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quinta-feira, 27 de julho de 2017

SOU DONA DE MIM

Acordei com um fogo intenso, então resolvi que hoje tem!
Antes de sair da cama me masturbei deliciosamente, depois tomei um banho bem gostoso, passei creme no corpo todo e coloquei um vestido de alcinhas, soltinho, sem soutian e uma sandália. Deixei os cabelos soltos e fiz uma maquiagem bem leve. Antes de sair decidi tirar a calcinha, não vou precisar dela. Entrei em um ônibus, qualquer um que me levasse para qualquer parte bem distante da cidade. Chegando num lugar bem afastado andei um pouco para conhecer o local. Bar, padaria, mercado, posto de gasolina, escola, farmácia... Andando um pouco mais avistei um estacionamento/ lava-rápido. O bairro era bem tranqüilo, nem sei o que aquele estabelecimento fazia lá. Passei bem devagar, observando tudo e os rapazes, funcionários imaginei, me olharam, dizendo obscenidades. Aqui mesmo! Entrei e os três rapazes ficaram espantados e mantendo um semblante audacioso me cumprimentaram.
- Bom dia! Pois não?
- Bom dia. Vocês são funcionários ou o proprietário está aí.
Perante minha pergunta o rapaz pareceu um pouco preocupado, mas respondeu.
- O chefe não fica muito aqui, do que se trata?
- Vou ser bem direta até porque nem sou daqui. Vocês me deram muito tesão, mas claro que não quero prejudicar ninguém. Vocês gostariam de uma trepadinha?
O rapaz que estava conversando comigo ficou boquiaberto, não sabia como responder. Os dois, que estavam mais afastados, mas ouviam nossa conversa se aproximaram e pediram para que eu repetisse a proposta. Eu repeti. Creio que tenham ficado um pouco assustados, mas logo se animaram.
- Moça, você quer transar com a gente? Aqui? Agora?
- Exatamente, se não for problema para vocês, é claro. Sou muito fogosa e solteira. Sou dona de mim e gosto de fazer o que quero na hora que quero, penso que tenho esse direito, desde que não esteja prejudicando ninguém. Para minha segurança somente uma amiga sabe que estou aqui. Mostrei a eles meu celular com a mensagem que mandei para uma amiga dizendo onde estava o que pretendia fazer.
- Hahaha você tem personalidade hein, gostei, vamos te dar o que está querendo.
Me deu um friozinho na barriga, o que será que me espera, sexo com pessoas desconhecidas é sempre uma grande surpresa!
Inventei um nome e eles se apresentaram, nem sei se eram seus nomes verdadeiros.
Natanael, Jeferson, Cleber. Natanael foi o que me recepcionou, alto, forte, pele morena, cabelo raspado, muito simpático, devia ser o mais velho de todos, aparentando ter uns 26 anos. Jeferson e Cleber eram primos e tinham a mesma idade 21 anos. Ambos mulatos, com uma feição meio atrevida e muito divertidos. Os meninos eram muito simples e isso me encantava. Estavam todos somente de bermuda e chinelo, com o peitorais esbeltos a mostra. Os primos se aproximaram de mim, sorrindo, cada um de um lado passando a mão pela minha cintura. Cleber desceu a mão um pouquinho, pousando-a na em meu bumbum. Foi muito gostoso quando ele percebeu que eu estava sem calcinha! Acompanharam-me para os fundos do estabelecimento, numa espécie de escritório. Natan, como pediu para ser chamado, foi logo atrás, depois de ter fechado o portão do estacionamento até a metade, assim, se alguém precisasse entrar teria que buzinar para acioná-lo.
Era possível notar o volume dentro das bermudas e minha buceta já estava molhada de tesão por aqueles três rapazes. Cleber desocupou rapidamente a mesa e colocou uma coberta sobre ela, me posicionando sentada, com as pernas abertas, totalmente exposta. Foi quando Natan e Jeferson perceberam que eu não usava lingeries.
- Nossa, então você sabia que ia levar rola hoje hein, saiu peladinha de casa!
Dei risada. Cleber sentou-se numa cadeira de rodinhas e começou a me lamber, como se eu fosse um refeição muito apetitosa. Chupava meu clitóris como se beijasse de língua, que delícia! Os outros rapazes expuseram seus membros para fora das bermudas. Nenhum deles era extremamente avantajados, mas eram lindos. Segurei um em cada mão e comecei a punhetá-los. Não fui muito afoita pois queria que aquilo se prolongasse bastante (não fui tão longe para uma transa de 15 min.), então revezava as rolas de Natan e de Jeferson um minha boca. Cada um me fodia um pouco. Nesse ritmo e sendo chupada com destreza por Cleber, gozei. Percebendo meu êxtase, os rapazes invadiram minha boca com os dois membros ao mesmo tempo. Foi incrível! Desci da mesa, com as pernas ainda bambas, então os meninos me ajudaram. Na sala tinha um sofá, pequeno, de dois lugares, Cleber deitou e deitei sobre ele. Nos beijamos enquanto ele me penetrava.
