terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
MINHA PRIMEIRA VEZ COM O NEGÃO
Vou fazer uma breve descrição de como sou: tenho 1,65 altura, sou branca, estou um pouco acima do peso, loira, olhos castanhos, tenho bumbum grande e coxas grossas, seios pequenos e rosados, com os biquinhos bem salientes e grandes. Deixo claro que os nomes foram trocados por segurança. Conheci Marcelo na internet quando procurava notícias sobre uma outra pessoa. Entrei numa sala de bate-papo e acabei chamando-o para uma conversa. Ficaria extenso demais se colocasse toda a história aqui, mas como o que interessa é o relato do conto, vou ser a mais breve possível. Da sala fomos para o MSN e passamos a nos falar com frequência. E logo nos apaixonamos. Foi algo avassalador. Fiquei muito assustada, mas não tive como evitar. Apaixonei na primeira teclada..rs. Passamos então a nos falar por telefone, direto. Ao ouvir sua voz pela primeira vez, me molhei todinha. Ele, no Rio de Janeiro, capital e eu no interior de São Paulo. À medida que o tempo passava e a relação evoluía, as conversas ao telefone foram ficando mais picantes, fazíamos amor por telefone, não tinha hora e nem dia marcados. Gozávamos muito e nosso tesão só aumentava. Começamos a fazer planos para nos conhecermos pessoalmente. Combinamos um encontro num carnaval, mas acabou não dando certo. E assim, fomos levando. A vontade de nos vermos, o tesão, a saudade e a cumplicidade iam aumentando. Foi assim durante longos nove meses. Até que chegaram as férias de julho e marcamos de nos conhecer aqui na minha cidade. A medida que o dia se aproximava, a ansiedade aumentava, eu não via a hora de vê-lo e realizar tudo que sonhamos nesses nove meses. Antes de sua chegada, nossas conversas ao telefone ficaram ainda mais picantes, pois dentro de pouco tempo poderíamos realizar todos os nossos desejos. No dia marcado, logo pela manhã, comecei a me preparar para esperá-lo. Como de costume, fiz uma geral: pés e mãos, cabelo, depilação (fiquei carequinha, já que é mais higiênico e prazeroso) e para finalizar a produção, vesti um jeans, uma blusa com um sutiã que valorizasse meus seios, já que os meus são pequenos, um sapato de salto e finalmente, a calcinha que ele havia me mandado de presente e que desejava me ver com ela quando nos víssemos. Tudo pronto, hotel reservado, fui para a rodoviária esperá-lo. Cheguei lá com mais de uma hora de antecedência (não podia correr o risco de perder a hora). Meu coração batia descompassado, eu andava de um lado pro outro, olhando o relógio, para o lado por onde o ônibus chegaria, numa apreensão sem fim. Parece que quanto mais esperava, mais o tempo demorava pra passar e para completar o ônibus estava atrasado, fato que eu soube por ele através de uma msg no celular. De repente, eis que vejo o ônibus chegando. Meu coração teve sobressaltos, não via a hora de poder abraçar, beijar, cheirar o meu negão. As pessoas começaram a descer, desejei que ele fosse o primeiro, mas logo vejo ele descendo. Havia pessoas próximas ao ônibus e ele me acenou com a mão e jogou seu colete para eu segurar. Instantaneamente, levei-o ao nariz para sentir o cheiro do meu macho, não conseguiria esperar ele chegar até mim pois quis sentir logo o cheiro que sonhei durante todo esse tempo. Vale lembrar aqui, que jamais havia me relacionado com algum negro e isso fez com que o meu tesão aflorasse ainda mais. Durante todo esse tempo, fiquei imaginando como seria o corpo do meu negão, o seu pau, já que sempre ouvi dizer que via de regra todos eram muito bem dotados e isso me enchia de expectativa e tesão. Ficava imaginando como seria o encontro de corpos de um negro com uma branquinha feito eu. Mas, assim que ele pegou sua mala veio em minha direção e ganhei o abraço mais apertado que jamais ganhara na minha vida inteira. Nos olhamos nos olhos. Estávamos tão felizes e emocionados que mal demos um beijo. Nós dois tínhamos uma grande expectativa em saber qual a impressão que havíamos causado no outro. Ele pegou sua mala e fomos em direção ao carro. E a poucos passos, ele deixou a mala no chão me puxou para seus braços e trocamos nosso primeiro