quarta-feira, 31 de agosto de 2016
EMPRESTANDO O MARIDO PRA BABÁ
Quando nasceu o meu primeiro filho, resolvi contratar uma babá para me ajudar tomar conta. Só que onde eu moro não é muito fácil arrumar senhoras com experiencias. Depois de muita procura, consegui encontrar uma menina de 18 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, magra e baixinha, disse que estudava e estava precisando do emprego para poder comprar os livros escolares. Depois de muita conversa, achei que aquela menina parecia uma pessoa muito responsável, resolvi contratá-la. Quando o meu marido chegou do serviço, avisei que tinha encontrado uma babá para o nosso filho. Como um pai preocupado foi logo perguntando se era uma pessoa responsável, se tinha referencias, etc.etc...para acabar com o assunto disse que sim.
No outro dia, quando a babá (Marcia) chegou, fui logo apresentando. Vi que o meu marido não tirava o olho dela (ela estava com vestidinho colado no corpo), quando andava rebolava levemente o bumbum. Sei que isso devia deixar o meu marido louco de desejo. Quando ele estava em casa, sempre dava um jeito de ficar mais tempo com o nosso filho, com isso sempre trocando conversas com a babá. Quando ia pra cama , me comia desesperadamente (o pau dele é enorme, tem mais ou menos 19 cm e bem grosso ), me machucava um pouco, e eu sabia que na verdade ele estava louco pra fuder a babá.
Até que um dia eu vi que a menina também estava toda assanhadinha pro lado dele. Fiquei na minha, depois de alguns anos de casada sei que as coisas caem na rotina e pro homem não é diferente.
Disse que tinha hora marcada pra ir ao médico e depois fazer algumas compras. Portanto ia passar a tarde toda fora de casa, nesse momento vi que os olhos dele brilhava de alegria. Depois do almoço, fui me arrumar pra sair. Despedi sai pela porta da frente, peguei o elevador desci um andar e depois subi a escada , sem fazer barulho entrei pela porta da cozinha bem devagarzinho. Fui bem devagar pra não fazer barulho até ao escritório, daquele local daria pra ver sem ser notada, o que o meu marido teria a coragem de fazer na minha ausência. Depois de alguns minutos, ele aparceu só de bermuda e chamou a Márcia que estava no quarto do meu filho. Passando a mão no cabelo dela, perguntou se a criança já estava dormindo, ela disse que sim. Nesse momento ele deu um beijo na boca dela e ficou fazendo carinho nas costa dela. Disse que ela não precisava ficar com medo, ele ia dar muito prazer. Ela deu um sorriso e disse que já fazia um tempo que estava esperando por aquele momento. Ele a levou até o sofá, foi tirando a roupa dela bem devagarzinho. Puxou o vestido dela pra baixo, ela ficou só de calcinha. Deu uma chupada gostosa nos seios dela e depois tirou a calcinha com muito carinho, ele abriu as pernas dela e ficou de joelho na frente dela passando os dedos em bucetinha . Disse que a bucetinha dela parecia ser muito gostosa, e começou passar a lingua levemente, ela suspirava, até que ele meteu a boca toda e sugava sem dó. Ela gemia sem parar, parecia que estava pra gozar. Depois ele voltava a lamber com carinho novamente e depois sem dó voltava a meter a boca sugando com toda força, a bucetinha dela sumia na boca dele, ficou nisso um tempão, até que a menina disse que já estava pra gozar, ele levantou e tirou a bermuda, foi nesse instante que ela viu o tamanho do pau dele, notei que ela ficou um pouco com medo, ele disse que não ia machuca-la, ele ia meter só até onde ela aguentasse, que ia ainda chupar mais um pouquinho para ela ficar mais calma. Voltou a chupar com força total pra dar mais prazer na babá, ela gemia sem parar, parecia que estava pra gozar, até que ele levantou e começou a meter o pau na bucetinha. Até eu fiquei preocupada, achava que aquela menina tão pequena, com uma bucetinha que parecia pequena também não ia aguentar um pau daquele tamanho. Vi que ele foi metendo aos poucos e a danadinha pedindo mais. Ele estava abrindo a xoxotinha dela aos poucos, cada metida ia mais fundo, tudo bem devagar, ela sempre pedindo mais, ele ia abrindo o caminho com calma, parecia estar saboreando cada centimetros daquela bucetinha. Ela sempre pedindo mais, até que o pau entrou todinho dentro dela. Nunca imaginei que aquela buceta consegueria acolher um pau daquele tamanho. Depois que ele meteu tudinho, perguntou se estava gostoso, ela disse que sim. Foi nesse momento que ele começou a bombar aquela bocetinha sem dó nem piedade, o ritmo era tão forte que os peitos dela balançava sem parar. Parecia que ele estava fudendo muito gostoso, ela sempre pedia mais. Ele colocou as pernas dela em cima dos ombros dele pra bucetinha dela ficar mais exposta e poder meter com mais força. Parecia que o homem não queria mais parar de bombar sua bucetinha. Ela começou a gozar, mesmo assim ele não parou, virou ela de quatro e continuou metendo com força até chegar ao gozo. Ele retorcia de prazer, gozou como eu nunca tinha visto. Depois levantou passou a mão na bocetinha dela e disse que estava orgulhoso de ter metido a vara numa bucetinha tão pequena e gostosa, que quando ela estivesse a fim de levar outra era só pedir que ele daria um jeito de me manter fora de casa. Nesse momento o meu filho começou a chorar, Márcia vestiu a roupa e correu pro quarto, o meu marido foi pro banheiro tomar uma ducha. Eu aproveitei pra sair da onde estava bem devagar pra não ser notada. Fui pra cozinha e sai do apartamento. Fiquei um tempão na rua. Quando voltei, o meu marido me recebeu com muita alegria, perguntando o que eu tinha comprado. Disse que estava com pouco dinheiro, o que eu queria comprar custava caro. Ele disse pra não ficar preocupada ele daria o dinheiro pra mim voltar outro dia pra comprar o que eu quizer. Agora eu sei que toda vez que a babá pedir uma foda, vou poder gastar a vontade. Eu nunca vou mandar essa menina embora, pois o meu marido continua me fodendo mais gostoso ainda, dessa forma todos nós estaremos felizes.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
A DIARISTA
Eu sou Jaqueline, muito bem casada, ruivinha, cabelo curtinho tipo channel, pele bem clarinha, coxas bem torneadas, bumbum grande e seios médios, cinturinha de dar inveja a muita menininha, tenho 1,64m de altura e 62 Kg muito bem distribuídos, pode se dizer que, modéstia à parte, sou gostosinha.
