quarta-feira, 22 de junho de 2016
GANHANDO APOSTA DO MARIDO
Vamos dizer que o meu nome é Anna e meu marido é chamado Pedro. Estamos casados há vários anos. Sexualmente temos sido sempre livres para ter a nossas aventuras, a condição que não houve consequências, como crianças indesejadas ou facadas por parte dos outros parceiros.
Tudo começou com uma aposta. Ele argumentou que, se a mulher ficasse sob rígido controle do homem não teria nenhuma maneira de ser infiel, enquanto eu sempre pensei que mesmo que o homem permaneça constantemente agarrado a sua mulher, ela sempre encontra uma maneira de enganá-lo. Naquele tempo estávamos de férias em Bombinhas/SC, acampando com nossa barraca em um camping perto da praia. Eu desafiei-o a me controlar constantemente naquele verão porque eu tinha decidido a chifrá-lo sob seus próprios olhos.
Nós montamos a barraca debaixo de algumas árvores na beira da praia, onde nós tínhamos ido outras vezes em anos anteriores em um camping onde o ano antecedente havia notado um atendente que me fazia olhos doces e eu me lembrava dele particularmente porque ele tinha um membro de tamanho considerável que era bem perceptível abaixo das calças e ele sempre fez para que eu percebesse.
Eu tinha notado que ele muitas vezes se encontrava nos chuveiros cada vez que eu costumava ir lá depois de mergulhar e me encontrava com ele muitas vezes enquanto entrava ou saia dos chuveiros e a gente era obrigada a nos esfregar porque a porta era muito estreita.
As primeiras vezes não dei importância, mas depois de alguns dias notei que ia acontecer quase todas as vezes que ia no chuveiro e então não ia tomar banho até quando ele não estava na área, para ter certeza de me encontrar com ele na porta do chuveiro. Mais de uma vez eu havia tocado com uma mão boba e indiferente a protuberância sob suas calças, outra virava de costas para sentir seu pau duro esfregar em minha bunda. Mais do que uma vez que olhei nos olhos dele e trocamos um sorriso meio tímido até que um dia nós beijamos enquanto eu apalpava seu cacete que parecia grande e ele colocava um dedo em minha xoxota. Já estava ficando com tesão mas a coisa parou por aí porque a gente percebeu que alguém estava se aproximando.
E é pensando nele que eu aceitei a aposta com Pedro, convencida de que o moço, Roberto seu nome, seria bastante esperto para entender minhas intenções, mesmo sem falar explicitamente.
Meu marido estava literalmente colado em mim o tempo todo e fazia sexo comigo todos os dias, as vezes duas, três vezes por dia, convencido de que uma mulher pode ser feliz e satisfeita e alcançar a serenidade somente após o sexo, enquanto não percebia, como muitos homens, no entanto, que mais mulheres têm sexo mais querem ter, pelo menos no meu caso, é assim.
Uma vez, na escola, durante uma viagem, eu teve 18 orgasmos um após o outro, porque meus 18 companheiros do sexo masculino me comeram, e, quando o último gozou, eu estava a pedir-lhes para continuar, porque eu ainda não estava satisfeita e enquanto batia uma siririca pedia mais paus em minha buceta. E acabei atingindo um outro orgasmo me masturbando na frente deles.
Ele acredita que ele foi um dos primeiros homens da minha vida para a única razão que me encontrou virgem de cu. É verdade, mas apenas porque ninguém tinha me pedido com tanta insistência de comer meu cu. E eu estava errada, porque quando comecei a dar o cu gozo mais a ser sodomizada que fodendo. Pedro está sempre comigo, na água, fazendo compras nas lojas da cidade, vai comigo até a porta do banheiro ou do chuveiro e estica o pescoço para ter certeza que ninguém está perto, ele sempre atende meu telefone e não convida ninguém na nossa barraca. Eu finjo que eu esqueci a aposta mas o pensamento está no topo dos meus pensamentos e eu ajo como uma mulher que não quer se aproximar de outros homens, mas fico animada, sem deixar que ele perceba, quando Roberto está por perto.
Especialmente quando Roberto está por trás de mim e Pedro na minha frente eu finjo de ajeitar o biquíni e tiro de lado aquele pequeno pedaço de tecido que deveria cobrir nossas partes intimas e mostro meu cuzinho para Roberto fazendo-o entender claramente o que estou esperando dele. Para não deixar nenhuma dúvidas sobre as minhas intenções também fiz com a mão o gesto de transar.
Um dia Pedro estava à porta da tenda e ler alguma coisa quando eu vi Roberto rondando na área, então eu levantei a borda inferior da barraca como para deixar entrar mais ar e o chamei em voz alta para que Pedro ouvisse e disse:
– Moço, me faria um favor? Está vendo aquele poste sob a planta, não poderia desligá-lo à noite porque desde que meu marido e eu vamos para a cama cedo e como eu durmo deste lado da tenda tenho a luz nos olhos e me impede de dormir.
Enquanto eu estava falando com ele fiz um sorriso e pisquei para ele. Ele condescendeu, embora meu marido se ofereceu para trocar de lugar com o meu, mas eu, é claro, disse que não, porque eu estava acostumada a dormir naquele lado. A gente ficou alguns minutos batendo um papo e durante a conversa, mencionei o calor que às vezes nos faz ofegar, disse que mesmo levantando a aba inferior da barraca era muito abafado o mesmo. Basicamente dei todas as informações necessárias para que ele soubesse como agir.
Nada aconteceu naquela noite e esperei em vão, fiquei a noite toda sem dormir, porque eu estava muito animada. Para acalmar meu ardor ataquei Pedro de madrugada, dei uma chupada no pau dele para fazê-lo bem duro e enquanto ele ainda estava meio adormecido pulei em cima daquele cacete e cavalguei bem gostoso.
Agora, a aposta com Pedro presumia que eu tivesse que chifrar ele sob seus próprios olhos e não aproveitar quando estava dormindo e nem me ajuda com bilhetes e mensagens. Senão seria muito fácil.
No dia seguinte, Roberto me fez perceber que naquela noite viria me visitar. Passei a tarde toda sempre animada e nem longos mergulhos no mar conseguiram extinguir o ardor da minha buceta. A noite eu provoquei Pedro e ele fez sexo comigo mas mesmo assim não apagou meu tesão.
Depois que ele gozou, como de costume se deitou de costas e foi então que eu percebi que havia alguém fora da tenda; então peguei na boca o caralho do meu marido e, apesar de estar mole comecei a pagar um boquete, chupando fazendo barulho de maneira que iria cobrir qualquer outro ruído estranho e enquanto chupava, coloquei as pernas para fora da tenda, passando-as sob a borda da lona, seguidas pela bunda e, finalmente, até as costas, deixando apenas a cabeça dentro da tenda para continuar a chupar o pau do meu marido.
Imagine a cena, estava de quatro com a bunda empinada, nua, fora da tenda, esperando de ser penetrada por aquele pau do Roberto que pelo percebido era muito promissor. Estava completamente nua porque tinha acabado de transar com meu marido, mina xoxota ainda estava molhada e quando senti entrar dentro de mim aquele membro que era pelo menos o dobro do pau de meu marido, tanto em comprimento e de diâmetro, emiti um suspiro de prazer que disfarcei com o barulho da chupada no cacete do Pedro que estava começando a se endurecer de novo. Roberto se movia e habilmente e silenciosamente e meus gemidos faziam o resto, cobrindo qualquer barulho: meu marido não estava percebendo nada do que estava acontecendo.
Gata gostosa de quatro e cim a bunda empinada, Roberto dava estocadas empurrando seu cacete dentro de mim, fazendo-me sentir aquele pedaço de mármore gostoso até o ovário. Foi naquele momento que ele me fez gozar como uma louca. Pegou meus seios com suas mãos e enquanto os apalpava e estimulava meus mamilos deixando-me louca de tesão, apoiou a cabeça do cacete na entrada do meu cuzinho. Eu rebolava minha bunda implorando que ele comesse meu cu quanto antes.
Entrou dentro do meu cu, primeiro a cabeça e depois tudo aquele membro gostoso, estava toda molhada pelo prazer, ele continuava entrando e saindo do meu cu enquanto eu chupava o pau do meu marido, estava louca de tesão, duas vergas ao mesmo tempo! Maravilha!
Roberto fodeu meu cu pelo menos por dez minutos até quando gozou dentro de mim. Sentido a porra quente encher meu intestino gozei de novo e apertei o pau do meu marido com a boca e ele se queixou. Roberto percebeu e silenciosamente foi embora. Eu estava doida para gozar mais uma vez e queria mais porra, bati uma siririca enquanto completava o boquete no Pedro, até ele encher minha boca de esperma.
