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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

COMI A NAMORADA DO AMIGO


Primeiramente gostaria de dizer que o que eu vou relatar aqui é real, portanto não vou citar nomes, nem o meu próprio, pois sou um médico já um tanto quanto conhecido aqui na minha cidade. Vou dizer apenas que tenho 25 anos, e isso ocorreu há uns 7 anos aproximadamente.
Há alguns anos atrás, a família de um amigo resolveu se mudar, e como todo bom amigo, me prontifiquei a ajudar na mudança se fosse necessário. Ele ainda morava com os pais na época e não tinha namorada.
No dia da mudança eu e os outros amigos que estavam ajudando já percebemos que de frente para a nova casa dele morava uma menina muito gostosa, e a partir daí nós íamos lá todos os fins de tarde, para ficar na frente da casa dele conversando e esperando pela oportunidade de ver aquele rabo novamente. Não demorou para ela perceber isso, e então começou a desfilar de propósito lá pela frente da casa dela, só pra se exibir. A gente delirava…
Eis que um belo dia rolou uma oportunidade de conversarmos com uma outra garota da vizinhança, e após descobrirmos que elas eram meio que conhecidas, meu amigo pediu para ela falar para a sua conhecida “exibicionista” que ele era afim dela. Enfim, tudo acabou acontecendo muito rápido, meu amigo e a sua vizinha da frente ficaram e em poucos dias já estavam namorando.
Após um breve período de convívio com ela, eu já tinha percebido que além de ser uma cavala muito gostosa, ela tinha jeito de ser bem puta na cama. Bom, se ela realmente era uma puta na cama eu ainda não sabia, mas o que eu já sabia era que ela gostava de provocar, não só o meu amigo que era namorado dela, mas sim quem estivesse por perto.
Um dia estávamos num grupo de amigos reunidos na minha casa, ela sentada na porta, meu amigo sentado no degrau da escada e escorado no meio das pernas dela, e o restante da turma do lado de fora da casa. Aí eu resolvi entrar para pegar cerveja, passei por eles na entrada da minha casa e fui até a geladeira, quando fechei a porta da geladeira não pude deixar de olhar para ela, de costas, sentada e com um baita pedaço da calcinha aparecendo. Tentei, mas não consegui tirar os olhos. Quando percebi já era tarde, ela estava olhando pra trás e já tinha visto que eu estava de olho no rabo dela. Mesmo assim tentei disfarçar e voltei lá pra fora. Mais adiante, quando entrei de novo para buscar mais cerveja, ela, que aliás já não estava mais sentada na porta, entrou logo atrás de mim para ir ao banheiro. Quando eu percebi ela já estava passando por mim na geladeira rumo ao banheiro, e me disse: “eu sei que você tava olhando pra minha calcinha, eu levantei ela de propósito pra você olhar.” Bom, eu congelei e fiquei sem resposta. Mas ela não esperou eu reagir e continuou: “quer olhar o que tem embaixo dela?” E foi em direção ao banheiro. Foi difícil, mas eu fingi que ela não estava ali e não fui atrás dela, mas fiquei com o pau duro como uma pedra e depois que todos foram embora eu bati uma punheta pensando no que ela havia me dito e lembrando daquela calcinha que com certeza deveria estar muito cheirosa.
Um tempo depois eles estavam na minha casa, pois ela precisava fazer um trabalho escolar e pediu para usar minha internet. No fim, ela não conseguiu terminar o tal trabalho, e eles ficaram de voltar naquela mesma semana. Alguns dias depois minha campainha toca, vou atender e era a namorada do meu amigo, que para minha surpresa estava sozinha. Estava com uma calça de abrigo que provavelmente era do uniforme da escola, não era colada, era bem soltinha até. Bom, ela já foi falando que tinha vindo terminar o trabalho dela, e obviamente falei que não tinha problema. O mais engraçado disso é que por mais que eu tivesse um tesão enorme nela, não me passou pela cabeça que nós estávamos sozinhos e que poderia ser uma oportunidade para eu tirar uma casquinha dela. Até mesmo porque ela era namorada do meu amigo. Mas enfim, pedi para ela entrar e fui logo atrás, olhando para aquele rabão dela que engolia a calça. Quando chegamos no meu quarto eu disse para ela ficar a vontade no computador e voltei para a sala. Não demorou muito para ela me chamar e quando eu cheguei lá ela estava só de calcinha sentada na minha cama. Eu pedi o que ela estava fazendo e ela me disse: “Você me falou para ficar a vontade e eu fiquei.” Tentei desfazer a situação, mas foi em vão. Ela pulou da cama e veio pra cima de mim dizendo que sabia que eu tinha tesão nela pois havia me visto várias vezes olhando para a bunda dela.
