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sábado, 29 de abril de 2017

MEU PRIMO




Meu primo costumava dormir no mesmo quarto que eu, desde pequenos. Crescemos juntos. Era um quarto pequeno, ficava minha cama enconstada à parede do lado esquerdo e a dele ao lado direito, no meio uma cômoda.
Numa noite que meu primo saiu, fui dormir no horário de sempre, mas não tinha sono. Então me virei de bruços para ver se pegava no sono mais rápido. Nada... Já eram duas horas da madrugada e o sono não vinha. Foi quando meu primo chegou, acendeu a luz e eu continuei na mesma posição, com os olhos fechados, queria era pegar no sono logo. Eu estava nessa noite com uma camisolinha bem curtinha, vermelha e uma calcinha fio dental. Era mais confortável pra dormir.
Acho que ele pensou que eu estava dormindo, pois pude ouví-lo sussurrando: "Nossa! Como minha prima é gostosa! Não tinha notado antes. Que bunda deliciosa! Aaahhh....".
Imediatamente ele percebeu a loucura e correu para a cama dele. "Deixa disso!!!", ele susurrava. "Ela é sua prima!!
Pensava na loucura que estava acometendo meu primo! Ele nunca se quer olhou para minhas pernas, sempre me respeitou, não entedia o que estava acotecendo.
Até que ele não era de se jogar fora, corpo musculoso, moreno, alto.
De repente ouvi novamente: "Ah, não aguento! Só um pouquinho...". Chegou perto, sentou na beira da cama e ficou me observando. Depois de alguns segundos me observando, senti a ponta da minha camisola sendo levantada que, até esse momento, estava cobrindo quase toda minha bundinha. Gelei!!! Mas continuei imóvel, queria que ele pensasse que eu estava dormindo.
Com a bunda descoberta, minha calcinha fio dental aparecia, dividindo minha bundinha ao meio. Era uma calcinha de lacinho nas laterais. De repente, senti os lacinhos se soltando um de cada vez. Ele tinha desamarrado minha calcinha! E agora?!?!?! O que eu faço? Ele, com muito cuidado para não me acordar, foi abaixando a parte de trás da calcinha, que estava praticamente enterrada na minha bunda. Nossa! Eu estava nua, morrendo de medo e ao mesmo tempo excitada. Sentia minha bucetinha umedecendo. De repente, suas mãos espalmadas na minha bunda, suavemente, massageavam minhas nádegas. Começou a passar o dedo no vão entre uma nádega e a outra, escorregando para cima e para baixo, como quem quer chegar ao meu cuzinho e minha bucetinha, mas minha bunda, muito grande, não permitia. Senti uma vontade enorme de que ele conseguisse. Fingi apenas me mexer, como se estivesse me ajeitando, abri um pouco minhas pernas. Ele se assustou, parou, mas como "voltei a dormir", ele continuou. Agora, muito mais fácil, minha bucetinha estava à mostra. Ele deslizou seu dedo até minha bocetinha e sentiu que, a essa altura, ela já estava enxarcada! Pude ouví-lo dar uma gemida. Foi enfiando, com muito cuidado para eu não acordar, seu dedo na minha bucetinha arreganhadinha. Fez alguns movimentos de vai e vem, tirou e deslizou para cima, chegando perto do meu cú, enquanto um calor tomava conta de mim. Com uma mão abriu minha bunda e com a outra, passou o dedo em volta do meu reguinho. Aquilo me fazia pegar fogo, quando ele resolveu escorregar a pontinha do dedo pra dentro do cuzinho. Eu já estava era torcendo para que ele enfiasse o dedo todo, mas acho que ele não queria me acordar. Susurrava: "Que bundão gostoso! ". Virei a cabeça para o lado que ele estava e abri levemente os olhos, como quem tinha acabado de acordar: "O que você está fazendo, primo?". Ele, meio envergonhado, mas sem tirar o dedo do meu reguinho e sem parar de massageá-lo, respondeu: "Nada, prima. Dorme... dorme...". Olhei pra ele "O que você está fazendo com meu cuzinho?" Achei que ele tiraria o dedo, mas ele enfiou mais ainda, dizendo "Estou só brincando, não se preocupe!" Seu dedo já tomava conta do meu cuzinho, entrava e saia com uma facilidade incrível! Eu nunca tinha dado o cú, não sabia que era tão excitante! "Primo, pára! Não faça isso, somos quase irmãos!". "Eu sei", ele dizia. "Dá sua mãozinha, segura no meu pau.". Estava tão duro, tão excitado, que não resisti, comecei a bater uma punheta pra ele. Ele, com muito carinho, enfiou mais um dedo no meu cú. "Aaaaaiiiiii....." Era delicioso! Ele tirou minha mão do seu pau e encostou a cabecinha na entradinha do meu buraquinho, esfregando com carinho, fazendo uma pressãozinha, mas sem enfiar. Dependia só de mim, agora. Era só eu querer que meu primo me enrabava. Encostou seu peito nas minhas costas e começou a mordiscar minha nuca. Estava ficando louca de vontade de dar o cú pro meu primo, então abri um pouco as pernas, e suspendi minha bundinha contra o pau dele. A cabecinha entrava gostoso, com muita facilidade, pois meu cú já estava mais do que arreganhado. Por cima da minha bundinha empinada, ele começou a deslizar seu pau pra dentro do meu rabinho, que já estava todo abertinho, esperando sua carne. Sentia seu pau, todinho lá dentro, ocupando todo meu buraquinho. Ele enfiou todinho, ficou um tempinho parado pra que eu o sentisse inteiro dentro de mim. Aí começou o que eu tanto esperava, movimentos de vai e vem, estocadas cada vez mais fortes, enquanto segurava meu pescoço com os dentes, em mordidas fortes, como se fosse um cachorro. Eu gemia alto, gritava, berrava de prazer. Nunca imaginei que dar o rabo fosse tão bom! Ainda mais pro meu priminho, que cresceu junto comigo. Segurava minha cintura com as mãos, meu pescoço com os dentes e minha bunda com seu pau grosso e delicioso! Enquanto comia meu rabo, brincava com meu grelinho, mexendo bem rápido, me excitando demais! Gritei muito alto, gozava desesperadamente. Ele segurava no meu cabelo e mandava eu gozar. Tirou a pica do meu rabo, todo arrebentado, e meteu na minha buceta, que estava toda inchadinha. Me segurava pelos cabelos como se montasse uma égua, enquanto metia estocadas fortes na minha xaninha. Seu pau estava tão duro e melado, entrava e saia, com tanta vontade em meio aos gemidos dele e meus. Foi quando ele resolveu enfiar dois dedos no meu rabo, que já estava todo arrombadinho, segurando minha bunda pelo cú, como se fosse uma bola de boliche. Fazia força com o dedo pra cima, como se quisesse me suspender pelo rabo.
Que loucura! Aquilo me deixava pegando fogo! Eu gritava!!!! Ele dizia: "Priminha, vem pra cá, vem. Não se preocupa, que eu cuido de você.", me puxando contra ele. Me puxava pelo cabelo e pelo cú! Eu não aguentava mais de tanta excitação. Senti seu pau sainda da buceta, mas sem largar meu cú e nem meus cabelos. Sentou-se na beira da cama, me puxando pelo cú, com os dedos, como se eu fosse uma puta! Me colocou no colo dele e, de volta ao pau, minha buceta enxarcada agradecia. Eu pulava em cima dele, que me suspendia pelo rabo, com a ajuda de dois dedos que estavam arregaçando meu cú. Nossa! Delícioso! Minha buceta pegava fogo! Ele gritava: "Pula, priminha! Vai minha putinha!", "Sou sua puta?" perguntava inocentemente, "Claro! Minha puta, sem vergonha!". Aquelas palavras foram como um estalo para meu gozo, gritava e gemia, enquanto pulava mais e mais. Senti sua porra escorrendo pelas minhas pernas, junto com o líquido do meu gozo. Deitei ao seu lado, exausta, meio sem graça, mas adorando tudo que tinha rolado. Ele, pelo jeito, não sentia vergonha. Disse que há muito tempo sentia vontade de me comer e que eu era muito mais gostosa do que ele imaginava. Me sentia envaidecida. Ele me acariciava e, me puxando pra perto dele, me abraçou. Logo adormecemos, de tão exaustos que estávamos.
Quando acordamos, ao amanhecer, ainda abraçados, lembramos de tudo que tinha acontecido e começamos tudo de novo.
Depois dessa noite, passamos a transar sempre que tínhamos a oportunidade, quando a casa estava vazia. Ninguém na família desconfiava, disfarçávamos bem. Até que ele se casou, aí ficava mais difícil nossas transas, mas era só a esposa dele dormir que ele vinha correndo pro "nosso quarto".
Meu cuzinho era só dele, ninguém mais experimentou. Eu dava a buceta pra vários homens, mas meu cú era dele, só dele.


Autor desconhecido

LINDA MENINA



Aquela menina me fascinava. Seu corpo pequeno e delicado exercia uma forte atração sobre mim. A pele branca com cabelos negros e lisos, além dos lábios carnudos e vermelhos faziam um misto de cores que me deixavam completamente louco. Sem falar no seu jeito de menina mas extremamente sensual. Não sabia sua idade. Horas parecia ter 17, outras 25. E ela sabia do fascínio que exercia sobre mim pois estava sempre o alimentando de alguma forma. E para piorar, éramos amigos. Naquele dia ela resolveu saber até onde eu iria e eu quis testar o mesmo. Conversávamos sentados no sofá e ela mostrava suas pernas, brincava com os pés descalços e me olhava de forma sedutora. Correspondia como podia mas ela estava infernal neste dia. Logo ela estava me tocando com os pés e ela sabia desse meu ponto fraco. Primeiro nas pernas, subindo pela minha barriga, no meu peito, acabei tirando a camisa e logo seus pés estavam no meu rosto, na minha boca. Minhas mãos percorriam suas pernas e logo eu as estava beijando... Minhas mãos entraram por baixo de sua saia e eu tirei sua calcinha. Minha boca continuou subindo, eu a coloquei deitada, minha cabeça entre suas pernas, comecei a chupá-la. Seu corpo se contorcia e ela esfregava suas pernas nas minhas costas enquanto minha língua entrava e saía de seu corpo... Eu a chupava com força e minhas mãos buscaram seus seios por baixo da sua blusa. Logo ela estava nua e minha boca deslizava entre suas virilhas, suas coxas. Mina língua percorria desde seu cuzinho até seu clitóris e seus gemidos aumentavam com suas mãos e segurando pelos cabelos... Ela me puxou para cima de seu corpo, beijei sua boca enquanto ela me abraçava com força, as unhas nas minhas costas. Fui beijando seu pescoço, acariciando seus seios, comecei a beijá-los e sugá-los com força. Seus gemidos me davam mais tesão e minha boca começou a passear pela sua barriga, minha língua no seu umbigo, mordidas de leve... Eu a peguei pela cintura e a coloquei no meu colo. Nos beijamos e pude sentir o sabor daqueles lábios enquanto suas mãos me acariciavam... Foram entrando na minha calça, abrindo, sua boca beijava meu pescoço, meu peito... Ela colocou meu pau para fora e foi beijando minha barriga até chegar a ele... Começou a beijá-lo e lambê-lo de forma a quase me tirar os sentidos... Logo ela o abocanhou e começou a chupálo com força e vontade inimagináveis naquela menina. Mal acreditava que ela conseguia colocá-lo na boca daquela forma. Terminou de tirar minha calça e me colocou deitado no sofá se deitando sobre mim de forma a fazermos um 69 enlouquecedor. Antes que gozasse em sua boca ela se levantou e terminou de tirar sua roupa. Logo ela estava em meu colo, fazendo com que eu a penetrasse devagar. Seu corpo começou a se mover de forma ritmada. Seu corpo se contorcia sobre mim, eu a segurava pela cintura, acariciava seus seios... Ela se abaixava para me beijar, para me dar seus seios para beijar. Eu a coloquei deitada de costas e deitei sobre seu corpo novamente a penetrando com força, seus gemidos me instigavam a continuar e suas pernas em volta do meu corpo mostravam que era isso que ela queria. Logo ela começou a gozar enfiando suas unhas nas minhas costas. Mas queríamos mais... Ela ficou de quatro, as mãos apoiadas no encosto do sofá empinando sua bundinha para mim... Comecei a beijar, lamber seu cuzinho e a chupá-la por trás fazendo com que ela gemesse mais ainda. Não resisti e lhe dei uma palmada que foi bem aceita. Sua bundinha branca ficou avermelhada, eu me posicionei e comecei a penetrá-la nessa posição e seus gemidos foram mais intensos ainda. Eu me abaixava para morder sua orelha, beijar seu pescoço... Eu a segurava pela cintura e a possuia com força dando palmadas em sua bundinha. Ela começou a gozar de novo e eu fui logo em seguida... Caímos ali mesmo, suados e agarrados, meio que sem acreditar no que havia acontecido.