Hoje venho relatar minha última experiência, ocorrida há alguns dias. Bem eu e meu marido, "X", decidimos contratar uma diarista, recebemos algumas candidatas, porém a "Net", como vou chama-la, nos interessou muito, não só pelo currículo impecável, se é que me entendem (rsrs), uma mulata linda, tipo "funkeira popozuda", simplesmente gostosa, a contratamos no ato.
Logo na primeira diária já me insinuei, porém, com cautela para não assustá-la, comecei puxando conversas triviais, logo em seguida fui mudando o rumo para assuntos mais picantes. Durante as semanas seguintes fui alimentando as conversas picantes, mas não sabia como abordá-la sem parecer assédio, então tive a seguinte idéia: na semana seguinte, logo após o "X" sair, tomei um banho coloquei um short-doll sem calcinha e deixei de propósito um "brinquedinho" esquecido sobre a cama, fiquei bem a vontade na sala aguardando a Net, ela chegou tomamos café juntas, conversamos, dessa vez com assuntos bem mais picantes com detalhes de nossas transas com nossos homens, ela é noiva, então depois de conversarmos bastante eu estava "pronta", mas não forcei a barra, a Net trocou de roupa ficou bem a vontade também, um short jeans apertadinho curtíssimo e uma regata branca surrada para trabalho mesmo, ela ia começar pelo banheiro, mas a convenci começar pelo quarto, ela subiu e eu logo atrás, quando chegamos no quarto ela se assustou e sorriu com o brinquedo que eu havia deixado de proposito, então logo perguntei se ela já havia brincado com um daqueles e me aproximei bem perto peguei o consolo e comecei acaricia-lo, ela ficou totalmente sem jeito, mas fui contornando a situação, não demorou muito e a Net já estava nas minhas mãos, e o brinquedinho nas dela, então comecei a chupar o consolo na mão dela, eu sentia ela tremer, acariciei suas coxas ela bambeou, estava no ponto, então aproximei ainda mais o pênis de sua boca e começamos a dividi-lo entre chupadas e mordidas, ela gemia de prazer começamos a nos beijar, ela tentou se desvencilhar, mas já não tinha volta, nos atiramos na cama, depois de beija-la bastante comecei a descer pelo seu pescoço até os mamilos, que estavam rijos como pedra, fiz movimentos circulares lentos com a língua ela estava derretida de tesão, tirou a regata e forçou minha cabeça para baixo, quase gozei, deslizei a língua suavemente pela sua barriga até o umbigo e comecei a desabotoar o short, que ela mesmo não aguentando de tanto tesão retirou sem demora, deixando a mostra aquele templo de prazer carnudo e totalmente encharcado, não havia um pelinho, era lisinha impecavelmente macia e cheirosa, um "triangulo das bermudas" onde a gente se perde com facilidade, toquei de leve seu clitóris com a língua, foi o bastante para um orgasmo, senti sua mão forçando minha cabeça para baixo, então fiz o que ela queria, introduzi minha língua inteira naquela boceta carnuda de ébano, foram orgasmos múltiplos acompanhados de gemidos alucinantes, ela então se levantou com um ar de revanche, me atirou na cama e foi a minha vez, a Net lambeu cada centímetro do meu corpo, um verdadeiro banho de gato, gozei várias vezes na sua boca, quando já extasiada pensando já ser o fim, foi a surpresa, ela pegou o consolo e introduziu todo em minha boceta de uma só vez, um arrepio correu pela espinha num orgasmo alucinante, então segurei sua mão com o consolo e direcionei para meu cuzinho, ela me olhou com cara de safada e empurrou sem pena, até o talo, logo após retirou e introduziu na boca, aquilo foi demais explosão de prazer, ela fez isso varias vezes, depois foi minha vez, Net me surpreendeu pedindo que enfiasse direto no seu cuzinho, tive de obedecer, ela me chamava de putinha, vadia todos os adjetivos que fazem a gente gozar, me pedia pra meter cada vez mais forte e mais fundo, foi delirante.
Depois de gozarmos incontáveis vezes tomamos banho depois transamos mais e mais e mais... foi assim o dia todo, no final não houve nem faxina. Mas estamos transando direto, estou quase a convencendo de transar a três.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
O ANIVERSARIANTE FUDEU ATÉ MINHA BUNDINHA
Oi sou a Mariza, casada, 35 anos, uma bela mulher na opinião de muitos homens.
Meu marido e um homem serio, trabalha muito, tem emprego público e não posso dar muitos detalhes. Conhecemos pessoas de nível, que têm dinheiro de verdade, então sempre somos convidados para festas aqui da nossa cidade. Geralmente são feitas em sítios ou fazendas.
Essa festa, foi na fazenda do nosso amigo João, muito amigo do meu marido, ele era casado e como nos tinha também 2 filhos.
João estava comemorando seu aniversario e nos convidou pra passar na fazenda todo o fim de semana. Fomos na sexta-feira a noite e lá chegando nos alojamos e fomos dormir, para ajudar no dia seguinte a preparar a festa.
João era um cara muito alegre e brincava muito, ao contrário do meu marido, que muito sério, até demais. Na verdade meu casamento não ia lá essas coisas, ele por causa do trabalho não estava me dando atenção de sempre, e as vezes mesmo transando ele me deixava na mão, gozava antes de mim, virava de lado e dormia, eu tinha que ir me masturbar no banheiro e as vezes na cama mesmo com ele do meu lado, eu colava meu corpo nele e ia me esfregando e me tocando até gozar.
Nos últimos tempos minha vida era só filhos e casa, e muito fria, em casa a gente quase não ria, ele estava sempre lendo ou telefonando.
Bem, isso deve acontecer muito hoje em dia com muitos casais da nossa idade. Somos casados há quase 15 anos.
Naquela noite eu dormi excitada, pelo lugar, por sexo, mas meu marido nem me deu bola, tomei água e dormi.
Acordei cedo, e me levantei pra ir ao banheiro e ao passar pelo quarto do João, a porta meia encostada, ouvi algumas risadinhas abafadas, curiosa dei uma espiada, e vi João chupando sua mulher. Ela se virou e chupou ele também. O pinto de João, era pouca coisa maior e mais fino que do meu marido, mas estava duro, coisa que não via a tempos no meu. Duro, de pezinho, e na boca dela. Ele a deitou e socou aquilo tudo dentro dela, fazendo eu me tocar ali mesmo e acabar gozando junto com eles. Corri para o banheiro, tomei um banho frio, me troquei e saí pra tomar café.
