
Mal ela terminou de gozar, e enfiei minha pica na buceta dela. Enquanto eu metia, beijava ela, apertava e sugava seus seios, fazendo ela gozar, novamente. Ela me apertava, cravava as unhas em minhas gostas, chegando a chorar, de prazer.
Virei ela de bruços, e me deitei por cima dela, enfiando minha pica em sua buceta. Fiquei socando, enquanto mordiscava o pescoço e ombros dela. Gozei, enchendo a buceta dela, com meu leitinho, quente e espesso.
Ela ficou atirada na cama, em extase, falando que tinha sido bom demais. Ficamos conversando, e ela me disse que, com o ex-marido, nunca tinha acontecido, nem parecido. Que era sempre rápido, sem beijo, sem nada. Que ela sabia pouco de sexo, que tudo era novidade. Ela me disse que queria mais, queria que eu voltasse, outro dia, para brincarmos mais.
Dois dias depois, eu estava lá, novamente. Ela deu um jeito de deixar os filhos com uma tia. E ficamos sozinhos. Levei, para ela ver, uma revista pornô. Ela olhou tudo, como se fosse um adolescente, vibrava, com as posições sexuais, nas fotos. E me pediu para eu fazer com ela.. Fazer tudo..
Estavamos nús, na cama, e pedi para ela pegar minha pica. Ela massageou, bateu uma punhetinha, tudo sob minha orientação. Pedi para ela me chupar. Ela o fez, sem pensar duas vezes... Mas tive que orientar, pois ela nunca tinha feito. Ela gostou muito, e logo foi pegando a prática, deixando minha pica, molhadinha. Coloquei ela de quatro, e meti nela. Soquei forte, e ela delirava, pois nunca tinha feito, naquela posição.
Fiz ela me cavalgar. Ela gostou tanto, mexeu tanto, que quase me machucou. Tive que ensinar isto, também. Eu segurava ela, pelos quadris, mostrando como ela deveria se mover, para que ambos tivéssemos prazer.
Nos dias que se passaram, voltei a casa dela. Ela ficava lendo a revista e, assim que eu chegava, ela dizia que queria tentar algo. Um dia, pediu que eu gozasse na boca dela. Ela sentiu o maior tesão, fazendo isto, e engoliu todo leitinho. Tudo que eu sugeria, ela também queria fazer. Era como se quisesse recuperar o tempo perdido.
Pedi para comer o cu dela. Ela disse que tinha medo, mas que gostaria de tentar. Pegamos um creme, e passei no cu dela e em minha pica. Demorei bastante tempo, até conseguir meter. Eu fui paciente, pois sabia que deveria ser cuidadoso, para tirar o cabaço, daquele cuzinho, extremamente apertado. Neste dia, não rolou legal... Uns dias depois, ela quis tentar anal novamente, e conseguimos fazer bem feito. Ela gozou, junto comigo, gritando, quando sentiu meu leitinho, enchendo o cuzinho dela.
Foram quase seis meses, de brincadeiras, com muito sexo, muitas descobertas. Mas comecei a namorar uma menina, e ficou difícil manter o relacionamento com Mariza. Ela ficou triste, pois não queria ficar sozinha, e precisava muito de sexo... Que não iria conseguir ficar sem, depois do tanto que fizemos. Acabei apresentando um amigo meu, para ela. E ele passou a ser o comedor dela.
