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domingo, 4 de dezembro de 2016

DOMINANDO COM PRAZER



Comecei minha vida sexual aos 13 anos de idade, e particularmente sexo é um assunto que sempre me despertou muito interesse, curiosidade, desejos e pensamentos que até então considerava estranhos.

Quando tinha 15 anos conversando nas rodinhas de amigas comecei a observar que meus gostos e pensamentos sexuais eram diferentes das outras meninas,e como eu já tinha uma vida sexual ativa comecei a colocar em prática esses meus desejos peculiares.

A cada transa que tinha comecei a liberar o meu extinto selvagem, percebi que eu não gostava de ser uma puta que ficava obedecendo a cada comando de um homem, eu gostava de mandar, eu gostava de colocar um salto agulha e pisar em cada macho que eu conquistava, a dor deles me enlouquecia, e o que me deixava em êxtase era que eles gostavam, eles pediam mais, e aquela mistura de dor e prazer, foi me fazendo crescer, a me aprofundar no assunto, a estudar sobre BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), e a cada aprendizado eu tinha fome de mais e toda essa metamorfose fez nascer a poderosa mulher que sou hoje.
Prazer, me chamo Lucy e sou A  DOMINADORA ... Tenho 36 anos, sou loira cabelos lisos e longos, olhos azuis, tenho seios fartos, uma bunda grande redondinha e empinada, coxas grossas e uma boca que enlouquece qualquer homem. Sou dominadora desde os meus 19 anos e sou dona de vários machos, sete para ser mais exata, mas seis ainda estão em fase de treinamento. Meus submissos são escolhidos a dedo, não escolho qualquer um. Me sinto atraída por homens morenos,altos entre 1,75m á 1,85m, que sejam malhados, de olhos castanhos, e o mais importante que gostem de ser doutrinados.

Como já disse estou treinando seis submissos, o meu oficial é Angel. Ele é um exemplo de obediência, faz direitinho o que eu mando, tem juízo suficiente para não me desobedecer e quando algo me desagrada ele sabe que será castigado.

A campainha toca, é ele, sempre chega ás 20 horas em ponto nem um minuto a mais nem um minuto a menos, sua obediência começa por aí. Vou atendê-lo vestida com minha roupa de praxe. Espartilho preto, scarpean preto de salto agulha, uma máscara preta, batom vermelho, rabo de cavalo e sempre com um chicote em mãos. Abro a porta, ele entra e se ajoelha e logo vai dizendo: - SENHORA, e logo em seguida beija meus pés, coloco sua coleira e vou puxando e ele, vem feito um cachorro adestrado, me seguindo até o "nosso quarto".
Como de costume sempre que chegamos ao quarto eu entro primeiro e ele me espera de joelhos na porta, eu retiro sua coleira e começo as ordens.

Mando ele se sentar na cadeira, tiro sua camiseta, vendo seus olhos com uma bandana, algemo suas mãos para trás e começo a passar o chicote devagarzinho nas suas costas e começo dizer :
- Quem é sua dona hein seu cachorrinho mandado ? (e passo o chicote de baixo pra cima nas costas)
Ele:- É senhora Lucy
Eu:- Fala mais alto e em bom som. Dou-lhe uma chicotada nas costas.
Ele:- É senhora Lucy, a senhora é minha dona. Ele repete bem alto.

 Vou até ele seguro seu queixo, aproximo minha boca da dele: - É assim que gosto, você falando que é meu, você é meu cachorro, você é meu capacho, eu piso em você, eu faço o que eu quiser com você e você simplesmente cala essa sua boca e obedece e sabe por que eu faço isso? Porque você gosta seu ordinário. Passo minha língua em sua boca, e dou um tapa bem estralado na sua cara, olho para baixo e vejo que seu pau esta pulsando de tão duro por cima da calça.

Começo a tirar a sua calça, e por cima da cueca começo a passar o chicote no seu pau: - Hummm olha o que temos aqui, como você é obediente, sempre prontinho do jeito que eu gosto, do jeito que eu mando. E com a pontinha do chicote começo a dar leves batidas naquele pau, e em suas bolas. Ele se contorce na cadeira e começa a gemer.
- Angel você estava obediente até agora, porque está se contorcendo e gemendo sem eu deixar ? E dou-lhe um merecido tapa na cara. Ele só resmunga baixinho: - Desculpe senhora
E eu apenas respondo: - Não me provoque, você sabe o que faço com quem não me obedece, cuidado pode ser mais doloroso do que isso.