Autor desconhecido

CONSERTEI O COMPUTADOR E ARREBENTEI AS PREGAS DA VIZINHA


Minha recente vizinha mora com seu marido e sobrinha, porém, seu marido viaja frequentemente e ela trabalha durante o dia. Certo dia, ela bateu em minha porta para perguntar se conserto computadores, pois descobriu que sou jornalista, respondi que entendo razoavelmente e poderia dar uma olhada em seu pc. Em seguida, ela trouxe sua máquina para eu examinar. No outro dia, durante a tarde, enquanto Cecília estava no trabalho, fui levar o pc a sua sobrinha, Bruna, uma bela morena que cobicei imediatamente. Assim que abriu a porta, eu a interpelei. - As páginas pornográficas que você tem visitado infectaram o computador, terei que falar com sua tia, pois ela estranhará a presença do vírus no disco rígido do pc. – Por favor, o que eu posso fazer pra evitar que você fale? Marina aproximou-se abruptamente de mim e me beijou ardentemente, fiquei fascinado com sua desenvoltura, logo arrancava minha camisa, alisava meu peito, minha pélvis, abria meu zíper e sacava meu pau tinindo de dureza, pulsando para o infinito. Marina punhetava-o afoitamente, com carinha de puta, e logo caía de boca no cacete que implorava por seus lábios aveludados. Chupou deliciosamente, conduzindo-me a diversas ondas vibrantes, a safada sorvia a pica de forma lenta e contínua, lubrificando cada microporo do membro  de saliva.
– Chupa assim, que delíciaaa, putinha sem vergonha, passa o dia vendo putaria e se acabando na siririca, agora mata essa fome de rola, mata, vagabunda. Ordenei, dando um tapa leve em sua cara, entusiasmado pelo prazer intenso.
– Siiim, sou uma putinha mesmo, quer dizer, quero ser putinha, quero que você ensine...hummm que  pau gostoso...aaahhh...fode minha boca, vaaaiiii...aaaahhh.
Puxava seus cabelos e dava tapinhas em sua cara. – Vagabundinha safada, gosta de mamar rola  e tomar leitinho quente, né?
 – Huummm...adorooo!
O furor com que a  ninfeta me fazia o boquete me impediu de resistir e enchi sua boquinha de leite, o qual a putinha sorveu gozando, enquanto se masturbava e logo já estava gozando em minha boca, oferecendo-me o copioso mel de sua bocetinha deliciosa, lambia com a ponta da língua a xoxota que faiscava em ondas contínuas, quando comecei a chupar intensamente, a putinha se entregou por completo.
– Aaaahhhhh,...chupa assim, chupa assi....puta que pariu.... aaaahhhhh....aaaahhhhhh, seu puto gostosoooo...
Comecei a dedar a xaninha e notei ser apertadíssima, logo dedava também o cuzinho, como de costume, sem tirar a calcinha da minha dama, um fetiche tradicional, no caso, era uma clássica peça branca de cotton. Comecei a forçar o pinto pela alça lateral da calcinha para atiçá-la, massageava seus seios e a safada gemia, gemia, comecei a forçar a entrada da xoxota com a cabeça da pica, senti um ardor ao tocar meu prepúcio, por ser muito apertada, quando Marina confessou.
– Preciso te falar, eu sou virgem.
– Juraaa?? Por isso vive se acabando na siririca, mas essa notícia mudará meus planos, vou comer apenas seu cuzinho e preservar seu cabacinho.
– Noossa, vai comer só meu cuzinho?! Sinto muito prazer brincando com ele...
- Pois hoje saberá o que é prazer de verdade, vamos começar o preparo.
 Orientei Marina sobre o método mais adequado de higiene de preparo e ela foi logo ao banheiro para o procedimento, no caso, ao banheiro da suíte de sua tia, onde eu a esperava na cama. Assim que retornou, devidamente asseada, eu a posicionei de quatro e comecei as investidas com a língua no cuzinho suplicante, logo a ninfeta rebolava na minha boca, percorria como um cachorro no cio toda a extensão da xoxota e do rabo virgem de Marina, logo socava dedos e, em brevíssimo tempo já iniciava o defloramento daquele bumbum maravilhoso, passei muito gel e logo que comecei a meter, o líquido vazava do cu de Marina, forcei a entrada, ela deu um gritinho e foi se acomodando à cabeça rombuda do caralho, quando passou a glande inteira, a putinha lacrimejava, o que aumentou meu tesao.
– Aaaaiiii que dor, puta que pariu....aaaaiii...
- Você disse que queria aprender a ser puta, portanto, serei seu mestre, toma sem mimimi de patricinha nesse cu gostosa, toma.
Gritei, enquanto estapeava vigorosamente sua bunda.
– Aaahhh, caralhooo, mete nesse cu, então, seu cachorro, se é pra meter, mete logo vai, arromba minha bunda de pau grosso, vai...aaaahhh...
Logo que empurrei a metade, a safada começou a sugar o restante, rebolando e dando ré, quando entrou tudo quase gozei imediatamente de tanto prazer. Comecei a masturbá-la freneticamente, alternando toque no clitóris e dedadas, a puta foi ao céu. – Aaaaahhhhhh que gostosoooo....continua assim.....me fodeeeeee, por favor, sua puta quer pau no cu. A safada tinha o rosto corado e cheio de lágrimas, trepidava, suava muito, sua bocetinha me dava choques nos dedos, quando estava prestes a gozar, disse queria fazer minha putinha esguichar e comecei a masturbá-la com enorme intensidade. Consegui o queria, em poucos minutos, minha biscatinha gozava esguichando chuva dourada sobre o lençol da cama de sua tia.
– Aaaaaahhhhh que delícia, vou morreeer......aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.
Como sempre, quando meu tesão foge ao controle, tenho ímpetos fetichistas e agressivos. Abri o armário e peguei um cinto da tia de Marina, dobrando-o e exortando a ninfeta.
– Sua puta mijona, ta querendo um bom corretivo, né? Pois vou te dar. Estalei quatro cintadas em cada nádega, fazendo a putinha berrar e derramar umas lágrimas, em seguida, passei a dedar sua boceta intensamente e a chupei como se fosse a última xoxota do planeta, fiz a safada deitar de frente, com as pernas erguidas, coloquei dois travesseiros em seu quadril e soquei rola sem miséria no cu já bem arrombadinho e avermelhado, sentia a piroca ardida, a bunda da vadia estava ensopada de sua porra e mijo, Marina tremia sem parar, toda arrepiada, fora de si, depois de boas estocadas, enchi sua carinha de farta porra quente.
– Toma meu leite, vagabunda, tomaaa....aaaaaahhhhhhhhhhhhhhh puta safadaaaa....aaaahhhhhhhhh.
Para fechar com chave de ouro, mijei sobre os seios, pescoço e rosto de minha putinha. Foi uma aventura incrível, agora só aguardo ela perder o cabacinho da xoxota com o menino que namora para eu fazer minha putinha gozar como merece, no pau de um homem experiente. Mais tarde, sua tia veio me perguntar o que tinha o computador, disse que era um vírus, fiz limpeza e apliquei um bom antivírus, ela perguntou o valor de meu trabalho, disse que estava certo, ela ficou feliz, achando que era pura bondade de minha parte, mal sabia que eu já estava muito bem pago e ainda receberia mais, a prazo.


Autor desconhecido

CHUPANDO A COLEGA DE TRABALHO


Olá, essa é a primeira vez que escrevo e vou contar uma historia real que aconteceu a alguns dias atrás.
Trabalho numa loja no shopping, sou vendedora na parte da manhã, sou eu que abro a loja com uma outra menina. Sou morena, 1,60, magra, cabelo curtinho, tenho os seios muito grandes.
Cheguei na loja e vi um aviso de que a loja iria abrir mais tarde pois estava com problemas no sistema, subi pro estoque pra trocar de roupa e minha colega ja estava lá, ela é loira, cabelos longos, pouca coisa mais alta que eu, seios pequenos mais uma bunda enorme.
Sempre conversamos muito sobre sexo, ela namora uma menina que nunca vi e sempre me conta o que fazem na cama, isso me deixa muito excitada, mesmo nunca tendo nada com outra mulher.
Comecei a tirar a roupa enquanto ela falava sobre a noite com a namorada, quando do nada ela vira pra mim e fala
- Você tem um peitão lindo, não é silicone né? Posso apertar
- São naturais rs, pode sim.
Ela colocou as mãos e apertou de uma maneira tão gostosa que já comecei a ficar molhadinha, ela deu um sorriso e chupou de leve o bico do meu peito, fiquei toda arrepiada, ela deu uma risada e se afastou.
Continuei tirando a roupa um pouco sem saber o que fazer, ela então voltou a falar
- Você é muito gostosa.
-Obrigada, você também é muito gostosa.
Eu tava gostando do assunto.
- Sua buceta deve ser uma delicia. Já chupou uma buceta? Claro que não né, você gosta de homem.
Quando olhei pra ela vi que ela acariciando a bucetinha, ela se aproximou de mim, eu estava só de sutiã e calcinha, ela colocou a mão dentro da minha calcinha e ficou passando o dedo nos lábios, falou no meu ouvido que eu ia chupar ela bem gostoso. Ela se afastou, encostou na parece e abriu as pernas, não resisti, chupei aquela buceta gostos e rosadinha, ela rebolava na minha cara me deixando toda melada, virou aquele bundao pra mim e mandou que eu chupasse, chupei aquele rabo todinho, chupava o cuzinho dela e colocava o dedo na bucetinha. Ela deitou no chão, voltei a chupar a bucetinha dela enquanto ela enfiava o dedo na minha bucetinha, depois de gozar na minha boca pediu pra min deitar e começou a me chupar enquanto apertava meus peitos, gozei muito gostoso.
Abrimos a loja e trabalhamos normal, na hora de ir embora ela disse que um menino que trabalha lá queria brincar também, mais isso fica pra próxima rs


Autor desconhecido

A LOUCA DOS JOGOS UNIVERSITÁRIOS





Olá pessoal!
Em 2005, eu viajei representando minha faculdade nos Jogos Universitários que iriam se realizar na cidade de Recife-PE. Fomos a delegação masculina de handebol e a feminina de vôlei.

Como pegamos o mesmo avião rumo a cidade, eu sentei ao lado de Yara, uma garota do volei que já havia ficado há um tempo atrás (somente beijos), onde ficamos conversando durante toda a viagem.

Chegando no destino, nós ficamos todos em um ótimo hotel no bairro de Boa Viagem, e durante alguns dias não a vi mais, já que tenhamos jogos em datas, horarios e locais diferentes. Até que um dia, eu estava na piscina, sentado em um cadeira quando ela entrou com as amigas. Quando vi ela de biquini, fiquei babando. Ela era branquinha, cabelos negros, 1,85 mais ou menos, tinha lindos seios, e pernas lindamente grossas.

Ela entrou na piscina e eu fiquei apenas observado, até que em um momento ela veio por dentro d'agua na minha direção, escorou-se na borda e começou a puxar assunto comigo. Conversamos sobre várias coisas, até que um momento ela saiu da piscina e sentou-se ao meu lado.

Eu sabia que deveria investir, então falei pra ela que deu "uma saudade" do dia em que ficamos... ela apenas riu. Me perguntou em qual quarto eu estava e com quem, falei que era no 33 e que estava dividindo com mais 2 amigos. E ficou por isso, tava tudo normal. Jantei, e fui para meu quarto dormir.

Em um certo momento, ouvi batidas não fortes na porta. Olhei para o lado e meus amigos estavam dormindo. Então me levantei e fui atender pra ver quem era. Quando abri a porta, era Yara, que sorriu pra mim e foi me empurrando pra dentro. Ela mesma fechou a porta, me encostou na parede e começou a me beijar. Eu não tive reação de nada, apenas aproveitei o momento.

Ela me perguntou baixinho onde estava minha cama, e eu fui levando ela pra la. Me deitei, e ela veio ficar por cima de mim, me beijando e se esfregando em mim. Ela logo enfiou a mão por dentro do meu short e tirou meu pau pra fora, descendo o corpo, e imediatamente o colocando na boca. Ela chupava tão gostoso, deixando a babinha ficar escorrendo. Eu ficava apreensivo olhando para o lado pra ver se os amigos estavam acordados, mas parecia que não.

Ela pouco se importava, me chupava como se fosse a última coisa que estivesse fazendo no mundo.

Yara então tirou o short que estava, e veio pra cima de mim. Ela pegou meu pau e ficou esfregando na bucetinha, e foi sentando devagarinho. Deu pra sentir o quanto ela era apertada.

Ela cavalgava cada vez mais forte, e vinha me beijar pra tentar abafar os seus gemidos. Aí nao aguentei, tirei ela de cima de mim, a coloquei de 4, e meti forte. Ela empinou mais a bunda e enfiou a cara no travesseiro pra tentar abafar seus gritos. E eu sem dó, metia com vontade naquela bucetinha.

Até que ela fez um movimento e meu pau saiu de dentro, ela pulou fora da cama, e me puxou para o banheiro. Lá sim dava pra ver o corpo dela nu, aí que me deu mais tesão ainda. Eu coloquei uma perna dela apoiada no vaso, encaixei na entrada da buceta, e meti com vontade.

Quando eu falei que iria gozar, ela pediu pra ver meu esperma saindo. Então ela se ajoelhou e começou a me punhetar, até que eu gozei quando acertando a cara dela, rsrs. Ela me olha com aquela cara de safada, como se quisesse mais, só que simplesmente ela se levantou, se vestiu, abriu a porta e só disse: "Tchau, beijo!". Eu fiquei até sem saber o que fazer.

Nos outros dias, a gente tava se tratando como nada tivesse acontecido, somente com cumprimentos e formalidades. Mesmo depois do final do torneio e quando retornamos à nossa cidade, nunca mais a vi. Só tive notícias que ela estava namorando e que ficou grávida.