Pedro me perguntou por que eu estava tão animada, eu disse a ele que eu tinha acabado de ser fodida por Roberto na buceta e no cu, ele riu e disse que era impossível, então eu mostrei a ele meu corpo pela metade fora da tenda e fiz ele tocar com a mão o esperma que estava saindo do meu cuzinho. Ele teve que admitir que eu fui esperta e não considerou minha vitória uma derrota, pelo contrário, me deu um presente, uma pulseira que uso ainda hoje. Fizemos outras apostas que eu sempre ganhei, até fiquei com a dúvida que ele gostava de me deixar ganhar.
terça-feira, 14 de junho de 2016
DIVIDINDO MEU MARIDO COM MINHA AMIGA
Me chamo Marta. 28 anos, casada há 10 anos, um filho de 8 anos, meu marido trabalha numa empresa como chefe de depósito. Temos uma vida estável, nosso filho estudava em colégio publico, e surgiu uma oportunidade de melhorar o salário se aceitássemos mudar para o interior de São Paulo.
Como eu não trabalho, (deixei de trabalhar quando engravidei), aceitamos a oferta e nos mudamos.
Casa nova, novos vizinhos, nova vida. Sempre fomos muito pacatos. Nossa vida sexual era morna, se é que me entendem. Transavamos umas 3 vezes por semana, sem muita novidade.
Gosto muito de sexo, mas tive poucos parceiros diferentes. Na verdade, namorei com dois rapazes antes de meu marido, sendo que com o primeiro, só amassos. E o segundo foi quando perdi a virgindade.
Acabei casando com Flávio, que sempre me satisfez, e lembro que na época fiquei encantada, pois no universo de 3 penis que conheci, o dele era muito grande. Tive algumas dificuldades no começo, mas depois foi só alegria. Quando lembro dos dois anteriores, em comparação com meu atual marido, acho até engraçado. A diferença era enorme.
Enfim, , embora nosso sexo girava sempre na mesma rotina papai e mamãe, estava satisfeita. Gozava quase todas as vezes, com exceção quando ele estava muito cansado e terminava muito rápido.
Mesmo assim, me masturbava e chegava ao orgasmo.
A mudança de cidade não fez muito bem ao meu marido. Chegava sempre cansado, ou estressado, e acabávamos não transando. Ou se transavamos, não era mais a mesma coisa.
A masturbação começou ficar freqüente. Passava o dia sozinha, meu filho na escola, meu marido trabalhando e eu, vendo filmes. Qualquer cena mais picante, minha mão descia pelos seios, massageava-os demoradamente. Os mamilos saltavam na blusa, minha calcinha ficava úmida, a mão descia, as pernas entreabriam, meus dedos vasculhavam minha vagina e em minutos eu gozava.
Se tornou tão freqüente que as vezes eu me masturbava 3 a 4 vezes por dia.
Cheguei a locar alguns filmes eróticos, me imaginando sendo penetrada por um daqueles homens sarados. Embora, toda vez que pensava em penis, o do meu marido parecia mais aconchegante.
Achei que estava doente. Pensei até em procurar ajuda. Mas enfim, o tempo foi passando e acabei fazendo amizade com Margarete. Esposa do chefe do meu marido. Uma mulher bonita, apesar dos seus quase 50 anos. Corpo bem feito, siliconada, coxas lindas e bronzeadas. Nos conhecemos num churrasco da empresa, e logo de cara sentimos que tínhamos afinidade.
Começamos a fazer uma amizade, ao ponto de nos encontrarmos todos os dias.
Ou eu ia na sua casa, ela estava sempre sozinha, seus filhos já crescidos eram casados, ou ela vinha na minha, onde víamos filmes.
Ficamos muito intimas a ponto de eu contar inclusive meu desconforto com Flavio.
Fiquei sabendo que seu marido também não tinha uma freqüência muito regular, e que ela desconfiava que ele tinha uma amante. Fiquei surpresa quando ela falou isso muito tranqüila. Depois entendi que ela também não era santa. E depois de tanto tempo casada, a relação não era tão intensa.
Margarete não cansava de elogiar meu corpo. Minhas pernas, meus seios perfeitos e durinhos que nos dias que ficávamos na piscina, sempre nos trocávamos juntas.
Ficamos tão intimas que isso era absolutamente normal.
Uma tarde, como sempre acontecia, Margarete me chamou para tomar banho de piscina na sua casa. Como sempre, a empregada saia as 14 horas, cheguei e fomos direto para o sol.
Deitamos nas toalhas e Margarete pediu que passasse protetor solar.
De pronto atendi, passando nas suas costas. Soltei o biquíni para facilitar, e passei em toda a extensão de seu corpo. A medida que tocava aquela pele, senti uma sensação estranha. Um calor percorreu o meu corpo e percebi que estava ficando excitada. Desviei meu pensamento, mas minhas mãos se demoravam mais do que o necessário. Passava as mãos nas suas costas, descia pelas nádegas, coxas e subia. Sentia o calor na buceta quando minhas mãos se aproximavam, e percebi que a pele de Margarete arrepiou.
Disfarcei, e balbuciei um pronto, enquanto me deitava na toalha de costas para o sol, tentando esconder minha tanga encharcada.
Margarete percebeu meu nervosismo e disse:
- Agora é minha vez.
Não falei nada. Senti suas mãos nas minhas costas. Desamarrou a parte de cima do biquíni e com o canto do olho pude ver que ela estava sem a parte dela.
Suas mãos passeavam por toda extensão do meu corpo. Minha pele tremia contra minha vontade. Minha buceta fervia, a cada vez que sua mão passava próxima. Foi então que sua mão parou bem sobre minha bucetinha. Eu não respirava.
Também não fiz menção de impedir.
Suavemente seus dedos passeavam pelas laterais do meu biquíni. Eu não tinha mais como esconder. Estava encharcada.
Sem dizer uma palavra ela virou suavemente meu corpo. Meus mamilos duros apontavam pro céu como se quisessem ficar mais próximos do sol.
Margarete sorriu e inclinou seu rosto até um deles. Tomou em seus lábios num toque quase imperceptível. Eu estava estática.
Ela então veio na minha direção. Sua boca procurava a minha. Foi um beijo tão suave. Senti seus lábios colando nos meus. Nossas línguas em câmera lenta foram se enroscando enquanto as mãos dela soltavam os laços do meu biquíni.
Minha buceta latejava. Nessas alturas, eu abraçava Margarete apertando aqueles seios enormes de encontro aos meus.
Sem falar nada, ela foi descendo, seus lábios vasculhando meus seios, meu ventre, por fim chegou ao centro de minhas pernas. Sua língua dava toques leves alternados com lambidas. Suas mãos abriam minhas dobras e sua língua acariciava cada uma delas. Eu segurava sua cabeça sentindo ondas de calor. Meu corpo tinha convulsões querendo mais aquela língua. Estava fora de mim. Nunca tinha feito aquilo. Nem nos meus sonhos mais íntimos me imaginei sendo acariciada por outra mulher. E estava adorando.
Sua língua chapada percorria toda minha boceta. Sua saliva se mistuva com meu liquido que agora descia em abundância.
Eu gemia. Contorcia, e queria mais. Meu corpo ficou tenso. Um calor foi subindo. Parecia que iria pegar fogo. Então explodi num gozo. Meu corpo tinha contrações involuntárias. Margarete continuava com sua língua explorando. E os orgasmos se sucediam. Um depois outro. Até que meu corpo se soltou. Instintivamente fechei as pernas, e protegi os seios. Estavam tão sensíveis que não suportava nem um sopro de brisa.
Margarete percebeu e deitou-se ao meu lado.
Não falei nada. Ela tomou minha mão, e carinhosamente disse:
- Será nosso segredo.
Confesso que estava entre confusa e satisfeita. Mas antes que outros pensamentos me incomodassem, ergui meu corpo e resolvi fazer com ela tudo que eu havia aprendido.
Foi maravilhoso.
Desse dia em diante nossas tardes foram cada vez mais movimentadas. Eu e Margarete transavamos incansavelmente.
A noite, quando Flávio me procurava, eu transava pensando nela.
Estavamos tão intimas que Margarete chegou a filmar uma transa dela com seu marido, para me mostrar como ele era “despreparado”.
Quando vi seu pau no filme, não resisti e contei a ela da diferença do meu marido e o marido dela.
Isso despertou um desejo em Margarete, que no princípio me ofendeu. Ela queria transar comigo e com Flávio.
Nesse dia ela foi embora mais cedo, e eu fiquei magoada.
Quando estava sozinha, minhas idéias clarearam e pensei comigo mesma: Porque não?
Afinal, nos últimos meses ela tinha me dado tanto prazer. Mas como seria. Na mesma hora, liguei pra ela e simplesmente disse: Eu topo. Mas como vai ser? Fica tranqüila ela respondeu. Daremos um jeito.
Um sábado a noite, Margarete nos convidou para jantar na sua casa, e fazer companhia a ela pois o marido tinha viajado. Falei com Flávio e ele concordou, sem desconfiar que estava prestes a ser colocado na roda.
Eu fui com um vestido preto, curto que deixava a mostra minhas coxas bronzeadas.
Chegamos à casa eram 8 horas.
