quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
CORNO ARREPENDIDO
Em busca de novas experiências, baixei um aplicativo para conhecer casais com a fantasia de uma relação casual.
Assim conheci Carlos e Mônica. Casados há 10 anos e pais de uma menina de 5. São de Araras, interior do estado de São Paulo.
Após algumas conversas por chat, resolvemos nos encontrar pessoalmente. O marido me fez um pedido em especial, que eu aos poucos, seduzisse sua esposa utilizando de charme e paciência, pois era a primeira experiência de ambos com uma outra pessoa e queria que fosse especial.
Confesso que esta não é a minha praia. Gosto de putaria direto, sem lenga lenga, mas estava disposto em abrir mão e sentir algo diferente, até porque Mônica era espetacular!!!
Marcamos em um restaurante maravilhoso, com um ambiente romântico e boa comida. Fiz questão de escolher um bom vinho, já para impressionar Mônica. Tomei frente de todas as decisões e deixei Carlos meio de lado. A minha intenção era impor minha condição de macho alfa, de uma maneira discreta para não assustar a fêmea.
Aos poucos eu e a minha presa éramos os únicos que conversávamos na mesa. Riamos e trocávamos olhares e toques maliciosos. O clima estava muito favorável. Após a segunda garrafa de vinho, a minha deusa já estava solta e nem lembrava que o marido estava ali.
Bem, era inevitável a expressão de ciúmes de Carlos. Ele não imaginou que já no primeiro encontro, sua esposa se abrisse para uma pessoa estranha. Tinha certeza de seu arrependimento.
Ao pedir o jantar, fiz questão de escolher o meu prato e sugerir o de Mônica, mostrando minha superioridade. Ela de imediato adorou minha opinião. Já Carlos disse não estar com fome e não pediu nada, provando mais uma vez seu desconforto.
Ao término da maravilhosa degustação, o marido arrependido sugeriu pedirmos a conta, lembrando a esposa que tinham o compromisso de pegar a filha deixada aos cuidados da mãe dele. Aí utilizei de toda a minha experiência em dominação e lancei uma idéia.
- Carlos, porque você não vai buscar sua filha?
- Eu pago a conto e levo Mônica pra casa. Assim você adianta o processo enquanto acabamos de conversar!
Carlos imediatamente quis se posicionar, acabando com o encontro, mas sua esposa interrompeu ficando a meu favor.
- Amor, acho coerente a proposta do Richard. Não devemos sobrecarregar sua mãe. Já é tarde e ela deve estar cansada querendo dormir. Pegue nossa filha e vá pra casa que logo eu chego.
- O que eu digo pra minha mãe quando ela perguntar onde você está?
- Ah sei lá. Fala que me deixou em casa antes, pois estava com muita dor de cabeça. Inventa algo!
Nesta hora o marido se levantou da mesa com raiva e saiu sem olhar para trás.
Eu, testando Mônica, a questionei se estava confortável com a situação. De bate pronto ela respondeu:
- Richard, você não sabe como tudo começou.
- Toda a idéia partiu de Carlos sobre abrir novas experiências. A princípio pensei que era desculpa dele para querer comer outra mulher, e que iria me propor uma troca de casais. Aos poucos observei que nossas conversas estavam partindo para um outro campo. Descobri que sua intenção era proporcionar um momento só meu, já que nunca tive envolvimento com outro homem se não ele.
- A princípio achei estranho esta atitude, mas aos poucos isto foi me excitando.
- Hoje, te conhecendo, decidi que irei mergulhar neste momento e quero sair daqui agora para irmos a outro lugar, só eu e você.
Mais do que depressa pedi a conta. Paguei e fui com ela direto para o hotel onde estava hospedado.
Já dentro do carro foi aquela pegação. Ela estava de vestido com a altura acima do joelho, me proporcionado uma visão maravilhosa de suas pernas. O decote era generoso, dando a visão de um par de seios maravilhosos. Mesmo já sendo mãe, tudo estava em seu devido lugar. Um corpo fantástico adquirido com malhação.
Os seus 32 anos pereciam 22 e eu não escondia minha ereção aos seus encantos.
Aproveitando minha experiência em dominar uma puta, sai da fantasia de bom moço e parti para o que realmente sou. Safado e tarado.
- Mônica, daqui pra frente você será minha puta e hoje serei seu dono.
- Até o hotel você me fará uma chupeta enquanto dirijo.
Tirei meu pau pra fora e forcei sua cabeça até ele. Não houve resistência e assim foi até nosso destino.
Chegando no hotel, entrei pelo estacionamento subterrâneo e subimos para o apartamento.
