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domingo, 8 de novembro de 2015


MEU PROFESSOR ME COMEU GOSTOSO


Eu sempre tive um tesão muito grande por meus professores, mas esse conseguiu me deixar muito excitada. Foi na época do colegial e eu tinha apenas 18 anos. E o meu professor de contabilidade era o que podemos dizer, "um deus". Ele era negro, alto, tinha algo em torno de 1,80cm pra mais, corpo desenhado, estava sempre na academia e tinha umas mãos enormes (adoro mãos de homem, pois mostram muito sobre a personalidade e me faz imaginar muitas coisas).

A voz dele era bem grossa, e que lábios deliciosos ele tinha. Seu nome, bem vamos chamá-lo de Reinaldo, uma vez que não quero ser identificada. Sempre que o Reinaldo chegava para dar sua aula, ele me surpreendia, indo por trás de mim e sussurrando em meu ouvido "Boa tarde, minha princesa!" ou "Boa tarde! Você tá uma delicia hoje!", entre outras frases bem safadinhas.
Confesso que não tinha um dia sequer que ele não me deixava toda molhadinha. Ele me deixava toda mole, excitada e louca pra sentar no colo dele. Isso sem falar das vezes que ele passava exercícios pra gente fazer e depois ficava cantando e tocando violão. Ele sempre oferecia uma música pra mim e o cachorro sabia o tipo que eu gostava.

Então eu resolvi entrar no joguinho dele e passei a usar roupas cada vez mais coladas e decotadas e sempre que eu podia, passava por ele esfregando meu traseiro no seu pau ou deixando que sentisse o biquinho dos meus seios excitados e durinhos passando pelo seu peito. Algumas vezes eu chegava com meus lábios bem pertinho dos dele e o resultado era delicioso de se ver.
Ele ficava ofegante e um pouco tonto, e então eu olhava em seus olhos e dava um sorriso bem safado e mordendo meus lábios. Isso deixava ele louquinho. Eu nem imaginava os efeitos que isso poderia causar com o tempo. Sem perceber eu estava criando um touro dentro dele.
Em uma tarde que antecedia as provas, estávamos reunidos sentados em volta da mesa do professor Reinaldo, quando alguns alunos foram se retirando sobrando apenas nós dois e um amigo meu. Eu como sempre, fazendo gracinhas com a caneta em meus lábios e notava que isso deixava os dois excitados. Foi então que o Reinaldo pegou na minha mão e a colocou sobre sua calça e eu pude sentir seu pau muito duro e enorme.

- Minha nossaaaa!!! Como é grande! - pensei e dei uma apertadinha e parecia uma rocha. Fechei os olhos e só pensava naquele cacete em minhas mãos. Eu queria sentir sua pele, olhar pra ele. Passei a lingua em meus lábios, imaginando que gosto ele tinha. Fiquei tontinha e respirei fundo por alguns segundos.

Quando me dei conta, eu estava com a lingua pra fora e lambendo e chupando a caneta e esfregando a mão no pau dele por sobre a calça. Então ele se aproximou dos meus seios e deu uma mordidinha no biquinho que já estava durinho e lambeu meus seios acima do decote. Eu sentia a baba dele escorrendo.

Então meu amigo colocou a mão sobre o ombro dele e disse que estava vindo alguém. Imediatamente o Reinaldo chegou com a cadeira bem rente à mesa pra esconder seu grau de excitação e quando eu saí daquele transe, o Fábio me disse:
- Lilian, você tá muito suada!
- O que? - perguntei ainda tonta do tesão que eu estava sentindo.
- Seus seios!! Estão molhadinhos! - ele disse e saí correndo para o banheiro pra ver se aquele calor que estava sentindo passava um pouco.

Depois desse dia eu não pensava em outra coisa a não ser sentar e rebolar naquele pau. Um dia, depois que bateu o sinal pro intervalo, todos saímos da sala de aula. Eu usava uma saia curta preta e a camiseta da escola amarrada na frente (estudávamos em um prédio e nesse andar funcionava só a minha classe no período da tarde). O sol estava rachando lá fora. Então eu voltei, pois tinha esquecido dos meus óculos escuros.
Entrei na sala, peguei meus óculos e quando olho pra porta, o professor Reinaldo estava parado, me olhando. Ele se aproximou muito rápido, me pegou pelas pernas abrindo-as e se colocando no meio delas. O safado foi me empurrando contra a parede, me beijando e mordendo meus lábios e esfregando seu pau duro por sobre minha calcinha, que já estava toda molhada.

