Olá, meu nome é Rafaela, tenho 26 anos, sou loira, cabelos lisos na altura dos ombros, olhos castanhos, seios pequenos, bumbum médio, uma barriga e uma cintura que chamam muito a atenção, sempre gostei muito de sexo, sou bem curiosa e adoro novas experiências. Acredito que a maioria das mulheres tem um mesmo fetiche em comum, que é transar com dois homens ao mesmo tempo, e hoje venho contar para vocês como foi a minha deliciosa experiência.
Antes de narrar o fato vou contar brevemente como conheci Paulo, que foi quem me proporcionou esse momento inesquecível. Conheci Paulo através de um grupo de contos eróticos no WhatsApp no qual ele é administrador, o único homem no meio das mulheres. Desde que entrei no grupo fiquei encantada por Paulo, não por ele ser o “bendito ao fruto entre as mulheres”, além de ser lindo, ele tinha algo a mais que chamava muito a atenção e me atraía, algo que me instigou e me deixou atrevida o suficiente para puxar assunto no privado com ele. No começo nosso papo era mais safadeza, mas como nos falávamos todos os dias, fomos nos conhecendo melhor, falando de nossas vidas pessoais, assuntos particulares, e eu sabia que algo em mim também havia mexido com ele, e esse nosso papo diário foi se tornando em um relacionamento virtual forte e intenso, porém tínhamos um único problema, a distância, eu de São Paulo e ele de Tocantins.
Tamanha foi à intensidade do nosso relacionamento que um ano e dois meses depois que estávamos conversando não agüentamos mais essa distância e foi quando eu tive uma imensa surpresa, Paulo viria até São Paulo apenas para me conhecer.
Ele chegou em uma quinta-feira, e tudo o que sabíamos fazer era aproveitar cada segundo do nosso tempo juntos, matando toda aquela vontade que tínhamos de estar um com o outro, estava sendo tudo perfeito, até que no sábado Paulo decidiu deixar as coisas melhores ainda.
No sábado acordamos e tivemos uma manhã de sexo maravilhosa, fomos passear e depois voltamos para o hotel, onde eu decidi tirar um cochilo, quando acordei ficamos ali na cama trocando alguns carinhos e conversando, de repente Paulo pegou seu celular e abriu em uma página do whatsaap em uma conversa que me deixou um tanto entusiasmada. Ele estava conversando com um rapaz que ele havia conhecido sobre a possibilidade de rolar um sexo á três, uma conversa madura e decidida e que dependia apenas da minha resposta. Como disse, eu e Paulo nos conhecíamos muito bem, sabíamos quase tudo um do outro, ele sempre soube do meu desejo em transar com dois homens, e realizar com ele era uma fantasia.
Eu quase não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, então ele com aquele jeitinho doce e safado perguntou se eu estava pronta e se eu topava, naquele momento fiquei sem reação, só de ler a conversa eu já havia ficado excitada e com a buceta toda meladinha, imaginar eu transando com dois homens e ver Paulo com aquele olhar safado esperando minha resposta estava me causando sensações inexplicáveis, meu corpo parecia ter entrado em êxtase, e eu só consegui fazer uma cara de cachorra e dizer: “É claro que eu topo”, dei um beijo delicioso em Paulo, levantei e fui tomar um banho e me arrumar, pois, marcamos o encontro pra uma hora depois.
Coloquei uma calcinha fio dental, e um vestidinho bem curto sem sutiã. Meu corpo estava pegando fogo, não conseguia esconder o tanto que estava excitada e feliz por aquele momento estar acontecendo e o melhor ia acontecer com Paulo o homem que eu gostava, o homem que eu confiava e que eu estava totalmente entregue. Fernando o cara com quem íamos sair buscou eu e Paulo na frente do hotel, quando entrei no carro nos cumprimentamos e eu sentei no banco da frente e Paulo atrás. Fernando foi todo gentil, me elogiando para Paulo, dizendo que eu era uma bela mulher, e de repente antes de partir ele me puxou e fui surpreendida com um beijo, enquanto Fernando me beijava, minhas mãos procuravam as de Paulo no banco de trás, e logo senti suas mãos quentes e confortantes nas minhas. Fomos para o motel, eu fiquei de mãos dadas com Paulo o caminho todo, enquanto Fernando, ia passando suas mãos nas minhas pernas me deixando ainda mais excitada, ele subia e descia as mãos nas minha coxas, até encontrar minha bucetinha que estava pingando de tanto tesão, com um dedo Fernando encontrou meu clitóris e começou a massagear e com o outro me penetrou, quanto mais tesão sentia mais eu apertava as mãos de Paulo e ele estava adorando me ver entregue daquela maneira, e saber que era ele quem estava me proporcionando tudo aquilo, eu estava me sentindo uma verdadeira puta e estava adorando.
Quando chegamos no quarto de motel a primeira coisa que fiz foi beijar Paulo, ele sabia que eu estava entregue, mas o meu lado vadia e puta era dele, ele me possuía completamente. Paulo se afastou dando espaço para Fernando se aproximar, fiquei em pé na cama e Fernando tirou meu vestido, começou beijar a minha barriga, e foi escorregando sua boca em direção a minha buceta, minha calcinha estava completamente ensopada, ele começou a passar a língua e saborear o meu gosto, colocou minha calcinha de lado e começou a me chupar bem devagar. Enquanto sentia Fernando me chupar, senti Paulo chegando por trás e beijando meu pescoço, e acariciando minhas costas, eu estava anestesiada de tanto prazer, meu corpo reagia com espasmos, minha vontade era gritar para todos ouvirem o quanto eu estava com tesão, aquelas quatro mãos passeando pelo meu corpo, Fernando chupando deliciosamente minha buceta, e Paulo beijando meu pescoço me causando arrepios.
Antes de deitar na cama Fernando me disse que não estava mais agüentando de tesão e queria gozar em minha boca antes de começar a fuder. Me ajoelhei na cama e comecei a chupar seu pau, chupava e punhetava feito uma vadia, meus olhos procuravam por Paulo a todo momento e fiquei ainda mais excitada quando vi ele me observando e batendo uma punheta com cara de cachorro adorando o que estava vendo, fui aumentando a velocidade do boquete em Fernando e realmente não demorou e ele anunciou que ia gozar, encheu minha boca, meu rosto, meus seios e minha barriga de porra.
Fernando me jogou na cama, e voltou a chupar minha buceta, ele sugava levemente meu clitóris e pentrava dois dedos, passava a língua em movimentos rotativos me deixando maluca, Paulo se posicionou ao meu lado e comecei a chupar seu pau. “- Nossa que pau gostoso”, eu me deliciava, chupando, punhetando e deixando aquele pau bem molhadinho, enquanto engolia tudo olhava para Paulo, com cara de vadia dando um sorriso safado como uma forma de dizer que eu estava adorando aquilo. Não agüentei quando Paulo me olhou e disse “- Tá gostando né vadia?! E me deu um tapa no rosto, nossa eu adorava aquilo e chupava mais para ganhar mais uns tapas, Paulo sabe o que faz, e lá embaixo senti minha buceta gozando pela primeira vez na boca de Fernando. Mas ele não se contentou e queria mais, continuou chupando meu clitóris e metendo aquela língua quente na minha buceta, Paulo se posicionou ao meu lado e eu não esperei duas vezes para abocanhar e chupar aqueles dois paus de uma só vez. Coloquei os dois paus na boca, e mesmo com dificuldade engoli os dois o máximo que pude e chupei, comecei a intercalar chupava Paulo, e punhetava Fernando, ora chupava Fernando e punhetava Paulo, e mais uma vez não resisti e senti minha buceta mais uma vez escorrendo na boca de Fernando.
Não agüentava mais, minha buceta estava implorando pra ser fodida, Fernando colocou camisinha, fiquei de quatro e logo senti ele penetrando minha buceta e começou a me fuder gostoso, Paulo veio na minha frente e eu voltei a chupar seu pau, chupava com vontade deixando Paulo gemendo de tesão, puxando meu cabelo, me chamando de vadia safada, de cachorra, vagabunda, nossa aquilo estava maravilhoso.
Pedi para Fernando se deitar e sentei em seu pau, comecei a quicar e rebolar gostoso naquela pica, Paulo se posicionou atrás de mim e enquanto Fernando metia na minha buceta, eu abria minha bunda para Paulo meter em meu rabo. Meu corpo implorava para ser possuída de todas as formas. Fui abrindo ainda mais minha bunda e senti as mãos de Paulo em minha buceta, lubrificando meu rabo, e senti o pau de Paulo entrando e rasgando meu cuzinho, não consegui sentir dor em momento algum, eu perdi todos os sentidos do corpo, Fernando fudendo minha buceta e Paulo me segurando pela cintura metendo em meu rabo e batendo na minha bunda me chamando de cachorra, naquele momento foi o auge do tesão, pensei que fosse desmaiar, sentia espasmos, e não consigo dizer quantos orgasmos tive em menos de um minuto, eu gritava de tanto tesão e prazer, eu só escutava os gemidos deles, e logo senti Paulo gemendo e gozando em meu rabo, e em seguida Fernando gozou em minha buceta.
Enquanto Fernando se afastou para trocar de camisinha, me aconcheguei no colo de Paulo, e por incrível que pareça, nós três ainda estávamos cheios de tesão. Eu estava sendo uma vadia perfeita, e disse para Paulo que queria fazer DPV ( dupla penetração vaginal), eu queria sentir dois paus em minha buceta. Paulo logo se animou, e Fernando já estava colocando outra camisinha. Fernando se deitou e Paulo sussurrou em meu ouvido: “- Vai lá fuder cachorra”, sentei mais uma vez no pau de Fernando que estava a todo vapor ainda, e logo senti Paulo se posicionando atrás de mim, novamente comecei abrir minha bunda, e senti o pau de Paulo procurando minha buceta, quando Paulo encaixou, mais uma vez meu corpo se manifestou e me deixou sem reação, sentir dois paus me possuindo, me fudendo deixando minha buceta totalmente exposta, foi maravilhoso, sensação inexplicável, Paulo sussurrando me chamando de puta, cachorra, gostosa me causou mais uma sequência de espasmos acompanhados de orgasmos e um gozo intenso saindo de dentro de mim. Paulo e Fernando também estavam extremamente excitados e gozaram junto comigo, foi sensacional, nós três desabando ao mesmo tempo.
Mais uma vez me aconcheguei nos braços de Paulo, eu estava totalmente satisfeita e realizada, então decidimos que era hora de partir. Quando eu e Paulo chegamos ao hotel fomos para o quarto e ele perguntou se eu havia gostado, eu apenas sorri e disse que tinha sido perfeito e agradeci por ele ter me proporcionado aquele momento único e especial, ele me abraçou e demos um beijo maravilhoso, e transamos mais uma vez, só que dessa vez uma transa diferente, uma transa minha e dele, com carinhos, toques e beijos, e meu corpo entregue e deixando claro, que a experiência era simplesmente maravilhosa, incrível, mas que no final de tudo eu era totalmente dele, só dele !
Loira Casada
sexta-feira, 2 de março de 2018
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
COMI A NAMORADA DO AMIGO
Primeiramente gostaria de dizer que o que eu vou relatar aqui é real, portanto não vou citar nomes, nem o meu próprio, pois sou um médico já um tanto quanto conhecido aqui na minha cidade. Vou dizer apenas que tenho 25 anos, e isso ocorreu há uns 7 anos aproximadamente.