Margarete nos serviu um vinho e um aperitivo e começamos a conversar. Eu estava nervosa pois sabia aonde aquilo iria. E confesso, excitada.
Depois do terceiro copo de vinho, Colocamos uma música, e tirei Flávio para dançar. Eu estava provocante, e propositalmente encostava minhas coxas no seu pau que começava a dar mostras de vida.
Depois de duas danças, falei para que ele dançasse com Margarete pois ela estava só observando. Ele olhou pra mim meio incrédulo e eu fiz um olhar de tudo bem.
Levei Flávio pela mão até onde estava Margarete e com uma piscada de olhos, falei pra ela: - É todo seu.
Flávio me olhou desconfiado mas meio incrédulo, segui dançando.
Ela se esfregava nele tão sensual que de longe eu percebia seu pau duro.
Ele me olhava assustado e eu simplesmente sorria incentivando que ele fosse em frente.
Mesmo assim, Flávio relutava. Decidi então acelerar o processo.
Numa música bem calma e sensual, abracei Flávio por trás, enquanto Margarete estava abraçada na frente. Minhas mãos desabotoaram sua camisa entrando pelo seu peito. Margarete percebeu que era a hora, e suas mãos desceram abrindo seu cinto.
Em segundos o homem despertou. Quando percebi, estava lá, meu marido, totalmente nu, num beijo com Margarete, que tentava se desvencilhar de sua calcinha.
Eu já havia tirado toda minha roupa e puxava os dois para o sofá.
Sentamos Flávio no sofá, e como se estivéssemos combinado, as duas nos ajoelhamos no seu pau. Margarete estava extasiada com o tamanho do bicho. E eu já acostumada, beijava seus testículos. Nossos corpos ferviam.
Levantei e sem pudor, subi no sofá colocando minha buceta praticamente na cara do Flávio, enquanto deixava Margarete sozinha com aquele pau enorme.
Ela chupava extasiada e eu delirava com a língua do meu marido na minha buceta.
Foi então que Margarete Levantou se, colocou uma perna de cada lado pronta para sentar naquele cacete gostoso. Eu não podia perder aquilo por nada. Pulei do sofá e nas costas de Margarete, segurei o pau do meu marido e posicionei na buceta encharcada.
Ela foi baixando devagar. Abrindo a buceta. Entrando cada centímetro com um gemido. Até que num suspiro estremecedor soltou seu corpo. Eu gozava só de ver aquela cena.
Margarete começou os movimentos. Subia e descia com maestria, enquanto aquele pau arrombava suas entranhas.
Vi que Flávio não estava mais agüentando. Pedi para que ela saísse que eu queria o leite pra mim. Margarete percebeu que não poderia ter tudo e obedeceu.
Sentou-se no encosto do sofá com os pés no assento. Enfiei minha cara na sua buceta, enquanto deixava minha bunda virada para Flávio.
Ele me pegou pela cintura, posicionou seu pau na minha buceta e numa puxada só, enfiou até o fundo. Foram três ou quatro estocadas e eu já gozando, senti sua porra quente bater no meu útero. Enquanto Margarete gozava na minha boca.
Ficamos curtindo aquele momento uns 10 minutos.
Olhei para o Flávio, dei um beijo na sua boca e perguntei: - Gostou?
Ele sorriu e senti que seu pau deu um pulo. Fiquei surpresa, pois isso não era normal tão rápido.
Foi então que Margarete sussurou no meu ouvido. – Deixa eu fazer anal com ele, quero ter um pouquinho do leite dele dentro de mim.
Não acreditei. Eu nunca quis fazer pois achei que ninguém aguentaria aquilo.
Entre curiosa e satisfeita por indiretamente poder satisfazer um desejo do meu marido, imediatamente disse caindo de boca naquele pau:
- Vou limpa-lo e prepará-lo pra você.
Chupei até ficar no ponto, enquanto Margarete se posicionava de quatro no sofá.
Com saliva, Flávio lambuzou a cabeça do pau, e uma cuspidinha básica no cuzinho de Margarete.
Eu estava sentada na frente dela, beijando sua boca.
Flávio abriu as nadegas e posicionou seu pau na entrada do cuzinho. Forçou um pouco, Margarete deu um gemido sem tirar sua boca da minha. Parei o beijo e segurei seu rosto entre as mãos, olhando fixo nos olhos dela. Outra estocada e percebi que entrou um pouco mais. Seu rosto era um misto de prazer e dor.
Flávio então segurou firme na cintura dela. Eu conhecia aquele movimento, só que comigo era na buceta.
Sabia que agora aconteceria, e sabia que não seria fácil. Meu lado feminino dizia pra mim impedir aquilo, meu lado sádico queria que eu ficasse quieta. Senti prazer quando Flávio puxou Margarete pelos quadris e enterrou seu cacete no cuzinho dela. Ela deu um grito. Ele ficou imóvel com o pau lá dentro para que ela acostumasse. Perguntei olhando nos seus olhos se queria parar.
-Não!! Ela respondeu apressada.
Sorri para Flávio e ele começou os movimentos. Deitei de pernas abertas colocando minha buceta na direção da cabeça de Margarete.
Ela entendeu e abaixou a cabeça, deixando a bunda alta a disposição do Flávio.
Ela me chupava enquanto ele enterrava no cuzinho dela. Demorou uns quinze minutos para ele gozar. Eu gozei umas 3 vezes na boca dela, e ela gozou enquanto fazia anal.
Caímos por fim desfalecidos no tapete da sala.
Acordamos de manha com o cheiro do café da manha preparado por Margarete.
Com certeza, muita coisa ainda ia acontecer nesse dia....
VICIADA EM PORRA
Meu nome é Fátima, tenho 42 anos, sou casada há 26 anos, tenho 3 filhos. Tenho um segredo que guardo comigo desde minha adolescência. Sou completamente viciada por semem desde meus 19 anos.
De lá para cá continuo amando esse creminho que voces homens tem... o meu marido nem desconfia dessa minha tara, ele é extremamente ciumento por isso as minhas relações sexuais com ele sempre foram no estilo bem tradicional, prefiro que ele continue a me achar uma mulher sem experiências, assim nao disperto desconfianças dele, claro que para a minha tara tenho todos os outros homens do mundo... e amo isso... confesso que quando vejo um homem na rua, me vem a cabeça como ele seria, como seria a sua porra, o sabor, a consistencia, o cheiro... amo isso, na verdade fico pensando sobre isso uma grande parte do meu dia.
Tenho uma regrinha que sigo desde que me casei, com outros homens nao faço penetração... como Rainha-do-creme (meu apelido desde minha juventude), o que me interessa neles é apenas suas suas porras... mais nada... é um apelido que ganhei, é porque eu chamava a porra dos rapazes, de creminho... entao um deles me colocou esse apelido, eu amei...
UMA DAS MINHAS MAIS LOUCAS AVENTURAS:
A pouco mais de um ano atrás, eu conheci (provei) um homem que era dono de uma daquelas casas de massagens daqui da cidade vizinha. Ele me explicou sobre algumas massagens, claro que era tudo sacanagem, depois percebi que maravilha seria para mim. Trabalhei por quase 4 meses na casa de massagem dele, nao sei se ainda existe, mas o nome era Sweet eu inventei para o meu marido que eu estava comecando um curso de pintura de telas, ate comprei o material do tal curso, mas claro que nunca fui uma única aula. Eu saia e ia para Limeira para trabalhar como massagista, todas as terças e sextas, ficava das 7 as 19 da noite. As massagens que eu fazia era de estilo manual-peniana... no nome popular, eu fazia masturbação para os homens, usava alguns cremes e gels, era ótimo... claro que eu tinha que fazer a massagem até que eles gozassem, e eu estava lá para isso... risos. Claro que eu nunca conseguia apenas fazê-los gozar e ficar vendo toda aquela porra cremosa escorrendo bem devagar pelas meus dedos e unhas, sem fazer nada. Queridos... eu nunca deixei de provar um só deles, e olha que sempre quero até a última gotinha (com todos os homens que provei até hoje, olha que já foram milhares deles)... mas eu amava...
O bom era que os gels que eu usava nao deixava a porra deles grudar, entao ficavam aqueles pelotinhos enorme de porra a minha disposição... era delicioso... tem um detalhe que me ajudava muito, o preço do tipo de massagem que eu fazia era de 19 reais, mas como eu conhecia o dono e ele sabia que eu estava lá só para provar muita porra e não para ganhar dinheiro , então nós tínhamos combinado que nas minhas noites, eu poderia cobrar apenas o preço que ficava para a casa, que eram apenas 10 reais.
O bom era que a casa de massagens ficava entre um conjunto de fábricas e uma comunidade enorme, resultado para me dar porra era que nao faltava, eu contei em uma noite que haviam muitos homens, eu atendi sozinha a 27 homens... era a melhor coisa do mundo.
Eu realmente amo porra, sou viciada, quero o tempo todo.
Em uma outra oportunidade contarei mais algumas experiências que já tive em busca de mais porras.