Aí eu não consegui me segurar mais. Agarrei ela pelos cabelos e joguei ela de volta na cama. Já fui tirando minha roupa e quando fui pra cama com ela, tirei a camiseta e o sutiã que ela vestia. Chupei muito os peitos dela, que eram médios e quando fui colocar a mão na buceta dela ela me segurou e me olhando com uma cara de vadia, fez um sinal negativo. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela já foi tirando minha cueca e agarrando meu pau. Me chupou com muita vontade, mas sem muita experiência. Depois de ela se lambuzar toda no meu pau, tirei a calça dela, deitei ela de barriga para baixo e fiz com que ela ficasse de quatro. Puxei a calcinha dela de lado e nesse momento quase broxei, ela era muito peluda, nem se quer aparava os pêlos, e eu gosto de mulher lisinha. Mas claro que não ia perder a oportunidade de sentir o cheiro que eu apenas podia imaginar até alguns minutos atrás. Ainda segurando a calcinha dela de lado, passei o dedo na buceta dela, e percebi que já estava encharcada. Por mais que eu não goste de pêlos, enfiei minha língua o máximo que pude para dentro daquela buceta dela, e como tenho muito tesão por isso, passei a língua no cuzinho dela. Chupei muito a buceta e o cuzinho dela, que gemia como uma verdadeira puta que era. Depois de um tempo assim, ela me implorou para que eu comesse a buceta dela. Não perdi tempo, arranquei a calcinha dela, que estava ensopada, virei ela de frente para mim e coloquei as pernas dela nos meus ombros. Então, olhando bem para aquela cara de vadia dela, meti meu pau sem dó nenhum naquela buceta molhada. Metia o mais rápido e forte que conseguia, pois meu tesão nela que já era enorme, àquela altura já estava explodindo. Ela me arranhou todo nas costas enquanto eu comia ela assim.
Depois foi a vez de eu ficar deitado e por ela sentada no meu pau. Mandei ela cavalgar até gozar. E ela cavalgou, nitidamente sem muita experiência. Nesse momento não pude deixar de pensar no meu amigo, ele sempre gostou de contar vantagens para todo mundo, parecia que era o maior comedor da cidade (como se ninguém o conhecesse). Agora, além de eu estar comendo a namorada dele, ainda estava percebendo que ele provavelmente não comia ela direito, pois ela não tinha muita noção da “coisa”. Na verdade, não era bem aquela fodedeira que eu imaginava.
Mas independente disso, o buceta dela era muito gostosa e bem apertadinha até. Enquanto ela rebolava no meu pau eu agarrei a bunda dela e abri bem até arregaçar aquele cuzinho. Enquanto segurava aquele rabão dela aberto, passava o dedo hora na buceta, hora no cuzinho. Quando o cuzinho dela já estava bem lubrificado, comecei a colocar o dedo dentro e massagear. Ela acabou gozando assim, e eu pude sentir o corpo dela amolecer nesse momento. Deitei ela novamente na cama e fui descendo a língua até a buceta gozada dela. Chupei o máximo que pude aquele mel delicioso que ela tinha colocado pra fora.
Depois coloquei ela de quatro e fiquei brincando um pouco. Passava a cabeça do meu pau ao redor da buceta dela, colocava um pouco dentro e logo tirava. Fiz isso até finalmente agarrar ela pela bunda carnuda e meter com toda a raiva do mundo. Ela gritou nessa hora e apoiou o rosto sobre o travesseiro. Fiquei comendo ela assim e vendo aquele rabão delicioso balançar a cada metida. Meti até não aguentar mais e falei pra ela que ia gozar, ela pediu pra mim gozar em cima da bunda dela. E eu gozei.
Por fim, fomos tomar um banho. No chuveiro eu ainda dei mais uma boa chupada nos peitos dela e como já estava de pau duro novamente, pedi para ela me chupar e bater uma punheta para mim. E ela fez isso até eu gozar novamente, dessa vez nos peitos dela, que estava ajoelhada na minha frente.
Saímos do banho e eu ainda ajudei ela a terminar o tal trabalho dela no computador. Hoje ela e o meu amigo são casados e têm até uma filha já, que inclusive eu e minha mulher somos os padrinhos. Mas o fato de eles serem casados e de eu também já ser, não impediu que eu continuasse tirando uma casquinha dela.

Autor desconhecido

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