Depois de algum tempo, João e a mulher vieram, com um sorriso nos lábios, ela cantava, ele assoviava, e eu me mordia. Em seguida meu marido levantou e depois as crianças e os empregados. Tomamos café, jogamos conversa fora, e fomos ao trabalho.
Durante o dia todo, começamos a montar coisas, cadeiras, mesas, comidas, bebidas. João, começou a beber cedo, e numa de suas passagens por mim, tocou a mão na minha bunda. Imaginei que tivesse sido sem querer, esperei por um pedido de desculpas que não veio. Vem pra cá e pra lá, outra vez João toca minha bunda, e segue seu serviço. Eu usava uma saia larga até os joelhos, e blusinha de botões, e chinelos. Na terceira vez, eu estava na porta da sala e João ao passar por mim, respirou fundo no meu pescoço e passou suavemente seu corpo atrás do meu. Senti que não era sem querer.
Quando todos estavam ocupados, ele veio me oferecer uma bebida, a qual aceitei, já era tarde, e a festa estava pra começar. João me deu um copo de uísque, e bem baixinho nos meus ouvidos, falou:
- Mariza, vai me perdoar, mas você e muito gostosa e eu queria um presente!!!
Fiquei indignada, que presente esse homem iria querer de mim. Imaginei muitas coisas, mas ele de repente sidede:
- Quero a calcinha que esta usando agora, sou tarado por você, e então quero que me venda, eu pago bem...
Pensando ser uma brincadeira dele, eu ri, olhando pra ele, quando ele disse:
- Dou 1.000 reais na sua calcinha...- e falou serio.
Pensei com meus botões, o que ele faria com isso, e paguei 5 reais por ela , pra vender por mil, era um bom negócio e que mal poderia fazer, eu tinha levado mais. Ele pegou o dinheiro e colocou na minha mão e pediu que a desse quando fosse tomar banho.
João, era um homem mais maduro, quase 45 ou 47 anos talvez, forte, alto, um homem troncudo, mas era muito delicado, e suas atitudes realmente me espantaram.
Já era tarde as pessoas iam chegar então fui tomar banho, o que fiz rapidinho e saí. Já perto da porta, e bebendo João estava a minha espera, fomos para um canto e lhe dei a calcinha. João a pegou e levou ao nariz e cheirou bem fundo, depois abriu e lambeu onde estava molhadinho. Eu senti sua língua em mim quando fez aquilo e molhei a que estava usando... Ainda falei que ele era louco e ele me disse que era louco por mim. Um frio correu minha espinha e se alojou no cérebro, que mandou ordens ao coração e me imaginei transando com aquele homem, corei e saí dali quase correndo. Meu marido também já estava com a cara cheia antes da festa começar.
Os convidados foram chegando a casa e o quintal enchendo de gente, eu e a mulher do João e mais duas empregadas servíamos bebidas e os homens se viravam no churrasco.
Depois de algum tempo, sem mais ninguém pra chegar a festa foi rolando, João passou a me seguir por onde eu ia e me oferecia bebida, comecei a aceitar e ficar meia tonta. Estava calor, mesmo a noite, eu transpirava com o calor e a bebida e corria de um lado a outro pra servir todo mundo.
Ao passar por uma dependência da casa pelo lado de fora, João me chamou num canto meio escuro, a festa já rolava a mil por hora. Os homens quase todos já estavam bêbados. João então me disse que queria beber direto da fonte o que ele lambeu horas atrás. Eu ri e ia me retirando, quando ele me puxou pelo braço, me colocou de costas na parede, prendeu meus braços, apertou seu corpo contra o meu e encostou em mim, pude sentir sua excitação e não foi diferente comigo. João me prendeu ali, levantou minha saia, baixou minha calcinha, se ajoelhou e abocanhou minha xaninha de uma forma que não pude resistir, fiquei fraca pra isso, eu queria e ele fez me arrancando gemidos e murmúrios baixinhos. João me chupou tanto até que eu gozei nele. Depois ele se levantou me fez abaixar e chupá-lo também. Obedeci sem nada dizer, eu queria, abocanhei seu pau, chupei e suguei como nunca tinha feito a ninguém antes e em pouco tempo tirei leite dele a ponto de engasgar e bebi tudo, o que também nunca tinha feito com meu marido. Na verdade ele tinha nojo de gozar na boca.
Saímos dali, eu tremia de baixo pra cima, de cima pra baixo, sei lá... Estava meio tonta de álcool e de tanto prazer que ele me dera....
Falamos com varias pessoas, nos separamos, fui ver meu marido e quando o vi, senti uma coisa dentro de mim, que nem sei explicar, mas como ele já estava muito bêbado e cantando então deixei ele por ali. Quando me viu, cantou mais alto, me sorriu e voltou a cantar. Eu saí fui a cozinha, e João estava lá com a esposa dele. Ela me pediu pra pegar mais refrigerantes na geladeira dos fundos e servir as pessoas e pediu ao João pra me ajudar. Essas coisas quando acontecem e você conta ninguém acredita. Fomos para os fundos e João atrás de mim, enfiou a mão na minha bunda, eu corri ele veio atrás e quando entramos no quartinho dos fundos, João me agarrou, me beijou, tirou minha roupa de baixo, me deitou sobre um monte de roupas e abrindo minhas pernas, enterrou em duas estocadas seu pau dentro de mim, até que senti seu saco bater na minha bunda.
Foi sensacional, eu delirei e gozei assim que ele mexeu três ou quatro vezes. Ele continuou a mexer, a entrar e sair dentro de mim, e gozou me enchendo mais uma vez de seu leite, a excitação e tesão era tanto que gozei junto com ele mais uma vez.
Puxa, estava matando minha vontade e confesso que aquela era a minha primeira traição ao meu marido, mas tinha ido com o João por duas vezes ou mais, então já era de sua propriedade.
Pegamos as bebidas e servimos o pessoal. Ali mesmo João me comeu mais uma vez, e acabou gozando em minha boca novamente. Pensei que tudo tivesse acabado e ele ficasse mais calmo. Ele me chamou dizendo pra ajudar levar meu marido pra dentro, estava trincando de bêbado, e o levamos para o quarto.