Nesta hora começa as ligações do marido em seu celular.
Já no quarto, após várias insistências de Carlos, ela atendeu bem rude.
- Fala
- Onde você está? Já cheguei em casa!
- Nossa filha está bem?
- Sim, já está na cama dormindo. E você, não vem?
- Não!
- Estou realizando seu sonho, que agora é meu.
- Vou me entregar a outro homem e você ficará aí me esperando.
- Não sei se volto logo, muito menos se volto hoje.
- Talvez durma com o Richard e amanhã ele me deixa aí.
- Aproveita para pensar no que você me propôs e agora está acontecendo, pois é tudo por culpa sua.
- Mônica, não faça isto. Estou arrependido. Volta pra casa!
Neste momento, minha puta bate o telefone na cara do já corno e desliga o telefone.
Aí o papai aqui começa o serviço.
- Vem cá minha puta. Ajoelha!
Dei um pequeno tapa em sua cara e pus ela pra chupar meu pau. Ficamos assim por quinze minutos. Eu forçava sua cabeça de encontro ao meu mastro, fazendo-a engasgar e babar na minha piroca.
A chamava de puta, cachorra, safada, vagabunda e outros adjetivos. Ela estava amando o tratamento.
Após a seção de boquete, tirei toda sua roupa e a coloquei peladinha de quatro na cama. Dava fortes tapas em sua bunda e perguntava quem era seu dono, seu macho. Ela respondia que era eu. Naquele momento em diante mandava nela e deixava clara quem era seu dono.
De pau duro, botei na portinha da sua molhado buceta e comecei a bombar. Metia como um animal e ela gritava como uma puta. Pedia mais e mais rola. Disse que nunca tinha sido tratada daquela maneira e que estava adorando.
Eu aumentava a força nos tapas em sua bunda e podia ver o vermelhão que se formava.
Coloquei ela de barriga pra cima e fiz um delicioso papai e mamãe, beijando-a como namorado. Nossas línguas se perdiam em nossas bocas e o pau batia forte e fundo em sua bucetinha.
Em certo momento sinto que a camisinha estourou. Sai de Mônica, troquei o preservativo e continuei o bombando, agora num frango assado animal. Ela já havia gozado duas vezes e me fez um pedido, que não se recusa em hipótese alguma.
- Ri, meu marido nunca gozou na minha cara e esta é uma das minhas fantasias.
Esta revelação foi o sinal para o despertar da minha ejaculação.
Botei ela de joelho, tirei a camisinha e coloquei ela pra chupar meu pau.
- Vai puta, implora então pelo meu esperma.
- Pede porra pro seu macho.
Ela enlouquecida implorou:
- Vai Ri, enche minha cara de porra. Realiza meu desejo.
- Então me diga, quem é a minha putinha.
- Sou eu!
- Eu quem?
- Eu, Mônica, esposa de Carlos. Dona de casa e mãe dedicada. Dama na rua e sua putinha na cama!!!
Nesta hora, veio uma força imensa dentro de mim e depositei a maior carga até hoje de porra que já tive, e olha que já gozei muito nesta vida, sendo metendo ou batendo punheta......kkkkkk
Ela ficou com a boca e o rosto cheio de porra.
Pediu para que eu pegasse seu celular e batesse uma foto, o que fiz.
Ela pegou meu pau e colocou na boca e fiz uma foto digno de revista pornô.
Após limpar minha pica e esfregar o excesso de porra na cara e em seu corpo, ela mesmo pegou seu aparelho e tirou várias fotos.
Enquanto fui tomar um banho, Mônica ficou na cama mandando as fotos para o marido pelo WhatsApp.
Juntou-se ao banho comigo e ficamos namorando de baixo do chuveiro.
Voltamos pra cama e repetimos a seção. Já eram 5 horas da manhã e resolvemos descansar.
Acordamos 11h e o café do hotel já havia encerrado.
Demos a saideira e fomos almoçar em uma cidade vizinha, para não expor o casal, já que Araras é uma cidade pequena e todo mundo se conhece. Carlos ligava a todo momento exigindo sua volta. Minha puta não tinha pressa. Era Sábado e o marido não precisava trabalhar neste dia.
A deixei por volta da 17h. Ela me pediu para largá-la na esquina de sua casa, não dando muita bandeira.
Por volta das 20h ela me liga agradecendo pelo encontro e me tranqüilizando, pois já tinha contornado tudo com o corno.
Tiveram uma conversa franca e colocaram tudo em seu devido lugar. Ela no lugar de puta e ele de CORNO..
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