Há alguns anos atrás, a família de um amigo resolveu se mudar, e como todo bom amigo, me prontifiquei a ajudar na mudança se fosse necessário. Ele ainda morava com os pais na época e não tinha namorada.
No dia da mudança eu e os outros amigos que estavam ajudando já percebemos que de frente para a nova casa dele morava uma menina muito gostosa, e a partir daí nós íamos lá todos os fins de tarde, para ficar na frente da casa dele conversando e esperando pela oportunidade de ver aquele rabo novamente. Não demorou para ela perceber isso, e então começou a desfilar de propósito lá pela frente da casa dela, só pra se exibir. A gente delirava…
Eis que um belo dia rolou uma oportunidade de conversarmos com uma outra garota da vizinhança, e após descobrirmos que elas eram meio que conhecidas, meu amigo pediu para ela falar para a sua conhecida “exibicionista” que ele era afim dela. Enfim, tudo acabou acontecendo muito rápido, meu amigo e a sua vizinha da frente ficaram e em poucos dias já estavam namorando.
Após um breve período de convívio com ela, eu já tinha percebido que além de ser uma cavala muito gostosa, ela tinha jeito de ser bem puta na cama. Bom, se ela realmente era uma puta na cama eu ainda não sabia, mas o que eu já sabia era que ela gostava de provocar, não só o meu amigo que era namorado dela, mas sim quem estivesse por perto.
Um dia estávamos num grupo de amigos reunidos na minha casa, ela sentada na porta, meu amigo sentado no degrau da escada e escorado no meio das pernas dela, e o restante da turma do lado de fora da casa. Aí eu resolvi entrar para pegar cerveja, passei por eles na entrada da minha casa e fui até a geladeira, quando fechei a porta da geladeira não pude deixar de olhar para ela, de costas, sentada e com um baita pedaço da calcinha aparecendo. Tentei, mas não consegui tirar os olhos. Quando percebi já era tarde, ela estava olhando pra trás e já tinha visto que eu estava de olho no rabo dela. Mesmo assim tentei disfarçar e voltei lá pra fora. Mais adiante, quando entrei de novo para buscar mais cerveja, ela, que aliás já não estava mais sentada na porta, entrou logo atrás de mim para ir ao banheiro. Quando eu percebi ela já estava passando por mim na geladeira rumo ao banheiro, e me disse: “eu sei que você tava olhando pra minha calcinha, eu levantei ela de propósito pra você olhar.” Bom, eu congelei e fiquei sem resposta. Mas ela não esperou eu reagir e continuou: “quer olhar o que tem embaixo dela?” E foi em direção ao banheiro. Foi difícil, mas eu fingi que ela não estava ali e não fui atrás dela, mas fiquei com o pau duro como uma pedra e depois que todos foram embora eu bati uma punheta pensando no que ela havia me dito e lembrando daquela calcinha que com certeza deveria estar muito cheirosa.
Um tempo depois eles estavam na minha casa, pois ela precisava fazer um trabalho escolar e pediu para usar minha internet. No fim, ela não conseguiu terminar o tal trabalho, e eles ficaram de voltar naquela mesma semana. Alguns dias depois minha campainha toca, vou atender e era a namorada do meu amigo, que para minha surpresa estava sozinha. Estava com uma calça de abrigo que provavelmente era do uniforme da escola, não era colada, era bem soltinha até. Bom, ela já foi falando que tinha vindo terminar o trabalho dela, e obviamente falei que não tinha problema. O mais engraçado disso é que por mais que eu tivesse um tesão enorme nela, não me passou pela cabeça que nós estávamos sozinhos e que poderia ser uma oportunidade para eu tirar uma casquinha dela. Até mesmo porque ela era namorada do meu amigo. Mas enfim, pedi para ela entrar e fui logo atrás, olhando para aquele rabão dela que engolia a calça. Quando chegamos no meu quarto eu disse para ela ficar a vontade no computador e voltei para a sala. Não demorou muito para ela me chamar e quando eu cheguei lá ela estava só de calcinha sentada na minha cama. Eu pedi o que ela estava fazendo e ela me disse: “Você me falou para ficar a vontade e eu fiquei.” Tentei desfazer a situação, mas foi em vão. Ela pulou da cama e veio pra cima de mim dizendo que sabia que eu tinha tesão nela pois havia me visto várias vezes olhando para a bunda dela.
Aí eu não consegui me segurar mais. Agarrei ela pelos cabelos e joguei ela de volta na cama. Já fui tirando minha roupa e quando fui pra cama com ela, tirei a camiseta e o sutiã que ela vestia. Chupei muito os peitos dela, que eram médios e quando fui colocar a mão na buceta dela ela me segurou e me olhando com uma cara de vadia, fez um sinal negativo. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela já foi tirando minha cueca e agarrando meu pau. Me chupou com muita vontade, mas sem muita experiência. Depois de ela se lambuzar toda no meu pau, tirei a calça dela, deitei ela de barriga para baixo e fiz com que ela ficasse de quatro. Puxei a calcinha dela de lado e nesse momento quase broxei, ela era muito peluda, nem se quer aparava os pêlos, e eu gosto de mulher lisinha. Mas claro que não ia perder a oportunidade de sentir o cheiro que eu apenas podia imaginar até alguns minutos atrás. Ainda segurando a calcinha dela de lado, passei o dedo na buceta dela, e percebi que já estava encharcada. Por mais que eu não goste de pêlos, enfiei minha língua o máximo que pude para dentro daquela buceta dela, e como tenho muito tesão por isso, passei a língua no cuzinho dela. Chupei muito a buceta e o cuzinho dela, que gemia como uma verdadeira puta que era. Depois de um tempo assim, ela me implorou para que eu comesse a buceta dela. Não perdi tempo, arranquei a calcinha dela, que estava ensopada, virei ela de frente para mim e coloquei as pernas dela nos meus ombros. Então, olhando bem para aquela cara de vadia dela, meti meu pau sem dó nenhum naquela buceta molhada. Metia o mais rápido e forte que conseguia, pois meu tesão nela que já era enorme, àquela altura já estava explodindo. Ela me arranhou todo nas costas enquanto eu comia ela assim.
Depois foi a vez de eu ficar deitado e por ela sentada no meu pau. Mandei ela cavalgar até gozar. E ela cavalgou, nitidamente sem muita experiência. Nesse momento não pude deixar de pensar no meu amigo, ele sempre gostou de contar vantagens para todo mundo, parecia que era o maior comedor da cidade (como se ninguém o conhecesse). Agora, além de eu estar comendo a namorada dele, ainda estava percebendo que ele provavelmente não comia ela direito, pois ela não tinha muita noção da “coisa”. Na verdade, não era bem aquela fodedeira que eu imaginava.
Mas independente disso, o buceta dela era muito gostosa e bem apertadinha até. Enquanto ela rebolava no meu pau eu agarrei a bunda dela e abri bem até arregaçar aquele cuzinho. Enquanto segurava aquele rabão dela aberto, passava o dedo hora na buceta, hora no cuzinho. Quando o cuzinho dela já estava bem lubrificado, comecei a colocar o dedo dentro e massagear. Ela acabou gozando assim, e eu pude sentir o corpo dela amolecer nesse momento. Deitei ela novamente na cama e fui descendo a língua até a buceta gozada dela. Chupei o máximo que pude aquele mel delicioso que ela tinha colocado pra fora.
Depois coloquei ela de quatro e fiquei brincando um pouco. Passava a cabeça do meu pau ao redor da buceta dela, colocava um pouco dentro e logo tirava. Fiz isso até finalmente agarrar ela pela bunda carnuda e meter com toda a raiva do mundo. Ela gritou nessa hora e apoiou o rosto sobre o travesseiro. Fiquei comendo ela assim e vendo aquele rabão delicioso balançar a cada metida. Meti até não aguentar mais e falei pra ela que ia gozar, ela pediu pra mim gozar em cima da bunda dela. E eu gozei.
Por fim, fomos tomar um banho. No chuveiro eu ainda dei mais uma boa chupada nos peitos dela e como já estava de pau duro novamente, pedi para ela me chupar e bater uma punheta para mim. E ela fez isso até eu gozar novamente, dessa vez nos peitos dela, que estava ajoelhada na minha frente.
Saímos do banho e eu ainda ajudei ela a terminar o tal trabalho dela no computador. Hoje ela e o meu amigo são casados e têm até uma filha já, que inclusive eu e minha mulher somos os padrinhos. Mas o fato de eles serem casados e de eu também já ser, não impediu que eu continuasse tirando uma casquinha dela.
Autor desconhecido
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
TUDO COMEÇOU NO GRUPO DE WHATSAPP
Me chamo May, tenho 35 anos e um casamento desgastado já algum tempo devido a rotina e outros fatores que atrapalham um relacionamento. Sou baixa, bunda grande e arrebitada, pernas grossas, seios médios e cabelos na altura dos ombros.
A uns dois meses entrei em um desses grupos de amizades e putaria no WhatsApp . Confesso que o grupo é bem animado com mulheres lindas postando fotos sexy e homens com aquelas fotos de pica o tempo todo.
Eu um tanto tímida não postava foto minha pois morria de vergonha, mas observava todos do grupo. Um dia estava em casa só,tomando vinho e acompanhando o grupo que estava muito animado com muitas conversas picantes e um festival de fotos.
Tinha um cara que toda vez que postava fotos mexia com minha imaginação pois era muito lindo. Nesse dia não sei o que aconteceu comigo, se foi o vinho ou a carência mas tomei coragem e postei uma foto só de fio dental. Surgiram vários comentários e muitos homens querendo me conhecer no privado mas não dei resposta pois tinha muito medo.
Teve um mais atrevido que me chamou no pv se apresentando como Rony e falou que minha foto chamou muito sua atenção. Esse eu nunca tinha visto no grupo acho que era como eu só observava.
Começamos a conversar e ele se mostrou muito educado sempre procurando me respeitar principalmente quando disse que era casada. Ficamos conversando por horas e o papo dele muito bom.
Os dias iam passando e eu quase não participava mais do grupo. Só conversava com o Rony. Parecia que nos conhecíamos a anos. Rony é moreno, alto, forte, e até só aonde tinha visto um par de pernas lindas. Bom sou uma mulher tarada em pernas.
O tempo passava e estávamos cada vez mais envolvidos as conversas já tomavam outros rumos, conversas picantes, vídeos pornô, coisas que ele queria fazer comigo e eu com ele.
Começamos a trocar fotos sensuais e foi nesse dia minha surpresa, quando vi aquele homem nu, meu Deus ele com aquela pica de seus 20 cm, um corpo lindo estava louca para ser fudida por ele mas a distância um grande obstáculo entre nós. Eu de SP e ele do Rio Grande do Sul, nunca teríamos chance de por em prática todo nosso desejo.
A gente estava tão íntimos que parecia que não existia essa distância entre nós. Todos os dias rolava aquele sexo gostoso virtual onde ele me deixava totalmente excitada e muito molhada. Esperava meu marido sair de casa para ligar para ele e fazer nosso sexo gostoso.
Já tinha comprado vibrador, prótese e até algumas fantasias para esse momento que era só nosso. Esse sexo virtual era muito mais gostoso do que o que fazia com o meu marido que já não tinha mais desejo e nem gozar conseguia mais já o nosso virtual fica mole de tanto gozar, estava muito envolvida com o Rony.
Assim os meses foram passando e a gente cada vez mais envolvidos, era cada foto que trocávamos, era cada coisa que a gente falava um com o outro, fui me tornando uma safada com ele.