Meu marido deitou e desmaiou, a mulher de João estava fazendo sala para alguns parentes e amigos, depois de cantar parabéns, e essas coisas de aniversario. João aproveitou e me levou para o quartinho da empregada. Estava vazio, tinha uma caminha de solteiro. João me deitou de costas, me fez empinar a bunda, e passou alguma coisa liquida no meu reguinho, eu quis pular fora, ele não deixou , eu não queria aquilo, nunca fiz, e não gostava disso, e falei pra ele. Não se fez de rogado, arrancou minha calcinha e me segurando com força, apontou seu pau no meu reguinho e achou meu buraquinho e enfiou aos poucos aquilo tudo lá dentro. Ardeu pra caramba, fiquei louca da vida com ele, xinguei, me debati querendo sair, mas ele empurrava cada vez mais pra dentro até que enfiou tudo. Eu gemia de dor, ele parou com tudo dentro, e ficou imóvel, eu sentia a pulsação do seu pau dentro da minha bundinha. Eu senti aquilo me abrir ao meio, nunca tinha feito anal, com ninguém. João então puxava e enfiava de novo, e me beijando a nuca, fazia eu me arrepiar todinha, e mais ainda pelo medo de ser pega ali, naquela posição com ele. Ele já fungava, e até babava em cima de mim. O que pensaria sua mulher e meu marido se nos vissem assim....Bem., João, metia com todo vigor e força que tinha, e seu pau parecia inchar a cada investida, enchendo meu buraquinho todinho até o fundo, com aquele pinto. Ele deve ter metido na minha bundinha uns 10 minutos, e gemia, até que me prendeu, socou fundo, machucando bastante, e gozou , bem apertado em mim, lá no fundo, eu me tocando acabei gozando também... Ele ainda ficou colado em mim, até seu pau amolecer e sair do meu cuzinho. Ardia muito, mas confesso que gostei. Saímos, cada um de um lado, e fomos nos acomodando com as outras pessoas.
A certa altura, todos já tinham ido embora, ficamos ainda arrumando algumas coisas, até que a mulher dele dizendo estar muito cansada foi se deitar também, as crianças também já estavam dormindo, e no final sobrou ele e eu...
Ficamos ainda lá fora jogando conversa fora, como se nada tivesse acontecido, e entramos na casa. Na cozinha e, já no silêncio da noite, João me pegou e me pôs de quatro no chão da cozinha mesmo, arriou minha calcinha e meteu na minha buceta de novo, meteu bastante e antes de gozar tirou e apontou pro meu rabinho, todinho dolorido coitadinho, engoliu de novo aquele pau. Agora doeu menos, e pra não fazer barulho ele mexia devagar, eu gozei 2 vezes mais e João aí soltou o resto de porra do seu corpo dentro de mim...
Eu fui tomar banho, João foi se deitar, saí e fui dormir. Antes olhava para o meu marido e pedia desculpas por ter feito aquilo tudo com seu amigo. Meu rabinho tava ardendo e dolorido, mas eu tinha gozado como nunca e era grata por isso ao João.
Na manhã seguinte, acordei mais cedo, e quando fui ao banheiro João estava saindo, me puxou pela mão, e me levou no quartinho dos fundos e trepamos logo de manhã mais uma vez.
Dessa vez eu implorei pra ele não por atrás, e ele obedeceu, comeu minha bucetinha e gozou na minha boca, foi divino logo cedo engolir o leite daquele homem. Eu agora invejava a esposa dele, devia estar bem satisfeita de vara, coisa que pra mim fazia falta a maioria das vezes.
Depois João me confessara que a mulher era fria e não ligava muito pra sexo, ele e que era mais ativo. Ela fazia, as vezes por fazer.... Confessou também, que há muito tempo queria me comer, e não tinha tido nenhuma chance até aquele dia.
Depois disso, ficamos mais amigos ainda, e quase todos os finais de semana a gente ia pra fazenda dele. E em quase todas as vezes eu trepava com João.
Até hoje somos amigos e amantes, e ninguém nunca descobriu nada. beijos pra todos... Mariza....
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
TATUADOR GOSTOSO
Também queria impressionar o meu namorado mas não acreditava que tatuar o nome dele no meu corpo como ele fez seria uma boa idéia, amanhã o amor poderia acabar ou pintar um novo amor e eu estaria marcada com o nome de outro no meu corpo para sempre. Decidi colocar um pircing no grelo, uma pequena argola com uma correntinha imitando uma coleirinha e pediria a ele que levasse a sua cachorrinha para passear, a intenção era entregar na mão dele a correntinha e quando ele visse que a correntinha que saia da sua mão ia direto para a minha calcinha, ele fica-se louco de curiosidade para ver a surpresinha.