Autor desconhecido

A FAXINEIRA GOSTOSA




Olá para todos. Meu nome é Evandro e esta história aconteceu comigo a uns vinte anos atrás, quanto eu tinha 25 anos. Conheci dona Matilde no meu trabalho. Ela era supervisora da limpeza e coordenava umas 30 mulheres que diariamente limpavam os locais onde eu trabalhava, tirando o pó, passando pano com álcool nas estações de trabalho e recolhendo o lixo. Desde que ela chegou à empresa, simpatizou comigo. Tratava-me super bem e eu a ela. Dona Matilde era uma coroa muito gostosa. Com seus 45 anos, dona de umas coxas grossas, cintura fina e uma bunda muito apetitosa. Usava sempre vestidos curtos e colados ao corpo os quais realçavam seus dotes. Eu morava sozinho num apartamento de um quarto e já fazia um mês que estava sem faxineira. Um dia, no meu horário de almoço, encontrei com ela no pátio da empresa e perguntei se não conhecia nenhuma senhora que fizesse faxinas aos sábados. Ela me respondeu que conhecia, mas não confiava em nenhuma e que se eu quisesse ela mesma faria as faxinas no meu apartamento. Eu topei na hora, pois o meu apê estava uma zona e precisando de limpeza. Marcamos para aquele sábado, depois de acertado o preço. No sábado, às 7 da manhã, tocou o interfone e era ela. Mostrei o apartamento a dona Matilde e ela iniciou o trabalho de limpeza. Eu estava de pijama e fiquei sentado na sala lendo, para não atrapalhar. Ela iniciou a limpeza da sala tirando o pó de uma estante que ficava na frente da poltrona onde eu estava. Perguntei se eu atrapalhava e ela disse que não. Quando ela foi limpar a parte de baixo da estante, teve que se agaixar e então pude ver que estava sem calcinha. Dona Matilde se virava para mim para conversar e abria as pernas me mostrando propositalmente a buceta. Ela falava: "O que o senhor está achando da limpeza?...Esta gostando do que está vendo?..." E abria mais as pernas para mostrar. Aquilo me excitou e eu respondi: "O que vejo é uma maravilha....me parece muito limpinho e lisinho...não tem nenhum pelinho....de pó é claro..." Ela me falou: " Agora está tudo pronto...só falta o banheiro..."Ao que respondi:" Então vou tomar um banho....como o box é com vidro escuro, enquanto eu tomo banho a senhora poderia limpar o restante do banheiro e deixar o box para o final". Ela concordou na hora. Eu disse: "Vou entrar no box e quando eu tiver lá dentro eu chamo a senhora". Entrei no chuveiro, tirei meu pijama e a chamei. Meu pau estava super duro com aquele papo malicioso. Ela limpou todo o banheiro e disse: "Se o senhor não se incomodar, quando terminar o seu banho, eu também gostaria de tomar um..." Resolvi arriscar, dizendo:" Com certeza a senhora pode...mas se quiser vir agora para poupar tempo..." Fez-se silêncio. De repente a porta do box se abriu e entra dona Matilde nuazinha. Ela disse: "Acho que o senhor tem razão... vamos poupar tempo...". Eu estava de costas e quando me virei ela olhou para o meu pau duro e disse: "O senhor tem que relaxar... está com os músculos e nervos retesados...". Ela ajoelhou e iniciou uma chupeta fantástica. A coroa sabia chupar. Chupou meu pau por uns cinco minutos, até que eu não agüentando mais gozei na sua boca e rosto, continuando com a haste rija. Ela espalhou com as mãos toda a porra pelo seu rosto e peitos, e disse: "Agora tomarei um banho e depois vamos para o quarto continuar o seu relaxamento". Dona Matilde foi para baixo do chuveiro e se virou de costas para mim. Olhei aquela bunda maravilhosa e não resistindo a abracei por trás apertando seus seios e colocando meu pau entre suas coxonas roliças. Ela virou o rosto e nos beijamos. Comecei a esfregar o meu cassete na sua buceta fazendo um vai e vem super gostoso. Em minutos ela empurrando a bundona para trás gozou fartamente. Ela colocou as mãos de encontro a parede do box e empinou a bunda. Mirei meu pau em sua buceta e meti com força. Ela gemeu e começou a mexer a bunda. Gozava muito e sucessivamente. Após uns dez minutos assim, com uma mão ela tirou meu pau de sua buceta e o colocou na entradinha do seu cú. Eu ajeitei bem e fui forçando. Ela foi mexendo e a cabeça foi entrando. Quando estava com a metade dentro ela empurrou a bunda para trás e eu atolei até os ovos meu caralho dentro daquele cú. Ela parecia uma serpente. Rebolava e gozava, até que eu não resistindo mais gozei dentro daquele cú todo o meu leite quente. Ela delirava de tesão e gozou mais uma vez. Terminamos o banho e fomos para o quarto. Ainda a comi num gostoso papai e mamãe, enchendo sua buceta de porra. Por muitos anos ela, todo o sábado, foi limpar meu apartamento e todo o sábado nós trepávamos como loucos. Ela era uma coroa muito gostosa e adorava uma putaria. Numa ocasião até eu e um amigo meu comemos ela e ela aguentou o tranco. Depois de muito tempo ela se mudou para outro estado para morar com uma sobrinha e eu nunca mais a vi. Ficaram somente as boas e excitantes lembranças.


Autor desconhecido

sexta-feira, 28 de abril de 2017

CARNAVAL COM O ANGOLANO DA CERVEJA



Eu estava ficando o carnaval com um colega de trabalho e marcamos com uns amigos de ir em um bloco que ficaria na zona sul do Rio, Fui fantasiada de cigana com um vestido que comprei que era longo mas que deixava meu busto bem destacado e em especial de fio dental pra no caso de fazer xixi na rua como todo mundo fazia. Chegamos no local de ônibus e por causa do engarrafamento andamos uma parte até o bloco. Éramos em 8 pessoas e meu ficante ja estava meio alto com a bebida, na verdade todos estávamos alegres e felizes. ficamos no meio do povo e as vezes nos separávamos para comprar mais bebidas, teve uma vez que eu fui sozinha e parei em um izopor que tinha um menino e pedi umas cervejas e nisso me parece que havia um cara que deveria ser pai do menino então ele me deu as latinhas e nem reparei direito nele e quando ele me deu o troco ele me falou uma coisa que mudou naquela hora o meu destino dizendo meio baixinho "voce é muito gostosa se quizer ir ali atraz sentir a rola grossa de um angolano eu te juro que não vou te machucar". Na mesma hora agradeci pelas cervejas e como se não tivesse ouvido eu sair e me despedi naturalmente, fui ao encontro da minha turma e como a gente ficava andando de um lado para o outro as vezes passávamos por ele e eu olhava discretamente como nada tivesse acontecido, sendo que aquilo ficou na minha cabeça e minha bucetinha começou a pensar mais que meu cérebro. Depois passamos outra vez por ele e já essa hora eu estava tomando uma caipirinha e ao passar por ele dei uma olhada de cima a baixo só que ele estava ocupado com cliente e nem me viu. O álcool ia subindo mais a cabeça minha bucetinha piscava querendo pica e nisso meu ficante me dava uns amassos só que não tinha como sair dalí pra transar pois havia muitos guardas vigiando. Teve uma hora que a gente se cansou de ficar em pé e demos uma volta ao quarteirão que havia uma galeria de passagem e paramos em um bar entupido sendo que conseguimos uma mesa. O banheiro estava com fila e nisso uma das meninas ficou na fila enquanto o restante esperava sentado, eu só sei que pelas minhas cochas escoria meu tesão de querer meter naquela hora sendo que não dava. Entao me levantei sozinha e disse que iria achar um banheiro e comprar um chiclete, Sumi no meio da multidão e fui ao encontro do angolano, esperei ele atender uma pessoa enquanto isso eu ficava olhando pra ele com o copo de resto de caipirinha e chupando o canudo e fazendo altas bocas. Quando ele me atendeu pedi uma cerveja e logo em seguida perguntei pra ele onde seria, ele me olhou espantando em silencio e abrimos um sorriso e perguntou se eu tinha certeza e respondi se ele queria ou não. Entao ele pediu pro ajudante dele ficar de olho que ele iria pegar mais gelo e nisso ele me apontou um portão de entrada e mandou eu entrar e esperar, empurrei com força o portão e entrei e notei que era um terreno de obra parado com uma arvore dentro e material de construção ao fundo, fui pra traz da árvore fazer xixi e nisso percebi que havia algumas camisinha no chão e que ali era um local de transa, logo em seguida ele entrou e me vendo abaixada foi logo tirando o salame pra fora pra me mostrar, minha boca encheu de agua, entao terminei de fazer xixi, tirei a minha saia e ele começou a bater uma punheta pro pau crescer, veio até mim e começou a passar a mão no meus seios e mamar enquanto eu segurava forte o pau dele com as duas mãos. Me ajoelhei e comecei a chupá-lo com direito a eu babar e ir até a goela. E nisso o pau dele ja estava duro e pesado, eu ficava me masturbando e enfiando os dedos dentro pois não poderia demorar muito, me levantei e nisso ele foi enfiando o dedo também na minha bucetinha e colocando uma camisinha, nessa hora começamos a nos beijar de lingua com ele me pressionando contra a parede até que ele puxou minha calcinha de lado, posicionou a cabeça na entrada eu me abri toda de frente e ele se abaixou e foi forçando a entrada rebolando e eu apertando meu corpo contra o dele. Eu falava pra ele ir devagar e quando entrou quase a metade ele começou a fazer o movimento de tirar e colocar e cada vez que entrava ele forçava mais e eu já ia perdendo a cabeça aos susuros chamando de gostoso e me fode gostoso. O pau dele ja tava todo branco com o meu necta entao me virei de costas afastei minhas pernas peguei o pau dele e voltei a colocar na minha xaninha e nisso me posicionei na parede segurando em um ferro e ele fazendo movimento de entra e sai, nao demorou muito eu me explodi em um orgasmo que molhei o chão todo, me sequei com a minha saia e me abaixei e comecei a chupá-lo com força pra ver se ele gozava, então ele me pegou pela cintura me colocou debruçada entre um muro e ja foi logo metendo o pau em mim pois era pra eu saber que ali quem mandava era ele e queria gozar dentro de mim, começou a estocar com mais velocidade e forçando mais pra dentro e que só sei que entrou tudo e as bolas dele batia com força em mim. Nessa hora ele me pegou de jeito mesmo e que dava pra sentir ele me socando como um animal e nisso comecei a ter outro orgasmo e ele me segurando com mais força, eu gozava aos gritos com aquele negro me apertando e quando foi a vez dele de gozar ele me abraçou forte por trás e gozou como um leão. Depois tirou a camisinha cheia de porra e dei uma limpada com minha boca deixando o pau dele limpinho, depois coloquei minha saia me arrumei e sai primeira do local sem olhar pra traz pra nunca mais vê-lo. Me encontrei com meus amigos no mesmo lugar e depois fomos pra casa pois todos ja estavam cansado e ninguem percebeu nada!