Até que acordei com uma mensagem do Rony dizendo que teríamos que ficar alguns dias sem nos falar pois estava com um problema sério e que depois me explicaria. Fiquei muito triste, como ficar longe dele sem nossas loucuras? O que me restava era matar a vontade batendo sirica pensando nele.
Foi uma semana sem nenhuma mensagem e a saudade era muita, estava muito triste e já chegava a pensar que estava tudo acabado.
Estava em casa só triste pois meu marido havia viajado a trabalho, já nem sentia mais vontade de verificar as mensagens do WhatsApp, foi ai minha surpresa quando recebi uma msg dele dizendo que estava hospedado em um hotel na minha cidade pois precisava me conhecer pessoalmente e que estaria me esperando á tarde. Fiquei tonta na hora sem entender e ao mesmo tempo feliz da vida. Nossa! Estava confusa e de repente outra mensagem com uma foto dele deitado na cama nu, fiquei molhada na hora. Esse homem nem que seja só por um momento vai ser meu.
Me arrumei com um vestido leve soltinho devido ao calor, com um decote que valorizava meus seios, sandálias baixo e optei por não colocar calcinha queria surpreender aquele homem.
Então fui para o hotel, com medo mas com o tesão a mil subi até o quarto que ele disse que estava, respirei fundo e bati na porta, coração acelerado. Foi aí que Rony abre a porta apenas com uma bermuda e sem camisa. Ele era mais lindo e gostoso do que nas fotos.
Rony me pegou pela cintura me recebendo com um beijo daqueles que tira o fôlego. A gente se abraçava, as mãos dele deslizava por todo meu corpo, não conseguíamos parar de se beijar e tocar, nossos corpos pegando fogo.
Rony me pegou no colo e levou até próximo a cama e foi tirando meu vestido e ficou louco quando viu que estava sem calcinha, notei pelo volume na sua bermuda o quanto sua pica estava dura. Me jogou na cama com as pernas abertas e caiu de boca na minha buceta molhada e lisinha. Ele beijava e falava "como sonhei em chupar essa delícia", ele chupava com aquela língua quente, eu rebolando e pedindo pra me fazer gozar em sua língua, ele me deu um verdadeiro banho de língua e beijos, lambeu e beijou meu corpo todo, sugou meus seios que estavam com os biquinhos durinho eu gemia de tanto tesão. Voltou novamente a atenção para minha buceta me chupando novamente enfiando dois dedos que ele intercalava enfiando no meu cuzinho, gozei deliciosamente e ele voltou beijar minha boca.
Tirei aquela bermuda e fiquei admirando aquela pica deliciosa que eu fui beijando, lambendo, chupando, brincando com as bolas e voltando a engolir toda, parava punhetava e voltava a chupar e ele me chamando de safada que minha boca era deliciosa, ele gozou muito na minha boca e eu engoli tudo coisa que nunca tinha deixado meu marido fazer em mim.
Nos abraçamos e fomos tomar um banho onde nos beijamos muito como verdadeiros apaixonados. Suas mãos não conseguia parar de me tocar. Voltamos para cama e eu voltei chupar ele deixando aquele pau delicioso no ponto. Sentei gostoso naquela pica e rebolava muito, subia e descia sendo chamada de safada, putinha, cadelinha e gozei naquela pica que escorreu de tanto tesão que estava.
Rony me colocou de quatro e metia com força me puxando pelo cabelo e batendo na minha bunda, que delícia gozei novamente e ele não parava de meter com força com o dedo no meu cu me preparando para ser enrabada e foi o que fez, aquela pica entrou parecendo que ia me rasgar pois era bem maior que do meu marido. Senti muita dor mas ele foi com calma para me acostumar aí foi ficando gostoso a dor deu lugar para um tesão que eu já rebolava e pedia com força, ele metia forte e eu me masturbava, ele me xingando e pedindo para gozar com ele. Me desmanchei num gozo intenso e ele enchendo meu cu com seu leitinho quente.
Ficamos na cama abraçados conversando muito, foram três dias nesse quarto de hotel nos realizando. Tive o melhor sexo da minha vida, era tratada por ele com muito carinho e como uma verdadeira puta na cama. Me realizei com esse homem mas o que mais temia era que estava chegando a hora da sua partida.
Foi aí que me veio a surpresa, larga tudo e vem embora comigo, a gente não vai mais suportar essa distância, eu que já estava num casamento falido não pensei duas vezes fui para casa escrevi um bilhete para o marido, arrumei minhas coisas e fui embora.
Confesso que foi minha melhor decisão, a gente está vivendo um amor lindo e o mais importante hoje tenho muito sexo coisa que faltava na minha vida. Com o Rony me libertei a gente faz na nossa cama tudo que sentimos vontade e sem pudor nenhum.
Aprendi e estou vivendo coisas diferentes, hoje posso dizer que sou feliz de verdade. Quem diria que um amor virtual fosse se transformar em realidade.
Loba Paulistana
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
DANDO GOSTOSO PARA QUATRO MACHOS NUMA BORRACHARIA
Me chamo Raquel, 41 anos, casada , mas liberada pelo maridinho. Peitinhos grandes que adoram uma língua, bundinha média mas com o cuzinho já bem larguinho de tanto usar. Bucetinha cheirosa sempre a espera de uma rola grande, grossa e dura.
Vou contar o que me aconteceu semana passada. Eventualmente na nossa empresa o meu chefe é chamado para algumas reuniões em outras filiais. Quase nunca vou, mas nesse ele pediu para levá-lo, já que a cidade é próxima (Campinas) e o carro dele estava na oficina. Na verdade ele queria era me comer com mais privacidade, mas eu já sabendo e nem ligando, na verdade gostando aceitei.
Um dia antes indo pro trabalho meu carro fura o pneu, tive que ligar para empresa avisando que atrasaria, liguei para o seguro que mandou uma pessoa para trocar o pneu, essas coisas. Até cheguei a me oferecer para o rapaz que fazia a troca, falando que ele era alto, forte, másculo, mas ele nem ligou. Tudo bem, o dia ainda estava só começando. Fui para empresa com aquele homem másculo na cabeça, só imaginando o tamanho da rola, até fui ao banheiro bater uma siririca, mas nada apagava meu fogo, mandei uma mensagem para o maridão avisando o que tinha acontecido e ela só me chamava de esposa safada. Fiquei na vontade.
Quase no final do dia meu marido me liga e me avisa que eu tinha que mandar o pneu para a borracharia já que no dia seguinte deveria levar o meu patrão para Campinas. Com aquele homem na cabeça até tinha me esquecido. Meu marido me indicou a borracharia que sempre vai, saí às 18h mas fui chegar na borracharia só lá pelas 20h, o rapaz estava quase fechando. Pedi por favor para ele consertar, afinal era apenas um furo no pneu. Ele me pediu para colocar o carro para dentro da oficina e o seu ajudante baixou as portas para mais ninguém entrar. Ai que percebi a safadeza do meu marido. O borracheiro era um rapaz novo, de uns 25, no máximo 28 anos, magro, mas com músculos nos braços, com aquele macacão todo sujo de graxa, cheirando a homem, seu ajudante devia ter uns 17 aninhos, fresquinho, fresquinho. Aquilo me deu um estalo, lembrei do rapaz do seguro, a xaninha ficou excitada na hora, enquanto ele tirava o pneu e colocava naquela banheira para achar o furo eu mandei um post para o maridão:
Eu: – Seu safado, você quer que eu dê para esse gostoso do borracheiro, não quer?
Mor: - Mas ele vai querer te comer?
Eu: - Espera só que vou chegar com o cú arregaçadinho para você enfiar mais fácil.
Enquanto ele colocava o pneu, naquela posição ajoelhada, eu me posicionei na frente dele e fui subindo a saia. Quando ele me olho a bucetinha já estava quase a mostre, perguntei:
Eu: - Quanto é o serviço?
Borracheiro (com aquela cara de safado): R$ 15,00.
Eu (levantando ainda mais a sainha e mostrando a bucetinha: - Aceita gorjeta?
Borracheiro: - Opa, faz tempo que não recebemos uma gorjetinha desta.
Me animei com um moço tão prestativo assim. Me virei e abrindo a bundinha mostrei o cuzinho: - Tem mais gorjetinha aqui também. Nisso vinha chegando o ajudante que bate o olho, eu ali com a bunda quase enfiada na cara do borracheiro, a saia toda elevada.
Ajudante: - Opa, quero também.
Eu: - Tem pra todos.
O Borracheiro já levantou e só abriu o zíper saiu uma bela de uma piroca negra e grossa, do jeito que gosto. Peguei a camisinha que levo na bolça (Um putinha nunca pode esquecer da caixa de camisinha, porque somos vaca e não burra). Eles fazem aquela cara para camisinha, mas se você mesmo por, acariciando bem o saco, não tem um que resista. Até queria dar uma mamada, mas o cheiro forte de saco naquele final de dia já não permitia e ele com certeza não ia querer tomar um banho antes.
O borracheiro mais forte me agarrou forte e me tascou um beijão. Eu ali extasiada com aquele beijo másculo. Só sentia o safado do ajudante me tirando a saia, depois abrindo minha camisa e tirando meus peitinhos para fora. Hummmm, adoro um macho safado. Dalí a pouco sentia o safado do ajudado cheirando minha xaninha que a essas horas já devia estar meladinha.
Dois homens me comendo de verdade, que delicia... O borracheiro foi tirar o macacão, mas eu pedi:
Eu: - Tirar não, quero ser fodida por um borracheiro a caráter, vai me come.
Colocando as mãos sob o capo do carro sentia a piroca dura e rígida do borracheiro me penetrando. A xaninha já completamente molhada recebeu aquela rola com extrema felicidade, depois de ficar o dia inteira siriricando, agora sim ela tinha o que merecia.
O safado me segurava pelas ancas, com aquela mão grossa e suja, que foi deixando marcas dos dedos por toda minha cintura. Daqui a pouco no meio da trepada ele percebeu.
Borracheiro: - Vichi, a senhora está ficando toda suja graxa.
Eu (bombando a buceta na piroca): - Não liga não, o corninho vai gostar.
Ajudante: - A senhora é casada, que safada. O marido corno manso??
Eu: - Mansinho, mansinho. Quer que eu ligue para ele?
Borracheiro: Não senhora, agora quero é seu cú.
Tirou a pica da buceta e começou a penetrar no meu rabo. O pica grossa do caralho, foi entrando rasgando. Ainda bem que o danado sabia comer um cú, e logo já estava toda dentro do meu rabo, depois foi só bombar. Enquanto ele bombava no meu rabo pedi para o ajudante me chupar nos peitos.
O Borracheiro mal começou a gozar no meu cú a porta lateral da oficina se abre. Era seus dois funcionários que estavam chegando. Só vi o ajudante todo feliz: - Vem comer a putinha do corno.
O chefe saiu do meu cú e o ajudante não perdeu tempo, já entrou com tudo. Mas o coitado não devia ter muita experiência, em 2 minutinhos já estava gozando. Enquanto isso, já toda pelada, só de salto alto fui em direção ao dois rapaz que lá chegavam. Eu: - Quem vai me fuder primeiro?
Sei que arranjaram um sofazinho velho e logo estava sentando na pica de um deles e outro querendo me arregaçar a buceta. Dalí a pouco chega o safado do ajudante com sua piroca para eu chupar. Eu falei: - lava essa porra que gosto de piroca limpa.