Rodei vários estúdios sem encontrar um em que eu me senti-se a vontade a final de contas não da para sair por ai mostrando o meu grelinho para qualquer um e depois de tanto rodar eu encontrei um em que o tatuador era bonito e mexeu comigo, só que na hora de tirar a roupa eu travei mas, o cara foi super gentil me servindo uma bebida para relaxar, ficamos conversando por horas ate que a duvida foi passando e eu acabei me sentando na sua cadeira de obstetra. Ele inicio a assepsia e eu tomava mais um gole da bebida me arrepiando com a sua mão e o frescor do álcool no meu grelinho, em seguida ele começou a desfolhar os meus lábios e a cada toque eu me tremia toda por dentro enquanto ele perguntava se eu preferia mais para cima ou para baixo. Eu me mostrava indecisa e ele colocou o espelho na minha frente para que eu pudesse me decidir, eu observava excitada enquanto ele desfolhava os meus lábios e vi o brilho no meu grelinho que estava ficando todo molhado, apontei aonde eu queria o pircing e ele passou o anestésico, ficou friccionando enquanto eu me contorcia na cadeira e logo em seguida começou a me espetar com a agulha para ver se a anestesia já estava começando a fazer efeito, meu grelinho latejava a cada espetada e ele perguntava se eu sentia a agulha, eu confirmei que sim, ele passou um pouco mais de anestésico e voltou a friccionar o meu grelinho para acelerar o efeito do anestésico e eu acabei gozando na mão dele, mordi os meus lábios para conter um gemido que com certeza ele percebeu e disfarçou me tranqüilizando dizendo para relaxar que não iria doer. Ele se posicionou ao meu lado e debruçou-se sobre o meu corpo para fazer a colocação do pircing no meu grelinho e quando ele roçou o seu cacete no meu braço eu senti que ele estava duro igual uma pedra e não resisti, comecei a esfregar o meu braço no cacete dele e mesmo após a colocação do pircing eu continuava lá deitada e toda aberta naquela cadeira, ele foi ate uma gaveta a sua frente, pegou um preservativo e vestiu o seu cacete, voltou parando na minha frente e começou a bater com o seu cacete no meu grelinho anestesiado e eu me contorcia toda de tesão lhe pedindo para que ele me possuisse. O seu cacete me invadiu abruptamente me tirando o fôlego e logo em seguida ele retirou, ficou esfregando o seu cacete no meu grelinho e tornou a entrar com força, deu duas ou três socadas e logo em seguida retirou, voltou a bater com o seu cacete no meu grelinho depois ficou pincelando na entrada da minha racha e novamente me invadiu num único golpe socando com força e continuadamente me arrancando gemidos de prazer, essa provocação continuou ate eu gozar e quando eu gozei, ele aproveitou o meu próprio gozo como lubrificante para voltar a me possuir e como eu estava toda aberta e melada naquela cadeira não tive como evitar a sua entrada no meu rabo. A principio uma leve dor ate me acostumar com aquele grosso cacete duro que invadia o meu rabo mas aos poucos ele começou a escorregar gostoso e todo aquele desconforto foi se transformando num grande prazer, enquanto ele entrava e saia, eu remexia e gemia pedindo para que ele também gozasse e ele logo gozou. O seu cacete saiu do meu rabo e ele ainda continuou aberto enquanto ele rapidamente retirava o seu preservativo e mirava as suas golfadas no meu rabo, ele me deixou toda melada e o seu gozo escorria do meu grelinho entrando diretamente no meu rabo, ele espalhou tudo me enfiando os seus dedos por todos os meus buracos me fazendo gozar pela quinta vez.
sábado, 13 de agosto de 2016
DOIS HOMENS ME FIZERAM PUTA
Há quanto tempo viajava! Umas duas horas! A estrada escura, o limpador de parabrisa trabalhava intermitentemente, pois uma chuva caia sem parar, seu movimento parecia querer dizer que meu comportamento horas antes foi inadequado. Uma simples briga de casal não devia ter produzido tamanha ira em mim e eu não devia ter saído intempestivamente. Pelo retrovisor interno olho a mala mal feita jogada no banco de traz. Porra! Toda a briga por causa de uma saia mais curta! Ele não tinha o direito de me proibir, embora na meia idade ainda tenho o corpo de fazer inveja a qualquer menina, não sou feia, acho que tenho esse direito.
Um luminoso na estrada indica o acesso a um hotel logo adiante, bastava pegar uma estradinha e andar por uns dois quilômetros. Era um hotel fazenda, muito próprio a quem desejava descansar. Como era noite a única coisa que pude ver era o prédio principal todo iluminado com um belo jardim à frente e as luzes dos vários chalés acesas, só iria conhecer tudo no dia seguinte quando o dia clareasse!
O salão onde ficava a recepção era bem aconchegante com poltronas e mesinhas espalhadas pelo ambiente, propicio a leitura ou a uma boa paquera, se bem que a maioria das pessoas estava acompanhada, por mim tudo bem não havia ido para lá com essa intenção o que queria mesmo era descansar e esquecer a noite horrível que tinha tido.
Peguei as chaves do chalé que havia escolhido, mas antes quis ir ao bar tomar alguma coisa para relaxar. Com um Campari na mão e ouvindo o pianista tocar, apreciava um casal dançando, acho que com o clima do ambiente e o calor que o Campari produzia em mim fui me descontraindo. Distraída me assusto com insistência de dois homens olhando para mim, principalmente para minhas pernas que cruzadas exibiam boa parte das coxas. Levantei-me da banqueta e apressada procurei sair dali foi quando me dei conta que usava a saia que motivou a briga com meu marido, um pouco de culpa caiu sobre mim, acho que ele tinha razão quando afirmou que a saia era curta demais!
Assim que entrei no chalé me dirigi para cama e me joguei sobre ela, comportamento de quem está exausta e também um pouco tonta pelo Campari. Fiquei surpresa ao ver minha imagem e a da cama refletida no teto, me senti como se estivesse em algum quarto de motel, só que sozinha! Algum tempo se passou e eu olhando para meu próprio reflexo. Ainda via uma mulher jovem, primeiro me fixei no rosto não havia marcas de expressão, apenas um pouco sisudo típico em mulheres serias, os cabelos aloirados quebravam um pouco a sisudez. As mãos e os pés bem feito sem nenhuma pintura apenas uma base nas unhas, as pernas ainda bonitas, para confirmar o que ainda penso de mim puxo a saia até que a calcinha fique a vista, as coxas roliças, mas de uma morenice que sente falta de sol.
Só de pensar que foi isso a razão de toda briga o sangue me sobe a cabeça "pomba! Sempre lhe fui fiel".
De repente uma quebra em meus pensamentos me levam aquele barzinho, aqueles dois homens sentados na mesa a me observar, a fisionomia dos dois gravadas em minha retina, eram altos a pele branca com um bronzeado que puxava para o avermelhado, um tinha a expressão mais doce e outro um rosto marcante típico de quem trabalha no sol, os olhos de ambos eram meio que acinzentado, pelo olhar de ambos me pareceram predadores, confesso que me senti como presa. Como viajava com meus pensamentos sou novamente surpreendida com o espelho me desnudando a alma, pois o que vi me assustou! Minha blusa aberta e minha mão por entre o sutiã alisando meus seios, fiz uma cara feia para o reflexo reprovando seu comportamento e tratei de dormir.
A manhã ensolarada faz com que vista um short um camisão preso por um nó logo abaixo do busto exibindo minha barriga, um tênis com uma meia curta , um jeito bem esportivo bem apropriado para o lugar! Ando pelo chalé... Um lugar aconchegante e iluminado sinto uma paz de espirito que há muito não experimentava, pensei nas leituras noturnas, nas caminhadas ecológicas, no sol a beira da piscina. Enquanto pensava sentei em uma cadeira de balanço posicionada a beira da janela toda envidraçada.
