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sábado, 30 de janeiro de 2016

ENGOLINDO MUITA PORRA

Oi, meu nome é Renata... Tudo começou quando eu e meu esposo fomos passar uma semana de férias na praia. Lá nós enlouquecíamos de prazer... fazíamos sexo de todas as maneiras e posições incríveis por toda a casa, onde estávamos sozinhos! Até que um colega do Cláudio (meu marido) chegou de surpresa para ficar dois dias conosco. Ele se chamava Sander e era muito lindo, aquele homem grande, forte e musculoso, bonito, muito charmoso e excitante! Até aí tudo bem, pq nunca tinha traído meu marido e sequer teria transado com outro homem na vida! Foi quando notei que Sander não parava de olhar de mim.

Para ter uma idéia, eu sou loira, 1,65 com um bumbum enorme, e seios bem fartos e duros...e bem bronzeada, vc pode imaginar. E sou daquelas que faço tudo entre quatro paredes e enlouqueço meu marido! Então, eles ficavam na piscina tomando banho, bebendo e comendo... E eu, neste sábado, estava de biquíni pink bem pequeno e short branco de um palmo. Quando saí, eles ficaram loucos... então notei que Sander vinha muito a cozinha para me olhar e sempre muito educado comigo... até que um momento eu estava limpando o chão sujo de farofa de “quatro” na cozinha e não ouvi nenhum barulho, eu me movimentava limpando. Foi aí que me virei e vi Sander de frente para mim, tentando sair de costas para mim. Perguntei o queria e puxando-o perguntei novamente se ele queria cerveja ou farofa. Quando ele virou notei que estava de cacete duro e bem molhado... por sinal muito grande... nesse momento também fiquei excitadíssima... ficamos sem palavras, olhando um para o outro, nos desejando, nessa hora me deu vontade de agarra-lo e trepar com ele a noite toda, mas me dei conta de que não poderia fazer isso!

A noite, notei que meu marido bebeu muito e Sander tinha bebido pouco e eu só umas duas cervejas. Estávamos todos tomando banho de piscina brincando quando Sander se aproximou e por baixo da água, encostou seu cacete duro na minha bunda. Eu fiquei toda molhada, me excitei tanto que olhava para ele pedindo mais e ele louquinho me querendo... e Cláudio bêbado nem notava. Eu e Sander não agüentávamos mais de tesão, queríamos penetração, sexo, muito sexo, mas ali não daria, então meu marido saiu, foi beber e escutar música fora da piscina, e nós fingíamos brincar com umas bóias, foi quando sander penetrou todo seu dedo na minha xana que tava muito molhada, que delícia, queria gemer e mostrar todo meu potencial na cama.... e eu logo coloquei a mão por dentro da sua sunga... nossa! Era enorme seu cacete e tava muito duro... e eu dizia para ele que queria chupar, morder, lamber tudo aquilo... e se ele quisesse ele comia minha xana e meu cuzinho... que eu gemia e gritava e matava ele de tanto sexo... ele enlouqueceu... e saiu da piscina. Pouco depois chamou todos para dormir... então achei que ele tinha dado um fora em mim.... Fomos dormir todos...

Quando todos estavam deitados, fui recolher as coisas e saber se as portas estavam fechadas... foi quando Sander me pegou com muita força me chingando com o pau duro que eu ia ver o que ele ia fazer comigo... ele me pegou com muita força e me arrastou para a praia e lá na areia tirou toda a minha roupa e me lambia, chupava, e eu gemia e pedia mais... xingava, e dizia que estava muito gostoso... “ai amor me faz gozar, faz!” Ele começou a chupar minha xana com tanta vontade que eu enlouqueci e disse a ele que eu adorava engolir porra... tirei sua sunga e vi aquele cacete duro e engoli todinho com muita vontade e tesão... lambia, fazia uma carinha safada e chupava com muita, muita vontade mesmo, ele pegava minha cabeça e empurraba até o gargalo e eu pedia porra... “goza vai”... “quero porra na cara”.... e ele dizia “engole, engole”. Ele gozou tudo na minha boca, que engoli a metade e passei o resto no meu corpo me melando toda... e ele me pegou e me botou de quatro e fodeu, fodeu gostoso... olhando para minha marquinha de biquíni e chamando de gostosa e eu gemia muito alto e ele enlouquecia... foi quando ele botou no meu cuzinho e eu gritava, dizendo que tava doendo... e enquanto mais eu gritava de dor e prazer, mais ele gostava, fodia com mais força e soltou novamente muita porra em mim e no meu cuzinho com tanta força e tesão que batia na minha bunda ... e eu disse que queria gozar! Então ele pegou me colocou de quatro, e penetrou seus dedos na minha xana e no meu cuzinho e me chamava de gostosa e pedia para gozar... tava tão gostoso ... que aiaiaiaiaiaiaiaaiaiaiaiaia, eu gozei como nunca havia gozado antes... e melei ele todo! Foi a noite mais excitante da minha vida... o resto eu conto depois!...

DANDO PARA O NEGÃO CASADO





Me chamo Lara e venho contar um caso que eu tive com um policial casado.
Tenho 1.65m, 58kg sou branca dos cabelos pretos e compridos, tenho um corpo bonito e seios fartos.

Pois bem, na época eu tinha 22anos, estava na faculdade e era aluna nova, pois havia feito transferência, e foi lá que conheci o Roberto*. Ele era negro, bonito, forte... devia ter 1.80 e uns 78kg.
A princípio nunca trocamos uma palavra, mas eu achava ele um negão bonito, mas somente isso. Até que no final do ano, todos fazendo muitas provas e no final da aula, ele ofereceu carona pra minha amiga, já que a casa dela era caminho e ele sabia. Aí eu falei pra ela (meio que cantando) Ahhh vai me deixar ir sozinha?? E ele prontamente, imagina, onde vc mora, e eu moro também na mesma cidade, e ele deu carona sem problemas.
Eu achava que ele iria me deixar primeiro em casa, já que ele conhecia ela a mais tempo, mas não, ele deixou ela e foi me levar. Ficamos um longo tempo conversando, e ele falando que eu era estranha, pq nunca tinha conversado com ele na sala, e eu respondia que sou tímida difícil de fazer amizades, e ele ficava perguntando da minha vida. Foi pouco tempo, mas eu percebia algo diferente nas palavras. No outro dia se repetiu a mesma coisa, ele dando carona pra eu e minha amiga, me levando em casa e conversando. Só que eu via nos olhos dele uma insinuação, ficava perguntando muita coisa, e eu estava receosa, já que ele era casado, e eu tentava responder o mais imparcial, até que ele perguntou de uma forma mais "atrevida" o que mais eu gostava, vindo na minha direção como se quisesse um beijo como resposta, e eu tonta abaixei a cabeça e falei "ah, de tudo, de música de sair"... ele foi pra trás, trocamos mais algumas palavras e saí do carro com ódio de mim por ter respondido isso. E prometi que na práxima não ia deixar passar.

Só que já era dezembro e as aulas acabaram, passou janeiro e em fevereiro começaram as aulas, e o Roberto não aparecia, e eu queria vê-lo, conversar falar alguma coisa, mas ele não ia nas aulas, até que tomei coragem e perguntei pra um de seus amigos, e ele me respondeu que o Roberto estava curtindo férias com a família.
Fiquei meio decepcionada, mas tentei esquecer. No final do mês, ele apareceu, e eu senti o corpo gelar, de certa forma eu tinha 22 anos, não era criança ou adolescente, mas eu sentia algo estranho ao vê-lo. Ele sorriu pra mim e só isso, o que me deixou frustrada. Mas conforme ia passando os dias, eu sentia que ele me olhava mais, me reparava, sorria muito pra mim, e eu já ia na expectativa de falar com ele ou simplesmente olha-lo, eu só pensava nele.

Até que um dia eu fui pra faculdade decidida em dar um passo, ou puxar assunto ou fazer qualquer coisa, mas eu ia dar um passo. Eu estava na sala e ele chegou atrasado, ele parou na porta e ficou conversando com um outro aluno, e eu o olhava como se estivesse sedenta por ele. Ele me olhou e sorriu, retribui o sorriso com o olhar mais maldoso que podia, e senti que ele percebeu.
Durante essa aula, um aluno me chamou pra ver algo sobre o trabalho, e eu fui pra trás pra ver, e vi que ele me acompanhava com os olhos. E eu de propásito me apoiei na carteira desse aluno, meio que inclinando minha bunda pra provocar. Voltei pra mesa e via que ele me olhava me desejando. Tinha dado um passinho, mas estava caminhando.
Depois do intervalo fomos pra outra sala, dessa vez a sala era maior e tinha outra turma com a gente pra estudar a mesma matéria, e eu sentei um pouco que na frente dele, e ele me chamou pra ir sentar perto dele lá atrás. Eu fui, e lá ele começou a perguntar algumas coisas, e me perguntou se eu sairia com ele, e eu disse que sim. Meu corpo estava tremendo, eu estava muito nervosa, pois ele era casado, era da minha sala, eu era "aluna nova" e se alguem descobrisse eu ia me sentir muito mal, ele percebeu meu nervosismo e começou a sentir confiança. Combinamos de sair aquela semana
Acabou a aula, mas alguns alunos ficaram dentro da sala pra tirar dúvida, e eu sai na frente e na hora da despedida ele me deu um quase selinho, e eu fiquei muito nervosa que quase viram, mas ainda sim a certeza que eu ia ficar com ele, o tesão e o medo tudo junto, um conjunto de emoções.

Passado dois dias ele me pega na minha casa, era quase 7hs da noite, ele estava lindo, cheiroso, e eu também. Ele elogiou meu perfume e demos um beijo rápido. Eu no fundo sabia o que viria acontecer, mas eu não estava preparada, pois meu antigo relacionamento era uma porcaria, e em termos de sexo eu era quase virgem e inexperiente, pois eu tinha transado pouquíssimas vezes com meu ex. que foi o meu 1ª e que também era virgem.

Estávamos no carro e ele entrou direto num Motel, eu relutei, achei que iríamos pra um bar primeiro, e ele falou que queria ficar a vontade porque ele era casado e eu aceitei.

Entramos no quarto, ele me beijou e ficamos sentados abraçados conversando no sofá por algum tempo, até que o clima começou a esquentar. Fomos pra cama, ficamos nos beijando e nos pegando até que ele começou a tirar minha calça, e eu deixei... ele tirou minha calça depois minha camisa, e eu tirei a dele, eu fiquei de calcinha e sutiã, e ele me deitou e começou a beijar meu corpo. Eu estava em extase, pois nunca na minha vida tinha sido tocada por um homem que nem ele , o abraço o beijo, o toque da mão tudo, eu estava extasiada com tudo. Até que ele desceu pela minha calcinha, (eu nunca tinha recebido um oral na minha vida), e ele foi beijando minhas coxas, e eu sentia meu corpo arrepiar, ele puxou a calcinha de lado e eu senti uma lambida na minha chaninha depilada, que deveria estar muito molhada de tesão, e ele começou a lamber a chupar freneticamente, apertava meus peitos, e eu me contorcia feito uma gata no cio. Meu corpo já estava mole quando pedi pra ele parar e me comer logo.

Ele tirou a cueca e pude ver que o pau dele devia ser umas 3x maior que a do meu ex, eu fiquei assustada, pq passar de um pintinho pequeno, pra um pau de negão, eu iria perder a virgindade de novo, sem contar que fazia quase um ano que eu não tinha mais feito sexo.

Não deu outra, ele me deitou na cama, e começou a me comer, ele começou enfiando, e eu pedi pra ele parar, porque estava doendo demais, ele perguntou se eu era virgem e eu disse que não, ele começou enfiando a cabeça do pau dele, e eu gemia de dor e prazer ao mesmo tempo, ele foi indo devagar, até que começamos a ficar num ritmo mais gostoso e frenético, eu tava louca de tesão, mas ainda tinha vergonha de certas posições, e foi quando ele me colocou de 4, e começou a me comer muito forte, e eu ainda sentia um pouco de dor, mas fui deixando até ficar gostoso, ele metia muito forte, e eu sentia aquele pinto todo dentro de mim, me dava muito tesão, e ele batia na minha bunda, eu fiquei com vergonha, mas fui deixando as coisas fluírem. Ele me colocava de diversas posições, mas eu percebia que ele queria me fazer gozar, sá que eu nunca tinha gozado na minha vida, era quase tudo novo pra mim. E ele tentou por diversos tempos, até que comecei a rebolar no pau dele pra ver se ele gozava logo, e ele tirou pra fora e gozou nas minha coxas

Pra mim, aquela tinha sido a melhor transa da minha vida, mas eu sentia que pra ele era sá o começo, pois um cara experiente, e uns 19 anos mais velho que eu não se contentaria com tão pouco que ofereci, mas ele entendeu meu lado e saímos mais vezes. No que resultou num caso de amor de quase 2 anos. Aprendi tudo de sexo com ele, e pretendo contar mais nossas deliciosas transas.


Até hoje temos contato, mas não nos vemos mais.

Tenho vontade de ficar com ele de novo, mas já fazem 2 anos que acabou.

