Olá, me chamo Raphaela, sou esteticista e massagista, tenho 35 anos, sou loira, seios pequenos, um bumbum médio bem redondinho, uma barriguinha bem gostosa, e casada há quatro anos. Lembram do meu conto “Massagem com colar de pérolas” em que meu paciente Roberto me pediu uma massagem com colar de pérolas para ajudá-lo em uma suposta disfunção erétil? Passamos duas horas deliciosas naquela sessão, e no final do dia recebi um bouquet de flores com um recado dizendo que ele havia se apaixonado por mim e tinha deixado o número do seu telefone em minha gaveta, até então eu não consegui mais abrir aquela gaveta, pois, sabia que eu não iria resistir e iria acabar ligando para ele, pois, também não consegui mais tirá-lo da minha cabeça. Hoje vou contar para vocês como foi o meu segundo encontro com Roberto.
Era sábado á noite, eu e meu marido fomos convidados para sermos padrinhos de casamento de um amigo de infância dele. Eu estava linda naquele dia, coloquei um vestido longo vermelho todo de renda nas costas, salto agulha que realçava ainda mais o meu corpo, uma maquiagem linda e um batom que deixou meus lábios ainda mais carnudos do que já são. Fomos na cerimônia religiosa, e depois nos dirigimos para a festa.
Quando chegamos, começamos a beber um vinho delicioso e que em pouco tempo já estava começando a subir e me deixar mais “alegre”. Fui até o banheiro para dar uma olhada na maquiagem, quando ia entrar senti uma mão quente me puxando pelo braço e me encostando com força na parede, quando eu pensei em rebater aquela grosseria e me virei fui surpreendida por aquele sorriso conhecido, aquele moreno todo sexy em um terno, era Roberto e eu não conseguia acreditar.
Fiquei paralisada, e ficamos nos encarando por alguns segundos, fiquei sentindo aquelas mãos enormes segurando forte os meus braços contra a parede, não conseguia esbanjar qualquer reação, apenas sentir um calor percorrendo meu corpo, um arrepio, e minha buceta pulsando, demonstrando o tesão que aquele momento estava me proporcionando.
Ele aproximou seus lábios dos meus e sussurou:
- Então você não quis me ligar ?
- Eu ainda não abri a gaveta
- Quer dizer que está pensando então minha loira das mãos de ouro ?
Mordi meus lábios e soltei um sorriso safado. - Acho melhor você me largar e deixar eu ir ao banheiro, se meu marido vier atrás de mim não vai gostar de encontrar essa cena. Eu sou casada Roberto.
- Então você é casada? Meu pau quase pulou para fora só de ouvir essa frase saindo tão sexy dessa sua boca tão linda.
Ele disse isso e esfregou o polegar em meus lábios e me deu um selinho molhado e dando uma leve mordida e continuou : - Atrás do estacionamento do lado esquerdo tem uma porta marrom vou te dar dez minutos para me encontrar lá, eu sei que você quer posso sentir em seu corpo, na sua respiração, quero te dar motivo suficiente para abrir aquela gaveta e me ligar.
Ele virou as costas e foi. Eu entrei no banheiro, e tentei voltar ao mais normal possível. Quando voltei para a mesa meu marido foi logo perguntando o motivo da demora, eu disse que não estava me sentindo muito bem, que o vinho não tinha caído tão bem assim, que eu ia lá fora tomar um ar, ele concordou e ofereceu para ir junto, fui salva pelo noivo que o chamou para ir cortar a gravata, eu disse para ele ir, que eu estava bem e ia sozinha mesmo.
Enquanto me dirigia lá para fora, podia sentir o quanto eu estava excitada, o quanto meu corpo queria tudo aquilo, a vontade que eu estava de sentir e tocar aquele pau novamente. Quando abri a porta, percebi que era um depósito, e lá estava ele, sentado em uma mesa de madeira, eu fechei a porta e não demorei para partir pro ataque, fui até ele e o beijei matando a vontade que eu estava daquela boca, nos beijávamos gostoso, aquela língua quente explorando minha boca, eu estava quase gozando apenas com aquele beijo.
Fui abrindo sua camisa, e passando minha língua naquela barriga gostosa, fui beijando lentamente até chegar em seu pau, abri sua calça e liberei aquele pau delicioso quente, pulsando de tesão. Abocanhei aquele cacete, e chupei degustando cada parte, colocava aquela delícia bem devagar e inteiro dentro da boca e depois tirava olhando com cara de vadia para ele.
Sentia seu pau crescer cada vez mais em minha boca, mas eu não conseguia parar, estava me deliciando, e ele gemendo estava me enlouquecendo.
- Vai cachorra, engole meu cacete, chupa vadia, chupa esse pau que tanto te deseja e quer te fuder todinha. Humm, noosssaa, você está me matando engolindo e me olhando com essa cara de cadela, você quer porra vadia, quer sentir meu gosto, então toma...
Engoli todo seu gozo, ele me puxou pelos cabelos e me beijou novamente, compartilhando seu gosto comigo. Abriu o ziper do meu vestido, e me deixou apenas de calcinha e sandália. Me pegou no colo e me colocou sentada de pernas abertas na mesa, começou a mamar meus peitos, passando aquela língua quente em meus mamilos arrepiados de desejo, foi descendo sua boca, até chegar em minha buceta, tirou minha calcinha e começou a me chupar. Eu nunca tinha sentido tanto tesão com uma chupada, mas ele era diferente, ele sabia chupar, chupava meu clitóris com delicadeza, e metia dois dedos em mim. Ele chupava os lábios da minha buceta, me deixando cada vez mais excitada, cada vez mais melada, e me lambia em movimentos rápidos feito um cachorro, não resisti aquela tortura, e gozei em sua boca, gozei muito e ele lambeu cada gotinha, beijando e lambendo o que escorreu em minhas coxas.
Ele colocou um preservativo naquele cacete que já estava todo duro novamente, me puxou para beirada da mesa, colocou uma das minhas pernas em seu ombro, me deixando bem aberta para receber seu pau, e socou aquele pau delicioso em mim, me preenchendo, ele dava estocadas fortes, e apertava meus seios com força, brincando com meus mamilos.
- Tá gostando cachorra ? To fudendo do jeito que você gosta ? Engole meu pau vadia.
- Faz de mim sua puta, mete nessa vagabunda, arromba minha bucetinha com seu cacete, vai mete, soca gostoso, soca. Não resisti e gozei mais uma vez, deixando meu mel escorrendo em seu pau.
Fiquei em pé, apoiei na mesa e fiquei de quatro para ele. Ele meteu um tapa na minha bunda que me encheu de tesão, e começou a brincar com seu pau na portinha do meu rabo.
- Rebola vagabunda, rebola no meu pau, deixa eu arrombar esse cuzinho apertado, rebola cachorra.
E cada tapa que eu ganhava eu rebolava mais, e enfiava seu pau em meu rabo, quando senti que tinha engolido tudo, mandei ele meter forte, e não parar, e ele foi metendo, arrombando meu cú, puxando meu cabelo, e batendo com vontade em minha bunda, me deixando marcas. Fomos diminuindo a velocidade, e gozamos juntos. Ele me abraçou, e ficamos deitados por alguns minutos naquela posição em cima da mesa.
Nos trocamos, e nos beijamos mais uma vez. Quando eu estava saindo, ele me puxou pelo braço e disse:
- Rapha, abre a gaveta, você não vai se arrepender.
Dei um beijo em seu rosto, um sorriso bem safado e voltei para a festa.
Se eu abri a famosa gaveta ? Vou deixar para o próximo conto.
Loira Casada
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