Autor desconhecido
MINHA PRIMEIRA VEZ COM O NEGÃO
Vou fazer uma breve descrição de como sou: tenho 1,65 altura, sou branca, estou um pouco acima do peso, loira, olhos castanhos, tenho bumbum grande e coxas grossas, seios pequenos e rosados, com os biquinhos bem salientes e grandes. Deixo claro que os nomes foram trocados por segurança. Conheci Marcelo na internet quando procurava notícias sobre uma outra pessoa. Entrei numa sala de bate-papo e acabei chamando-o para uma conversa. Ficaria extenso demais se colocasse toda a história aqui, mas como o que interessa é o relato do conto, vou ser a mais breve possível. Da sala fomos para o MSN e passamos a nos falar com frequência. E logo nos apaixonamos. Foi algo avassalador. Fiquei muito assustada, mas não tive como evitar. Apaixonei na primeira teclada..rs. Passamos então a nos falar por telefone, direto. Ao ouvir sua voz pela primeira vez, me molhei todinha. Ele, no Rio de Janeiro, capital e eu no interior de São Paulo. À medida que o tempo passava e a relação evoluía, as conversas ao telefone foram ficando mais picantes, fazíamos amor por telefone, não tinha hora e nem dia marcados. Gozávamos muito e nosso tesão só aumentava. Começamos a fazer planos para nos conhecermos pessoalmente. Combinamos um encontro num carnaval, mas acabou não dando certo. E assim, fomos levando. A vontade de nos vermos, o tesão, a saudade e a cumplicidade iam aumentando. Foi assim durante longos nove meses. Até que chegaram as férias de julho e marcamos de nos conhecer aqui na minha cidade. A medida que o dia se aproximava, a ansiedade aumentava, eu não via a hora de vê-lo e realizar tudo que sonhamos nesses nove meses. Antes de sua chegada, nossas conversas ao telefone ficaram ainda mais picantes, pois dentro de pouco tempo poderíamos realizar todos os nossos desejos. No dia marcado, logo pela manhã, comecei a me preparar para esperá-lo. Como de costume, fiz uma geral: pés e mãos, cabelo, depilação (fiquei carequinha, já que é mais higiênico e prazeroso) e para finalizar a produção, vesti um jeans, uma blusa com um sutiã que valorizasse meus seios, já que os meus são pequenos, um sapato de salto e finalmente, a calcinha que ele havia me mandado de presente e que desejava me ver com ela quando nos víssemos. Tudo pronto, hotel reservado, fui para a rodoviária esperá-lo. Cheguei lá com mais de uma hora de antecedência (não podia correr o risco de perder a hora). Meu coração batia descompassado, eu andava de um lado pro outro, olhando o relógio, para o lado por onde o ônibus chegaria, numa apreensão sem fim. Parece que quanto mais esperava, mais o tempo demorava pra passar e para completar o ônibus estava atrasado, fato que eu soube por ele através de uma msg no celular. De repente, eis que vejo o ônibus chegando. Meu coração teve sobressaltos, não via a hora de poder abraçar, beijar, cheirar o meu negão. As pessoas começaram a descer, desejei que ele fosse o primeiro, mas logo vejo ele descendo. Havia pessoas próximas ao ônibus e ele me acenou com a mão e jogou seu colete para eu segurar. Instantaneamente, levei-o ao nariz para sentir o cheiro do meu macho, não conseguiria esperar ele chegar até mim pois quis sentir logo o cheiro que sonhei durante todo esse tempo. Vale lembrar aqui, que jamais havia me relacionado com algum negro e isso fez com que o meu tesão aflorasse ainda mais. Durante todo esse tempo, fiquei imaginando como seria o corpo do meu negão, o seu pau, já que sempre ouvi dizer que via de regra todos eram muito bem dotados e isso me enchia de expectativa e tesão. Ficava imaginando como seria o encontro de corpos de um negro com uma branquinha feito eu. Mas, assim que ele pegou sua mala veio em minha direção e ganhei o abraço mais apertado que jamais ganhara na minha vida inteira. Nos olhamos nos olhos. Estávamos tão felizes e emocionados que mal demos um beijo. Nós dois tínhamos uma grande expectativa em saber qual a impressão que havíamos causado no outro. Ele pegou sua mala e fomos em direção ao carro. E a poucos passos, ele deixou a mala no chão me puxou para seus braços e trocamos nosso primeiro e tão esperado beijo; um