Meu nome é Eliana, tenho 28 anos, sou enfermeira no unico hospital da cidade.
Carla é uma amiga que conheci no primeiro dia de trabalho e desde então nos tornamos inseparáveis.
Era quarta-feira e o hospital estava uma loucura, trabalhamos o dia todo sem pausa, nem havia notado que Carla tinha faltado, ela ficava na recepção e conversávamos nos intervalos, mas hoje foi impossível pegar o celular, por isso só percebi que ela não estava la no final do plantão.
Tinha algumas mensagens dela dizendo que Thiago, seu irmão, sofrera um acidente no trabalho e já estava melhor. Porém precisaria de alguém que fizesse curativos em casa, estava com um ferimento na perna.
Thiago é um homem muito bonito, alto, moreno, com uns 37 anos mais ou menos. Não gosto muito dele, tenho uma certa antipatia por ele e nem sei explicar o motivo, na verdade, ele mexe comigo de um jeito que me incomoda, me sinto estranha quando estou perto dele, meio boba.
Nem respondi as mensagens, fui direto pra casa dela assim que sai do hospital.
Thiago estava dormindo quando cheguei, aproveitei pra por os papos em dias com minha amiga. Tomamos vinho e conversamos bastante.
Quando entrei no quarto, senti aquela coisa estranha, ficava toda mole perto dele, meu corpo estava todo em alerta, hoje um pouco mais, tanto pela preocupação quanto pelo vinho. E pra ajudar, fui ver a perna machucada e ele estava nu.
Me concentrei no ferimento e comecei a tremer quando toquei a perna dele. Precisava me acalmar ou todos iriam perceber. Respirei fundo e tentei ser a mais profissional possível. Pedi pra nos deixarem a sós. Retirei o curativo que estava, limpando e colocando um novo.
Peguei todas as coisas que precisava e já estava pronta pra sair quando Thiago segurou minha mão e pediu para que eu ficasse. Disse pra trancar a porta que precisava falar comigo. Não sei o que me deu, acho que efeito do vinho ou simplesmente tesão.
Tranquei a porta e voltei, sentei na cama e deixei ele falar.
- Muito obrigado por ter vindo e por cuidar de mim. Sei que você sente o mesmo que eu, sei que agora mesmo está morrendo de vontade beijar minha boca, da mesmo forma que estou louco pra sentir meu pau dentro de você.
Fiquei toda molhada só de ouvir isso, como ele sabia? E o que era aquilo? Thiago nunca foi nem se quer gentil comigo. A gente mal se falava e quando acontecia era sempre coisas bobas.
Não pensei muito, sabia que ele não poderia se mexer muito, fui e o beijei, comecei devagar, sentindo o gosto daquela boca, deixando naquele beijo tudo que aquele homem me fazia sentir, logo estávamos nos devorando.
Aprovei que estava nu, levantei o lençol e cai de boca nele. Lembendo cada centímetro daquele pau, enfiando ele até a garganta e mamando bem na pontinha até ele gemer. Engolindo todas as gotinhas que saiam.
- Tire a roupa, quero sentir cada parte do seu corpo.
Mais que depressa, fiquei nua. De joelhos na cama deixei ele me tocar, acariciando meu corpo todo. Quando colocou a mão na minha bucetinha percebeu como estava encharcada. Ficou ali um tempo, ora tocando meu clitóris ou enfiando os dedos na minha vagina.
- Você precisa ficar quieta ou vão vir aqui, disse ele.
Concordei com a cabeça.
- Senta em mim, preciso sentir seu gosto, quero tudo que está saindo dessa bucetinha.
Sentei na cara dele e quando me atacou, precisei tampar minha boca pra não gritar. Comecei a me esfregar nele e quanto mais meu desejo aumentava, mais eu esfregava minha buceta na cara dele. Ja estava quase gozando quando ele pediu pra sentar no seu pau.
Com cuidado pra não encostar no ferimento, desci e enfiei aquele pau enorme em mim.
- Nossa como você é apertada, rebola no meu pau, rebola cachorra.
Apoiada com as mãos na parede rebolei até ele gemer, logo estava em um sobe e desce fazendo ele implorar pra não parar. Sentindo o pau dele cada vez mais grosso em cada investida, lambuzei meu cu com meu próprio liquido, tirei o pau da minha buceta e coloquei atrás.
Ele ficou doido.
- Vai cachorra, não para, não agora. Senta com seu cuzinho no meu pau, deixa ele entrar, vamos.
Bem lento fui descendo, deixando ele entrar em mim, subindo e descendo em meio a dor e desejo gozei mordendo o ombro dele. junto veio ele, se movendo como pode, sussurrando no meu ouvido, ele gozou dentro de mim, tremendo abafando os gemidos.
Mesmo não querendo sair dali, organizei tudo, me arrumei fui embora com a promessa de voltar no outro dia.
Geminiana Paulista
Tenho vontade de fuder uma enfermeira safada assim
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