Eu não esperava por isso e também não tinha muito o que perder, afinal quem podia perder o emprego ali era ele. Então deixei rolar. Apoiei minhas pernas uma sobre a cintura dele e a outra em uma cadeira, livrando assim suas mãos que passaram a apertar meu traseiro. Eu me sentia como o prato principal, sendo saboreada, lambida e mordida de acordo com o desejo dele, porque eu não conseguia fazer nada.
Ele estava louco de desejo e parecia querer entrar em minha pele e me rasgar toda. Foi aí que aconteceu o que eu menos esperava. Ele parou, olhou em meus olhos, me soltou e se afastou.
- Não posso fazer isso, não assim! - ele disse com a respiração ofegante.
- Tá brincando né, professor? Me deixa rebolar no seu pau, vai!! - eu pedi, quase suplicando.

Fui me aproximando dele e colocando a mão em seu pau, por cima de sua calça. Ele, respirando fundo, disse:
- Pára, Lilian!! Você não imagina o quanto eu tô me segurando! E depois, não vai dar pra fazer nada. Logo entra alguém aqui.
Eu tirei a mão e olhei em seus olhos. Ele se sentou em uma mesa e respirou fundo.
- Você não tem idéia do que tá fazendo comigo! - ele disse.

Eu apenas dei um sorriso, mordendo o canto da boca, e ele colocou as mãos em sua cabeça e esfregando sua testa.
- Não me olha assim, menina! Qualquer coisa que você faz me deixa de pau duro. Não consigo mais dar aula pra você. O que a gente faz? Preciso te ver, mas fora do colégio.

Então marcamos de sair. Eu nem dormi naquela noite e gozei umas cinco vezes me tocando e imaginando aquele homem me possuindo inteirinha. Coitadinha de mim, tão ingênua! Ingênua sim! Eu nem tinha idéia do que tinha feito com ele, e do que ele seria capaz. Foram mais ou menos 10 meses de provocação, deixando aquele homem louco de desejo.

Chegou o dia combinado e enforquei a aula pra sair com ele, porque naquela época meus pais não me deixavam sair à noite e não queríamos esperar até o fim de semana. Ele me buscou umas quadras depois da escola. Entrei no carro dele e fomos pra casa do seu irmão. Chegando lá ele foi me oferecendo vinho do porto e me fez tomar umas três taças.

Batemos papo e rimos muito, e logo fui ficando embriagada. Então fui chegando bem pertinho dele e comecei a chupar seus lábios, dando mordidinhas e puxando com os dentes. E ele ficou sentado, me olhando e curtindo tudo. Abri os botões da camisa dele e admirei seu peitoral delicioso.

Eu usava uma blusinha frente única preta com um laço nas costas, na altura do pescoço e outro na cintura e um shorts curtinho branco com uma sandália preta do tipo bota, toda de tiras até a altura do tornozelo. Então soltei o laço de baixo da blusinha fazendo com que meus seios ficassem soltos por baixo do pano. Em seguida soltei o laço de cima e joguei a blusinha nele.

Ele a pegou e a cheirou com desejo, admirando meus seios.
- Mas que menininha gostosa!!! Gosta de provocar seu negão, gosta?? - ele falava e olhava atento e sem pressa, enquanto minhas mãos percorriam meus seios e iam descendo pro meu shortinho, o qual fui tirando, deixando à mostra apenas a minha calcinha rendada preta.

Me sentei no sofá e comecei a alisar e apertar meus seios e à lamber os biquinhos. Então passei a lingua bem molhadinha em meus dedos e os levei pra dentro da minha calcinha e abri as pernas em sua direção, olhando em seus olhos.
- Que safadinha!! Me provoca mais, minha deliciazinha!! - ele abriu a boca, soltando um suspiro.

