domingo, 25 de outubro de 2015
SOU OU NÃO SOU UMA VERDADEIRA PUTA?
Eu usava uma saia até meio da coxa, leve o suficiente para realçar o formato do meu rabo nu uma vez que a minha tanguinha já estava absorvida nele, encima usava uma camisa apertada que pressionava a minhas tetas e deixava os meus bicos bem salientes, sem sutiã e se alguém fixasse os olhos veria os mamilos durinhos…
Sai de casa preparada para chamar a atenção de qualquer homem que se atravessasse na minha frente. Andei muito nesse dia e ouvi muitos comentários deliciosos, já não os achava nojentos.
Pouco tempo depois de sair de casa, atravessando o Central Park avistei um velho de idade avançada, que estava sentado num banco. Eu sabia que ao passar, ele diria algo forte, eu queria ouvir, sentia alguma emoção quando me aproximei com meu andar sensual.
Passei por ele e o ouvi, ficou inapagável na minha memória, ele disse com uma voz rouca e pode mesmo dizer-se diabólica “Deixa-me chupar a tua buceta sua PUTA GOSTOSA!!!”.
Eu senti uma carga elétrica percorrendo meu corpo, rapidamente me senti encharcada foi como um orgasmo instantâneo.
Parei por um segundo e depois continuei andando, assustada, emocionada e especialmente excitada. Nunca me tinham chamado assim, de repente tudo ficou tão claro, era assim que eu me queria sentir, puta, safada, provocante, uma VAGABUNDA! Nesses momentos eu só queria estar em casa, precisava tocar-me.
Eu percebi que tinha andado muito, estava longe e sentia-me ansiosa. Decidi pegar um taxi, fui até a esquina mais próxima e subi no primeiro taxi e fui à minha casa, não preciso dizer que fiquei me exibindo ao motorista, né? Rsrsrsrsrs…
Quando cheguei a casa, fui direto para o banheiro, e liguei o chuveiro. Pretendia lá ficar por um par de horas, para reviver todos aqueles comentários deliciosos e, ao mesmo tempo nojentos, mas que me deixavam encharcada “puta vagabunda, me deixa chupar a tua buceta!” soaram na minha cabeça e me deu arrepios.
A banheira estava quase cheia e estava prestes a fechar a porta do banheiro quando toca a campainha da porta, “merda, quem poderia ser?”, Pensei. Pensei não vou abrir, quando tocou novamente, fiz que não ouvi, mas quem estava a porta insistiu.
Desliguei contrariada a água da banheira, coloquei uma toalha mal cobrindo meu corpo e, fui ver quem estava tocando, não queria que nada me distraísse e um palhaço tocando insistentemente na porta e é claro que me iria distrair, atrapalhando minha masturbação na banheira.
Abri a porta e ai estava o Senhor Manolo, nosso vizinho, o homem que meu marido detestava. Mal abri a porta os seus olhos fixaram-se nas minhas tetas que sobressaiam na toalha, pois estavam durinhas como pedras de tanto tesão acumulado que eu estava, fiquei excitada de que ele ficou olhando, não posso negar.
Primeiro ele desculpou-se pelo incômodo e, em seguida, percorrendo o meu corpo com os olhos, ele me pediu um pouco de açúcar, o que não estranhei, porque eles estavam sempre pedindo alguma coisa, mas geralmente costumava ser Dona Raquel a vir, por isso perguntei por ela. Ele disse brincando que ela estava doente e por isso foi ele quem me incomodou.
Demorei um momento observando seus olhos, devorando-me, eu gostava a forma com ele me comia com os olhos, eu estava excitada e eu fazia com ele o que estava acostumada a fazer com todos os homens que me vissem: eu me exibia mesmo, adorava saber que era desejada. Mandei-o entrar e pedi-lhe para me acompanhar enquanto eu lhe daria o açúcar pedido.
Caminhei até a cozinha, sabendo que ele não estava perdendo de vista o balançar da minha bundinha, na forma como ele olhou para mim eu compreendi o porquê da sua olhada fixa nas minhas tetas, eu na pressa de colocar a toalha para atender a porta, não percebi que tinha caído um bocado de água na parte acima da peça de roupa que me cobria e, esta ficou colada as minhas tetas, marcando meus bicos para o deleite daquele velho.
Fiquei preocupada por um momento uma vez que poderia dar má impressão ao velho, e talvez comentasse com o Paulo, ou então pensasse que eu era uma provocadora, a minha excitação pedia-me para brincar e atiçar com Sr. Manolo, eu queria vê-lo desejando-me, estremecia só de pensar que eu estava sozinha em casa com um velho sujo que só queria provar o meu corpo. Instintivamente minha bundinha levantou-se, meus ombros foram para trás e meu caminhar ficou estranhamente sexy, mas casual ao mesmo tempo.
Quando chegamos à cozinha, eu dobrei-me em ângulo reto para pegar o açúcar no armário baixo, demorei um pouco nessa posição fingindo que não o encontrava, quando eu finalmente o encontrei, me virei e vi como o velho se babava para o meu rabo.
Quase fiquei louca só de pensar que o velho me tinha visto o cuzinho arrebitado. Olhei para a sua calça e percebi seu tesão, ele percebeu que eu tinha olhado para o seu pacote, mas não disse nada assim como eu quando o vi olhando debaixo da minha toalha.
Eu estava louca, muito nervosa, mas não nervosa de forma normal, mas daquela forma que só a excitação extrema pode provocar. Pedi-lhe para me trazer o açucareiro que tinha, aproximou-se e posei-o sobre a bancada, eu comecei a encher a taça, mas devagar, queria que aquele momento durasse para sempre.