Olhando para fora pude ver o esplendor do lugar, montanha com trilhas, um riscos branco surgindo do verde e desaparecendo no verde, conclui que era uma cachoeira distante, as trilhas pareciam serpentes desaparecendo no mato. Trazendo a visão como num zoom cinematográfico para dentro da pousada vi o casarão principal... Ali era tudo em madeira muito pouca alvenaria a não ser as piscinas e a quadra de tênis que quando vi levei um sobressalto... Lá estavam os dois... Jogando! O coração bateu mais forte foram eles os causadores de minha inquietação na noite anterior parece que tudo voltava, o coração palpitando, o suor que repentinamente surge em minhas mãos. Estancada por um medo desconhecido só tive força de soltar as cortinas e protegidas por elas ficar apreciando os dois jogando. Estava lá a razão do bronzeado, de shorts e sem camisas, o corpo suado, conforme os movimentos velozes do jogo seu suor aspergiam para o ar chegando até mim um cheiro de macho mais forte que o próprio cheiro do mato. O primeiro aquele de olhar marcante exibia um corpo atlético com pelos no peito já puxando para o grisalho, fase esta que marca o homem como pleno, cheio de vigor e experiência! Beleza madura que enlouquece qualquer mulher. Já o outro, mais jovem, corpo liso e pele de um vermelho aveludado, o rosto mais fino quase que juvenil, ambos acima de 1,80 mts. Mais uma vez meu instinto de fêmea aflora o calor toma conta do meu corpo o suor empapa minhas axilas, os seios intumescidos tentam furar o camisão de tecido leve que usava, um liquido úmido e quente molhava minha calcinha. Se puta tem cheiro àquele era o cheiro de uma, e isso me assustava!
Tomar o café da manhã deve me fazer bem, ordenar meus pensamentos e trazer de volta o equilíbrio, afinal continuo casada e amo meu marido, tenho que lhe ser fiel até o fim.
Passo pela quadra rapidamente com a cabeça baixa e morrendo de medo que algum dele me chame ou faça graça. Não deu para evitar que eles me cumprimentassem com um bom dia que retribui com leve aceno de cabeça o suficiente para perceber que olhavam para minhas pernas com aquele olhar pidão, isso foi o suficiente para me ruborizar e lamentar ter vestido aquele short. Novamente me sentia culpada, meu marido tinha razão, gostava de roupas demasiadamente curtas. O que me levava a ter esse comportamento?
Café tomado, resolvo pegar uma daquelas trilhas, andar me fará bem, o cheiro da mata, o canto dos pássaros a visão de uma cachoeira, tudo isso deverá serenar meus ânimos, quem sabe voltar para casa e aceitar as exigências de meu marido!! Por que penso naqueles dois ao mesmo tempo? Um poderia ser o homem maduro que me ensinasse as coisas do amor que me desse segurança e me levasse ao delírio, o outro juvenil me levasse de volta a explosão da juventude, muita energia e pouca experiência. Apenas um devia fazer parte de minhas fantasias e não os dois. Porque?
Tinha perdido a noção do tempo já caminhava há mais de uma hora quando destraída com meus pensamentos tropiquei em uma pedra e torci meu tornozelo. Não falo palavrão mais pensei em alguns antes de começar a chorar. Como voltar se mal posso andar? Uma pedra grande lisa ali perto foi meu abrigo arrastei-me até lá e fiquei torcendo para surgir alguém. O medo começava a tomar conta de mim quando escuto tropel de cavalos... Eram eles! Meu coração bateu mais forte, pensei tanto neles que já me pareciam íntimos. Não precisei pedir socorro, o do peito grisalho apeio do cavalo e já segurou meu tornozelo percebendo de imediato o que tinha acontecido.
____ Você torceu.
Sua voz e o toque de sua mão fizeram que eu tremesse com a voz embargada e um pouco rouca disse que sim, meus sentidos estavam tão concentrados no desejo que a dor tinha sumido.
_____ Não pode andar, teremos que carregá-la. Não devia ter subido por essa trilha sozinha é perigoso. Está só no hotel?
_____ Sim. Obrigado pela ajuda.
_____ Não precisa agradecer, basta abrir a blusa e mostrar seus peitinhos pelo visto são lindos.
_____ O que? Isso é coisa de cafajeste não te imaginava esse tipo de pessoa.
Uma gargalhada e uma pergunta.
_____ Que tipo de pessoa gostaria que estivesse aqui um cavaleiro romântico, comigo é assim vai mostrar ou vou embora. Já ameaçando montar no cavalo.
Olhei para o outro que ainda se mantinha montado a procura quem sabe de socorro mais ele se mantinha imóvel com um sorriso de moleque no rosto.
____ Espere, por favor, não me deixe aqui.
____ Mais não te quero deixar aqui é você que não quer ir embora que mal há em abrir a blusa e mostrar teus peitinhos que devem se lindos.
Constrangida ainda tentei o último apelo. Com lagrimas nos olhos e sentada na pedra comecei a soltar os botões abrindo a blusa e mostrando meus seios que pela tensão do momento estavam com os mamilos intumescido.
____ Satisfeito, podemos ir.
Ele muito próximo de mim, parecia ser um homem enorme foi se abaixando e com as mãos em forma de taça pegou em meus seios depois girando as mãos começou afaga-los . O toque quente e o calor de sua boca perto da minha, elevava minha temperatura, me faltava o ar um tremor corria por meu corpo logo seguido de um torpor que me paralisava. Pensei que ia me beijar! Não, se levantou e de uma forma autoritária pediu.
____ Tire o short .
____ O que?
____ Você entendeu a calcinha também.
Já não tinha mais força para resistir, obedeci, apenas olhei para o companheiro dele que ainda continuava montado, já não pensava mais em pedir socorro só não tinha coragem de olhar no rosto dele enquanto tirava meu short e calcinha. O tornozelo já não doía mais me dei conta porque estava de pé, uma das mãos tentando cobrir os dois seios e a outra tampando meu sexo. Minha vergonha era enorme, não pela situação, mas por temer que ele soubesse que eu o desejasse mais que tudo. Me abraçou apalpando minhas nádegas e puxando-a contra seu corpo pude sentir seu pau latejando por baixo da bermuda. Novamente senti aquela sensação de desfalecimento, elevei o rosto e fechei os olhos, esperando por um beijo apaixonado que não veio.
_____ Sua buceta tá bem cabeluda da próxima vez venha com ela depilada.
Acenei que sim. Quem ele pensa que sou... Uma puta que depois ele paga e agradece. Era um homem rude e eu não ia me entregar a ele, ia pegar minhas roupa e sair deprecinha.