MEUS DOIS MACHOS

Se não fosse por causa da insistência de meu maridinho, eu nunca poderia me imaginar transando com outros homens, até algumas regras, impostas por mim mesma, eu não consegui mantê-las.
Foi quando conheci o Fernando, um homem carinhoso, educado, alegre, atencioso, tórax peludo! Adoro deitar-me sobre ele, sentindo seus pelos, acariciando meu corpo nu. 1m90 de altura com peso um pouco acima do normal, ele deixa-me exausta e com a xaninha e o cuzinho esfolados de tanto foder, em sessões de sexo que duram horas.
 Certo dia em que descansávamos na banheira de hidromassagem ele me perguntou se já tinha transado com mais de um homem ao mesmo tempo, dei uma resposta torta acompanhada de uma careta de raiva. Como ele parou de me atentar pensei que tinha desistido dessa ideia, foi quando ele me chamou para mais uma tarde de sexo, mas antes, eu teria que passar no escritório dele!
Logo que cheguei, ele já me carregou para o seu banheiro privativo e desabotoando sua calça me deu seu membro delicioso para eu chupar, não esperei nem um segundo e caprichei no boquete, chupando-o como se fosse um delicioso sorvete! Chupava suas bolas, lambia a cabeçona enorme, engolindo seu pau com vontade, até que ele não aguentou mais e gozou gostoso em minha boca.
Só deixei seu pau quando me certifiquei de deixá-lo bem limpinho sem uma gota de esperma. Antes que eu me limpasse ele já me puxou para a sala dele e me apresentou seu irmão Felipe, um gato de 25 aninhos, lógico que ele percebeu no canto de minha boca um restinho de porra de seu irmão!
Muito constrangida, passei a conversar com os dois, querendo socar o Fernando, mas mantendo um mínimo de compostura, percebi que o Felipe, além de gatésimo era uma pessoa muito agradável.
 Fernando, com uma carinha de anjo nos convidou para uns drinques num lugar mais agradável e, temendo por mais surpresas, mas sem jeito para retrucar concordei.
No caminho percebi logo onde o safado estava indo, nosso motel preferido! Resolvi relaxar e aproveitar. Chegando à garagem, mal fechou o toldo, Fernando me pôs sentada sobre o capô do carro e tirando minha calcinha, estava de vestidinho curtinho, me chupou deliciosamente, deixando-me molhadinha e com o tesão a mil, supliquei por seu pau, estava doida pra ser fodida por ele, mas foi o Felipe que me penetrou com vontade com um pau grosso e comprido, mas minha fome era tanta que agasalhei tudo aquilo dentro de mim facilmente.
Quando ele socava aquele pauzão dentro de mim, chegava a tirar meu ar, perdi a conta de quantas vezes gozei, nem percebi que tínhamos entrado na suíte, só percebi quando o Fernando me penetrou o cuzinho, fazendo uma dupla penetração deliciosa, gozei descaradamente, gritando de prazer, supliquei para que os dois machos não parassem de me comer, pareceu uma eternidade, quando os dois gozaram dentro de mim, caí exausta na cama!
Cheguei a desmaiar por algum tempo. Acordei na hidromassagem sendo acariciada pelos dois homens que tanto prazer me deram. Percebi o pau do Felipe duro como aço e não resisti, abocanhei aquilo tudo e chupei aquele pauzão delicioso, deliciando-me com aquela cabeçona enorme, lambendo e chupando o pênis com vontade, só sossegando quando recebi sua carga de porra em minha garganta, que sorvi com prazer.
Enquanto descansávamos Fernando me contou que seu irmão descobriu tudo quando ouviu sem querer nossa conversa telefônica bem “caliente” de umas semanas atrás. Felipe confidenciou que me achava uma gata e queria me comer desde quando nos conhecemos numa festa.
 Fiquei com o ego lá em cima, eu uma loba de 32 anos com um gato de 25 se declarando, era demais! Esqueci o cansaço, a ardência em minha xana e rabo e parti pra cima dos dois, beijei, chupei, acariciei os dois indistintamente e fomos parar novamente na cama e, dessa vez, os dois inverteram as posições, e como já tinham gozado, demoraram muito mais para gozarem novamente, me levando à loucura!
Não sei como não fiquei rouca de tanto gritar de prazer e tesão, acho que foi o esperma em minha garganta (risos).
Depois de horas sendo fodida por seus paus deliciosos, fui conduzida pelos dois até o chuveiro, sendo banhada carinhosamente por suas mãos quentes e enormes, tive que prometer que repetiríamos aquilo tudo. Já se passaram meses dessa primeira vez, às vezes saio apenas com um deles, mas na maior parte delas saio com os meus dois deliciosos machos, já chegamos a filmar e a fotografar nossas relações amorosas para meu maridinho corninho ver depois, fico alguns dias sem fazer sexo para me recuperar, mas muito feliz de satisfazer meus machos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

MINHA PRIMEIRA DUPLA PENETRAÇÃO




Oi, pessoal! Meu nome é Tatiana e estou enviando para vocês o relato da minha primeira experiência em dupla penetração, ou DP, como alguns gostam de chamar. Espero deixar muita gente com tesão!

Já havia algum tempo que meu marido ficava insistindo para irmos a um clube de casais. Ele dizia:
- Vamos, amor! Vamos num clube de casais! Nós nunca fomos, tenho curiosidade de ver como é.

- Ah, amor! Não sei... - eu respondia.

Eu sempre enrolava ele, apesar que eu também tinha curiosidade de ver como era.
Até que num dia, ele me convenceu a irmos. Fiquei super ansiosa. Quando chegamos lá, o recepcionista disse que nesse dia podiam entrar casais ou solteiros. Ele nos mostrou onde tínhamos que guardar as roupas e colocar o roupão.

Fiquei surpresa pois ali não tinha porta, eu teria que trocar de roupa na frente de todos, não podia ter vergonha. Lá também tinha uma sauna a vapor e a seco para homem e mulher juntos, uma boate e quartos para os casais no andar de cima.

Tiramos a roupa e colocamos o roupão. Quando então meu marido me disse:

- Tatiana, vamos dar uma olhada na sauna?
Eu curiosa, fui. Quando entramos na sauna a vapor, voces não imaginam que eu vi! Um monte de homens, todos nus. Eu nem sabia para onde olhar. Nunca tinha visto tanto pau junto na minha frente!
E aí percebemos que tínhamos que tirar o roupão.

Tiramos e entramos de novo na sauna. Percebi que naquele momento só era eu de mulher. Todos os homens ficavam me olhando, só faltando me comer com os olhos...
Eu até que gostei, por que meu marido sempre disse que meus peitos são maravilhosos, bicudinhos e rosados, são capa de revista.

Fiquei toda molhadinha só de ver que os caras estavam me admirando, quando de repente, eles começaram a tocar uma punheta para mim. Fiquei com o maior tesão! Nesse instante pensei: "É agora, que eles vão me comer, como eu vou dar conta de tantos ao mesmo tempo?" Era pica demais!

Resolvemos, então, trocar de sauna e fomos para a sauna a seco, para tristeza dos caras que continuaram na sauna a vapor.

Não deu outra! Quando entramos tinha pau para todo lado, fiquei doidinha... Tinha também mais dois casais, mas eles logo arrumaram parceiros e sairam. Fiquei de novo só eu de mulher, com um monte de pau à minha disposição... E aí pensei: "O que eu vou fazer agora?"

Nesse instante, uns quatro deles começaram a se mostrar para mim, todos eles de pau duro, doidos de tesão, querendo me comer todinha.
Eu já sabia que meu marido tinha o maior tesão de fazer dupla penetração comigo, e aí imaginei que poderia acontecer alí mesmo.

Comecei então, a me insinuar, como querendo alguma coisa. Meu marido neste momento, mandou eu chupar o pau dele, que também já estava todo duro de tesão por mim. Comecei a mamar naquele cacete delicioso, já meu conhecido, ficando de bunda virada para os caras. Um dos caras sentou do lado do meu marido, também de pau duro e eu não resisti, peguei a pica dele na minha mão e comecei a punhetar bem gostoso enquanto chupava o pau do meu marido.

Troquei então de posição e comecei a chupar o cacete do cara e fiquei punhetando o meu marido, deixando todo mundo louco na sauna. Meu marido notou que os outros caras queriam me comer por trás, e eu teria que escolher um, pois como era a primeira vez, não sabia se eu daria conta de tanta pica.

Então pensei: "Vou escolher o que tem o pau maior, que por acaso era o que eu estava chupando". Fiz um sinal para o meu marido e para o cara e subimos então para um quarto privado.
Quando chegamos lá eu pensei: "Agora estou com dois, vou ter que dar minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo!"

Me deitei na cama, e os dois vieram chupar os meus peitos, um de cada lado. Que delícia! Adorei! Então meu marido desceu e começou a chupar a minha buceta, e o outro cara pôs aquele caralho enorme na minha boca. Fiquei chupando e sendo chupada ao mesmo tempo, gozei como uma louca na boca do meu marido!

Passei então a chupar o pau do meu marido, enquanto o cara, que nem ainda sabia o nome, me dava uma chupadona na minha buceta, me fazendo gozar de novo!
E aí o cara veio por cima de mim, enfiando aquela vara gostosa todinha na minha buceta, e eu continuava a chupar o cacetão do meu marido. Eu estava ficando doida de tanto tesão.

Depois de mais algum tempo transando com os dois, chegou enfim o grande momento: Ser comida pela frente e por trás ao mesmo tempo...
Minha primeira dupla penetração!
O cara se deitou de frente para mim, mostrando aquele caralho enorme, e eu deitei por cima dele, abri bem as pernas e ele enfiou tudinho na minha buceta...

Por trás veio meu marido e começou a meter no meu cuzinho apertado, bem devarinho até encaixar tudinho também!
Fiquei em êxtase e vi estrelas. Fiquei com o maior tesão!
E aí pensei: "Estou sendo preenchida na frente e atrás. Mas que delícia!" Me senti mulher demais!

Acabamos todos gozando ao mesmo tempo, foi uma maravilha! Fiquei toda esporrada, mas muito satisfeita...
Nunca mais vou esquecer da minha primeira dupla penetração.
Estou até pensando em repetir essa experiência.

