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domingo, 20 de dezembro de 2015

CHUVAS DE PICAS E PORRAS




Oi, meu nome é Carol, tenho, 1,68m, cabelos loiros, sou bem magrinha, branquinha e todos dizem que sou um tesão. Esta história passou-se a quatro anos atrás, mas ainda hoje me dá tesão. Passou-se no dia em que fiz 18 anos (hoje tenho 20). Decidi comemorar, saindo com uma amiga. Quando chegamos à danceteria, já tava um bocado alta (já tínhamos parado nuns bares no caminho) e reparei que havia um garoto que não tirava os olhos de mim, também não era para menos, tava bem sexy, com uma minissaia que mostrava as minhas pernas bem torneadas, deixando quase ver minha bundinha e um top bastante decotado que deixava adivinhar os meus seios. Ao fim de algum tempo o moço foi se aproximando e eu, levada pela bebida, fui me deixando levar, quando dei por mim já me beijava o pescoço passando rapidamente para a minha boca, ele tava bem junto a mim e eu conseguia sentir o seu membro se roçando na minha xana, isso tava me deixando louca e não demorou muito até que a minha mão pousasse no seu pau, nesse momento a discoteca estava cheia e já nem via minha amiga, tava encostada em uma parede e ele me tocando nos seios por cima do top e descendo até minha xana, queria que ele metesse logo aquele pau em mim. Tremendo de tesão puxei-o até ao banheiro, na altura nem me dei conta que era o banheiro dos homens. Assim que entramos ele, sem cerimônia nenhuma pôs a mão na minha xana e começou a enfiar primeiro um, depois dois dedos na minha bucetinha molhada, nessa altura eu tava completamente louca. Até aquela altura sempre havia sido muito tímida em relação ao sexo, sempre fazia papai e mamãe e era muito recatada na cama. Comecei a desapertar o zíper das calças e tirei aquele membro, que devia ter uns 22 ou 23cm e comecei a fazer uma deliciosa punheta, para depois o enfiar todo na minha boca, era tão grande que quase vomitei, mas consegui me controlar, chupei como se fosse a última pica do mundo durante uns 5 minutos, até que ele me levantou e de pé contra a parede e com as pernas afastadas ele enfiou tudo em mim de uma só vez, doeu um pouco devido à violência, mas logo a dor passou e comecei a pedir mais, quando senti que não faltavam muito para ele gozar tirei da minha xana e chupei novamente, ele gozou na minha boca e eu adorei, durante todo este tempo ninguém entrou no banheiro, mas naquele momento que a porra entrava na minha boca, entraram dois caras, que ao verem aquilo, disseram que também queriam e se eu não desse para eles, chamavam o gerente, imaginando que meus pais pudiam saber e também porque ainda nao tinha gozado aceitei, eles excitados com a cena que viram, foram logo baixando as calças, fiquei de 4 com um na minha boceta e outro na minha boca, de repente o que me tinha fudido saiu e voltou com mais 3 caras prontos para me foder, aquilo me excitava cada vez mais, sempre fui muito recatada, mas adoro pica e nunca tive coragem para fazer aquilo, o que fudia minha xana enfiava tudo violentamente, senti ele tirar da minha buceta e lamber meu cuzinho, levantou e começou a meter, nunca ninguém tinha me fudido o cuzinho e disse-lhe que não queria, ele disse "cala a boca, que vou te foder como uma cadela que tu é” enfiou tudo e doeu muito, mas me deixava com mais tesão do que já tava, eles gozaram me enchendo de porra na boca e no cu, não demorou até que outros tomassem o lugar deles. Desta vez, sentada em cima de um deles cavalgando gostoso na minha buceta e chupando outro, quando vem um por trás e enfia tudo no meu cuzinho, quase enlouqueci com todas aquelas picas em mim, perdi a conta de quantos paus me foderam ali, mas creio que pelo menos uns 12, porque cada vez entravam mais e me fudiam vários de cada vez me penetrando violentamente, diziam obscenidades, me chamavam de cadela e puta e diziam que eu ia ser fudida de toda a maneira e eu gozando várias vezes. Sai do banheiro completamente molhada e cheia de porra, mas foi a experiência mais excitante que tive. Agora adoro que me fodam violentamente, até já pedi para meu macho me estrupar, e adoro sexo grupal com desconhecidos.

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