SEXO NA PRAÇA
Pessoal eu e minha esposa estamos morando em uma cidadezinha pequena no interior do Paraná, e desde de quando mudamos pra ca eu tinha vontade de transar com ela naquela praça. Eu tive que fazer uma viajem para SP e cheguei ontem, mas cheguei daquele jeito, louco pra dar uma metida bem gostosa, quando cheguei minha esposa ainda estava trabalhando, então fiquei sozinho, como estava com muito tesão liguei o note e assistindo um porno bati um punheta para aliviar um pouco. Quando minha esposa chegou em casa ela me encontrou sentado no sofa com o pau duro dormindo, ela sabendo que eu estava na seca não pensou duas vezes e me acordou fazendo um delicioso boquete, ela me chupou até eu gozar, isso ja era umas 19:00 Horas, depois que gozei tomamos um banho e fomos dar uma volta na cidade, quando passávamos pela praça eu olhei pra ela disse, eu vou comer você aqui hoje de madrugada, ela nem deu importancia, paramos em um barzinho tomamos uma cerja geladinha e voltamos pra casa e ela dormiu.
Quando era mais ou menos umas 02:30 da manhã eu acordei ela e falei que queria ir ao motel que eu estava cansado de só transar em casa e ela topou, mais ela não imaginava que não tinha motel nenhum, eu estava levando ela para a praça, quando chegamos na praça eu olhei pra ela e falei:
- Eu não disse que ia te comer aqui hoje !!!
ai ela respondeu:
- Voce ta louco ?
Não deixei ela nem pensar na hipótese de desistir e ja fui beijando-a sem deixar ela respirar e ela não demorou a se entregar, depois dos beijos fomos até um parquinho que tem na praça, coloquei o pau pra fora e ela como uma putinha gostosa veio chupando, mordendo, lambendo, chupava minhas bolas... Ela estava com um shortinho e sem calcinha, Tirei o shortinho e comecei sugar sua bucetinha molhada, enfiava a lingua e os dedos, fiz ela gozar na minha boca, assim que gozou coloquei ela sentada em um banquinho, fui por cima dela e comecei a meter com força, ela gemia, gritava, me xingava, me batia de tanto tesão, ela tirou meu pau de dentro dela e falou:
- Me come de quatro gostoso !!!
Eu sem pestanejar coloquei ela de quatro e enfiei a pica na buceta carnuda dela, enquanto eu estava comendo ela eu falei agora você vai ter uma surpresa, tirei o meu pau da buceta dela, cuspi no cuzinho dela e enfiei meu pau sem dó, ela deu um grito e quis que eu tirasse, mais eu não tirei e arrombei o cuzinho virgem dela. Quando percebi que ia gozar tirei o pau do cuzinho dela e gozei nela todinha. Quando terminamos vimos que não estávamos sozinhos, tinha uns guris olhando e batendo uma punheta. rsrsrssrs.
Foi a foda mais gostosa da minha vida.
Espero que tenham gostado, até mais.
Quando era mais ou menos umas 02:30 da manhã eu acordei ela e falei que queria ir ao motel que eu estava cansado de só transar em casa e ela topou, mais ela não imaginava que não tinha motel nenhum, eu estava levando ela para a praça, quando chegamos na praça eu olhei pra ela e falei:
- Eu não disse que ia te comer aqui hoje !!!
ai ela respondeu:
- Voce ta louco ?
Não deixei ela nem pensar na hipótese de desistir e ja fui beijando-a sem deixar ela respirar e ela não demorou a se entregar, depois dos beijos fomos até um parquinho que tem na praça, coloquei o pau pra fora e ela como uma putinha gostosa veio chupando, mordendo, lambendo, chupava minhas bolas... Ela estava com um shortinho e sem calcinha, Tirei o shortinho e comecei sugar sua bucetinha molhada, enfiava a lingua e os dedos, fiz ela gozar na minha boca, assim que gozou coloquei ela sentada em um banquinho, fui por cima dela e comecei a meter com força, ela gemia, gritava, me xingava, me batia de tanto tesão, ela tirou meu pau de dentro dela e falou:
- Me come de quatro gostoso !!!
Eu sem pestanejar coloquei ela de quatro e enfiei a pica na buceta carnuda dela, enquanto eu estava comendo ela eu falei agora você vai ter uma surpresa, tirei o meu pau da buceta dela, cuspi no cuzinho dela e enfiei meu pau sem dó, ela deu um grito e quis que eu tirasse, mais eu não tirei e arrombei o cuzinho virgem dela. Quando percebi que ia gozar tirei o pau do cuzinho dela e gozei nela todinha. Quando terminamos vimos que não estávamos sozinhos, tinha uns guris olhando e batendo uma punheta. rsrsrssrs.
Foi a foda mais gostosa da minha vida.
Espero que tenham gostado, até mais.
domingo, 12 de junho de 2016
SURPRESA DO DIA DOS NAMORADOS
Olá, estou escrevendo o que aconteceu comigo nesses dias. O meu dia dos namorados foi maravilhoso, mas o presente que ganhei de véspera foi melhor ainda. O presente foi totalmente inesperado, o meu professorzinho disse que iria me da um presente super legal, não tinha nem noção e fiquei supercuriosa. Dois dias antes do dia dos namorados, ele aparece no carro, eu entro e saímos, pensei que iríamos dar apenas um passeio. Após nos distanciarmos de minha casa, rumamos em direção da Estrada da Refinaria (velha conhecida), entramos no Motel e para minha surpresa ele já havia reservado uma suíte. Na entrada do apartamento ele coloca uma venda, fiquei imaginando mil coisas. O que será que ta acontecendo: “É bem coisa dele com minha prima”, entro no quarto sinto o frio do ar condicionado, misturando-se com o tesão e ansiedade que já estava sentido, escuto o som de música bem suave, minha respiração fica cada vez mais ofegante, sinto uma boca abrindo a minha, uma língua bem gostosa (era o meu professorzinho me beijando), à medida que vai me beijando vai tirando minha roupa, fico apenas de calcinha e sutiã. Sinto um calafrio percorrer meu corpo, minha nuca é beijada bem suavemente, retira meu sutiã, beija o bico dos meus seios, não consigo pensar, todo meu corpo arde, fico gemendo e pedido mais, abaixa lentamente minha calcinha, beija meus púbis e lambe suavemente minhas coxas aproximando-se das laterais da minha buceta, lambe por baixo meu grelinho, minha pernas tremem, sinto um tesão enorme, vai me beijando e orientado minha cabeça em direção ao inesperado, sinto a cama sou levada para o meio da cama e sinto um cheiro bem gostoso, toco com minha língua o grelinho que penso ser de minha prima, escuto um gritinho: Há que gostoso, pensei ser minha prima, mas pelo som da voz, imaginei se tratar de nossa amiga, parei de pensar, sinto a língua gostosa de meu amor, lamber toda a minha bucetinha, hummmm, gemi e continuei acariciando com minha língua o grelinho gostoso na minha boca a medida em que vou explorando o interior daquela fonte de prazer, escuto gemidos mais gostosos: Ah, Ah como é gostoso, hummmm, continua, ai, ai, ai, vou gozar, e continuo acariciando como minha língua e absorvendo aquele gozo gostoso, pelo som dos gemidos percebi o presente de namorados, (uma nova amiga), ela se contorcia toda seus quadris se movimentavam para cima e para baixo, nisto eu sinto a língua do meu professorzinho fudendo minha bucetinha e grito: TÔ GOZANDO, GOZANDOOOO, ele não para e eu também não paro de lamber nossa garota, ela goza novamente gritando NÃO PARA, CONTINUA, AI QUE BOCA GOSTOSA. Subo em cima dela ficamos na posição papai-mamãe, beijo a boca dela super salgadinha, sinto uma pica entre nossos lábios e nos beijamos dessa maneira. “Agora”, Paula grita e geme dizendo: quero pica, chupo meu professorzinho, dou outra lambida na buceta dela, coloco eu mesma o pau dele na entra da sua buceta e vou empurrando devagarzinho para dentro dela, só por maldade, eu tiro o pau dele para fora dela, ela chora: NÃO, NÃO, PORRA ME COME, HUMMMMM, dou um beijo gostoso na boca dele, e puxo meu amor na direção da bucetinha dela que o engole de uma vez. Deito de baixo de Paula e vejo ela toda aberta com seus contornos lindos, beijo cada curva e quando chego em cima do grelo, o prendo com em meus lábios, nesse instante ela chorou e rebolou os quadris ao mesmo tempo em que via cada centímetro do meu professorzinho entrando. A seguro pelos quadris e ela goza preza entre meus braços, com a vagina completamente preenchida e com minha língua e lábios apertado suavemente seu grelinho. Depois ficamos de lado ele por trás dela, eu do outro lado aproveitando ao máximo aquela fonte de doce, ela coloca sua cabeça entre minhas pernas, me aproximo mais, noto ela um pouco relutante, aproximo mais e a faço absorver todo o líquido que sai de mim. A principio inexperiente mais a medida em que vai saboreando começa a chupa, lamber, morder enfiar a língua dentro de mim. Fico gemendo, chupa gostoso, chupa, hummm, ai, começo a movimentar meus quadris, rebolo e continua me chupando gostoso. Subo para cima dela, sinto um calorzinho gostoso na entrada da minha buceta e vou para trás, ai que delicia enfia!, enfia!. Paula grita: fode, fode, gostoso quero ver essa pica entrando na buceta, não acreditei e me contorcia toda. Quero pica, quero língua, quero tudo, gritei depois de sentir a Paula fazendo comigo o que havia feito com ela, quase enlouqueci quando prendeu seus dentes no meu grelo, rebolava o com o grelinho preso e gemia AI, AI MEUS DEUS! VOU MORRER, ME FODE, ME CHUPA, ficamos não sei quanto tempo, senti o gozo chegando e gozei estremecia toda, o gozo do meu professorzinho que GRITOU VOU GOZAR esporrou dentro de mim. Paula alimentava-se dos nossos gozos e continuava nos lambendo, absorvendo nossos fluidos. Depois fiquei sabendo que Paula (nome falso), tratava-se de uma moça que meu professorzinho estava envolvido há tempo (assim como eu, tinha suas fantasias) e havia convencido de liberar seus desejos e sabendo que adoro surpresas, esperou o momento certo para nos apresentar. Sou uma mulher de sorte que pode afirmar: “Sou feliz
PRESENTE NO DIA DOS NAMORADOS
Olá pessoal! Vou compartilhar com vocês o meu presente do ano passado para meu marido no dia dos namorados.
