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quarta-feira, 15 de março de 2017

PRIMEIRA TRAIÇÃO, NO MEU ANIVERSÁRIO



Oi gente!
Sou a Drica! morena, cabelos compridos, olhos verdes, cintura fina e bunda grande. Vou contar a primeira vez que traí meu marido, e daí não parei mais pois é muito gostoso!
Tinha meus 23 anos e meu marido 30. Fazia Faculdade e tinha minha turma de classe, saíamos para tomar cerveja e comer pastel toda semana, claro que os rapazes sempre se insinuavam e faziam brincadeiras, o que era muito divertido, mas não passava disto, afinal eu era casada.
Então no meu aniversário de 23 anos, meu marido me fez uma festa surpresa e convidou os parentes mais próximos e a turma da faculdade, foi uma festa muito legal com batidas, cerveja, whisky e aperitivos, todos ficaram bem à vontade.
Como era surpresa, estava de calça Jeans e camiseta, então fui ao meu quarto e coloquei meu conjuntinho verde de minissaia e blazer com uma blusinha por baixo.
Lá pela meia noite o pessoal foi indo embora e ficou só a galera da Faculdade, meu marido, já cansado, foi dormir, deixando-nos a vontade na sala. Fui dar um beijo de boa noite e aproveitei para tirar a blusinha, o soutien e a calcinha, ficando só com o blazer e a minissaia. Há uma da manhã eu e mais três amigos fomos levar nossa colega Carla para casa no carro do Xico, sentei atráz entre o Caio e o Fred, o Xico e a Carla na frente.
Já estava bem alegre e não me importei com a esfregação dos dois na minha coxa, bumbum e seios. Também não me fiz de boba e passava a mão na calça dos meninos para sentir a situação, que estava bem quente.
Deixamos a Carla e depois, muito a contra gosto, o Fred. Quando chegamos em casa descemos eu e o Caio, o Xico foi embora, subimos o elevador e foi aquela pegação, beijo e passada de mão, naquele tempo não tinha câmera nos elevadores, quando entramos no apartamento fui checar se o maridão ainda dormia, voltei para sala peguei o Caio e fomos para o quarto da empregada.
Ele me agarrou por traz, me chamou de vagabunda, que me viu voltando do quarto com os peitinhos aparecendo, e viu que eu estava sem calcinha no carro, me pôs de joelho na frente dele e me fez chupar seu pau grosso e gostoso. Chupei o pau dele com gosto, o medo de ser pega no quarto da empregada fazia tudo mais excitante ainda.
Por vezes eu tentava sair, falando que aquilo não estava certo, que meu marido poderia aparecer a qualquer hora, mas ele me puxava, me chamava de puta e metia o pau dele na minha boca, depois me pôs de quatro na cama da empregada e começou a chupar a minha buceta e o meu cuzinho, gozei na boca do Caio e gemi como uma louca, abafando o som com o travesseiro.
Ele aproveitou que eu estava toda molhada e meteu a pica na minha buceta com estocadas fortes, estava uma delícia! Tentava sair e voltar para a sala, mas ele me segurava, me xingava de vagabunda, puta, sem vergonha, safada, e não estava mentindo! Gozei de novo no pau dele, gritando no travesseiro, ele esperou eu parar de tremer, tirou a pica da minha xoxota e gozou na minha cara e nos meus peitos, mandou eu espalhara a porra e ficar toda melada, com o cheiro dele.
O pau do filho da puta continuou duro, me mandou chupar e sentir o gosto da minha xoxota junto com a porra dele, e não é que é uma delícia. Eu tentava parar, mas estava tão cansada que só conseguia obedecer o meu macho, chupava o pau e as bolas dele com gosto. Daí ele me levou para o banheiro da empregada, ligou o chuveiro e me encostou de na parede e disse que ia comer o meu rabo.
Eu tentei escapa, o barulho do chuveiro poderia acordar meu marido, mas não teve jeito, ele pegou o shampoo e passou no meu corpo todo, esfregava aquele pau duro na minha bunda e de repente ele começou a enfiar no meu cuzinho, ainda virgem, não pude resistir, estava cansada e excitada demais para impedir.
Aquele pau grosso foi atolando no meu cú e eu na ponta dos pés segurava na janela e arrebitava a bunda pro Caio fazer o que quisesse, gozei de novo e bebi a porra toda daquele caralho tesudo. Sem saber, foi a melhor festa de aniversário que meu marido me deu. Claro que depois disso eu liberei para os outros colegas, mas isto eu conto outra hora.

Drica Chantily

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