MARIDO SURPREENDENTE



Seria a chegada da idade do lobo? Não sei. Só posso dizer que a cada dia meu marido mais me surpreendia e eu, que no início estranhei, estou adorando.
Temos a mesma idade, experiências de vida semelhantes e mesmo casando virgem aos 22 anos, hoje aos 40 posso dizer que Beto me ensinou tudo que ele sabe sobre sexo e que muitas coisas aprendemos juntos. Ainda assim acredito que nenhum de nós dois poderia supor o quanto não sabíamos e como tem sido boa essa nossa aventura.
Um dia Beto, chorando, me pediu perdão. Eu não estava entendendo nada e ele confessou, para meu desespero, que na festa da firma bebera muito e acaba me traindo e que estava muito arrependido e que me compensaria a dor que sabia estar me causando.
- Vamos tirar algo de positivo disso tudo. Acho mesmo que um dia vamos poder dizer que foi o que de melhor nos aconteceu. – Ele interrompeu o assunto assim e foi dormir.
Foi uma semana de cão, mas nunca mais tocamos naquele assunto apesar de eu ter ficado engasgada.
Meses depois Beto me chega com uma caixa com um laço vermelho 3 vezes maior do que o tamanho da embalagem. Dentro dela 3 outras caixas. Em cada um objeto que eu desconhecia mas um era suficientemente sugestivo – imitava um pênis. Eram brinquedos eróticos: o menor deles era o mais delicioso – um ultra vibrador clitorial. O outro era um vibrador que imitava um pênis negro e tinha um azul com uma bolota na ponta arredondada que Beto me explicara que era para massagear o ponto G, ponto esse que jamais localizei pois ele é delicioso de se usar em qualquer ponto interno,
Brincamos muito com essas novidades e aos poucos surgiam coreografias e enredos. Logo lá estava eu com um amante negão (o consolador) e um chinês (o azulzinho). Foi assim que pela primeira vez simulamos uma dupla penetração e nossa vida sexual ganhava sabor e novidade.
Um dia ele me filmou com o celular enquanto, atendendo a seus apelos, eu me masturbei. Resisti enquanto pude a ideia de Beto que queria contratar um profissional para filmar nossas seções de sexo. Acabei cedendo e uma vez por mês, num sábado, recebemos Guilherme, um negão de quase 2 metros que recebe R$ 300,00 para nos filmar.
A primeira vez foi um tormento. Sempre fui acanhada. Um estranho em nosso amplo quarto, com focos de luz e outros aparatos, eu sabia que não ia conseguir gozar. Dito e feito, brincamos até meu marido gozar 2 vezes e eu nada, ainda muito inibida.
Beto, então, resolveu dirigir minha masturbação numa filmagem solo, sem a participação dele que só me dirigia sugerindo posições. A orientação é que eu deveria olhar para a câmera imaginando que ali estava Pedro, meu marido.
Eu não tinha como fugir, Guilherme já me filmara totalmente nua e em pleno ato sexual insatisfatório. Relaxei, brinquedos ao meu lado na cama e comecei minha masturbação, ainda apenas para satisfazer o maridão.
Montei na minha mente a imagem de uma noite deliciosa e especial em Cabo Frio, quando pela primeira vez tive orgasmos sucessivos – fato raro – fechei meus olhos e busquei minha própria satisfação para a alegria de Beto.
Quando, ao longe, senti sinais de que o orgasmo poderia acontecer abri os olhos e o desejo de Guilherme, um estranho babando por meu corpo, desejando fazer sexo comigo e com uma imperdoável ereção, incendiou meu corpo e senti arrepios leves e o intumescimento de meus seios. Ao seu lado Beto, sem roupas, sentado na poltrona e mais uma vez ereto de desejo. Só que ele deixava o olhar passear entre o meu corpo e o negão. Analisava as reações do homem que me filmava, seu olhar injetado e grudado em meu corpo, sua ereção e, em seguida, olhava para mim e agora investigava o meu olhar que se perdia entre a ereção e o olhar de Guilherme.
Para irritar a Beto comecei a me exibir para o intruso que ele impusera entre nós. Usava apenas o vibrador clitorial, pois queria acabar logo com aquilo, mas para sacanear o Beto peguei o consolo negro, chupei com todo empenho e vi os dois exultarem quando ao invés de introduzi-lo na vagina fui, vagarosa e pausadamente, enfiando-o em meu cuzinho que piscava satisfeito com aquela sacanagem.
Entrei, sem perceber, em devaneio. Estar sendo observada por 2 homens que ambicionavam meu corpo, percebendo meu marido inebriado pelo desejo que Guilherme deixava, sem reservas, transparecer, me excitou como nunca me sentira excitada durante qualquer masturbação de minha vida.
As pernas começaram a apresentar vida própria sacudindo-se ao sabor das contrações e ficaram trêmulas. Estava difícil controlar 2 brinquedos ao mesmo tempo. Para minha surpresa pedi ajuda ao meu marido:
- Beto, controla a pica do Guilherme no meu cuzinho porque eu quero gozar com ele bombeando tudinho dentro de mim.
Eu não percebi o que dissera mas estava iniciando um gozo promissor e soltei o consolo negro dedicando-me ao meu grelinho. Vi Beto, cuidadoso para não entrar no foca da câmera assumir o consolo com uma inesperada eficiência e perdi o tino de tudo explodindo em orgasmos tão intensos que deixei cair meu vibradorzinho enquanto erguia meu corpo em um arco apoiado apenas na cabeça e na ponta dos pés. A sensibilidade era tanta que meu grelo transmitia, literalmente, pequenos choques.
Para meu desespero Beto assumiu a massagem clitorial grudando o vibrador diretamente na ponta ereta e arrebitada que meu grelinho apresentava e por mais que eu corcoveasse ele não deixava o diabólico brinquedinho se afastar.
Juro que pensei ter ouvido Beto pedir ajuda ao Guilherme, mas acho que nenhum de nós dois imaginou que ajuda ele daria.
Em poucos instantes minhas pernas são curvadas até colarem na lateral de meu corpo, minha pélvis está erguida, o consolo enfiado fundo em meu cuzinho, o vibradorzinho me alucinando e a imensidão de Guilherme vai, lentamente, centímetro a centímetro, arrombando-me a vagina.
Entro em desespero. Estou traindo meu marido diante dele. Mesmo não tendo como esboçar qualquer reação naquela posição movimento-me para evitar a entrada da pica. A vagina altamente lubrificada e meus movimentos chamam todo aquele enorme membro de Guilherme para o meu interior e meu intenso orgasmo explode numa fúria inédita, estou arrombada e ele começa a bombar forte, tão forte que o consolo escapa do cuzinho, mas ele é enorme e aquilo não faz qualquer falta.
A ejaculação de Beto se anuncia e se espalha para todo lado atingindo partes de meu corpo e o negão, urrando, está me dando uma surra que só faz aumentar os choques que já percorriam meu corpo. Os seios doem de tão duros. Os arrepios se transformam em um só arrepio em todo o corpo. Estou gemendo, urrando, sem fôlego e quando consigo falar confesso o inconfessável.
- Obrigado Beto! Não deixa ele parar! Estou morrendo de prazer! Estou totalmente arrombada e não paro de gozar. Olha pra mim Beto, veja as delícias que estou esperimentan...
Nada mais consigo falar. Tudo aquilo falei gaguejando, em breves intervalos onde ainda existia fôlego. Não consigo sequer respirar. O mundo parou, só Guilherme continua em ação e o vibrador na mão de meu marido continua sobre meu grelinho que nunca esteve tão grande, tão exposto e eu...
EU sou o prazer, sou só prazer, só contrações por todo corpo, doloridas e deliciosas contrações e me perco dentro delas ao sentir explodindo, dentro de mim, a ejaculação medonha, intensa e volumosa de Guilherme.
Estou suada, exausta, já se passaram 5 minutos e meu corpo ainda está nos últimos espasmos da contração vaginal. O peso do Guilherme está sobre meu dolorido corpo. Ele ainda está dentro de mim, agora do tamanho que Beto só alcança no auge da ereção, mas ele já está maleável, só que eu não quero que ele saia de mim e o estou abraçando com braços e pernas, trocando beijos com ele quando ele não está brincando com seus lábios em minhas orelhas, pescoço e face.
Exausta procuro por Beto e percebo que é ele o meu travesseiro, inebriado olhando meus olhos refletindo ainda o intenso prazer experimentado, percebendo a alegria com que estou recebendo aquele que tanto resisti em deixar vir a nossa casa.
Guilherme só voltaria um mês e meio depois. Discutimos muito tudo aquilo, nossa relação, sem qualquer briga, sem ciúmes tolos, sem cobranças, precisávamos entender o que acontecera. O filme mostrou tudo e mais do que impressionada sempre me deixou pronta para novo embate sexual com meu macho, meu marido, meu corno – se assim desejar o leitor.

Sabemos que Guilherme nunca mais vai só filmar, vai ser um parceiro de sexo, mas só de sexo. Apesar de delicioso eu jamais trocaria meu marido por ele. Posso conseguir nas ruas muitos negões deliciosos e bem dotados, mas Beto só existe um e é só meu – por enquanto. Acho que vou ter que retribuir a deliciosa gentileza.

UMA MENINA MINEIRA



Antes de casar morei em Irajá, um subúrbio do Rio de Janeiro e hoje uma cena me encheu de saudades. Vi um cara molhando seu gramado e lembrei que a mudança, sempre tão chata nos primeiros dias, foi cansativa, mas valeu a pena.
Foi a primeira casa que comprei com meu dinheiro e antes de me mudar fiz uma reforma que incluiu trocar o mato do jardim por grama. Era uma casa sem muros e eu queria o jardim mais bonito da região. Para isso levantava mais cedo, antes das sete da matina, para molhar o jardim diariamente.
Na casa em frente morava uma família e eu via o casal sair e logo depois, com seu uniforme de normalista, saia uma menina e ia só até a esquina. Parecia ser filha única e só os três moravam ali.
Diariamente o namorado dela parava o carro, ela entrava, trocavam beijos e carícias por apenas uns dez minutos e ela corria para casa enquanto ele sumia de vista provavelmente indo trabalhar.
Ela voltava sempre esfogueteada. Rosto vermelho, olhar refletindo a paixão que lhe queimava as entranhas, desalinhada, me olhava envergonhada e corria para casa de onde saia recomposta minutos depois seguindo para o ponto de ônibus do fim da rua.
Numa segunda-feira o carro do namorado parou na porta e ela não foi à escola aquele dia. Na terça-feira, exultante, quase aos pulinhos, realmente saltitante, lá foi ela para a esquina. Ficou lá por muito tempo e ele não apareceu.
Quarta-feira a cena se repetiu e ela depois de esperar mais de quinze minutos desceu cabisbaixa e em prantos.
Desliguei a mangueira, atravessei a rua, parei na frente dela e estendi meus braços. Não sei de onde tirei coragem para tamanha ousadia. Para minha surpresa ela se agarrou ao meu corpo e deixou o desabafante pranto correr livre. De repente se afastou e correu para casa onde entrou batendo a porta.
Voltei ao meu jardim e a menina recomposta abriu a porta, veio até onde eu estava, me pediu desculpas. Estava lindamente tristonha. E começou a desabafar:
- Você já adivinhou o que aconteceu, não é mesmo?
- Acho que sim. Você era virgem?
- Não. Mas foi a primeira vez que ousei acreditar em um homem, mesmo achando que ele era casado, a paixão nos cega.
- Quer conversar mais? Vamos entrar. Assim não chamamos a atenção de ninguém. Sei que você hoje não tem condições de ir a aula.
Estendi a mão para ela. Ela aceitou minha mão e me seguiu ainda desabafando.
- A primeira vez foi com um primo no interior. Estávamos cavalgando, paramos numa praia de rio, ele me convenceu a entrar na água e eu, confiando em meu primo e sem maiores vergonhas, entrei só de calcinha e sutiã.
Ela entrou, sentou ao meu lado no sofá e continuou falando.
- Ele, na brincadeira, acabou me beijando e me deixei envolver, eram sensações novas e deliciosas. As mãos dele percorriam meu corpo que queimava e explodia de tanto desejo.
- Seus dedos me levaram ao êxtase. Um sentimento forte que apertava meu ventre me fez estremecer e amoleci amparada por ele. Juro que não percebi que ele fez com que minhas pernas o abraçassem. Juro!
- Ali, molinha, molinha, envolvida naquele sentimento, naquele torpor, desfrutando um inédito e inesquecível prazer senti minha calcinha ser afastada e um dedo ir entrando em mim, estava delicioso.
- Só então percebi as duas mãos me acariciando, lembrei de minha virgindade, mas já estava mais uma vez gozando nas mãos daquele bruto que me tomou por inteira se aproveitando da confiança que depositei nele por ser meu primo.
- Não estou dizendo que foi forçado. Como explicar?
- Foi desavisado, não autorizado, delicioso mas com duras consequências. Ele não saia de mim e eu não parava de tremer de prazer, foi intenso, posso dizer que foi estupendo, mas eu me arrependi, chorei muito e me fechei para os homens.
- Mesmo sendo normal para as minhas colegas eu não queria que tivesse sido daquela forma e não confiei em mais ninguém até esta segunda-feira.
A esta altura ela estava deitada em meu colo, eu acariciava seus cabelos, enxugava suas lágrimas que rolavam doloridas em sua face durante todo relato entrecortado por soluços e as vezes até interrompidos pelo pranto.
Ergui o corpo dela, me abracei a ela tentando transmitir aquela sensação de abrigo, cumplicidade, camaradagem.
Mesmo não querendo vê-la chorando acabei perguntando:
- Afinal, o que aconteceu?
- Ele queria uma prova de meu amor, eu adivinhava que ele só queria sexo, mas mulher apaixonada fica burra. Cedi, combinei, me preparei e me entreguei a ele. Desta vez sim, foi totalmente maravilhoso, intenso, arrebatador.
- Não tive coragem de negar nada do que ele me exigia. Sim, ele me exigia e também a força que emanava dele me fazia sentir ainda mais mulher numa entrega submissa, total.
- Nas horas que passamos juntos aconteceu de tudo, quase tudo era para mim uma primeira vez. Experimentei o sexo oral entregando a ele meu corpo. Depois retribui e quando ele pediu engoli até a última gota seu sêmen e me realizei por estar enchendo o meu homem de prazer.
- A parte mais difícil foi quando ele começou a penetração anal. Doeu. Mas eu resisti àquela dor incentivada pelos comandos dele e me vi cavalgando em seu corpo sem qualquer pudor.
- Deixei ele louco de prazer. Ele perdeu o controle, me deu palmadas na bunda e depois no grelinho me fazendo explodir junto com ele que inundou minha bundinha.
Ela se descontrolou mas logo retomou:
- Tomamos banho juntos. Voltamos para cama. Trocamos carícias e juras de amor. O celular despertou, ele só tinha a manhã livre e correu para o trabalho.
Mais um pranto forte e depois a dolorosa conclusão:
- Depois que se foi, depois de receber meu maior presente, minha total entrega. Depois que eu voltei a acreditar em um homem... Nenhuma ligação. Não atende as minhas chamadas. Não mais veio ao meu encontro. Só então me dei conta que não sei onde ele mora, não sei onde ele trabalha, nada sei sobre ele a não ser, que apesar de tudo estou sofrendo por amá-lo.
Consolei a menina. Disse que ele ia voltar. Mostrei o quanto ela era linda enquanto forçava para que ela tomasse comigo o café da manhã. Ficamos conversando sobre tudo, escola, amigos, família. Já estávamos brincando, a dor estava, pelo menos momentaneamente amenizada.
Fizemos um almoço rápido. Almoçamos. Sentamos de frente a TV e começou um filma romântico daqueles bem água com açúcar. No final do filme mansas lágrimas rolaram de seus olhos. Ela se abraçou a mim prendendo meus braços com os dela. No afã de consola-la sorvi suas lágrimas com meus lábios em pequenos e delicados beijos.
O choro aumentou de volume, eu já não dava conta e acabei colhendo lágrimas já junto aos lábios dela e sem perceber estávamos nos beijando levemente, lábios apenas roçando uns nos outros até que ela tomou minha nuca e me beijou calorosamente me surpreendendo.
Nos empolgamos e os botões foram-se abrindo, corpos se tocando, aureolas e bicos intumescidos enquanto beijados com volúpia. Mais roupa caindo no tapete. Logo dois corpos também caiam rindo sobre o tapete, colados, trocando calor.
Os lábios daquela louca menina foram percorrendo meu corpo, me arrepiando, rodando sobre mim, beijando minhas coxas, tomando de mordidas e lambidas as partes internas da coxa me causando fortes arrepios e extremo desejo e logo ela chegou ao meio das minhas pernas e tomei seu corpo sobre o meu e passei a retribuir, mas ela estava tomada pela revolta, pelo desejo de vingança, pela dor e era insuperável.
Enquanto eu tentava de tudo para dominar sua vulva ela mordia meu grelinho e sugava-o fortemente me fazendo explodir e perder o controle num inesperado e súbito orgasmo nunca dantes experimentado.
Aliás, tudo era inusitado, nunca sentira atração por alguém de meu próprio sexo e aquela menina, uns dez anos mais nova que eu, estava me transportando para um inédito e supremo prazer. Fui arrebatada pela língua e dedos daquela menina e me entreguei inerte só saboreando aquele momento jamais sonhado.
Passamos a namorar diariamente. Ela voltava da escola e se jogava em minha cama me arrastando com ela. EU ainda tinha vinte dias de férias e nem ligava de ficar esgotada. Eu me acabava e ela sugava minhas energias revitalizando-se. Sua juventude plena me arrastava e arrasava. Eu experimentei orgasmos múltiplos, consolos, vibradores, fiz de tudo, comprei diversos brinquedos, me esforcei para retribuir a alegria que ela me dava. Mas, apesar de tudo, via nela uma tristeza doentia.
Um dia o canalha voltou, bateu na porta dela, levou uma bofetada e conseguiu conversar por menos de cinco minutos.
Naquela tarde minha campainha toca. Ela me abandona em pleno gozo e nua com estávamos ela corre até a porta, puxa o ex-namorado até meu quarto, o faz sentar na poltrona e se joga sobre mim. Nunca pensei que o prazer fosse um dia me extenuar. Ela me fazia gozar sem parar.
Ele assistia a tudo, aos poucos ficou nu, membro ereto. Mas ficou calado até eu extenuada pedir um tempo para respirar. Ela me deixou deitada, foi até ele, deu-lhe uma bofetada e mandou ele se vestir e ir embora.
Ela pensou que tinha tudo sob seu controle. Entretanto ele pegou seus cabelos, dobrou seu corpo através dele e praticamente enfiou sua pica na boca da menina. Pensei em reagir mas ela ajoelhou e chorando passou a chupá-lo com prazer.
Ele afastava o rosto dela de sua enormidade e mandava ela pedir perdão. Submissa ela pedia perdão, levava uma amorosa bofetada e imediatamente buscava aquele falo com sua ansiosa boca.
De repente ele a jogou em cima de mim, mandou ela me chupar vagarosa e deliciosamente que ele ia comer seu cuzinho.
Ela obedeceu ajoelhando na cama e arrebitando a bunda enquanto voltava a me chupar. Ele praticamente montou sobre ela e sem qualquer cuidado passou a castigar aquele buraquinho róseo e delicado.
Ele perguntava se ela queria palmadas e ela balançava positivamente a cabeça sem abandonar minha vulva. Estava mais endiabrada que nunca. Gozou desabando sobre meu corpo, me beijando a boca e os seios recebeu ele, ainda ereto, em sua vagina e se agarrou a mim em um desnorteante gozo.
Ele simplesmente saiu de dentro dela e informou que ia gozar.
A menina, como que uma mola, pulou, caiu sentada na beira da cama e sugou aquela pica enquanto ele deixou. Não consegui ver uma gota sequer de sua ejaculação, ela engolia tudo deliciando-se com aquilo.
O inusitado ficou para o final. Ele deu uma bofetada nela mandando ela para de chupá-lo, ela saiu correndo do quarto voltou com uma vassoura e enxotou ele ainda nu para fora de minha casa, jogou a roupa dele pela janela e ameaçou:
- Nunca mais apareça! Sou menor e vou dar parte hoje mesmo de estrupo. Se eu lhe ver novamente faço seu retrato falado para a polícia e dou seu telefone.
Depois de tudo ficou olhando calada ele recolher as roupas e correr para o carro, pulou na cama rindo pela primeira vez de felicidade. Abracei seu corpo e ela completou explicando toda sua felicidade:
- Agora eu sei que vai ser ele que vai sofrer. Está apaixonado, não resistiu, me procurou, me obedeceu e acreditou que sou menor, mesmo querendo não vai poder voltar.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