Autor desconhecido

VENDO O CASAL DE AMIGOS TRANSAREM



Ah alguns anos atrás eu morava em outra cidade, trabalhava em uma firma onde tinha mais de dez funcionários, entre eles estava meu amigo Betão, um cara alto, moreno claro e muito alegre. Betão teve uma vida difícil durante sua adolescência, foi criado em um sitio com seus pais e seus irmãos menores, começou a trabalhar na roça muito cedo e não teve tempo de estudar, como era uma área isolada não havia muitas mulheres na região, então ao 17 anos ele se casou com um menina de 15, os dois eram virgens na época. Passado alguns anos ele veio para a cidade com sua esposa, quando comecei a trabalhar nesta firma nos conversávamos muito, inclusive sobre mulheres. Um dia estávamos de folga em um churrasco e ele me falou que tinha voltado a estudar, e que nesta escola conheceu uma linda loira que por acaso morava no mesmo bairro que ele e por várias vezes ela puxou conversa e até pediu carona, no caminho ela falou que já havia sido casada e que estava separada a mais de um ano, e nesse tempo todo estava sozinha. Betão percebeu que ela o apertava pela cintura no caminho e que não era só para se segurar. Nessa conversa ele confessou que estava doido para transar com ela, mas não tinha um lugar onde a levar e também tinha receio, pois se casou novo e não teve muita experiência sexual, pois sua mulher era crente e não deixava nada além do papai e mamãe.
Como eu ficava cuidando da casa da minha irmã toda vez que ela viajava, justamente nessa época eu estava ficando sozinho lá, então falei pra ele que se tivesse coragem de convidar ela eu arrumaria a casa para ele. Na hora ela ficou meio trêmulo, mas disse que iria ver se desse coragem ele me avisava. Passou alguns dias e ele me falou que naquela noite ela iria sair com ele, que se eu pudesse emprestar a casa ele a levaria lá. Eu disse que tudo bem, ainda estava sozinho mesmo. Naquela noite, logo após chegar em casa ele ligou dizendo que depois das 19 horas ele iria. Eu fiquei aguardando em casa, pois tinha que prender os cachorros para eles entrarem. Logo depois das 19 horas eu ouvi uma buzina, prendi os cachorros eu fui atender, ele entrou logo e pude ver o porque do nervosismo dele, ela era realmente linda, de corpo e rosto. Chamei eles para dentro e sentamos no sofá para conversar um pouco enquanto eu servia um suco para eles. Nesse tempo vi que ela estava muito acesa, pois ficava se esfregando nele e ele meio tímido ainda. Após tomarmos o suco eu falei para eles que podiam ficar a vontade que eu iria sair, pois comigo alí ele com certeza não conseguiria dar no couro kkkkkk.
Sai e fui até a casa do meu irmão que ficava ao lado, dei uns minutos, mas minha curiosidade era grande, e já fazia muito tempo que eu não transava também, estava louco pra ver uma mulher pelada e pelo que vi ela podia muito bem querer nos dois ao mesmo tempo. Voltei devagar para não fazer barulho e fiquei perto da janela da sala, onde estava entre aberta. Quando olhei ela estava de joelhos chupando o pau dele e ele gemia de tesão, como a janela que eu estava era bem próxima ao sofá onde eles estavam ela me viu, mas ele não, pois estava de costas para mim, ela continuou fazendo cara de safada me olhando enquanto mamava no pau dele. Quando ela viu que ele estava para gozar, ela se levantou e e começou a tirar a roupa, primeiro foi sua camiseta do colégio, depois tirou a sutien e mostrou seus peitos, que não eram muito grande, mas eram empinados, ela puxou a cabeça dele e o pôs para mamar nos peitos dela. Enquanto ele caiu de boca ela gemia e se insinuava para mim, que já estava de pau duro. Enquanto ele chupava seus peitos ela foi soltando o cinto e baixando a calça jeans, depois baixou a cabeça dele e foi mostrando como ele deveria fazer, mandou ele lamber sua barriguinha e puxando a calcinha tirou tudo, pôs a boca dele na buceta dela e mandou que ele lambesse, ele meio sem jeito (por falta de experiência ) fez o que pôde, e ela gemando como uma safada, em seguida ela se sentou no sofá de trás me deixando com uma visão melhor de sua buceta, ele estava de joelhos na frente dela enquanto ele abria as pernas e falava você quer minha bucetinha, enfiando o dedo, ele louco de tesão acabou de tirar a calça e ela mandou ele deitar no tapete, ele deitou e ela veio chupando ele de novo e olhando para a janela onde eu estava, então ela veio por cima e encaixou o pau dele em sua bucetinha, começou a descer bem devagarinho, enquanto o pau dele entrava ela gemia dizendo que estava doendo e disse que estava a mais de seis meses na seca, por isso sua bucetinha estava tão apertada, mas estava louca pra sentir um pau em sua buceta, ela começou a subir e descer no pau dele, gemendo, ele também gemia de tesão e meu pau estava quase estourando dentro do short vendo aquela cena. Depois de uns minutos ela gozou, dando gritinhos de tesão, ele disse que iria gozar também, então ela saiu de cima e pediu pra ele pegar ela de quatro, ela encostou no sofá deixando sua bunda aberta para ele e pra janela onde eu estava. Ele entrou novamente na bucetinha dela e começou a bombar, ela dava gritinhos e dizia um monte de coisas do tipo “vai meu gostoso come minha bucetinha”, ele começou a bombar mais forte e ela dizia que estava gozando de novo, ele agarrou na cintura dela e enfiou com força, nisso ela gozou de novo, ele disse que ia gozar, então tirou o pau de dentro dela e gozou nas suas costas. Nisso eu vi que ele ia se virar e me afastei da janela um pouco, ele ficou deitado ao lado dela e a elogiando, dizendo que ela era muito gostosa, ela ficou um pouco ao lado dele olhando no rumo da janela, deitada de pernas abertas e conversando com ele. Logo depois ele falou que eles tinham que ir e foram para o banheiro, nisso eu saí e fui novamente para a casa do meu irmão. Logo depois ouvi o barulho da moto dele saindo de casa e então eu voltei, e claro que tive que me masturbar porque aquela imagem não me saia da cabeça e nem meu pau baixava de tanto tesão.
No dia seguinte no trabalho, ele veio me agradecer e eu perguntei se valeu a pena, ele disse todo empolgado que foi a melhor mulher que ele já teve, e que eu precisava ver como ela fodia bem, (mal sabia ele que eu vi), mas eu nunca contei a ele e com certeza ela também não.

Autor desconhecido

DESCOBRINDO O PRAZER ANAL



Oi galera, vou narrar pra vocês uma experiência que mudou meu modo de encarar o sexo. Primeiramente vou me apresentar. Sou a Gabi, tenho 22 anos, estatura mediana, seios empinados e médios e uma bunda grande, que leva os homens a loucura. Além disso, sou morena e sempre bronzeadinha (a marquinha de biquini enlouquece os homens... rsrsrs). Nunca tive problemas em fazer sexo, desde os 15 anos quando perdi a virgindade eu tenho relações frequentemente. Mas tem um porém, todos os homens que tive sempre quiseram comer meu cuzinho. Mas eu nunca liberei. Sempre achei uma coisa nojenta até de se pensar e ainda por cima tem a questão da dor. Uma ou outra vez algum homem mais safado já enfiou o dedo no meu rabinho enquanto me comia. Sempre senti dor e mandava eles tirarem.
O relato que vou contar para vocês ocorreu mais ou menos a um ano atrás, eu estava com 21 anos. Desde que entrei na faculdade, tinha um colega que eu não fui com a cara, o Beto. Ele é um homem muito bonito, alto, atlético, moreno e de olhos verdes. Nós éramos do mesmo círculo de amizades, mas eu não conseguia gostar dele. Tinha sempre um ar arrogante, se achava o maioral, o comedor. Sempre se gabando das suas conquistas amorosas. Sem falar que vira e mexe quando estavamos em galera em bares ou na balada, ele tentava ficar comigo. Mas era muito escroto sempre. Vinha perguntando se eu já tinha dado muito meu cuzinho, que como meu rabo é delicioso todos que me comiam deviam socar pica nele. Eu sempre ficava brava e dizia desaforos pra ele e dizia que meu cuzinho era virgem e ficaria assim para sempre. Acho que isso excitava ele, pois aí que ele começava a dizer que isso era impossível se eu deixasse ele comer meu rabinho. Ele dizia “Gabi... Gabi... Me dá uma vez esse cuzinho que nunca mais vai deixar de querer rola no rabo... Ainda mais nesse rabão!”. Então ele começou a insistir quase todo dia. Se ele passasse por mim na aula, no corredor, no bar, na balada... ele vinha e dizia com aquele ar superior “Vou te enrabar ainda Gabi!”. Foram tantas as vezes que ele jurou que iria comer meu cu e eu ia gamar que comecei a ficar mais interessada no assunto. Pesquisei na internet. Li que muitas mulheres sentem muito prazer em fazer anal, outras só sentem dor. Mas apesar de me interessar mais, eu nunca imaginei em fazer com o Beto, pois tinha raiva dele.
Num final de semana ia rolar um churrasco da minha turma na casa de uma colega nossa. Eu fui e levei uma amigona minha de infância. A Bel, uma loirinha magrinha mas com os peitos siliconados, que chama muita atenção dos homens. A Bel é bem safadinha. Sempre me conta as suas histórias com os homens. Chegamos no churrasco, cumprimentamos todos. Depois de um tempinho a Bel veio me perguntar quem era aquele gato. Ela tava falando do Beto. Eu prontamente falei pra ela que ele era gatinho, mas era um otário que só queria se aproveitar das mulheres e depois descarta-las e contar vantagem pra todos. Enfim, disse pra ela ficar longe dele. O churrasco estava transcorrendo normalmente, bebemos muitas caipirinhas. Estavam todos já alegres. Um certo momento fui ao banheiro e no caminho cruzei com o Beto, ele me segurou pelo braço e já foi falando no meu ouvido “É hoje que você vai liberar esse rabão pra eu currar?”. Eu falei pra ele “Me solta sou trouxa e vê se cresce. E larga meu braço que se não eu vou gritar e fazer uma escândalo!”. Ele me soltou, mas antes de se afastar disse “Então vou ter que enrabar essa tua amiguinha”. Eu ri e disse “Tu se acha né Beto?! Ela é quase minha irmã. Já falei pra ela que você é um cafajeste. Tu acha que ela ia querer algo contigo? Coitado!” e sai pro banheiro... Lá fiquei pensando comigo mesma, que tinha dado uma lição nele. Saí do banheiro e voltei pro churrasco com a alma lavada. Depois de muitas caipirinhas mais, eu já estava muito bêbada e dançava que nem uma doida. Até que minha colega dona da casa me chamou pra ir até o quarto dela ver um vestido que ela comprara pra ir a uma festa e já tinha me falado bastante dele. Eu fui bem feliz, ela provou ele para eu ver, enfim, ficamos algum tempo longe do churrasco. Depois voltamos pro agito. Eu meio que me recuperei um pouco da bebida por ficar um tempo sem beber nada. Então lembrei da Bel, até tinha me esquecido dela. Não vi ela por perto e imaginei que tinha ido ao banheiro. Continuei curtindo, não demorou deu vontade de ir ao banheiro. Fui e não encontrei a Bel. Fiquei desconfiada. Olhei nos quartos pra ver se ela estava descansando em algum deles, mas nada também. Voltei pro quintal onde rolava o churras e percebi que atrás da casa havia um puxadinho, que devia ser a dependência de empregados. Resolvi ir até lá, chegando perto ouvi uns barulhos vindo de lá. Cheguei na entrada e olhei pela fresta que tinha na porta. Fiquei paralisada com o que eu vi. Estava a Bel de 4, com o Beto socando o pau no cu dela e puxando ela pelos cabelos. Eu não me reconheci, fiquei excitadissima vendo aquilo. Ele puxava o cabelo dela com uma mão e com a outra agora dava tapas fortes na bunda dela e ela só gemia. Ele dizia “rebola no meu cacete com esse cu vadia!”... Eu não resisti e enfiei minha mão por dentro da calcinha e comecei a acariciar minha xaninha molhadinha... Até que ele gozou no cuzinho dela. Nesse momento eu sai correndo antes que eles me vissem. Voltei pro churrasco ofegante. Esperei a Bel retornar pro churrasco e disse pra ela “Vamos embora Bel!”. No caminho ele me contou tudo. Disse que ele seduziu ela e a levou até o quartinho, mas que só quis comer o rabinho dela. Ela que já era experiente nesse quesito e me disse que o Beto foi a melhor currada que ela já levou. E que a pica dele era enorme. Disse pra ela que não queria saber de mais nada e que ela tinha me decepcionado. Mas na verdade fiquei excitada com o que ela me falou. Cheguei em casa e fui direto pro meu computador procurar videos de sexo anal. Não me contive e enfiei o cabo de uma escova de cabelo no meu cuzinho e toquei uma siririca. Gozei como uma doida e fui dormir. No dia seguinte fiquei com um remorso moral. Estava envergonhada de ter gozado com algo enterrado no rabo. E pior, ter imaginado o Beto me currando.
Na segunda durante a aula na faculdade eu estava com muita raiva do Beto ter enrabado a Bel. Mas fiquei na minha e fingi que nada havia acontecido. No intervalo entre uma aula e outra o Beto veio até mim e disse “Como está a tua amiguinha puta? Ela gostou de ser currada por um macho de verdade?” Fingi que não sabia de nada e disse “Cala a boca e para de mentir, seu idiota!” e saí de perto dele. Mas fiquei com a calcinha empapada de lembrar do que vi no churrasco. Ao fim da aula começou a cair uma pancada de chuva e eu fui pro ponto de ônibus. Me molhei toda. Estava de saia até o joelhos, sandália e blusa da faculdade. Meu ônibus era demorado. Quando vi o Beto parou o carro e me ofereceu carona. Eu estava com raiva e um pouco excitada. E minha casa era caminho para a dele. Acabei aceitando. Ele foi dirigindo e puxando conversa, inicialmente nada demais. Até que em certo momento ele partiu pros ataques comuns e foi dizendo “E ai Gabi, quando que vai liberar esse rabo para um macho que sabe o que fazer que nem eu?”. Eu respondi “Para com isso Beto, não sou as vagabundas que tu come por ai!” e ele respondeu “Que nem tua amiga, que adorou meu pau no cuzinho dela”. Eu sabia que era verdade e fiquei quieta. Ele percebeu que hesitei e foi colocando a mão na minha coxa. Eu estava excitada e não ofereci resistência. Ele foi subindo e chegou na minha xota por cima da calcinha, percebeu que ela tava empapada e disse “Parece que você não é tão diferente da sua amiguinha”. Parou o carro e abriu o zíper da calça, colocou aquela pica deliciosa pra fora. Fora de mim de tanto tesão, caí de boca, sugando aquela vara como uma louca. Ele começou então a dirigir e disse “Isso vadia, chupa que te levo pra casa”. Depois de um tempinho ele parou o carro. Achei que tinhamos chegado na minha casa, mas quando me levantei pra ver estavamos na entrada de um motel. Eu me assustei e disse “Eu deixo você gozar na minha boca, mas me leva pra casa” e ele respondeu “Eu vou te levar pra casa. Depois de te enrabar!” e entrou no motel. Estacionou e entramos no quarto. Tirei a blusa e fiquei com os peitos a mostra... ele sentou na cama e mandou eu chupá-lo.... Mais uma vez caí de boca na pica dele. Depois ele arrancou minha saia e minha calcinha e me colocou de 4 na cama. Começou a chupar meu cuzinho e dizer “Que rabo maravilhoso Gabi. Vou te alargar esse teu rabão!” e posicionou a pica na entrada do meu cu, fiquei nervosa porque era virgem ali... Ele então disse “Calma putinha... O teu macho aqui sabe comer uma rabinho!” começou a colocar a cabecinha. Eu gritei “Pára”... Mas ele continuou e me deu um tapa violento na bunda... E devagarinho foi me resgando... Quando entrou tudo, ele ficou parado com ele enterrado no meu cuzinho... Aos poucos a dor foi diminuindo... Até que meu cu se acostumou com aquela tora enterrada... E ele me deu um novo tapa e disse “Rebola cadela!”... Devagarinho comecei a rebolar, aos poucos fui aumentando o ritmo... depois ele começou a bombar no meu cu rapidamente... puxava meus cabelos, que nem fez com a Bel... Era uma sensação maravilhosa... Eu me sentia a vadia das vadias... Sendo enrabada e dominada... Ele era um macho de verdade, daqueles que doma as mulheres... Ele então falou que ia gozar e encheu meu rabo de porra. Me deitei na cama com a porra escorrendo do meu rabo pra descansar... Mas o Beto não queria descansar e foi dizendo “Vem chupar meu pau, sua putinha... Não demorei todo esse tempo pra te comer só pra isso!”... E eu comecei a sugar aquela rola grande... Que já foi ficando dura de novo... Quando ela já tava que nem pedra... ele me puxou e me colocou na posição frango assado e socou na minha xoxota... Uma delícia... Socava forte, apertava meus peitos e me dizia “Gabi, você é uma vadia muito gostosa... Sabia que ia te fuder muito ainda!”... Depois me comeu o cu de novo, na posição frango assado... E revezava metia na xota e metia no rabo... Eu nunca imaginei que ia gostar tanto de levar no cuzinho... Mas estava uma delicia... Ele me enrabou por umas duas horas seguidas, sem descanso... Na ultima vez que gozou mandou eu beber todo o leitinho dele... Eu gozei varias vezes também... Depois me levou pra casa e eu mal conseguia sentar de tanta dor no meu rabinho.
No outro dia na faculdade eu cheguei morrendo de vergonha... Vi que todos homens me olhavam com um sorrisinho no rosto... Na hora que fui sentar na cadeira tive dificuldades... e escutei umas risadinhas dos homens... Na hora do intervalo quando cheguei no meio da galera o Beto falou na frente de todos “Como que tá esse rabão, Gabi... Muito dolorido ainda?”... eu abaixei a cabeça de vergonha e ele falou pra todos “Eu disse que ela era vadia e ia me dar esse cuzinho!”... Com vergonha eu saí do meio da galera... O Beto veio atrás de mim e disse “Não fica com vergonha Gabi... Todas as meninas da nossa turma já me deram o cu também” e continuou “E outra... Agora todos sabem que você é uma puta, mas não uma puta qualquer... É minha putinha!”. E me disse no ouvido “Quero esse cuzinho agora!” e apertou minha bunda na frente de uma galera da faculdade.... Me levou até o carro dele no estacionamento e me currou novamente... Quando voltamos a sala de aula... Todos sabiam que ele tinha me comido.
Depois desse dia ele comeu meu cuzinho muitas vezes... Na faculdade, na minha casa, na dele... E eu aprendi a ter prazer pelo cu como nunca imaginei antes... Agora o Beto está namorando... Mas as vezes quando ele quer... come meu rabo, que está sempre pronto esperando a pica dele.