Me agacho, tiro sua cueca e libero aquele enorme volume, aquele pau que me conhece, que sabe quem é sua dona, e começo a chupar, eu sou muito boa no que faço, sei os pontos que enloquecem os homens, um homem vendado e com as mãos presas então, chupo com vontade, ora passo a língua, ora abocanho e levo até o fundo da garganta, ora punheto e começo a repetir os movimentos, logo sinto aquele cacete inchar na minha boca e ele solta um gemido, percebi que ele estava querendo gozar, me levanto e dou-lhe três chicotadas bem dadas nas costas e digo à ele: - Olha aqui seu macho mandado pare de abrir sua boca para gemer, eu não permiti isso. Peguei uma amordaça e tapei sua boca seguido de outro tapa bem dado na cara, e continuei: - Eu sou sua dona há anos, eu conheço esse pau melhor do que você, e senti que você está querendo gozar, então controle-se, você sabe que só goza quando eu mando, e se continuar me aborrecendo não vou deixar você gozar e você vai dormir aqui com as mãos algemadas sem poder nem bater punheta, estamos entendidos? Com a boca tapada sem ter como responder ele apenas acena positivo com a cabeça.

Tiro a minha calcinha e sinto minha buceta escorrer de tanto tesão, aquele homem amarrado na minha frente sem poder mexer a mão, sem enxergar e agora amordaçado, quase gozo só de observar. Me dirigi até ele que continua com o pau latejando, me viro dando as costas pra ele, e sento devagar naquele pau, me encaixando, sentindo aquele cacete me preencher, e começo a subir e descer devagarzinho e começo a aumentar o ritmo, ele tentando gemer com a amordaça na boca estava me deixando louca, e eu ali sentando e rebolando gostoso naquele pau inteirinho meu, e falando assim pra ele: ta vendo seu sem vergonha quem obedece ganha buceta, ganha gostoso, continue sendo esse cachorrinho obediente. E naquele sobe e desce gozei gostoso naquele pau.

Aproveitei meu gozo e lubrifiquei meu rabo, abri bem minha bunda e sentei novamente naquele pau, agora dando o cú pra aquele macho sem vergonha, comecei a subir e descer bem devagar e rebolando, judiando, me entregando ao prazer, e quando eu estava quase gozando novamente, senti um líquido escorrendo, ele gozou e isso me deixou muito enfurecida, saí de cima dele e fui logo metendo uns tapas em sua cara, ora de um lado, ora de outro, peguei meu chicote e mandei ele se ajoelhar e comecei: - Quem deixou você gozar ? E bati nas suas costas com o chicote. - Quem deixou ? Falei gritado e dei outra chicotada, você interrompeu o meu prazer, você está aqui para me satisfazer e sabe bem disso mas agora você vai pagar caro.

Peguei-o pelo braço e o levei até a cama e mandei ele se deitar, apoiei meu salto em seu peito, e comecei a dizer o quanto ele estava desobediente, e o preço que ele iria pagar por ter feito aquilo, passei o chicote em sua barriga, e bati com força, bati no seu pau e nas suas bolas, ele não me agradou e estava pagando por isso, quem manda sou eu.

Sentei na posição de 69 em cima dele, tirei a amordaça da boca e meti minha buceta entre seu nariz e sua boca deixando-o sem ar, enquanto isso lambia e chupava seu pau, contava até 10 e deixava-o respirar um pouquinho e fui repetindo esse movimento várias vezes, sufocando-o bem na hora em que eu estava chupando sua pica ele não podia me tocar, nem me ver, judiei bastante, ele estava pagando por ter gozado antes da hora e ter interrompido o meu orgasmo, gozei duas vezes na sua cara. Continuei chupando seu pau, lambendo suas bolas e quando sentia seu pau inchar para gozar então parava o movimento interrompendo, depois de ter me aborrecido ele não iria gozar nem mais uma vez.

Sentei em seu pau, e comecei a me satisfazer subia e descia, abusava gostoso daquele cacete que me preenchia, sentava e metia até no fundo e rebolava, e gozei mais uma vez, e como havia dito não deixei ele gozar novamente.

Vesti minha calcinha, fui até ele e abri as algemas, e tirei a bandana de seus olhos mandei ele se vestir e se ajoelhar, pois, estava na hora dele ir. E assim ele fez, enquanto ele estava ajoelhado me agaixei, dei ordens para ele não me tocar, e dei um beijo bem gostoso e molhado, um beijo bem apaixonado (eu dominava aquele homem, eu fazia dele meu cachorro e meu capacho, usava e abusava do seu corpo,mas no fundo quem domina meu coração era ele, mas ele não precisava saber disso). Fiz ele beijar meus pés e pedir perdão por ter me aborrecido, coloquei a coleira, e o levei até o porta, tirei sua coleira, dei mais um beijo e ele se foi, levando junto meu coração sem saber.

Loira Casada

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