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segunda-feira, 13 de março de 2017

CARONA COM O POLICIAL


Semana passada estava uma chuva tremenda. Saí mais cedo do cursinho e estava caminhando até o ponto de ônibus, que não é perto. Estava sozinha naquela rua deserta quando, de repente, apareceu uma viatura, com um policial de tirar o fôlego. A viatura parou e o policial me perguntou se eu não tinha medo de andar sozinha por uma rua deserta àquela hora da noite. Respondi que sim e ele me ofereceu uma carona. Recusei um pouco, mas acabei aceitando.

Iniciamos uma conversa informal e descontraída. De repente ele tirou do porta-luva uma toalha e me ofereceu para enxugar-me. Sem querer (ou de propósito) acabou encostando o braço no meu seio quando se esticou para entregar a toalha. Estremeci. Ele deu partida no carro e virou a esquina. Comecei a deslizar a toalha pelo meu corpo e percebi que os olhos dele alternavam entre a rua e minha mãos. Com aqueles olhares lascivos, minha respiração começou a ficar ofegante.

Percebendo minha excitação, o policial me ofereceu ajuda. Sem falar nada, eu entreguei a toalha a ele. O fardado parou o carro e começou a secar meus braços, depois passou para o meu decote, percorrendo os meus seios. Aquela situação estava me deixando louca de tesão. Um homem lindo, desconhecido, fardado  e cheio de atitude me possuindo aquela hora da noite era tão inusitado que quanto mais próximo de mim ele chegava para me enxugar, mais molhada eu ficava.

A proximidade era tanta que não resistimos e nos beijamos. Ele largou a toalha, enfiou a mão por dentro do meu decote e começou a acariciar os meus seios. Comecei a desabotoar a farda dele e beijei todo aquele peito sarado. Ele deitou o banco do passageiro em que eu estava, começou a chupar meus seios e a acariciar minha vagina com suas mãos enormes. Sem demora ele desceu e começou a fazer sexo oral em mim. Eu gemia de prazer e meu corpo se contorcia todo.

Foi quando sem pensar duas vezes, inverti as posições, desabotoei as calças dele, tirei o pênis dele pra fora (que a esta altura já estava duro e com as veias bem aparentes) e comecei a chupá-lo. Ele urrava de prazer e dizia que queria, o mais rápido possível, me penetrar, colocar toda aquela vara dentro de mim. Rapidamente coloquei um preservativo em seu pênis e me sentei em cima dele. Comecei a excitá-lo com movimentos leves de vai e vem, enquanto ao mesmo tempo ele chupava meus seios. Fomos aumentando os movimentos, até que percebi que ele estava quase gozando. Foi quando desci de cima dele, fiquei de quatro no banco detrás do carro e o convidei para fazermos sexo anal.  Ele começou a me penetrar por trás e, com uma das mãos, a acariciar meu clitóris. Ficamos loucos de tesão e acabamos gozando ao mesmo tempo. Foi incrível. Uma das melhores e mais inusitadas transas que já tive.


Autor desconhecido

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