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quinta-feira, 27 de julho de 2017

A CADEIRANTE

Meu nome é Fábio, sou loiro, alto e magro, tenho 30 anos. Há dois anos atrás me mudei e morei por alguns meses em um apartamento no bairro de pinheiros em SP. Na verdade era uma grande casa, transformada em uma espécie de pensão, com suítes grandes e individuais, mas cozinha e lavanderia coletiva, tudo no segundo andar. A dona da casa era Margarete, uma senhora de uns 50 anos, ela morava com sua filha no andar de baixo, o nome da moça era Ana, tinha 22 anos e era cadeirante.
Ela havia perdido os movimentos das pernas há mais ou menos três anos em um acidente de moto na garupa do seu então noivo, que há abandonou ainda quando ela estava no hospital, apesar de sua condição e da história triste, ela era bem ativa, dirigia, passeava, tinha amigos, era bem simpática e parecia feliz, sempre me cumprimentava quando passava pelo portão, eu parava e conversávamos rapidamente, ela me dava umas dicas da vizinhança já que era um morador novo da casa. Mesmo na cadeira de rodas era fácil notar que era bonita, com uma pele de cor de jambo, lábios carnudos e seios fartos, estava sempre bem arrumada e maquiada o que realçava ainda mais sua beleza.
Um dia, após chegar do trabalho, tomei um banho desci para acertar o aluguel, e Ana me recebeu, estava sozinha pois sua mãe havia ido a missa, entreguei o dinheiro e ela pediu para que eu ficasse pois não queria ficar sozinha, começamos a papear, curioso, fui perguntando do acidente e outras coisas, descobri que ela não tinha sensibilidade nas pernas, mas daí pra cima tudo funcionava, perguntei do que ela mais sentia falta de fazer, ela disse que fazia de tudo e só sentia falta de uma coisa, mas tinha vergonha de dizer, ela sorriu e fez uma carinha de safada. “De sexo?” perguntei e ela assentiu com a cabeça me encarando, perguntei se não tinha namorado depois do acidente e ela disse que ninguém sentia atração por mulheres na condição dela e além disso ela não saía muito depois do que aconteceu, fiquei com um pouco de pena e também com tesão, pensando em como seria comer uma cadeirante, ficamos conversando sobre outros assuntos, mas com uma certa tensão no ar, até que ouvimos o carro da sua mãe chegando, resolvi ir embora e ao me despedir quando fui beijá-la no rosto ela virou de propósito e me deu um beijo na boca, bem gostoso, quente e molhado que eu retribuí, ela sorriu e eu subi para o meu AP de pau duro.
No dia seguinte, no trabalho recebi uma mensagem no celular, era Ana, ela disse que naquela noite sua mãe sairia para uma festa de aniversário e ela ficaria à espera da minha companhia, voltei para casa ansioso, tomei um banho, botei umas camisinhas no bolso e quando ouvi o carro da velha saindo desci, bati na porta e ela pediu para que eu entrasse, ela estava na sala, na cadeira e usando uma camisola branca, o tecido fino permitia que eu notasse os bicos dos seus seios, negros, grandes e duros, me aproximei e começamos a nos beijar apaixonadamente, ela pediu para que eu a levasse para o quarto, peguei ela no colo e fomos pra lá, assim que deitei seu corpo na cama ela levantou a camisola e me mostrou a pequena calcinha de renda branca que usava, meu pau quase saiu para fora na hora, vendo meu estado de tesão, ela abriu um largo sorriso e se virou de costas pedindo para que eu tirasse sua camisola, obedeci é claro, ela apontou um óleo sobre a cômoda, pedindo para que eu a massageasse, tirei toda minha roupa, subi na cama e comecei a massagear suas costas, haviam algumas cicatrizes nas costas e no quadril, mas não era nada que comprometesse sua beleza, sua bunda era bem gostosa, o que nunca tinha reparado, pois sempre a tinha visto sentada, fui massageando suas costas até descer a minha mão entre suas pernas, ela deu um gemido abafado e me olhou sorrindo, botei sua calcinha de lado e meti a boca no seu sexo, Ana gemia baixinho e estava bem molhada, rapidamente gozou na minha boca, tirei a cueca e me deitei delicadamente sobre seu corpo, a penetrei devagar, nem lembrei das camisinhas que havia levado, fui socando e aos poucos acelerando o ritmo, ela segurava na cabeceira da cama e gemia cada vez mais alto, a cama rangia enquanto eu estocava, tinha até esquecido que minha parceira era cadeirante, ela conseguia mexer um pouco o quadril e o meu pau deslizava para dentro de sua buceta com facilidade, não aguentei muito tempo e logo gozei, enchendo sua buceta de porra, depois disso fiquei ali em cima dela, com o pau dentro de sua buceta...
...deitei do seu lado e ficamos na cama nos acariciando por um tempo sem falar nada, não passaram cinco minutos e senti sua mão no meu pau que logo ficou duro, subi em cima dela e novamente encaixei na sua buceta, desta vez no papai e mamãe, enquanto fodia sua buceta nos beijávamos como dois namorados apaixonados, levantei o meu corpo e fui bombando, seus peitões gostosos e bicudos balançavam e de olhos fechados ela gemia, senti suas unhas arranhando minha costas, ela iria gozar novamente, aumentei o ritmo até ela estremecer e gozar com minha rola dentro da sua boceta, continuei socando até gozar também, depois disso agarrados acabamos adormecendo. Um tempo depois acordei e já era meia noite, por sorte Dona Margarete ainda não havia chegado, me vesti rapidamente, dei um último beijo na minha fêmea e desci para o meu AP.
Nos meses seguintes sempre que Dona Margarete saía eu me encontrava com Ana, até que um dia sem mais nem menos ela disse que não queria mais, que queria algo mais sério, ficamos um tempo sem nos encontrar, eu me mudei da pensão, mas senti falta dela, a procurei e nós acabamos assumindo um namoro que no início não foi tão bem aceito pela família, nem a minha e nem a dela, mas estávamos apaixonados e superamos tudo, há pouco tempo passamos a morar juntos e o sexo entre nós está cada vez melhor, quase todos os dias Ana me recebe nua e sentada em sua cadeira de rodas.

Autor desconhecido

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