Já tinha alguns meses de casamento e já havia tentado praticar sexo anal com meu marido o que não foi possível, não agüentei e a tempos estava negando resolvi então surpreende-lo nesta data especial. Sou morena bem clarinha de cabelos pretos e longos e meu marido gosta muito de loira, sempre pedindo que eu pintasse meu cabelo, resolvi neste dia agradá-lo arrumei uma peruca loira (não tenho coragem de pintar), encomendei um jantar em um restaurante muito bom aqui da minha cidade, antes de meu marido chegar, fui até o restaurante buscar a comida, chequei em casa preparei a mesa de jantar e fui para o banho, passei um creme hidratante que meu marido adora, coloquei um vestido de tecido leve e branco (ele ama me ver de branco) um conjunto de espartilho também de cor branca, tudo pronto só faltava ele chegar em casa.
Assim que chegou me abraçou muito me encheu de beijos e disse que tinha adorado a surpresa, trocamos nossos presentes, jantamos e eu o arrastei até o quarto.
Vendei então seus olhos de forma que não pudesse ver nada, tirei sua camisa, amarrei seus braços (com uma faixa de pano, para não machucar) e terminei de despi-lo, peguei um copo com Kep Coller bem gelado tomei um gole deixando minha boca e língua gelada para beijar seu corpo com leves mordidas e lambidas, arrancando vários suspiros e gemidos dele, agora com seu pau bem duro (ah esqueci de mencionar, meu marido é muito lindo, com um corpo gostoso e um pau delicioso), passei a chupa-lo com um pouco da bebida na boca para que ele sentisse a sensação gelada em contraste com o calor do seu corpo, chupei ele todo, passando a língua da cabeça até a base e suas bolas, retornava para a cabeça e fazia pressão com os lábios, circulando a cabeça com a língua quando senti que queria gozar parei com as caricias e passei a beija-lo no rosto e por todo o pescoço, ele que já não aguentava mais de tesão pediu que eu o soltasse, retirei então a faixas das mãos deixando - as livres porém deixei a venda nos olhos, deixei ele sentado e comecei a cavalgar naquele pau gostoso, gozei tremendo de tesão em cima de sua pica, novamente parei antes que ele gozasse, pedi que se ajoelhasse, coloquei uma camisinha com auxilio da boca (fato que ele estranhou e pode prever o que viria a seguir), não deixei que ele me tocasse e disse que eu estava no controle, me posicionei de quatro em sua frente guiei seu pau para minha bocetinha já dolorida por penetração, rebolei muito e pedi que ele aguentasse ainda mas um tempinho, então retirei sua pica e coloquei no meu cuzinho empinei a bunda ainda mais para trás e fui forçando para entrar (ele não notou que eu estava colocando atrás, porque tenho domínio da pratica do pompoarismo e quando quero dificulto bastante a entrada), quando a cabeça entrou disse que ele poderia retirar a venda, ao fazer isso e olhar para mim de quatro dando o cuzinho que ele tanto queria ficou doido de tesão e passou a meter gostoso como só meu maridinho faz, eu já doida de tesão me sentindo uma mulher completa por estar realizando o meu marido de forma completa, só conseguia gemer e pedir mais pica para ele, pedia que ele metesse aquele pau gostoso em mim, meu marido então segurou-me pelos cabelos forçando para trás (coisa que eu adoro) e meteu gostoso até que eu gozasse mais uma vez para em seguida se deixar explodir em gozo.
Meu marido depois me disse que tinha amado tudo desde da peruca que coloquei para agrada-lo (no final ela foi para o espaço, mas valeu) ao perfume e principalmente nossa transa e que não imaginava que seria tão maravilhoso aquele dia.
Espero que tenham gostado do conto, desculpe-me por ser tão longo, mas esse dia foi realmente muito delicioso e especial para nós e vou confessar só de lembrar para relatar estou com um baita tesão, quero chegar logo em casa e cair na pica do meu marido
sexta-feira, 10 de junho de 2016
FUDENDO NO BAILE FUNK
Eu e minha namorada adoramos uma putaria, e tínhamos uma vontade enorme de ir em um baile funk onde rolasse muita sacanagem e fomos em busca. No outro dia ja estávamos com ingressos na mão e fomos para o baile. Minha namorada é muito gostosa e pra me provocar colocou um vestido preto coladinho, super maquiada, cheirosa e pra deixar mais sexy ainda estava de salto alto bem piranha ,mais antes passamos na casa da amiga dela, ali mesmo já começamos as preliminares ,enquanto a amiga dela se arrumava agente se pegava no sofá, foi quando minha namorada sentou de perna aberta e vi aquela bucetinha lisinha numa calcinha super sexy que fez meu pau subir na hora e ficamos com mão ali e aqui até dar a hora de descer pro show. Quando chegamos no baile tava lotado ,e minha namorada ja ficou toda safadinha foi quando começou a putaria e ela veio dançando e rebolando no meu pau.. Nossa tava muito bom, vê aquela bunda sarrando em mim, o baile todo tava na maior putaria e aquilo me deixava ainda mais tarado. Meu pau ja tava muito duro, minha namorada adora dançar, então elaa rebolava muito descia até o chão e subia esfregando nele.. Tava uma delícia..Dai ela me chamou pra um canto e disse que queria fuder, ai que fiquei maluco mesmo, rapidamente tirei meu pau pra fora, ela levantou o vestido arredou a calcinha e pediu com uma cara de piranha : me fode vai! Já fiquei doido e coloquei meu pau com vontade e senti aquela bucetinha super molhada e quentinha.. Ela é tão safada que quando viu que tinha várias meninas dançando na frente ,me chamou pra ir pra la, me surpreendeu quando ela colocou a mão no palco subiu o vestido e ficou com aquela bunda levantada pra mim.. rebolando com a bucetinha fodida.. nossa meti muito nela ali, à minha volta tava uma putaria só . Foi quando comecei a sentir um tesão tão forte que comecei a fuder muito ela, muito mesmo e ela gritava ali no baile de tesão, aquilo foi me consumindo por dentro, fui entrando em êxtase de tesão, tava sentindo a porra vindo e não conseguia parar.. Soltei aquele leitinho quente la dentro daquela bucetinha gostosa, tava sentindo ela latejar no meu pau.. nossa foi uma delicia ter fudido ela ali. A minha putinha gostosa.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
LOUCA POR UMA AVENTURA
Sou a Lilith, safada e muito feliz. Hoje resolvi contar aqui uma das minhas muitas aventuras.
Toda a minha aventura no mundo do swing começou de verdade uns quatro anos atrás quando fiz um menage masculino, passei muito tempo tentando repetir e entrei no mundo do swing para ter a oportunidade, ja que é difícil encontrar homens fora desse meio que topem, acabou que comecei a curtir trocas de casais mas sempre estava querendo um menage que nunca dava certo, não queria na casa de swing, queria fora de lá para poder curtir bastante e fazer dupla penetraçao.
Eis que comecei a buscar por minha conta, comecei a conversar com um cara através de site, que vou chamar de Ricardo, um negro alto e mais para magro bem bonito, falei que só sairia com ele se levasse mais um amigo, ele topou na hora e começou a me mostrar fotos dos amigos, fácil assim.
Marcamos em um sábado a tarde e ele veio me buscar para ir na casa de seu amigo, no caminho fiquei meio apreensiva pois não conhecia nenhum dos dois, mas era tarde para voltar atrás.