Os outros deram risada, ele foi na torneira e deu um banho rápido na pica e voltou todo animado. Como não sou de negar um boquete, estava alí com três picas enfiadas, uma no cú, outra na boca e outra na bucetinha. Tirei a pica da boca e falei.
Eu: - Tira uma fotinha com o meu celular para mandar para o corninho, tira.
O safado pegou meu celular e foi logo tirando foto com aquelas três picas enfiadas. Aí sim, me fiz de putinha para mandar para o marido, pedi para gravar e fiz aquela bela declaração de puta de corno:
Eu: - olha mor do que a sua esposinha gosta, de rola, de muita rola, beijos mor, te amo.
Sei que os rapazes gozaram várias vezes dentro da buceta, dentro do cú, só faltou porra na cara. Mas eu como boa putinha de corno juntei todas as camisinhas repletas de porra para levar. Eles perguntaram o porquê ao que eu respondi.
Eu: - Ué, para o corno ter certeza da puta que tem. (acho que levei umas 8 camisinhas cheinhas de porra).
Depois da safadeza que durou mais ou menos uma hora, nos vestimos e paguei o serviço. O borracheiro não queria aceitar, mas eu não sou de ficar devendo em borracharia não.
Coloquei a sainha e ainda dava para notar marcas de graxas pelas minhas coxas. Nos despedimos e pediram para voltar quando quisesse. Chegando em casa, quem eu encontro no elevador, o filho do vizinho comedor. Só levantei a sainha e mostrei o quadril todo manchado de dedos de graxa. Perguntei para ele:
Eu: - Adivinha onde eu estava?
Ele: - Você é uma putinha safada mesmo. E o marido não vai desconfiar? (Ele acha que o corninho não sabe de nada).
Eu: - Claro que não, a gente lava.
Cheguei em casa, o corno já estava doidinho para me ver, tirei a roupa e fui olhar no espelho e pude perceber que não tinha graxa só nas coxas, tinha graxa nos peitos, e nas costas um deles escreveu com o dedo sujo, “Puta” e uma seta em direção do meu cú. Amei aquela dedicatória, o corninho é claro tirou fotinha de tudo antes de me enrabar feliz.
Que corno que não gosta de receber sua esposa toda usada e arregaçada assim em casa, heim???
Nos próximos contos conto o que aconteceu na viagem com o meu chefinho safado para Campinas.
Autor desconhecido
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
NOITE DE SÁBADO
Um homem e uma mulher
Deitados na mesma cama
A mulher com a cabeça longe
Pensando no que poderia estar fazendo ou ter feito com um certo alguém
Pensando no que poderia estar fazendo ou ter feito com um certo alguém
O homem intertido com seu celular jogando PS
De repente ela sente uma mão alisando seu corpo
E ela se pega pensando novamente na pessoa que enche seu corpo de tesão
Enquanto o homem a toca
Ela só pensa "nele"
Ela só pensa "nele"
As mãos deslizando
Tocando
Apertando
E ela só pensando...
Tocando
Apertando
E ela só pensando...
De repente ela se entrega
Imaginando ser "ele"
Imaginando ser "ele"
Ela podia sentir seu cheiro
Podia ouvir sua voz
Podia ouvir sua voz
O homem ao lado a tocava com carinho e com força como ele sabe que ela gosta de ser tocada
Sem conseguir ficar inerte
Ela trocou carícias com ele
Mas a todo momento
Não era ele que estava ali com ela
Quem estava era "ele"
Ela trocou carícias com ele
Mas a todo momento
Não era ele que estava ali com ela
Quem estava era "ele"
Beijos
Abraços
Palavras de carinho
Puxões de cabelo
Mordidas
Palavrões suavemente proferidos
Abraços
Palavras de carinho
Puxões de cabelo
Mordidas
Palavrões suavemente proferidos
As roupas começaram a ser lançadas ao chão
A dança erótica mexendo com eles
A troca de posições excitando-os mais
A troca de posições excitando-os mais
Mas ela só pensava nele
E por só pensar nele
E por desejar estar com ele
Ela resolveu realmente estar
E por desejar estar com ele
Ela resolveu realmente estar
E fez tudo o que queria fingindo ser ele ali
Naquele momento
Naquele momento
O homem em dado momento abrir suas pernas
E começou a beijar sua buceta
E começou a beijar sua buceta
Lambia
Chupava
Metia a língua
Ela apertava sua cabeça para que ele não parasse
Chupava
Metia a língua
Ela apertava sua cabeça para que ele não parasse
Ele a colocou de quatro
E continuou lambendo
Chupando
Mordiscando
E continuou lambendo
Chupando
Mordiscando
Ela tremia de prazer
Pq em sua fantasia
Ela estava com "ele"
Pq em sua fantasia
Ela estava com "ele"
O companheiro ficou de pé
E o soube exatamente o que ele queria
E o soube exatamente o que ele queria
E ela deu
Lambeu o pau dele
Chupou como quem chupa picolé em dias muito quentes
Com vontade e precisão
Chupou como quem chupa picolé em dias muito quentes
Com vontade e precisão
Ele gemia
Uivava de tesão
Uivava de tesão
Enquanto ela mamava aquele pau duro e alisava o saco dele
Ele segurava a cabeça dela
Empurrando o pau
Empurrando o pau
Em sua boca que tocava sua garganta de tão grande que é
Ele a pegava de um jeito
Mexia de um jeito
Que ela ficou tonta
Mexia de um jeito
Que ela ficou tonta
Xingava
Falava tudo o que ela gosta de ouvir
Falava tudo o que ela gosta de ouvir
"Vai sua vadia, mama gostoso!"
"Isso putinha, assim.. óh... isso..."
"Agora vira a cara vai!"
Disse o homem de pau duro
Enquanto tirava o membro rijo de sua boca e esfregava na cara dela
Disse o homem de pau duro
Enquanto tirava o membro rijo de sua boca e esfregava na cara dela
Empurrou ela na cama
Foi pra cima dela
E iniciaram um meia nove alucinante
Foi pra cima dela
E iniciaram um meia nove alucinante
O subconsciente dela a todo momento com o modo alerta ativado
Pois ela não podia
Entre uma palavra e outra
Pronunciar o nome do homem que ela fantasiada estar
Pronunciar o nome do homem que ela fantasiada estar
Quando ele estava prestes gozar na boca dela
Ele virou pro lado e disse:
"Vem minha piranha, senta aqui e rebola!"
E ela como uma cadela obediente
Sentou naquele mastro
Subia e descia
E ele apertava seus seios
Levantava e mamava neles
Levantava e mamava neles
Enquanto o pau entrava em sua buceta molhada
Ele massageava o clitóris dela
Ele massageava o clitóris dela
E ela o tempo todo fantasiando que era "ele" ali com ela
De repente ela ficou de quatro e disse
Vai
Mete
Me fode com força
Ele safado
Aproveitador como a maioria dos homens
Quis meter na bunda dela
Aproveitador como a maioria dos homens
Quis meter na bunda dela
Ela não deixou
Ele riu e disse:
"Sou brasileiro, não desisto nunca, um dia eu como!"
"Sou brasileiro, não desisto nunca, um dia eu como!"
Ela riu e ficou de quatro novamente
Ele meteu na buceta dela
Ela ficou apoiada na parede
E ele metia
Ela ficou apoiada na parede
E ele metia
Segurava um dos peitos com uma das mãos e com a outra ele empurrava o dedo na bunda dela
Mordia sua nuca
Xingava
Mordia sua nuca
Xingava
Foram a loucura
Trocaram novamente de posição
Agora ela ficou no torno
Mexia
Rebolava
Mexia
Rebolava
Ficaram sentados
Ele mamava nos seios dela
Ele mamava nos seios dela
E veio novamente o gozo
Ela gozou
Gozou sentada no pau dele
Abraçou-o e chorou de gozo
Gozou sentada no pau dele
Abraçou-o e chorou de gozo
Ele a deitou
E disse:
E disse:
"Gozou gostoso né putinha?"
"Quer beber leitinho? "
E foi pra cima dela
No papai/mamãe
No papai/mamãe
Entrava e saía
Saía e entrava
Saía e entrava
Quando o gozo dele veio
Ele tirou de dentro dela
E deixou seu leite quente cair sobre ela
O leite quente
Caiu no rosto dela
No peito dela
Ele tirou de dentro dela
E deixou seu leite quente cair sobre ela
O leite quente
Caiu no rosto dela
No peito dela
Ela lavei o que tava perto de sua boca
Riram extasiados
Ele foi tomar banho e ela ficou na cama pensando...
"Ah... como foi bom trabalhar com você __"
Quando o homem voltou
Ela foi tomar banho
Ela foi tomar banho
Beijaram-se e cada um virou para um lado.
Ele logo roncava e ela adormeceu pensando em como seria tudo aquilo com "ele"...
#naililBH
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
ROLETA RUSSA
Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo bonito porém um pouco cheinho e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 35 anos, sou casada a 9 anos com meu marido que já me tratava de forma fria há algum tempo.
Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada, eu e uma amiga minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido avisando que iria me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... Foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de “ Roleta Russa”.
Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem que aliás era mais novo que nós duas, tendo 32 anos, solteiro, tem uma espécie de “perversão”, se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas que por algum motivo estejam infelizes em seus casamentos e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a “roleta russa”... mas nesse momento chegaram mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito curiosa e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas e que não estejam satisfeitas com os maridos que entrem em contato por chat. Estava com medo, mas também estava curiosa. Num belo dia, meu marido estava mais estranho do que o normal, chegou em casa cedo, tomou um banho apressado dizendo que iria sair com uns amigos. Foi aí que eu espiei seu celular e encontrei algumas conversas dele com uma colega de trabalho dele. O Safado estava me traindo!
Fiquei com muita raiva mas fiquei em silêncio.
Alguns dias depois, meu tesão já estava se acumulando, pois meu marido não me procurava mais. Foi então que lembrei do chefe da Laura e da página dele na internet. Uma mistura de tesão e curiosidade me atiçaram e resolvei entrar em contato com ele, anonimamente.
Pedro era um homem culto, elegante, bonito. Apesar de ser um pouco mais novo, ele tinha um ar de sofisticação, era muuto inteligente e dedicado ao trabalho. Eu me perguntava se esse homem seria apenas um almofadinha, ou se realmente seria um “leão” entre 4 paredes rs.
Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, porém, conforme fomos conversando, fui gostando de falar com ele e acabei desabafando sobre a situação do meu casamento.
depois disso a conversa ficou um pouco mais picante e acabou resultando em sexo virtual. Eu nunca tinha feito isso, até achava bobeira mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, rs... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar “dentro de mim” e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava.
Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... A “ Roleta Russa”para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar.
Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria adiante. Cada dia que eu via meu marido inventar uma desculpa esfarrapada para sair, e cada dia que ele demonstrava o quão frio estava comigo foram me deixando cada vez mais interessada em sair com Pedro, a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle.
Quando meu marido apareceu uma noite dizendo que iria ficar até tarde no serviço, e que precisaria viajar para um congresso, eu tive certeza de que ele na verdade sairia com sua amante. Aproveitei a situação, tomei coragem e marquei um encontro com Pedro em um restaurante afastado.
Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, que aliás comprei com o cartão do meu marido rs) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava.
Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca bem longo e demorado. Continuamos o jantar e quando acabamos, ele me tascou outro beijo enquanto massageava meus seios discretamente. Mordeu minha orelha de leve, passou a língua na minha orelha e disse “é hoje que eu te faço um filho”. Quase gozei nessa hora.
Estava me sentindo dominada por aquele macho. Ele então perguntou se eu tinha seguido o “script”. Falei que não tive sexo com meu marido, na verdade, meu marido não me “procurava” a mais de um mês. Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali a 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. Quando lembrava do meu marido eu tinha ainda mais certeza de que eu queria fazer uma loucura como essa.
Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, maior que o do meu marido. O tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vem. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta.
Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha recebido uma lambida ali do meu marido. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 20 minutos nisso.
Gozei nos dedos dele, o tempo passava e nós colados um no outro. Eu coloquei a mão no seu membro e o masturbava enquanto ele me beijava. No fim, ele tirou minha mão do seu pau, sem gozar. O que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo.
Minha mente dizia “sai dessa agora!”, mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com um pouco de medo que se misturava ao tesão disse “sou tua, faz o que quiser”. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. A sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio enquanto me preenchia a cada bombada. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bucetinha, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total.
Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou “o que você quer de mim, sua safada?”. Sem saber o que dizer eu perguntei “como assim”, no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo “me diz o que tu quer de mim”. Era a provação final, me entregar de vez e por completo. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse “me faz um filho”. “Eu não ouvi”, disse ele. “ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!”, gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. Começou a acelerar. Então me disse “ Agora eu é que sou o teu macho”. “SIM!”, gritei, “VC QUE É MEU MACHO, E EU QUERO QUE MEU MACHO ME ENGRAVIDE”. Eu estava gozando sem parar. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco pensativa, mas o tesão logo acabaou com esses pensamentos e notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido.
“Quem é o teu macho?” perguntava. “Quero te engravidar agora, gostosa. Safada., Tu quer teu macho dentro de você pra te emprenhar?”. Eu dizia, “me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra! Enche minha buceta com leitinho do meu macho!”. De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam Pedro e parecia que não parava de jorrar esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o corpo dele em cima do meu. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 5 minutos. Me deu um beijo longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e engolindo o esperma do meu macho. E então falou: “me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário”.
Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Quando meu marido retornou, fizemos sexo algumas vezes e por isso meu marido achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo.
Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, gozou dentro e filmou a porra escorrendo de dentro de mim. Ele não ficou com o vídeo. Gravou no meu celular, como recordação pra mim. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente a mercê dele.
Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, rs. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo nossos relatos e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos....
É, a traição do meu marido custou muito caro pra ele rsrs
Beijos a todos
Autor desconhecido
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
O PASTOR DA MINHA IGREJA ME COMEU BEM GOSTOSO
Eu me chamo Ana, tenho 36 anos, sou casada a 14 anos com o Mário e confesso que gosto muito de ler os relatos aqui do site e quis enviar o meu também e tudo começou quando me mudei com meu marido pra São Paulo.
Sempre fui evangélica e sempre segui a palavra, e depois da mudança comecei a frequentar outra igreja perto da minha casa e ia religiosamente todos os dias depois de buscar meus filhos na escola.
Meu marido é caminhoneiro e as vezes passa muito tempo fora de casa, eu sempre fui carente, já que o sexo entre a gente sempre foi morno, mas para os outros que viam nossa relação nós dois sempre fomos um casal feliz, mas mal sabiam eles que eu necessitava de mais.
Um dia chegou um pastor de uns 40 anos, alto, cabelos grisalhos, um lindo e eu adorava a pregação dele, ele falava coisas que entravam diretamente na alma e comecei a nutrir uma paixão platônica por ele e um dia notei que ele me olhava diferente também, apesar de ser casado.
Depois de um bom tempo de troca de olhares, de abraços cheios de segundas intenções e conversas cheias de indiretas, ele um dia me convidou pra falar sobre um projeto social que ele tava querendo fazer, topei e fomos almoçar juntos na casa dele, que ficava perto da igreja e lá o pastor me pediu licença e disse que ia trocar de roupa, mas para minha surpresa ele deixou a porta aberta e pude ver aquele homem bonito de cueca e deu pra notar o baita volume do pau e do saco.
Fiquei com vergonha dos meus pensamentos, me sentindo pecadora, mas cada dia que passava fiquei mais próxima do pastor Júnior e relatava muita coisa pra ele, era como um tipo de conselheiro pra mim e contei que meu casamento não ia bem, que eu me arrumava mas meu marido não me elogiava mais, que ele era ríspido comigo, não me procurava pra dar carinho e etc.
Nessa hora o pastor pegou minha mão, beijou e disse que eu merecia algo melhor e que a gente não tinha se encontrado por acaso, que era tudo um plano do criador, então ele me deu um abraço apertado que fez meu corpo ficar com muito tesão e morri de vergonha porque eu me arrepiei, meus peitos ficaram durinhos e ele percebeu, porque na hora deu uma risada.
Fui embora e não consegui parar de pensar naquele homem, meu marido nessa noite veio me procurar pra transar e quando ele tava me comendo eu só rezava pra acabar, nunca senti nada nesse 14 anos, mas sentia muito desejo pelo novo pastor, até que um dia aconteceu um evento da igreja e fiquei ajudando.
Terminamos tarde e o Júnior se ofereceu pra me levar em casa, mas vi que ele estava indo por outro caminho e perguntei, aí ele respondeu que eu ia curtir e quando percebi estávamos indo para um motel.
No motel fiquei bem tímida, ele me beijou gostoso e eu deixei mesmo me sentindo pecadora, mas aquele homem tocando meu corpo me deixou louca, e ele foi tirando minha roupa, me beijando e quando tirou mu sutiã ele chupou meus peitos e pela primeira vez na vida senti prazer de verdade e me deixei levar.
Ele disse pra eu não me preocupar porque o senhor tinha um plano pra tudo e ele estava com a missão de melhorar a vida das mulheres e me deitou na cama, tirou minha calcinha, cheirou, lambeu, coisa que me deixou constrangida e depois deitou em cima de mim.
Quando eu senti o pau enorme dele quase chorei, fui empurrando o quadril dele, pedindo pra ir devagar mas ele parecia um bicho no cio, segurou minhas mãos e começou a meter com força enquanto falava como sou gostosa, que eu tinha uma boceta bem apertadinha e não sabe como meu marido não comia direito, que ia me fazer gozar gostoso e que ia gozar dentro de mim pra eu sentir o leite quente de um macho de verdade.
Perdi a conta de quantas horas ficamos ali trepando, eu que não tava acostumada a dar fiquei com a boceta toda dolorida e ele parou um pouco de meter e veio me chupar e confesso pra vocês que foi a primeira vez que deixei alguém me chupar e foi uma delícia, pela primeira vez na vida gozei e nem sabia que tinha gozado, só soube porque depois ele me disse.
Ele sentou na cama, me fez cavalgar na pica dele, eu bem desajeitada fui tentando, ele me pegou pela cintura e foi me orientando como fazer, depois me botou de quatro e socou fundo, aquela pica quase batendo no meu útero, mas mesmo assim eu fiquei me sentindo uma puta, uma pecadora, uma criminosa, mas aquilo tava tão gostoso que eu só pedia perdão e não conseguia parar, até que ele gozou dentro da minha boceta e pior que nesse dia ele nem usou camisinha.
Depois de gozar deitamos, ficamos trocando beijos e carinhos, até que ele perguntou se já tinha chupado um pau e eu disse que não, que meu marido era muito conservador e eu tinha nojo, mas ele disse que eu ia gostar e pediu com uma cara de safado pra eu pegar na rola dele.
Depois de gozar deitamos, ficamos trocando beijos e carinhos, até que ele perguntou se já tinha chupado um pau e eu disse que não, que meu marido era muito conservador e eu tinha nojo, mas ele disse que eu ia gostar e pediu com uma cara de safado pra eu pegar na rola dele.
Toquei no pau dele, comecei a bater uma punheta bem sem jeito, mas ele pegou na minha mão e mostrou como gostava e quando o pau dele tava bem duro, esse homem me fez enfiar tudo na boca, eu me engasguei e quase fiquei sufocada, mas ele queria que eu chupasse então eu chupei até receber um jato de porra bem na minha boca e engolir tudinho.
Depois fomos pra casa e eu não parava de sentir vontade de dar pra ele de novo e toda vez que meu marido viajava eu ia pra o motel com o pastor, mas nessa brincadeirinhas toda acabei engravidando e por sorte foi numa época que meu marido estava em casa e a gente tinha relações, mas eu sempre soube que era do Júnior, contei pra ele e decidimos manter segredo pra não gerar uma polêmica na nossa comunidade e nos nossos casamentos.
Autor desconhecido
VIRANDO CORNOS PELA PRIMEIRA VEZ.
Tenho 35 anos, me chamo Zé Carlos e sou casado com a Adriana a 5 anos, mas antes disso namoramos bastante e ela sempre teve fama de safada, minha família até foi contra o nosso casamento mas eu era doido por ela, até hoje sou. Minha esposa é muito gostosa, sempre foi uma patricinha vaidosa e metida, eu sempre dei tudo do bom e do melhor pra ela e ela me retribuía fazendo muita sacanagem gostosa na cama.
A mulher tem um fogo enorme e me dá canseira sempre, mas com o tempo ela começou a perder o interesse em mim e isso ia me deixando chateado, eu chegava em casa querendo transar e ela sempre tava cansada, sempre tinha uma desculpa e com o tempo isso foi só aumentando. Eu já tava desesperado achando que ela tinha deixado de sentir tesão por mim e pensei em arrumar alguma puta na rua, mas antes queria ter certeza que a Dri não tinha outro cara, então comecei a fuçar as coisas dela, histórico de computador e descobri que ela tinha uma conta em um site de relacionamento, tinha a foto do rabo dela, mas não mostrava a cara. Eu como conheço minha mulher de cabo a rabo sabia que era ela na foto, até um pequeno sinal na bunda era evidente na foto.
Fiquei puto de raiva e não sabia como ia agir com ela, fui vasculhando o perfil dela e tinha dizendo: Mulher casada, gostosa, de 29 anos procurando um moreno dotado e discreto para uma aventura. Me senti um lixo na hora e quando aquela cachorra chegasse em casa ela ia ver. Assim que ela voltou do trabalho fui mostrar pra ela o que eu tinha visto e ela me esculhambou, disse que o sexo comigo era morno, que tava cansada da falta de atenção e por isso procurou outros.
Nem preciso dizer que o casamento ficou uma merda né? a gente nem se falava e ela fazia questão de deixar o histórico lá em sites pornô com vídeos de homens comendo as esposas dos outros e eu comecei a assistir aquilo. Confesso que enquanto via um vídeo de um negro dotado comendo uma casada fiquei com tesão e comecei a me masturbar.
Depois de um tempo sem aguentar a situação resolvi propor pra ela que ela transasse com outro cara na minha frente, mas que a gente fosse com calma pra eu me acostumar. A puta da minha mulher ficou bem animada, a gente criou perfil de casal e choveu homem falando no whatsapp dela. A gente conversou com um cara, um moreno dotado, de 1,85 de altura que se dizia especialista em comer mulher de corno. Eu comecei a gostar disso ao mesmo tempo que achava humilhante, mas marcamos com esse cara em um motel bem bacana aqui da cidade e ele e a Dri começaram a se beijar. Eu achei que ficaria desconfortável mas adorei a cena.