e tão esperado beijo; um beijo de tirar o fôlego ao qual me entreguei sentindo minhas pernas bambearem e meu coração bater sem parar. Nossas línguas estavam ávidas pela boca do outro. Exploramos cada pedacinho delas, nossas salivas se misturavam, nos acariciamos loucamente ali. Senti seu cheiro penetrar em mim pela primeira vez. E assim, de olhos fechados, agarrada a ele continuamos nos beijando por longos minutos que pareceram horas. Foi então, quando finalmente nos largamos, que pude dizer olhando em seus olhos o quanto eu o amava. Vi um sorriso lindo brotar em seu rosto. Que sorriso lindo ele tem. Foi um momento mágico e só então, percebemos que muita gente nos observava. Safado como ele só, comentou no meu ouvido que todos deviam estar morrendo de inveja, loucos para darem um beijo como o nosso. Rimos e trocamos um olhar cúmplice. Pegou sua mala e fomos para o carro. Entramos e lá aconteceu mais um beijo. Liguei o carro e partimos para o hotel, que não era longe dali. No caminho, ele colocou suas mãos em minhas coxas e logo já estava acariciando a minha bucetinha. Fiquei molhada, na hora. Senti ela piscando e pude ver que seu pau também já estava duro. Minha boca encheu-se de água. Chegamos ao hotel, preechemos nossa ficha e fomos para o nosso apartamento. Mal entramos no quarto e nos atiramos na cama. Não havia tempo para banho pois não víamos a hora de nos beijarmos, nos tocarmos. Estávamos doidos. Eu me senti ainda mais molhada e senti seu pau mais duro por baixo da sua roupa. Imaginava como eu ficaria ainda mais branquinha diante do meu ébano. Ao tirar sua camiseta, deparei-me com seu peito negro (diga-se de passagem, a coisa mais linda que já vi) – largo, peludo, mas na quantidade certa. Caí logo de boca, beijando-o, lambendo-o, sentindo o cheiro da sua pele agora sem nada que atrapalhasse e do seu suor. Eu enlouqueci, eu explodi de tesão. Senti que já começava a pingar. Beijei e lambi muito seu peito por muito tempo e fui subindo para sua boca. Entrei em transe! Que lábios eram aqueles, meu Deus! Que obra maravilhosa! A essa altura, ele também já me tocava e já tirávamos o resto de nossas roupas e quando me vi pelada diante dele, foi um misto de emoção e de mais tesão ainda. Naquela hora, fiquei observando, encantada, como era lindo um negro e uma branquinha. Entrelacei minha mão na sua e fiquei observando. Chorei. Muito. Era a realização de algo sonhado há muito. A emoção tomava conta da gente. Parecia que meu coração sairia pela boca. Começamos a rolar por aquela cama e sentia meu corpo tremer a cada toque seu, a cada beijo que me dava, a cada palavra que me dizia ao ouvido: “Você é linda, seu corpo é lindo, você é um tesão de mulher… quero você plena, sem medos…” . E em seguida a essas palavras ele foi descendo sua boca por meu queixo, nuca, pescoço, colo e finalmente chegou onde mais desejava: meus seios. Beijou muito cada um deles, lambeu meus biquinhos, que a esta hora estavam duros e empinados. Sua língua explorava cada pedacinho deles, misturados a mordidinhas leves e molhadas. Eu já me debatia embaixo dele, sentia minhas forças se minarem a cada toque, a cada lambida, a cada toque mais ousado seu. Estava totalmente entregue s ele. Já não pensava e não queria mais pensar em nada. Só queria sentir aquele momento, só queria curtir cada beijo, cada toque em meu corpo do meu negão, afinal, foram nove longos meses esperando por esse momento. De repente, sinto sua boca chegando em minha bocetinha. Antes de qualquer coisa ele parou por um momento e ficou admirando-a. Tocou-a com as mãos, me dizendo que era linda e o quanto havia ficado surpreso com o fato dela estar pingando. Foi então que começou a lambê-la. A essa altura eu já estava em transe. Quando senti o toque da sua língua, um arrepio tomou conta do meu corpo. Já não era mais dona de meus atos e instintivamente forcei sua cabeça para minha bocetinha e então ele enfiou com tudo sua língua dentro de mim. Gemi alto. Tremi. Agora ele ia bem fundo com sua língua, ávido por sugar cada gota que saia de mim. Ele então passou a chupar meu grelinho, sem pena nenhuma. Ele chegava a doer de tão durinho que estava. Pedi