Autor desconhecido

DEI PARA O AMIGO DO MEU FILHO


Caio e meu filho sempre foram grandes amigos desde a infância.
Como éramos vizinhos, eles sempre estudaram na mesma escola e a amizade deles se prolongou por décadas.
Eles só se separaram na hora da faculdade. Meu filho foi estudar nos Estados Unidos e Caio foi para um outro estado estudar veterinária.
Muitos anos se passaram até certo dia, quando estava chegando em casa, vi Caio caminhando pela rua. Ele já era um homem feito. Cabelos castanhos, corpo bem definido, mas sempre com aquele rosto de menino.
Buzinei e o chamei. Conversamos bastante, ele me perguntou da vida do meu filho nos EUA, conversamos sobre seu curso e outros coisas de ex-vizinhos. Ele me disse que estava de férias da faculdade e tinha voltado apenas para visitar os pais e aproveitou para fazer uma caminhada.
Nos despedimos e ele continuou seu caminho.
Estando nos meus afazeres domésticos, quando a campainha tocou. Perguntei pelo interfone quem era e fui informada que era entrega dos Correios. Fui atender pelo portão lateral da garagem, recebi a encomenda e voltei para dentro de casa.
Percebi que o dia estava bem claro, fechou derrepente e de uma hora para outra, caiu um temporal sobre a cidade. Neste momento, me lembrei que havia esquecido de trancar o portão lateral, e fui correndo verificar.
Realmente o portão estava aberto, mas quando ia fechar, vi Caio passando correndo do outro lado da calçada, todo ensopado pela chuva.
O chamei e ao me ver, atravessou a rua para se abrigar na minha casa até a chuva passar. Como ele estava todo molhado, dei a ele uma toalha e pedi para que ele fosse ao banheiro se secar e me desse suas roupas molhadas para eu colocá-las na centrífuga.
Fui ao quarto do meu filho ver se tinha alguma roupa para emprestar a Caio, mas o guarda-roupas estava totalmente vazio.
Assim que saí do quarto, encontrei Caio no corredor, apenas com a toalha enrolada na cintura.
Admito que ele tinha um corpo bem bonito, peitoral bem definido, braços fortes e pernas bem torneadas.
Embora tenha ficado sem-graça em primeiro momento não demonstrei e Caio parecia bem calmo com a situação.
Convidei-o para tomar um café e comer um pedaço de bolo e nos sentamos na mesa de jantar.
O servi com café e bolo, e quando me aproximei dele, senti seu cheiro de macho que me arrepiou todinha.
Sentamos um de frente para o outro e continuamos conversando sobre sua faculdade. Enquanto ele falava, eu ficava cobiçando seu corpo seminu na minha frente.
Dado momento, deixei o garfo cair no chão. Me abaixei para pegar o talher, e aproveitei para dar uma espiada por debaixo da mesa.
Caio, percebendo minha olhadinha, de propósito, abriu as pernas, exibindo seu cacete, que naquele momento estava semi-ereto. Ele era grosso, sua virilha estava toda depilada, exibindo aquele membro delicioso por inteiro.
Me levantei rapidamente, ele sorriu com um olhar malicioso.
Ele terminou de comer o bolo e tomar seu café. Perguntei se ele queria mais e ele disse que não. Novamente me aproximei dele para pegar o prato e a xícara, quando vi um volume enorme sobressaindo a toalha.
Excitada, levei o prato e a xícara para a pia e fiquei de costas para ele. Percebi que ele cobiçava minha bunda. Ele se levantou e ficou ao meu lado na pia, quando deixou a toalha cair no chão.
Seu membro saltou, exibindo todo seu vigor. Agora seu pau estava totalmente ereto. Ele me agarrou pela cintura e beijou minha boca. Eu retribui seu beijo com desejo.
O levei para o sofá da sala. Ele se sentou na poltrona, me ajoelhei diante dele e engoli seu cacete em toda sua extensão. Chupava seus testículos e ia passando a língua por toda a extensão até chegar a cabeça, onde voltava a colocá-lo inteiro na minha boca.
Caio gemia e se contorcia, mas ainda assim, puxou minha babylook, me deixando apenas de sutiã. Ele se levantou, desabotoou minha calça e a abaixou, juntamente com minha calcinha até meus joelhos. Me colocou de quatro, apoiada no sofá, e chupa gostosamente minha buceta.
Eu gozo com sua língua adentrando passando pela minha vagina e seus dedos me penetrando de leve. Ele desabotoa meu sutiã, e com as mão aperta meus seios.
Eu me levanto, termino de tirar minha calça e fico totalmente nua para receber meu macho.
Nesta hora, tive uma ideia louca. Pego sua mão e peço para que ele me siga. Vamos até o quintal, onde a chuva ainda caía torrencialmente. Ele pára na área coberta, mas eu continuo caminhando pela chuva e totalmente ensopada, paro diante de um banco de madeira. Me apoio nele, fico de quatro e abro minha pernas para Caio.
Excitado, ele se junta a mim debaixo da chuva, me segura pela cintura e enterra seu cacete dentro de mim. Solto um grito de tesão, sentindo sua vara entrando com tudo.
Ele começa a estocar com força, e puxa meus cabelos para trás para ouvir meus gemidos.
Geme, gostosa. Grita, vagabunda, dizia ele.
Aquela chuva molhando nossos corpos, e Caio me fodendo de jeito me deixava com mais tesão ainda, me fazendo gozar.
Ele se cansa daquela posição e se deita sobre uma espreguiçadeira. Sento sobre ele e encaixo seu cacete na minha buceta e começo a cavalga-lo.
Enquanto cavalgo, Caio agarra meus seios com as duas mãos, e as vezes, me puxa para chupar os mamilos. Ele urra de tesão, e antes de gozar, me pede para me comer de ladinho.
Me levanto e deito de lado na espreguiçadeira. Ele se encaixa por trás de mim, abre minhas pernas e me penetra.
Ele mete por longos minutos, quando sinto seu líquido quente jorrar. Ele geme e morde minhas costas de tanto tesão.
Ficamos deitados, com a chuva lavando nossos corpos, quando o levo para tomarmos um banho no chuveiro da área externa.
Nesse tempo, ele se excitou novamente e tivemos que ‘fazer amor’, agora debaixo da água quente.
Caio me confessa que desde a adolescência, quando ia para minha casa com meu filho, tinha tesão por mim. Mas sempre me respeitou por amizade ao meu filho e nunca imaginaria que ia realizar seu sonho.

Autor desconhecido

REALIZADA, GORDINHA E FELIZ


Eu sou gordinha, nunca tive tanta segurança sobre meu corpo e por isto poucos parceiros sexuais que nunca me rendiam uma foda satisfatória quanto as que eu via em meus pornôs diários.  Me aceitava e aceitava muito bem meu corpo pois ainda sim tinha curvas e avantajados seios e bumbum. Me achava gostosa demais na frente do espelho mas ao ter que sair com alguém nunca estava segura. Tinha uma amiga morena e maravilhosa não só de corpo mas também de alma até achava que eu era apaixonada por ela mas tudo mudou quando em uma das festas em que ela me convidou para acompanha-la conheci o Cadu, moreno, 1.80, sorriso colgate total plax, gominhos, olhos pretos, nariz afinalado e boca carnuda e bem chamativa. Sentamos em uma mesa com mais uns 6 amigos da Morena e eu não conhecia ninguem afinal a única pessoa que tinha paciência para mim e minha insegurança era a Morena. Vários drinks e galera animada partimos para a pista de dança eu ja nem vergonha sentia, estava com vestido soltinho de cor preta com detalhes no peito e um salto meia pata que deixava minhas pernas acentuadas, meus cabelos eram longos e eu estava com os cabelos escovados, com uma make básica e batom vermelho quenga que a Morena tinha me ajeitado dizendo que dali eu só sairia sozinha se eu quisesse. Na pista de dança me soltei, rebolava e descia até o chão,  o Cadu não me deixou só um minuto da festa porém, jamais imaginei que ele poderia se interessar por mim. Música vai e vem e me percebo encoxada com mãos enfiada em meu cabelo e outra pressionando o meu corpo de encontro a outro corpo, quem era? Cadu Gostoso. Ele sussurrou em meu ouvido...
- Topa fugir comigo?  Prometo que te devolvo mas não sei quando.
 Eu topei e fomos para seu apartamento que era um glamour. Ao entrar com as luzes apagadas ele me pressionou contra o pilar da sala ligou a tv que tocava uma música super propricia e me disse..
- Agora vamos fazer o nosso show..
Eu já estava para lá de excitada e agradecendo a Deus por ter me lembrado de me depilar naquela noite. Cadu subiu na mesa de centro desabotou o cinto, tirou as calças e dançava me seduzindo que pensei ter molhado o sofá em qual estava. Eu entrei na brincadeira tirei meu vestido e fiquei de lingerie e de quatro em direçao a mesa de centro.. Logo ele me disse...
- Caralho pra que tudo isto meu Deus? Eu não vou dá conta de tanto. Que gostosaaa!
Saiu da mesinha veio em minha direção, me deu uma tapa na bunda, colocou minha calcinha de lado e começou a me chupar como ninguém havia chupado antes.  Me sugava e estimulava meu clitóris com seus dedos, meu cuzinho tambem era seu alvo e ele lambeu como se fosse um sorvete, me chupava numa agilidade com movimentos circulares e sobe e desce que a única coisa que eu pensava era em ver aquele pau dentro de mim. Ele ainda estava de cueca, me virei joguei ele no sofa e por cima da cueca dei várias mordidinhas, ele colocou para fora e nesta hora recebi um tapa de piroca na cara que me deixou ainda mais molhada. Engoli aquele pau lisinho de 19cm grosso inteiro, me concentrei na cabecinha e punhetava todo o comprimento, ele gemia e urrava tão deliciosamente que não queria parar. Então ele me puxou e levantou-se e foi me beijando até seu quarto. Me colocou de quatro e colocou a cabecinha do seu pau na entrada da minha xaninha, e seu dedo estimulava meu cuzinho que nesta hora ja estava molhadinho tambem, o dedinho entrou no meu cuzinho e logo ele encaixou seu pau inteiro na minha xaninha o que me fez gritar como se estivesse no cio... Ah que homem gostoso. Me pegava freneticamente com movimentos de vai e vem enquanto estimulava meu cuzinho, me estapeava e puxava minhas madeixas, estava me sentindo uma puta. Derrepente ele parou, deitou e pediu para ir por cima enquanto eu me posicionava para sentar naquele cacete ele deslizou e abocanhou minha buceta de novo me sugando toda, depois de me deixar toda meladinha com sua saliva subiu e me colocou para sentar, eu kikava enquanto suas mãos pecorria meu corpo e ele sussurrava me chamanda de delícia. Aumentei a velocidade e logo ele gozou enchendo minha bucetinha com leitinho quentinho. Ainda nesta noite transamos mais 3 vezes e meu cuzinho também teve a vez.
Hoje estamos juntos a 8 anos temos um bebê de 10 meses e ainda nos pegamos que nem dois tarados, ja quebramos 2 camas e trocamos por uma box para evitar mais uma quebra e por fim eu continuo gordinha mas desta vez muito satisfeita e feliz com meu corpo.


