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segunda-feira, 13 de março de 2017

A GOSTOSA DO TRABALHO



Juliana era uma mulher casada, muito gostosa. Cabelo liso na altura dos ombros, seios pequenos, cintura fina e uma bunda perfeita. Bem sem vergonha, quando acordava com tesão, ia para o trabalho sem calcinha e com um botão a mais aberto na camisa.
Ela chegou na minha sala bem perfumada, com olhar de predadora para falar de uma nota fiscal. Enquanto falava, empinava bem os peitos pequenos, fazendo com que a camisa abrisse levemente, mostrando o espaço entre os seios completamente nu, indicando que estava sem sutiã. Quando estava saindo, deixou, ”sem querer”, cair uma folha de papel que se abaixou para pegar, mostrando seu reguinho sem calcinha. Na mesma hora, meu pau se arrepiou e ela ainda virou para mim e perguntou, fingindo vergonha:
– Você não viu nada, né?
– Não. Tinha alguma coisa pra ver.
– Não.
E saiu sorrindo maliciosamente.
À tarde ela me liga.
– Oi. Queria saber se está tudo bem contigo.
Pensei comigo: “Aí tem coisa…”e respondi, curioso:
– Claro! Não entendi a preocupação.
– Sabe como é, acho que mostrei mais do que deveria.
– Eu acho que não. Por mim poderia mostrar mais.
– Mostro hoje à noite, lá em casa.
– Teu endereço e horário.
Com as informações na mão, tive que aguentar o resto do dia de trabalho de pau duro.
Ao chegar em sua casa, as luzes estavam apagadas, somente a iluminação da TV na sala. Bati na porta e ela atendeu, somente com uma camiseta branca. Quase babei, só de vê-la assim. Segurei-a pela cintura e beijei sua boca muito devagar, explorando sua boca com minha língua. Ela me levou para dentro de casa e fechou a porta. Me disse: - Estou assistindo TV, sente-se. Sentei no sofá e ela deitou com sua cabeça no meu colo. Coloquei meu braço sobre sua cintura e comecei a alisar sua barriguinha. Ela disse:
- Fique à vontade.
Comecei a masturbar Juliana com minha mão esquerda, enquanto, com a direita, abria minha bermuda. Meu caralho já estava bem duro e ela segurou e começou a chupeta. Abriu suas pernas e meti fundo dois dedos, comçando um vai e vem que a fez chupar meu cacete até o talo. Levantei-me e comecei a fuder sua boca. Ela ajoelhou-se no sofá, aceitando tudo que eu quisesse. Estava dominada.
Eu fodia sua boca tão fundo que saliva escorria pelo meu saco. Virei-a de costas para mim e, sem dó, meti de uma só vez em seu cu. Ela estava com tanto tesão que sussurrou: -Ai… Isso… Delícia. E começou a rebolar. Eu batia em sua bunda branquinha, deixando as marcas vermelhas da minha mão.
Ela já urrava de excitação, jogando sua bunda contra mim:
-Vou gozar, porra!
– Quer meu leitinho, gostosa? Mama aqui, mama…
Ela bebeu toda minha porra e batia com minha pica na sua cara.
Ela disse:
– Meu corninho já vai chegar. Amanhã a gente segue.
E seguimos. Por muitas outras vezes. Mas são outras histórias.

Autor desconhecido

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