Pegou-me no colo e suavemente me colocou sobre a pedra lisa, seu corpo me fez sombra do sol ai pude abrir os olhos e ver seu enorme membro, nem imaginava que eles podiam ficar assim, tão grandes, conhecia apenas o do marido e achava que todos eram iguais. Alojou-se entre minhas pernas com suas mãos fortes prendeu meus punhos contra a pedra, sua boca procurou por meus seios e como um lobo faminto começou a sugá-los, seu membro volumoso entre minhas pernas com a cabeça na porta da minha grutinha, eu esperando que enfiasse, me preparando para a dor inicial que eu sei que viria, me sentia toda molhada sem pode me tocar, gemia baixinho enquanto ele mordia meus mamilos com suavidade. Queria a penetração que não vinha, tentava eu mesma elevando meu quadril de encontro ao seu membro, mas ele se afastava, parecia que queria me judiar.
_____ Você quer não quer?
Acenei que sim com a cabeça.
____ Quero que você peça .
Com a voz embargada quase sumida pedi. _____Enfia.
Senti apenas a cabeça entrando, queria tudo e tudo não vinha.
____Peça como uma puta, você quer ser uma não quer?
____ Por favor, enfia tudo eu já não agüento mais, quero sentir todo seu caralho me arregaçando, mete meu macho sou tua para o que você quiser. Sim sou tua puta e de quem você mais quiser. Enquanto pedia já quase chorando senti a locomotiva andar pouco a pouco aquele caralho foi me penetrando eu gemia de dor e de prazer, a dor foi sumindo só ficando o prazer, minhas pernas trançadas sobre sua cintura tinha medo que fugisse. Comecei a gozar, no começo baixinho mais depois gritava.
____Pode gritar aqui ninguém te escuta, puta, vagabunda, cadela.
A cada palavra eu concordava. Sim sooou, e você meu macho, meu amo, meu cafetão. Em todos esses anos de casada não sabia o que era sentir a presença de um macho dentro de mim, agora sei e estou adorando, me sinto fêmea, possuída, dominada pelo desejo.
Novamente com delicadeza me vira e me deixa na posição de uma cadela, submissa não reajo fico na posição esperando enquanto de pé ele admira meu traseiro. Sem ter percebido seu parceiro já estava na minha frente com o pau pra fora... Tão grande como do primeiro.
____ Chupa ele...Chupa.
Não estava na posição de discutir e nem queria. Comecei beijando aquela cabeça grossa, com a língua a circundava, o pau não cabia na minha boca, só a cabeça e um pouco mais, tudo que era possível enfiar para dentro eu enfiava, chupava com extremo desejo, me apoiando apenas com uma das mãos na pedra a outra acariciava seu saco apertando as bolas com os dedos. De vez em quando olhava para cima para ver a expressão de gozo do garoto, pensava nele como meu menino. Distraída pelo prazer que sentia com o gosto daquele pau em minha boca, esqueci que tinha uma pica me esperando por traz só percebi quando ela bateu em minhas nádegas. Achei que minha buceta ia levar mais pica. Não era assim que ele pensava, senti ele forçando outro buraco.
____ Não, por favor! Sou virgem ai, não vou agüentar. Estava apavorada se na buceta já foi difícil!
____ Quieta vagabunda.
Vi que cuspio na mão e passou no pau uma tentativa de lubrificar e aliviar minha dor. Primeiro a pontinha só para mirar, depois as duas mãos presas na minha anca para forçar a penetração.
____ Aiiiiiiii! Não estou agüentando, tiraaaa, pede para ele parar. Minha voz era de choro, mas nem isso os comovia.
____ Faça força pra fora isso ajuda.
Acho que isso foi o Maximo de ternura que ele podia dar, me ajudar para que sofresse menos.
____ Pronto a cabeça passou o resto é mais fácil.
Senti cada pedaço entrando dentro de mim quando chegou ao fundo ele parou, ficou imóvel, nem pra dentro nem para fora! Fui relaxando... A dor foi sumindo... Quando percebi era eu que rebolava naquele cacete duro, agora era ele que gemia de prazer. Olhava para traz e via seu rosto contorcido de prazer o suor pingando por todo seu corpo. Sorri satisfeita, era eu que começava a tomar o controle.Voltei a abocanhar o cacete do garoto (modo de dizer deve ter uns 25anos) chupava e punhetava o puto, se tudo continuasse assim seria lavada por porra por todos os lados, mas meu macho não quis assim foi se virando e eu engatada nele fui junto, ele de costa na pedra seu pau no meu cu eu de barriga para cima, a buceta escancarada.
_____ Chama ele, chama. Ele também quer te foder.
Com as mãos livres fiz sinal para que subisse, abrindo mais as pernas. Ajoelhou na minha frente e levou a boca na minha xana procurou por meu grelinho com a língua, e chupou. A língua áspera me dava extremo prazer nunca tinha tido a buceta chupada por alguém, ai que delicia. O pau entrando e saído do meu cu, as mãos do macho apertando meus seios me levavam a loucura, soltei palavrões! Gritei! Um formigamento tomou conta de mim, começou pelos dedos do pé e foi subindo até chegar ao gozo supremo, minha buceta ficou tão molhada que lambuzou toda a cara do meninão. Ele por sua vez foi escorregando para cima lambendo todo meu corpo por onde sua língua passava, sabia que ia levar outro cacete por isso abri mais as pernas. A buceta molhada fez com que entrasse deslizando, sua pica foi sumindo dentro da minha buceta, sentia ela batendo dentro do meu útero. Presa entre os dois corpos apenas pedia para por mais fundo.
____ Aiiiii, gostoso...enfia tudo...aiiiiiiiiii Hummmmmmmm mais rápido, seus cornos, seus veados, vai come essa puta... me encha de porra.
E a porra veio, gozamos os três ao mesmo tempo , era tanta porra que escorreu pelas minhas pernas. Ficamos grudados os três naquela pedra até que os cacetes deles amolecessem.
Cansada toda dolorida entrei na banheira pensando no que tinha feito. Hora de voltar para casa, às malas prontas, sai para fechar a conta e pegar meu carro. Lá estavam eles na quadra jogando como nada tivesse acontecido. Parei para me despedir, mas antes despudoradamente levantei a saia estava sem calcinha e a buceta raspada, sorri maliciosamente.