Ele sorriu quando me viu sorrindo pra ele. Então fechei meus olhos, ofegante, enquanto sentia o prazer dos meus dedos me penetrando. Fazer isso com ele me olhando me deixava cada vez com mais tesão e eu estava muito molhada.
- Ahhhhhhh!! Que gostosoooooo!!! - eu gemi bem gostoso enquanto eu deslizava meus dedos no meu grelinho, até dentro e bem fundo na minha bucetinha.

Curvei minha cabeça e meu corpo pra trás e fiquei acariciando meus seios. Nesse entra-e-sai, gemendo, me movendo em sincronia e sempre olhando em seus olhos, mordendo meus lábios e louca de desejo.

- Uhhhhhh!!! Gosta de ver sua putinha se tocando?? - eu falei entre gemidos e me deparei com seu pau duro e enorme pra fora da calça. Eu estava praticamente babando de tanto tesão quando vi meu professor batendo uma punheta deliciosa. Seu olhar parecia me devorar como fogo e não me aguentei mais. Um choque elétrico percorreu meu corpo.

- Ahhhhhh!!! Vou gozarrrrr!!! Vou gozarrrrr!!! - soltei uns gritinhos e me derreti toda, gozando bem gostoso. Fechei os olhos e me deixei levar por aquela sensação deliciosa. Depois que gozei, fiquei olhando pra ele, toda dengoza, enfiando meu dedo na minha bucetinha, bem lentamente, e tentando recuperar meu fôlego.

Ele, todo paciente (nem parecia o mesmo de dias atrás) me pegou no colo e me deitou em um colchão que estava no chão de um quarto (curiosamente não tinha mais nada naquele quarto, somente o colchão, mas eu não estava a fim de fazer perguntas naquele momento). Então ele começou a beijar e a morder meu corpo, que por sinal doia, mas eu estava gostando muito.

A cada mordida dele eu gemia como uma louca e pedia mais e mais. Então ele tirou minha calcinha, abriu bem minhas pernas e começou a passar a lingua bem quente no meu grelinho, me fazendo gemer muito. Ele me chupava com aqueles lábios carnudos e gostosos, descia até meu botãozinho e voltava, me lambuzando e me fazendo gozar na sua boca.

- Delícia, e esse cuzinho? Ainda é virgem? - ele perguntou todo cheio de saliência.
Confesso que tremi neste momento, e pensei, é obvio que um cara como ele ia querer muito mais do que eu estava acostumada. Eu nunca tinha deixado penetrar meu rabinho, mas com o Reinaldo seria impossível. Mesmo assim eu disse:
- É sim, professor!! E vai continuar virgem!

- Não vai não, minha vadiazinha! Hoje vou te rasgar toda! - ele falou e senti um arrepio dos pés à cabeça. Que loucura! Eu sabia que estava nas mãos dele e eu estava adorando.
Então ele me colocou de quatro e eu empinei bem meu traseiro pra ele, que voltou a me chupar, mas dessa vez, enfiando a lingua e alternando entre o cuzinho e minha bucetinha.

Fiquei muito louca de tanto tesão e implorei pra ele socar seu pau na minha bucetinha. Mas ele começou a cuspir no meu cuzinho e a enfiar o dedo.
- Uiiiiii!!! Devagarrrr, professorrr!! Por favor! - começei a sentir dor mas fui me acostumando até ele enfiar dois dedos. Achei muito dolorido e quando estava começando a me acostumar, ele se posicionou atrás de mim e foi passando seu pau na minha bucetinha, brincando e me torturando.

Eu estava tão excitada que gozei só de sentir a cebeça do pau dele quase entrando na minha buceta. Então ele cuspiu de novo no meu cuzinho e foi colocando o pau nele, bem devagar.
- Aiiiiii!! Meu deussss!! Está me rasgandoooo!! Vai devagarrrr, seu safado taradooo!! - gemi e senti uma dor descomunal. Comecei a gritar e logo eu estava chorando, bem baixinho.

Acho que isso foi deixando ele mais excitado, porque começou a empurrar aquela cabeça com força, e segurando minha cintura bem firme com as duas mãos, ele foi forçando. Acho que nesse momento aquele pau me parecia o maior do mundo, e ele não voltava nem mexia, apenas empurrava.
- Vai, minha cadela gostosa!! Agora você vai tomar bem gostoso nesse cuzinho! - ele dizia e eu fiquei bem quietinha, com medo de provocar ele ainda mais.

