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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

MINHA PRIMA CASADA


      Quando eu era bem jovem, morava na cidade de Maringá, a família toda morava perto um do outro, eramos todos vizinhos de cerca então quando crianças e adolescentes os primos e primas sempre se reuniam pra brincar, principalmente porque nossos pais trabalhavam então para a garotada era uma festa só, a imaginação corria solta, os meninos querendo seduzir as meninas, principalmente quando começamos a descobrir o sexo, era comum brincarmos de médico, de papai e mamãe, e as brincadeiras preferidas eram esconde esconde, aproveitávamos íamos pra traz das moitas, como no bairro que morávamos tinha bastante  terrenos baldios e com capoeiras, fazíamos nossas cabanas, e lá tudo acontecia.

Mas como eramos crianças, não passava de esfrega esfrega as nossas brincadeiras sexuais, no máximo colocávamos nas coxas, com o tempo fomos crescendo viramos adolescentes  eu já tinha  16 anos e ela 15   já não eramos mais crianças, e eu e a prima continuamos com nossas brincadeiras sexuais, só que não eram mais tão inocentes... já eramos adolescentes e sabíamos o que queríamos, então   a maioria dos parentes  se mudaram pra outra cidade, e a família dessa minha prima também se mudou me lembro que apenas um tio ficou morando perto da gente, e meu pai também em seguida mudou pra Capital, Como naquela época não havia internet coisa e tal a gente se correspondia por carta, logo eu completei 19 anos e fui pro quartel, e a prima que eu ainda mantinha contato mais raramente, começou a trabalhar numa casa na cidade de Ponta Grossa, cerca de 100 km da capital, um dia ela me convidou pra ir visita-la num fim de semana, liguei pra ela ela disse que os patrões estariam viajando e que eu poderia ir, não pensei duas vezes comprei uma passagem de ônibus para  o fim de semana que ela disse que estaria sozinha .

Chegando lá passamos a tarde do sábado conversando como nos velhos tempos.... ela fez um jantar a gente  jantou ao fim da noite fomos dormir ela preparou um quarto e uma cama legal pra mim no quarto de hospedes, quando fui dormir fiquei lembrando dos tempos que a gente ficava junto, não resisti fui até o quarto dela... ela  ainda não estava deitada mas  com um camisão branco, abracei-a joguei-a na cama e deitei-me ao seu lado, ela não disse nada, comecei a acariciar seu corpo ela aceitou passivamente, em pouco tempo estávamos transando gostoso como nos velhos tempos, eu já estava com saudades, no dia seguinte passeamos pela cidade, almoçamos juntos, peguei o ônibus de volta pra minha cidade, e depois dessa vez perdemos o contato nunca mais a vi eu soube que ela tinha se casado então parou de mandar-me cartas etc e tal.. eu soube que ela tinha se mudado pra cidade de Sorocaba -SP, então passaram-se mais de 10 anos.

Até que um dia eu soube do endereço dela, os meus tios pais dela também moravam lá, eu também tinha me casado, um dia resolvi ir visita-los num feriadão de fim de semana, mas minha esposa não foi preferiu ficar porque ela não conhecia ninguém e preferiu ir pra praia com os pais e irmãos dela, chegando lá , passei o primeiro dia com os tios que moravam em uma chácara  falamos sobre parentes, onde cada um morava, relembramos as artes de crianças etc e tal, até que eu perguntei da Neide minha prima, ela meus tios disseram-me que ela morava na cidade então lhes falei que gostaria de ver ela antes de eu voltar pra minha cidade, eles me deram o endereço, e eu iria no dia seguinte.

Naquela noite nem dormi direito. fiquei imaginando como a Neide estaria, será que depois que ela teve filhos tinha engordado ou coisa assim, eu ainda tinha tesão por ela, não sei porque mas agora que ela estava casada parece que eu tinha mais tesão ainda fiquei imaginando na minha mente o que poderia fazer pra seduzi-la, provavelmente ela não quereria mais transar comigo mesmo porque estava casado, e o principal impedimento era e o marido dela??? provavelmente estaria em casa e isso impediria meus planos, mas enfim no dia seguinte fui até o endereço que meus tios tinham me passado, bati palma quando abre a porta eis que aparece a Neide pra me atender, olhei de relance ela ainda continuava um mulherão..apear dos seus quase 35 anos, ela me reconheceu me convidou pra entrar como era quase 3 da tarde me convidou pra tomar um café, aceitei é claro mas disse-lhe que iria ficar pouco porque teria que pegar a estrada.