beijo de tirar o fôlego ao qual me entreguei sentindo minhas pernas bambearem e meu coração bater sem parar. Nossas línguas estavam ávidas pela boca do outro. Exploramos cada pedacinho delas, nossas salivas se misturavam, nos acariciamos loucamente ali. Senti seu cheiro penetrar em mim pela primeira vez. E assim, de olhos fechados, agarrada a ele continuamos nos beijando por longos minutos que pareceram horas. Foi então, quando finalmente nos largamos, que pude dizer olhando em seus olhos o quanto eu o amava. Vi um sorriso lindo brotar em seu rosto. Que sorriso lindo ele tem. Foi um momento mágico e só então, percebemos que muita gente nos observava. Safado como ele só, comentou no meu ouvido que todos deviam estar morrendo de inveja, loucos para darem um beijo como o nosso. Rimos e trocamos um olhar cúmplice. Pegou sua mala e fomos para o carro. Entramos e lá aconteceu mais um beijo. Liguei o carro e partimos para o hotel, que não era longe dali. No caminho, ele colocou suas mãos em minhas coxas e logo já estava acariciando a minha bucetinha. Fiquei molhada, na hora. Senti ela piscando e pude ver que seu pau também já estava duro. Minha boca encheu-se de água. Chegamos ao hotel, preechemos nossa ficha e fomos para o nosso apartamento. Mal entramos no quarto e nos atiramos na cama. Não havia tempo para banho pois não víamos a hora de nos beijarmos, nos tocarmos. Estávamos doidos. Eu me senti ainda mais molhada e senti seu pau mais duro por baixo da sua roupa. Imaginava como eu ficaria ainda mais branquinha diante do meu ébano. Ao tirar sua camiseta, deparei-me com seu peito negro (diga-se de passagem, a coisa mais linda que já vi) – largo, peludo, mas na quantidade certa. Caí logo de boca, beijando-o, lambendo-o, sentindo o cheiro da sua pele agora sem nada que atrapalhasse e do seu suor. Eu enlouqueci, eu explodi de tesão. Senti que já começava a pingar. Beijei e lambi muito seu peito por muito tempo e fui subindo para sua boca. Entrei em transe! Que lábios eram aqueles, meu Deus! Que obra maravilhosa! A essa altura, ele também já me tocava e já tirávamos o resto de nossas roupas e quando me vi pelada diante dele, foi um misto de emoção e de mais tesão ainda. Naquela hora, fiquei observando, encantada, como era lindo um negro e uma branquinha. Entrelacei minha mão na sua e fiquei observando. Chorei. Muito. Era a realização de algo sonhado há muito. A emoção tomava conta da gente. Parecia que meu coração sairia pela boca. Começamos a rolar por aquela cama e sentia meu corpo tremer a cada toque seu, a cada beijo que me dava, a cada palavra que me dizia ao ouvido: “Você é linda, seu corpo é lindo, você é um tesão de mulher… quero você plena, sem medos…” . E em seguida a essas palavras ele foi descendo sua boca por meu queixo, nuca, pescoço, colo e finalmente chegou onde mais desejava: meus seios. Beijou muito cada um deles, lambeu meus biquinhos, que a esta hora estavam duros e empinados. Sua língua explorava cada pedacinho deles, misturados a mordidinhas leves e molhadas. Eu já me debatia embaixo dele, sentia minhas forças se minarem a cada toque, a cada lambida, a cada toque mais ousado seu. Estava totalmente entregue s ele. Já não pensava e não queria mais pensar em nada. Só queria sentir aquele momento, só queria curtir cada beijo, cada toque em meu corpo do meu negão, afinal, foram nove longos meses esperando por esse momento. De repente, sinto sua boca chegando em minha bocetinha. Antes de qualquer coisa ele parou por um momento e ficou admirando-a. Tocou-a com as mãos, me dizendo que era linda e o quanto havia ficado surpreso com o fato dela estar pingando. Foi então que começou a lambê-la. A essa altura eu já estava em transe. Quando senti o toque da sua língua, um arrepio tomou conta do meu corpo. Já não era mais dona de meus atos e instintivamente forcei sua cabeça para minha bocetinha e então ele enfiou com tudo sua língua dentro de mim. Gemi alto. Tremi. Agora ele ia bem fundo com sua língua, ávido por sugar cada gota que saia de mim. Ele então passou a chupar meu grelinho, sem pena nenhuma. Ele chegava a doer de tão durinho que estava. Pedi a ele que