segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
FUDENDO COM O PAI DO ANIVERSARIANTE
Sou Laura, tenho 32 anos, casada há 8 anos, 3 filhos.
Adoro festas de crianças e sempre que algum amiguinho faz aniversário meus filhos ficam loucos pra ir.
Sábado tínhamos uma festa, as crianças estavam muito animadas, porém teria que ir sozinha com eles, Pedro, meu marido iria trabalhar a noite toda. Eu me sentia perdida quando estava sozinha e sabia que essa seria uma dessas noites.
Por volta das 20 horas ja estávamos todos prontos, coloquei um vestidinho preto básico, salto e prendi os cabelos bem altos, gosto de prendê-los, mostra o pescoço e me deixa sexy.
No salão fomos recebidos pelos pais do Lucca, o aniversariante. Sabia que eles eram separados, mas nas festas, se comportavam como um casal.
Meus filhos logo foram brincar e como tinha previsto, acabei ficando sozinha na mesa.
Percebendo meu desconcerto, Mateus, o pai de Lucca veio puxar conversa, sentou-se na minha frente e ficamos batendo papo. Perguntou de Pedro, falou da escola das crianças, da festa e de outras coisas banais.
Sem perceber cruzei as pernas, o vestido subiu um pouco deixando minha coxa exposta. Quase morri de vergonha quando notei que ele olhava minha coxa sem disfarçar. Notei também que abriu a boca e passou a língua nos lábios.
Meus Deus... Que boca!
Mesmo envergonhada não consegui deixar de provocá-lo. Apoiei os cotovelos na mesa e deixei o decote do vestido mostrar parte dos meus seios. Ele ficou branco, achei aquilo bem interessante.
Paquerar deixa a gente com a auto-estima elevada e eu adorava isso.
Me endireitei na cadeira, lembrando de onde estava e fiz uma cara de quem diz, eu quero mas não posso.
Ele meio perdido pediu licença e saiu.
Ficamos nos olhando o tempo todo, ora dava um sorriso discreto, ora ele passava perto e encostava de propósito.
Depois dos parabéns, bolos e doces, fui ao banheiro. As crianças ja tinham voltado a brincar e eu a ficar sozinha.
O banheiro ficava no final de um corredor, depois de 3 portas. Quando passei pela segunda porta, alguém me puxou pelo braço. Fiquei assustada e quase gritei, estava escuro e uma mão veio logo à minha boca.
Senti aquele perfume e uma voz no meu ouvido.
-Não grite, por favor, sou eu... Estou a noite toda louco pra ficar a sós com você.
Era ele, eu não disse nada.
Ele segurou meu pescoço e me beijou, com firmeza, com desespero, segurando meu rosto em suas mãos.
Me empurrou na parede, desceu uma mão e levantou meu vestido, sem cerimónia enfiou a mão na minha calcinha e gemeu percebendo como eu estava molhada.
Massageou meu grelinho e logo enfiou dois dedos em mim, tirou e colocou na boca, passando a língua nos lábios como havia feito quando viu meus seios.
Levantou mais meu vestido e começou a mamar, chupava meu seios e mordia, puxando o bico com os dentes. Quase gozei.
Me virou de costas e puxou meu quadril, abriu minhas pernas e disse:
-Não temos muito tempo, mas preciso saber como é estar dentro de você.
E assim enfiou o pau em mim. Entrou me rasgando, dor e tesão era o que eu estava sentindo.
Segurou meus cabelos com uma mão e minha cintura com a outra. Começou as estocadas... Uma... Duas... Três... Dez vezes e minhas pernas ficaram bambas. Um tremor percorreu todo meu corpo e explodi num orgasmo alucinante. Ele veio junto e em uma última estocada funda, gozou me chamando de puta safada e dizendo como eu era apertadinha.
Depois de uns dois minutos tentando acalmar nossa respiração, nos arrumamos e voltamos pro salão. Ele foi na frente e eu passei primeiro pelo banheiro.
Quando cheguei à mesa, percebi que ninguém havia notado nossa ausência, a festa continuava normal.
Enrolei mais alguns minutos e fui pegar as crianças, precisava ir.
Na despedida, Mateus segurou minha mão e disse só pra eu ouvir que precisava me encontrar ainda hoje. Me entregou um papelzinho e se foi.
Guardei o papel na bolsa e segui pra casa.
Era o numero do telefone dele, rabiscado em baixo uma simples frase.
"Preciso ter você essa noite, me liga."
Eu queria muito sair com ele, nunca tinha traído meu marido antes, mas confesso que Mateus me deixou louca de vontade. E não estava me sentindo culpada.
Por volta das 23 horas, resolvi ligar pra minha irmã e pedir para que viesse ficar com as crianças. Por sorte, ela não havia saído e veio até minha casa. Expliquei mais ou menos o que estava acontecendo e ela concordou em passar a noite ali.
Liguei no número que Mateus me passou e no primeiro toque ele atendeu.
Combinamos que ele me pegaria em 10 minutos e assim foi.
Saímos da minha casa direto pro motel, não tinha porque evitar o inevitável. O desejo era mútuo e o tesão já tinha nos enlouquecido.
Já no quarto do motel, nos entregamos um ao outro.
Beijos, carícias e confidências.
Ele beijou cada parte do meu corpo com carinho e bem devagar.
Concentrou-se no meio das minhas pernas segurando minha buceta bem aberta, atacou. Lambendo, mordendo, chupando. Circulava a língua no meu clítoris e depois chupava, volta a circular e depois chupar, me deixando em um estado de pura perdição. Enfiava a língua na minha vagina e implorava pra gozar na boca dele.
-Goza pra mim, quero seu gosto, vamos, goza.
E com grito abafado gozei na boca dele.
Virei e fiquei de quatro, deixando ele lamber meu cuzinho, lubrificando e efiando o dedo pra me deixar pronta.
Abri minha bunda e ele veio. Me penetrou sem dó, entrou de uma vez.
Quase desmaiei de dor, mas ele não parou, entrava e saía me deixando cada vez mais larga com aquele pau grosso.
- Você é uma puta, minha putinha e vou fuder você até não conseguir andar amanhã.
E continuou suas investidas, entrando e saindo, várias e várias vezes.
Percebendo que eu ja estava pronta pra gozar de novo ele aumentou o ritmo indo cada vez mais fundo. Sem ar, gozei outra vez, num instante achei que estava morrendo. Nunca tinha sentido isso.
Ele tirou o preservativo e começou fuder minha boca. Empurrando tão fundo que engasguei várias vezes. Sentia o pau na mimha garganta. Fudeu... Fudeu... E fudeu.
Em meio aos gritos e gemidos dele, senti o jato e logo engoli tudo de uma vez, o pau dele pulsava na minha boca e o liquido não tinha fim, saia mais e mais.
Ja exaustos tomamos banho juntos e fomos embora. Não conversamos muito, não precisávamos de conversa. Tínhamos muito em que pensar.
Deixamos promessas de repetirmos aquilo tudo. Ainda não tive coragem de ligar, mas devo admitir que me masturbo pensando em Mateus muitas e muitas vezes.
Geminiana Paulista
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Lindo conto, arrebatador do princípio ao fim, fiquei cheio de tesão
ResponderExcluirÁ muito tempo não lia um conto tão lindo, limpo, com tanta paixão. Vai fundo Laura , fode muito , vc merece . Parabens .
ResponderExcluirSafadinha, vem fuder comigo também
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