O amigo dele nos encontrou de moto e fomos o seguindo, quando chegamos na casa que fui ver o Felipe que é branco, alto e forte e mais safado do que o Ricardo, já começou a me agarrar enquanto o Ricardo fazia uma caipirinha.
Já fiquei cheia de tesão com ele me beijando e apertando minha bunda por cima da calça, já senti seu pau duro, o Ricardo chegou perto com a caipirinha e o Felipe me virou para ficar de frente para o Ricardo enquanto esfregava o pau duro na minha bunda, o Ricardo tirou minha blusa e começou a chupar meus peitos (como sempre eu não usava sutiã) mas logo parou dizendo que ia tomar um banho.
Eu e o Felipe continuamos nos agarrando e ele tirou minha calça e me deixou só de calcinha, começou a dar uns beijos na minha bunda enquanto acariciava minha buceta.
Eu já estava louca de tesão, Ricardo voltou do banheiro e me colocaram de quatro no sofá, comecei a chupar o Ricardo e aí o Felipe arrancou minha calcinha, mas eu estava louca para sentir o pau dele na minha boca e inverti a posição, (tambem achei que era direito do Ricardo me comer primeiro rs) fiquei com a bunda virada para o Ricardo e chupando o Felipe, logo ouvi o barulho da embalagem da camisinha e fiquei mais molhada com a expectativa, o Ricardo me penetrou ali mesmo e continuei chupando o Felipe que ficava me dando uns tapas e me chamando de vagabunda gostosa, nossa, enlouqueci e gozei a primeira vez.
Fiquei toda mole e aí o Felipe me pegou no colo e me levou para a cama, me colocou de quatro e me comeu com força e eu ainda tendo choques, logo o Ricardo estava do meu lado me oferecendo aquele pau gostoso e comecei a chupar de novo, ficamos um bom tempo assim, com o Felipe me comendo de quatro e eu chupando o Ricardo do lado, logo o Ricardo começou a se posicionar por baixo e o Felipe que já estava enfiando o dedo no meu cuzinho começou a colocar o pau devagarinho, eu já estava toda molhada de tesão mas mesmo assim estava doendo um pouco, sentei no pau do Ricardo e mexia devagarinho enquanto o Felipe penetrava meu cuzinho, eu gemia, chorava e sei lá mais o que, daí senti os dois paus em mim, pqp, que delícia, por mim ficaria ali por horas mas acho que começou a pesar em cima do Ricardo e ele quis sair, eu estava quase gozando mas ainda faltava um pouquinho, o Felipe veio por cima de mim e o Ricardo não parava de bater punheta e me dar o pau para chupar e eu chupava, depois de um tempo o Felipe veio por baixo e comecei a pular no pau dele enquanto chupava o Ricardo até que ele gozou na minha boca, eu não estava preparada e acabei deixando escorrer para o queixo e para os peitos e fiquei esfregando aquela porra em mim enquanto continuava cavalgando em cima do Felipe, gozei de novo e daí foi a vez do Felipe me lambuzar toda.
Fiquei com as pernas bambas mas levantei para ir tomar um banho, se eu relaxasse ali ia querer ficar jogada o resto da tarde kkkk.
Depois do banho me enrolei na toalha e ficamos conversando e bebendo, tocou a capanhia e fiquei morrendo de vergonha de ser o pai do Felipe que mora com ele, mas era um outro amigo deles, novinho, magrinho, não fui muito com a lata dele não, mas eles disseram que ele ia ficar só olhando então, daí os dois ficavam puxando minha toalha e falando para o outro: achou gostosa? Você quer? E eu só dava risada e falava que o combinado eram 2 e não 3, e que ele era muito novinho.
Felipe começou a me beijar e puxou a toalha para chupar minha buceta, e eu já estava molhada antes, eu estava com tesão o tempo todo e não via a hora de recomeçarem, ele chupava muito gostoso eu estava de olhos fechados e quando abri o menino estava batendo uma punheta bem perto da minha cara e o pau dele era desproporcional aquela magreza dele kkk, nem dei atenção e continuei curtindo aquele oral, Ricardo veio colocar o pau para eu chupar de novo e fiquei lá chupando deitada no sofá, o menino veio pelo outro lado e começou a massagear meus seios, eu tirava a mão dele de vez enquando mas na verdade eu podia aparecer quantos fossem lá que eu ia querer.
Felipe sentou e me colocou no colo dele e comecei a pular de novo no pau dele, o Ricardo logo veio querer comer meu cuzinho, mas o pau dele era mais grosso e começou a doer então desisti, mas ele me puxou e me colocou em pé e ficou me acariciando, senti quando foi menino novinho que colocou a mão em mim porque a mão dele estava mais gelada, reclamei mais fiquei na mesma posição, empinei mais ainda a bunda quando comecei a chupar o Felipe, e daí o novinho me pegou de quatro, depois o Ricardo e ficaram revezando, numa dessas trocas larguei os dois e sentei no pau do Felipe de novo, e rezevaza chupando os outros dois.
Aí meu telefone começou a tocar, achei que ia ter mais uma hora ainda mas tiveram umas mudanças de planos e tive que ir embora, os três entraram no carro para me levar e demos risada o caminho todo falando besteira e eles zoando o novinho que chegou atrasado.
VENDO-A GEMER E GOZAR
Desde que nos conhecemos que estamos planejando uma festinha sacana, e depois de dois anos fomos a um hotel em Porto Seguro, e conseguimos realizar nossa fantasia, que era de sexo com um desconhecido.
No bar da piscina do hotel, depois de chegarmos da praia e já ter tomado umas cervejas e muito sol, ficamos aproveitando o final de tarde. Começamos a falar da fantasia e Márcia me confessou que naquele dia estava com fogo para trepar feito louca, e decidimos que iria ser ali mesmo que iríamos começar a caçada.
Havia duas mesas com alguns casais e solteiros, animados, bebendo e um dos caras começou a olhar Márcia mais insistente quando ela passava de biquíni, alias um fio dental bem sacana. O cara já estava inclusive a meia bomba e dava para ver sob a sunga.
Fomos para uma mesa mais reservada e pedi ao garçom que chamasse o rapaz até lá. Ele chegou meio desconfiado e fomos direto ao ponto. “Cara, estamos querendo uma fantasia, e você está com tesão na minha mulher, você quer subir um pouco até nosso quarto?” O cara ficou meio atrapalhado, mas concordou e subimos direto.
No elevador mesmo Márcia começou a agarrar o cara e deixá-lo louco. Entremos no quarto e expliquei, queria apenas olhar e deixar eles se divertirem, mas ele teria que mostrar que ia valer a pena.
Márcia foi para o chuveiro, tirar a areia da praia e voltou apenas de toalha, mito gostosa. Me sentei na poltrona e comecei a ver ela preparar um uísque para eles outro para mim. O cara que se chama Jorge tirou a camisa e ficou apenas de sunga, recostado na cama e Márcia perguntou o que ele queria primeiro, uma boa chupada ou queria chupar sua bucetinha. E já foi se encostando engatinhando de quatro nua e linda. Jorge me perguntou, posso foder mesmo sua mulher? Claro, quero ver a gozada mais louca dela agora. Quer ver ela gemer no pau de um desconhecido? Vou arrebentar esta bucetinha e ela vai adorar. Márcia chamou logo o cara para a língua embaixo, se abriu toda e puxou a cabeça dele para a buceta.
Márcia gemia muito gostoso e rebolava, esfregando a cara dele na buceta. O cara tirou a sunga e começou a bater uma punheta enquanto chupava ela, mais alguns minutos e ela se virou de quatro para chupar o pau dele. Eu já estava quase gozando de ver, imagine Jorge. A suspeita da sunga se confirmou, Jorge que cabeção de pau você tem! E lambia e mordia aí eu também entrei e comecei a chupar a bucetinha e o rabinho dela de quatro.
Márcia que estava tontinha sentou na cacetão e encaixou até a metade de uma vez, deu um gemido “putz, vai me arrombar toda esta picona”, mais continou a rebolar e meter.
Me afastei e fiquei olhando a brincadeira. Ela se virou e foi sentando no pau, de costas para Jorge, que pode ver de perto aquela bunda gostosa e bronzeadinha. Márcia tem uma bunda linda, depiladinha e um cuzinho rosa que é um negócio de louco. Dedinho do cú, polegar esfregando, adivinha o que aconteceu. Ela tirou da buceta e se jogou de quatro pedindo:
-Fode meu cu de um jeito bem sacana, mas mete tudo. Jorge deu uma lambidinha na entradinha, botou um dedinho, acostumou e foi enterrando. Márcia rebolava e gemia feito um bicho, enquanto esfregava o grelinho e dava uma gozada linda.
- Fode esta bunda seu viado, mete tudo no meu cú... Foi o bastante para Jorge também derramar o leite nas costas dela e se largar.
Pedi a ele para tomar uma ducha e ir embora. Voltei para a cama com Márcia e fomos continuar a festa, ela estava totalmente larga na buceta e no cú, aquele pau arrombou minha mulherzinha toda e eu meti na bundinha mais uma vez e deixei meu leitinho quente lá no fundo, eu posso.