TROCA DE CASAIS






Meu nome é Raquel, tenho 30 anos, sou morena, 1.66 de altura, 60 kg, e uma bundinha bem gostosinha. Sou casada com Paulo um moreno bem gostoso, temos uma vida sexual muito ativa e sempre tivemos vontade de fazer troca de casais, mas faltava oportunidade, porém conseguimos “sem querer” realizar nossa fantasia e que nos deu muito tesão e percebemos que após a primeira troca, não se pára mais. Foi quando numa noite saímos com um casal amigo nosso, fomos a um barzinho, tomamos umas cervejinhas, e conversamos bastante, lá pelas tantas decidimos ir para minha casa tomar a saidera.
Chegando lá, começamos a beber e conversar, foi quando o Roberto falou que eles iriam dormir lá, eu e Paulo nos olhamos e percebemos que eles também queriam algo. Arrumei então um cobertor para os dois, eu e o Paulo fomos para nossa cama, e começamos um rala e rola, quando baterão na porta do quarto, eu disse para entrar, era a Elisa, (uma morena de 1.70 de altura, olhos verdes e seios fartos) perguntando se tinha saca rolha, eu levantei coloquei o roupão e fui ate a cozinha pegar, o Roberto estava na cozinha com a garrafa de vinho na mão, achei o saca rolha e dei na sua mão, tomamos um pouco de vinho, quando o Paulo chegou na sala de roupão e pediu que eu pegasse algo para a Elisa colocar que fosse confortável. Fui até o quarto e peguei dois corpetes, um vermelho e um preto, perguntei a ela qual dos dois ela queria, o Roberto ficou louco e falou para ela colocar logo, ela ficou um pouco sem graça, mais sorriu com cara de safada. Foi quando o Paulo abriu o roupão, e falou – Vai Elisa que nás já estamos todos acordados e mostrou seu pau que já estava duro, nós duas fomos para o quarto para colocarmos nossos corpetes e eles, mais do que rápido foram atrás, já com as rolas duras querendo pular para fora da cueca.
Nós duas deitamos na cama com as pernas abertas e os dois começaram a chupar nossa buceta, o Paulo chupava a Elisa, e o Roberto me chupava, estávamos os quatro ali na mesma cama explodindo de tesão. O Roberto me chupava com tanto tesão que parecia que ia arrancar minha bucetinha na boca, Paulo então deitou e mandou que ela te chupasse, ela mais do que depressa caiu de boca, ela chupava aquele pau duro até o fim, colocava inteirinho na boca e subia sugando, chupava as bolas, e Paulo delirava de tesão, foi quando eu comecei a chupar o pau do Roberto, que pulsava dentro da minha boca de tanto tesão, chupei bem gostoso sugando ele todinho, modéstia parte, o Paulo fala que chupo muito gostoso. Quando olhei para o lado a Elisa já estava sentada no pau do Paulo, e ele enfiando o dedo no cu dela, então sentei no pau do Roberto que já estava todo molhado de porra junto com minha saliva, eu e a Elisa ficamos uma de frente para outra, comecei então a alisar o clitáris dela, enquanto subia e descia, com movimentos frenéticos, naquele pau, Paulo virou a Elisa na posição de frango assado e meteu seu pau gostoso na buceta dela, ele já estava com seu pau pulsando para gozar, foi quando ele socou bem forte e jogou um jato de porra dentro da sua buceta, gemendo de tesão, quando vi ele gozar fiquei louca de tesão, então fiquei de quatro e pedi pro Roberto, me comer bem gostoso, ele estava com tanto tesão que ate tremia, eu estava adorando aquela cena, eu ver o Paulo metendo em outra buceta e outra rola me comendo, o Paulo também começou a comer ela de quatro, e enfiava o dedo no cuzinho dela, ela adorava e forçava para ele colocar mais, foi quando ele começou a bombar bem forte, e novamente jorrou de novo um monte de porra nela. Meu marido e a Elisa foram tomar banho e nós ouvíamos os dois fazendo sacanagem dentro do banheiro, o que deixou o Roberto louco com aquela cena em que outro macho fodia a sua amada esposa e acelerou no vai e vem na minha bucetinha que eu gozei bem gostoso, ensopei aquele caralho de porra e ele sentindo meu gozo, fodia mais forte ainda, eu adorei aquilo.
O Paulo então pediu que eu chupasse seu pau e fiquei de quatro para chupa-lo e o Roberto me enrabou de novo, o Paulo mandou a Elisa chupar seu pau junto comigo, enquanto eu sugava seu mastro, a Elisa chupava suas bolas, deixamos ele com bastante tesão e ai a Elisa ficou de quatro e ele a estocou novamente, enquanto o Roberto me comia de quatro, o Paulo também fodia a Elisa. Estávamos todos loucos de tesão, trepamos e gozamos muito, depois eles foram para a sala dormir e eu e o Paulo trepamos mais um pouco, sentindo o cheiro da buceta da Elisa no pau do meu marido e ele enfiando o caralho na minha buceta toda gozada pelo Roberto.
Sempre nos vemos e estamos loucos para trocarmos novamente de casal e realizar uma suruba bem gostosa, onde nós duas seremos fudidas pelos dois machos e também estamos ainda pensando em colar um velcro a pedidos dos dois.

domingo, 24 de janeiro de 2016

PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PRA MINHA ESPOSA

Vera completou 30 anos em plena sexta-feira. Como todo bom marido, apesar de me policiar para não deixar passar em branco só quando cheguei em casa me dei conta que não comprara nenhum presente para minha amada.

Estávamos casados há seis anos e, confesso, que não consegui vencer a rotina. Fazíamos sexo uma vez por semana ou por quinzena e ambos estávamos frios em nosso casamento. Eu não podia deixar furo, pois apesar de tudo éramos felizes. Casamos virgens. Aprendemos tudo juntos. Mas a formação religiosa e familiar de Vera a mantinha contida e mesmo quando em pleno orgasmo raramente se permitia gemer, falar ou soltar um gritinho que fosse. Brincadeiras? Isso era abominável. Fantasias? O momento do sexo não é hora de conversar. Mas éramos felizes em nosso companheirismo e cumplicidades.

Dei-me conta da falta do presente pela alegria com que ela, lá do quarto, chamou meu nome ao ouvir a porta fechar. Era tarde e não dava nem pra fugir e comprar umas flores... Ela já sabia que eu estava em casa.

Montei a cara mais sínica que consegui e corri para o quarto perguntando se ela já estava pronta para curtirmos a noite. Ela estranhou, isso era bastante incomum, normalmente iríamos sair com a família (minha e dela) para comer uma pizza ou algo parecido. Ela logo começou: - Mamãe já deve estar nos esperando...

Cortei imediatamente aquela conversa - eu tinha que presentear minha esposa - e disse que a comemoração familiar seria no sábado, faríamos um churrasco em casa no fim do dia. A sexta-feira era nossa. E sem dar tempo para contestações peguei o telefone e convidei todo mundo para o sábado.

Entre uma ligação e outra cobrei de Vera um banho rápido e um traje lindo e bem sensual prometendo que a noite era nossa. Ela, feliz e saltitante, foi ao banho.

Vera tem uma beleza natural com um corpo bem proporcional, mas suas roupas escondem muito de suas maravilhas e fiz questão de ir até o banheiro e cobrar dela uma mulher bem atraente, pois queria todos os homens com inveja de mim e de olho na minha balzaquiana. Ela brigou comigo me mandando sair do banheiro, pois estava nua, tomando banho. Vera é assim, cheia de pudores.

Liguei para um amigo do escritório pedindo uma dica e ele me disse de uma boate dentro de um shopping na Barra. Chamou minha atenção dizendo que Vera podia não gostar, pois o ambiente era muito liberal tendo até casais homossexuais. Depois arrematou que ela era tão desligada, o ambiente tão escuro e as cabines davam tanta privacidade que ela nem notaria.

Fiquei curioso. Cabine com privacidade? Ele me disse que eram bancos altos em forma de U com uma mesa no meio e que das mesas só se via o salão de dança, um pouco mais iluminado, sem conseguir ver o que se passava nas outras mesas. Mas que quando você ia ao banheiro percebia a libertinagem dos freqüentadores. Nem pensei duas vezes. Eu ia para essa boate mesmo. Precisava de uma ambiente diferente, surpreendente, original - afinal Vera estava completando 30 anos. Mas ainda assim pensei comigo que essa brincadeira ir sair bem cara: boate e churrasco num mesmo mês...

Vera levou umas três horas se arrumando e vestiu a roupa que eu assim que a convidei sabia que usaria - seu vestido preto, rodado e de alças, que deixavam as costas nuas num grande (enorme) decote, mas muito bem comportado na frente. Estava linda e exuberante quando saímos de braços dados e rindo muito.

A boate surpreendeu positivamente a minha Vera. Ela me sorriu com um brilho infantil nos olhos. Assim que a porta se fechou ela se grudou no meu corpo tentando assim se proteger da escuridão. O garçom nos guiou com uma lanterninha. Entre as mesas, já quase no chão, e no rodapé do corredor lâmpadas fracas e colorida era a única iluminação. Um degrau abaixo era o salão de dança também com iluminação especial, mas iluminado com um jogo de luz que ora evidenciava um grupo, ora outro provocando animação e disputa.

Pedi um vinho e ficamos namorando, como há muito não fazíamos, e Vera, empolgada, enxugou a garrafa. Quando ia pedir outra ela disse que queria chopp, bem gelado, pois já estava com calor. O vinho realmente havia nos esquentado apesar do ambiente refrigerado.

Vera estava feliz, radiante e já estava no quarto chopp quando eu pedi o meu segundo. O chopp chegou e ela entornou em um só gole e me arrastou para a pista de dança. Dançamos um pouco e eu a levei de volta à mesa, pois meu chopp estava esquentando.

Ela chegou à mesa esfogueteada. Pela primeira vez estava vendo Vera solta. Beijava-me profundamente, queria me engolir. Suas mãos estavam atrevidas. Ela queria me comer ali mesmo. Mas eu estava contido. A noite estava só começando.

Um grupo de jovens parou em frente a nossa mesa e ficou dançando por ali. Pensei que isso iria deixar Vera mais comedida. Que nada, com os jovens ali dançando ela abriu minha calça, puxou meu pau muito duro pra fora e ficou acariciando levemente com a ponta dos dedos entre um beijo e outro e mais chopp.

O ritmo da música mudou, estavam tocando lambada. Eu gosto do ritmo, mas não sei dançar e Vera, apaixonada por lambada vive reclamando disso. Do grupo que estava a nossa frente dois casais foram correndo para o salão e um rapaz de uns 20, 22 anos ficou ali parado só olhando. Repentinamente ele mudou de postura e decidido me perguntou se podia dançar com a minha acompanhante. Para ser simpático eu disse que ele deveria perguntar a ela. Eu sabia que a Vera jamais dançaria com um rapaz estranho.