Pra resumir naquele dia tudo estava a meu favor, porque o marido dela tinha saído foi levar os dois filhos deles na casa da avó paterna iria voltar só a noitinha, perguntei-lhe porque ela também não tinha ido ela falou que não foi porque não se dava bem com a sogra, pensei com meus botões é hoje que vu me dar bem, então começamos a conversar sobre a infância  eu habilmente levei o assunto pra o lado das sacanagens que fazíamos, das brincadeiras de médico e de casinha, ela percebendo meu interesse desconversava, mas eu insistia e dava um jeito de voltar, a certa altura eu lhe falei, bem que gostaria de relembrar nossas intimidades ela firme sempre respondia, é, mas agora sou uma mulher casada, e depois que casei e tive filhos minhas aventuras amorosas ficaram no passado, sou uma mulher caseira e fiel ao meu marido, foi quando eu brinquei, e falei, então uma relembradinha nem pensar?? Ela foi categórica, e disse não...ela percebendo que eu ainda a queria levantou-se começou a tirar as louças do café, depois foi pra pia lava-las, eu então também me levantei e estando ela na pia abracei-a por trás e segurei seis peitos e falei ainda continuam durinhos, ela se virou e me deu um tapa, juro que eu não esperava essa reação afinal ela sempre gostou das minhas caricias.

        Fiquei meio que sem jeito, mas não perdi o rebolado, pedi desculpas, mas continuei investindo e ela se esquivando, em dado momento não resisti peguei-a abracei forte puxei pra mim e beijei sua boca, ela meio que tentou evitar, disse que eu tava louco que o marido dela estava pra chegar, eu falei, Neide, quando vinha pra cá eu só pensava numa coisa, da gente fazer amor de novo, depois eu volto pra minha cidade e tudo volta ao normal, ninguém precisa saber, ela resistia a ideia, mas eu ainda abraçado a ela comecei a tirar a sua roupa, ela dizia que não que seu marido e os filhos poderiam chegar a qualquer momento, então eu argumentei, e lhe falei então não faça jogo duro, a gente mata a saudade eu vou embora e ninguém fica sabendo, não faz jogo duro eu sei que vc também quer, sei que você é fogosa, aos poucos ela foi cedendo, encostei ela na pia e tasquei aquele beijão, dai pra frente ela não fez mais jogo duro.

Levei-a pra cama então onde tudo aconteceu, retirei sua roupa totalmente, comecei a beija-la o corpo todo começando pelo pescoço desci aos seios onde dediquei atenção especial, lambi os mamilos, ela estava toda ouriçada, se contorcia toda na cama, quando cheguei a buceta então ela  chegou ao orgasmo sem muto esforço, quando toquei a lingual em seu clitóris ela praticamente subiu as paredes.., então ofereci me pau a ela pra chupar também, ela meio timidamente começou mas logo estava toda solta e fazia aquele boquete muito gostoso, não demorou muito pra que eu a colocasse de quatro e comesse a sua buceta, aquela que eu já estava com saudades, antes parecia que não era tão gostoso quanto agora, talvez pelo fato de ela estar casada, pelo fato de ela já ter dono então parece que meu tesão era muito maior, enfiei meu pau e comecei a bombar, ela gemia e se contorcia também  foi a foda mais gostosa que eu já tinha dado com a Neide, depois que gozei, não satisfeito lubrifiquei o seu cuzinho, apontei a cabeça do meu pau e enfiei... soquei sem dó, meu tesão estava alto então não demorei muito pra gozar, ela também não..

Quando terminamos, não demorou muito o marido dela chegou, mas já tínhamos nos recompostos e não tínhamos deixado nenhum vestígio de que pouco antes tínhamos feito amor, não cheguei a jantar com eles naquele dia aleguei que tinha que pegar estrada etc e tal... afinal eu teria que viajar uns 400 km mais ou menos, e saí.

Depois dessa vez nunca mais vi a Neide, perdemos o contato, eles se mudaram de cidade novamente pelo que sei voltaram ao norte do Paraná mas perdi o contato com os tios principalmente porque o pai dela morreu uns anos depois, mas até hoje eu lembro com carinho dessa aventura.

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