Estudo enfermagem e faço meu estágio no hospital uma vez por semana.
Faz pouco tempo que comecei a trabalhar como atendente em um depósito de gás, uma forma de me manter enquanto não termino o meu curso. Sou a única mulher na empresa, então quando fui contratada uma das exigências era que eu usasse roupas comportadas e que não ficasse de conversinha com os outros funcionários. A maioria dos homens que trabalhavam lá ficavam na rua fazendo entrega, e na empresa só ficava o Ricardo e eu (Ele carregava peso pra lá e pra cá, e eu só atendia o telefone).
O Ricardo estava pela casa dos 40, era alto, moreno, naturalmente forte por conta do peso que pegava diariamente, tinha cara de mau, voz de malandro, dentes amarelados pelo cigarro, e dava para perceber que não frequentava muito a aula de português. Era casado, pai de três filhos, e desde quando entrei na empresa ele era bem gentil e cavalheiro comigo. Eu não o achava bonito e nem era o tipo de cara que eu namoraria, mas tinha alguma coisa nele que me atraía, as vezes me pegava olhando para seus braços e o volume entre suas pernas. Acredito que ele já tinha percebido, mas como eu era tão "quietinha" e "séria" nunca investiu em mim, mas já o peguei várias vezes olhando para minha bunda.
Certo dia fui usar o único banheiro da empresa e vi que a porta estava entreaberta, não aguentei a curiosidade e fui dar uma espiada, lá estava ele mijando com aquele pau mole e mesmo assim enorme, fiquei me imaginando em cima daquela rola dura, quando de repente ele olha para o lado e me flagra, não tive reação, ia saindo de fininho, quando ele bruscamente me puxou pelo cabelo e me arrastou ao banheiro, me jogou na parede e perguntou o que eu estava procurando ali, antes que eu respondesse me deu um tapa na cara, puxou a rola para fora e perguntou se era aquilo que eu queria ver, novamente não me deixou responder, falou que para olhar o pau dele eu devia pagar um preço e que agora eu estava o devendo.
- Deixa eu sair daqui, você está louco?
- Perguntei.
- Louco para penetra nessa bocetinha, você fez ele ficar duro, agora vai dar um jeito nisso.
Minha calcinha já estava encharcada, estava doida para ser fodida por ele ali mesmo. Então me rendi. Ele levantou minha blusa e começou a chupar meu peito.
- Você será castigada! Por que veio trabalhar de calça jeans? Perguntou cheio de autoridade.
Foi quando me mandou sentar no vaso e começou a bater com o pau na minha cara, depois enfiou na minha garganta sem nenhuma cerimônia. Eu já não estava aguentando, queria logo aquele pau enorme me rasgando.
Me levantou tirou minha calça e me colocou sentada na pia, já foi abrindo minhas pernas, colocou minha calcinha de lado, enfiou um dedo e depois o enfiou na boca dele para sentir meu gosto, gemi alto! Se ajoelhou e caiu de boca na minha xota, chupava meu grelo como se fosse a coisa mais saborosa do mundo, começou a tocar uma bela siririca sem deixar de me chupar, não resisti e gozei na boca dele. Quando ele levantou tentei beijar a boca dele, mas ele disse que putas não são beijadas na boca, só na boceta.(Melhor ainda! haha) Então pegou naquele pau gigante e começou a pincelar só a cabecinha na entrada da minha xoxota, sem parar, num ritmo acelerado e contínuo, já estava quase gozando de novo quando ele finalmente me penetrou de uma só vez, parecia que ia me rasgar, doeu um pouco mas era uma dor maravilhosa, e começou a socar sem piedade, as vezes tirava da minha boceta e mandava eu chupar para sentir meu gostinho de puta, depois me penetrava de novo com o ritmo cada vez mais acelerado, enfim ele entrou em êxtase e falou gemendo: "Toma minha porra quente sua putinha incubada!"
Quando pensei que podia voltar ao trabalho e fingir que nada aconteceu a porta do banheiro se abriu, Matheus um dos entregadores, punhetando um pau torto e rosado entrou dizendo "Se não quiser que todo mundo saiba vai ter que me dar também!", fiquei desesperada e sem reação, Ricardo olhou para mim e disse rindo "Tá esperando o quê?" "Fode logo essa gostosa Matheus, ela não tem escolha!". Sem nem esperar minha resposta ele enfiou com força na minha xota que já tava inchada, tava preocupada, com medo e tesão ao mesmo tempo, corria o risco de perder meu emprego e ficar com uma péssima reputação, mas foda-se, só sabia gemer feito uma cabrita quanto mais ele botava mais eu queria, enquanto isso Ricardo se masturbava e chupava meu peito, já nem lembrava meu nome, tava muito bom, quando novamente a porta se abriu (Puta que Pariu!) era Rodrigo um negão com uma baita cara de bandido (outro entregador), disse que queria participar da festinha, Matheus tirou o pau de mim e disse: "É toda sua!", Rodrigo puxou meu cabelo, deu um tapa na minha cara e falou:
"Então a santinha gosta de uma putaria." Se ajoelhou e começou a chupar meu grelo inchado, enquanto Ricardo e Matheus chupavam meus peitos, gozei pela segunda vez. Depois Ricardo deitou no chão e me mandou encaixar a boceta na pica dele, cavalgava feito louca enquanto os outros se masturbavam. Foi aí que o Matheus empurrou minhas costas de forma que eu ficasse deitada em cima do Ricardo, e enfiou o pau rosado no meu cú, fiquei deliciosamente preenchida. Rodrigo se ajoelhou ao lado do meu rosto e colocou aquela piroca preta na minha boca, eles me foderam de todas as formas, depois me mandaram ajoelhar de boca aberta, então os três gozaram na minha boca, bebi toda aquela porra levando muito tapa na cara.
Até hoje sou chantageada e tenho que foder com os três (casados) toda semana, fazer o quê? Sou obrigada! Não tenho escolha, ainda não encontrei uma solução, e nem quero.
G Fontenelle
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