Foi uma aventura maravilhosa que repetimos várias outras vezes.
TARADA POR POLICIAIS
Meu nome é Márcia, tenho 28 anos, sou casada, 1,55m. Sou um pouco gordinha, mas os homens acham-me muito sexy, talvez porque lhes agrada a forma como me visto: Gosto de usar saias justas, mas com grandes decotes a terminar na zona das coxas, meias ousadas, de renda e tops justos e cavados a realçar meus seios. Tenho o cabelo loiro, liso e longo. E mais uma particularidade: sou doida por policiais!
Tenho o maior tesão por policiais, de qualquer corporação, mas principalmente os rodoviários! Sempre que vejo um, sinto logo uma grande excitação. Não sei de onde vem esta minha tara, mas a verdade é que sempre que penso nisto, fico toda úmida. É óbvio que o meu marido nada sabe sobre esta minha fixação; porém, por várias vezes, enquanto ele me fode, eu me imagino sendo penetrada não por ele, mas sim por um policial fardado. Excitada com tanta fantasia, decidi mudar o rumo dos acontecimentos, e parafraseando uma colega minha: "Uma fantasia só o é até que aconteça!”. Por isso, decidi contar aqui o que me aconteceu algum tempo atrás. Vou tentar me relembrar de todos os detalhes:
Era um fim de tarde chuvosa de Inverno, em que eu saíra meio desorientada do trabalho, pois meu patrão, um velho imundo, havia me ameaçado dizendo que se eu não colocasse meu serviço em dia, se não parasse de fazer tanta confusão na entrega das mercadorias, me colocaria no olho da rua.
Eu ia a acelerar pela estrada deserta afora quando percebi uma luz azul a piscar e o som de uma sirene, mesmo atrás de mim. Notei que se tratava de uma moto da polícia e o agente fazia-me sinal obrigando-me a parar no acostamento. Pelo espelho retrovisor observei um imponente policial a deslocar-se em direção ao meu carro... Com certeza, iria multar-me!
Ele desceu da moto, caminhou em minha direção e enquanto caminhava, apreciei o volume naquele local do uniforme o qual eu tanto aprecio. Lembrei-me da figura de John Wayne em seus filmes de cowboys machões.
- Boa tarde! Ele saudou batendo a pala.
- Boa tarde! Respondi com a voz trêmula.
- A senhora está com pressa? Escarneceu com uma voz grave.
- Não, senhor agente. Descuidei-me um pouco! Respondi.
- Ah, descuidou-se? Deixe-me ver sua carteira de motorista, por favor!
Imediatamente procurei por meus papéis e gelei ao perceber que haviam ficado todos no escritório, junto com minha bolsa de mão. Meio sem graça, desculpei-me:
- Não sei como dizer-lhe, mas saí tão apressada do serviço que me esqueci da bolsinha onde carrego todos aqueles papéis e o dinheiro. Mas meu nome é Márcia.
- Quer dizer que estás a dirigir sem carteira de motorista? Sabes o que isso significa? Estás transigindo as leis de trânsito.
Não encontrava palavras para justificar meu erro, mesmo porque estava encantada com a figura daquele macho a censurar-me. Era moreno e entroncado. Devia medir 1,80m e tinha uma face bonita, não fosse uma grande cicatriz no lado esquerdo do rosto, o seu ar era um pouco sisudo, como eu gostava, aliás! Não tinha qualquer aliança e deveria ter uns 30 anos, mais ou menos. Fiquei louca por ele e toquei-lhe nas mãos robustas e fortes, quando ele se debruçou sobre a janela do carro.
- Vou ter de lhe passar uma multa por excesso de velocidade, Dona Márcia, proferiu.
Sorridente, conformada e confiante já, disse-lhe:
- Oh! Que bom! Pensei que irias multar-me também por estar com os faróis queimados!
Ele olhou-me, ou melhor, olhou meus seios e afirmou:
- Nesse caso, terei que multá-la por três motivos: dirigir em alta velocidade, sem os documentos e com os faróis queimados. As multas são bem pesadas.
Eu fiz um biquinho fingindo-me de entristecida ante aquela ameaça:
- Não há outra forma de resolvermos o assunto, senhor agente? Desafiei-o olhando diretamente em sua protuberante braguilha e dando uma pequena lambida nos lábios vermelha cereja.
- Que queres dizer com isso? Perguntou reparando bastante em mim.
O seu olhar percorreu-me o pescoço, a face e demorou-se no meu curto top, que fazia adivinhar umas tetas durinhas e alvas. Puxou o talão de multas e começou a folheá-lo, como se fosse uma arma apontada para mim.
- Por favor, já estou com tantas dívidas que faço qualquer coisa para não ser multada.
Minha voz era lamuriosa e eu não podia desviar meus olhos de sua braguilha enquanto me lamentava. E ele notou isso e não fez questão de esconder o volume crescendo naquele ponto.
- Tem certeza de que farias qualquer coisa mesmo?
E enquanto ele falava, guardou o talão de multas, segurou minha mão e verificou o anel de casada.
- Vejo aqui que a senhora é casada... Gosta de cornear teu marido?
Ao dizer isso, aproximou-se tanto da janela do carro que praticamente colocou sua mala estufada a minha disposição. Estava na altura de minha face, portanto não podia mais ver seu rosto. Notando que ninguém nos observava, já que a estrada era muito pouco movimentada, aproximei meu rosto de sua braguilha, procurando sentir o calor que poderia haver ali. Observei o cassetete de borracha preso ao lado de sua cintura e deu-me vontade de lambê-lo.
Suas mãos atravessaram a janela do carro e começaram a bolinar meus seios, praticamente tirando-os para fora do top.
- Gosta de chupar um caralho? Perguntou-me, enquanto bolinava meus seios apertando os biquinhos deles até fazer-me sentir um pouco de dor, mas muito tesão também.
- É o meu sonho,já sonhei diversas vezes que estava sendo alimentada por um policial bem grande através da janela de meu carro.
-Então. O que estás esperando? Acho que tenho o que você gosta. Podes começar.
Ao dizer isso, puxou o zíper das braguilhas que ficaram entreabertas e eu, respeitosamente meti minha mão lá dentro, encontrei muita dificuldade para trazê-lo para fora, porém ele me ajudou: um belo pênis que aumentava gradativamente de tamanho até ficar completamente curvado para cima! Duríssimo, com a cabeça coberta pelo prepúcio mais escuro.
Lambi meus lábios de satisfação, pois meu marido era um nada comparado com aquela maravilha! Devia medir uns 22 centímetros, e sua grossura era impressionante principalmente na ponta! Ele aproximou-se mais ainda de modo que sua ferramenta toda ficou à minha disposição dentro carro. Eu cheirei aquela arma, embriaguei-me de seu odor tão másculo...
Enquanto meus seios eram manipulados por sua mão esperta, aproximei os lábios do cacetão e suguei a ponta dele, sentindo o sabor de macho. Gulosamente enfiei a cabeçona inteira dentro da boca e comecei a degustá-la. Incrível o resultado disso!
Imediatamente, a glande cresceu mais ainda tomando proporções assustadoras! Que caralho maravilhoso tinha aquele policial! Eu sequer conseguia abocanhar mais que a um terço dele! Mesmo assim, chupei-o longamente, aproveitando para masturbá-lo rapidamente antes que surgisse algum carro no horizonte.
Felizmente, isso não aconteceu e após vários minutos fazendo a boca percorrer todos os contornos, desde a base até a ponta úmida, sugar toda a gosma que saia dele, senti que o policial arquejava e se preparava para ejacular.
Ao mesmo tempo em que o chupava, meti minha mão esquerda dentro de minha calcinha e procurei me satisfazer também, ajoelhada sobre o banco do carro e já pensava em pedir-lhe emprestado o cassetete para metê-lo dentro de minha racha, mas me satisfiz com os dedos mesmo.
Logo após te-lo chupado por um bom tempo, começou a mover seu corpo e percebi que estava a fuder minha boca, o caralho a deslizar para dentro de meus lábios em velocidade crescente!!
Avisou-me que iria gozar e me preparei para receber os jatos de porra, e quando isso aconteceu, infelizmente, me atrapalhei toda e seu caralho escapou-me, suas esporradas atingindo meus seios e o interior do carro, o volante, o banco do passageiro, ficou tudo lambuzado! Ele olhou-me meio zangado e disse-me:
- Por que tirou a boca justamente quando eu gozava sua vaca? Veja só a melequeira eu fiz no teu interior do teu carro. Não gostas de porra?
Eu tentava me recompor atabalhoadamente, estava a me recuperar do orgasmo que tivera ao ver os jatos de esperma voando em todas as direções, mas ele segurou minha cabeça e fez-me lamber a porra que havia espirrado sobre o volante do carro.