a ele que desse mais mordidinhas nele, pois sempre havia pedido em nossos telefonemas. Sentir a dorzinha quando ele mordia meu grelinho, me fazia sentir mais tesão ainda. Senti que ele afastou sua cabeça e então começou a me penetrar com os dedos. Não preciso nem dizer que aquilo me levou a gemer ainda mais alto. Não queria saber se alguém poderia escutar ou não. Estava sentindo um tesão jamais experimentado. Logo em seguida, entrou mais um dedo seu, com pedidos de que rebolasse neles. E quanto mais eu rebolava, mais fundo eles iam. Ao perceber que me acostumava com eles, voltou a lamber meu grelinho. E então não aguentando mais “aquela tortura”, gozei. Um gozo único. Ele então, depois de sentir meu gozo em sua boca, passou a chupar os dedos, dizendo que não queria perder uma só gota. Então foi a minha vez de retribuir o prazer que ele me proporcionou. Trocamos de posição e fui logo beijando sua boca. Meti fundo minha língua procurando pela sua. Chupei-a com muita vontade. Ouvia sua respiração ofegante e isso me deixava com mais tesão. Passei então a beijar e lamber seu rosto. Fui descendo pelo pescoço, nuca. Cheguei a sua orelha, onde fiquei brincando, sentindo ele arfar. Passei para o lóbulo da sua orelha. Fiquei alguns instantes ali, mas eu queria ir mais longe. Então fui descendo pelo seu peito que a esta altura estava todo suado. Que delícia! Que maravilha o seu cheiro misturado ao seu suor. Explorei cada pedacinho do seu peito, e então descobri um pontinho que o fez arrepiar de imediato. Gemeu mais alto, então explorei por muito tempo aquele ponto. Em seguida, fui descendo pela sua barriga e quanto mais eu descia, mais o cheiro do seu sexo entrava pelas minhas narinas. Ele estava todo arrepiado. Finalmente cheguei onde tanto desejava. Mas para prolongar ainda mais o seu prazer, passei a lamber as partes internas da sua coxa e lentamente fui descendo pelas suas pernas, chegando a seus pés, nos quais dei um banho de língua. Passei minha língua por cada artelho seu e já podia ver aquele homem arfando. Deixei, como costumamos dizer, em ponto de bala, então fiz o caminho inverso pela outra perna, sem esquecer de um só pedacinho. Não é preciso dizer que ao me aproximar do ponto fatal, já vi seu mastro duro, duríssimo como pedra. Acredito até que devia estar doendo. Foi assim, que lentamente comecei a chupar o que tanto sonhara. Seu pau negro, parecia ainda mais brilhante. Isso me enlouqueceu. Comecei lambendo seu saco que não tinha um só pelinho, pois ele costumava depila-lo, coisa que eu jamais havia visto em um homem. Que delicia chupar seu saco sem pelos. O contato da língua em sua pele lisa só aumentou o meu tesão. Simultaneamente, já segurava seu pau, fazendo movimentos compassados. Ele então pediu para que eu o engolisse logo, pois já não aguentava mais, queria minha boca engolindo-o todinho. Mais do que depressa, abocanhei-o e então pude perceber que ele mal cabia em minha boca. Não podia decepcioná-lo e passei a chupar vigorosamente aquele pau lindo. Brincava com ele em minha boca. Lambia de baixo para cima, contornava-o até chegar a sua cabecinha que estava latejando. Fiquei ali durante muito tempo, quanto mais eu o mamava, mais vontade de mamar eu tinha. Ainda mais ouvindo-o pedir por aquilo. Foi então que senti seu pau ir dobrando de volume em minha boca. Ele latejava dentro dela e ao perceber que ia gozar, engoli ele todinho para não perder uma só gota do seu leite. E ele veio num jato quente, enchendo minha boca. Ele gemia muito e segurava minha cabeça para eu não correr o risco de perder nada. Foi então que explodimos de prazer. Deixei o seu pau limpinho e subi até sua boca. Nos abraçamos mais uma vez, ainda mais forte. A emoção tomava conta de nós dois. Não conseguíamos falar nada além de afirmarmos um para o outro o quanto nos amávamos. E ficamos assim, abraçados, esperando que nosso fôlego voltasse. Trocamos muitos carinhos nessa hora. Muitos olhares, muitos beijos até que aos poucos o nosso tesão foi brotando novamente… mas a continuação vai ficar para depois, prometo a todos vocês.
Autor desconhecido
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