Sentei numa cadeira e comecei a me masturbar vendo ela beijando o cara enquanto apertava o pau dele por cima da roupa. A essa altura meu pau tava em pedra e comecei a tocar uma punheta. Minha mulher tava gostosa, toda depilada, com uma lingerie preta e vermelha e de repente tirou o pau do cara pra fora, comentou que era enorme e começou a mamar bem gostoso.
Ela chupava com uma vontade da porra e de repente me chamou pra ir com eles para a cama e começou a me chupar gostoso também. Fiquei cheio de tesão e ela tinha me chupado com uma vontade tão grande que nem no início da relação foi assim. O cara batia na bunda dela, chamava de cachorra, ela gemia e pedia pra ele meter nela. Enquanto ela tava de quatro bem empinadinha o cara que se chamava Marcão, foi brincar com a boceta dela e ela mamando meu caralho.
Essa puta tava no céu, se achando gostosa sendo desejada por dois caras e eu doido também, principalmente quando o cara batia nela e chamava de piranha, isso elevava meu tesão. O moreno meteu na boceta dela, segurava pela cintura e o movimento de vai e vem deles fazia meu pau fazer o mesmo na boca dela, ela até engasgava quando eu enfiava até o talo. Uma delícia de foda, e quando o cara tirou a pica tava um rombo danado na bocetinha dela.
Achei tudo isso excitante, até que minha mulher safada disse que queria as duas picas dentro dela e nessa hora percebi que a vagabunda já tinha feito isso antes, já vinha me traindo a um tempão. Mas foi gostoso quando a gente meteu o pau nela ao mesmo tempo, ficou mais apertadinho e ela gemendo safada gritando que a gente tava arrombando a boceta dela e que ela gostava disso.
Depois foi a vez do Marcão comer o cuzinho dela e a safada até chorou de dor, mas mesmo assim deu feito uma putinha no cio. Fizemos tanta posição que eu nem sabia que a safada conhecia, mas foi gostoso quando deitei, ela sentou na minha pica e o cara meteu no cu dela, parecia que ia estourar a safada e os gemidos de putinha dela aumentavam o tesão da gente.
Depois foi a vez do Marcão comer o cuzinho dela e a safada até chorou de dor, mas mesmo assim deu feito uma putinha no cio. Fizemos tanta posição que eu nem sabia que a safada conhecia, mas foi gostoso quando deitei, ela sentou na minha pica e o cara meteu no cu dela, parecia que ia estourar a safada e os gemidos de putinha dela aumentavam o tesão da gente.
Ela rebolava no meu pau e me chamava de corno perguntando se o corninho dela tava gostando, eu chamava ela de puta e ela disse que era assim que queria que eu falasse sempre quando tivesse comendo ela. Fiquei cheio de tesão nessa safada gritando: Mete o pau no meu cuzinho, mete essa rola gostosa e me deixa arrombada!
Foi incrível quando a gente gozou na cara dela e ela engoliu tudo sem frescura e nesse momento percebi que tinha casado com a maior vadia, mas adorei isso e depois dessa foda a gente viciou e sempre procuramos homens para comer minha esposa. Adorei virar corno e as vezes chegar em casa sabendo que tem outro cara na minha cama fodendo com ela.
Autor desconhecido
COM PLUG NO CU
Tesão no cuzinho realmente é uma coisa!!! Lógico que é uma delícia dar a bucetinha, mas tem dias que tudo o que eu quero e sentir um pau na bundinha. E as mulheres que gostam disso sabem do que eu estou falando. Sexta-feira foi um dia desses... Saímos e lá pelas 3 da manhã chegamos em casa. Assim que entramos, o Gui foi pegar cerveja e eu fui direto pra cima do Beto, que tinha sentado no sofá. Sentei do lado dele, começamos a nos beijar e passei a apertar o pau dele, por cima da calça. O Gui voltou e sentou no outro lado do sofá. Abri a calça do Beto e comecei a chupá-lo. Depois de algum tempo, parei de chupar, olhei pra trás e vi que o Gui estava se masturbando. Então deitei de bruços no sofá, com as minhas pernas em cima das pernas do Gui, e voltei a chupar o Beto. Logo senti a mão do Gui subir pelas minhas pernas e chegar na minha bucetinha. Começou a enfiar seus dedos nela. Eu gemia com o pau do Beto na boca e comecei a empinar minha bundinha. O Gui já me conhece muito bem e sabe que quando faço isso quero que ele brinque com meu cuzinho. E foi enfiando seus dedos dentro da minha bundinha, aproveitando que eles estavam bem lubrificados pela minha buceta melada. Depois de algum tempo, ele pediu que eu pegasse um plug que eu tenho. Fui buscar e resolvi fazer uma surpresa pra eles. Peguei o plug, passei KY, e enfiei dentro da minha bundinha, ainda no quarto. E fui voltando pra sala. As vezes o plug ameaçava escapar, mas eu empurrava novamente. Cheguei na sala, parei na frente deles, virei de costas e mostrei minha bundinha penetrada. O Gui falou que eu era muito safada e queria saber como eu tinha conseguido andar com aquilo enfiado no cu. E pediu que eu ficasse de quatro pra ver melhor. Obedeci, ficando de quatro e empinando a bundinha. Os dois ficaram loucos, se masturbavam enquanto eu rebolava, mostrando o plug atolado no meu cuzinho. As vezes um deles levantava, dava tapinhas na minha bunda e apertavam o plug pra dentro. Eu olhava pra trás, por cima dos ombros, e via que eles estavam adorando o show. A sensação era ótima, e sentia meu rosto pegar fogo de tanto tesão. O Beto se ajoelhou no meu lado, brincava com o plug e falava pro Gui: "Cara, essa tua mulher é muito vagabunda...". Puxava meu cabelo, me obrigando a olhar pra ele e falava pra mim: "Você gosta, né vagabunda... Ficar de quatro, como uma cadela...". Depois ele veio pra frente, começou a esfregar o pau no meu rosto e chamou o Gui: "Vamos foder com essa puta agora..." O Gui veio, tirou o plug do meu cuzinho e colocou seu pau. Eu estava em transe. O Gui metia com força na minha bundinha e o Beto segurava meu cabelo pra esfregar e bater com o seu pau no meu rosto. Eu incentivava: "Isso, bate com esse pau na minha cara enquanto dou a bundinha pra ele...". De repente o Beto começou a gozar. Eu tentava colocar o pau dele na minha boca, mas ele não deixava, e gozava enquanto esfregava ele no meu rosto. Logo depois gozei também, enquanto sentia o Gui gozar dentro do meu cuzinho. Os dois sentaram no sofá novamente e eu me deitei, agora de costas. Depois de algum tempo comecei a me masturbar, enfiando os dedos na minha boceta. Queria gozar mais uma vez. Coloquei o plug de novo na minha bundinha e os dedos na minha bocetinha. O Beto ficou com o pau duro de novo, e gozou novamente, dessa vez na minha barriga, enquanto eu mesma gozava com meus próprios dedos. As vezes é ótimo ser uma putinha bem submissa.
Autor desconhecido
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
ENCONTRO NO METRÔ
Saio de casa, noite mal dormida, preocupações, em síntese: sou um cidadão comum.
Tinha deixado o carro na concessionária para uma revisão. Estando a pé, optei pelo Metrô. Fazia tempo que não usava esse serviço. Não havia me dado conta de que a linha Verde, antes era sempre tranquila, agora com a expansão e abertura de novas estações está lotada. Tive de aguardar a passagem de algumas composições até conseguir entrar num vagão.
Tudo indicava que esse era o começo de um dia normal, sem nenhuma aventura excitante, dessas que se leem relatadas por aí. Para mim isso é só ficção, ou coisas que só acontecem com outras pessoas. Muito poucas pessoas, só alguns raros felizardos, entre os quais não me incluo...
Consegui entrar naquele vagão do metrô e o único lugar que obtive foi no meio do corredor, pendurado nos varões centrais de apoio. Estava distraído, quando um perfume chamou minha atenção. Discreto, sem o exagero do excesso que algumas mulheres fazem. Cítrico, era muito agradável, insinuante. Na minha frente estava uma morena quase da minha altura. Ao menos 1.70m, cabelos longos, levemente cacheados, vestida de maneira bem formal. Saia discreta, uma jaqueta sobre uma blusa aparentemente de seda. Além da bolsa, carregava uma outra pasta de couro, que parecia cheia de papéis. Uma advogada, supus.
Na estação Consolação o metrô se agita com as pessoas que saem e entram, indo ou vindo da linha Amarela. O metrô quase se esvazia e lota de novo. Eu que ia até a Vila Madalena permaneço. A morena também. Nesse momento uma senhora gorda, surge aos trancos e se posta atrás de mim. E me joga contra a morena. Causando, ainda que involuntária, uma encoxada...
Imediatamente desculpo-me. Ela sorri aceitando minhas escusas. A viagem segue. Faço o possível para evitar que aquilo se repita, mas os trancos e mexidas que a senhora fazia provocaram mais umas três ou quatro encoxadas. Numa, que inevitavelmente notei, bela e macia bunda.
Fiquei preocupado que aquilo levasse a algum escândalo. Ainda mais, que "não sou de ferro", aqueles contatos ativaram minha velha mente safada e acabei ficando excitado.
Na estação Sumaré ela se move para sair. Nesse momento, gira o corpo e a mão que segura sua pasta de couro roça-me. Bem onde a ereção que eu tentava esconder se aloja. Isto seria só acidental, deveria supor. Mas sua mãozinha ficou lá uns vinte ou trinta segundos, sem se mover. Até que as pessoas finalmente foram saindo, abriram espaço e ela se foi.
Mas quando chegou na porta, vira-se, olha para trás e me encara. Era aquilo em seu rosto um sorriso discreto, sugerindo que houve cumplicidade nos momentos anteriores?
Certamente eu jamais saberia. Iria seguir meu cotidiano. E tudo que de inusitado, de aventura, que o destino poderia me trazer, nada mais seriam que aqueles momentos fugazes.
Desci na estação seguinte. Tinha uma reunião com a equipe de um cliente. Levou umas duas horas, no final eu e mais três deles pegamos o elevador. Elevador lotado, fiquei conversando com eles, que desceram 3 andares abaixo. Seguia até o térreo e só então notei uma morena à minha frente. Enquanto as pessoas com quem me reuni conversavam comigo, vi que ela tentava escrever algo num pedaço de papel. Roçou de novo em mim...Quando saímos, já no hall ela se vira, me encara e pergunta:
- Você sempre faz aquilo?
A mesma mulher do metrô... Fiquei sem ação, surpreso, embaraçado. Antes que pudesse responder ela ergue a mão esquerda, evidenciando o dedo onde uma aliança brilhava.
- Desculpe, deve estar havendo algum engano, eu...
- O que havia entre suas pernas, lá no metrô não era um engano...
Já que é assim, eu entro no jogo:
- É...deu para notar que você tratou de checar isso...
Ela ruboriza. Um sorrisinho nervoso, aperta o passo e sai, entrando num taxi.
Fiquei pensando nela como uma personagem de Nelson Rodrigues reciclada: "a dama do metrô".
Caminhei até Pinheiros, fiz hora em algumas lojas de móveis e almocei por lá. Na volta, iria pegar metrô de novo, na Estação Clínicas. Chegando perto, procuro um bilhete no bolso do paletó. Acho um cartão que não lembrava que estivesse lá.
Era o cartão de uma livraria forense. Não havia nome nenhum impresso, mas no verso, uma caligrafia claramente feminina anotou um número de celular e as palavras: " Ligue pra mim".