Depois que eu já havia lambido quase tudo, segurou-me pelos cabelos e trouxe minha cabeça em direção ao seu caralho, ainda bem duro, mas todo lambuzado de esperma na ponta e ficou enfiando-o longamente em minha garganta até que quase vomitei devido ao esforço para engoli-lo inteiro.
Obrigou-me a limpá-lo completamente com os lábios e finalmente quando ele se afastou, pensei que estava tudo resolvido! Satisfeito, guardou aquela mangueira dentro das calças e beliscou-me a bochecha, dizendo que eu era uma grande chupadora e gostaria de “multar-me” novamente no dia seguinte. Porém na próxima vez eu teria que fazer a coisa completa...
Eu o agradeci pela compreensão, afinal havia me perdoado as multas, tentando sorrir, apesar dos olhos estarem ardendo devido aos jatos de porra que haviam me atingido bem dentro deles.
Quando cheguei em casa, por sorte, meu marido não havia ainda voltado do serviço, de modo que tive tempo de lavar e secar o interior do carro e tomar uma refrescante ducha. Mas o problema é que a partir de amanhã, terei que procurar outra via para chegar ao local de trabalho...
Maldito e delicioso policial. Espero, um dia, encontrar outro patrulheiro com a mesma compleição física e com tesão de sobra.
GAÚCHA LOBA
Sou gaúcha, totalmente disposta pro sexo, Na idade da Loba.
Me desfiz de um casamento de quase 3 décadas por que meu ex há muito já não dava mais conta.
Assim , livre, conheci um garoto 20 anos mais novo. Foi mágico. Umas "ficadas" e logo veio o sexo, e foi intenso, cada vez mais forte e gostoso. Começamos a ter uma relação aberta, até que ele me confidenciou que era voyeur, que era adepto ao menage, swing e voyeurismo.
Depois de algumas conversas resolvi mergulhar neste mundo .Minha primeira experiencia foi o sexo interracial. Ganhei uma viagem a Salvador (BA) de aniversário. Passeando pela barra fui deliciosamente cortejada por um negro lindo , másculo.
Conversamos por alguns minutos e ele me convidou para sair na noite e me deixou seu telefone. Liguei pro meu namorado que havia ficado no sul, contei sobre a investida e ele me disse:
- Vai , curte, vai dar bem gostoso pra ele.
Fiquei um pouco nervosa, mas resolvi seguir a diante. Já era noite quando ele me buscou no saguão do hotel e me levou para jantar, tudo muito bom, conversas interessantes, até que o clima foi ficando mais quente, e me entreguei ao momento, ele me levou ao apartamento dele, de moto. Logo na sala, um pouco embriagada me deixei levar pelos beijos quentes, mãos fortes mas macias, e aquele corpo todo envolvendo o meu.
Ele tirou suavemente meu vestido e percebeu que eu usava uma calcinha fio-dental, ficou tarado no ato, colocou-a pro ladinho e caiu de boca na minha xaninha, lambia beijava freneticamente, gozei umas cinco vezes, depois o membro dele latejava, quando ele levantou-se, vi tudo aquilo a minha frente e não tive dúvidas, acariciei, lambi, chupei, engoli o que pude daquele enorme membro.
Ele me recostou no sofá , colocou o preservativo e começou calmamente a me penetrar, a medida que ficava encaixando e minha xana se adaptando á aquele tamanho, ele aumentava a força, gozei de novo. Me colocou por cima dele, ali mesmo no sofá. Sentei e até me impressionei quando minha xota engoliu todo aquele pau negro pulsante. Cavalguei muito, eu suava como se estivesse saindo do banho, gemia muito... Até que ele anunciou o gozo. Senti o preservativo encher e pensei que ia estourar. Aquela sensação me deixou alucinada !!!
Ele deitou-me no sofá e ficou me acariciando os seios e me beijando. Logo me pegou no colo e me levou pro quarto dele. Literalmente atirou-me na cama, foi á gaveta e tirou outro preservativo, logo o pau dele ficou rijo e ele me penetrou .... Ficamos ali por muitos minutos ... na mesma posição.
Então ele pediu pra eu ficar de quatro, na hora fiquei, como uma cachorrinha, ele vislumbrou o visual da minha bunda, e enlouquecido acariciava minhas nádegas enquanto mexia, eu rebolava, remexia, gemia alto. Ele incansável bombava aquele enorme mastro dentro da minha xota e falava "Que bunda enorme e linda"... Acabou gozando ali, mas tirou o preservativo e jorrou seu gozo nas minhas nádegas.... fiquei arrepiada ao sentir aquele esperma quente no meu corpo.
Tomamos uma ducha e já estava para amanhecer, ele me levaria ao hotel de volta. No caminho, de moto, paramos na beira da praia, próximo ao Farol da Barra, ficamos alí conversando e trocando uns beijos, a esta altura o sol logo iria surgir, resolvi tomar um banho de mar e entramos na água, ficamos abraçados nos beijando quando senti o pau dele endurecer. Aquilo me enlouqueceu de novo.... Peguei o membro e masturbei enquanto ele me masturbava....
Pediu para me comer ali mesmo dentro da água, mas sem preservativo eu não quis... então fomos para a areia e continuamos as preliminares, mas ele não havia levado preservativo. Nos masturbamos até gozarmos. Nos vestimos e ele me deixou de volta no hotel. Nos tornamos amigos, mesmo á distância.
Quando voltei a Porto Alegre, contei os detalhes ao meu namorado. Fomos logo para o motel e transamos muito, gozamos muito ... Daí percebi o meu real perfil para as mais loucas e gostosas aventuras sexuais, sempre com meu namorado junto, me apoiando, me incentivando e me adorando.
Beijos da Diva Loba
segunda-feira, 6 de junho de 2016
EXPERIÊNCIA NOVA COM MARIDO E AMIGA
Me chamo Marlene, casada, morena clara, pernas grossas e uma bucetinha cheirosa. Meu marido ama lamber e chupar meu clitóris.
Meu marido é um homem charmoso, sabe cativar uma mulher e tem uma rola de deixar qualquer mulher maluca. Sou louca por ele. Transamos quase todos os dias. Só não fazemos quando eu não quero.
Bela é uma amiga muito legal e juntas contamos nossas estórias que rolam na cama. Falamos também de nossas fantasias.
Bela falou de seu marido, um frouxo segundo ela, parece que ele não gosta tanto de mulher. Me contou que sempre se masturba pensando em outro homem. Já fantasiou transar com mulher, chupar e ser chupada. Até ménage feminino.
Falei de meu marido para ela, falei de seu pau, ela suspirou e me pediu brincando e sorrindo, para emprestá-lo por uma noite.
Bela chegou em casa para fofocar, toda cheirosa e sensual. Brinquei: o que é isso mulher? Está mal intencionada. Me respondeu que amanheceu com vontade de aprontar. Dar sua buceta que estava muito carente.
Eu sem nada para fazer em casa, chamei Bela para sentarmos numa salinha de TV e som que temos. Liguei o som e coloquei musicas românticas que gosto muito.
Conversa vai, conversa vem, gozação daqui, de lá, Bela já mostrava sua calcinha, assentada na minha frente.
Bela se levantou e me abraçou por trás da poltrona e me lascou um beijo na boca e colocou a mão nos meus peitos. Quando ela me soltou, falei o que está querendo amiga? Sou mulher não posso te atender como gosta. Bela respondeu que sim, pediu para deixar ela me chupar. Lamber minha buceta.
Falei: mulher se meu marido chegar e pegar nós duas transando o que ele vai dizer. Bela falou, deixa ele entrar e transar conosco, quero conhecer seu pirocão.
Fomos para meu quarto, me coloquei nua com as pernas abertas, Bela se colocou de joelhos e carinhosamente me lambeu toda buceta. Beijou minhas virilhas de vez em quando passava a língua desde o meu cuzinho até o final de meu clitóris. Fiquei maluca de prazer. Deixei Bela a vontade para fazer comigo o que quisesse. Com a língua, os dedos, com os lábios da boca apertava meu grelo.
Com os olhos fechados fiquei relaxada para sentir o máximo de prazer. Nem vi meu marido chegar. Quando abri os olhos meu marido estava nos observando na entrada do quarto. Com certeza admirando a buceta da Bela.
Julio deu um sorriso e saiu. Voltou nu com sua rola ereta. Não deu outra. Fez o que Bela mais queria. Sentir seu pirocão .
Meu marido se colocou por trás de Bela posicionou na entrada da buceta e penetro-a. Ouvi o gemido de Bela. Continuou a me chupar e me dar prazer.
Tive vários orgasmos com a língua de Bela. Acho que Bela teve um grande orgasmo porque ela gemeu e até gritou de prazer.
Julio gozou dentro de Bela. Vi quando ele retirou sua rola da buceta de Bela, pingando porra. Aproximou-se de mim e me deu um beijo bem demorado.
Ficamos os três muito felizes.
Bela voltou em casa e disse que adorou e que gostou muito do gostinho de minha buceta. Me deu parabéns pela bela piroca do meu marido.
Assinar:
Postagens (Atom)