Os olhos dele estavam à altura do meu pescoço, ele estava a trinta centímetros de mim e olhava descaradamente para as minhas tetas praticamente nuas, aquele velho nojento queria chupar as minhas tetas, eu sabia e estava excitada e, o que me excitava ainda mais era que eu as estava mostrando para ele, eu tinha certeza agora, eu era uma verdadeira PUTA provocadora a dar calor a um velho.
Terminei de encher o açucareiro e me virei ficando de costas para o Sr. Manolo, fechei os olhos e suspirei, sem que ele me visse, encostei-me aos móveis da cozinha fingindo que arrumava qualquer coisa.
Eu sabia que ele me estava a olhar desde atrás e o não saber onde ele estaria a olhar geravam em mim muitas idéias provocantes. – Sabe Dona Sheila, você tem umas belas pernas – disse Sr. Manolo, fiquei gelada. – Espero que não te incomode que diga isso.
Não – respondi, estava imóvel, suponho que pareci ao velho que estava um pouco (ou bastante, não sei!!!) submissa uma vez que ele continuou.
E esta cintura, você está indo ao ginásio?
Assenti com a cabeça, se eu tivesse respondido com “sim” teria se ouvido mais um gemido do que uma palavra, pois eu estava muito excitada.
E esse rabo, desculpe-me por dizer isso, mas é fantástica Sheila – nesse instante deu um passo em frente na minha direção e pousou delicadamente as mãos na minha cintura… – Huauuu, e a sua pele são suaves como a seda. Quando ouvi chamar minha bundinha de rabo, um calor subiu dos meus pés à cabeça, adorei, nunca ninguém falou-me assim, a não ser os gracejos na rua (diga-se de passagem deliciosos) .
Obrigado Sr. Manolo, eu disse nervosamente. Nem acredito que ainda agradeci…
Suas mãos começaram a mover-se delicadamente sobre meus quadris. O fato de estar sob tais condições, com um velho olhando, e ao mesmo tempo tocando-me descaradamente e sentindo a minha pele, só aumentava cada vez mais o meu tesão que, com certeza, nesse instante já se tornava explicito ao Sr. Manolo, limitei-me a ouvi-lo e tentar esconder a o meu estado de excitação.
Sheila você tem um corpão, e há já algum tempo que você o anda mostrando descaradamente… Devia ter mais cuidado, pode acontecer-lhe algo… E alias devem dizer-lhe montes de palavrões na rua – disse-me ao meu ouvido.
Apoiou o seu pau no meu rabo, eu podia sentir no meu cu a sua virilidade, uma palpitante ereção. Este maldito velho estava a roçar-se em mim descaradamente. Eu era a esposa do seu vizinho, o vizinho de quem ele não gostava…
Porra era um velho seboso que se aproveitava de mim (será que era ele mesmo ou era eu, maluquinha para ser usada?), um velho que poderia ser meu pai e também era o inimigo do meu marido, mas que era um macho de pau duro encostando-se a mim e, que estava fazendo com que eu perdesse o controle de mulher séria…
Sentia um pau junto a mim, que me deixava com calafrios e, estava gostando muito, um pau que não era o do Paulo e, quando ganhei forças para murmurar um “não!
Já chega e me larga” o meu corpo não me acompanhou. Instintivamente comecei a esfregar o meu cu contra sua calça, com minhas nádegas tratava de acariciar devagar e gentilmente esse membro palpitante, era um movimento sutil, mas tenho certeza que ele o sentia.
Era óbvio que ele estava sentindo, porque começou a roçar com mais intensidade não muita, mas era perceptível. Estava, naquele instante, a fazer realidade os desejos sujos daquele velho e não tinha forças para impedi-lo de abusar do meu corpo. Suas mãos cercaram-me com cuidado para pegar nas minhas tetas.
-Que deliciosas tetas – sussurrou ao meu ouvido.
O velho referiu-se vulgarmente aos meus seios! Essas grosserias que ouvia na rua, agora eu escutava ao ouvido. Minhas mãos apoiaram-se fortemente sobre as dele que apertavam minhas tetas. Gostei de ouvir tetas referindo-se às minhas mamas.
Chega, Deixe-me ir Sr. Manolo – supliquei, mas minhas mãos estavam prensadas contra mim, meu corpo não tinha intenção de resistir e percebi que me excitava suplicar e ser ignorada, que aquele velho não me ouvisse, que o seu tesão fosse mais forte e me dominasse, eu sentia-me desejada e abusada, mas sobretudo morta de excitação.
Sr. Manolo apertava-me as tetas com paixão, esfregava-as fortemente sussurrando-me ao ouvido que eram grandes e firmes. Começou a roçar-me com mais força, tive que me encostar-se ao balcão da cozinha para manter o equilíbrio, com as mãos nos meus seios e o seu pau roçando nas minhas nádegas, tive que baixar ligeiramente as pernas para que o meu cu ficasse à altura do seu pau.
Eu estava fora de mim, eu fiquei pensando sobre a situação mórbida, e que todas as noites o velho compartilhava a cama com aquela velha, Rachel, e agora tinha um corpo muito mais jovem e firme para saciar os seus desejos, e esse corpo era o meu, uma mulher casada, a esposa do seu vizinho, e estava deixando-se fazer apenas por ser uma cadela, por ser PUTA (essa palavra não saia da minha mente, estava me torturando, será que eu era… Naquele instante eu confirmei o que eu sempre fui e não tinha ainda percebido com clareza, sim, sou uma PUTA e estou adorando ser, finalmente veio a tona o meu segredo mais obscuro)..
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