Fiquei surpreso. Como criança ela quase pulo no meu colo e perguntou se eu deixava mesmo. Disse que sim e ao seu ouvido, para constrangê-la, vê-la bem acanhada, disse que o rapaz também era dela, presente de 30 anos, que ela podia fazer o que quisesse com ele.

Ela pulou da mesa, desenvolta deu a mão ao rapaz e foi para pista. Assim que lá chegou, bem de frente a nossa mesa, pendurou-se em seu pescoço e colada ao seu corpo ficou rebolando naquele rítmo frenético. O rapaz logo notou que ela estava totalmente solta e desarmada. Começou a acariciar suas costas de alto abaixo aproveitando o decote generoso. Logo estava beijando o seu pescoço.

A primeira vez que ele beijou seu pescoço ela se assustou, se afastou olhando sério para ele que me pareceu pedir desculpa, mas assim que ela se colou nele ele prendeu seu corpo e imediatamente deu outro beijo no pescoço e subiu beijando até o ouvido onde ficou falando ou beijando e ela parecia estar se arrepiando pelos pulinhos que seu corpo dava.

Aos poucos ela voltou a passear com as mãos, agora já seguro e indo de um lado ao outro do pescoço. Beijava pescoço, ouvido, rosto e percebi que ele trocou o corpo de Vera para outra perna enfiou uma mão decote adentro, logo seguida pela outra, apertando a bundinha de Vera contra seu corpo passando a roçar escandalosamente com ela. Eu já estava me levantando quando Vera levou suas mãos ao peito do rapaz se afastando enfurecida.

Uma das mãos dele subiu rapidamente até a cabeça de minha esposa e a puxou de encontro a sua beijando-lhe a boca sofregamente. Ela estava resistindo e eu levantando quando ela abraçou o rapaz e se entregou ao beijo ardentemente.

As mãos que acariciavam os cabelos de minha esposa desceram lentamente até seu braço erguido e sorrateiramente aprisionou um dos seios de Vera que jogou a cabeça para trás para em seguida voltar a beijar aquele garoto atrevido.

Ficaram alguns minutos neste agarramento e quando aquela música acabou ele se afastou dela, pegou sua mão e voltou para mesa. Mesmo com pouca luz pude perceber a grande ereção e o enorme pênis que aquele garoto ostentava. Chegando à mesa levantou o corpo de Vera depositando-a sentada de frente para o salão de dança, entrou entre suas pernas com seu corpo e beijou-lhe profundamente.

Vera com as mãos me procurava e quando me encontrou pegou minha mão e apertou fortemente. Este era o gesto que denunciava seu orgasmo quando... Ela estava gozando e me avisando. Eu estava na beira da mesa, vendo tudo a poucos centímetros quando o garoto fez descer as alças do vestido desnudando ambos os seios e passou a sugá-los lenta e carinhosamente. Cada vez os seios de Vera estavam mais intumescidos, com bicos duros e pequenos como eu nunca vira. Ela gemia alto sem qualquer acanhamento e não soltava minha mão.

Habilidoso, vi o garoto descer a calcinha de Vera e guardá-la no bolso de sua calça. Pediu-me licença e fui para o canto e ele sentou ao meu lado, arreganhou as pernas de Vera (em plena Boate), tirou o vestido de baixo da saia, levantou a saia e caiu de boca e língua na bucetinha de Vera que perdia o fôlego chegando a assoviar para puxar o ar, jogava a cabeça para trás e apertava cada vez mais a minha mão.

Em dado momento ela puxou minha mão para perto de si me fazendo levantar, me olhou nos olhos profundamente, me agarrou pelos cabelos e me puxou para beijá-la e gozou profundamente me beijando e dizendo que me amava muito entre um beijo e outro.

O rapaz levantou, colocou um enorme cacete exposto, segurou as pernas de Vera escancaradas e para o alto e me pediu para ajudar na penetração. Eu me vi guiando aquele duro cacete em direção a buceta de Vera com uma mão enquanto a outra abria os lábios vaginais para facilitar aquela penetração.

Assim que a cabeçorra entrou, ele pegou minha mão e disse alto o suficiente para eu e Vera ouvirmos: - Corninho pode largar que essa pica é só dela.

Tirou minha mão e empurrou fortemente penetrando minha esposa que sofreu um arrepio repentino e passou a gemer alto sem qualquer constrangimento. Ele precisou de umas três estocadas para penetrar totalmente e começou um lento vai vem que deixava minha esposa sem fôlego. Mas quando ele começou a bombear com vigor e velocidade ela passou a soltar gritinhos e se agarrar a ele com pernas e braços.

Estava perdidinha minha Vera. Ela beijava qualquer parte do corpo daquele garoto que a possuía com entusiasmos. O orgasmo tinha passado, mas ela queria mais, muito mais. Quando o novo orgasmo se anunciou mais uma vez ela procurou e se agarrou em minhas mãos me pedindo para beijá-la porque estava gozando como nunca.

Eu atendi aquele apelo. Beijamos-nos diversas vezes. Ela beijava minha boca, meu rosto, mas quando chegou ao meu ouvido eu estremeci em gozo ouvindo confessar: - Meu corninho, isso é que é homem, ele me faz gozar deliciosamente, aprende com ele meu corninho, aprende!?

Justo nesta hora ele anunciou que ia gozar e perguntou se gozava dentro ou se ela preferia beber. Vera disse que era sua puta, sua escrava, que ia fazer o que mais lhe agradasse. Ele retirou a enorme vara, levantou, mandou sentar no banco, sentou na mesa e ofereceu sua pica como quem oferece uma bela sobremesa. Só então descobri o quanto Vera era gulosa e eficiente. Ela lambeu e chupou cada centímetro daquele cacete imenso e sempre atenta quando o gozo se apresentou iminente ela abriu bem boca e não perdeu uma única gota dos incontáveis jatos. Quando a porra ficou espesso ela punhetava aquele membro e chupava querendo sugar a essência daquele garoto.

Só então ambos se recompuseram, sentaram no outro lado da mesa e ficaram namorando por mais de meia hora. Quando a turma do rapaz chegou, ela me pediu um dos meus cartões e a caneta. Anotou no verso do cartão nosso endereço e disse ao rapaz que esperava por ele no domingo, às 14 horas, para além de sua puta, sua escrava, ser também sua galinha. Terminou dizendo com naturalidade: - Meu cuzinho é virgem e vai ser só seu. Pode ficar tranqüilo que o corninho nunca vai experimentá-lo!

Assim que ele se foi ela voltou ao meu lado, beijou-me a boca e me convido: - Vamos pra casa corninho que eu estou cansado. E nem pensar em me comer. Já estou ansiosa pelo que o domingo promete!

Aconselho a você não tentar entender. Nem espere que eu explique, não entendi nem consegui explicar a mim mesmo. No máximo, no máximo, aguardem que eu depois conto como foi o domingo. Pra falar a verdade estou tão ansioso quanto ela.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SEGUINDO VIAGEM A PALMAS TO

Olá, me chamo Juliana, casada, sou uma morena com estatura mediana, seios médios, quadril largo e uma bunda avantajada que deixa os homens cheios de tesão.
O que vou relatar aconteceu nos primeiros dias de 2016. Moramos em Palmas TO, mas tínhamos ido a uma fazenda próximo de Gurupí TO, quando estávamos voltando,  só eu e meu esposo no carro, começamos a falar de algumas aventuras que já tínhamos feito e nisso percebi que se formou um volume em sua calça, e eu já sabia bem o que tinha alí,  então comecei a massagear seu pau por cima da calça enquanto ele dirigia. Logo tirei aquele cacete gostoso pra fora da calça e comecei a chupar gostoso, ele dirigindo e gemendo enquanto eu engolia aquela delicia. Tinha momentos que ele sentia tanto tesão que forçava minha cabeça que aquela tora grande e groça entrava na minha garganta.
Demorou pouco saímos da estrada de chão e chegamos no asfalto, o movimento de carros aumentou e junto aumentou o nosso tesão. Ele encostou o carro do lado da BR embaixo de uma pequena árvore, abri a porta do carro e alí mesmo fiquei de quatro,  ele levantou minha saia, passou a língua na minha bucetinha que já estava toda meladinha de tanto tesão e de uma vez ele empurrou aquele cacete na minha buceta, ele metia com força e dava tapas na minha bunda e eu adorando.
Passava alguns carros e buzinavam, aquilo me deixava maluca de tesão.

Enquanto metia aquele pau na minha buceta, ele ia enfiando o dedinho no meu rabinho, já deixando todo molhadinho, logo ele ele falou: --agora vou comer esse rabo delicioso que você não me dar faz tempo.
Logo foi colocando devegarinho até eu me acostumar com aquela vara grossa e quente dentro do meu cuzinho.
E os carros passavam e buzinavam,  ai que o tesão subia.
Ele me segurava pelos cabelos e metia gostoso aquela vara no meu cuzinho, eu gemia e gritava de tesão, mandava ele meter mais até que não aguentei mais e  gozei feito louca, mas continuei de quatro com aquele pau pau fudendo gostoso o meu cuzinho com força. Logo em seguida ele mandou eu me ajoelhar e disse que iria gozar na minha boca. Então ajoelhei e mamei gostoso naquele cacete, logo ele anunciou que iria gozar e recebi jatos e mais jatos de porra na minha boquinha, chupei aquele pau gostoso sem desperdiçar nem uma gotinha do seu leitinho.
Terminando aquela loucura gostosa, nos vestimos e seguimos a nossa viagem a  a Palmas TO.

DOIS PAUS NA MINHA BUCETA

As últimas semanas de folga foi passando e no último final de semana resolvi que as minhas férias iria ter um final bem gostoso e delirante, logo no sábado cedinho liguei para o Daniel dizendo: “Dani, nestes últimos dias estou me sentindo muito sozinha e sem companhia para sair, vamos ao cinema hoje?”, ele todo surpreso disse: “Vou adorar, mas Júlio ainda está aqui em casa, ele pode ir junto?”, logo respondi: “Pode sim, tenho certeza que o cinema irá ficar mais gostoso!”, ele deu uma risadinha e combinando de sairmos à noite, exatamente no horário marcado, Daniel e Júlio foram me buscar em minha casa e seguimos para o cinema localizado em um shopping, onde estava passando Bella Donna, o filme foi uma decepção, pois pensamos que era um pouco erótico, mas as cenas quentes foram decepcionantes, no meio do filme, eu não prestava mais atenção à tela, apenas lembrava as sacanagens que tínhamos feito juntos há alguns dias atrás, com as mãos eu esfregava os cacetes duros ao meu lado por cima da calça e fui sentindo o volume delicioso que me esperava, comecei a sentir também a minha calcinha se molhando, e uma vontade incontrolável de ajoelhar ali mesmo e chupar bem gostoso cada um daqueles cacetes tesudos, contudo o máximo que pude fazer foi enfiar a mão por dentro da calça do Júlio e sentir seu cacete duro e latejando de tesão por mim.
Acabado o filme, havia um cheiro de sexo no ar, as luzes se acenderam e notei o olhar dos meus amigos me despindo e me devorando por inteira, no estacionamento Daniel me disse: “Vamos para onde agora?”, olhei para os dois e disse com uma voz de putinha: “Quero ir para o Motel!”, no mesmo segundo entramos no carro e fomos diretamente para um Motel, o quarto era simples, sem hidromassagem, vibrador, nada e nem precisava, o que eu precisava era de dois cacetes bem tesudos para me satisfazer.

Júlio tomou a iniciativa de criar um clima, apagou as luzes e ligou a televisão no canal interno, que exibia um filme de sacanagem, eu deitei na cama redonda, seguida do Daniel e do Júlio, com o quarto à meia-luz, não enxergava direito, o que aumentava minha excitação, Daniel foi o primeiro a me agarrar, sussurrando palavras eróticas no meu ouvido dizendo: “Hoje a sua boca, a sua xoxota e o seu cuzinho, irão delirar de tanto tesão e de tanto gozar, essa noite é para você jamais esquecer em sua vida!”, sem poder mais me segurar eu o coloquei de barriga para cima e comecei a abrir sua calça, nessa hora Júlio já estava completamente pelado em pé e batendo uma punheta, olhando para o cacete respeitável de Daniel, caí de boca imediatamente, sentindo seu gostinho doce e delicioso, Júlio deu um jeito de meter a mão na minha bocetinha por cima da calça e sentiu a umidade que se espalhava, o gosto daquele pau que eu saboreava com a boca e a mão esfregando meu clitóris me enlouqueceram e eu gemi dizendo: “Que tesão!”, eu chupava o caralho de Daniel com tanta vontade que o machucava de vez em quando, descontrolado e sem avisar, ele gozou na minha cara, aquela gosma deliciosa desceu pelo meu rosto e eu esticava a língua para provar do néctar do meu macho, motivado pela cena, Júlio tirou minha blusa e quase arrancou minha calça e calcinha, nua em pêlo, embriagada de tesão, eu não vi outra coisa a fazer além de abrir as pernas, Júlio baixou a calça e exibiu sua ferramenta, enorme e cheia de tesão, num instante ele enterrou o pau em mim, me fodendo como um leão, estocando com selvageria e urrando a cada enfiada dizendo: “A sua xoxota é muito deliciosa, ela engole o meu cacete todinho e ainda pede mais!”, eu não sentia dor, pois a minha xoxota estava super lubrificada pela excitação de ter na cama dois homens desesperados para me comer, com as pernas prendi meu amante fora de si, forçando-o a diminuir o ritmo, assim, pude sentir seu cacete roçando as paredes da minha boceta, que eu tentava contrair ao máximo para aumentar as sensações, ele não demorou a gozar e em pouco tempo inundou a minha xoxota com a sua porra deliciosa, eu precisava de mais, muito mais, ele tirou o cacete de dentro da minha xoxota e disse: “Vem mamar gostoso o meu caralho e sentir o gostinho da minha porra misturada com o seu gozo!”, eu logo o abocanhei com prazer e dizendo em meu pensamento: “Que saudades do sabor delicioso do cacete de Júlio!”, o caralho estava fervendo, super molhado e aos poucos fui saboreando com todo prazer toda a sua porra misturada com o meu gozo, eu adorava engolir sua porra espessa, viscosa, grudenta.