Autor desconhecido

AMO ORAL


Este é só mesmo um desabafo, não chega a ser um conto, amo chupar, claro também amo dar o cuzinho, sentir o pau entrar na minha bucetinha, mas chupar me deixa louca de tesão.
Tudo isso porque tem uns dias que fiz um boquete em um pau maravilhoso, lindo e tão saboroso que queria que nunca terminasse, quando gozou foi tão bom que me provocou um orgasmo de imediato, senti a minha bucetinha se contrarir como se fosse penetrada até gozar.
Era grosso e cumprido, liso e tão lindo, chupei como se fosse a última coisa que fazia na vida, abocanhei, melei, deixei ele brilhando e depois meti todo na boca até onde pude o deixando me sofucar, depois o chupei de novo, o limpei de toda a saliva e o melei de novo.
Chupei tudo o gozo que saiu da cabeça inchada de tanto eu chupar, amei cada gota e ele foi tão gentil, deixou eu chupar como quis e gozou na minha boca tão mansinho que não se perdeu nada.
Depois ele foi embora e nem sei o seu nome, sai de dentro do seu carro e voltei para dentro da balada somente com o sabor daquela gala na minha boca, fui beijar de novo outro homem.
Amo oral

Autor desconhecido

BOTANDO CHIFRE NO MEU MARIDINHO



Viajamos para casa de praia em nosso lindo litoral piauiense, me chamo Renata, braquinha, sarada, 1,65, peitinhos durinhos e bumbum durinho de malhação, aloirada e bastante fogosa, não nego que sou louca por uma rola dura. Claro que meu maridinho não sabe e não saio a caça de macho, mas óbvio que se surgir a chance não dispenso.
Não estava nos planos aprontar nada pois a casa estaria cheia de parentes nesse final de semana, porém, ocorreu!
Na sexta, Bruninho meu maridinho me avisou que estaria recebendo um primo vindo de Natal para passar uns dias conosco, como estávamos na praia ele iria ficar também na casa de praia até retornarmos para a capital.
Era um exemplarrr de MACHO o Andrey (o primo) enfim, um deus grego, corpão, pernão, bração, todo ÃO.
Sábado amanheceu com um sol escaldante, já sai de biquíni, pequeneninho, rsrsr, e a maioria já estavam na mesa do café, logo depois chegou o Andrey de camiseta e uma sunga mostrando o contorno daquela pica maravilhosa. Todos já se preparavam para descer para praia que fica em frente. Levaram barracas, bebidas e fiquei ainda preparando petiscos . Andrey se prontificou a me aguardar. Safado, cara de safado, jeitão de molecao. Iria me fuder na casa do próprio primo.
Como na frente da casa é toda de vidro, tínhamos uma visão privilegiada de todos se arrumando na praia, barracas, cadeiras, etc.
Nisso Andrey encosta próximo a mim e me da um beijinho no pescoço, me espanto e derrubo um copo que quebra, me abaixo para pegar e me corto, nisso ele segura minha mão e pede para me sentar enquanto ele faz um curativo. Assim, preparando meu dedo cortado (pouquinho) ele pergunta se eu havia me espantado com o beijinho dele, disse que sim, ele me interrompe dizendo que viu quando eu não havia tirado os olhos dele durante todo o café da manhã. Fiquei sem graça, mas ele tem uma voz cativante que me fez ficar inebriada com aquele macho ali em pé com aquela sunga a altura de meu rosto. Andrey se inclinou e me lascou um beijo que terminou de estremecer, me suspendeu ficando em pe encostando seu pau, seu imenso pau que estava estufando a sunga de tão imenso que estava, eu estava dominada alí. Mas fiquei com medo de alguém chegar, nisso ele me puxa para próximo das janelas para ficar de olho na praia e caso alguém viesse. Tínhamos uma visão privilegiada de todos e ele poderia fazer o que quisesse sem medo de alguém nos pegar no flagra.
Andrey já foi me colocando de costas pra ele, enquanto me beijava e ao mesmo tempo afastava meu biquine, tirou seu pau e foi colocando em minha bucetinha que já pingava de tesão da situação. Entrou rasgando tamanho a grossura, chegando a doer nas estocadas por conta do tamanho, pedia pra ele ir devagar, gemia até alto, mas ele estava feito um animal, disse que havia muito tempo que não comia uma mulher gostosa assim como eu, sua priminha.
Safado socou um bocado, era dono da situação. Mas tirou de repente e me beijou e me fez ajoelhar e chupar seu colossal pau, anunciou o gozo e segurou minha cabeça dizendo para engolir todo seu leite quente de macho, seu macho de agora em diante pois ficaria um ano hospedado em nossa casa. E ia me comer todo dia de todas as formas, ia virar meu marido, macho, amante e dono. Ia transformar meu maridinho e primo em corno. Preparar com o tempo o campo para ele aceitar a transformação dele em corno manso e ciente que a mulher dele agora é de outro macho de verdade.
Andrey deu um urro AHHHHHHHH e saiu uns 5 jatos de porra grossa dentro da minha garganta, boca. Quase me engasgo com o leite dele.
Nisso ele olhando pelas janelas vê meu maridinho vindo para casa, nos recompomos e ele se senta no sofá, puxo meu biquine cobrindo minha xota vermelha de tanto levar rola grossa. Mas antes de lavar a boca, Andrey diz que eu não lavasse a boca e que beijasse meu marido com o gosto do pau do macho.
Passei pelo a mão ao menos para tirar o excesso, mas o gosto de outra rola estava na minha boca, assim com o gosto da gala de outro macho, Bruninho entrou, perguntou se eu tava terminando disse que sim, e me deu um selinho, voltou deu outro selinho, srsrsr, apenas sorri e de canto de olho pude ver Andrey sorrindo.
Andrey levantou e disse: Vamos para praia prima? Rsrsr
Mas antes ainda botou uns dedinhos na minha bucetinha e disse que a noite ia encher ela de gala, que eu não trepasse com meu marido antes dele, pois ia marcar o terreno. Que ia me comer na praia a noite.
Não sabia como ia fazer para a desculpa, mas não podia resistir a dar novamente, ser uma fêmea completa para outro macho.
Posso falar que ocorreu, e os meses seguintes foram recheados de muito sexo. Chegou até a deixar meu maridinho sem sexo por 1 mês, porque eu estava bem arrombadinha e ardida de tanto levar rola do priminho. Chegou a passar dias comendo apenas meu cuzinho que ja estava macio parecendo uma xoxotinha de tanto o pauzão de Andrey entrar e sair.