- Sente o gosto do seu gozo na minha boca sua puta. Disse sorrindo e com cara de safado.
O tempo todo os rapazes me chamavam de “puta”, “safada”, “gostosa pra caralho” e vários outros nomes. Jeferson se posicionou por trás de mim, então pensei que faria a penetração anal, mas para minha surpresa começou a força minha buceta, que já estava ocupada por Cleber. Nunca havia feito isso, no começo doeu um pouco, mas o tesão era tanto que logo estava adorando ser fudida por dois ao mesmo tempo. Natan dava tapinhas em minha cara e fodia minha boca, parecia estar adorando me ver gritar em sua rola cada vez que os meninos estocavam forte em mim.
Jefferson saiu de trás, foi a vez de Natan entrar e ele sim pressionou a entrada do meu cuzinho. Pedi para ir devagar e sorri.
Segurando em meu pescoço, virando meu rosto para que eu pudesse vê-lo disse:
- Agora quero comer esse cu gostoso. Se aguenta dois na buceta vai adorar meu pau nesse cuzinho.
Jeferson passou a fuder forte minha boca, batendo com o pau duro diversas vezes em minha cara. Eu estava amando aquilo!
Cleber bombava com força e logo senti seu pau pulsando.
- Vai gozar gostoso? Goza na sua puta gostosa goza! Goza na minha buceta enquanto o outro mete no meu cu, vai. Ele gemeu forte quando gozou e eu ri, deliciada com aquele espetáculo. Eu e Natan tivemos que interromper para que Cleber saísse debaixo de mim. Estávamos muito suados! Cleber sentou e sentei sobre ele, que ainda queria ficar me vendo ser fodida pelo primo e pelo amigo. Empinei bem minha bunda, que agora revezava entre as bombadas dos dois rapazes. Cleber mamava meus seios, mordia e os segurava com força. Senti que mais um orgasmo se aproximava. Quando anunciei que ia gozar Natan, que estava me ocupando naquele momento, puxou meus cabelos com firmeza e fez questão que eu gozasse em seu pau, gozando junto comigo. Delirei naquele orgasmo delicioso!
Agora só faltava gozar para Jeferson. Ele tinha uma pegada mais bruta, ainda bem que ficou para o final, para fechar minha tarde com chave de ouro.
- Agora vem que vou te fazer gozar também sua vadia gostosa. Hoje tem rola o dia todo pra você.
Jeferson me deitou no sofá e fodia com força enquanto Cleber e Nathan passavam a mão em meu corpo. Quando percebi o pênis de Cleber já estava ereto de novo! Ver o pau dele crescendo novamente pra mim me encheu de tesão e gozei muito alto com Jeferson dando estocadas fortes e dizendo:
– Você veio atrás de rola, sem calcinha, então toma, toma, toma. Grita pra todo mundo ouvir que você está gozando, grita!
Fiquei mole, ele me levantou, deitou por baixo de mim, penetrou minha buceta e Cleber fez o mesmo pela frente. Bombaram muito em minha buceta, Natan masturbava meu grelinho e no som das suas vozes e gemidos gozei nem sei quantas vezes mais. Natan ficou com o membro rígido novamente e penetrou minha boca sem dó. Eu tentava falar com o pau dele na minha boca, gemia e eles diziam:
- Gostosa, geme na minha rola!
- Que delícia de buceta, sua gostosa! Ta gostando de ser arrombada?
- Vou te arrebentar com meu pau, vai ficar toda arregaçada essa buceta engolindo dois paus de uma vez.
Quase desmaiei de tanto tesão! Gozei. Gozei muito forte, os meninos também. Só tive forças para engolir toda a porra que Natan liberou em minha boca, depois disso desabei sem força alguma. Ficamos imóveis por algum tempo. Depois me levaram para um banheiro e me deram banho, aqueles lindos!
Tomamos banhos juntos, me vesti e me despedi deles.
Se ofereceram para me levar em casa, pois já havia anoitecido, mas claro que não aceitei. Prefiro me manter no no anonimato. Quiseram meu telefone, mas eu disse que um dia eu apareceria de novo, assim, de surpresa.
Peguei um taxi, porque me sentia realmente fraca rsrsrs e fui para casa. No caminho avisei minha amiga que quase tinha morrido de tanto prazer.
Cheguei em casa e só tive forças para chegar até minha cama. Dormi profundamente e muito satisfeita.


Autor desconhecido

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