Num breve momento de descanso, olhamos para a TV e vimos uma mulata dando para dois ao mesmo tempo, Júlio virou logo para mim e perguntou: “Quer fazer igual e sentir o que aquela mulata está sentindo?”, diante dessa proposta irrecusável eu disse: “Quero sim, você mete no meu cuzinho e o Daniel na minha xoxota!”, logo Daniel se deitou na cama com o cacete erguido e apontando para o teto, bem devagar fui enfiando-o inteiro na minha bocetinha molhadinha de porra, Daniel tentou bombear, mas eu queria senti-lo encravado em mim, fiz força para interrompê-lo e comecei a rebolar montada naquele cacete, sentindo-o se mexer na minha xoxota, aos poucos fui me curvando, deixando meu cuzinho mais exposto, que estava louco para receber uma pica grossa e quente, Júlio carinhoso como ‘quase’ sempre, cuspiu na mão e iniciou uma massagem deliciosa no meu traseiro, Daniel havia abocanhado meus peitos, que estavam supersensíveis e alternava mordidas e chupões, acariciada daquela forma, não consegui segurar o pedido e disse cheia de tesão: “Júlio, come meu rabo, mete a sua vara todinha em mim!”, também louco de tesão, Júlio se posicionou desajeitadamente e meteu a cabeça, soltei um gritinho de dor, pois era a segunda vez que eu dava para dois ao mesmo tempo, mas logo o prazer de recebê-los juntos superou a dor e eu fui relaxando, abrindo espaço para a vara de Júlio entrar toda.

Frenética, eu tentava senti-los, ora empurrando a bunda para trás, ora pressionando Daniel, que se debatia por baixo de mim, quando Júlio pegava firmeza, bombeava com vontade, me fazendo ver estrelas, com aquele pau preenchendo meu rabo, forçando as paredes, me deixando toda quentinha, loca de tesão Daniel começou a beijar loucamente a minha boca, meus quadris exaustos quase não se mexiam, em alguns momentos o cacete de Júlio escapava e para acolhê-lo de novo era um sofrimento, eu era arrombada completamente, não sei quantas vezes gozei sentindo os dois cacetes prestes a se tocar dentro de mim e é claro, eu estava adorando ser comida e ao mesmo tempo ser beijada na minha boca sedenta de porra.

Eu podia ter ficado por horas sendo esfolada por dois machos, mas Júlio não segurou e gozou dizendo: “Seu cuzinho Kiara é o mais delicioso do mundo!”, aos poucos fui sentindo o meu cuzinho encher de porra, quando ele tirou o cacete do meu rabo, o ânus estava tão dilatado que a porra escorria toda para baixo, me dando um tesão doido, voltei a escorregar na vara de Daniel que se sentia no paraíso, nunca aquele caralho me pareceu tão comprido, eu subia e descia, sentindo a extensão toda do seu cacete delicioso, Daniel em instantes anunciou o gozo e esporrou com tanta abundância que eu lamentei não tê-lo na boca.

Insaciável de tesão, avancei novamente no pau de Júlio, mesmo mole por ter acabado de gozar no meu cuzinho, o cacete de Júlio me pareceu mais gostoso do que nunca, eu o lambi inteiro, da cabeça ao talo e dediquei especial atenção ao saco, chupando suas bolas bem devagar, ele gemia e aos poucos fui sentindo o cacete crescer dentro da minha boca, Júlio dizia: “Você é um tesão insaciável!”, continuei chupando por mais uns 5 minutos o cacete delicioso de Júlio.

Depois dessa trepada maravilhosa, os dois se deitaram na cama, com seus pintinhos amolecidos, mas ainda dizendo: “Hoje você vai ter uma grande surpresa, algo que você ainda não fez e vai fazer hoje!”, toda ansiosa e ainda cheia de tesão, fui ao banheiro e os deixei ali, lindos como servos que tinham me atendido muito bem, quando voltei, os dois tinham caras de crianças sapecas, e já estavam com suas varas prontas para o segundo tempo, estranhei da Tv estar desligada e por eles terem se animado tão rápido, enquanto eu pensava, os dois sentaram lado a lado, e Daniel disse: “Chupa gostoso estes dois cacetes, pois logo você irá sentir como é gostoso dar para dois cacetes ao mesmo tempo!”, louca de tesão não pude recusar, minha boca estava cansada mas só de ver dois cacetes duros e pulsando por mim, eu me animava e fiquei chupando alternadamente, sentir com a boca as pequenas diferenças de comprimento, grossura e sabor, me deixava louca, e minha bocetinha se encharcava mais uma vez, depois de um tempinho Daniel disse: “Agora vamos deixar você toda tarada e pronta para a nossa surpresa!”, neste momento, Júlio me colocou de quatro e caiu de boca na minha bocetinha, com sua língua habilidosa, eu tremia de tesão dizendo: “Chupa a minha xoxota, lambe o meu clitóris, adoro ser chupada!”, Daniel do outro lado dava atenção aos meus peitos, mordiscando meus mamilos, depois eles me mudaram de posição várias vezes, sempre me enchendo de carícias tesudas, mamando meus peitos, massageando meu clitóris, penetrando meu cuzinho com um dedinho maroto, me dando beijos de tirar o fôlego, eu queria e precisava ser fodida novamente.

Então Daniel disse no ouvido de Júlio: “Agora vamos comer ao mesmo tempo a xoxota dela e deixá-la louca de tesão, você pega ela por trás e mete na xoxota, depois eu vou chegar bem de mansinho pela frente e quando ela perceber, o meu pau já vai estar na xoxota dela junto como seu!”, ambos deram um sorrisinho e eu sem entender nada do que estava acontecendo disse cheia de tesão: “Quem vai me comer primeiro?”, logo Júlio sentou sobre uma bancada e com a mão me chamou, quando me aproximei, ele me virou de costas me puxando em seguida lentamente até encostar o cacete na entradinha da minha boceta e disse: “Você quer que eu te coma primeiro?”, sem responder, engoli de uma só vez aquele pau grosso, que aos poucos foi arrombando a minha bocetinha, Júlio apertava meus peitos e bombava intensamente, me fazendo gemer como uma cadela, Daniel que até então só assistia, levantou e chegou perto, me lascando um beijo melado, depois encostou o caralho na minha barriga e foi descendo, descendo, sem que eu percebesse direito, ele estava se esfregando no pau de Júlio e na entrada da minha boceta, quando percebi logo tremi de tesão, me dando conta do que eles queriam fazer comigo, parei de rebolar e disse: “A minha xoxota não vai agüentar engolir os dois cacetes juntos!”, Daniel me ignorou e disse: “Kiara, meu tesãozinho gostoso, é claro que ela agüenta e tenho toda certeza que ela irá adorar engolir dois cacetes ao mesmo tempo!”, dito isso, ele foi empurrando o cacete, disputando o espaço com Júlio, eu estava dividida e um pouco assustada e muito excitada com aquela penetração, de repente a cabeça entrou parecia que meus músculos iam arrebentar, eu sentia os lábios da minha xoxota super abertos e dilatados, rapidamente a dor deu lugar a um prazer intenso, inesquecível, minha boceta estava sendo fodida por dois caralhos enormes, tive uma sequência interminável de orgasmos, só de pensar no que estava acontecendo, queria que o tempo parasse, para sentir aquele preenchimento para sempre, os dois quase não se moviam, e nem precisava, eu gemia muito dizendo: “Como é gostoso ser duplamente comida na xoxota!”, em pouco tempo Júlio e Daniel gozaram, eu só não lamentei porque estava um pouco dolorida, logo que tiraram o cacete de dentro de mim, eu senti uma saudade imediata de ser comida por dois no mesmo buraquinho.

Ainda ficamos um tempo no Motel conversando e logo eles me levaram para casa super satisfeita, nunca em toda a minha vida passei umas férias tão gostosas, hoje estou pensando se um dia poderemos repetir a dose, já posso até sentir minha bocetinha molhada.

sábado, 16 de janeiro de 2016

QUIS ACONTECEU, AGORA QUERO NOVAMENTE



Sou casado a alguns anos eu me minha esposa nos damos muito bem, sempre insisti para que ela transasse com outro homem, era a minha maior tara. Depois de meses tentando consegui convence-la e faltava apensa escolher com quem.
Passou alguns meses e nós não havíamos conseguido escolher ninguém, até que num final de semana veio um amigo de São Paulo e convidei para que ficasse em casa, ele aceitou e nem suspeitava de nada, na verdade até então nem eu. Fizemos um churrasco e tomamos algumas bebidas, papo vai e papo vem, aproveitei que meu amigo foi no banheiro e disse pra minha esposa, vamos fazer o que combinamos hoje? Ela respondeu será que tenho coragem, nem sei o que fazer? Eu disse não se preocupa que eu preparo tudo até você, ela topou e começamos os planos. Pelas 22:00 horas, falei pra ela ir tomar banho e eu iria no quarto arrumar uma roupa pra ela vestir, ela assim o fez, eu fui no quarto e peguei um shortinho de moleton que geralmente usava para dormir e que em frente a luz era quase transparente, peguei tambêm uma calcinha branca que realçava sua bundinha e uma camiseta larga que quando abaixava os peitinhos quase saiam para fora. Ela tomou banho e ficou no quarto, eu não sabia o porque dá demora e aproveitei uma ida do meu amigo no banheiro e fui até o quarto, ela estava sentada na cama toda envergonhada, perguntei o que era e ela me disse que não sabia o que fazer. Falei para ela ficar passando em nossa frente para ascender o interesse do meu amigo e disse também que iria inventar que estava com dor de cabeça pala bebida e que iria dormir, nossa casa era muito grande e no final do corredor ficava nosso quarto e o de hospede ficava de frente com a sala, assim falei para ela levá-lo até a sala depois que eu fosse dormir pois eu veria tudo do quarto e assim fizemos, deu uma desculpa que estava com muita dor de cabeça e que eu iria tomar um remédio para dormir e que era pra ele ficar a vontade. Fui pro quarto e como já estava tarde, minha esposa convido-o para entrarem e assistir televisão e assim fizeram. Com a luz do corredor apagada e do quarto também ninguém me via mas eu tinha uma visão privilegiada, vi que por várias vezes minha esposa simulou pegar alguma coisa na estante e ficava em frente da TV e lá do quarto já dava para ver a calcinha por debaixo do short, imagina o que meu amigo via. Mas mesmo assim ele não fez nada. Ela sentou no sofá de frente para ele e notei que as vezes abria as pernas de proposito e que ele mesmo sem graça dava uma olhada. Passou vários minutos e nada, minha esposa envergonhada e ele muito respeitador e eu quase gozando. Acabou o programa e foram dormir, minha esposa preparou o quarto para ele e foi para o nosso quarto, eu perguntei se ela não foi direta com ele? Ela disse que estava com vergonha e assim eu falei se queremos que aconteça tem que ser hoje não teremos outra chance. Falei pra ela seja direta e não tenha medo, incentivei o que pude até ela tomar coragem, disse vá lá no quarto, entra fecha a porta pois eu quero ver nem que seja pelo buraco da fechadura, e assim ela fez, tomou coragem e foi entrou abriu a porta e fechou, eu corri e pude ver tudo, ela chegou até a cama e sem falar nada, foi direto com a mão no pau do meu amigo, começou a massagea-lo e ele mesmo que proibindo foi liberando aos poucos então ela abriu o short dele e colocou aquele pau para fora, ela fez uma cara de alegria pois era muito grande e precisou das duas mãos, ela abaixou no lado da cama e sem falar nada deu uma bela de uma chupada naquela pica, engoliu de uma vez só que pensei onde coube tudo aquilo? Depois se levantaram e foram pra uma poltrona do lado da cama quando ele ficou de pé que pude observar melhor e pensei coitada da minha esposa está fudida, ele começou a beijá-la e acariciar sua bundinha e ao mesmo tempo que a bermuda dele caia ele tirava o shortinho dela e desceu até o pé aproveitou que estava ali e chupou sua bucetinha, levantou roçando as mão em sua bundinha e tirou sua calcinha minuscula, sentou no sofá e puxou ela pra cima dele, ela subiu encaixou o pau na buceta e entrou tudo muito fácil devia estar melada de tesão. Ela começou a cavalgar aos mesmo tempo que trocavam beijos de lingua, ele enfia a lingua na boca dela e ela quase alucinava, depois de engolir aquele pau todinho na buceta ele levantou com ela no colo e começou um vai e vem no ar, ela gemia e até virava os olhos, acho que aquele pau chegava até o estomago pois entrava até as bolas, depois de muito vai e vem senti que ela gozou que até escorreu pelas suas pernas, depois ela abaixou e novamente abocanhou aquela pica enorme e ele gozou em sua boca e ela engoliu tudo não deixou cair nada, lambeu a cabeça daquele pau até o saco pra não perder nada, engoliu tudo. Levantou e se despediu com outro beijo e foi para a porta, corri para o quarto e fiquei esperando, quando ela chegou eu não aguentava mais, estava a ponto de explodir pedi que ela me chupasse e ela o fez e acabei gozando em sua boquinha, mas enquanto gozava, coloquei minha mão por baixo de sua perna e fui enfiar um dedo na sua buceta, me assustei do tamanho que estava o buraco, meu amigo acabou tirando a virgindade dela, aquilo sim era uma buceta comida, pois meu pau é pequeno e deixava um buraquinho, ele arrombou a buceta dela. Dormimos até tarde no outro dia e quando acordamos falei para ela, ele vai embora de tarde, se quiser pode ficar o dia todo sacaneando com ele, mas espera eu estar longe pois ele acha que eu não sei e assim ela fez, eu ficava espiando escondido sempre e pelos buracos da fechadura via ela passando a mão no pau dele quando eu não estava perto, teve um momento em que falei que iria tomar banho para almoçar e fiquei olhando pelo buraco da fechadura, pedi para ela traze-lo no final do corredor pois assim eu poderia ver melhor e quando entrei no banheiro e liguei o chuveiro, ela pegou pela mão e com a desculpa de ficar melhor pra ver eu desligar o chuveiro trouxe ele para o corredor e percebi que ela encostou ele na parede e ficou de costa para ele com a mão para tras acariciava seu pau que logo cresceu e ficou enorme, ela abaixou enfiou só um pouquinho na boca, deu um beijo na cabeça e como eu havia ensinado pegou a mão dele e colocou por dentro da saia e da calcinha, ele com um movimento brusco a virou de costa e a fez abaixar ficando numa posição vulnerável, lambuzou o pau com cuspe e foi encaixando no meio da suas pernas, não podia acreditar no que estava acontecendo ela não fazia anal mas estava de quatro pra ele e eu imaginei não vai caber, o cuzinho dela é virgem nunca me deu, mas pra minha surpresa foi o que aconteceu, ele encostou a cabeça na portinha do seu cú e foi forçando, entrou a cabeça e ela soltou lágrimas de dor, mas permaneceu guerreira e foi até o fim e ele começou um movimento de vai e vem e acabou colocando tudo no cuzinho dela, tirava tudo para fora e colocava novamente e daí pra frente entrava sem obstáculo, foi uns dez minutos comendo o cuzinho dela e gozou lá dentro, gozou tanto que acabou escorrendo porra pelas pernas da minha esposinha. Se limparam e eu sai do banheiro como se nada tivesse acontecido. Logo mais tarde ele foi embora e minha esposa disse que precisava descansar que estava toda dolorida, não podia nem sentar. Falei pra ela mas porque voce deu o cuzinho pra ele se não dá pra mim? Ela respondeu como posso negar alguma coisa para aquela pica? Que pau gostoso teu amigo tem. Doeu mas valeu a pena, se ele quiser meu cú eu dou de novo. Tchal e foi dormir.
Resultado o que era pra ser uma simples foda, acabou que verdadeiramente meu amigo tirou o cabacinho da minha esposa, tanto na buceta como no cuzinho. Não o vemos de novo faz tempo, mas a noite acordo com ela gemendo acho que sonhando com ele e querendo uma pica igual, já estou providenciando outra vara para fazer a felicidade da minha esposinha.