- Aiiiii!! Aiiii!! Você está me machucando, negão safado!! - não aguentei e comecei a gemer bem alto novamente. Eu sentia meu cuzinho se estirando ao máximo pra acomodar aquela pica preta e grossa.
Ele estava muito tarado e foi logo dando uns tapas bem ardidos no meu traseiro.
- Minha vadia gostosa!! Toma esse pau nessa bundinha gostosa!! Toma!!

Senti que seu pau estava inteirinho dentro de mim, e ele então começou um entra-e-sai violento, dando estocadas fortes e fundas. Eu sentia suas bolas batendo na minha bucetinha.
- Meteeee, professorrrr!!! Mete no meu cuzinhoooo, seu taradooo!! - levei minha mão até o meu grelinho e comecei a massagear e apertar. Era a primeira vez que eu experimentava sexo anal e eu estava louquinha.

Enquanto ele fodia meu cuzinho, eu rebolava naquele pau duro como uma rocha e tocava uma bem gostosa, gemendo como uma louca a cada vez que ele me chamava de sua vadia.
- Gostosa vou encher você de pôrra!! - ele gemeu bem gostoso e puxou firme meus cabelos, me segurando bem forte.

- Ohhhhhh!!! Que delíciaaaa!! - gemi e comecei a gozar descontrolada quando senti o pau dele esguinchar esperma quentinho bem no fundo do meu rabinho. Parecia que estava me queimando por dentro. Meu corpo tremia e minha cabeça rodava. Ele percebeu que eu estava gozando e deu uma enfiada mais funda ainda. Parecia que seu pau ia sair pela minha boca. Não aguentei a facada e levei meu corpo pra frente, caindo no colchão e ele caindo por cima de mim.

Depois de gozar no meu cuzinho, ele me chamou pra tomar um delicioso banho. Começamos a nos alisar e logo eu estava batendo uma punheta pra ele, que já foi me puxando pra cair de boca em seu pau. Lambi, chupei e lambuzei aquele caralho duro. E pra deixar ele mais louquinho ainda, eu engolia seu pau até as bolas, sempre chupando e pedindo porra.

- Lilian!! Sua safadinhaaa!! Que boquinha mais gostosaaaa! - fiz ele uivar de tesão e gozar na minha boca. Engoli toda a porra dele e ainda fiquei lambendo o cantinho da minha boca, querendo mais um pouquinho.
Então voltamos pro colchão e ficamos namorando um pouco.

Tudo o que eu queria era sentir seu pau dentro da minha bucetinha, que o recebeu toda molhadinha, deslizando e bem devagarinho, enquanto ele chupava meus seios e mordia meu pescoço.
- Soca esse pau em mim!! Vai, meu negão safado! - eu falava e me rebolava toda debaixo dele.

Começei a implorar pra ele me comer bem gostoso.
- Mete com força! Mais rápido, seu safado! - dei uns tapas na cara dele e o tesão dele pareceu duplicar.
- Sua putinha!! Goza no pau do seu professor taradooo!! Gozaaa!! - ele falava no meu ouvido e eu me arrepiava todinha.

- Seu cachorro safado! Come sua vadia direito! - gritei e gozei como uma cachorrinha, toda safadinha debaixo do meu negão gostoso.
O Reinaldo estava insaciável e me colocou de quatro. Montou em mim sem dó nem piedade, socando seu cacete bem fundo e me fazendo sentir suas bolas batendo no meu grelinho e me fazendo gozar gostoso.

Depois de alguns minutos quase me estuprando com sua rola gostosa ele a tirou e punhetou por alguns segundos.
- Ahhhhhh!!! Que coisa gostosaaaaa!!! Que delícia de meninaaa!! - ele falou e gozou como louco novamente, lambuzando todo o meu traseiro.

Depois desse dia, nós saimos ainda algumas vezes, mas sem compromisso, só pra transar mesmo. Após o Reinaldo tirar a virgindade do meu cuzinho, eu passei a dar ele sempre, porque eu acho que tudo que é bom tem que ser bem feito, e feito sempre.

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