Foi ela que na confusão do elevador cheio o colocou, sem que eu percebesse, aquilo em meu bolso? Só há um modo de saber...
A chamada é rapidamente atendida.
- Estou respondendo a seu pedido de chamada...
- É você, não é?
- Sou...
- Não pense que faço isso sempre...
- Eu percebi que você é casada...
- Não está tarde. Estou livre. Você está?
Bem, claro que muito surpreso, começo a ceder a uma inevitável tentação. Uma aventura, daquelas que só leio acontecendo com os outros. Ou um golpe... Tento raciocinar, tento me convencer que não parece uma aplicadora de golpes.
Não resisto...
A conversa segue bem rápida. Ela é a objetividade em pessoa:
- Se vai pegar o metrô de novo, vá pela linha azul e desça na estação S. Joaquim. Lá fora, ao lado do hospital, há uma rua chamada Pirapitinguy. Vá por ela e nuns 100 metros vai achar o Hotel Lido. Nos encontramos na porta...
Liguei no escritório com uma desculpa esfarrapada e segui suas instruções. Um cavalheiro maduro, sério e pouco dado a loucuras, sentindo-se um adolescente arteiro...
Foi fácil chegar lá. Ela já estava me aguardando. Pega na minha mão, está resoluta, sem qualquer sombra de ansiedade ou nervosismo.
- Vamos?
E assim, sem qualquer apresentação formal, qualquer conversa prévia, entramos no hotel, rapidamente conseguimos uma chave e vamos para o elevador. Um outro casal subiu conosco, ela os ignorou e se colocou à minha frente, me empurrando contra a parede do fundo e então movendo-se suavemente para os lados. Rebolando e me fazendo encoxá-la. Mas dessa vez senti que aquela deliciosa bunda estava mais solta. Ela está sem calcinha!
O casal desceu dois andares antes do nosso. Ela aproveita a privacidade, abre o zíper da minha calça, enfia a mãozinha e apanha o que procura. Quando chegamos em nosso andar, ela me conduz, segurando meu pau, até o apartamento. A moça sabe o que quer...
Entramos, fechamos a porta, ela corre, para o meio do quarto. Dá chutes no ar, jogando os sapatos de salto alto longe. Tira a blusa, despe o soutien rendado, vira-se de frente com olhar provocador. Abre o zíper da saia, confirma que estava sem calcinha e fica nua ante mim.
- Gosta de uma tarada?
Não espera minha resposta. Vem até mim e se entrega toda num beijo, enquanto arranca minhas roupas.
Apanho-a, ergo-a, e a carrego nos braços até a cama. Ela sorri, parece até que um tanto enternecida. Se coloca sentada na calma, olhos fixos na minha ereção.
- Querido: só tenho umas duas horas. Nesse tempo você pode fazer o que quiser comigo.
Abre os braços para mim.
- Vem! Me chama de puta, vai...
- Sua safada! Não vou só te chamar assim. Vou te fazer minha puta...
Ela fica eletrizada. Puxa-me. Leva-me a seus seios. Chupo cada um com fome, fazendo aqueles biquinhos duros de tesão girarem nos meus lábios. Ela geme, acaricia meus cabelos, empurra minha cabeça para baixo.
- Me chupa! Me faz ficar doida...
Não nego seu pedido. Caio de boca em todo o calor úmido de sua buceta.
Ela geme ainda mais, se contorce toda na cama. Então, após alguns minutos, me faz parar.
- Querido, você me deixou no ponto, me fode! Come esta puta tarada!
Deito de barriga para cima e deixo a sua disposição, ereto no ar, o membro que ela faz tão duro.
Ela não perde tempo. Senta-se em mim, me faz entrar todo na sua fornalha. Sobe, apoiando-se em meu peito. Vai até o ponto em que quase saio de dentro dela e volta, recebendo-me todo de novo. Dou-lhe estocadas vigorosas. Ela geme, grita, rebola. Cavalga na minha rola.
Tem um grito seco. Vindo de dentro.
- Estou gozando!...
Sigo mais um pouco e também atinjo meu gozo. Lancinante...
Uma estória daquelas sempre achei inverossímeis, está acontecendo comigo!
Mas ela não para. Beija-me, apalpa-me, sussurra com voz quente ao meu ouvido.
- Deixa esta puta experimentar essa pica que me deixou doida...
Cai de boca em meu pau. Suga-o todo, ainda melado e molhado dela. Não para. Acorda uma nova ereção e segue chupando. Vai e vem, faz meu pau ir quase metade dentro da sua boca, lambe a cabeça vermelha de tesão e retoma o serviço.
Então lembro de sua frase inicial, dizendo-me que poderia fazer o que quisesse. Tiro o pau daquela boquinha gulosa e a ponho de quatro.
- Ok, querido. Eu topo. Mas devagar, não é sempre que faço isso.
Abriu mais as coxas, com as mãos para trás, separou as nádegas e exibiu sua entrada ainda não visitada.
Isso me enlouquece!
- Sua puta! Na hora que todo mundo trabalha, você está aqui exibindo o cuzinho para um desconhecido! Gosta, não é?
( Quem imaginaria este cavalheiro aqui dizendo isso para uma dama?...)
- Puta que se preze dá o rabo, querido. Mete que nosso tempo está acabando...
Enfiei devagar. Demora um pequeno tempo para ela relaxar e se abrir. Mas quando acontece, ela joga as mãos para trás e me puxa. Entro todo nela.
Realmente entra num frenesi, num delírio de prazer. Gosta realmente de ser sodomizada.
Novamente geme muito. Grita...
- Eu sou a puta do teu caralho. Fode gostoso meu cuzinho, fode!...
Seguimos nessa loucura. Ela rebola, me pede que enfie mais e mais. Leva minha mão a penetrar sua buceta.
Um novo gozo dentro dela. Ela geme mais fundo e grita:
- Ai! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Estou gozando!...
Saio de dentro daquele rabinho fantástico, cansado mas feliz...
Relaxamos um pouco. Ela me segreda:
- Coisa rara: difícil eu gozar dessa forma.
Segredos? Há muitos. Nada sabemos um do outro e no entanto essa deliciosa loucura nos aconteceu.
Quero conversar com ela. Mas ela não me permite.
- Nosso tempo acabou. Precisamos ir.
Rápidas higienes, ela apanha a calcinha na bolsa, vestimos nossas roupas e saímos.
Lá fora tento conversar com ela, saber mais. Sequer sei seu nome...
- Por hoje basta, querido. Se quiser uma outra vez, aos poucos te direi. Quer?
- Não seja modesta. Claro que vou querer você de novo...Mas não tenho nem mesmo um nome para te chamar...
- Me chame de "tua puta"...- ela ri, provocativamente.
- Muito vulgar. Só tem sentido lá - aponto para o hotel - dentro.
- Tem razão. Além de safado, você é um gentleman. Então crie um nome para mim.
- Sabrina? Débora? Cíntia?...
- Não, nome próprio não. Invente outra coisa.
- Que tal "Dama do Metrô".
- Dama do Metrô? Hummmm, gostei!
- E eu? Vai inventar algo para mim?
- Você? Com este teu jeito todo sério, educado?...Já sei: você será meu "Cavalheiro Discreto".
Assim nos despedimos com um derradeiro beijo.
Dama do Metrô e Cavalheiro Discreto partem, deixando combinado um encontro para a próxima semana...
Autor: Cavalheiro Discreto
PROFESSORA DE INGLÊS
Fala rapaziada, beleza?? Meu nome é Lucas, tenho 25 anos e moro em SP Capital. Vou contar pra vocês uma história que vem acontecendo comigo a algumas semanas.
Faz exatamente um ano que comecei a fazer um curso de Inglês numa escola, antes de iniciar fui avaliado por diretores e coordenadores da escola para começar a ter aulas, logo após as avaliações fui aprovado e me juntei com a turma de sábado a tarde, cheguei uns 10 minutos atrasado e bati na porta da sala para entrar e a professora abriu, uma mulher linda, branca, cabelo preto bem escuro aquele tom preto azulado, mais ou menos 1, 77m, alta para o padrão da mulher brasileira, olhos castanhos, cintura fina, um sorriso maravilhoso e um bumbum que é digno de aplausos, grande e empinado.
-Boa tarde professora, meu nome é Lucas, vou começar a ter aulas com você na turma das 13h estou começando hoje
- Seja bem vindo Lucas, meu nome é Elisa, a aula ainda não começou, portanto fique atento e quando tiver alguma dúvida não tenha vergonha de perguntar.
“Com você eu teria aula até de feriado”, pensei comigo. O tempo passou, a aula acabou e quando estava indo embora fui até o ponto esperar o ônibus pra ir pra casa, estava destraido esperando o ônibus quando ela chegou e começou a conversar comigo, perguntou onde eu morava e quando falei pra minha surpresa e alegria ela disse que morava perto de mim e que pegaríamos o mesmo ônibus (nem fiquei feliz, magina) subimos no ônibus, papo vai papo vem, descobri que ela tinha 32 anos, tinha um filho mas estava solteira a 8 anos (um fenômeno de mulher daquele naipe solteira, não acreditei) chegou minha hora de descer do ônibus ela disse que ia descer um pouco mais pra frente, peguei o telefone dela e ela o meu, desse dia em diante nos falavamos todos os dias e fui ficando mais próximo dela.
Descobri que ela era solteira por opção, devido ao problema que teve com o pai do filho dela optou por não ter mais nenhum envolvimento emocional com ninguém. A algumas semanas depois a turma se juntou para fazer a confraternização de final de ano e fomos para um barzinho, mas como de costume não foram todos os alunos e o momento relax não durou muito tempo, os poucos que foram logo foram embora e assim eu e a Elisa ficamos sozinhos em uma das mesas do bar, ficamos conversando um tempo até que decidimos ir embora, na volta pra casa ela pediu pra mim acompanhar ela até a casa dela, eu, claro, disse que iria acompanhar, chegando lá ela pediu pra mim entrar e beber um vinho com ela, pois o filho dela estava passando o final de semana com o pai e ela não queria ficar sozinha em casa muito tempo.
Entramos, sentamos na mesa da cozinha, começamos a conversar e tomar o vinho que ela tinha servido e ela começou a desabafar:
-Ta complicado viu pretinho, vi o Pedro e a Karina naquela pegação hoje lá no bar e fiquei doida, faz 8 meses que não transo, tô me sentindo uma virgem hahaha’
- Para, tá de zuera comigo??
- Não, não, 8 meses e da última vez o cara foi tão mal que tive que fingir que gozei pra ele ficar feliz, não via a hora de acabar.
- Hahahahaha, caramba Elisa, você que é essa delícia toda tá na seca?? Achei que isso era impossível.
- O que você falou??
- Que é impossível você ficar na seca??
- Não, antes!
- Que você é uma delícia?? Você é mesmo, eu sou homem Elisa, você acha que nunca olhei pra você desejando?? Eu sou sincero, desculpa falar assim diretamente mas você é um tipo de mulher que todo homem fantasia, inclusive eu!
- Nossa, eu tô pasma, mas lisonjeada de ter ouvido isso, foi um tanto grosseiro mas foi sincero rs
- Sim, desculpa falar assim mas é o que eu acho.
Ela estava sentada ao meu lado, nesse momento ela levantou, pegou as taças e foi deixar na pia pra lavar, então ela virou de frente pra mim e perguntou:
-Você me acha gostosa a que ponto pretinho??