Autor desconhecido

A BATIDA QUER RENDEU UMA FODA BOA



Foi numa quinta-feira, 17h20min, trânsito tumultuado em razão da volta as aulas, paro em um cruzamento e e sinto uma batida na lateral direita do meu carro. Antes mesmo de descer pra ver o tamanho do estrago escuto o esbravejo de uma mulher vindo em minha direção. Descontrolada ela dizia toda sorte de palavras ofensivas, dizendo ser eu o responsável pelo acontecido, e que somado ao barulho do trânsito e o aglomerar das pessoas, me deixou zonzo.
Sai do carro e fui ver o que tinha acontecido enquanto a mulher continuava a falar. Visto o estrago, voltei a atenção para a mulher que estava ao meu lado falando sem parar. Por impulso segurei em seus braços, e com certa força a girei colocando-a com as costas em seu carro e gritei um cala a boca bem perto do seu rosto. Gritei mesmo com vontade enquanto a apertava de encontro ao carro. Ela assustada deu um tapa que pegou em meu ombro, e que por reflexo levou outro, fazendo sua cabeça balançar e soltar o prendedor do cabelo, que solto e despenteado, caiu sobre seus ombros. Foi ai que eu prestei atenção na situação: eu estava praticamente no meio de suas pernas, tinha dado uma senhora de uma bolacha em seu rosto, que já começava a ruborizar as marcas dos meus dedos, ela com o rosto abaixado, com a respiração ofegante e com o carro batido.
Quando senti o cheiro delicioso do perfume que ela usava foi que eu realmente olhei para a mulher que ali estava. Soltei então uma das mãos e retirei a prendedor de cabelo que estava pendurado, acertei o cabelo dela e com a outra mão levantei seu rosto segurando em seu queixo. Seus olhos já mareados pelo choro do susto que levou, realçavam ainda mais a belíssima mulher que ela era. Com uma voz firme disse:
- Situação nenhuma, por pior que possa parecer, merece que uma mulher tão bela quanto você abaixe a cabeça. Tenha calma que nós vamos resolver isso da melhor forma possível.
Soltei seu rosto e me afastei. Pensando na situação, imaginei ai o motivo do descontrole dela ao bater em um esportivo italiano, por trás. A aglomeração já se fazia grande ao redor do acidente, apesar do pouco estrago. Novamente me dirigi a ela dizendo que meu carro tinha seguro e perguntei a ela se o dela tinha:
- Sim, mas nem se eu vender o meu carro vai cobrir o seu concerto, e o meu marido vai me esfolar viva. Admitindo a barbeiragem, voltou a abaixar o rosto.
- Não faça isso de novo.
- O que? Perguntou ela.
- Abaixar a cabeça.
Ela olhando pra mim puxou um lado da boca no que pareceu um sorriso concordando com a minha afirmação. Pedi que as pessoas deixassem o local e chamei a minha corretora de seguros, a dela e a polícia para registrar a ocorrência. Já passava das 7 horas quando o guincho levou o carro dela, cujo pára-choque prendeu a roda. Foi ai que ela se lembrou que estava indo buscar o filho em uma escola ali próximo, voltando a ficar apreensiva. Sugeri então levá-la, e que o filho dela iria gostar de andar no meu carro, o que diminuiria a raiva dele em ficar esperando mais de duas horas pela mãe.
Chegando na escola, ela desceu e foi buscar o filho, que ao vê-la já foi logo reclamando de fome e da demora. Ao se aproximar do carro o garoto não deixou de notá-lo. Quando entrou eu o cumprimentei, perguntei se ele tinha gostado do carro e sugeri compensá-lo pelo atraso com um Mcdonald´s, prontamente aceito por ele. No colo da mãe, pouco comeu o sanduíche, pois perguntou tudo sobre o carro até chegarmos ao prédio onde moravam. A carona oferecida tinha por mim dois propósitos: primeiro saber onde ela morava para saber se não teria problemas com a batida, e segundo porque ela era realmente linda (e põe linda nisso), cheirosa e falava um português maravilhoso quando estava em estado normal. Ao chegarmos ao edifício, ela subiu com o filho e eu fiquei esperando que ela voltasse com o marido para os acertos. Uns 10 minutos se passaram e volta ela com o marido com uma cara... e discutindo com ela. Ele não teve o menor respeito com ela na minha frente. Tratamos rapidamente sobre o ocorrido, eu deixei com ele o meu cartão e fui saindo. Mas não sem antes gravar a figura de uma mulher vestindo roupa de ginástica que revelava uma verdadeira máquina, como é gostosa aquela danada. Dizendo-se atrasada para a academia ela retirou o cartão da mão do marido e desceu pra garagem onde iria pegar o outro carro.
Lá pelas 21h30min toca o meu telefone, era ela, dizendo ainda estar na academia fazendo esteira e pensando em como se desculpar. Eu disse que ela não tinha do que se desculpar, mas ela insistiu que tinha. Ai eu disse que se ela me pagasse um açaí estaria desculpada, ela topou na hora. Marquei de passar na academia para que ela me acompanhasse, disse a minha esposa que iria encontrar o marido dela e saí. Chegando na academia ela já me esperava na porta segurando uma toalhinha e uma garrafinha de isotônico. Aproximei cumprimentando-a com três beijos no rosto ruborizado, quente e um pouco suado pelos exercícios.
- Vamos, disse querendo logo tirá-la de lá.
- Vamos, disse ela segurando a toalha e o isotônico em uma das mãos e segurando uma de minhas mãos disse enquanto andávamos:
- Olha, eu queria que você não ficasse com uma impressão errada de mim, eu fiquei muito nervosa naquela hora.
- Não se incomode com isso, não vale a pena, além do mais estou aqui para comer um açaí e selar essa historia não é?
- Sim, isso é. Mas eu não sei como vamos poder pagar o seu carro!
Enquanto andávamos em direção aos carros a conversa foi ficando mais solta, e eu não deixei de comentar sobre a grosseria do marido com ela na minha frente. Nessa hora ela se soltou, disse que ele era um cara grosso mesmo, que seguidamente a tratava mal em frente a estranhos ou mesmo amigos... e foi soltando o verbo sobre o maridão, até que já chegando perto do carro dela ela disse que ele também vinha tratando muito mal dela na cama, satisfazendo as necessidades somente dele e constantemente a deixando na mão em relação a orgasmo. Notei é claro que ela estava "P" da vida com o marido. A academia fica em frente a uma clínica psiquiátrica, em uma rua erma naquele horário, e com muitas árvores, deixando bem escura a rua apesar de ter um bom movimento de veículos passando.
Quando ela estava falando que o marido só andava pensando nele eu a segurei pelo braço, a virei para mim, empurrei um pouco para trás encostando suas costas em uma Meriva ali parada e dei-lhe uma senhora de uma chupada nos lábios e depois um longo beijo. Apesar de assustada com a ousadia, ela correspondeu inteiramente ao beijo, passando a língua por toda a minha boca e sugando a minha língua como uma criança. Aproveitei para colar meu corpo ao dela, que estava quente e trêmulo. Meu pau já estava duro e eu esfregava a minha coxa contra o testa de sua bucetinha. Ela começou a suspirar e disse:
- Que loucura...
Eu nem falei nada, continuei o amasso e forcei meu peito contra os seios dela abraçando-a com bastante vontade. Nas poucas vezes que soltávamos a língua um do outro ela dizia:
- Ai meu Deus o que é isso que eu estou fazendo... e voltava a me beijar.
Nossas mãos começaram instintivamente a percorrer o corpo um do outro até que ela passando a mão por cima da minha calça apertou o meu pau já duro como uma pedra. Nessa hora ela disse admirada:
- Nossa!!
- É todo seu... disse sem desgrudar os lábios dos dela.
- No estado que eu estou não dá nem para esperar chegar a algum lugar.
Não tive dúvidas, virando-a de costas, abaixei a calça de malha e vi que ela estava sem calcinha, e usava um colan que abotoava bem na buceta. Ai ficou fácil, soltei as duas presilhas e senti que ela estava inundada de tesão que escorreu pelas pernas dela. Apoiada com as mãos no carro, ficou na ponta dos pés e empinou a bunda para trás enquanto eu colocava o pinto pra fora. Olhá-la naquela posição, a minha mercê, esperando que eu enfiasse o pau na sua buceta foi uma das visões mais espetaculares da minha vida. Segurei suas ancas com uma das mãos e com a outra direcionei o pau pra entrada da sua xana. Ela sentindo o toque do meu pau empinou um pouco mais a bunda e forçou-a de encontro ao meu pau, que deslizou buceta a dentro. Que calor eu senti, e apesar de bem lubrificada meu pau estava bem agasalhado, eu podia sentir as paredes da buceta envolvendo todo o meu pau, que a essa hora já chegava ao fundo de sua entrada. Encostei o púbis em sua bunda e comecei um leve movimento de vai e vem pra acomodar o cassete.
- Aíiiiiii que Delícia, mete tudo vai... disse ela baixinho e com os dentes serrados.
Eu sou bem mandado e obedeci. Com uma das mãos segurei seu ombro e a outra abracei sua virilha puxando-a de encontro ao meu pau para guiar os movimentos e mandei ver bombando sem dó naquela buceta suculenta. A medida que eu fui bombando ela começou a gemer alto, me obrigando a tirar a mão do ombro e colocar em sua boca, que mesmo tampada ainda soltava murmúrios. Eu metendo sem dó vi aquela potranca cheirosa se contorcer e bambear as pernas, explodindo em um gozo descontrolado. Como eu ainda não tinha ido e ela estava com as pernas bambas, tive que soltar a mão da boca para segura-la pelo quadril enquanto bombava naquela buceta até gozar. Apesar da penumbra, os pelinhos que cobriam suas nádegas eram pequenos e douradinhos, ornamentando uma nádega lizinha. Olhando para aquele traseiro não demorei a gozar, gozei tanta porra que escorreu pelas pernas dela e pelo meu saco. Nessa hora ela colocou a mão na buceta segurando a porra lá dentro enquanto eu tirava o pau.
- Quero guardar essa porra ai dentro para levar para o meu marido. Vou dar pra ele hoje com a sua porra ai dentro, quero ver se ele nota que hoje eu fui de um macho gostoso pela primeira vez fora do meu casamento. Disse ela abotoando o colán e levantando a malha.
Com a mão toda melada ela me deu um beijo, colocou os dedos na boca e lambeu a porra e complementou:
- Delícia... amanhã eu te ligo para você terminar o que começou hoje, porque eu estou parecendo estar com febre de tanta vontade de sentir esse seu pau na minha buceta e o meu cúzinho.
Passou dois dedos na minha boca, mandou um beijo e virou-se em direção ao seu carro. Nesse exato momento vimos que a poucos metros dali estava sentado em um banquinho o vigia dos carros da academia, um senhor aposentado que estava com o pau pra fora e caladinho vendo toda a nossa foda. Ela me olhou assustada.
- Tudo bem, pode ir tranqüila que eu resolvo isso. Disse a ela.
Ela passou pelo senhor que continuou com o pau pra fora e ainda se masturbando. Esperei ele terminar a punheta e perguntei se ele tinha visto alguma coisa?
- Nadinha não senhor.
Dei a ele uma ótima gorjeta por vigiar os carros e fui embora. Logo de manhã ela me ligou contando que o marido reclamou do ensopado da buceta mas meteu, gozou e virou de lado pra dormir, e que por incrível que parecesse ela estava com mais tesão e vontade ainda maior de chifrá-lo novamente. Passamos a manhã juntos num motel, onde ela me pediu que não cobrasse a batida, pois eles não tinham como pagar em dinheiro, mas que ela poderia me compensar em sexo.


Autor desconhecido

quinta-feira, 27 de abril de 2017

MASSAGEM COM COLAR DE PÉROLAS (FINAL)

Olá, me chamo Raphaela, sou esteticista e massagista, tenho 35 anos, sou loira, seios pequenos, um bumbum médio bem redondinho, uma barriguinha bem gostosa, e casada há quatro anos, e hoje vou contar para vocês como foi a abertura da "famosa gaveta", em que Roberto havia deixado um bilhete.


Sabe aqueles dias em que você acorda super de bom humor e decide que nada vai estragar o seu dia ?  Pois é, foi assim que eu acordei naquela quinta-feira. Tomei um belo banho, vesti uma langerie branca de renda ( a calcinha era um fio dental maravilhoso) coloquei uma saia secretaria dois dedos acima do joelho, uma blusinha branca bem colada deixando um decote discreto e sensual, escovei meus cabelos e os prendi em um rabo de cavalo, coloquei uma salto fino, passei uma maquiagem leve e fui trabalhar.


Chegando em meu consultório fui dar uma olhada na minha agenda e foi quando meus olhos correram para aquela gaveta, apenas em olhar meu corpo reagiu, senti um frio na barriga, um arrepio na pele e foi quando surgiu uma enorme vontade em abri-la. Destravei e puxei bem devagar e um papel dobrado começou aparecer, terminei de abrir e peguei o papel, quando abri estava escrito um endereço e um número de telefone acompanhados da seguinte mensagem: "ME LIGUE OU ME ENCONTRE" PS: R.


Aproveitei o meu ótimo humor e minha auto estima e naquele momento decidi fazer uma "arte". Remarquei minhas clientes, passei em uma loja comprei algumas "coisinhas", e com aquele papel em mãos fui dirigindo para ver aonde daria aquele endereço. Quando cheguei no local indicado, confirmei várias vezes para ver se eu não estava enganada, cheguei a pensar que era uma piada o endereço era de um enorme prédio, que abrigava os escritórios dos engenheiros da maior e mais conceituada construtora da região. Acelerei o carro e pensei em desistir, mas algo dizia para eu descer e entrar naquele lugar.


Desci do carro, parei em frente ao prédio, e comecei a ler aquelas inúmeras placas para ver se o nome dele estava lá, eu não sabia seu nome completo mas consegui identificá-lo pelo primeiro nome e pelo telefone. Com um imenso frio na barriga, coloquei um sorriso no rosto e entrei. Me deparei com uma enorme recepção, e uma bela morena atrás do balcão.


-Bom dia, gostaria de saber como faço para falar com o Roberto !


- Oi bom dia, para falar com os engenheiros é necessário agendar uma data e horário. Posso agendar para segunda ?


- Acredito que ele não vá se incomodar por eu ter vindo sem agendar.


Ela me olhou com uma cara nada amigável, falou com alguém ao telefone e disse:


- Pode subir a sala dele é no décimo quarto andar.


Agradeci e fui até o elevador, pensando no que eu estava fazendo, eu era casada e estava fazendo uma coisa dessas.


Chegando no andar me deparo com outra secretaria e ela pergunta meu nome, digo para avisar que é uma amiga e escuto ela dizendo ao telefone : Ela não quer falar o nome doutor.

Ela apontou para uma poltrona e pediu para eu aguardar, que em breve seria atendida e assim eu fiz, quando de repente escuto uma voz conhecida abrindo uma porta falando:- Vamos ver quem é a moça.... -Raphaela ?


Me levanto e digo: - Olá Doutor Roberto estou atrapalhando ? Poderia ter deixado claro que o endereço era seu local de trabalho.


- Acontece que eu passo mais tempo aqui do que na minha própria casa, você não está atrapalhando sabe o quanto esperei sua visita, venha entre.


Entrei em seu belo e espaçoso escritório, um local fresco, com um aroma suave. Ele fechou a porta e disse: - Agora acredito que dias ruins podem melhorar, que ótima surpresa, o que te trouxe até aqui ?


- Bom além do meu ótimo humor, um papel deixado na minha gaveta escrito a próprio punho me trouxeram até aqui.


Ele se aproximou por trás, deu alguns beijinhos em meu pescoço, me pegou pela cintura deixando minha bunda bem colada em seu pau que já estava duro e disse baixinho em meu ouvido: - Humm, tem certeza que foi só isso que te trouxe até aqui ?


Meu corpo respondeu automático aquela pergunta, eu já estava arrepiada e minha buceta toda molhada piscando de tesão. E eu respondi: - Na verdade não foi só por isso que eu vim.


Tirei meus sapatos, bem devagar e com cara de vadia tirei minha saia e minha blusa ficando apenas de langerie. Tirei um óleo de massagem da minha bolsa, um colar de pérolas, fui até sua mesa sentei e disse:
- Hoje sou eu que quero uma massagem.


Ele veio até mim e sem dizer nada parou em pé no meio das minhas pernas. Eu cruzei minhas pernas em sua cintura, e fui desabotoando cada botão de sua camisa e falando: - Hoje eu acordei super bem e com uma vontade de fazer coisas diferentes e quando vi minha gaveta senti vontade de você, vontade do seu corpo, vontade de rebolar minha buceta no seu pau, vontade de ser sua puta ( e enquanto desabotoava a camisa, ia dando beijos e leves chupadas em sua barriga).


Fomos interrompidos por um telefonema ele atendeu e era uma das recepcionistas, ele disse à ela para desmarcar as reuniões da tarde e que ela poderia tirar o restante do dia de folga, enquanto ele passava algumas orientações para a moça, fui até ele e desabotoei sua calça, me ajoelhei na sua frente e abocanhei seu pau, engolia tudo deixando minha baba escorrer e ia tirando bem devagar da boca, olhando para cima em seu rosto com cara de vadia, ele suava de tanto tesão e a ligação o impedia de pronunciar qualquer gemido. Ele encerrou a ligação, pegou em meu cabelo e me levantou, me deu um beijo forte, cheio de tesão: - Está doida pra me judiar né cachorra ? Vem aqui safada agora é minha vez de judiar.


Ele mandou eu me deitar em sua mesa, colocou minhas mãos para cima, tirou sua gravata e prendeu minhas mãos. Tirou meu sutiã e começou a morder levemente meus mamilos, mordia um, e brincava com o polegar no outro, foi descendo sua boca e passando sua língua quente em meu corpo até chegar na minha buceta. Começou a beija-lá por cima da calcinha, beijava e fazia movimentos circulares com os dedos em meu clitóris, eu gemia feito uma cadela no cio, ouvindo ele falar: - Que delícia ver essa calcinha toda molhada, sentir o cheiro dessa buceta. Com os dentes, ele foi tirando minha calcinha, e começou a me chupar. Passava sua língua lambendo todo mel que escorria, beijava minha buceta de uma forma que estava me enlouquecendo, e eu não resiti e gozei em sua boca, ele lambeu minhas coxas saboreando cada gotinha que havia escorrido ali. Minhas pernas ficaram bambas e eu fiquei ali quietinha por alguns segundos, aproveitando aquela deliciosa sensação.