UMA TERÇA-FEIRA QUALQUER COM MEU PRIMO




Estava em casa sozinha entediada e mandei uma mensagem para um primo meu que sempre nos aventuramos, entramos em um papo bem quente. Estava louca para encontrá-lo mas o fato de ser casada e ele morar com as tias super conservadoras complicava e além disso moramos em uma cidade pequena onde todos se conhem, o que se torna mais difícil ainda, mas a conversa só aumentava o meu tesão, coisa que praticamente não sinto com meu marido o qual sou casada ha oito anos. Quando de repente sua tia saí e ele me avisa, na vontade que eu estava não pensei duas vezes e tomei um banho, coloquei uma saia bem curta e fui corrida contra o tempo ,chegando lá.... aquela situação proibida e a sensação de que sua tia poderia chegar a qualquer momento dava mais tesão aimda. Não perdemos tempo e ele começou logo arrancar minha roupa, me chamar de cachorra e aquilo so aumentava o tesão, me pegava forte pelos cabelos e leves apertos no meu pescoço, adoro ser judiada. Ele ficou em pé encima da cama e mandou eu engolir o seu pau inteiro, algo que nunca conseguir devido tamanho e grossura  que me sufocava, sem respira direito, meus olhos lacrimejaram, mas a sensação maravilhosa e queria continuar. Ele falava que iria me ensinar a engolir o seu pau e foi metendo devagar e pude sentir aquele pau gostoso descer a minha garganta, não conseguir por muito tempo mas a sensação era perfeita. Depois ele veio por cima de mim encaixando aquele pau enorme na minha bucetinha que já estava toda molhada e começou a socar rápido e falar:  - gosta né cachorra de sentir esse pau te rasgando? Gosta de sentir dor né minha putinha? Então toma. Não aguentei e gozei rápido. Com ele não consigo segurar, é tanto desejo e tesão vontade que acabl gozando muito rápido. O cachorro pediu pra pra mim ficar de quatro que ele queria judiar mais um pouco, quando começou a me penetrar de quatro eu sentia que me rasgava toda que aquele pau enorme encaixava ate o talo, ele não tem dó e me fode com força, isso me excita mais ainda, me consome. Depois disse que iria gozar na minha boca, me coloquei aos seus pés como uma cachorra fiel a seu dono e ele encheu minha boca da sua porra grossa e quente, adoro engolir todo o seu leitinho sem deixar uma gota.
E não vejo a hora de repetir tudo novamente com meu primo gostoso.

AVENTURA COM PRIMO




Meu nomeé Fernanda ,tenho 29 anos, casada mãe de dois filhos, vivo uma vida basicamente normal para o padrão da sociedade, a não ser aventuras extra conjugais com meu primo delícia. Fazemos de tudo, sem limites, sem preconceitos, sempre nos entregamos a nossos desejos carnais, nossas aventuras proibida são inúmeras, mas a que foi mais arrepiante aconteceu no dia que comeu meu cuzinho. Começamos na sala com beijos de deixar sem fôlego. (como ele beija bem). Mas voltando a aventura... nos beijamos por algum tempo e enquanto beijava comecei a tirar sua roupa e tirar a minha também, comecei a chupa aquele pau grosso grande e tesão que só aumentava de tamanho. Quando ele passava a mão na minha bucetinha ja toda molhada, já quase gozando, o safado pediu para eu virar de costas que queria me comer de quatro alí mesmo no sofá. Ele me  pegava de um jeito enfiando seu pau sem dó, cada estocada eu gemia gostoso, o sofá começou a ficar pequeno pra nós e fomos pra cama, lá continuamos freneticamente. O jeito que ele me pega e alucinante, do jeito que gosto, meio selvagem, me fazendo sentir dor, gosto de levar ums tapas, sou bem cachorra na cama e ele faz tudo como eu adoro, judia sem dó.
Quando ele começou a fuder meu cuzinho, foi maravilhoso, aquele misto de dor e prazer sentindo aquele pau enorme me rasgando, eu gritava, gemia e gozava simultaneamente, a dor era ultrapassada por um prazer sem fim. Saímos da cama que ja tava a ponto de um desmaio mas ele ainda queria mais, estava incansável, fomos para o banheiro onde me pediu pra ficar de joelhos que ele iria gozar nos meus seios. Aquele líquido quentinho banhando o meu corpo foi simplesmente maravilhoso, ainda chupei aquele pau gostoso sem desperdiçar nem uma gota da sua porra deliciosa.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

CASADINHA BUSCANDO LEITE NA OBRA



Era aniversário dele e ela queria muito presenteá-lo de forma diferente. Foi quando SAM teve a ideia de na hora do seu almoço levar Simone a uma obra inacabada. Ela saíra de casa na hora do almoço deixando seu esposo descansando. Possuída e seduzida pelas conversas trocadas com o amante durante toda a manhã, ela saiu de casa com o tempo fechado para chover. Arriscando tudo só pensou pelo coração e não deixou a razão falar mais alto. Partiu ao encontro do homem do prazer, de vestido e um lindo fio dental preto. Buceta melada, respiração ofegante, coração a mil batimentos por hora. Gozaria sozinha se não o encontrasse. Entraram na construção, ele já estava com o pau duro para fora, ela ajoelhou chupando o seu caralho inteirinho, fazendo a técnica da garganta profunda que ele ama. Chupava com força, batia punheta e passava aquela pica na cara, chupava igual uma viciada em rola mas não deixou ele gozar. Enquanto  chupava o safado tirava fotos, isso a deixava  com mais tesão. Ele a virou de costas, depois de uns beijos tirou sua calcinha e meteu na buceta melada com muita força. Simone gemia sôfrega, querendo cada vez mais qua a rola do seu macho entrasse até o talo. Com movimentos de vai e vem ela sentia as bolas de SAM baterem no seu grelo que estava inchado e pulsando forte. Uma borboleta parecia vibrar lá dentro. Aquela posição de quatro, em pé deixou as suas pernas a ponto de desabar. De costas, ele enfiava o pau dentro da sua buceta preenchendo ela todinha até que Simone alucinada  explodiu em um primeiro gozo maravilhoso, enquanto ela ainda gozava ele continuava metendo, ela começou a rebolar em seu membro e ele passou a me socar bem forte rasgando ela toda. Simone empinou bem sua bunda, oferecendo toda para o Sam, ele a fodeu por mais uns minutos e foi quando ela  chegou em seu segundo gozo, já não aguentava a vontade de gritar. Simone se virou e ajoelhou em frente ele e  começou a chupar aquela rola gostosa toda babada pelo seu gozo pedindo leitinho “me dar leitinho na boca cachorro, goza na boca da sua casadinha, goza”. Foi quando ela  sentiu os jatos de porra inundarem, enchendo sua boquinha, ainda com a boca cheia de leitinho do seu macho, aproveitando que a cacete dele ainda estava duro, a safada ficou de quatro e ele meteu de novo em sua buceta que já estava explodindo de tesão, Simone não agüentando mais  começou  a gozar sem controle e gritar de tesão que ele teve que tapar sua boca com a mão. Sam dizia que ela ia ser sua puta e ia a fuder todo dia e aquilo a enlouquecia. Quando ele tirou seu pau da bucetinha dela, ela sentiu a porra dele escorrendo por suas  pernas a deixando toda melada. Ainda bem que estava de vestido, pois serviu para se limparem. Simone torceu para chegar em casa e seu marido não querer nada antes de ir tomar um banho.
 E assim SAM foi presenteado por Simone no dia 13 de janeiro de 2016. Foi uma explosão de desejo e tesão ir àquela obra buscar leitinho.

Paolla Porto

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

SURPRESA NA PRAIA

Olá, me chamo Daniela, sou casada com Paulo, temos 2 filhos, somos casados ha 14 anos e adoramos fazer coisas diferentes, principalmente quando se trata de sexo.

Bom, o que vou contar aqui é um fato 100% verídico e que realmente aconteceu comigo. Certo dia, eu e meu marido fomos passear na praia, e sempre que passeamos pela praia eu coloco um biquini por baixo, porque se acharmos um lugar mais reservado para ficar, paramos e ficamos por lá mesmo. Era um domingo de sol, quando achamos um lugarzinho mais calmo na praia, já que meu biquini era tão pequeno, eu ficava meio tímida para me expôr diante de muita gente. Paulo adora me ver de biquini e passa bronzeador por todo o meu corpo sempre de pau duro. Passado alguns minutos, um casal sentou-se ao nosso lado e deitaram para pegar sol também. Depois de um tempo no sol, Paulo, que costuma sempre trazer cervejas na caixa térmica, disse para o rapaz do lado que o sol estava uma maravilha e o rapaz respondeu que estava adorando o tempo. Conversa vai conversa vem, depois de algumas cervejinhas, eu e Marcela(esposa de Jonas, como se chamavam), fomos tomar banho no mar, e lá Marcela disse que adorou o meu biquini, procurou um do mesmo estilo, mas não encontraram em canto nenhum, era um biquini bem ousado, pois a parte de tráz era bem pequena e a parte da frente era tão pequena que deixava minha buceta um pouco a mostra. Conversamos sobre fantasias, e Marcela disse que adora fazer sexo e ter alguem por perto olhando e que um dia queria saber como era ter uma relação com outra mulher, e aquilo me deixou cheia de tesão, a partir daí sugeri que trocássemos de biquini para deixar os maridos doidos de tesão. Ao sairmos do mar percebi que o meu biquini na Marcela ficou tão bom quanto em mim, percebi também que os dois não tiravam os olhos de nossas bucetas. Como havíamos combinado, deitamos de frente para eles para deixá-los doidos de tesão, então, com a cabeça apontada para o mar e as pernas para eles, deixamos nossas pernas um pouco aberta para bronzear a virilha e deixá-los ainda mais loucos. Paulo e Jonas quase nem piscavam os olhos, foi então que Jonas levantou-se e chamou Marcela para ir até o carro com ele sussurando em seu ouvido que não aguentava mais todo aquele exibicionismo, pois ia atacá-la ali mesmo. Marcela disse para seu marido que não tinha problema já que a praia não tinha mas ninguém alí por perto e já tinha me falado de suas fantasias. Então  Jonas sentou-se na areia e Marcela puxou sua cueca e começou a chupar, olhei para Paulo e ele parecia querer muito participar daquela situação, então aproveitei e fiz o mesmo, após alguns minutos de chupadas, sugeri que fôssemos a uma praia mais deserta, pois, alí não era um lugar muito adequado. Pegamos o carro e fomos a uma outra praia bem deserta, parando lá, Jonas tirou sua cueca deixando seu pau de fora e pediu para Marcela continuar, Paulo me agarrou me deu um beijo e tirou meu sutiã de praia, transamos todos um do lado do outro, quando de repente senti uma outra mão passar em minha bucetinha, olhei para o lado e Marcela falou que queria sentir eu gozar em sua boca, fiquei sem ação e ela passava sua lingua pelo meu corpo até chegar em minha buceta, aquilo foi a coisa mas excitante de todo aquele momento, Jonas perguntou a Paulo se queria provar um pouco da bucetinha de sua esposa, então Paulo olhou e ficou meio preocupado, pois não queria que eu transasse com Jonas, mas mesmo assim aproveitou que Marcela estava de quatro chupando minha buceta e meteu seu pau na buceta de Marcela que dizia que queria senti-lo em seu cuzinho, ele já com o tesão subindo pela cabeça, colocou no cuzinho de marcela sem dó, com tudo isso eu já tava quase gozando,  percebi que Jonas não tirava os olhos de mim, mas pelo olhar de Paulo, não deixei que me penetrasse, apenas me tocasse, foi então que Jonas passava sua mão por todo o meu corpo, principalmente na minha buceta que além de raspadinha estava toda molhada, e para alegria de Jonas, enquanto Paulo comia minha nova amiguinha, segurei seu pau e bati uma punhetinha olhando em seus olhos que pareciam me devorar fazendo com que ele gozasse até esfaziar o seu saco, foi daí que escutei o gemido de Paulo e Marcela gozando, e parei para que Marcela gozasse em minha boca, aquilo me fez gozar também porque nunca tinha chupado uma mulher antes, e se eu soubesse que era tão bom procuraria uma bem antes. Depois de gozarmos todos juntos, saímos e fomos a um barzinho tomar umas cervejinhas e conversar sobre o dia mais gostosa da minha vida.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