- A ponto de fazer várias loucuras com você.
Ela estava com uma calça de cintura baixa, um sandália salto alto e uma regata dessas de renda que a mulherada tá usando hoje em dia.
-Vem aqui e me mostra um pouco dessa loucura Lucas!
Eu já estava maluco com aquela visão, quando ouvi aquilo levantei e em poucos segundo já estava agarrado nela, dei um puta beijo nela, beijava o pescoço, apertava e passava a mão na bunda dela, alisava a barriga, beijei ela um bom tempo até que ela se afastou e em um movimento rápido tirou regata que estava vestindo e jogou a blusa no chão, ela tinha seios lindos, grandes com os mamilos rosados e devido ao momento estavam bem saltados, chupei, suguei, atolei minha cara no meio dos dois, parecia um esfomeado. Tirei minha blusa e minha calça, ela caiu de boca no meu pau chupava gostoso, com firmeza, brincava com a cabecinha, chupava as bolas, babava, deixei ela se esbaldar no meu pau um bom tempo afinal ela estava na seca, quando decidi colocar ela em cima da mesa, tirei a calça e sandália dela e cai de boca naquela buceta
-Aaaaahhhh que delícia essa lingua, chupa mais minha buceta.
Eu chupava com vontade, enfiava um, dois dedos e ficava passando a língua no grelo até que ela gozou gostoso na minha boca.
-Que delicia, vamos pro meu quarto, quero sentar nesse pau.
Levantamos e fomos para o quarto, chegando lá ela ficou de quatro na beira da cama com aquela bunda linda empinada para mim perfeitamente.
-Soca tudo pretinho, soca sem dó faz eu gozar de novo.
-To sem camisinha gata, não tem problema?
- Não, você vai gozar na minha boca!
Avancei, e coloquei meu pau na buceta dela bem devagar e comecei a bombar forte e bem compassado.
-Que delícia pretinho, que pau gostoso, tá me preenchendo todinha, aaaiii que gostoso.
- Delicia de buceta, apertadinha, gostosa, vou te comer muito Elisa.
Aumentei o ritmo, socava mais forte mais rápido, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, estava totalmente em êxtase
-ISSOOO BATE NA MINHA BUNDA, SOCA NA MINHA BUCETA BEM FUNDO, NÃO PARA EU VOU GOZAR, NÃO PARAAA, AAAIIII DELÍCIA.
Ela gozou encharcando meu pau, deitei na cama ela veio me chupando, na hora que se recuperou virou de costas e começou uma sentada espetacular.
-Agora quem vai gozar é você pauzudo gostoso.
Ela sentava forte no meu pau e fazia eu delirar, ela tinha uma agilidade para sentar em um pau que nunca tinha visto.
-Safada, putinha, senta gostoso sua gostosa.
-Vai gozar assim pretinho??
-Vou gozar gostoso. AAAHHH SUA SAFADA, EU VOU GOZAR.
- ESPERA ESPERA, AAAAHHH
Ela tirou meu pau de dentro da buceta e a porra começou jorrar com força, fiquei tonto e nem tinha me recuperado quando ela sentou, agora de frente começando uma cavalgada sensacional, pulava no meu pau, dava tapas na minha cara, sentava, ficou assim um tempo até que gozei de novo, depois disso ela me chupou muito até que gozei na boca dela. Transamos muito ainda naquele dia, transamos tanto que meu pau ficou completamente dormente, transamos até na lavanderia da casa dela.
Desde então estamos ficando, saio com ela durante a semana, saimos depois da aula e transamos em varios lugares malucos, ela curte uma adrenalina, aonde essa história vai dar eu não, só sei que estamos curtindo. No próximo relato falo pra vocês do dia em que transamos no banheiro da escola.
Autor: PROFESSORA DE INGLÊS
Fala rapaziada, beleza?? Meu nome é Lucas, tenho 25 anos e moro em SP Capital. Vou contar pra vocês uma história que vem acontecendo comigo a algumas semanas.
Faz exatamente um ano que comecei a fazer um curso de Inglês numa escola, antes de iniciar fui avaliado por diretores e coordenadores da escola para começar a ter aulas, logo após as avaliações fui aprovado e me juntei com a turma de sábado a tarde, cheguei uns 10 minutos atrasado e bati na porta da sala para entrar e a professora abriu, uma mulher linda, branca, cabelo preto bem escuro aquele tom preto azulado, mais ou menos 1, 77m, alta para o padrão da mulher brasileira, olhos castanhos, cintura fina, um sorriso maravilhoso e um bumbum que é digno de aplausos, grande e empinado.
-Boa tarde professora, meu nome é Lucas, vou começar a ter aulas com você na turma das 13h estou começando hoje
- Seja bem vindo Lucas, meu nome é Elisa, a aula ainda não começou, portanto fique atento e quando tiver alguma dúvida não tenha vergonha de perguntar.
“Com você eu teria aula até de feriado”, pensei comigo. O tempo passou, a aula acabou e quando estava indo embora fui até o ponto esperar o ônibus pra ir pra casa, estava destraido esperando o ônibus quando ela chegou e começou a conversar comigo, perguntou onde eu morava e quando falei pra minha surpresa e alegria ela disse que morava perto de mim e que pegaríamos o mesmo ônibus (nem fiquei feliz, magina) subimos no ônibus, papo vai papo vem, descobri que ela tinha 32 anos, tinha um filho mas estava solteira a 8 anos (um fenômeno de mulher daquele naipe solteira, não acreditei) chegou minha hora de descer do ônibus ela disse que ia descer um pouco mais pra frente, peguei o telefone dela e ela o meu, desse dia em diante nos falavamos todos os dias e fui ficando mais próximo dela.
Descobri que ela era solteira por opção, devido ao problema que teve com o pai do filho dela optou por não ter mais nenhum envolvimento emocional com ninguém. A algumas semanas depois a turma se juntou para fazer a confraternização de final de ano e fomos para um barzinho, mas como de costume não foram todos os alunos e o momento relax não durou muito tempo, os poucos que foram logo foram embora e assim eu e a Elisa ficamos sozinhos em uma das mesas do bar, ficamos conversando um tempo até que decidimos ir embora, na volta pra casa ela pediu pra mim acompanhar ela até a casa dela, eu, claro, disse que iria acompanhar, chegando lá ela pediu pra mim entrar e beber um vinho com ela, pois o filho dela estava passando o final de semana com o pai e ela não queria ficar sozinha em casa muito tempo.
Entramos, sentamos na mesa da cozinha, começamos a conversar e tomar o vinho que ela tinha servido e ela começou a desabafar:
-Ta complicado viu pretinho, vi o Pedro e a Karina naquela pegação hoje lá no bar e fiquei doida, faz 8 meses que não transo, tô me sentindo uma virgem hahaha’
- Para, tá de zuera comigo??
- Não, não, 8 meses e da última vez o cara foi tão mal que tive que fingir que gozei pra ele ficar feliz, não via a hora de acabar.
- Hahahahaha, caramba Elisa, você que é essa delícia toda tá na seca?? Achei que isso era impossível.
- O que você falou??
- Que é impossível você ficar na seca??
- Não, antes!
- Que você é uma delícia?? Você é mesmo, eu sou homem Elisa, você acha que nunca olhei pra você desejando?? Eu sou sincero, desculpa falar assim diretamente mas você é um tipo de mulher que todo homem fantasia, inclusive eu!
- Nossa, eu tô pasma, mas lisonjeada de ter ouvido isso, foi um tanto grosseiro mas foi sincero rs
- Sim, desculpa falar assim mas é o que eu acho.
Ela estava sentada ao meu lado, nesse momento ela levantou, pegou as taças e foi deixar na pia pra lavar, então ela virou de frente pra mim e perguntou:
-Você me acha gostosa a que ponto pretinho??
- A ponto de fazer várias loucuras com você.
Ela estava com uma calça de cintura baixa, um sandália salto alto e uma regata dessas de renda que a mulherada tá usando hoje em dia.
-Vem aqui e me mostra um pouco dessa loucura Lucas!
Eu já estava maluco com aquela visão, quando ouvi aquilo levantei e em poucos segundo já estava agarrado nela, dei um puta beijo nela, beijava o pescoço, apertava e passava a mão na bunda dela, alisava a barriga, beijei ela um bom tempo até que ela se afastou e em um movimento rápido tirou regata que estava vestindo e jogou a blusa no chão, ela tinha seios lindos, grandes com os mamilos rosados e devido ao momento estavam bem saltados, chupei, suguei, atolei minha cara no meio dos dois, parecia um esfomeado. Tirei minha blusa e minha calça, ela caiu de boca no meu pau chupava gostoso, com firmeza, brincava com a cabecinha, chupava as bolas, babava, deixei ela se esbaldar no meu pau um bom tempo afinal ela estava na seca, quando decidi colocar ela em cima da mesa, tirei a calça e sandália dela e cai de boca naquela buceta
-Aaaaahhhh que delícia essa lingua, chupa mais minha buceta.
Eu chupava com vontade, enfiava um, dois dedos e ficava passando a língua no grelo até que ela gozou gostoso na minha boca.
-Que delicia, vamos pro meu quarto, quero sentar nesse pau.
Levantamos e fomos para o quarto, chegando lá ela ficou de quatro na beira da cama com aquela bunda linda empinada para mim perfeitamente.
-Soca tudo pretinho, soca sem dó faz eu gozar de novo.
-To sem camisinha gata, não tem problema?
- Não, você vai gozar na minha boca!
Avancei, e coloquei meu pau na buceta dela bem devagar e comecei a bombar forte e bem compassado.
-Que delícia pretinho, que pau gostoso, tá me preenchendo todinha, aaaiii que gostoso.
- Delicia de buceta, apertadinha, gostosa, vou te comer muito Elisa.
Aumentei o ritmo, socava mais forte mais rápido, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, estava totalmente em êxtase
-ISSOOO BATE NA MINHA BUNDA, SOCA NA MINHA BUCETA BEM FUNDO, NÃO PARA EU VOU GOZAR, NÃO PARAAA, AAAIIII DELÍCIA.
Ela gozou encharcando meu pau, deitei na cama ela veio me chupando, na hora que se recuperou virou de costas e começou uma sentada espetacular.
-Agora quem vai gozar é você pauzudo gostoso.
Ela sentava forte no meu pau e fazia eu delirar, ela tinha uma agilidade para sentar em um pau que nunca tinha visto.
-Safada, putinha, senta gostoso sua gostosa.
-Vai gozar assim pretinho??
-Vou gozar gostoso. AAAHHH SUA SAFADA, EU VOU GOZAR.
- ESPERA ESPERA, AAAAHHH
Ela tirou meu pau de dentro da buceta e a porra começou jorrar com força, fiquei tonto e nem tinha me recuperado quando ela sentou, agora de frente começando uma cavalgada sensacional, pulava no meu pau, dava tapas na minha cara, sentava, ficou assim um tempo até que gozei de novo, depois disso ela me chupou muito até que gozei na boca dela. Transamos muito ainda naquele dia, transamos tanto que meu pau ficou completamente dormente, transamos até na lavanderia da casa dela.
Desde então estamos ficando, saio com ela durante a semana, saimos depois da aula e transamos em varios lugares malucos, ela curte uma adrenalina, aonde essa história vai dar eu não, só sei que estamos curtindo. No próximo relato falo pra vocês do dia em que transamos no banheiro da escola.
Autor: NegoBlue
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