Roberto me pegou no colo e me deitou em um tapete de pêlos, confortável e macio no chão, eu com as mãos ainda presas. Pegou o óleo de massagem pingou um pouco em meu corpo e começou a massagear. Começou pelos meus seios passava suas mãos em um ritmo bem devagar, esfregava seus dedos brincando com meus mamilos, suas mãos deslizavam facilmente devido ao óleo, eu já estava cheia de tesão novamente, ele passou um pouco mais de óleo nas mãos e começou a passar em minha barriga, suas mãos eram macias deslizavam feito seda em meu corpo, ele fazia questão de apertar minha cintura (percebeu que ali é meu ponto fraco). Passou mais óleo nas mãos e deslizou para as minhas pernas, fazia um leve movimento de sobe e desce, suas mãos firmes estavam me enlouquecendo, ele subia suas mãos em minhas pernas e entre um movimento e outro ia lambendo minhas coxas. Passou mais óleo e levou sua mão por cima da minha buceta, massageando em movimentos circulares com a palma da mão, e esfregando o seu polegar no mesmo sentido em meu clitóris, eu estava enlouquecendo e não resisti gozei loucamente mais uma vez.


Mas ele não parou por aí, pegou o colar de pérolas, enrolou em suas mãos, passou mais óleo, e começou deslizar o colar em meu corpo. Começava na barriga e subia para meus seios, passava o colar lentamente em meus mamilos, o contato do colar com a pele e o efeito do óleo eram enlouquecedores, subia e descia suas mãos. Ele pegou o colar ainda enrolado nas mãos e começou a esfregar em minha buceta, esfregava abrindo e fechando as mãos, girando esfregava o colar devagar em meu clitóris e ia descendo até chegar perto do meu rabo e brincar ali também, o meu corpo reagia com espamos de tesão. Delicadamente ele foi introduzindo o colar na minha buceta, segurando apenas uma ponta para fora, e com um polegar brincando meu clitóris, lentamente ele foi puxando o colar, meu corpo não aguentou e tive outro orgasmo dessa vez mais intenso, esguichando porra.


Ele não deixou eu nem recuperar do orgasmo, desamarrou minhas mãos e mandou eu ficar de quatro que ele iria fuder minha buceta. Obedeci, fiquei de quatro, ele colocou um preservativo, e foi metendo aquele membro dentro de mim, ele dava fortes estocadas, batendo suas bolas na minha bunda, me puxava pelo cabelo e dava fortes tapas na minha bunda, ele ia aumentando as estocadas e os tapas conforme eu ia dizendo: - Mete na sua puta cachorro, mete esse pau em mim, fode a buceta dessa vadia, bate na minha bunda mais forte que eu quero apanhar.


Ele tirou seu pau da minha buceta, e sem dó meteu no meu rabo, dei um grito mas o tesão que eu estava amenizou a dor.
- Quer que te fode né vadia, rebola esse rabo no meu pau, quero deixar esse cuzinho todo estourado, rebola cachorra.

Ele foi amenizando as estocadas e percebi que ele havia gozado, e eu também gozei mais uma vez. Ficamos deitados ali no chão, por mais um tempo sem dizer nada, apenas nos acariciando e nos beijando. Fiquei até o ínicio da noite em seu escritório, mas tudo que é bom dura o suficiente para ser inesquecível, e fechou com chave de ouro o meu dia de ótimo humor.


Eu e Roberto ainda saímos juntos, na verdade ele se tornou meu amante, estou pensando em uma forma de juntar, ele e meu marido em uma transa, e me saciar naqueles dois paus que eu tanto gosto, e se isso acontecer eu conto para vocês.


Espero que gostem.


Loira Casada

sábado, 22 de abril de 2017

CASADA GOZANDO COM DOIS

Olá pessoal, me chamo Paulo, tenho 1,85 de altura, 88kg, pele clara, olhos castanhos escuro, moro em Palmas-TO, e hoje irei contar mais uma aventura que tive recentemente.

Meu amigo Marcos(branco, estatura mediana, faz bastante sucesso com as mulheres) comentou comigo que estava saindo com uma casadinha tarada e gostosa, e que durante as saídas deles haviam comentado a possibilidade de uma "brincadeira" a três, ele chamaria um amigo e ela iria transar com os dois, de princípio ela não gostou da idéia, mas depois foi se rendendo ao tesão que aquela possibilidade lhe proporcionava até que em uma troca de mensagens ela diz que queria "brincar" com ele e seu amigo, que neste caso seria eu.

Marcos entrou em contato comigo e perguntou se eu estaria disponível na quarta-feira da semana seguinte, pois seria dia da sua folga no trabalho, confirmei minha disponibilidade, marcamos para as 17:30h no Posto Trevo de Taquaralto. No dia combinado nos encontramos e fomos buscar Rosy, enquanto isso fomos conversando, perguntei como ela era a respeito de sexo, quais as limitações, o que ela não curtia de jeito nenhum, para não correr risco de estragar o momento já que até então não havia conversado com ela, Marcos disse que eu poderia ficar tranquilo porque a casadinha não tinha frescuras, gostava de tudo, muito safadinha, informações que me deixaram bem animado.

Chegamos no local que Marcos havia combinado com Rosy, e lá vem ela, uma morena baixinha, magra, cabelos negros e longos, um sorriso de safada, em um vestido branco  um pouco acima dos joelho, uma bela morena. Parecia está muito a vontade, entrou no carro e já foi me cumprimentando com aquele sorriso malicioso, cumprimentou Marcos com um beijo, me elogiou, disse que era um rapaz bonito, sei que o clima estava ótimo, ainda comentou que havia esquecido de colocar a calcinha(como se não fosse de propósito rss), falamos que não havia necessidade de calcinha

Fomos direto para o Ellus Motel de Taquaralto, entramos na suíte e Marcos já começou os amassos com Rosy, ele deitou na cama, ela subiu em cima dele, se beijavam, Marcos foi subindo o vestido dela e logo confirmei sua afirmação de antes, realmente estava sem calcinha, e foi revelada uma buceta lisinha e melada, a qual logo me aproximei e comecei acariciar, com ela deitada por cima do meu amigo e com aquela bunda empinada comecei a chupar sua buceta, a safada rebolava na minha boca e gemia gostoso, logo Marcos mudou de posição, tirou sua roupa e colocou a casada safada para chupar seu pau, ela ficou de quatro chupando o pau dele enquanto deitei e me posicionei em baixo da sua buceta e continuei saboreando aquela delícia, ela continuava rebolando na minha boca, mas logo disse que queria ser fodida, Marcos deita e Rosy senta em seu pau, deu uma rebolada e já pediu para eu meter também, ela estava louca por uma dupla penetração e não queria perder tempo, coloquei uma camisinha e comecei a empurrar meu pau naquele rabo sedento, ela ficou quietinha até engolir todo meu cacete, ela ficou maravilhada com um pau na buceta e outro no cuzinho, começou a rebolar e gemer alto, falando que aquilo era muito gostoso, então passei a socar com vontade naquele rabo gostoso, em poucos minutos ela anuncia que iria gozar e assim chegou ao seu primeiro orgasmo, ficou alguns segundos quietinha, voltei a meter devagarinho, a safada gemia e continuava falando que era muito gostoso, o que me fez querer fuder ainda mais seu cuzinho, logo percebi que a casadinha já iria gozar novamente, e assim foi, gozou gemendo, gritando, segurando o lençol da cama e se derretendo em prazer com dois paus preenchendo sua buceta e seu cuzinho ao mesmo tempo. Demos uma pausa de mais ou menos uns dois minutos e a casadinha já estava louca para ter mais, agora Marcos passa a fuder sua buceta enquanto ela chupa meu pau, em pouco tempo vejo ele socando no rabo da safada, questão de minutos ela anuncia outro gozo, só então percebo que sexo anal é o seu ponto fraco. Rosy goza seguidas vezes levando pau naquele cuzinho gostoso. Depois coloco a casadinha de quatro e soco na sua buceta, ela como sempre rebola muito gostoso, mas sei onde exatamente ela quer ser fodida, então tiro da buceta e meto no seu rabo insaciável, aí sim, ela geme enquanto engole o pau do meu amigo Marcos, e mais uma vez tem sequências de orgasmos. Como é gostoso sentir aquela casadinha gozando inúmeras vezes.

Marcos fica de pé e oferece seu pau para Rosy chupar enquanto a safada continua sentada no meu, depois nós dois ficamos de pé, e ela se delicia chupando os dois paus, hora revezando, hora tentando chupar os dois de uma vez, fazendo aquela cara de safada perfeita para ser apreciada.

Agora deito Rosy e passo a fuder novamente sua buceta, soco com vontade, quero sentir sua buceta se contraindo no meu pau e assim foi, a safada goza gostoso, tiro a camisinha e levo meu pau até sua boca, agora ela é fodida no cuzinho mais uma vez por Marcos, incrível como essa casadinha goza, ela se desmancha no pau do meu amigo. Mas como sabemos, ela é casada e não pode demorar chegar em casa, a safada pede para gozarmos em sua barriga, diz que quer ficar toda melada, e claro que prontamente atendemos o seu pedido, primeiro gozo eu, jorrando jatos de porra naquela pele morena e suada, em seguida Marcos também goza deixando a casadinha toda lambuzada de porra.

Rosy diz que se soubesse que era tão bom fuder com dois já teria feito bem antes, também disse que quer repetir a "brincadeira" em breve. Então vamos aguardar a próxima aventura com essa casadinha gostosa.


Senhor Z

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O PRIMO DA MINHA AMIGA



Era uma quinta feira, véspera de feriado. Minhas colegas de casa se arrumavam pra sair, dessa vez eu não ia,  estava com matéria acumulada da faculdade,  iria aproveitar o feriado pra por tudo em dia. Me chamo Alice, tenho 22 anos, morena dos olhos claros, baixinha, posso dizer que sou bem ousada.  O celular da Bruna toca, um primo dela teve um problema em casa, queria ir pra nossa casa, ela disse que estava de saída,  convidou o primo pra ir, mas ele disse que só queria ficar quieto pra esfriar a cabeça, ela disse que eu iria ficar, se ele quisesse vim pra cá podia ficar a vontade, eu concordei. Afinal o primo dela e um cara bem legal, já nos vimos algumas vezes, confesso que acho ele um tesão, mas eu estava focada no meu computador e matérias, estava usando um baby doll vermelho de shortinho, as meninas saíram por volta de umas 22h e logo a campainha toca, como eu já sabia que ele vinha, perguntei quem era e pedi pra entrar que a porta estava aberta. Ele entrou, trancou a porta disse boa noite e se jogou no sofá,  estava exausto, as coisas lá na casa dele deve ter sido bem tensa. Vi que ele não estava bem e disse: - Estou indo fazer chocolate quente,  quer que eu faça um pra você também?
Ele jogado no sofa ainda disse que seria ótimo, ver ele daquele jeito, aumentava o meu tesão, fiz duas xícaras bem grandes,  entreguei a dele,  e voltei pro meu computador,  me perguntou o que eu estava fazendo expliquei a ele que era coisa da faculdade, ficamos conversando, logo o chocolate acabou, ele disse que iria fazer mais, avisei ele que já tinha acabado, então ele voltou com uma garrafa de vodka e perguntou se eu acompanhava, não pensei duas vezes. Já era quase 02:00 da manhã, e ele começou falar do que tinha acontecido, falei pra ele relaxar, disse que faria uma massagem nele, ele sentado na poltrona  fui por trás e comecei fazer uma massagem por cima na camisa mesmo, ele dizia que minhas mãos eram maravilhosas, ele tinha um cheiro maravilhoso, eu sou muito ligada no cheiro das pessoas. Não resistir e cheirei o pescoço dele, pra sentir melhor aquele cheiro maravilhoso. Ele me puxou pro colo dele e me deu um beijo, um longo beijo molhado e quente, até me surpreendi mas correspondi deve ter sido por causa da vodka e pelo tesão que eu sinto por ele. Ele beijava meu pescoço, suas mãos percorria o meu corpo,  minha bucetinha pulsava de tesão, minha calcinha estava toda melada, ele colocou suas mãos por dentro da minha blusa, me apertava. Seu cacete estava duro feito pedra, tratei logo de tirar aquela calça dele e cair de boca naquele pauzão, um pau delicioso, quente, eu chupava, babava ele todinho, tentava engolir ele todo, mas não cabia na minha boca e ele dizia.
- Você não tem idéia do quanto eu esperei por isso. Chupa mais vai sua vadia.
Aquilo me enchia de tesão, eu babava mais ainda aquele pau, ele gemia e eu ficava louca. Logo ele me levantou, me jogou no sofá grande, tirou minha roupa, me abriu todinha e começou me chupar, nossa, que boca gostosa, sabia exatamente o que fazer. Logo anunciei que iria gozar na boca dele, e ele dizia que eu era muito gostosa, que  minha buceta era deliciosa. E que queria me fuder todinha, me colocou de quatro, colocou um preservativo, e começou a meter em mim, começou a meter de leve, tirava e colocava me torturando, eu pedia mais e rebolava naquele pau, estava uma delícia eu pedia pra não parar, ele puxava meus cabelos e tava tapas em minha bunda, eu já estava quase gozando de novo, quando mudamos de posição,  ele veio por cima de mim, me beijava muito, me mordia, e dizia que o sonho dele era me fuder daquele jeito. Eu delirava naquele pau. Anunciou que iria gozar, eu já não me aguentava mais e acabei gozando junto com ele.  Caímos no sofá e ficamos olhando um para o outro, tomamos um banho juntos, o dia já estava quase amanhecendo, fomos deitar, logo as meninas chegaram da festa, e foram dormir também.  Nunca contamos pra elas o que houve naquela noite.

Casadinha Sapeca