_____ Você pediu, obedeci.
Ao me despedir fiz questão de fazer uma última pergunta: ____ Você foi tão maravilhoso comigo porque não me beijou na boca?
_____ Não beijo puta.
Já no carro pensando na ultima frase, entendi o que ele quis dizer, era a senha! A partir daquele dia não mais conseguiria ser o que era! Morreria por uma foda.
Ao chegar em casa estava preparada para uma nova briga, mas para minha surpresa meu marido correu até mim e depois de me beijar e pedir perdão me prometeu que a partir daquele dia não mais ia se importar com as roupas que usasse.
____ É bom mesmo, sempre lhe fui fiel e não gostaria que coisas tão boba afetasse a confiança que temos um no outro.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
MINHA NOIVA
Estou noivo da Drica há 3 anos, uma mulher espetacular, loira, 1,75m, curvuda e malhada. Ela é o que chamam de a “CAVALA”. Ela tem uma marca de bikini que parece tatooada, branquinha cercada pela pele bronzeada e uma camada de penugens douradas.
Destacaria a boca carnuda dela, os seios grandes com mamilos rosados e claro, uma bunda de 110 cm, duríssima. Porque estou contando isso? Pela simples razão de eu ter que aceitar que ela é safada.
Tudo começou há uns meses, quando estávamos transando. Numa tarde de verão, depois da praia e ela estava especialmente tesuda. Trepando de frente para ela, ela me olha nos olhos e diz: Quero fuder com outro macho ! Fingi que não ouvi e continuei a estocar, e ai ela repetiu: Amor, quero fuder com outro macho, na sua frente! Para não perder o pique, eu apenas disse: Ta legal. Mas a semente tava lançada e fiquei imaginando a minha linda noiva trepando com outro e eu assistindo, gozei na hora. Ela percebeu e deu uma rizada.
Ela disse: Não aguentou né safado, imaginando a sua noivinha se entregando para outro macho na sua frente. Esporrou logo...que delícia. Ela levantou, passou um lenço na buceta esporrada, colocou um vestido e disse que voltaria já. Eu virei para o lado e adormeci, cansado da trepada e da praia. Acordei com a porta do apartamento abrindo. Era a Drica que voltara. E ela não estava sozinha!
Ela estava com um rapaz de uns 20 anos, mulato, malhado e antes de poder protestar, ela me deu um olhar do tipo; Não fala nada! Ela apresentou o rapaz; João. Só aí me dei conta de que eu estava nú ainda, nada mais importava porque a Drica começou a beijar o João passionalmente, trocavam línguas e saliva, num beijo molhado que parecia não terminar. A Drica deixou o vestido cair e o rapaz caiu de boca nos peitos dela, chupando os mamilos duros, isso enquanto a Drica tirava o calção do rapaz. Quando o calção caiu, ela imediatamente agarrou o pau semi ereto e deu uma rizadinha. O pau era muito grande. Ela então se afastou das chupadas nos peitos e caiu de boca naquela piroca enorme. Depois de um tempo ela parou e me olhou firme: Nossa, era tudo que eu queria. Gosta de me ver assim? Seu puto! Voltou a chupar, sem se preocupar com a resposta. O João a afastou e a colocou no sofá, abriu as pernas dela e começou a chupar lhe a buceta carnuda. Foi aí que ela teve o primeiro orgasmo, quando gozou, o João se levantou e enfiou a pica nela.
Eu sabia que apartir daquele momento ela jamais seria a mesma. Quando o João terminou de colocar tudo ela gozou de novo. Ele então começou de forma lenta, saboreando a minha noiva, a potranca! Ele então deitou sobre ela e começaram a se beijar pra valer e eu pude ver a pica do rapaz entrando e saindo da buceta alagada da minha noiva. Meu pau tava duríssimo e o ciúmes tinha dado espaço á um tesão enorme. Não pude deixar de reparar que o casal que estava trepando ali na minha frente era muito bonito. E não paravam de se beijar. A Drica estava totalmente entregue ao tesão e quis experimentar o rapaz de todas as formas. –Me fode de quatro disse ela. Mudaram de posição e com a Drica de quatro, o João a comia com gosto, dava tapas na bunda dela e ela gemia e gritava de tesão. Ai fiquei preocupado, o João passava o polegar no cuzinho da minha noiva e era claro que ele não ficaria sá com a buceta dela. Surpresa maior foi a Drica pedir para o rapaz: -Gatinho, come meu cu! Totalmente lubrificado com as secreções da buceta da minha noiva, o João, olhando para mim, começou a enfiar aquela pica imensa no rabo da minha noiva. Ela soltou um grito de prazer e dor e começou a rebolar na pica que invadia as entranhas dela. Morri de ciúmes!
O João estocava lentamente para ela se acostumar e pouco depois ela gozava na pica dele, pelo cuzinho praticamente virgem. O João voltou a comer a bucetinha deliciosa da minha noiva e pouco depois despejou uma torrente de porra dentro dela. Ela não se fez de rogada, virou e limpou o pau do amante com a boca e a língua. Cambaleante foi para a geladeira pegar água. Ela então desfilava pelada pelo apartamento, com porra escorrendo pela pernas.
Pediu para o rapaz ir embora, não sem antes de dar o número de telefone! O João foi embora e a Drica deitou do meu lado na cama. –Gostou corno? Dei tão gostoso para o rapaz. Tu viu o tamanho da pica dele? Era tortura pura, meu pau tava duríssimo e ela falava do cara que tinha acabado de arrombar ela. Ela então se ajeitou por cima da minha boca e com os dedos abriu a xoxota. –Lambe tudo seu corno, me deixa limpinha. Ela se virou e esfregava a boceta encharcada na minha boca enquanto chupava meu pau. Eu a limpava e logo logo acabei esporrando na boca dela. Ela esperou ainda umas lambidinhas e novamente deitou ao meu lado, me mandou abrir a boca, me beijou e inundou a minha boca com a minha porra. –Engole corno. Disse ela e se levantou, foi para a cozinha pegar mais água e ao voltar pegou o papel com o telefone do rapaz.
–Durante a semana vou ligar para ele vir aqui me fuder a tarde toda. Assim quando você voltar do trabalho, a sua noivinha arrombada vai estar te esperando, cheia de porra de outro macho. Sei que você vai adorar!
-Descansa um pouco ai, porque daqui há uma hora, vou descer e arrumar outro macho para me fuder, na sua frente.
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