EU, MEU MARIDO E SEU AMIGO "DP"




Olá sou a Jú, para aqueles que me conhecem sou uma exemplar dona de casa esposa perfeita e mãe excelente. Para os que me conhecem intimamente sou um vulcão em erupção, adoro sexo sou viciada e tenho sorte de ter achado um homem que me completa e preenche todas as minhas expectativas e fantasias.
Sou loira 1,78, tenho os cabelos longos e corpo mulherão, coxas torneadas, mas o meu maior atrativo sem sombra de dúvida são meus deliciosos seios de que tanto me orgulho, são naturais e possuem auréolas rosadas e meu marido diz que são muito excitantes a todos os homens. As cantadas que recebo na rua e no meu antigo trabalho não desmentem.
O que vou contar aconteceu há aproximadamente um ano. Há algum tempo desejávamos e fantasiávamos coisas deliciosas, mas até então era só imaginação até que um dia rolou algo legal. Eu escrevia e-mails cheios de sacanagem para meu marido. Isso nos deixava muito excitados e quando ele chegava do trabalho transávamos muito. Meu marido, vou chama-lo aqui de Roberto, é perfeito na cama! Me deixa louca! E acho que o faço feliz neste quesito também. Como eu dizia, um dia um dos colegas de trabalho do Roberto leu um dos meus e-mails. Roberto o pegou no flagra. Parece que ele ficou bem sem graça, mas também muito excitado. Passados alguns dias o cara teve coragem e perguntou para ele quem havia escrito aquele e-mail para ele. Imagine a surpresa quando Roberto respondeu: Minha esposa. Acho que isso mexeu com a imaginação dele e com a nossa também.
Algum tempo depois encontramos o amigo num restaurante. Ele me comeu com os olhos, eu e Roberto logo sacamos qual era a dele. O cara tava me querendo! Achei aquilo o máximo, mas fingi que estava sem graça. Roberto ficou meio ciumento, mas só no início. Foi quando percebemos que poderíamos curtir muito aquela situação. Eu nunca traí Roberto, mas nos dois nos excitávamos muito com a ideia de dupla penetração, mas até então era só brincadeirinha. Em casa decidimos deixar o amigo dele um pouco mais provocado.
Na semana seguinte Roberto conversou com ele sobre mim. Falou como gostávamos de ver sacanagem juntos e sobre as coisa que eu escrevia para ele. O cara ficou louco! Roberto mandou para ele um conto erótico bem levinho que eu havia escrito há muito tempo. Ai o cara pirou! Ele disse para o Roberto que nunca tinha imaginado que uma pessoa podia ser tão boa esposa e mãe e ainda ser tão quente. Roberto disse então que ele não devia estar dizendo isso, mas que eu era muuuuuuuuuuuito gostosa e que fazia um sexo oral maravilhoso! Então foi a hora do cheque, Roberto disse para ele que eu havia gostado de conhecê-lo e perguntou se não gostaria de jantar conosco um dia. Acho que ele desconfiou das nossas verdadeiras intenções e pareceu muito interessado. Na sexta-feira liguei no escritório para falar com Roberto e ele perguntou se eu queria falar com seu amigo eu disse que sim, então o convidei para sairmos no sábado. Ele perguntou: Vamos só nós três? Sim! Vamos! Você não gosta da ideia? Gosto muito! Estou louco para chegar amanhã! Então até lá!
Na sexta-feira eu e Roberto transamos muito e falamos tudo o que queríamos fazer no sábado. Ele me disse o que queria me ver fazer e é claro que entre seus pedidos estava o de comer minha bunda enquanto o amigo comia minha buceta. Eu nem acreditava no que estava acontecendo, mas estava excitadíssima.
No sábado nos encontramos num barzinho bem legal que conhecemos. Tem umas comidinhas deliciosas e uns drinks bem legais. Eu vestia uma lingerie muito linda vinho. Sou bem branquinha e cores fortes ficam muito bem em mim. Era um modelo bem no estilo romântico com uns babadinhos na calcinha, mas a cor fazia ficar muito provocante. Não quis exagerar no visual então vesti uma blusa de botões, e é claro que esqueci de abotoar alguns. Minissaia jeans, salto alto, perfume na medida certa, olhos verdes bem maquiados e boca levemente realçada com um brilho discreto. Brincos grandes e cabelos soltos. Meu gostoso estava lindo demais! Com uma linda cuequinha vermelha. Uma delícia! Seu cacete parecia tão apetitoso!!!! Calça Jeans e uma camisa preta muito bonita. Chegamos antes dele. Nos sentamos num cantinho bem reservado. Estávamos tão loucos que começamos a nos beijar e Roberto discretamente enfiou a mão na minha calcinha. Que delícia! A noite nem começou e você está tão molhadinha! Está animada? Ele perguntou. Muuuuuuuuuuuuito! Respondi. Confesso que estava meio apreensiva, não sei como me sairia com dois, mas decidir deixar o tesão tomar conta de mim e deixar rolar. Enquanto ainda nos bulinávamos ele chegou. Puxa! Parece que estou atrasado! Ele disse. Eu respondi: Você chegou bem na hora! Ele se sentou na minha frente e parecia que também estava ansioso e que para ele também era novidade.
Pediu um drink levinho, nós acompanhamos. Afinal ninguém queria ficar bêbado naquele momento. Assim que o garçom saiu dei um lance para que ele visse meu sutiã, ele percebeu rapidinho e me deu uma piscada deliciosa. Roberto deu uma gargalhada e disse: Cara isso vai ser muito doido! Ele disse que Roberto havia contado a ele coisas maravilhosas sobre mim e que me admirava muito. Eu perguntei: Só admira? Não, to doido ... o garçom chegou e nos interrompeu. Bebericamos nossos drinks e aproveitei a distração. Tirei meu sapato enquanto segurei o pinto do Roberto coloquei o pé no dele. Foi uma delícia. Nós três amamos aquilo. Comemos alguma coisa, conversamos sobre nada, estávamos ocupados demais em segurar a excitação, até que perguntei. Então rapazes? Para onde iremos para podermos começar nossa brincadeira? Roberto pagou a conta e saímos correndo para o nosso carro, ele foi junto. Fomos para um motel diferente dos que costumávamos frequentar, era um pouco distante então no caminho fiz um boquete no Roberto enquanto ele dirigia, o nosso amiguinho ficou tão doido lá atrás que começou a se masturbar. Roberto puxou meus cabelos e fez eu engolir aquele cacete enorme todinho! Depois puxou minha cabeça e me beijou com uma língua tão quente e gostosa que eu disse: Não vejo a hora de ter essa língua gostosa na minha buceta! O cara lá atrás gemeu. Eu disse: Calma gostosinho, já vou cuidar de você! Chegamos no motel, ele se abaixou no banco de trás e entramos numa boa!
Quando chegamos no quarto o cara pulou em cima de mim, me beijou e apertou meus seios. Olhei para Roberto e ele sorria safadamente. Pensei comigo: Que delícia ter um tarado na minha cama todo dia! Falei: Calma garotão! Eu que vou cuidar de você! Esqueceu? Roberto disse que podia confiar em mim. Só me deixa terminar o que comecei com esse cavalão aqui. Roberto estava sentado na cama, ajoelhei na frente dele e comecei a chupá-lo e lambê-lo. Virei para o garotão e disse para ele vir se divertir também. Puxei para cima a saia e empinei minha bunda bastante. Mais que depressa ele já estava atrás de mim esfregando minha calcinha. Você está tão molhadinha que não dá para esperar. Eu não pude responder nada porque estava com o cacete do meu cavalão todo em minha boca. O garotão começou a me masturbar e bater com seu pau na minha bunda, ainda de calcinha. Quando meu cavalão estava quase gozando falou que queria minha bucetinha. Virei de costas para ele e comecei meu trabalhinho com o garotão. Quando coloquei a boca na cabeça do pau ele gemeu e disse: Vem gostosa me chupa!!!! Era bem grande também e o gosto era bom. Sempre amei o gosto do pinto do Roberto, é simplesmente delicioso. Tinha medo de experimentar um diferente e que não fosse bom e não gostar. Para minha sorte eu estava ali com dois paus duros, grandes, cheirosos e gostosos! Eu o chupava e lambia e engolia inteiro e o cara já estava quase gozando. Meu cavalão metia em mim com tanta força e rapidez que gozei em segundos. Quase mordi o pau que estava em minha boca. O cara ficou doido me vendo gozar estremecendo daquele jeito e gozou na minha boca. Sua porra estava tão quente que gozei de novo.

Ficamos os três ofegantes e famintos por mais. Cada um foi para um canto do quarto se recuperando daqueles orgasmos deliciosos, era tudo muito excitante! Quando vi que os olhos dos dois ainda me comiam sentei numa poltrona abri bem as pernas e disse. Enquanto vocês descansam um pouco vou brincar meninos. Me masturbei devagarzinho, gemi, gemi, lambi e mordi meus seios. Segurava o cabelo com a cabeça voltada para trás e metia dois dedos cada vez mais fundo na minha própria buceta. Quando olhei Roberto ele já estava vindo em minha direção! Parecia um leão faminto! Me pegou com força e chupou meus seios. Me jogou na cama e falou que era minha vez! E Disse. Olha só cara como deixa uma gostosa safada assim doida! Ele me chupou e me masturbou como fazia tão bem! Quando passava a língua no meu clitóris eu quase dobrava ao meio contraindo e relaxando minha buceta e quadris. Para melhorar o cara veio e começou a chupar e apertar meus seios. Beijou minha boca e lambeu meu pescoço. Virei de quatro na cama e enquanto meu cavalão me chupava eu chupei o pau do cara de novo. Estávamos os três loucos de tesão! Então o cara disse: To louco para meter com meu pau nessa bucetinha apertada e molhadinha. Acho que já está na hora de você experimentar! Disse Roberto.
Estávamos na beirada da cama, então sentei no colo do cara e comecei a cavalga-lo. Roberto ficou parado na nossa frente se masturbando e se deliciando com aquela cena. A mulher dele sendo comida por outro bem na sua frente. Aquilo era o mais excitante e pornográfico de tudo o que já havíamos feito. Enquanto o cara metia em mim eu só pensava no Roberto e comecei a chamar pelo nome dele. Já estou indo meu amor! Ele, então, segurou os meus quadris e disse. Espere só um pouquinho minha putinha gostosa! Colocou aquele cacete gostoso no meu rabo. Conseguimos um compasso perfeito! A sensação de ter a buceta e o cú preenchidos ao mesmo tempo é indescritível! O mais legal foi que por ser Roberto quem fazia anal eu fiquei completamente relaxada, amo fazer sexo anal com ele e gozo muito. Me entreguei completamente naquele momento e os rapazes se aproveitaram muito disso. Ficamos metendo ali muito tempo, estava muito gostoso. Não to aguentando mais, eu vou gozar! O cara disse. Eu falei espere um pouco garotão vamos todos juntos! Meu cavalão, que consegue meter horas sem gozar, entendeu meu recado e se liberou. Eles meteram mais forte e rápido. Gritei! Gozamos juntos e eu fiquei toda cheia de porra quentinha! Aquilo foi demais!!!!!!!!
Estávamos exaustos, ficamos deitados no chão por certa de quarenta minutos. Levantei e fui para a banheira. Os dois ficaram me observando. O cara foi para o chuveiro. Roberto veio para a banheira e começou a me beijar, muito gostoso. Transamos de novo ali, foi rapidinho, mas foi muito carinhoso e ele mais uma vez me fez sentir a mulher mais amada e desejada do mundo.
Quando o cara saiu do banho e nos viu metendo de novo falou: Tenho muito que aprender com vocês dois! Será um prazer compartilhar algumas experiências disse Roberto. Então perguntei: Será que você não tem uma amiga que queira brincar com a gente??? Os dois sorriram. Ele fez que sim com a cabeça. Saímos ansiosos por nossa próxima brincadeira.