desse mais mordidinhas nele, pois sempre havia pedido em nossos telefonemas. Sentir a dorzinha quando ele mordia meu grelinho, me fazia sentir mais tesão ainda. Senti que ele afastou sua cabeça e então começou a me penetrar com os dedos. Não preciso nem dizer que aquilo me levou a gemer ainda mais alto. Não queria saber se alguém poderia escutar ou não. Estava sentindo um tesão jamais experimentado. Logo em seguida, entrou mais um dedo seu, com pedidos de que rebolasse neles. E quanto mais eu rebolava, mais fundo eles iam. Ao perceber que me acostumava com eles, voltou a lamber meu grelinho. E então não aguentando mais “aquela tortura”, gozei. Um gozo único. Ele então, depois de sentir meu gozo em sua boca, passou a chupar os dedos, dizendo que não queria perder uma só gota. Então foi a minha vez de retribuir o prazer que ele me proporcionou. Trocamos de posição e fui logo beijando sua boca. Meti fundo minha língua procurando pela sua. Chupei-a com muita vontade. Ouvia sua respiração ofegante e isso me deixava com mais tesão. Passei então a beijar e lamber seu rosto. Fui descendo pelo pescoço, nuca. Cheguei a sua orelha, onde fiquei brincando, sentindo ele arfar. Passei para o lóbulo da sua orelha. Fiquei alguns instantes ali, mas eu queria ir mais longe. Então fui descendo pelo seu peito que a esta altura estava todo suado. Que delícia! Que maravilha o seu cheiro misturado ao seu suor. Explorei cada pedacinho do seu peito, e então descobri um pontinho que o fez arrepiar de imediato. Gemeu mais alto, então explorei por muito tempo aquele ponto. Em seguida, fui descendo pela sua barriga e quanto mais eu descia, mais o cheiro do seu sexo entrava pelas minhas narinas. Ele estava todo arrepiado. Finalmente cheguei onde tanto desejava. Mas para prolongar ainda mais o seu prazer, passei a lamber as partes internas da sua coxa e lentamente fui descendo pelas suas pernas, chegando a seus pés, nos quais dei um banho de língua. Passei minha língua por cada artelho seu e já podia ver aquele homem arfando. Deixei, como costumamos dizer, em ponto de bala, então fiz o caminho inverso pela outra perna, sem esquecer de um só pedacinho. Não é preciso dizer que ao me aproximar do ponto fatal, já vi seu mastro duro, duríssimo como pedra. Acredito até que devia estar doendo. Foi assim, que lentamente comecei a chupar o que tanto sonhara. Seu pau negro, parecia ainda mais brilhante. Isso me enlouqueceu. Comecei lambendo seu saco que não tinha um só pelinho, pois ele costumava depila-lo, coisa que eu jamais havia visto em um homem. Que delicia chupar seu saco sem pelos. O contato da língua em sua pele lisa só aumentou o meu tesão. Simultaneamente, já segurava seu pau, fazendo movimentos compassados. Ele então pediu para que eu o engolisse logo, pois já não aguentava mais, queria minha boca engolindo-o todinho. Mais do que depressa, abocanhei-o e então pude perceber que ele mal cabia em minha boca. Não podia decepcioná-lo e passei a chupar vigorosamente aquele pau lindo. Brincava com ele em minha boca. Lambia de baixo para cima, contornava-o até chegar a sua cabecinha que estava latejando. Fiquei ali durante muito tempo, quanto mais eu o mamava, mais vontade de mamar eu tinha. Ainda mais ouvindo-o pedir por aquilo. Foi então que senti seu pau ir dobrando de volume em minha boca. Ele latejava dentro dela e ao perceber que ia gozar, engoli ele todinho para não perder uma só gota do seu leite. E ele veio num jato quente, enchendo minha boca. Ele gemia muito e segurava minha cabeça para eu não correr o risco de perder nada. Foi então que explodimos de prazer. Deixei o seu pau limpinho e subi até sua boca. Nos abraçamos mais uma vez, ainda mais forte. A emoção tomava conta de nós dois. Não conseguíamos falar nada além de afirmarmos um para o outro o quanto nos amávamos. E ficamos assim, abraçados, esperando que nosso fôlego voltasse. Trocamos muitos carinhos nessa hora. Muitos olhares, muitos beijos até que aos poucos o nosso tesão foi brotando novamente… mas a continuação vai ficar para depois, prometo a todos vocês.
Autor desconhecido
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